quinta-feira, janeiro 20, 2022

Saab Naval

Marinha Indiana incorpora o destróier furtivo de mísseis guiados INS Vishakhapatnam, primeiro de quatro navios Project 15B

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O destróier furtivo de mísseis guiados de construção autóctone INS Vishakhapatnam (primeiro navio Project 15B) foi entregue à Marinha Indiana no dia 28 de outubro.

A classe de destróieres furtivos de mísseis guiados Project 15B de 7.300 toneladas de deslocamento será composta por 4 navios, que devem ser entregues até 2025.

Cada destróier custa aproximadamente 1,2 bilhão de dólares.

Entre os principais sistemas dos navios está o radar AESA MFstar com alcance de mais de 400 km, 16 VLS para mísseis supersônicos de cruzeiro Brahmos e 32 VLS para mísseis antiaéreos Barak 8.

COLABOROU: Nostra

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Marcelo

Sonho meu…..

Allan Lemos

Isso sim é um navio de respeito. O grande benefício de se ter vizinhos hostis é que isso faz com que a defesa seja levada à sério, mas se um país não tiver inimigos sempre irá negligenciá-la.

Marcos

O problema que inimigo é interno.

WSilva

Belíssimo destróier e realmente imponente.

Sobre vizinhos hostis, bem quem obliterou a Índia não foi vizinhos mas sim um país do outro lado do globo, quer mais? Esse país deixou uma herança que hoje tem 160 ogivas nucleares grudado a Índia. rs

Caio

E mesmo sem inimigos do nível que a Índia tem, gastamos metade do orçamento militar deles, com o que? Só Deus sabe.

Teropode

Só deus não , kkkkkkkk

737-800RJ

Ele fica ainda mais imponente por poder lançar o Brahmos! Muito bacana!
Alguns apostam em algum navio desse porte pra MB na década que vem pra complementar a Classe Tamandaré, como a Meko A-400 ou a FREMM. Mas acho mais provável, até por conta do orçamento apertado, algo que li há alguns meses: um segundo lote de Tamandarés, só que alongadas e com maior deslocamento, aproveitando a modularidade do projeto. Algo na faixa das 4.500 a 5.000 toneladas. Será?

Bardini

Vão comprar o navio que deviam ter comprado desde o começo:
https://world-defense.com/attachments/screen-shot-2019-10-22-at-8-40-46-pm-png.11348/

ROBERT

Concordo em grau e gênero… em comparação com o que esta sendo construído já ha algum tempo lá fora as Tamandaré muito fracas… só 12 vl sam e 4 ssm? enquanto a media externa são 36 vl sam e 8 ssm’s … a única coisa boa é que das Tamadarés é que sem elas não teremos unidades em curto espaço de tempo…

ROBERT

Há não ser que o projeto já comtemple a capacidade para futuramente, havendo a necessidade, de arma-las com mais vl sam’s e ssm’s … se alguém poder confirmar isso ficaria grato… e aliviado!

Cristiano de Aquino Campos

Na verdade são 8 células com capacidade de transportar 4 mísseis seaceptor no total de 32 mísseis anti-anti-aéreos com 25km de alcance. Quanto ao mísseis anti-navio, nada impede que se dobre o numero de misseis.

Marcos

O conceito do projeto seria uma Meko A-300.

Gerson

Furtivo tenho dúvidas, mais bem armado eh…

Last edited 2 meses atrás by Gerson
Larri Gonçalves

Porra, esse bicho é o cara, muito bem armado, ótimos sensores, destroier para ninguém botar defeito, sob todos os aspectos, a Marinha da Indiana está de parabéns…

Zeus

Navio imponente, muito bem armado e com aspecto realmente poderoso.
Qualquer Marinha de respeito deveria contar como pelo menos quatro Destroiers deste nível, principalmente as que tem vasto litoral para defender.

Interessante a grande evolução dos Destróiers, que de navios de apoio na 2ª Guerra, com canhões leves e médios, foram elevados para plataformas ponta de lança com grande poder de ataque e defesa.

Last edited 2 meses atrás by Zeus
Segatto

Grande navio! mas parece-me subarmado na questão de defesa aérea, só 32 VLS para o mesmo número de mísseis Barak 8 para um navio dessa magnitude

Nostra

This question was asked to Indian navy, why IN ships are under armed given the high tonnage

They said they confident on the potency of onboard weapon systems and hence no of weapon systems onboard are adequate given the current threats ver operational costs

latest brahmos costs ~ 4 million dollars . LRSAM also very expensive, 12 systems for 2 billion dollars

Also there is enough space onboard ie ships are fitted for to include more weapons if required

DRDO is developing universal VLS which will lead to increase in no of weapons

Last edited 2 meses atrás by Nostra
Nonato

Navio bom precisa ter muitos mísseis.
Esse negócio de sair com 4 mísseis antinavio é pedir para ser afundado.
Não sei como seria um confronto atualmente.
Em poucos minutos os navios atuais ficariam sem mísseis.
E aí, como fica?

Zeus

Prezado, aqueles 4 tubos no meio do navio são para torpedos.
Ele levará 16 Brahmos para emprego antinavio.
Com velocidade acima de 3.600 km/h, 290 km de alcance e uma ogiva de 200kg é uma paulada e tanto!

Nostra

Brahmos range already extended to 400 km and ordered by IN

Development of Brahmos variants with range of 800-1000 km under progress

Zeus

This missile is at a much higher level in relation to other anti ship missiles.

A single destroyer of this would be able to liquidate all brazilian frigates without being threatened, including the 4 fraguêtas Tamandaré with its 4 subsonic ridiculous 70km range missiles.

Nostra

Doctrine, operational requirements/costs, confidence in weapon systems and threat assessment determines quantum and type of weaponry carried onboard ship

Will vary from navy to navy due to differences in operational procedures tactics & budget

Local built Indian navy destroyers carry large no of anti ship and anti surface missiles (16) to prosecute targets at long ranges >300 km

They are accompanied by airborne early warning helicopters which can detect surface targets ~ 300 km or by MPA at even greater ranges

Also Ships dont fight individually perse, modern naval warfare is all about cooperative engagement – see big picture

Last edited 2 meses atrás by Nostra
Jorge Miguel Carvalho

Nao entendo o uso do radar de pesquisa aérea LW 08. É um radar ultrapassado.

São os radares em uso nas fragatas portuguesas.

Nostra

Sub systems have to be ordered much before hand , newer secondary radar not ready for production in time with ship build schedule ( LW08 radars are manufactured locally with local upgrades )

If required by navy can be replaced with new secondary radar during mid life upgrade

New ships under construction P17A will have new secondary radar

Last edited 2 meses atrás by Nostra
Jorge Miguel Carvalho

👍👏

Bosco

Jorge,
A classe de cruzadores americanos Ticonderoga adota um conceito semelhante com um radar PESA combinado com um radar de busca secundário rotativo denominado AN/SPS-49 , 2D banda L, igual esse. comment image

Jorge Miguel Carvalho

Obrigado pelo esclarecimento, será um sistema redundante em caso de falha do principal.

👍

Marcelo Martins

Furtivo? Cheio de reentrâncias nas super estruturas!
Furtivo pra mim é um design tipo a classe Zummwalt, não isso daí que os indianos construíram!

Teropode

Quem te disse que furtividade está só no design ?

Marcelo Martins

Entendo que não está só no design mas de que adianta um navio ou avião que quer ser furtivo, se o design não favorece? Se design não for importante, se furtividade for conseguida só por meios eletrônicos, então porque construir caças e navios com design furtivo, como F-22, F-35, Zummwalt, etc. ?

Cláudio AlfaZebra

Realmente no caso da Índia com vizinhos que tem e preciso de forças de defesa robustas.
Não se pode comparar com o Brasil, no qual salvo a Venezuela patética e Argentina falida não há preocupações. O que nos falta e defesa naval, não temos. e não teremos tão logo poder naval dissuatorio suficiente,aliás como nunca o tivemos em 200 anos salvo breve período durante a Guerra do Paraguai.

Heinz Guderian

Isso que é navio de guerra!

Heli

Um ótimo projeto da marinha da Índia, bem equipado e pesadamente armado. Minha unica ressalva é de por que eles escolheram o radar Thales LW-08 ao invés do Hensoldt que será instalado na F124 da marinha alemã. Nos projetos futuros os indianos talvez já usem turbinas ocidentais no lugar das ucranianas, o que será um passo a frente.

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