quinta-feira, junho 30, 2022

Saab Naval

VÍDEO: disparo de RBS-15

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.naval.com.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Na primeira quinzena de maio a marinha da Finlândia deu início aos exercícios de defesa costeira incluindo, proteção do tráfego marítimo, geração de quadro de situação, bem como tarefas de combate costeiro e uso do fogo.

A Brigada Costeira realizou um exercício de grupo de batalha na região de Kotka e Hamina e, posteriormente, disparoou de mísseis antinavio da área de Hanko.

A Brigada Nyland realizou exercícios de batalha costeira na área de Syndalen em Hanko, no Mar do Arquipélago. As tropas foram transportadas em helicópteros NH90 e embarcações. Unidades costeiras e embarcações do 1º Regimento de Fuzileiros Navais da Marinha Sueca (AMF1) também participaram dos exercícios.

A Frota Costeira ensaiou a proteção do tráfego marítimo e a cooperação interagências no mar ao sul das Ilhas Åland. Como parte do treinamento, a Guarda de Fronteira e a Marinha realizaram juntas um exercício de inspeção de embarcações. Os exercícios no mar também envolveram treinamento PASSEX com HMS Gävle e HMS Carlskrona da Marinha Sueca e USS Gravely, USS Gunston Hall e USS Kearsarge da Marinha dos Estados Unidos.

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Angelo

Acabou a neutralidade….booommm

Nelson

Que venham para os nossos Gripens.

Luiz Guilherme

A marinha do Brasil não tem nada parecido com essa defesa de Costa né ?

Bardini

Nem em planejamento…
E o mesmo é válido para o EB.
.
Agora, um sistema que seria muito útil, em termos de MB e consequentemente no emprego do CFN, é o Spike NLOS:
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É lógico que é um sistema de aplicação um tanto distinta do RBS15, mas é muito abrangente. Poderia, inclussive, ser aplicado em operações ribeirinhas ou equipar os helicópeteros recentemente modernizados.
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Last edited 1 mês atrás by Bardini
Heinz Guderian

É simplesmente revoltante o descaso que a MB tem com a nossa defesa.
Jaja não teremos nem frota de superfície.
4 tamandáres não mudarão em nada o jogo.
Servem apenas pra defender a costa do RJ e olhe lá.

Rafael Gustavo de Oliveira

sem previsão de segundo lote de Tamandarés estaremos com mais navios dando baixa do que sendo comissionados, penso que para suprir um cronograma 1/1 (uma incorporação por uma baixa) teria que fabricar no Brasil e na Alemanha em conjunto ao ritmo de entrega duas por ano.
Descaso é do governo federal, a Marinha é a vitima….lembre-se que ela trabalha tirando leite da pedra todos os dias com a falta de recursos.

“ sem previsão de segundo lote de Tamandarés estaremos com mais navios dando baixa do que sendo comissionados” Isso é verdade, mas discordo do verbo “estaremos”. Já estamos, e há um bom tempo, pois isso já é realidade desde a virada do século, praticamente. De cerca de 18 navios escolta que operava 20 e poucos anos atrás, hoje a MB possui 8. Nesse período, deu baixa em 11 navios e incorporou só um. É fato que a maioria das marinhas pelo mundo reduziu seu número de escoltas no período, mas ainda assim a redução deverá ser proporcionalmente maior por aqui.… Read more »

Antonio Cançado

Essa redução no número de meios também se traduz em redução das mordomias da oficialidade, do caviar, da lagosta, dos vinhos, champagnes e uísques importados e, last, but not least, dos pagamentos bilionários às viúvas e filhas solteiras?

Antonio Cançado

Traduzindo, MANSUP é O CACETE!

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