segunda-feira, agosto 15, 2022

Saab Naval

Naval Group entrega o último navio-patrulha offshore multimissão para a Argentina

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Redação Forças de Defesa
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redacao@fordefesa.com.br

O último dos quatro navios-patrulha offshore OPV 87 argentinos, ARA Contraalmirante Cordero, foi entregue hoje à Marinha Argentina. A cerimônia de entrega da última embarcação da série marca a conclusão de um programa de sucesso

O ARA Contraalmirante Cordero foi entregue hoje à Marinha Argentina em Concarneau na presença de Francisco Cafiero, Secretário de Assuntos de Defesa Internacional do Ministério da Defesa da Argentina, Vice-Almirante Enrique Antonio Traina, Vice-Chefe do Estado Maior da Marinha Argentina e Alain Guillou, EVP Desenvolvimento Internacional no Naval Group. Faz parte do contrato assinado pelo Naval Group com a Argentina em 2019 para o fornecimento de quatro Navios-Patrulha Offshore (OPV – “Patrulleros Oceánicos Multipropósito” em espanhol).

O ARA Contraalmirante Cordero é o último navio da série e sua entrega marca o sucesso de um programa que cumpriu todos os prazos: o ARA Bouchard (ex-L’Adroit) foi entregue em dezembro de 2019 dois meses antes do previsto, e o segundo e terceiro navios-patrulha offshore ARA Piedrabuena e ARA Storni foram entregues em abril e outubro de 2021, de acordo com o cronograma original.

ARA Bouchard
ARA Piedrabuena
ARA Storni
ARA Contraalmirante Cordero
ARA Contraalmirante Cordero

Este sucesso foi possível graças à estreita colaboração entre o Naval Group, Kership e Piriou, que trabalharam lado a lado com a Marinha Argentina. O excelente índice geral de satisfação dos clientes, medido em 97%, confirma a excelente condução deste programa.

O capitão Santiago Villemur, representante da Armada Argentina na França disse: “Estamos conscientes de que entregar 4 navios em 3 anos, treinar as tripulações e fornecer os serviços de logística associados foi um verdadeiro desafio. Nossos agradecimentos e gratidão vão para todos os homens e mulheres do Naval Group e seus parceiros industriais que trabalharam incansavelmente para alcançar esse feito. Esses navios já estão contribuindo para a defesa dos interesses soberanos da Argentina, permitindo que a Armada Argentina realize suas missões no mar.”

Stéphanie Giroud, diretora do programa do Naval Group, acrescentou: “É com muito orgulho e emoção que estamos entregando o último navio da série para a Argentina na data exata estipulada no contrato e estamos testemunhando o hasteamento da bandeira argentina na Bretanha pela quarta vez. O sucesso deste projeto é coletivo e se deve à excelência do relacionamento estabelecido com a Armada Argentina, cujos altos padrões e confiança motivaram nossas equipes a atender ao máximo as expectativas do cliente. É também o resultado de uma parceria industrial construtiva e inovadora entre as equipes do Naval Group, Kership e Piriou.”

OPV 87, um navio inovador

Os Navios-Patrulha Offshore argentinos se beneficiam das inovações desenvolvidas pelo Naval Group e comprovadas no mar pela Marinha Francesa, que operou o L’Adroit em vários oceanos há seis anos para múltiplas operações de segurança marítima, seja sozinho ou em cooperação com outras Marinhas:

  • Autonomia muito elevada e excelente navegabilidade;
  • Um projeto inovador inspirado nas melhores técnicas utilizadas na indústria de defesa naval;
  • Uma visibilidade de 360​​° do passadiço e um mastro exclusivo para uma cobertura de radar panorâmica;
  • O lançamento discreto e seguro em menos de cinco minutos de embarcações rápidas para as Forças Especiais graças a um engenhoso sistema de rampa na poa do patrulheiro;

Esta gama de navios também se beneficia da expertise do Naval Group em sistemas de informação e comando, permitindo uma ampla vigilância do espaço marítimo e a detecção de comportamentos suspeitos. O ARA Contraalmirante Cordero está equipado com o sistema Polaris e o sistema de link de dados táticos NiDL, desenvolvido especificamente pelo Naval Group para missões de estado no mar e provadas pela Marinha Francesa.

Características técnicas

OPV L'Adroit
OPV L’Adroit, atual ARA Bouchard na Armada Argentina

O Navio-Patrulha Offshore é capaz de permanecer em alto mar por mais de três semanas, atingir uma velocidade de 20 nós e acomodar um helicóptero. Guarnecido por uma tripulação reduzida de 40 membros, também é capaz de acomodar cerca de vinte passageiros extras.
• Comprimento: 87 metros
• Boca: 14 metros
• Deslocamento: 1.650 toneladas
• Máx. velocidade: mais de 20 nós
• Acomodações: 59 (tripulantes e passageiros)
• Autonomia:> 7.000 milhas náuticas
• Capacidade de embarque: duas embarcações leves de 9 metros e um helicóptero da classe de 10 toneladas

Visão em corte do OPV 87 classe L’Adroit
L’Adroit visto pela popa

Sobre o Naval Group

O Naval Group é o líder europeu na defesa naval. O Naval Group usa seu extraordinário know-how, recursos industriais únicos e capacidade para organizar parcerias estratégicas inovadoras para atender às necessidades de seus clientes. Como integrador de sistemas e contratado principal, o grupo projeta, produz e dá suporte a submarinos e navios de superfície. Também presta serviços para estaleiros e bases navais. Atento à responsabilidade social corporativa, o Naval Group adere ao Pacto Global das Nações Unidas. O grupo registra receitas de 3,3 bilhões de euros e tem uma força de trabalho de 15.798 (dados de 2020).

DIVULGAÇÃO: Naval Group

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Marcelo

Navio bem moderno! E tem espaço para mísseis anti navio à frente da super estrutura.

BK117

Feinho, mas bem moderno. Parabéns aos hermanos. E por aqui, quando será que a gente vai comprar, ou melhor, construir uns NPaOc novos ein?

Fernando Vieira

Tecnicamente estão construindo o Maracanã ali no AMRJ. Mas aquilo ali é um buraco negro, as coisas só entram ali, nunca saem.
A Barroso é uma excessão, mas levou 12 anos para isso.

Burgos

14 anos precisamente

BK117

Sim, e devemos lembrar que o Maracanã é um NPa de 500ton, aprox. 1/3 do deslocamento do L’Adroit ou 1/4 de um Amazonas (segundo a confiabilíssima Wikipédia). A justificativa, até onde sei, para a demora do Maracanã é que tiveram que fazer várias mudanças e investimentos para retomar a atividade de construção no AMRJ. Parece estar rendendo frutos, pois, como noticiado no DAN, estão preparando uma linha de produção de Lanchas de Operações Ribeirinhas. Espero que aproveitem o “embalo” e construam pelo menos alguns NPa Classe Macaé. Mas temos vários estaleiros capazes que podem construir NPa’s e NPaOc’s, como a… Read more »

Flanker

Beleza é bem subjetiva…eu, por exemplo, acho navios muito bonitos. Abraço.

Jorge Augusto

Impressão minha ou esse navio é muito mal armado? Um único canhão Marlin de 30mm e é isso.

Não espero de um NPaOc/OPV coisas como mísseis ou canhões de alto calibre, mas até os classe River da MB tem 1 canhão de 30mm e 2 de 25mm.

Esse 30mm sozinho consegue fazer alguma coisa se por exemplo tiver que afundar um navio maior tipo um pesqueiro de maior tonelagem ou navio cargueiro clandestino?

Não to entendo a da ideia. Alguém me explica?

Last edited 4 meses atrás by Jorge Augusto
109F-4

Talvez o objetivo seja só afastar a ameaça e não eliminá-la. De qq forma, realmente, só um 30mm é meio anêmico. Talvez fosse melhor um 40mm e 2 de 20mm; fora as .50 e 7,62mm.

Adriano Luchiari

Melhor ainda um Bofors 57mm MkIII

Burgos

Antes que alguém fale que não existe esse calibre taí a matéria do próprio blog em 2008
https://www.naval.com.br/blog/2008/08/25/bofors-57mm-mk2/

Piassarollo

Jorge, além do 30mm os navios são equipados com duas .50, sem contar com os dois botes de interceptação e armas leves tipo 7,62mm. Para um patrulha esse armamento é suficiente. Já viu o estrago que uma munição de 30mm faz? Certamente é capaz de afundar um pesqueiro, mas na maioria dos casos não se chega a este extremo. No caso de um navio maior, existem algumas ações que podem ser realizadas, assalto por helicóptero, por bote de interceptação ou ser vetorado/ acompanhando para que outra unidade possa fazer a interceptação. São muitas as variáveis em uma inspeção/abordagem naval. Abs

Jorge Augusto

Ah sim, realmente eu não tinha levado em consideração um assalto por helicóptero. O que em si já é um novo problema pra Armada Argentina que ta ferrada com os helicópteros que tem.

Obrigado pela explicação!

Tallguiese

Cara e um navio patrulha. Não é missão dele enfrentar navios de guerra! A missão dele e outra. Detectar e correr! No mais e ótimo para afastar pesqueiros intrometidos…

Bardini

Os dois canhões 25 mm de cada um dos Classe Amazonas, nunca fizeram muito sentido. Essa classe tem a configuração de armas que tem, pq foi uma compra de oportunidade. Não foi escolhido pela MB. Para nossas necessidades, esse arranjo de armas é dinheiro jogado fora. . Estes 06 reparos de 25 mm presentes nos 03 navios da classe, poderiam ser muito bem substituídos metralhadoras 12,7 mm durante um PMG, caso fosse possível realizar um negócio favorável junto da MSI. Os 06 canhões MSI desmontados, poderiam ser reaproveitados para armar outros 06 Navios Patrulha, de menor porte. Navios Patrulha estes… Read more »

Last edited 4 meses atrás by Bardini
Gerson Carvalho

Te um helicóptero, portanto, eh só equipar o mesmo com um míssil anti-navio

Reinaldo Deprera

Bem interessante esse navio. Gostei.

Mas é feio d+ 😆

Up The Irons

Design francês, né?
De vez em quando eles acertam, vide o Rafale. Mas via de regra são coisas com desenhos com gosto bastante duvidoso…

horatio nelson zhirinovsky

parece aqueles barquinhos de papel kkkk

Burgos

Tá na moda naval agora !!!
São as novas tendências de design!!!😬

Burgos

O Francês é fashion !!!

Luís Henrique

Alguns criticam a MB dizendo que as Tamandares são muito mais caras e que teremos que esperar vários anos para receber os 4 navios. Mas são navios completamente diferentes.
Uma boa aquisição para a Argentina, mas prefiro as River que o Brasil comprou. Pagamos 133 mi de libras em 3 classe Amazonas e os argentinos pagaram U$ 380 mi em 4 opv.
A classe Amazonas é ligeiramente maior e mais pesada e melhor armada, e a MB pagou bem mais barato.

Nemo

Foi uma ótima compra de oportunidade, as River eram destinadas a uma ilha do Caribe (não me lembro) que desistiu da compra. Só para comparar saiu U$ 60M por vaso contra U$ 95M da Argentina. Certamente se a MB decidir por um novo lote será bem mais caro.

Enzo Magno Donato Vernille

Eram pra Guarda Costeira de Trinidad e Tobago (que ironicamente já recebeu visitas de naus brasileiras durante a SGM)
Aí em 2010, com duas unidades prontas e as guarnições já em treinamento
O governo de Trinidad e Tobago cancelou o contrato
Foi um golpe de sorte danado

Glasquis 7

As classe Amazonas foram compras de oportunidade. Normalmente seriam um pouco mais caras. Além disso, foram compradas em épocas diferentes.

Luís Henrique

Eu sei disso. Só disse que muitos comparam os 4 opv adquiridos pela Argentina com as 4 Fragatas adquiridas pelo Brasil, criticando que são bem mais caras e com tempo de construção bem mais demorado.
Mas se esquecem que a MB fez uma ótima compra de OPVs, antes que a Argentina e com preço mais baixo.

Enzo Magno Donato Vernille

As 4 fragatas que vc menciona
São as classe Greenhalgh?

Edit: Desconsidera kkkk
Eu não lembrei das FCT
Nota zero pra mim

Last edited 4 meses atrás by Enzo Magno Donato Vernille
Carlos Gallani

Lá vou eu de novo, a MB precisa (re)começar de baixo para cima, OPV é o caminho mais barato para manter presença de mar!
O Fassmer OPV80 operado pelo Chile é boa pedida, ótimo deslocamento, bem testado e se feito pé de boi tem um preço difícil de questionar, podem adotar um estaleiro do offshore e largar fazendo!

Glasquis 7

O Fassmer OPV80 operado pelo Chile é boa pedida…”

E é feito no Chile, é só trocar por mais A 29.

Glasquis 7

Com isto a Argentina sepultou as pretensões de reativar a sua indústria militar naval no curto prazo.

Argentina e Chile tinham um convénio pra construir em conjunto as OPV 80 da FASMER. Em 2010 (se não me engano) pularam fora alegando que conseguiriam construir pelos seus próprios médios. No médio do caminho desistiram da ideia mas o Chile já tinha arcado com os custos. Acabaram mandando construir fora do país.

Teria sido uma boa oportunidade de dar folego à indústria local.

737-800RJ

E é isso que eu sinto falta aqui na América do Sul: projetos conjuntos no desenvolvimento e construção de equipamentos militares.
Olhe a FREMM da Fincantieri e da Naval Group, por exemplo. Itália e França se uniram pra fazer uma fragata no estado da arte, desenvolveram suas indústrias, estreitaram laços, reduziram custos… Só se tem a ganhar!

Max

O que vc sugere é puro bom senso. Difícil.

Welington S.

Pensando um pouco. Qual é o único país que, mesmo com diversos problemas, consegue manter e avançar, mesmo que a passos de tartaruga, seus projetos militares? O Brasil. Talvez, até o Chile também (dizem que o Chile terá um declínio orçamentário-militar muito grande daqui uns anos). De resto, cara, é o que vemos aí. Países com problemas orçamentários e forças armadas da região cada vez mais dependentes do Tio Sam pra alguma coisa. A Colômbia recebeu dia 12/04, mais 40 blindados M1117 do Tio Sam. Te pergunto agora. Será que o Gripen poderá ser emplacado na Colômbia tendo em vista… Read more »

Glasquis 7

Pensando um pouco. Qual é o único país que, mesmo com diversos problemas, consegue manter e avançar, mesmo que a passos de tartaruga, seus projetos militares? O Brasil. Talvez, até o Chile também “

Em estaleiros: SIMA PERU, ASTINAVE EQUADOR, COTECMAR COLÔMBIA. Todos estes estaleiros fornecem navios às suas Armadas e Marinhas.

As coisas não são assim como vc as vê. O Brasil não é o único. Até na concorrência do navio polar do Brasil tinha estaleiro Chileno concorrendo.



Glasquis 7

COTECMAR – COLÔMBIA

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Glasquis 7

ASTINAVE – EQUADOR

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Glasquis 7

.

Last edited 4 meses atrás by Glasquis 7
Glasquis 7

SIMA – PERU

Lembrando que já construíram fragatas

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Max

Mas fora os cascos, quem fornece as tecnologias, motores, eletrônicos, etc??

Glasquis 7

Mas isso é inerente a qualquer concepção de construção naval. Não existe nenhum navio que tenha sido construído por uma empresa só, principalmente no que se refere á parte de tecnologias. Num navio, os cascos são construídos pelo estaleiro e depois ele apenas INTEGRA os diversos sistemas fornecidos por outras empresas. Isso é ainda mais notório no âmbito militar. Tem empresas que fornecem canhões, outras mísseis, outras torpedos, outras radares, sonares, outras motores, e por aí vai. Não existe navio construído só por uma empresa. Os fornecedores são muitos. o que o estaleiro faz é integrar os sistemas ou, dar… Read more »

Welington S.

Glasquis, eu sei da existência dos estaleiros. Meu comentário foi relacionado a parceria tecnológica militar de toda a região para desenvolvimento nesse âmbito. Se houvesse esse interesse por parte de todos, não há dúvidas de que muitos projetos militares em conjunto, estaríam sendo feitos agora. Mas, isso é algo impossível de se acontecer.

Glasquis 7

Nem precisa de tanto. Apenas um cobrir as necessidades do outro já estava bom.
Por exemplo, O Chile precisará de 2 Submarinos que poderiam ser fornecidos do Brasil. Assim poderiam pagar parte com alguns OPV feitos no Chile.

Sensato

É uma boa mas se associar com quem na América do Sul pra fazer isso além do Chile e talvez, só talvez, Colômbia? Todo o resto ou não tem condições técnicas ou econômicas ou ambas.

Esteves

Teria.

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Max

Tá bonito!

Esteves

Tá…mas Mestre Glasquis aguarda um desígnio do altíssimo…porque assim nascem as empresas no Chile. Por vontade divina.

Glasquis 7

Aprenda a diferenciar o tipo de empresa. ASMAR CHILE, como seu nome o diz (Astillerros de la Armada de Chile), é uma empresa criada dentro da Armada e assim sendo, é parte integrante dela. Ela nasce sobre a necessidade que a ARCh tem de manter seus médios e renová-los. Ela não precisa dar lucros pois não foi criada com fins comerciais, ela apenas precisa ser eficiente no cumprimento da missão para a qual foi criada e desta forma, já tem mais de 2 séculos como empresa estatal. É a que constrói navios como o da foto que vc postou e… Read more »

Pgusmao

Precisavamos de uns 15 desses para patrulhar nossa costa, para serem distribuídos pelo país todo e deixar a Marinha Carioca focada só em navios de combate, pois usar fragatas (mesmo que no osso) e corvetas (as poucas operacionais) para patrulhar a costa, mesmo que raramente, não dá!!! .

Up The Irons

Concordo. A esquadra pode até ficar concentrada na Baía de Guanabara, mas os meios distritais deveriam ser guarnecidos com OPVs novos.

willhorv

Só me resta rir da Marinha Brasileira…10…15…20 anos pra acontecer alguma coisa. E o pior….que fica por isso mesmo.

Enzo Magno Donato Vernille

Compramos 3 OPVs lá em 2012
Por um preço bem menor que os Hermanos e antes que eles
E aliás
Não vai ser 4 OPVs que vão deixar a ARA melhor que a MB

737-800RJ

[OFF]
Parece que um cruzador russo da Classe Slava foi seriamente danificado por mísseis antinavio Neptune.
Será que a informação procede? Se sim, que preju pros russos!

Carvalho2008

Quarta 12/4 18:06
Isto é interessante….só sabemos se estes equipamentos funcionam na hora da verdade!!! E para um cruzador, se pegou, somente seria admissível se fosse um ataque de saturação, pois vai ficar feio se foi um ou dois mísseis isolados…

Zezão

A Ucrânia atingiu o cruzador de mísseis russo “Moskva” no Mar Negro, disse o governador regional de Odesa, Maksym Marchenko:
“Navio russo está severamente danificado”.
PS: Parece que o presidente Zelensky irá até lançar um selo comemorativo sobre este feito, kkkkk…

aaa.jpg
2Hard4U

Segundo reportagens no exterior, o Moskva foi atingido por dois mísseis antinavios disparados de uma bateria costeira ucraniana.
Um deles aparentemente atingiu o paiol de munições de vante, provocando fortes explosões e um incêndio incontrolável, o que forçou o abandono do cruzador pela tripulação.

Nilson

A Rússia confirmou que houve explosão no cruzador Moscou, mas não confirmou a causa, disse que está sendo investigado e que a tripulação foi retirada. Os ucranianos afirmam que foram seus mísseis. De qualquer forma, está confirmado que o Moscou está fora de combate.

Esteves

Common R&D projects; Worldwide proposals; Prime Contractorship and Design Authority; Procurement optimization. Foi assim e por esses motivos que nasceu a Naviris. 50% Naval Group + 50% Ficantieri. São 20 anos de programas conjuntos. Da para usar a mesma abordagem na outra postagem sobre a construção naval mercantil + construção naval militar na China. Capitalismo não é mais competição predatória. Capitalismo não é mais selvagem. O Capital pode ser arisco e volátil. O Sistema aproveita as sinergias + as oportunidades. Negócios nascem para vender. Empresas existem para fazer negócios novos e manter os velhos representados pela continuidade. Empresa não nasce… Read more »

Glasquis 7

É, lendo seu texto, o único que nos dá esperança é que não é o amigo quem decide na MB.

Teropode

Três anos e meio para receber 4 patrulheiros , admirável eficiência do cliente e do vendedor que não ficaram de mimimi , alguns ajustes , aro 15 , bancos Recaro e pronto !

Last edited 4 meses atrás by Teropode
Glasquis 7

Nem tanto, a Argentina previa estes OPV desde antes de 2009.

kahllil

“foi entregue dois meses antes do previsto” …. nunca veremos tal frase ser pronunciada na marinha do Brasil …. rumo a classe tamandare ter seu primeiro corte de peça em 2040

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