quinta-feira, janeiro 27, 2022

Saab Naval

Marinha da Coreia do Sul recebe o quarto caça-minas classe ‘Yangyang’

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Administração do Programa de Aquisição de Defesa da Coreia do Sul (DAPA) anunciou que o Namhae (MSH-575), o quarto caça-minas da classe “Yangyang”, foi entregue à Marinha da República da Coreia (ROK Navy) em 19 de novembro.

O caça-minas da classe “Yangyang” é uma classe de navios caça-minas atualmente em serviço na Marinha da República da Coreia. O Namhae é o primeiro do novo lote que está sendo construído como parte do programa Mine Sweeper Hunter (MSH) Phase II que  apresenta algumas melhorias em relação aos três primeiros navios.

A nomenclatura dos navios caça-minas é tirada dos nomes dos condados e cidades adjacentes a uma base naval. Suas principais missões são a coleta de dados de portos na região coreana, e a busca de minas navais e remoção de minas, em tempo de guerra. Eles às vezes costumam localizar e recuperar mísseis norte-coreanos, usando o sonar de profundidade variável para detectar fragmentos de mísseis.

Os navios da classe “Yangyang” têm 60 metros de comprimento e 10,5 m de boca. Os navios usam duas hélices Voith Schneider como propulsão, para controlar o navio com mais precisão. Um sistema integrado de navegação e posicionamento dinâmico Kongsberg Simrad é instalado para auxiliar em manobras precisas durante a caça à mina e operações de levantamento de rota.

O sistema de máquinas compreende dois motores diesel MTU de 2.000 bhp que acionam duas hélices cicloidais verticais Voith-Schneider independentes por meio de uma caixa de engrenagens.

O armamento é um único canhão principal Vulcan de 20 mm e metralhadoras M60 para detonar as minas que flutuam na superfície da água.

A classe “Yangyang” normalmente carrega dois veículos subaquáticos não tripulados (UUVs) da Gaymarine. Para realizar atividades de remoção de minas, dispositivos mecânicos/indutivos de remoção de minas e sonares são empregados. Para proteger o navio da mina magnética, o casco do navio é feito de plástico reforçado com fibra, que não tem atração magnética e dura mais do que o material comumente usado.

A construção do navio também minimizou os equipamentos metálicos para controlar rigidamente o material magnético dentro do navio. Objetos de aço que são trazidos para o navio, como comida enlatada, são fortemente restritos e estritamente controlados.

FONTE: Military Leak

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Nemo

Pelas informações que tenho um desses pode custar por volta de U$ 400 milhões. Confere?

Adriano Madureira

Caro?

Carlos Gallani

Nessa faixa de preço você começa a pensar em submarinos e não caça minas!

André Macedo

A Coreia do Sul nem pode pensar em ultrapassar os chineses em submarinos, então o caça minas é bem mais adequado pro contexto defensivo deles, submarinos plantam minas, mas não caçam.

carcara_br

Qual é o material empregado com função estrutural? ainda é aço? ou apenas o casco é de compósito?

ADM

Enquanto isso no ATS, ainda existem Navios Varredores de 1971…Dois caça minas da classe Sandown ou Hunt da RN poderiam melhorar a situação.

Carlos Gallani

Eu ia comentar que apesar do chiquérrimo sistema propulsão a classe precisa de um nome melhor, “YangYang” não é imponente aos meus ouvidos ocidentais, parece nome de gato mas desisti da crítica depois do “Gaymarine”, deixa quieto!
(Não seria Raymarine?)

rui mendes

Me parecem navios ainda da geração que muitas marinhas ocidentais, têm actualmente.

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