segunda-feira, agosto 15, 2022

Saab Naval

Marinha dos EUA revela navios que têm potencial para descomissionamento em 2023

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Redação Forças de Defesa
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redacao@fordefesa.com.br

WASHINGTON – A Marinha dos EUA divulgou os nomes dos 24 navios que espera descomissionar no ano fiscal de 2023, oito dos quais chegaram ao fim de sua vida útil planejada e 16 dos quais seriam aposentados mais cedo para economizar dinheiro em navios que o serviço considera que não valem seus custos crescentes.

A Marinha gostaria de descomissionar quatro cruzadores da classe Ticonderoga no final de seu serviço de 35 anos; dois submarinos de ataque da classe Los Angeles no final de seus 33 anos de vida útil; e dois navios-tanque da classe Kaiser no final de seus 35 anos de vida útil.

Esses navios são:

Nome do navio Data de comissionamento
(ou entrega para navios do USNS)
USS Bunker Hill (CG-52) 09/20/1986
USS Mobile Bay (CG-53) 02/21/1987
USS San Jacinto (CG-56) 01/23/1988
USS Lake Champlain (CG-57) 08/12/1988
USS Chicago (SSN-721) 09/27/1986
USS Key West (SSN-722) 09/12/1987
USNS John Lenthall (T-AO-189) 06/25/1987
USNS Walter S. Diehl (T-AO-193) 09/13/1988

 

USNS John Lenthall (T-AO-189)

Dos 16 navios que a Marinha espera descomissionar mais cedo, nove são navios de combate litorâneo (KCS) da variante Freedom. Todos eles precisarão ter suas engrenagens combinadas substituídas, pois a Marinha descobriu um defeito em toda a classe no final de 2020. A Lockheed Martin e a subcontratada RENK desenvolveram um sistema de engrenagens combinadas de substituição, que a Marinha aprovou em novembro. No entanto, a Marinha arcará com uma parte do custo do esforço de substituição.

A Marinha anunciou em 28 de março que cancelaria o pacote de missão de guerra antissubmarino para os LCS, o que significa que precisaria de menos cascos no inventário.

O desmantelamento de nove LCS – cada casco da variante Freedom que já foi comissionado em serviço – evitaria o custo de substituir as engrenagens combinadas e resultaria em uma frota menor responsável por duas áreas de missão em vez de três: guerra de superfície e contramedidas de minas.

LCS classe Freedom

Esses LCS seriam aposentados muito antes de seu fim de vida planejado: a classe deve operar por 25 anos, mas esses navios têm entre menos de 2 anos e menos de 10 anos.

A U.S. Navy quer descomissionar um cruzador mais cedo, o Vicksburg, que a Marinha disse em janeiro ter concluído a parte da doca seca de seu trabalho de modernização do cruzador, mas estava mais atrasado do que o resto dos cruzadores no programa de modernização.

USS Germantown (LSD-42)
Whidbey Island class

A Marinha dos EUA também quer aposentar quatro navios de desembarque da classe “Whidbey Island” mais cedo, já que a Marinha também tem lutado para colocar esses navios em um programa de modernização e mantê-los em condições de navegar. Os navios têm uma vida útil prevista de 40 anos e os quatro navios considerados para aposentadoria antecipada têm entre 30 e 36 anos.

Por fim, a U.S. Navy pedirá a aposentadoria de duas Expeditionary Transfer Docks da classe “Montford Point”. Esses navios inovadores adotaram um projeto de navio-tanque comercial e criaram uma plataforma de pouso móvel que poderia lastrear para permitir que as embarcações de desembarque entrassem a bordo e carregassem ou descarregassem caminhões e suprimentos no mar. Mais tarde, a Marinha adotou esse projeto, eliminou a capacidade de lastro e adicionou um grande convés de voo no topo, criando um projeto de base marítima expedicionária que está em alta demanda pelos comandantes de frota hoje. Os dois ESD originais têm 8 e 9 anos.

Esses navios programados para aposentadoria antecipada são:

Ship name Data de comissionamento
(ou entrega para navios do USNS)
USS Vicksburg (CG-69) 11/14/1992
USS Germantown (LSD-42) 02/08/1986
USS Gunston Hall (LSD-44) 04/22/1989
USS Tortuga (LSD-46) 11/17/1990
USS Ashland (LSD-48) 05/09/1992
USS Fort Worth (LCS-3) 08/06/2012
USS Milwaukee (LCS-5) 11/21/2015
USS Detroit (LCS-7) 10/22/2016
USS Little Rock (LCS-9) 12/16/2017
USS Sioux City (LCS-11) 11/17/2018
USS Wichita (LCS-13) 01/12/2019
USS Billings (LCS-15) 08/03/2019
USS Indianapolis (LCS-17) 10/26/2019
USS St. Louis (LCS-19) 08/08/2020
USNS Montford Point (T-ESD-1) 05/14/2013
USNS John Glenn (T-ESD-2) 03/12/2014

 

FONTE: Defense News

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Vovozao

04/04/22 – segunda-feira, btarde, segundo “”informações “”, estas caixas de reversão só apresentam problemas em velocidade acima dos 25 nos, é REAL esta informação; caso positivo, os LCS, seríam ótimas escoltas ja que a maioria dos meios desenvolvem sempre velocidades inferiores, e, acredito que muitas marinhas ja estejam de olho e contando os dolares necessários. Hoje pode não ser interessante aos americanos, ja que para navegarem em altas velocidade precisam trocar as engrenagens.

Henrique

Qualquer fragata leve europeia é melhor e sai mais barata, o destino dos LCS é virar alvo e panela.

Last edited 4 meses atrás by Henrique
Alexandre Galante

É cilada, vovozão!

Rogério Loureiro Dhiério

Tudo nesta lista seria cilada Galante?
Não tem nada de boa pechincha que poderia ser fisgado?

Abs.

Mars

Galante a MB pode demonstrar interesse em um ”Whidbey Island” para substituir o Almirante Saboia ou repor a perda do Garcia D’Avila, imagino.
Agora, eu curtiria ver um alguns Ticonderoga sendo entregues a Marinha Taiwanesa só para atiçar a fúria do Dragão. kkk

Esteves

Pois sim. Essas caixas foram fabricadas para levar o navio acima dos 40 nós. Para navegar a 25/30 nós não teriam montado essas caixas disruptivas.

Manobrabilidade, alta velocidade…esses navios são a F1 dos navios de guerra.

Esteves

Chegaram em 2o. lugar em Interlagos.

Esteves

Como tantos outros nesse país, o projeto foi mais ufanico que tecnológico embora os projetistas tivessem recebido reconhecimento antes e depois.

Isso tem atrapalhado os programas. Misturamos tecnicidades e resultados com patriotismo.

Calma lá, Brasil. Primeiro avançamos a partir da largada.

Eduardo Bitencourt

Jacarepaguá na verdade (só para contribuir)

Enes

Pelo visto você é do tempo de Matusalém, Copersacar FD 01 kkkk

Enes

Por que também sou kkkk

Gerson Carvalho

Melhor é comprar tudo novo da China, produzem e entrega super rápido!

Antoniokings

Agora, até transatlânticos.
E gigantescos transportadores de gás..

https://www.yicaiglobal.com/news/china-merchants-energy-jumps-on-ordering-two-lng-ships-for-usd380-mln-from-dalian-shipbuilding–

Pode ser que me engane, mas Dalian deve ser o maior centro de construção naval do Mundo.

Alex Barreto Cypriano

A USNavy não precisa mais de tamanha velocidade porque não vai mais dar combate aos fast attack craft iranianos (e, se não precisa de velocidade, não precisa do ônus associado com o desenho de casco de semiplaneio, certo?). Também não quer mais ficar na mão de terceiros no que respeita a (comparativamente cara) manutenção desses barcos. O insolúvel pacote de missão antisubmarino é mais uma desculpa do que um impedimento real e decisivo, assim como a tripulação sobrecarregada (apesar de toda automação). Até o conserto das caixas combinantes já é realidade mas a Navy não quer pagar por isso. A… Read more »

Burgos

Pelo visto não é só o cemitério de ANVs que vai estar lotado, o de navio aguarda ansiosamente a reserva desses “Guerreiros”.
Quem diria ?!
O dia “D” chega pra todo mundo !!!🤷‍♂️

Willber Rodrigues

Pena que eles não vão aposentar nenhum caça-minas antes do tempo…seria perfeito pra MB, já que praticamente não temos essa capacidade mesmo…

Henrique

Coisa patética uma marinha que não consegue comprar meia dúzia de caça-minas e ainda quer ter subnuc.

Silvano

Me lembra um treinador estrangeiro, que dizia que centro avante não poderia ser baixinho, então alguém lembrou a ele: “O Romário é baixinho”, e ele respondeu: “Romário é Romário”…

Então, parceiro, “subnuc é subnuc.”

Bardini

Sem modernos meios de contramedidas de minagem, nada vai sair para o mar em segurança. Nada.
.
Não adianta time pequeno querer gastar todo seu orçamento contratando um “Romário”, para ter que deixar ele no banco.

Helio Eduardo

Perfeito também.

E, ai está, escancarada, nossa tragédia: quem com tudo sonha, nada tem.
Precisamos reconstruir toda uma Marinha….. Precisamos de anos de trabalho sério, duro e que se sustente no tempo. Precisamos de qualidades que não valorizamos enquanto Nação.

Willber Rodrigues

“subnuc é subnuc”
Ok.
Você só se esqueceu que esse “suposto” subnuc será apenas um protótipo, e não um subnuc 100% operacional e pronto pra combate.
E que esse suposto subnuc terá MUITAS partes sensíveis importadas, totalmente passíveis de sanções.
E que esse suposto subnuc vai ter que se virar sozinho, já que não terá nenhuma força de superfície pra apoiar ele.

Henrique

Exato, sempre achei história de subnuc devaneio.
Nós temos dificuldade pra manter operacional sub convencional agora imagina um subnuc?
Imagina o custo pra reabastecer o reator?
Nós no futuro só teremos o subnuc, porquê não vai ter verba pra mais nada além do subnuc.

Esteves

Não sabemos nada sobre isso. Nunca fizemos.

Quando incorporarmos o Álvaro Alberto e completarmos ao menos 2 ciclos de reabastecimento saberemos quanto pode custar um submarino nuclear movido a reator de 7%.

Control

Jovem Esteves
Pelas notícias ele terá que trocar o combustível a cada 4 anos.
Então, a maior probabilidade é que ele será lançado com todas as pompas e ficará em testes os 4 anos. sendo encostado a seguir a aguardar uns 20 anos pelo reabastecimento.
Talvez, com alguma sorte ele poderá fazer uma viagem demonstrativa navegando, por exemplo, do Oiapoque ao Chuí, submerso, para demostrar nosso poder bélico.
Imaginar que acontecerão reabastecimentos e um ciclo de vida mais longo é otimismo frente a realidade atual da MB.
Sds

Willber Rodrigues

A MB tem dificuldade em manter 4 IKL e de fazer o PMG deles, já se assustou com o preço dos Scorpenes, o PROSUB foi atrasado em quase uma década por falta de grana…
Mas vai ter dinheiro pra fazer reabastecimento de reator nuclear a cada 4 anos sim, amiguinho, confia…

Carlos Gallani

Eu sempre defendi aqui uma marinha construída de baixo para cima mas respeito a ideia do submarino nuclear, tbm entendo que este projeto ficou grande demais para um abandono mas esse negocio de combustível nuclear de baixo enriquecimento não me desce, é um erro grotesco demais, em todos os outros países parece que mexer nesta parte é o grande “B.O.” e nos estamos optando por um modelo de operação de contra senso, é procurar sarna pra se coçar!

Henrique

Parar agora vai custar menos do que ficar reabastecido reator a cada 4 anos e além da miríade de cuidados e manutenção que será exigida, além de evitar algum desastre nuclear de grandes proporções.

Carlos Gallani

Eu espero que o este esquema do combustível de baixo enriquecimento não passe do Álvaro Alberto, fique no estagio de protótipo mesmo e que nos próximos, se é que haverão, este obvio erro seja corrigido!

India-Mike

Errado, enquanto não formos capazes de ‘estimar’ o custo do ciclo de vida completo do subnuc não podemos pensar em operá-lo e muito menos em falar coisas sem sentido como ‘ponto de não retorno’…. Não existe ponto de não retorno sem a estimativa do custo total.

Pode cancelar essa joça e mover a verba (q aliás não existe) pro prosub q tem alguma chance de futuro e pra reconstrução da MB.

Rudi PY3TO

já que não terá nenhuma força de superfície pra apoiar ele
Você esta muito errado meu amigo! A MB acabou de incorporar o Veleiro Oceanico …. João das Botas! com incrivel tecnologia de ventos….

Last edited 4 meses atrás by Rudi PY3TO
Eduardo

E como o Romário jogar sozinho, no meio de um bando de pernas de pau. A bola nem chega nele…

Helio Eduardo

Perfeito.

A6MZero

Amigo mal conseguimos fazer as manutenções necessárias no Bahia que navega na base da gambiarra e olha que é uma embarcação muito mais simples comparada a um subnuc, nossos submarinos convencionais também são exemplos da ineficiência com modernizações e manutenções atrasadas passando mais tempo encostados do que propriamente navegando. Imagina como será manter algo do nível de um subnuc que exige manutenções e cuidados frequentes e precisos, nada de gambiarra, será um pesadelo logístico e um desastre nuclear pronto para acontecer, a menos que a MB invista pesado nele, e pelo nosso histórico quando investimos pesado em algo, normalmente o… Read more »

ricardo taer

Sem falar nos escoltas

Nemo

Para mim a MB deveria focar, nos próximos 20 anos, em: 24 CPV de 500t, 12 OPV de 1.850t, 8 Tamandarés e 8 Riachuelos. Não é nada fácil, mas daria uma moral.

Bueno

Manda tudo pra Ucrania

Fábio

Se pegar metade dos que vão aposentar da US Navy já é melhor que a atual marinha do Brasil, pra tu ver como é o nível. Tudo tem seu ciclo e a frota vai se renovando.

Jagdverband#44

Ticonderoga lembra muito o Spruance.

Alexandre Galante

O casco é o mesmo:
comment image

cerberosph

Tem navios com 2, 3, 4, 5 anos de uso sendo descomicionados. A grana esta ficando curta.

J-20

São os LCS da classe Freedom, todos eles parte de um projeto que resultou nesses navios e naqueles trimarans horrorosos.
O descomissionamento desses navios é necessário, porque a falha no projeto deles resultaria em bilhões gastos a toa para ficar reparando seus cascos de alumínio barato que mal conseguem ficar inteiros na água salgada.

Alex Barreto Cypriano

Tá confundindo as coisas: os Freedom têm casco em aço e superestrutura em alumínio, os Independence são (casco e superestrutura) em alumínio. O problema da corrosão dos Independence foi resolvido muito tempo atrás. Apenas, por enquanto, os nove Freedom vão pra descomissionamento.

Alex Barreto Cypriano

Até o famoso iate Destriero, no qual se diz foram baseados os Freedom, foi posto de escanteio por Aga Khan depois de ver a conta da manutenção da jóia italiana pininfarinense. O Destriero (que desloca algo como quatrocentas toneladas) pode fazer +65 nós com três turbinas GE LM1600 e três waterjets (dois direcionáveis, um fixo).
https://www.breakinglatest.news/news/lets-save-the-steed-from-oblivion-its-italian-pride-and-heritage/

Destriero-Fincantieri1.jpg
Last edited 4 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Carlos Gallani

Cascos de alumínio são o top do top quando bem feitos, o problema ali é que os propulsores são de outra liga metálica (ferrosa) que devido a uma BIZARRA falha de projeto fazem o efeito catodo e anodo assim degradando principalmente a interface dos dois no casco, é difícil precisar o caso deles especifico mas no geral o alumínio fica poroso como no anodo de zinco e aí o reparo fica caríssimo ou inviável se estender para além do espelho de popa. Quanto essa caixa de engrenagens eu coloco na mesma categoria de erro bizarro, como pode os engenheiros com… Read more »

Carlos Eduardo k

Boas
Seria interessante os navios tanques e desembarque

Roberto Bozzo

Olha, pelo nível de nosso almirantado, tenho certeza que estão de olho nos Ticonderoga….

Esteves

Turbinas. A MB prefere diesel.

Bardini

Em algum LSD, muito provavelmente.

Pablo Maroka

Marinha br crescendo o olho!

Tutor

Brasil chega a tremer de vontade de comprar alguma velharia nesse brechó que provavelmente vai rolar aí.

Pedro Fullback

Esses navios tanques seriam interessantes!!

Esteves

“Esses navios inovadores adotaram um projeto de navio-tanque comercial e criaram uma plataforma de pouso móvel que poderia lastrear para permitir que as embarcações de desembarque entrassem a bordo e carregassem ou descarregassem caminhões e suprimentos no mar. Mais tarde, a Marinha adotou esse projeto, eliminou a capacidade de lastro e adicionou um grande convés de voo no topo, criando um projeto de base marítima expedicionária que está em alta demanda pelos comandantes de frota hoje.”

Copiaram o conceito de Mestre Carvalho.

CVN76

Esqueçam “Ticos” na MB!!
Esses cruzadores estão no osso, caros de operar, armamentos caríssimos e sobretudo duvido que os EUA repassem tecnologia Aegis e os armamentos de ponta para o 🇧🇷.
Dessa lista, somente os 2 navios tanques seriam uma opção…

Dudu Airá

A indústria brasileira tem total capacidade de desenvolver projetos e pesquisas navais igual ou superior aos padrões internacionais
não consigo entender o porque de não explorar essa capacidade!?
podíamos começar com navios patrulhas oceânicas e corvetas
acredito que os valores gastariam investido compra de oportunidades ,daria pra eles esses projetos adiante

Alexandre Galante

Falta vontade política e uma grande estratégia ao país.

Fábio Mayer

Sim, tem. Mas não tem um governo que faça encomendas…

Yuri Dogkove

Que triste! Espero que piore…

leonidas

Não dá para entender, quando se vê afirmações sobre a necessidade da US Navy aumentar substancialmente o número de navios a gente se depara com este tipo de matéria. No tocante a USAF é a mesma coisa, ela nitidamente não é mais a mesma que foi a coisa de 25/30 anos atrás em termos de número de caças disponíveis, e apesar disso vemos notícias onde ela deseja desativar caças F 22 e (até concordo) comprar mais F 15. Enfim a verdade é que o folego do orçamento americano já esta acabando e esta farra democrata com impressão livre de trilhões… Read more »

Luiz Floriano alves

Navio americano são gastos até o klimite.

Dalton

Parece contraditório mas não é: a US Navy ainda quer aumentar o número de unidades mas para isso precisará mudar alguns paradigmas um deles sendo a redução do número de navios anfíbios clássicos, os LHAs/LHDs, LPDs e LSDs e complementa-los com um número maior de anfíbios leves algo entre 24 e 35 unidades a partir de 2027. . Se o Congresso permitir estes e demais descomissionamentos haverá uma redução no inventário ao menos até 2027 mas a entrada em serviço gradualmente dos anfíbios leves fragatas da classe Constellation os restantes LCSs e mais navios auxiliares deverão manter o número atual… Read more »

leonidas

Dalton quando digo que o Ocidente fez o mesmo que a Rússia não me refiro ao Iraque de 1990/91 ou o Afeganistão, e sim ao Iraque de 2003 (invadido a revelia da ONU e com provas forjadas) à Servia em 99 e a Líbia em 2011. Na Sérvia houve o tal referendo apenas dentro da parte interessada(tão denunciado agora pelo ocidente) sem consulta a nação sérvia e os EUA reconheceram a independência de Kosovo no dia seguinte. Já sobre a Ucrânia ela poderia ter adotado um status quo similar a Finlândia e a Suécia que estiveram neutras mesmo durante a… Read more »

Dalton

Sim também me referi ao Iraque de 2003 que continuou nocivo aos EUA abrigando terroristas, dificultando o trabalho de inspetores,atirando contra aviões na zona de exclusão e segundo suspeitava-se poderia ter ou estava tentando ter armas de destruição em massa inclusive com uma possível cooperação da Coreia do Norte seja como for, era e já havia provado ser nocivo aos EUA. . A Rússia simplesmente não aceita que países que outrora a orbitaram se bandearam para a União Europeia/OTAN, assim era o desejo da Ucrânia e que provavelmente mesmo com a perda de território não irá submeter-se ao jugo russo.… Read more »

leonidas

Vamos por partes. A Crimeia jamais foi parte da Ucrânia e foi cedida para administração Ucrâniana por Krushev em um contexto onde não havia Ucrânia como estado pois era tudo União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Sobre o risco que o Iraque representava para os EUA é o mesmo que o Irã representa já tem pelo menos 10 anos e apesar disso o que se comenta a boca pequena é que a administração daquele inapto conhecido como Joe Biden esta sondando Teerã para tentar contornar o problema causado sob encomenda por Washington. Sobre a Rússia usar armas nucleares táticas na Ucrânia… Read more »

Fábio Mayer

Vocês não cansam dessa ladainha?

Otto Lima

Algum desses LSD ou T-AO seria interessante para a MB?

Carlos Crispim

A classe Ticonderoga é um dos cruzadores mais bonitos do mundo, na minha opinião, os americanos acertaram a mão no design.

Leo Costa

Será que há alguma chance de a MB se interessar nos Navios-tanque ou nos navio-doca?? Em comparação com os que temos são “novos”!

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