De acordo com informações publicadas pelo canal @ConflictsW no X em 25 de fevereiro de 2024, barcos com mísseis da classe “Zolfaghar” (Peykaap III) da Venezuela foram observados em rio perto do Golfo de Paria, área marítima estratégica na costa nordeste da Venezuela.

Segundo a Wikipedia, a Zolfaghar, também conhecida como Peykaap III, é uma classe de embarcações de patrulha rápida operadas pela Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. É uma versão modificada da IPS-16 norte-coreana, fabricado pelo Irã.

As embarcações têm um deslocamento padrão estimado de 13,75 t, 17,3 m de comprimento, boca de 3,75 m e um calado de 0,7 m. Elas são propulsadas por uma hélice movida por dois motores a diesel de 2.400 cavalos (1.800 kW) para uma velocidade máxima estimada de 52 nós (96 km/h).

As embarcações Peykaap III são equipadas com dois lançadores de mísseis antinavio Kowsar ou Nasr com orientação terminal ativa com alcance de 38 quilômetros (21 milhas náuticas) a 0,8 Mach. Também é compatível com torpedos chineses C-701/FL-10. Seu armamento secundário são duas metralhadoras de 12,7 mm.

Em julho de 2023, embarcações venezuelanas do tipo foram exibidas, armadas com mísseis antinavio Nasr-1. Elas foram apresentadas após a chegada do navio-patrulha HMS Trent da Marinha Real à Guiana.

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FERNANDO

Hum, interssante.

Tomcat4,5

Vamo brigar com eles usando o monitor Parnaíba 😅

Leandro Costa

Prefiro o Parnaíba. Isso para não dizer que são embarcações para aplicações diferentes em locais diferentes.

Burgos

Tá !!! Tudo bem!!!
É um navio velho blá-blá-blá , mas como ele vai combater lá na Venezuela se ele é Subordinado a Flotilha do Mato Grosso ?!🤷‍♂️
Aí no caso não seriam os Napaflu ?!
Subordinados a Flotilha do Amazonas/ Com 9ºDN

Fernando XO

Prezado Tomcat, embora a embarcação tenha pequeno calado, não enxergo como adequado seu emprego operacional NO ambiente ribeirinho, mas A PARTIR daquele ambiente… abraço…

Nilo

Caro mestre, me faz pensar nos aviões kamikaze japoneses muito barulho, fumaça, pouca eficácia, principalmente ante a defesa naval norte americana.

Last edited 3 meses atrás by Nilo
carvalho2008

oia….com o perdão da palavra…ineficaz não….vi uma lista de perdas navais americanas….e depois do advento kamikaze ou uma inflexão grande de perdas….

Fernando XO

Prezado Nilo, nem tanto, pois houve perdas e baixas que não podem ser desconsideradas… … os kamikaze foram uma surpresa tática, como reconhecido pelo próprio Alte Nimitz… em todo caso, os estudos para aprimoramento da defesa AAé tiveram grande influência naquela modalidade de ataque, permitindo inclusive o surgimento dos SAM… cordialmente abraço…

Franz A. Neeracher

Interessante que nos primeiros ataques Kamikazes, os americanos acreditaram que eles caiam em cima dos navios por acaso…..somente depois com a frequência cada vez maior desses ataques, eles se deram conta dessa nova “tática”….

Nilo

Pensei desta forma rsrs obrigado Srs., sendo neste caso sem novidade para marinha americana.

Last edited 3 meses atrás by Nilo
Daniel

A história mostra que não foi bem assim. Morreram 2500 kamikazes. Mas mataram aproximadamente 7.000 marinheiros e deixando outros 4.000 feridos. Fora o terror psicológico causado nas tripulações aliadas . . . Nada mau. Mas tenho sérias dúvidas se os militares brasileiros chegariam nesse nivel de devoção ao país.

Bosco

Nada mal?
Gastaram 2500 caças e pilotos para matarem 7000 inimigos?

Altair Cabral

Essa atitude não mostra eficácia ou eficiência na vitória em um ataque.

Nilo

Pois é meu caro, vc e Bosco para tacar instigar as duvidas, isso é bom rsrsrs

Killdery Cipriano

Não acho que dariam conta

H.Saito

Melhor comparação seria com os Patrol Torpedo Boats usados pelos Norte Americanos durante a Segunda Guerra.

Marcelo L.

Acho que bastaria um drone de uns R$ 1.000,00 + granada.

RSmith

Vai ficar um pouco difícil já que o monitor Paraíba opera nos rios do Mato Grosso do Sul …

Augusto José de Souza

No caso seria o 9ºDN e os seus navios classe Raposo Tavares e o seu batalhão de ações ribeirinhas que enfrentariam eles.

Paulo

Nao sao lanchas de patrulha, sao lanchas de ataque com misseis (missile boats), descendentes da Komar sovietica. Tem navegabilidade bem limitada e soh conseguem operar proximo da costa, em estuarios e saidas de portos

Vinicius Soares

Esse é o objetivo. É fato público que esse tipo de lancha representa o grosso da frota de superfície iraniana pq são baratos, rápidos e em grande quantidade são um problema pra qualquer agressor.

Bosco

O problema de países pobres proporem soluções baratas mas eficientes é que os países ricos podem imitá-los enquanto aqueles não podem imitar as soluções caras e eficientes dos países ricos.

Talisson

A unica solução relativamente barata que os EUA e aliados lançam mão em países pobres são revoluções coloridas, como o passe livre/não vai ter copa no Brasil em 2013/14, praça Maidan, Venezuela em 2019/2020, Belarus e Cazaquistão em 2021, queda do Inran Khan em 2022, feministas no Irã em 2023. Nem vou citar a primavera árabe pois ali foi muito dinheiro. Fora esses casos, de desestabilizações plantadas de dentro pra fora, compactuo com a visão do Alesandro Visacro de que os EUA seguem a guerra de segunda geração, encostando uma frota com porta aviões e descem o sarrafo, mesmo para… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Talisson
Bosco

Me poupe.

Afonso Bebiano

Talisson, você perdoe meu ceticismo, mas os EUA não têm esse poder todo, não.

Se eles fossem tudo o que dizem deles, provavelmente já teriam criado o Oceano Mongol, fazendo submergir a Rússia e a China juntas, mediante movimentos das placas tectônicas que formam a crosta terrestre.

No máximo, eles aproveitam alguma insurgência local, provocada por insatisfações contra um regime hostil aos interesses americanos, e tentam surfar essas ondas.

Talisson

Exato. Desestabilizações internas são assim mesmo, não se planta a revolução, se rega um descontentamento já existente e ele se tornará uma revolução. A Revolta Árabe na I GM foi mais ou menos isso. Todas as potências fazem isso. Os fãs dos EUA acima fizeram cara feia, mas EUA não são os únicos a fazer isso. Olha o Equador, quer crise mais suspeita que aquilo?

Rudney

Nos poupe… e quem está preocupado com o que os Houtis gastaram “em toda a existência”? Um só míssil que eles acertem, o custo é alto demais. Vai explicar isso para os navios mercantes que eles estão atacando…

Talisson

Quando falamos de conflitos estamos falando de pessoas e da percepção humana das coisas. Vai explicar pro povo iemenita que a maior epidemia de cólera da história recente é menos importante que a segurança dos navios. Eles não estão nem aí pra isso. Mas falando de guerra, admiro como os britânicos moveram os beduínos para atrapalhar o esforço de guerra otomano, com o gênio do TE Lawrence fazendo a sua parte e não posso deixar de reconhecer que os organizadores do movimento houthi realizaram um feito, na minha opinião, à altura. O resto é torcida, tipo, TE Lawrence é herói… Read more »

João Augusto

O duro é imitar um navio que opera próximo da costa para desdobramento transoceânico. Quer dizer: o problema é que os países ricos estão engajados em conflitos bem longe de seus territórios. O motivo cada um que escolha.

DanielJr

O adversário teria que “amaciar” a Venezuela em mar aberto, com os navios oceânicos mais afastados lançando mísseis de cruzeiro.

Para uma aproximação com o litoral, acho que fariam com alguma formação de navios + vigilância aérea/submarina especialmente empregada para essa operação. Ficar sendo alvos de mísseis antinavios vindo desses pequenos barcos não é uma boa ideia. Uma hora a defesa dos navios é furada e aí não tem volta.

Ciclope

Contra barcos pequenos e rápidos assim, submarinos são inúteis, assim como grandes navios de superfície pois seu armamento de tiro rápido não tem alcance além dos 20km. Nesse caso, a estratégia seria destruir as suas bases, ou usar helicópteros ou drones armados com pequenos mísseis. Lições da guerra da Ucrânia, armas leves e pequenas no mar, se mostraram letais contra navios. A diferença é que essas lancha são tripuladas e disparam missesi . Muito em breve, acredito que se já não tem, o Irã e a Coreia do Norte, já devem estar planejando drones aquáticos como os ucranianos estão usando.… Read more »

Fabio Araujo

E com ondas de “amaciamento” para sobrecarregar as defesas AA.

Nilo

MB já deveria está com projeto de um com morteiro de 120mm, com uso conjunto de drones para geo localização, em desembarque de margens dos rios amazônicos seria fundamental.

CR Sertao

Drones + está embarcação aí trabalhando em conjunto deve dar trabalho.

Jagder#44

+ 1 game changer comuna

Willber Rodrigues

Essa embarcação tem calado pra navegar em rios amazônicos tambem?
Porque, se tiverem, um barco desses com 2 ou 5/4 mísseis de cruzeiro, imagino que dariam uma boa flexibilidade pra quem as tiver na região…

Fernando Vieira

Com um calado de 0,7m ela navega até no Paraíba do Sul e no Tietê.

Fabio Araujo

Acho interessante esse tipo de barco, tanto os armados com foquetes quanto com mísseis. Na Amazônia e no Pantanal uns barcos com foguetes para o EB e para os fuzileiros seria uma boa e acho que nos navios patrulhas menores podiam ter mísseis, temos um litoral muito grande e precisamos de meios grandes, médios e pequenos para cobrir todo o litoral uma parte desses meios pequenos podiam ter mísseis.

Bardini

Os venezuelanos estão usando o ambiente fluvial para mitigar a vulnerabilidade dos seus ativos. Acontece que com o a avanço das tecnologias, tanto dos meios de comunicação/sinais, quanto dos meios de engajamento, embarcações militares ou civis, atuando em ambiente ribeirinho tornaram-se cada vez mais vulneráveis, podendo ser “caçadas” com certa facilidade por loitering munitions em um conflito… . Além disto, com a democratização do drone, significa que mesmo agentes não governamentais, como guerrilheiros, vão ter capacidade de causar danos contra embarções neste ambiente. . Trazendo esta questão para o Brasil, acho que seria muito importante dentro da renovação de nossa… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Bardini
Fernando "Nunão" De Martini

Bardini. Acho a ideia muito boa. Mas prefiro começar com algo ainda mais simples e dentro do conceito de módulos de missão e distribuição de funções (para que não se concentre tudo num único alvo de maior valor). Já falei disso aqui diversas vezes, por anos: um meio derivado das atuais EDVMs e das LOpRib, talvez um meio termo entre o tamanho (e desempenho) de uma e da outra: https://www.naval.com.br/blog/2013/05/20/amrj-lanca-a-4a-embarcacao-de-desembarque-de-viaturas-e-materiais-casco-132/ https://diarionline.com.br/?s=noticia&id=123889 As lanchas seriam “caçambas” para receber conteineres de missão diferentes, conforme a necessidade: ou com morteiro, ou com canhão antiaéreo e Manpads, ou com lançadores de foguetes de 70mm,… Read more »

Bardini

Além dessa linha que você trás, na abordagem do uso de embarcações de carga geral, existe o exemplo já apresentado e discutido, que seria o emprego de balsas de transporte. . Balsas podem agregar um grande benefício, que é o fato de que podem ser projetadas com compartimentação de tal foma, que as torne muito difícil de afundar, mesmo quando atingidas por multiplos ATGMs ou loitering munition. . Uma grande balsa poderia talvez receber um sistema de defesa aérea móvel de baixa altitude, como o que o EB busca. Claro que seria necessário verificar se estes sistemas contariam com a… Read more »

Vitor Botafogo

Qual o calado maximo para navegação nos nossos principais rios ?

Fabio Araujo

Nós produzimos lançadores de foguetes de 70mm para helicópteros e ainda tem o Armadilho da Mac Jee que tanto como ou outro poderiam ser adaptados para as lanchas e navios que operam nas regiões fluviais!

Fernando XO

Prezado Bardini, a configuração do sistema de armas como proposto é bem interessante, mas acredito quenao seriam incluídos equipamentos para Guerra Eletrônica (avaliação rápida de minha parte).
O emprego de balsas é outra ideia muitíssimo válida, mesmo porque tem toda cara do conceito de base de combate ribeirinha.
Permita-me apenas ressalvar o papel de escolta de comboios, uma vez que a progressão pela via fluvial só ocorre quando a margem não é contestada, ou seja, está em nosso controle.
No mais, bela contribuição para o debate… cordial abraço.

Bardini

O que observo, dentro dos combates ribeirinhos decorrentes das ações da invasão russa na Ucrânia ou das ações dos americanos, quando em pratrulha no oriente médio, é a crescente necessidade de empregar sistemas GE para defesa de embarcações. . Barco de patrulha ucraniano sendo destruído por uma loitering munition Lancet. . Fast Patrol Cutters da USCG dotados de sistemas de GE, visando localização e interceptação de UAS de pequeno porte. . Dentro das capacidades de agentes governamentais operando de forma regular, o acesso a munições cada vez mais performantes já é uma realidade, como assistimos no tocante as loitering munitions.… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Bardini
Fernando XO

Prezado Bardini, você trouxe bons pontos… muita coisa evoluiu nesses 15 anos passados desde o meu comando na Amazônia… infelizmente, apesar de bem pontuadas as possibilidades da GE, não acredito que veremos tal capacidade em meios distritais, embora eu mesmo tenha sentido falta disso no meu período a bordo de NPa classe Grajaú… cordial abraço…

Vicari

Prezados:

Motivado pela sugestão do Bardini sobre o Skynight, visitei a página do EDGE. A Halcon possui, além do MANSUP, outro MAN, de porte e características semelhantes (https://edgegroup.ae/solutions/has-250). A empresa vai manter 2 produtos no mesmo nicho?

Fernando "Nunão" De Martini

O Mansup é bem mais leve, com menor alcance (embora a diferença nesse caso seja relativamente pequena no caso do Mansup ER) e tem carga explosiva também menor. Provavelmente tem custo menor.

War

Nada que um drone FPV e uma carga explosiva não resolva, esses mísseis em cima iriam dar um lindo show de fogos!

Marcio Pereira

A Inglaterra maior força aérea do mundo nunca vai colocar navios para esse combate.as a força aérea Inglesa detona esses navios em menos de uma hora

Bernardo

Vi mta gente falando da questão estratégica ou tática dessas embarcações. o objetivo delas é dar trabalho em grande número. isso que é o efeito dissuasivo. além do Irã a Finlândia também usa uma estratégia parecida, mas com barcos muito maiores. A Finlândia já teve condições de bater de frente com a armada soviética (ou até russa)? Não. Então é mostrar que vai dar trabalho e não vale a pena tentar (ou que sairia caro). isso antes da entrada na OTAN, agora muda a estratégia. na questão venezuelana existem dois fatores além desses: 1) falta de dinheiro. a marinha venezuelana… Read more »

Tutor

É por causa de coisinhas como essa aí que a Coréia do Norte figura entre as maiores marinhas do mundo, em número de embarcações né.

Justiceiro Hroth-Beorht

E, nos hein? Só temos as barcaças de aluminio da nossa “poderosa” Marinha.

Bigliazzi

É para levar a sério isso… Se numa base fixa em terra esses foguetes já são um desperdício de dinheiro, imagine numa traquitana dessas

Adriano

rapaz tu deixa disso, a surra que as forças armadas da Venezuela vai levar será pior que a surra que os argentinos tomaram dos ingleses.

Dasson

Brasil precisa de escolas, hospitais, laboratórios, moradias e não de armas.

Santamariense

Tudo que você falou é verdade com exceção do trecho “ e não de armas”. Não são coisas excludentes.

Alois

Estes Barcos tem meios de engajamento próprio?? Acredito que não, então sua capacidade de combate precisa de ajuda externa, localização, distância etc, o Irã usa em quantidade, enxames, junto com outros modelos, talvez na Venezuela fiquem “escondidos” no aguardo de alvo de oportunidade, mas ainda assim em regiões ribeirinhas não se tem navios de porte, então usar esses mísseis e mostrar a posição, nessas regiões barcos artilhados, com morteiros e manpads fariam mais sentido. O exército sei que já testou usar obuses em barcaças, o que pode ajudar no apoio de fogo.

Wilmer

Existem 2 verdades; a verdadeira verdade e a verdade que os interesses econômicos transnacionais das grandes potências querem impor. A verdade é que a região a oeste do rio Esequivo é um legado da Venezuela de sua independência da coroa espanhola. A verdade imposta é aquela que os governos dos Estados Unidos e da Inglaterra querem impor ao mundo. Sua grande estratégia sempre foi “dividir para reinar”. É por isso que não me surpreende ver os países vizinhos da Venezuela dispostos a defender os interesses dos Estados Unidos e da Inglaterra com supostas táticas de combate. O triste é que… Read more »

Ciclope

Pega um drone, caça ou satélite e tenta achar uma lancha dessas camuflada , debaixo de árvore num rio amazônico que desemboque no mar ou numa Bahia. Até você achar e atacar, se ela não ficar saindo de posição, você vai ter que ficar Com a sua marinha a pelo menos 70km de distância de um possível ponto de desembarque anfíbio.
Agora pense em 40 lanchas dessas 2 missesi cada, e lembre a dor de cabeça dos Houtis estão dando ao Ocidente agora.

BraZil

Pois é. Só uns três desse aí, já seriam uma séria ameaça a um PA Brasileiro, desde que dentro do envelope dos mísseis…só chorando mesmo…

Skyme

Piada! Só duas embarcações? Duvido muito que o Reino Unido não faça movimentos militares para defender sua antiga colônia! Agora o Brasil precisa investir o mínimo na defesa…nossa marinha perde para a da Colômbia e a da Bolívia! Com nossa extensão territorial precisamos de no mínimo 4 submarinos nucleares.

Franz Piratininga

Porta aviões para a Marinha do Brasil? Para defender quem? A Nação Brasileira está órfã de pai e mãe, fomos traídos.

Marcelo Andrade

Nossa, US Navy, tremei!!!!! Agora o Maduro vai dominar o Atlântico e o Caribe!!!!! Socorro!!!!

Marcelo Andrade

Pessoal, antes de comentar pesquisem no mapa como a Venezuela vai levar isso aí para Roraima ok?

Salomon

“Barco”?

josebaldo

Marinha da Venezuela… Só não podem tentar combater um navio de cruzeiro!

Carlos

Isso q me assusta…Projeto simples e barato e que tem enorme possibilidade de afundar ou deixar fora de combate corvetas ou até fragatas….pq nossa Marinha tb não investe nestes tipos de projetos?!