quarta-feira, dezembro 1, 2021

Saab Naval

Operação Poseidon 2021 é concluída

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Após cinco dias de intensas atividades aéreas a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico” e da Fragata “Liberal”, a Operação “Poseidon 2021” chegou ao fim. Mais de mil militares participaram da missão, na qual ocorreram diversos exercícios conjuntos entre as Forças Singulares.

Na operação, pilotos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro (EB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) se qualificaram para pouso e decolagem a bordo de navio em movimento.

O aprimoramento da interoperabilidade foi alcançado por meio dos exercícios operativos, como Qualificação e Requalificação de Pouso e Decolagem a Bordo (QRPB); dobragem de pás, rolagem e hangaragem de aeronaves; tiro de metralhadoras das aeronaves sobre alvo à deriva; e evacuação aeromédica.

Nas primeiras operações aéreas realizadas pelas demais Forças Singulares a bordo dos navios da Marinha, em 2018, os exercícios concentraram-se em um nível básico e, com a experiência adquirida, já na “Poseidon 2021”, eles alcançaram um patamar mais avançado, com a realização de atividades de maior complexidade e importância tática.

É fundamental aprimorar essa integração, para que as três Forças estejam sempre prontas para atuar conjuntamente, incrementando assim as capacidades militares de defesa dos domínios aéreo, terrestre, fluvial e marítimo do território nacional, incluindo a Amazônia Azul.

FONTE: Marinha do Brasil

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Nostra

Off topic

INS Anvesh 9000-11000 ton floating missile test range (FTR) set for sea trials

It has a powerful S band AESA LR-MFR (long range – multifunction radar) & 4 SLS (ship launch system) for test launching hypersonic missiles , cruise missile etc

As FTR it acts as launchpad, mission control center & launch control center etc while at sea

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Last edited 2 meses atrás by Nostra
Charles Dickens

Off-topic. NE “Brasil” há dias no porto de Lisboa em pane séria na casa de máquinas. Parada fora do programa. Data prevista de partida adiada de 8 para 24 de setembro.

Marcos

Já que está operação foi um treinamento conjunto entre as forças, gostaria de saber o que falta para treinar também com os únicos Helis de ataque das FFAA os MI 35 da FAB?

Bardini

Quem disse que os Mi-35 não são os únicos helicópteros de ataque da forças? Jogaram fora os Seahawk, os Lynx e a Kombi armada? E qual a utilidade prática dessa proposta entorno do Mi-35? Tirar foto? . A única coisa que o Mi-35 tem de “vantajoso” para alguém justificar que ele acrescentaria alguma coisa, é o canhão 23mm estabilizado. Fora isso: Não tem radar. É grande e ninguém tem doutrina para operar isso aí embarcado, pq simplesmente não foi pensado para isso. Vão deslocar essas aeronaves milhares de quilômetros de sua base, incluindo na conta toda a movimentação de pessoal… Read more »

Esteves

“…criou-se uma fantasia de que o Brasil não precisa de um porta aviões, pq isso é coisa visando “projetar poder”.

Precisar todos concordaram. Sustentar é outra coisa.

Se o Mi-35 poderia ser levado do ponto A ao ponto B pelo NAM Atlântico, então o Mi-35 poderia ser usado para apoiar o CFN?

Podendo…ele faria parte da doutrina de projeção de poder e, se, se, é usado como caçador de teco-teco pela FAB, melhor seria empregá-lo na doutrina de desembarque?

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Rinaldo Nery

Ele não é um ¨caçador de teco teco¨. Sua missão primária é escolta anexada na Força Tarefa SAR. A escolta destacada é feita pelos A-29.

AK-130

“Agora, o que eu acho mais engraçado, é que criou-se uma fantasia de que o Brasil não precisa de um porta aviões, pq isso é coisa visando “projetar poder”… mas ninguém reclama da mesma forma da força que existe justamente para projetar poder, sendo que a moda é dizer que “precisamos” ter helicóptero de ataque apoiando CFN. O CFN é a mais pura essência da projeção de poder. Querem ter o meio para projetar poder, ao passo que demonizaram o meio voltado a defender o CFN e todos os meios navais no seu entorno e abaixo da água, rsrsrs. Vai… Read more »

carvalho2008

pois é….estes estrategistas….

Jefferson Henrique

Sem mais, ponto final. (Aplausos)

Welington S.

Por isso sou 100% favorável que futuramente tenhamos Porta-Aviões. Vejo como algo inadmissível, um território-mar do tamanho do nosso, não termos Porta-Aviões. É realmente engraçado essa galera que fala em projeção de poder, anulando justamente o que demonstra um poder enorme na região. Veja que, mesmo com a chegada do Atlântico, mesmo com a falta de escoltas, defesa de ponta e etc., mesmo assim, temos como projetar poder em qualquer parte quando necessário.

Esteves

No nosso caso o ou os porta-aviões seriam para evitar a guerra próxima do litoral e/ou defender o país obrigando o inimigo a combater longe da costa.

Não temos linhas logísticas…munições, armas, mísseis, combustíveis, víveres, navios de apoio, água potável, tripulações, para sustentar uma guerra longe do nosso litoral.

O Atlântico não tem como se defender. É um navio para missões de não combate…não suporta danos. E navega em velocidade muito baixa.

Nascimento

O pior é que falam como se fosse apenas para projetar poder. Mas ele não serve apenas para isso, mas principalmente para o CONTROLE DE ÁREA MARÍTIMA e projeção de poder sobre terra. São duas das quatro tarefas do poder naval. Isso é teoria da guerra naval que todo oficial aprende na academia. Pode ser feita com meios diferentes e de acordo com a realidade, e necessidade, de cada força naval. No caso brasileiro, temos o Atlântico Sul, a costa ocidental africana, e agora o mar do caribe e a costa ocidental sul americana (Pacífico) como áreas de interesse geoestratégico e… Read more »

Henrique

Esse papo de PA pra MB é facilmente refutado com Gripen na MB… Se for usar o PA pra defender a costa é muito mais barato e eficiente usar uma defesa costeira (semelhante ao S-qualquer coisa) e Gripen com meteor e mansup.
.
vai conseguir o mesmo efeito e sem precisar gastar com porta aviões, escoltas e treinamento de mais 3000 pessoas para operar os navios e aviões…

Bardini

A necessidade de um Porta Aviões não se fundamenta e nunca vai se fundamentar na defesa da costa. Isso é uma viagem, um erro grotesco. A questão se fundamenta em defender uma Força Tarefa da Marinha. Existe um distância gigantesca entre esses dois pontos, que aparentemente poucos conseguem enxergar. . “Defender a costa”… do que? Quando o assunto é esse, muitos caem na visão de uma “invasão do Brasil” e os blábláblás derivados disso. Que cenário de fim de mundo é esse, em que algum invasor vai torrar uma montanha inimaginável de dinheiro para invadir o Brasil? Invadir pra que?… Read more »

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Carlos Crispim

Uma: Usando a sua lógica um Porta-aviões só serviria ao Brasil para transportar aviões de A até B, pois o Brasil não tem inimigos que justifique possuir uma força marítima de incursão que precisasse da proteção de um PA. Não temos possessões ultramarinas e nem amigos que necessitem da proteção nossa. Duas: Todos os eventuais inimigos do Brasil, os factíveis apenas, são alcançados por terra, os que estão além-mar destruiriam o Brasil em minutos, então não faz sentido ter um PA e nem manter uma força de incursão preparada. E nem o Brasil tem condições financeiras de manter uma força… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Carlos Crispim
Flanker

O que está faltando, em primeiro lugar, é a FAB fechar o contrato de manutenção dos Mi-35, pois a disponibilidade dos mesmos atualmente é quase nula. Depois disso feito, acho que o Bardini explicou bem.

Last edited 2 meses atrás by Flanker
Esteves

Essas compras…

Não são amigos, não transferem nada, não tem apoio, é longe, manter atualizado é caríssimo. Operar também. Devem estar todos indisponíveis?

Para não perder o que investiram…mesmo não levando radar…e na guerra você tem que contar com tudo que tem…a FAB poderia usar no apoio ao desembarque?

Vitor

BZ! Linda Foto com todas Aeronaves no convés.

henrique de freitas

Uma das fotos mais legais publicadas no site ate’ hoje! Esta quase perfeita em vários aspectos. Parabéns

Duvida, foi de drone ou embarcado em aeronave ?

Maurício.

Henrique, provavelmente de algum fotógrafo embarcado, no flickr da MB tem bastante foto bonita.
https://www.flickr.com/photos/mboficial/albums

guilardo

às vezes eu critico bastante, mas tenho que reconhecer que a compra desse porta helicópteros foi a melhor coisa que os almirantes fizeram nos últimos 30 anos. Helicópteros bem armados ,com mísseis anti-navios de longo alcance e com mísseis antiaéreos capazes, já seriam suficientes para dar cobertura à própria esquadra. Para defesa das nossas costas e patrulhamento das plataformas marítimas, acho que uns três porta helicópteros seriam suficientes. São mais baratos do que PA, mais fáceis de operar e manter, e se dotados de mísseis de longo alcance nos helis gerariam realmente um grande poder dissuasório.

Maurício.

Guilardo, não é feio fazer críticas, até porque, quem critica é porque sabe que as forças armadas tem condições de ter equipamentos melhores.
Feio é o pessoal que passa pano para tudo que as forças armadas fazem, esses não tem senso crítico, o único senso desses indivíduos é a puxação de saco e a bajulação, seja por serem cegos ideologicamente ou por serem parte do sistema.

Guilardo Pedrosa.

Ok.

Esteves

É um navio de 30 anos. É o que dá pra fazer no momento.

Mas é um navio de 30.

Dalton

Esteves, a idade de um navio começa a ser contada a partir da incorporação e não do lançamento, mesmo assim, foi lançado em outubro de1995 quase 26 anos atrás e incorporado na Royal Navy em setembro de1998, portanto está completando esse mês 23 anos. . Se de fato ele foi a “melhor coisa que os almirantes fizeram nos últimos 30 anos” conforme o Guilardo, ou seja, a partir de 1991, depende, há outros bons exemplos na minha opinião como as 4 fragatas “Greenhalgh” adquiridas até um pouco mais novas que o próprio “Atlântico” em 1995, os 3 navios de patrulha… Read more »

Esteves

Grato pela correção, Dalton.

Flanker

A foto de abertura, que eu lembre, é a imagem em que o Atlântico aparece com mais aeronaves em seu convoo. 2 UH-15, 1 UH-15A, 1 H-36, 1 HM-4, 1 SH-16, 1 UH-12 e 1 IH-6.

Marcos Cooper

Só faltou o Lince ali.

Flanker

Verdade.

Marcos Cooper

No video feito pelo outro site,ele faz uma ponta:

snapshot 2.jpg
Flanker

Exato. E ele tb tá bem “na ponta” do navio (na proa)…hehehe

Marcos Cooper

Boa

Guilherme Gabriel Lins

O atlântico, com os helicópteros armados de exocet, oferece um legítimo poder de dissuasão, se não houver um porta-aviões do lado do invasor, a vantagem tende a estar conosco!
criticar na hora de criticar, aplaudir na hora de aplaudir! senão a própria crítica perde o sentido!

Zorann

Qual capacidade de se defender de misseis que ele tem? Quais escoltas dão esta cobertura pra ele?

Uma escolta inimiga, com mísseis de alcance suficiente, que consiga de alguma forma ter a localização do Atlantico (através de satélites, drones, etc), pode retirar o Atlantico do caminho.

Adriano Madureira

Nem para adquirir apenas uma unidade de uma arma CIWS de qualidade para o navio atlântico o almirantado se locomove… Um navio com sua importância deveria ter uma defesa de qualidade, se não me engano, diz a lenda que ele é equipado com MBDA Simbad que era do A-12,que mesmo assim é pífio devido a quantidade de mísseis. O atlântico deveria ter um sistema remotamente controlado, no mínimo um sistema sêxtuplo SADRAL. Adquirir tal arma não é um gasto, é um investimento, nem que fosse ao menos um “mísero” Phalanx ou outro sistema para equipar a proa do Atlântico… É… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Adriano Madureira
Esteves

Motoristas, seguranças, casa de campo, haras, fazenda, empresas, ilhas, famílias, aplicações financeiras, patrimônios, bife do Salt Bae…

Isso compreende ter uma Mercedes Maybach 600.

Bota na conta revisões de 10 mil.

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Cristiano de Aquino Campos

O SADRAL e interessante pois usa o míssil mistral já usado pelo SIMBAD. Com as vantagens de ser automatizado e ter 3x mais mísseis para pronto emprego.

Carlos Crispim

Tem duas cúpulas de radar abaixo do artisan-3D que não tinha antes, pelo menos não desses tamanhos.

Johan

Não são radares, são antenas de comunicação via satélite. Mostra a importância do satélite geo estacionário nas comunicações militares.

Flanker

Quando foi recebido, o navio não tinha nenhuma antena nesses locais, pois os ingleses retiraram as que haviam ali, antes de entregar o navio ao Brasil.

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Flanker

E por fim, hoje ele conta com duas antenas, como visto abaixo:

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