quarta-feira, maio 25, 2022

Saab Naval

Falcões do Mar em Florianópolis

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O blog Aviação em Floripa publicou uma grande fotorreportagem sobre a Operação Aspirantex 2022.

Até o final deste mês de janeiro, a Base Aérea de Florianópolis (BAFL) está recebendo e apoiando duas aeronaves McDonnell Douglas A-4 Skyhawk, pertencentes ao Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), Unidade Aérea da Aviação Naval da Marinha do Brasil (MB) sediada na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA).

Os aviões estão em Florianópolis desde o dia 8 de janeiro, como parte da Operação Aspirantex 2022, tradicional exercício organizado anualmente pela Marinha do Brasil.

Além de contribuir para o adestramento e o pronto-emprego dos meios navais e aeronavais da Esquadra, o treinamento também tem o objetivo de apresentar de forma prática aos Aspirantes da Escola Naval, Instituição de Ensino e formação dos futuros Oficiais da Marinha, características e detalhes da vida no mar e das operações a bordo dos navios, além de auxiliar na escolha das especialidades que os alunos irão abraçar em suas carreiras.

Para ler a reportagem, clique aqui.

- Advertisement -

171 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest
171 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
leonidas

Todos os dois…

Allan Lemos

Pois é, e ainda tem gente por aqui que acha que a operação dessas sucatas se justifica.

Esteves

Toda doutrina é justificável enquanto o meio de combate/guerra existir.

Allan Lemos

Se é esse o caso, vamos construir algumas centenas de trirremes para resolver o nosso problema de falta de escoltas.

Jadson S. Cabral

kkkkkkkkkk boa. Vamos construir algumas catapultas e encomendar espadas e escudos de bronze aos ferreiros locais pq aí já fortalece a industria nacional tbm.

Esteves

Se é nesse país que você vive e, nessa época…catapultas, espadas e bunda suja, parabéns.

Eu vivo em outro.

Teropode

Correto ?

Wagner

Ajeita o capacete de papel aluminio que a recepcao da antena transmissora na borda de gelo deu uma falhada aí meu brother.

Camargoer.

Olá Esteves. Os A4 foram adquiridos pela MB em 98. Na época, a MB tinha um NAe operacional. Naquele contexto fazia sentido. Após 20 anos, os aviões envelheceram a a MB não tem mais um NAe. Neste momento, a FAB teria condições de simular os ataques aos navios de combate para treinamento. O futuro do VF1 será definido a partir da decisão da MB de ter ou não um novo NAe. Acho que as perguntas deveriam ser feitas nesta direção. Vale a pena a MB almejar um futuro NAe ou seria mais adequado ela optar definitivamente por uma esquadra baseada… Read more »

Nemo

Camargoer colocou a questão com propriedade. Em uma votação, como ocorre na Suíça, eu defenderia: esquadra baseada em submarinos e fragatas, patrulhas MPA com a MB, esquadrão de caças FAB. Abandonar já ideias malucas de NAe e projeção de poder.
SDS

Alfran Marcelo Ribas Freitas

Nosso país possui poucos recursos a destinar para as forças armadas. Neste triste contexto, o mais razoável economicamente é arrebanhar os aviões de caça junto à FAB (manutenção, doutrina e todo o resto a cargo de uma única força). Concordo com você.

Wagner

Nao tem pouco recurso nao! Agora, como se aplica esse recurso, sim, é a questão que deve ser feita. São mais de 80 BILHOES DE REAIS.https://www.portaltransparencia.gov.br/funcoes/05-defesa-nacional?ano=2021

Nilo

Sim, faz sentido manter os A4, é manter a doutrina de combate naval, mesmo que seja para operar a partir de base próxima ao litoral, pode se incrementar os estudos de navalizacao do Gripen E/F, se, mesmo se for para a FAB faz-se transferência do grupo de de pilotos, não se perde o conhecimento, mas Onde está o projeto de Navalizacao dos Gripens?

Last edited 4 meses atrás by Nilo
Renato

Me desculpe, mas manter a doutrina não se justifica. Não há cenário verossímil, considerando a situação fiscal do país e as demais prioridades em curso (Prosub e tamandares), em que teríamos um porta aviões operacional em menos de 15 anos, considerando todas as etapas de decisão/projeto/construção/homologação. Não faz sentido em manter um esquadrão com aeronaves obsoletas, torrando recursos que são escassos e que poderiam estar sendo utilizados para atividades fins que estão a mingua e que ninguém mais pode fazer, como patrulha costeira. Daqui a 15/20 anos os atuais pilotos provavelmente estarão aposentados ou próximos disso. Não temos dinheiro para… Read more »

Joao Moita Jr

Espero que os pilotos tenham seguro de viva adicional…

José de Souza

E anti-tetânica em dia (presumindo que não são antivax…)

Camargoer.

Caro Allan. Isso depende do que se espera dos A4 da MB. No caso da Aspirantex, segundo a reportagem, eles foram usados para simular um ataque aos navios, obrigando as tripulações se manterem adestradas na vigilância e contra medidas. Para isso eles funcionam bem. A pergunta é se o custo de manter o VF1 para isso é justificado, já que a FAB poderia fazer essa missão com os AMX ou até com os Gripen.

Jodreski

O contrato firmado para modernização dos A-4 não foi equivocado, mas talvez qdo foi firmado e o tempo de execução sim, o grande problema da MB é essa falta de prever o amanhã, aliás esse amanhã que não é novidade à MB, ela conhece muito bem os gastos fixos que tem e está careca de saber que o capital destinado à pasta da Defesa oscila, sempre oscilou! . Minha grande bronca com a Marinha Brasileira é sua incapacidade de se adaptar à uma realidade que não é nova. Os bilhões destinados a pasta sempre oscilou, mas a MB sempre preferiu… Read more »

Wagner

Tem misterio nao, camarada. Isso se chama corporativismo de benesses.

Flick

Parafraseando Boris Casoy: “Isso (A4) é uma vergonha!”

Aviation

Toda doutrina é justificável enquanto o meio de combate/guerra existir. (2).

Camargoer.

Caro Leônida. Segundo a reportagem, a MB possui 5 exemplares modernizados operacionais e um sexto modernizado que sofreu um acidente e está sendo recuperado. O fato de apenas dois deles participarem da Aspirantex tem mais a ver com o tipo de operação de treinamento do que com a disponibilidade das aeronaves. Segundo o texto, os aviões simulam um ataque aéreo aos navios envolvidos na Aspirantex, obrigando que os meios navais fiquem permanentemente em alerta durante toda a operação de treinamento. Isso posto, é fato que a MB precisa tomar uma decisão sobre o futuro de sua avião naval. Estes aviões… Read more »

Flanker

AF-1B entregues e operacionais:
N-1001
N-1008

AF-1B entregue e atualmente em recuperação após varar a pista ao decolar da BAeNSPA:
N-1013

AF-1B ainda em modernização na Embraer, com entrega prevista para 2022:
N-1004

AF-1C entregues e operacionais:
N-1021
N-1022

Portanto, hoje a MB tem 2 AF-1B e 2 AF-1C operacionais.

pedroctba

Dois jatos de “ataque” leves, dos anos 50 que usam ainda bombas e foguetes para apoio naval! Nem navio mercante ou pesqueiro isso ai consegue afundar!

Allan Lemos

Fico imaginando um aviador naval de uma frota inimiga vendo uma lata-velha dessas no radar, o cara deve até ficar constrangido.

Fernando Vieira

Lembra da cena do Tomcat do USS Nimitz interceptando um Zero?
Acho que a diferença de anos entre as aeronaves seria igual a de um F-35B interceptando o A4.

Jadson S. Cabral

E o pior, bombas burras. Nem armamento guiado se poder lançar dessa coisa. Isso é uma piada de mal gosto. A MB é uma piada de mal gosto

Palpiteiro

As noticias aeronauticas da semana sugerem que não sofreriam interferência das antenas de telefonia 5G. kkkkkk

Guizmo

Sumiu o post dos Tu160 novos?

Jacinto

Esta reportagem sobre o TU-160 é do poder aéreo aqui é o poder naval!

Guizmo

Entao, nao achei la tbm….

Guizmo

Aproveitando esse post, queria saber a opinião de vocês: Ao termos todos os Gripens operacionais e eventualmente 2o lote a caminho, não seria interessante a MB assumir uns 8 a 12 AMX da FAB com melhoria de aviônica para guerra naval?

Esteves

Guerra naval não se faz com navios?

Guizmo

Vixe, temos uma viuva do Ostra

Esteves

Temos?

Wagner

Vixe, temos um usuario de capacete de papel aluminio.

Alexandre Galante

Há dificuldade de conseguir sobressalentes para os motores do AMX, a MB não vai querer arrumar dor de cabeça.

Guizmo

Entendi….que pena

Teropode

Calma , serão Rafales M ( ?????)

Gutex

Uma dúvida que sempre tive sobre esta questão, é o fato da China ter produzido sobre licensa uma versão dos Spey para uso nos JH-7. Será que os motores chineses não seriam passíveis de instalação nos AMX, ou mesmo sobressalentes de mesma origem? Pelo visto, ao menos por lá, versões do Spey seguirão sendo usados ainda por um tempo. É apenas uma dúvida. Nao estou defendendo sua compra, muito menos política.

Carvalho2008

O problema é sempre preço do motor…um novo é caríssimo….entre um chinês super copia, talvez o EJ2000 comentado muito 15 anis atrás, mas seria caro….e não compensa….um super chinês? Não sabia…talvez tenha preço mais atrativo, mas é uma questão de dividir a cumbuca vazia de dinheiro que possa representar menos gripens…ou seja, poderia até ter algum valor se não substituir unidades gripens…então….

Popeye caipira

Não seria melhor a MB esqueçer porta-aviões, e comprar dois esquadrões 24 Gripens, devidamente navalizados para patrulhar a nossas costas de 8 milhões e quinhentos mil quilometros?
Conseguir financiamento no Japão ou na Coréia do Sul, para construir de uma fornada 25 fragatas e 15 corvetas cheirando a tinta.
Juros no Japão estavam negativos, não fazem dois anos.As embarcações poderiam ser adquiridas de prateleira japão, sem transferencia de tecnologia e 30 anos de financiamento.
Ainda conseguimos fazer isso.

Hellen

Ja passou da hora de adquirir um sistema desses ou similar.
sistemas de mísseis Bal e Bastion, criados para proteger zonas costeiras de navios militares e mísseis.
O sistema de mísseis Bastion foi desenvolvido para destruir grupos de navios a até 300 quilômetros de distância. O Bastion pode disparar mísseis anti-navio P-800 Oniks,

Last edited 4 meses atrás by Hellen
Esteves

Não existe Gripen naval.

40 navios de guerra…uns 600 milhões de dólares cada um. Isso da mais que todo o orçamento da Defesa.

Popeye caipira

ACORDA Esteves!!!!!! Estou falando em financiamento de longo prazo. Pelo menos 30 anos de financiamento, bem proxímo do fim da vida util do produto chamado, embarcação de guerra.

Marcos Silva

Então porque navalizar Gripens se não teremos nae?

Camargoer.

Olá Esteves. O desenvolvimento de um F39N (naval) só faz sentido após a decisão de construir um novo NAe para a MB. Creio que o F39E/F seria adequado para uma missão antinavio a partir de bases continentais.

Teropode

Patrulhar fronteira com Gripen não rola , caças navais são para fritar o problema , encontrá-lo é função dos navios e dos patrulheiros aéreos , acho mais interessante ( caso a Marinha compre algo) que sejam adquiridos caças com capacidade de operar em PA , Rafale ou SH , mesmo não tendo um , assim terão condições de manterem intercâmbio com marinhas que possuem PA com cabos de parada , mantendo a rapaziada treinada e motivada , quem sabe não cai um PA no colo da Marinha como aconteceu com o Atlântico , a China vai baixar o Liao assim… Read more »

Carvalho2008

Não acho alcance curto….apesar de não ser grande, ficou com alcance muito bom

comment image

Em 2010 já falava-se em 1300 km, com 4 mísseis e mais 30 min de cap.

Depois já finalização do E/F ficou em 1500 km….

Possui superar-se e está característica já denota que economiza muito combustível…e que economiza, tem mais alcance

carvalho2008

corretor…possui supercruise….e está caracteristica ja denota mais alcance….

Camargoer.

Caro Popeye, Acho que a discussão deve ser mesmo sobre a MB ter ou não um futuro NAe. Caso ela abra mão de ter um NAe, faz sentido a MB ter um esquadrão aeronavel ou seria mais adequado passar essa tarefa para a FAB? Aliás, faz sentido criar um esquadrão dedicado ao ataque aeronaval ou essa pode ser uma missão difusa dos esquadrões de caça da FAB?

Neto

Concordo demais Camargoer. . Entretanto, três realidades se sobrepõe: 1. Os A4 terão um tempo de vida útil de ~10 anos; treinarão a defesa dos navios e manterão alguma doutrina aeronaval; 2. Um novo NAe só entrará na conversa depois da próxima legislatura. SE tivermos melhoras políticas e econômicas. 3. FAB estará recebendo seu F-39 novo e criando nova doutrina. . Sabendo disso, e sabendo que existem apenas 6 A4, acredito que a adoção de 6 (4 mono + 2 biplace) F39s novos seja relevante para: A. Criar doutrina ar-mar que possa ser usada também pela FAB; B. Implementar armamentos… Read more »

Lobo

Boa noite Galante, tens certeza disso, os motores Spey 807, foram produzidos em bom número com variantes para aviação civil e até propulsão naval. A ideia de mandar uns AMX para a Marinha pareceu bem lúcida. Se não, acho melhor acabar com a aviação naval tripulada, investindo em Drones MALE.

Esteves

A MB pode operar ala aérea embarcada. Orgânica.

Somente.

Flanker

Sim, é verdade. O calcanhar de Aquiles do A-1 é o seu motor, que enfrenta dificuldades em encontrar sobressalentes para os mesmos. A FAB encomendou 56 A-1, recebeu 55 (um foi perdido antes da entrega e não reposto). Dos 55, foram perdidos mais 4 em acidentes. Sobraram 51 aeronaves (e 51 motores). Dessas, 11 foram modernizadas e entregues. Uma dessas, teve seu motor perdido após incêndio no próprio motor, durante testes. É com esses 50 motores que a FAB se vira. Canibaliza tudo que pode deles, também compra sobressalentes novos quando encobtra e assim vai levando. Não sei a condição… Read more »

Palpiteiro

Interessante que este motor chegou a ser produzido no Brasil. Qual será o destino dos AMXs italianos?

Alexandre Galante

O Brasil só produziu 30% das peças do motor Spey.

Wagner

Ué?

Bosco

Guismo, O ataque naval por mísseis pode ser feito a partir de aviões de patrulha. Tem melhor custo benefício porque o avião de patrulha é multifunção e é muito útil seja qual for a situação. Também temos os helicópteros armados com mísseis que podem partir de navios de assalto situados em alto mar. E aí ainda temos os mísseis lançados dos navios e os torpedos dos submarinos. A necessidade de caças de alto desempenho para realizar ataque naval só é fundamental no caso de um ataque a uma força tarefa nucleada em porta-aviões, dotada de caças e aviões AEW. E… Read more »

Bosco

Claro, podemos comprar meia dúzia de F-35 armados com o JSM ou JSOW-C1 e fazer um ataque furtivo ou então umas duas dúzias de mísseis LRASM e lança-los dos P-3.

Bosco

Para que alguns não fiquem tristes podemos em vez de adquirir o F-35 adquirir o Su-75, J-20, H-20, KF-21, etc.

Esteves

Podem contentar todos comprando um pouco de cada modelo. Todos tem empuxo vetorial?

Dessa forma que você colocou fico com a impressão que para uma Marinha que sofre de vírus orçamentárius, combater desenvolvendo estratégias navais com aviões não faz muito sentido. Gastaram bilhões com um programa de submarinos e pretendem gastar outros com corvetas.

Imaginar a MB imaginando “meter o pé na porta” com doutrinas dos anos 1960/70 não seria nada letal considerando os inimigos que poderíamos enfrentar.

Bosco

Pois é Esteves, num contexto de verba reduzida o melhor custo benefício ao meu ver é investir em submarinos. Claro, não esquecendo os outros meios ( mas deixando de fora os aviões de ataque naval de alto desempenho). O problema do ataque naval é que há claramente duas situações bem distintas que se resume em ter ou não um porta-aviões na equação quando se avalia a ameaça a ser enfrentada. Se tiver é um fator extremamente complicador que hoje a única arma que temos é uma força submarina pífia. Os outros meios são completamente insuficientes para prover a nossa defesa… Read more »

Camargoer.

Olá Bosco. Concordo que a discussão agora é sobre ter ou não um NAe novo. Sinceramente, para a defesa do Atlântico sul e efetivo efeito dissuasório, os submarinos são mais importantes que um NAe. Contudo, a partir da experiência da Guerra das Malvinas, seria razoável imaginar a FAB/MB (tanto faz quem ou até pode ser um esquadrão conjunto) operando um esquadrão de caças capazes de um ataque aeronaval contra uma força tarefa agressora localizada no Atlântico Sul. Acho que os aviẽos de patrulha e caças são complementares.

Carvalho2008

A guerra das Malvinas foi um péssimo exemplo de como a força aérea baseada apenas no continente pode ser insuficiente. O adversário escolhe a data e hora para se aproximar, ataca e se afasta Os caças de terra levavam horas e horas de missão, operando no limite e depreciando todo o seu desempenho, os supersônicos não tinham tempo de combate suficiente, mal e mal 10 min, nem podiam acionar seus PCs, então sequer se comportavam como supersônicos, Mirages tinham um desempenho como A4 e os A4 um desempenho como Xavantes tamanha a degradação provocada pela distância E por óbvio, a… Read more »

Camargoer.

Olá Bosco. Creio que o F39E/F também poderia servir de plataforma para o lançamento de mísseis antinavio.

Maximus

Saudações Bosco! Interessante seu comentário. A MB precisa tentar definir quais serão as possíveis ameaças do futuro e se preparar desde ja pra elas. Caso contrário, seremos pegos de calças curtas. Ou como dizem na fronteira: calças de correr pinto

Esteves

Não haveriam diferenças. Qualquer força invasora que superasse as 12 milhas territoriais para desembarcar pertenceria a uma das 5 potências.

Porta-aviões, submarinos nucleares, mísseis antinavio, antisuperficie, antiaéreo, guerra eletrônica, engajamento cooperativo, F35 ou qualquer outro 5G ou 4G++++

Red Pill - 红色药丸

Esse é o grande erro, quem tem que definir essas ameaças ”e o ESTADO, e nÃo a MB.

Carvalho2008

Sempre deve existir, mas qual a sobrevivência de um MPA versus Caça numa hipótese em que ele tem e deve se aproximar para distância de lançamento?

Bosco

Carvalho, Eu falei disso abaixo. Realmente é complicado quando tem um porta-aviões na equação. Um MPA (avião de patrulha marítima) fica vulnerável e aí se for impedido de entrar na zona de interdição ou for abatido interrompe toda a kill chain em que os caças atuariam. Na época da Guerra Fria os russos colocaram até radares em órbita além de satélites ELINT para determinar o eixo da ameaça e aí enviariam os bombardeiros Backfire armados com o AS-4, que eles mesmos dariam um jeito de achar o CSG. Era praticamente uma missão suicida já naquela época. Hoje na hipótese do… Read more »

Nemo

O Gripen é um ótimo caça, mas seu raio de ação +- 800 km é bastante limitado para uma operação baseada em terra ( mesmo com a possibilidade de reabastecimento via C-390). O ideal seria o SU-35 com seus quase 3.000 km de raio de ação; mas seja por motivos de logística ou das ameaças do CAATSA nós não vamos ter. Acho que o melhor seria realmente os Riachuelo e, se possível, mais uns P3 modernizados e bem armados.

Bosco

Maximus e Nemo, Numa situação de verba reduzida e ter que escolher o melhor custo benefício seria mesmo investir em submarinos, ainda que convencionais. Em o Brasil tendo uma consistente força de submarinos eles sempre deixarão um inimigo mesmo que com PA ressabiados e talvez seja um fator dissuasório efetivo até pelo menos a “turma do deixa disso” resolver a questão. Tendo verba sobrando (rsss) aí seria interessante pensarmos numa força de ataque naval baseado em aviões de alto desempenho. Claro, desde que os estrategistas cheguem à conclusão que em algum momento no futuro sermos atacados por um país ou… Read more »

Esteves

Provável? Uma força de coalizão vindo causar intersecção na Amazônia. Meter um risco como fizeram na Coreia e declarar a parte de cima ou a parte Amazônica com seus 9 países como outra Terra ou uma região autônoma controlada por…por…? Venezuela? Guerrilheiros Colombianos enquanto seu lobo não toma tudo? Os meninos do PN mostraram uma simulação de uma FT nucleada. Não haveriam recursos para resistirmos. A próxima etapa seria desembarcar uma força anfíbia de tamanho considerável…digamos do mesmo tamanho que houve no Kuwait…uns 500 mil soldados. A reação seria no chão. A guerra seria travada no Rio Tietê e no… Read more »

Maximus

Saudações esteves. Eu lembro dessa matéria. Se fosse hoje esse embate nós perderiamos toda nossa capacidade aérea e naval sem mesmo conseguir causas danos no inimigo. Triste.

pangloss

Nós já perdemos nossas capacidades. Nem precisou de inimigo.

Red Pill - 红色药丸

Todos caças tem raio de ação parecido, de 1200 Km, um pouco mais , um pouco menos. O SU-35 nÃo tem 3000 Km, nÃo confundam raio de ação com alcance de traslado, pois o avião tem que voltar pra base.

Santiago

Bosco, Mesmo não existindo o Sea Gripen-E, um Esquadrão de Gripen-E para a MB baseado em terra dedicado somente para ataque naval não seria viável? Essa matéria do Poder Naval explica bem as capacidades do Gripen-E para ataque naval: https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://amp.naval.com.br/blog/2021/09/15/caca-saab-gripen-e-em-apoio-a-marinha/&ved=2ahUKEwi388OkwcH1AhUyqZUCHaqyBfIQFnoECAYQAQ&usg=AOvVaw2VEUq7bcrq354xXyG8b0gG

Bosco

Santiago, Sem dúvida ele seria excelente mas eu não sei se apropriado a enfrentar um CSG da USN (por exemplo). Pra atacar navios sem a proteção de um PA ele é exagerado de bom. Como disse, nem precisaria de tanto, mas para enfrentar um hipotético CSG querendo vir sugar a nossa Amazônia, numa situação de mar aberto aqui no Atlântico Sul , eu considero ele menos apropriado. Já na Europa naqueles mares fechados aí não vejo restrições, mas aqui o ideal seria tentarmos pegar o PA mais longe e por exemplo, o RBS-15 creio eu, apesar do alcance satisfatório (300… Read more »

India-Mike

Bosco, em teoria concordo que uma aeronave de patrulha faria a missão anti-navio (com excessão de ataque a CSG) muito bem e que um caça de alto desempenho seria overkill. O problema é que aeronave de patrulha seria essa? Os nossos P-3 até hoje não sei dizer se tem os Harpoon certificados (nunca ouvi falar de um disparo em treinamento) e de qq forma são aeronaves antigas e com vida útil reduzida. E aeronaves modernas como o P-8 são mais caras que o Gripen… então eu tenderia a aproveitar a estrutura e investimento que foi criado para o Gripen e… Read more »

Last edited 4 meses atrás by India-Mike
Bosco

Você está certíssimo. Realmente uma aeronave de patrulha moderna ´é um problema. O ideal seria uma dúzia pelo menos do P-8 . O certo é que não dá pra ficar sem aeronaves de patrulha. Uma hora vão ter que substituir esses P-3 e vão ter que gastar uma grana preta. A sua ideia em relação aos Gripens é boa mas ainda assim seria preciso meios de patrulha porque caças sozinhos não dão conta da kill chain sozinhos. Eles são enviados depois de previamente estabelecido o eixo da ameaça. E nem me refiro a uma ameaça de um CSG. Uma opção… Read more »

India-Mike

Exatamente, mas acho realmente que aeronaves remotamente pilotadas são perfeitas para essa missão de patrulha naval. Trabalho tedioso, demorado, cansativo e perigoso. Grandes tripulações apertadas dentro da aeronave de patrulha vs. operadores de ARP se alternando em turnos na sala de operações em terra? Um alvo grande com uma dezena de militares dentro vs. uma muito menor ARP? O custo de aquisição até vai ser um pouco elevado (mas muito inferior a um P-8) mas com certeza o custo de operação vai ser uma fração e com algumas vantagens… (mas até onde sei não faz busca ASW) De qq forma… Read more »

Bosco

India-Mike,
A grande vantagem de uma plataforma tripulada de patrulha é que combina a função antissubmarino e de busca e salvamento. Mas claro, estas poderiam ser dispensadas nesse caso que estamos discutindo.

India-Mike

De qq forma, independente se um dia a MB for de aeronave de patrulha convencional ou do binômio ARP+caça so não vale querer integrar manaer/mansup em nenhum deles ?

Santiago

Bosco, perfeito seu comentário entendi. Acho que não vai ser impossível num futuro próximo termos que enfrentarmos um PA inimigo, talvez da China ou OTAN não sei, eu tenho essa visão. Mesmo sem um PA os Gripen-E da MB fazendo revo escoltados pelos Gripen-E da FAB (a FAB fica só com a parte de defesa aérea dividindo o orçamento das Forças, deixando os mísseis anti-navio para a MB) mesmo assim ainda não consegue atacar um PA inimigo? Tem os mísseis Spear também que podem ser lançados além da linha do horizonte num ataque de saturação de até 8 mísseis carregados… Read more »

Bosco

Santiago, Pois é! Se forem planejar um hipotético embate contra um CSG tem que prever o pior cenário possível e isso é um AEW dando um alerta de pelo menos uns 700 km. Os Gripen teriam que penetrar essa camada externa , adentrando uns 400 a 500 km , defendida pelos caças e chegar até a distância de lançamento de mísseis (300 km para um míssil como o RBS-15). Vai ter perdas de ambos os lados e tem que ver quantos caças seriam empregados de lado a lado. Fato é que alguns Gripen teriam que passar, achar o CSG ,… Read more »

Bosco

Santiago, Na verdade quando tem PA na equação a coisa toda complica. Um avião patrulha fazendo o reconhecimento (patrulha marítima) corre o risco de ser abatido porque ele tem que chegar pelo menos a uns 400 km de um CSG para achá-lo no limite do horizonte (supondo que voa a uns 10 km de altura e tem sistemas competentes tipo radar e MAGE). Ou seja, para usar os caças contra um CSG é preciso antes descobrir onde ele se encontra e até isso é difícil. As grandes potências têm maior facilidade porque contam com radares ELINT , etc. Por isso… Read more »

Bosco

Correção: As grandes potências têm maior facilidade porque contam com SATÉLITES ELINT , etc.

Dalton

Ainda acho Boscão, que antes de um “CSG” da US Navy aparecer por aqui em uma hipotética guerra, outros meios viriam na frente, como submarinos armados com mísseis de cruzeiro e a própria USAF para “amaciar” as defesas. . Em 1982 os britânicos não possuíam e ainda não possuem o alcance e meios dos EUA, então, forçosamente tiveram que depender dos NAes desde o início, vide a complicada operação de reabastecimento aéreo criada para que um único “Vulcan” pudesse bombardear utilizando “bombas burras”. . Não há uma mesma solução para lidar com EUA e França que você citou como exemplo… Read more »

Bosco

Sem dúvida! Por isso eu citei o “pior cenário possível” que por enquanto só a USN pode “oferecer”. rsss Em relação ao amaciamento das defesas, sem dúvida a USAF se faria presente. E aí o “bagulho” fica “cabuloso” de verdade. rssss E dentro de uns cinco anos os americanos estarão operando o míssil hipersônico CPS a partir de navios e submarinos e o “amaciamento” pode começar de distâncias que vão além dos 3000 km. Por exemplo, se os meios ISR (satélites? drones stealths? …) detectarem uma concentração de Gripens no pátio eles podem ser neutralizados por um ou dois CPS… Read more »

Maximus

Bosco, então o melhor a se fazer é sermos aliados dos americanos, ja que nao temos como contrapor eles nem minimamente. Por outro lado tbm é preciso investir pesado em subs. Ja que seriam nossa unica alternativa de dissuasão.

Bosco

Infelizmente é isso. Não há previsão de termos como barrar uma internacionalização da Amazônia ou coisa que o valha se no jogo estiver os EUA comandados pelo DiCaprio na proa de um Nimitz com seus cabelos ao vento, empenhado em salvar as girafas amazônicas de morrerem queimadas. No plano militar nos sobraria a guerra de guerrilhas mas aí vai depender da motivação dos habitantes locais e temo que eles prefiram ser cidadãos internacionais. rsss Em uma defesa convencional os submarinos oferecem a melhor relação custo/benefício para esse tipo de ameaça. A vantagem é que logo esse governo sai e voltamos… Read more »

Bosco

Dalton,
Eu te fiz uma pergunta no post sobre o futuro destroier americano mas acho que você não viu.
A pergunta é o seguinte, a USN desistiu de “cruzadores”? Aquela classe de destroier é que ocupará o lugar dos Ticos?
Valeu!

Last edited 4 meses atrás by joseboscojr
Dalton

Desculpe Boscão, não vi ! Infelizmente para os mais saudosistas e/ou conservadores há cada vez mais um entendimento que não se justifica mais o uso do termo “cruzador” vide também o “055” chinês. . Um “Ticonderoga” como você sabe, tem de fato um volume interno muito maior que um “Arleigh Burke” pela prática de se ter usado extensivamente alumínio e isso permitiu que em menos de 10.000 toneladas quando totalmente carregado se tivesse mais espaço para pessoal e equipamento extra para atuar como navio comandante da defesa ao redor de um Nae e armamento maior. . O futuro “destroyer” deslocará… Read more »

India-Mike

Perfeita a análise do bosco sobre um ataque a um CSG. Tarefa por demais espinhosa mas que considero da nossa parte ou muito remota ou inútil. Não temos disputas territoriais a la Malvinas para motivar um (contra)ataque isolado de ou Reino Unido ou França, logo essa chance é muito remota. Rússia ou China só viriam pra essas bandas após a queda do resto do mundo ocidental (então qq defesa seria inútil) ou numa disputa desesperada por recursos naturais. Mas nesse caso ou a USN já passou o rodo aqui antes (pq se eles vierem… melhor nem comentar…) e o Brasil… Read more »

Bosco

Concordo plenamente!

Satyricon

India-Mike e Bosco, eu não tenho tanta certeza. Putin já ameaçou a colocação de tropas na Venezuela. Disso para uma base militar, é um pulo. A reação a esse movimento seria a França autorizando tropas da OTAN em seu território ultramarino, a Guiana. Disso para uma base militar, é outro pulo. Essa se somaria a outra na Colômbia. A Argentina está cambaleando, e é só uma questão de tempo até quebrar novamente. Quando isso ocorrer, será socorrida por uma potência estrangeira, EUA ou, mais provavelmente, a China. Mas tudo na vida tem seu preço, e esse seriam “concessões” ao Salvador.… Read more »

Fernando Vieira

O Putin com a Venezuela me parece meio a moeda de troca com os EUA. Ele não põe tropas na Venezuela (muito menos em Cuba) porque aqui é quintal dos EUA. Em troca os EUA não mexem com o quintal dele (tudo o que era ex-URSS). Acredito que ele pense assim e usa esses países daqui como parte de acordo para ele fazer o que bem entender lá.

Mas eu vejo ele desvantagem. Os EUA tem uma capacidade muito maior de estabelecer uma linha de suprimentos deles até a Ucrânia do que os Russos até aqui.

Carvalho2008

E nunca esquecer os engodos….hoje em dia pouco se fala, mas são essenciais… O maior temor de uma task depois do submarino, é ficar sem munição no meio da batalha….e os engodo servem para isto…meios baratos de saturar as defesas e exaurir a qtde de mísseis disponíveis do adversário Falo não apenas engodo aéreos mas engodo submarinos….uma simples bola de futebol com emanação magnética força o adversário a ir lá checar se o alvo é verdadeiro ou falso….Isto acaba com o asuw pois são poucos os meios disponíveis…mesmo dos EUA….série o oceano como minas com isto e ninguém mais sabe… Read more »

carvalho2008

ops…corretor…semeie o oceano com esferas metalicas que simulem snorkel….e isto inviabiliza a capacidade de detecção por saturação….os Helis e bacos teriam de ir checar o sinal e classificar como verdadeiro ou falso….e o problema maior, é que mesmo um sinal classificado como falso, pode num segundo momento receber um ssk verdadeiro estacionado ao seu lado aparecer para recarregar baterias….e as forças de superfície poderiam ignora-lo pensando ser umas das boias falsas….não é fcil…elas teriam de ser fisicamente retiradas da agua, do contrario criam bosques de fuga ou sombra para ssks…..um c-130 pode espalhar mihares delas…..em zonas de correntes maritimas que… Read more »

Palpiteiro

Entendi que então a resposta seria: Melhor investir em 6 P-8 Poseidon à investir em 12 Gripens para esta função.

Bosco

Eu acho, Palpiteiro.

Camargoer.

Olá Bosco. Acho que você colocou uma questão importante. A aviação de caça naval operando de bases continentais é complementar á aviação de patrulha. Considerando que a FAB está recebendo F39 novos e que a MB não tem um NAe, talvez o mais apropriado agora seria a MB investir em uma aviação de patrulha moderna (tanto faz se P8 ou P195 baseado em uma plataforma da Embraer) e deixar para a FAB a atuação de caça aeronaval. Neste momento, fico em dúvida se vale a pena um esquadrão aeronaval especializado ou que essa missão seja incorporada na aviação de caça… Read more »

Bosco

Carmargoer, Eu acho que não devemos ter caças voltados exclusivamente para o ataque naval. Como eu disse já temos os meios antisuperfície apropriados em que pese em pequeno número e com mísseis não tão eficientes (no caso o MM-40 Block 2 que acho de perna curta na função SSM). Mas a variedade é boa se for colocada no papel: 1- Aeronaves de patrulha marítima armados mísseis Harpoon Block II; 2- helicópteros armados com o AS-39 Exocet; 3- helicóptero Sea Hawk armado com Penguin; 4- Fragatas e corvetas armadas com o MM-40 Exocet; 5- Submarinos armados com o torpedo Mk-48. –… Read more »

Camargoer.

Olá Bosco. Acho que esse é o ponto central da discussão e gira em torno da decisão da MB de ter ou não um NAe. No caso dela abrir mão definitivamente do NAe, o VF1 parece perder o sentido, a não ser no caso de se tornar um esquadrão antinavio baseado em bases continentais. Neste caso, o F39 seria a escolha natural. Contudo, eu fico pensando se existe a necessidade de um esquadrão dedicado para isso, seja na MB ou na FAB, ou até um esquadrão misto (precisamos ser criativos. Aliás, já passou da hora dos países continentais criarem um… Read more »

carvalho2008

ai sim….

carvalho2008

concordo e disconcordo….Mestre Bosco….

De fato, é uma questão de vergonha na cara e foco….em tempos de paz ou não tão extremos , os P-8 fariam muito mais serviço? Sem duvida alguma….Mas em caso de beligerancia de fato quente, não!! Não tenho duvida que seria mais produtivo, mas não dá para deixar de ter o foco…se FAB adotar o foco, ok….

Guizmo

Bosco,

Eu compreendo estes cenários e o fato de termos os helicópteros e aviões de patrulha que possam eventualmente operar os ASM. A questão é doutrinária – me lembro que na FAB tinha a 2a ELO (Acho que o Cel Nery serviu lá), eles tinham essa doutrina “naval”.

Vc mencionou os JH-7, ficariam excelentes na MB com mísseis anti-navio, pq é preciso um vetor a jato, com velocidade e altitude, coisa que os Orion e helis não nos darão.

Abs

Flick

Nada disso dando certo, bloqueiam nossos portos e bye bye Brasil!

Glaucio Marques

kkkkkkkkkkkkk, que piadista!!!! Valeu amigo, valeu a risada.

737-800RJ

Bosco, em tempos de paz, você julga 8 submarinos como suficientes para a MB manter em operação? Se com a atual frota de 6 ela já passa dificuldades, imagine com 8 Riachuelos, que já vazaram notícias de almirantes assustados com os custos operacionais dos mesmos… Um pedido adicional de 4 Riachuelos, apesar dos altos custos de produção e manutenção, nos garantiriam segurança frente às incertezas do Álvaro Alberto. A gente sabe que ele vai ficar pronto… Mas quando? E produzirão outros? Seria bacana entrar na próxima década com uma frota renovada de submarinos convencionais. Teríamos que lidar também com o… Read more »

Bosco

737, O que acho na minha maneira leiga de ver é que deveríamos ter capacidade de em caso de crise colocar pelo menos uns 4 submarinos na água. Se tivermos 4 submarinos somando uns 60 torpedos pesados é um dissuasor de respeito. Submarinos de ataque brasileiros não precisam ficar em patrulha constante , mesmo em tempo de paz, como ocorre com os SSBNs armados com mísseis balísticos nucleares das superpotências. Claro que sempre deve ter algum fazendo patrulha, outro em manutenção, etc. O treinamento de uma tripulação de tantos submarinos demanda um trabalho bem complicado. Devem ter muitos eventos de… Read more »

Bosco

Verba para 12 submarinos com 40 tripulantes tem que ter. Não pode custar mais que 12 repartições com 200 servidores.
Só um exemplo, cada Riachuelo gasta 50 milhões por ano. 12 Riachuelos gastariam por ano 600 milhões , menos que os 730 milhões que o STF gasta com 11 (onze) ministros.
Ou seja, dinheiro no Brasil tem sobrando.!

carvalho2008

É por isto que acredito firmemente que o Brasil tem espaço para até mais de 3 tipos de categorias de Submarinos….os Oceanicos profundos ( Subnuke atuação a até 10 mil km), Os Oceanicos ( entre 1500 km a 3 mil km) e os pequenos SSKs´de 600 a 1200 ton para 12 km a 300 km. 1 Nuke = 5 Riachuelos 1 Riachuelo = 2 IKL209 1 IKL209 = 2-3 Midgets Precisa-se de tubos de torpedos espalhados…. Outro ponto, já foi o tempo…estão dormindo de touca…..a tecnologia atual permite voce enterrar no mar (mergulhar) um Astros 2020…quer seja com um arsenal… Read more »

Bosco

Dei uma conferida e um sub convencional tem autonomia de 50 dias.

Guizmo

Sempre às ordens! Ri fácil é?

Camargoer.

Olá Guizmo. Sua pergunta faz sentido mas gostaria de mudar o foco. Será que faz sentido a MB manter um esquadrão de caças aeronavais ou seria mais adequado passar essa missão para a FAB? Caso, a FAB assuma esta missão, seria mais adequado ela manter um esquadrão dedicado ou deixar essa tarefa difusa entre os esquadrões de caças? Se a FAB organizar um esquadrão especializado de combate aeronaval, não seria mais apropriado mante-lo com a MB? Seria que seria adequado um esquadrão conjunto FAB/MB? Outra questão mais importante seria se a MB ainda irá buscar um NAe futuro ou seria… Read more »

Guizmo

Oi Camargo.

Eu, na minha modesta concepção, imagino a MB com caças dedicados a função anti-navio, pois entendo que a FAB deve focar em outras atribuições, visto que a Marinha quer ter asas. Não apenas caças, mas prioritariamente aeronaves de Patrulha.

Não sou a favor de Nae na MB. Prefiro submarinos espalhados em matilhas pelo litoral, sendo complementados por jatos de alto desempenho.

Sejam A-1, JH7, Gripens comprados pela MB, TU-22M,

Nilo

Permita, pergunta que faço aos dois os Gripens não deveriam sofrer alguma tratamento ou modificação para operar sobre as difíceis condições de mar, esse debate me faz lembrar da atuação dos Super Etendard na guerra das Malvinas.

Last edited 4 meses atrás by Nilo
Flanker

De novo o A-1? Qual A-1? De onde? JH-7…é sério isso? Tu-22M…é sério isso também?

Yuri Dogkove

Sucatas voadoras! Kkkkk

Alexandre

O Brasil e o Chile nunca aprendem não é Yuri, veja que esses caças tem a mesma idade dos E3 sentry que o chile acabou de comprar, inclusive ambos usam radares pulso doopler. As únicas diferenças é que os A4 foram comprados semi novos em 1999, são caças navais e estão acabando de fazer uma modernização. Enquanto os E3 chilenos já foram adquiridos bem obsoletos e tem a função de radar de alerta aereo. Mas independente do tempo de modernização e da função de cada um, a grande constatação é que chile e Brasil não aprendem a lição e continuam… Read more »

Atirador 33

Para avaliar o custo beneficio da aquisição do Chile, acredito ser necessário acesso a algumas informações, como: preço de aquisição, tempo estimado para o uso, levando em consideração o tempo de uso até a presente data de cada aparelho, tenho por convicção que as forças chilenas são muito profissionais, não acho que nenhum estudo tenha sido realizado antes dessa aquisição. Quanto a MB comprar os A4 em 1999 quando existia porta aviões, analisando as condições dos equipamentos na época, não fui contra, porém moderniza-los posteriormente, alegando apenas para manter doutrina, sem perspectiva de compras de meios novos futuramente, já acho… Read more »

Yuri Dogkove

De volta aos anos 60! Kkkkk

Foxtrot

Já passou da hora da MB desistir de modernizar os A4,s. Em minha modesta opinião, acho que ela deveria investir suas fichas em um novo projeto de caça. De preferência que tenha participação nacional (esqueçam o Gripen, pois uma versão naval dele seria caro de mais para apenas uma marinha operar, no caso a do Brasil). Uma ótima opção seria o projeto Turco Hurjet que tem participação da brasileira Akaer e que muito provavelmente terá uma versão naval para a marinha Turca. Outra opção seria o Tejas naval fabricado sob licença para a MB. Se a FAB tivesse seguido a… Read more »

carvalho2008

O Tejas não é barato….ele é um exemplo autoctone Indiano e caro em si por sua busva de verticalização nacional a exemplo do que é o produto Frances….mas o Frances já tem uma maturidade e bem ou mal sua escala….já o indiano não… Outro ponto, é a decisão se operação naval embarcada ou em terra…se não for embarcada, existem outras opções de menor risco e custo…..o amigo pensa em Tejas se embarcado….mas entre um e outro, SH seria melhor….e se o requisito for de fato ponta de modernidade, já tem o proprio F-39 como opção…não hveria mehor do que ele….… Read more »

Adriano madureira

Já foram falcões,hoje são no máximo uns Martin pescador…

Leonidas

Hoje são dois galináceos idosos que ainda se apresentam em desfile militar fardados como se estivem nos tempos de glória…

Nilson

Ótima matéria do blog de Floripa, ricamente ilustrado e detalhadamente explicativo, parabéns, extensivo ao Naval por ter feito a divulgação. O A-4 é lindo!!

Renan

Para a questão em si
Está muito bem utilizado, para treinar novatos está ótimo.
Foi bem empregado.

Jadson S. Cabral

Tá muito bem utilizado sim. Um caça subsônico sem capacidade de disparar armas guiadas em pleno 2022, consumindo uma quantidade considerável de dinheiro para manter duas ou três unidades. Tá ótimo!

Renan

E precisa de mais para treinar? Qual o custo de hora de vôo? Qual o custo da hora de vôo de um substituto? Qual o valor da aquisição, treinamento, e suporte desta nova opção? Vamos pesar estou chutando um treinador moderno supersônico já que você reclamou de ser subsonico umas 6 unidades coloca aí com treinamento, ferramentas, sobressalentes, adequações de infra estrutura, frete, etc. 400 milhões de dólares brincando. Eu acho melhor gasta este dinheiro com os programas estratégico existente, prosub do que torrar com um treinador novo. Se temos um que pode durar uns 10 anos ainda. Para a… Read more »

Adriano Luchiari

Para a MB de hoje e para a MB daqui a 10 anos está ótimo estes aviões.” Verdade, impõe tanto respeito quanto um anão em uma Romi-Isetta artilhada com um .22!!!! Me desculpem, não pude resistir…kkkk

Carvalho2008

O amigo Jadson errou quanto a capacidade…capaidade ele tem, o que não tem é o armamento. Mas o pacote eletrônico permite a integração pois é um pacote já consagrado….

Ele dá forma como está, é superior ao mb346 e muito…

Rogério Loureiro Dhiério

Minha opinião. Para a Marinha Brasileira o ideal seriam: 72 caças Gripens. Exatamente iguais aos da FAB. Nada se Sea Gripen com capacidade de pouso em PA e estas idéias malucas. Apenas aeronaves como as da FAB más, com aviadores, doutrinas, emprego, armamentos, treinamentos totalmente e 1000% dedicados ás necessidades da MB. Tanto em interceptação aérea quanto no emprego contra meios de superfície em apoio aos navios da esquadra, bem como contra alvos terrestres em apoio ao CFN. 72 unidades sendo: 24 unidades em alguma base a ser criada no estado do Paraná para cobrir a faixa (Barra do Chí… Read more »

Esteves

Faltou uma frota estelar para ataque naval.

Rogério Loureiro Dhiério

Põe na lista “ae”….kkkk

India-Mike

O (seu) ideal e o real são coisas muito diferentes. A FAB nao terá 72 Gripens, quem dirá a MB. Se tiver 6 pra substituir os 6 A-4 modernizados já está muito no lucro.

30 Tamandarés? Sabe quando a MB terá de novo mais de 10 combatentes de superfície? Eu diria nunca, mas com certeza não nos próximos 20 anos…

Rogério Loureiro Dhiério

Infelizmente eu tenho de concordar com exatamente tudo o que o amigo disse.

Flanker

Isso Tudo que você propôs é apenas um sonho seu….nada mais. Irreal e impossível acontecer no Brasil.

Nemo

Acredito que face as limitações orçamentárias, poderíamos pensar em alguma melhoria (as quantidades dependeriam do orçamento): 1) MPA P3 modernizado, a Grécia pagou U$ 50M em 2017, sem o avião (teríamos que encontrar alguns em bom estado). Como alternativa o C-295 MPA, a Irlanda pagou U$ 110M com um pacote completo e 10 anos de manutenção em 2021 (mas sem capacidade ASW). 2) O Sistema Astros para defesa da Costa seria um grande avanço, mas parece que o foco agora é o desenvolvimento de uma variante MRSAM, mas acredito em uma adaptação do 2020 para artilharia da Costa poderia acontecer.… Read more »

Fernando Vieira

A Embraer não poderia desenvolver uma versão patrulha do E-195? Ou mesmo do E-145 que já tem versões de reconhecimento.

Dalton

Não gostei do número de “subs nucleares”. Três, não garantirão que um esteja sempre certificado e/ou na sua área de patrulha que pode exigir alguns dias para se chegar lá. . Mesmo submarinos de propulsão nuclear precisam retornar ao porto para reabastecimento de víveres e uma folga para a tripulação e mesmo havendo duas tripulações a troca não se dá de um dia para o outro. . Submarinos são bem mais vulneráveis quando atracados na base então para se manter um “sempre” no mar efetuando um rodízio como foi feito pelos navios de superfície no Líbano que exigiu 4 das… Read more »

737-800RJ

Amigo, se até a década que vem a MB conseguir a façanha de operar 8 Tamandarés e 2 a 4 fragatas pesadas, vai ser algo pra “glorificar de pé”. Eu entendo que seria longe do ideal, mas pro que temos hoje, ou seja, nada, seria excelente. 15 submarinos? Nos meus sonhos mais molhados a MB faz o pedido de mais 4 Riachuelos, totalizando 8 e aumentando em 2 unidades nossa força de submarinos. É o máximo que conseguiríamos fazer tendo que pagar soldo pra 80.000 homens e pensão pra sei lá quantos. Ou se reduz esse cabidão de empregos ou… Read more »

Edu pasin

Falou tudo 80 mil muitas Marinha se viram com 20 mil e mantém um poder similar ou até maior

carvalho2008

Pode até ser 6 SubNuke, mas devem obedecer a uma logica de massa critica de tubos dispersos….não dá para ter balas de prata num unico tambor de revolver…inclusive porque vale lembrar que a priori…não existe diferença de sensores e armas do Alvaro Alberto e um Riachuelo…. Deveria existir uma proporção de 1 Subnuke para cada 6 SSK´s, mesmo que de modelos mais simples que um Riachuelo…tem de ter massa…motor nuclear não faz milagres, velocidade de dobra nem pode estar em mais de um local ao mesmo tempo….tem de ter cobertura e a partir da cobertura, ai sim substituir diesel por… Read more »

Red Pill - 红色药丸

Apoio ao CFN em que cenário ??

Fabrízio

Parabéns para o http://aviacaoemfloripa.blogspot.com/2022/01/falcoes-do-mar-em-florianopolis.html?m=1!

Matéria fenomenal ??????

Obrigado ao NAVAL pelo link!

Salomon

Os aspiras podiam ter tido contato com os Traders também. Um artilheiro na janela com uma caixa de “Caramuru 3 tiros” vai fazer um estrago em qq frota inimiga…

MadMax666

E toca o Creedence, The Doors, Jimi Hendrix….

Willber Rodrigues

Rolling Stones – Paint it Black

GFC_RJ

Além do hino do América-RJ.

T.C.

Essa unidade, esses aviões, boa parte da base, essa operação são retrato das FFAA e do quadro do país:

Os meios se tornaram fim pois o Estado brasileiro serve aos funças e não o contrário.

Não a toa os militares sempre entram em ação na política para garantir que o establishment não se altere, sempre fizeram parte dele.

Jefferson Henrique

A grande questão aí é a seguinte:
Se essa modernização tivesse contemplado entre 14/18 aeronaves deste esquadrão e se o São Paulo ainda estivesse operacional e modernizado e diversas armas e sensores tivessem sido integrados nestes caças, tudo isso justificaria a operação e a manutenção da doutrina e com mísseis anti-navio e BVR até teriam algum valor no Atlântico Sul.

Agora, com apenas 2/3 voando, sem armas e operando de terra, não passam de um treinador de luxo pros pilotos da MB.

Nos dias de hoje, desperdício de verba.

carvalho2008

pode ser um treinador, mas não sei se de luxo… a quantidade de omens hora do A-4 sempre foi consagrada como baixissima…mesmo um MB-346 capaz gaste mais…

Darth Sith

Meu Deus, uma aeronave que deu baixa no início da Guerra do Vietnã ainda voa por aqui… O gasto com esse equipamento é injustificável.

Claudio

Aposentar essas sucatas e negociar um lote de SU-34 , tem autonomia e sistema embarcado para patrulha naval, esse vetor é o ideal pra MB

FERNANDO

Putz, 2050 está logo ai, e MB ainda com estes fuscas velhos.
Bem, pelo menos dá para desfilar no 7 de setembro né?

Clibanário

O que começou como uma iniciativa promissora vinte e tantos anos atrás acabou se tornando um brinquedo muito caro.

Luiz Trindade

É… Olha o paradoxo… A Marinha tem aviões mas não tem Porta Aviões! Hoje os falcões realizam interceptação em terra auxiliando a FAB.

O dinheiro bem gasto heim?!? E nem vou lembrar a história da chegada deles negada veemente aqui por integrantes da MB na Base Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

TeoB

O erro na minha opinião foi a modernização desses meios, a compra na época fazia sentido. Acho que a MB deveria ter feito uma aposta ousada, já que não tinha mias nae e levará no mínimo mais uns 20 anos para ter um eu pegaria a frota de AMX desativada FAB que são mais novos e em maior quantidade e faria a modernização deles, facilmente poderiam além dos misseis usados pela FAB ar ar ser equipados com bombas guiadas de precisão ou até algum míssil mais pequeno na função anti-navio como sei lá sea skua, tendo assim um poder dissuasório… Read more »

Vovozao

21/01/2022 – sexta-feira, btarde, Parabéns, hoje tivemos uma aula, poder naval, reuniu pessoas com gŕande conhecimento, danďo uma aula para os interessados em aprender. Obrigado.

Luiz Trindade

Quem estava interessado?!? Você? Além do mais ninguém quer ensinar ninguém e sim comentar ou esta proibido pelo governo e seus apoiadores tb?!?

Rodrigo LD

Os dois? Então foi o Esquadrão inteiro….A MB conseguiu redefinir a quantidade de aeronaves previstas em manuais para se chamar uma unidade de Esquadrão.

Flanker

Não são 2 e sim, 4 AF-1 (2B e 2C),…..não muda nada, mas é o numero correto.

Ricardo Rosa Firmino

Falcões do Mar…sucata do ar…..

Tallguiese