Mais informações sobre o contrato assinado entre a SIATT e Marinha do Brasil para compartilhamento da tecnologia do MANSUP

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A SIATT e a Marinha do Brasil, por intermédio da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha, assinaram contrato para o compartilhamento de tecnologia do sistema de armamento do MANSUP (Míssil Antinavio Nacional de Superfície). O acordo permite que a empresa, mediante pagamento de royalties, possa utilizar, produzir, comercializar e prestar serviços, no mercado nacional e internacional, de tecnologias referentes ao MANSUP.

O termo de contrato foi celebrado em março durante uma cerimônia realizada no auditório do Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PIT), onde está instalada a sede da SIATT.

Compuseram a mesa do evento o Almirante de Esquadra Edgar Luiz Siqueira Barbosa, Diretor-Geral de Material da Marinha (DGMM), o Vice-Almirante Rodrigo Otavio Fernandes de Hônkis, Assessor de Assuntos de Indústrias de Materiais de Defesa, da DGMM, e o Contra-Almirante Carlos Henrique Lima Zampieri, Diretor de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM).  Na mesa estavam ainda o Presidente do Conselho de Administração e o Diretor-Presidente da SIATT, Azhaury Cunha Filho e Rogerio Salvador, respectivamente, e o Diretor-Presidente do Grupo EDGE Brasil, Marcos Degaut.

O evento foi acompanhado pela equipe SIATT que participou do desenvolvimento do MANSUP.

Durante a cerimônia, o Contra-Almirante Zampieri destacou a importância deste contrato para o projeto MANSUP.

“Este verdadeiro marco no dia de hoje terá o condão de garantir o fluxo de atividades e de recursos necessários à conclusão do projeto do míssil Mansup. Toda esta empreitada finalmente assegurará em um futuro bastante próximo, que se avizinha, o desenvolvimento do Mansup de alcance estendido, que promoverá um salto tecnológico ainda maior na capacidade de defesa e proteção da nossa Amazônia Azul”, disse o diretor da DSAM.

O Contra-Almirante Zampieri finalizou o seu discurso agradecendo o empenho da equipe da SIATT.  “Nesse momento eu registro, não só por dever de justiça, mas por gratidão a todos os envolvidos no projeto MANSUP, os senhores e senhoras, bravos competentes e persistentes brasileiros, que com trabalho árduo superaram o desafio do ineditismo e permanentemente nos ajudam a transformar esse sonho, em princípio tão distante, em realidade.”

O Almirante de Esquadra Edgar também destacou o empenho dos profissionais envolvidos no projeto MANSUP. “É bom ver este auditório cheio, com vários funcionários da SIATT, celebrar esse momento importante, o sucesso que tem acontecido, várias etapas que foram conquistadas, vários desafios que foram transpostos ao longo dos anos, e vários personagens aqui presentes e outros que não estão presentes, mas sonharam lá atrás também. Temos que agradecer à SIATT e também ao Grupo Edge, que acreditou neste empreendimento, a Fundação Ezute e Omnisys. É um momento histórico e de muita satisfação. Parabéns a todos por esta conquista e que continuemos trabalhando juntos e concretizando cada vez mais esses nossos sonhos”, disse o Diretor-Geral.

Emocionado, o CEO da SIATT, Rogerio Salvador, relembrou toda a trajetória do projeto MANSUP e citou cinco sentimentos que, para ele, expressam o significado daquela cerimônia: gratidão, superação, realização, confiança e alegria. “Não é uma obra de uma pessoa, mas de uma centena de pessoas de todos os lados – da Marinha, dos operadores, das empresas participantes e da SIATT. É uma construção conjunta de muitas mentes brilhantes que colocaram o seu esforço, sua competência e o seu coração em prol do projeto”, ressaltou Salvador.

Sobre a SIATT

Com sede em São José dos Campos (SP), um dos principais polos tecnológicos do Brasil, a SIATT (Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico) possui uma equipe de profissionais altamente capacitados, comprometidos com a inovação e o desenvolvimento tecnológico do Brasil.

Certificada como EED (Empresa Estratégica de Defesa) pelo Ministério de Defesa do Brasil, possui um longo histórico de projetos bem-sucedidos em colaboração com a Marinha e o Exército.

É uma empresa que projeta, desenvolve e fabrica sistemas integrados com alto valor tecnológico visando atender os mercados nacional e internacional, com desenvolvimento tecnológico agregado de última geração em setores estratégicos.

DIVULGAÇÃO: SIATT / Rossi Comunicação

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Alex Barreto Cypriano

E, através da SIATT-EDGE, ToT pro EAU. Brasileiro é tão bonzinho…

Allan Lemos

Pois é, o mesmo acontecerá com o MTC-300 se/quando venderem a Avibras. Em 1500 os nativos davam pau-brasil em troca de espelhos e outras quinquilharias, metaforicamente, a situação não mudou.

F-39 Gripen

A propiedade intelectual do MTC-300 é do EB.

Luiz Carlos

“A propiedade intelectual do MTC-300 é do EB.”
E você acredita nisso?

—— EDITADO ——

Falaram o mesmo do Guarani, e …….

Felipe

Ué mas o que a ver ???? O Projeto to.do do Guarani é do EB meu caro, componentes podem ser fabricados tanto aqui como lá fora. Você tá misturando o corpo do blindado com o recheio. Lembrando que 80% do Guarani é nacionalizado.

Diego Tarses Cardoso

Mais ou menos, motor e transmissão não tem em todo lugar e não são iguais. Se tiver que trocar um deles, dependendo do desenho teria que reprojetar o veículo e realizar novos testes.

Seria como começar do zero.

Euclides Ferreira

A Avibras é uma empresa privada.

Felipe

Mas estratégica nesse caso discordo.

ln(0)

Será que os índios não achavam que vir aqui buscar madeira uma besteira também? Ou é só porque temos registros pela versão portuguesa que achamos que os índios eram bobos?

Gabriel

até onde eu sei, o MANSUP é propriedade intelectual da MB, o que garante proteção nesse caso.
além disso, nada impede uma cláusula contratual justamente para manter o Brasil no controle do conhecimento (se é que já não há)

os caras vem lá do deserto árabe dispostos a injetar milhões de dólares e desenvolver tecnologia bélica com braço e cérebro nacionais, num mundo cada vez mais armado, e tem gente achando ruim ❔ Basta o almirantado ter 2 neurônios funcionais (o que é difícil, eu sei) que o Mansup e demais projetos ficam protegidos aqui…

Thor

Pois é… quem tem neurônios são os foristas aqui…
Modéstia passou longe e arrogância abunda…

Tallguiese

Na verdade a sociedade brasileira nem sabe que isso existe, e o estado brasileiro não se importa muito com isso. tem nada de ser bonzinho ou não. A empresa quer sobreviver com ou sem o estado participando. o brasileiro só não se importa e pronto é isso!

J Moura

Brasileiro quer saber do carnaval, da seleção brasileira, e se o Vasco vai ser rebaixado

Willber Rodrigues

“O acordo permite que a empresa, mediante pagamento de royalties, possa utilizar, produzir, comercializar e prestar serviços, no mercado nacional e internacional, de tecnologias referentes ao MANSUP.”

MB finalmente aprendendo algo com a FAB e investindo em produtos que, além de agregarem pra própria FA, tambem tem apelo comercial e boas expectativas de exportação. Finalmente.

Alex Barreto Cypriano

A força armada, salvo engano por interdição constitucional, não pode fazer negócios, por isso usa estatais independentes ligadas ao comando. Uma tabelinha. Mas se a tecnologia hauriu recursos da MB (originados no
orçamento federal) em pesquisa, desenvolvimento e teste, não poderia ser comercializada por terceiro, ainda mais em jointventure com empresa estrangeira – isso seria uma privatização dos recursos públicos originais…

Willber Rodrigues

Não vou discutor sobre essa lei pois, sendo sincero, não a conheço.
Mas se fosse realmente ilegal, a FAB já teria sido impedida de receber royalties de vendas do ST e 390 a muito tempo, já que esses 2 exemplos só existem graças ao financiamento da FAB nesses projetos, e que foi criado e comercializado pela Embraer.

Alex Barreto Cypriano

Wilber, na verdade a proibição não é da CF-88 mas é do Estatuto dos Militares que proíbe militar da ativa ser dono ou sócio de empresa podendo ser apenas acionista ou quotista. Lei 6.880, 9 de Dezembro 1980, Art. 29. O quadro diretor da EmGeProN, por exemplo, têm oficiais da reserva, eles não estão infringindo ao Estatuto. Quanto aos Royalties, a MB pode receber royalties que venham de atividade comercial como se fosse uma empresa qualquer ou o próprio Estado? Bem, royalties variam de 1 a 20% do valor da venda. Se o míssil valer 5 milhões de Reais, a… Read more »

Wilson

Resta saber quais os cargos pós-reserva que já estão escolhidos para estes que, hoje, assinaram o contrato pela MB.

Last edited 1 mês atrás by Wilson
Sequim

Você está confundindo as coisas. Quem recebe royalties é a União Federal, não o órgão público ou os militares que nela servem. No caso dos Tucanos e do KC 390, não é a FAB quem recebe os royalties, mas sim a União Federal. O mesmo se dará com o MANSUP. No caso do MTC -300, sendo a tecnologia desenvolvida pelo EB, na verdade é a União Federal quem é dona da patente. Mesmo se a AVIBRAS for vendida para algum grupo estrangeiro, a dona da patente continua sendo a União Federal, que poderá ceder tal tecnologia em troca de royalties.

Camargoer.

Olá Sequim. No caso das universidades, a patente é dela. Ela recebe royalties ou pode ceder a patente para uma empresa, mas tem a questão jurídica que garante a autonomia univesitária.

Não sei como funciona no caso dos projetos militares.

Sequim

Professor, as universidades são autarquias ou fundações, então têm personalidade jurídica própria. Diferente das FAs, que são órgãos públicos.

Fernando XO

Prezado, acho que você está confundindo CPF e CNPJ quando cita a vedação prevista no Estatuto dos Militares… e o valor dos royalties tem definida sua destinação, a qual, obviamente, não configura “lucro particular”…

Alex Barreto Cypriano

Qual a destinação dos royalties depois que eles caírem no caixa do dono da patente, o Estado?
Tive um comentário retido, justamente sobre valores registrados de investimentos do Estado na SIATT, obtidos do Portal da Transparência. Assim fica difícil debater qualquer coisa…

Fernando XO

Prezado, a destinação dos royalties está prevista em contrato, como não poderia deixar de ser… caso queira saber esses termos, sugiro buscar o canal apropriado.

Camargoer.

Olá XO. A FAB eventualmente abre mão dos royalties para viabilizar uma exportação. O ganho tributário de exportar um avião é muito maior que os royalties pagos por uma aeronave vendida.

Fernando "Nunão" De Martini

Só para complementar:

Royalties são basicamente uma forma de mitigar o investimento, feito com dinheiro público, no desenvolvimento. Afinal, a Marinha bancou esse desenvolvimento pagando os serviços e produtos fornecidos pela Siatt, Omnisys e Avibras e que geraram os protótipos do Mansup (e agora o lote pré-série).

Se esse retorno vem de outras formas, não há problema em abrir mão de royalties em casos determinados.

ln(0)

Até onde sei (e não é muito) o dinheirodos royalties vai para o Tesouro Nacional e lá o estado usa no que entender melhor. Não é obrigado a repassar para FAB, ou MB, ou EB (no caso dos projetos militares).

Alex Barreto Cypriano

Quer saber quanto de recurso público investido foi privatizado na SIATT-EDGE? Portal da Transparência registra 161,5 milhões de Reais pagos aa SIATT desde 2017. Degaut articulou a venda da SIATT pro EDGE enquanto ainda estava no governo Bolsonaro e depois de exonerado aboletou-se na EDGE, que Bannai diz ‘happens to be’ no ramo de Defesa. A MB não ganha nada com o negócio (o royalty de fome vai pra União, certo?) e ainda forçará o contribuinte a pagar por míssil (ao custear a aquisição de armas da força através da rubrica Defesa no Orçamento Federal) o preço que o conglomerado… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Fernando XO

Prezado, foi um bom negócio, o preço não é que a EDGE quer e não serão “3 bilhões” de investimento…

Camargoer.

Olá Alex… consta que a FAB injeto cerca de R$ 3 bilhões no desenvolvimento do KC390 (posso estar errado e a memória pregado uma peça, mas com certeza era da ordem de bilhão ou bilhões).

São poucos os projetos militares nos quais as empresas empenhas seu pŕoprio capital

Snake

Cara vc reclama de tudo, coitado de___________________

EDITADO

Alex Barreto Cypriano

Mas a reclamação tem fundamento ou não: reclamar (criticar, questionar) é ato neutro, sua quantidade não informa sobre sua pertinência. Não obtive, de tantos colegas comentaristas, nenhuma resposta conclusiva.

Camargoer.

Olá Alex. Além disso, a empresa precisa ter um registro sobre o tipo de atividade que realiza. Uma empresa de prestação de serviços, por exemplo, não pode ter atividade industrial. Itaguaí era uma empresa para construir submarinos. Foi preciso alterar o seu registro para permitir que construísse navios para participar da licitação do navio polar No caso militar, a Imbel é o braço industrial. Ela pode produzir e comercializar armamentos e munições, mesmo que a União seja dona de 100% da empresa (ao contrário da Petrobras, onde a União é a majoritária, mas tem sócios privados) Sobre patentes, as universidades… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Alex Barreto Cypriano

Sobre os Royalties advindos do MANSup eles, segundo li, poderiam retroalimentar pesquisa e desenvolvimento dos institutos do detentor da patente. De toda forma, só há dotação se houver pesquisa. O difícil, também, é saber patente de quê pois tem lei que cobre de sigilo, ao menos temporário, patentes afetas aa segurança nacional. Ate 2014, FAB (seus institutos de inovação tecnológica) possuía 80 patentes, a MB, 29 e o EB, 23.

Mauricio

O mesmo vai ocorrer entre o EB, Avibras e a tal compradora australiana e o míssil Avmtc300??

Desc

Mansup???
Ainda estou sentado esperando.

Marcelo R

Brasileiro é tao bonzinho….. né…Passados 500 anos, continuamos trocando pau-brazil e ouro por espelinhos e micangas…
Depois que conseguimos ter um missil que seja importante…. uma empresa estrangeira compra a SIATT, e voltamos a idade da pedra…

Felipe

50% foi vendida , outros 50% são do Brasil, isso se chama parceria.

Fernando XO

Prezado Marcelo, a SIATT ainda cumpre os requisitos para manter-se como EED… o controle ainda é de brasileiros… não regredimos… abraço..

Snake

Perde seu tempo explicando não irmão, pessoal põe na cabeça que o céu é amarelo e pronto

Camargoer.

Olá Xo. Além disso, é preciso uma empresa para produzir o míssil e comercializa-lo. A MB não tem esta capacidade. Só se ela criasse uma estatal…,

Alex Barreto Cypriano

Eu acho que deveria ser estatal toda ou grande parte da indústria de defesa… E composta de homens das forças adequadamente formados. De toda maneira, é o contribuinte que paga tudo, mesmo…

Marcelo R

Por falar da bondade dos brasileiros…
O que foi feito do casco do Garcia D’Avilla, ninguem falou mais nada, sumiu???
foi afundado ou vendido para scrap???

Luiz Carlos

Não há novidades alguma nesse acordo.
A MB fala para SIATT; olha, industrializa para min, vende e em cada venda, me paga royalties+ adicional por venda.
Simples, mesma fórmula usada no mundo todo desde os primórdios.
Ps: E olha que alguns ” especialistas” de fóruns de defesa, criticaram o projeto dese seu anúncio, agora está “babando” com o resultado !

Camargoer.

Olá Luiz. A MB não tem capacidade de produção de mísseis ou munições. Parece um investimento elevado e um complicador para a exportação do produto.

É preciso uma empresa que os fabrique.

Seria preciso criar a “Embramíssil”

Fernando "Nunão" De Martini

No caso de munições para armamento de tubo / cano, elas são fabricadas em instalação da Marinha gerenciada pela Emgepron.

https://www.marinha.mil.br/emgepron/pt-br/fabrica-de-municao

https://www.marinha.mil.br/emgepron/sites/www.marinha.mil.br.emgepron/files/fichatecnica/lt_municao_naval_0.pdf

Mas isso não invalida seu argumento, foi só uma observação. O fato da MB ter sua própria fábrica de munições tem raízes históricas.

Alex Barreto Cypriano

A fábrica produz calibre que nem usamos…

E isso é algum problema?

Se produz, é porque há demanda e alguém encomenda e paga.

Alex Barreto Cypriano

Não, não é problema, não, Nunão. Foi um elogio (acho que de tanto reclamar, tomam tudo que eu escrevo como critica…). É prova de que vende pra cliente que os usa. Isso é bom, ter uma carteira de clientes que ultrapassa a paróquia, não é?

Ok, perdão por ter interpretado mal as reticências no final do seu comentário, elas são um recurso linguístico que dá margem a ambiguidade.

Sobre exportação, concordo, a produção e venda dessa munição indica a diversos clientes que o produto tem qualidade. Melhor ainda se a variante 3P também fizesse parte do portfólio, como já faz no caso da munição 40mm/L70.

Luiz Carlos

Kkkk sério ?

Fernando "Nunão" De Martini

Desenvolva melhor a pergunta, quem sabe assim eu responda.

Luiz Carlos

Se não tem competência para entender, não é culpa minha

Ricardo Torres

Cara, como tú é grosso e mal educado…..

Em quase todos os seus comentários, sempre grosserias…..para um comentarista novato por aqui, vc vai acabar sendo bloqueado!

Luiz Carlos

Mas foi exatamente o que escrevi.
Só sou contra outra “Inbel” naval.
Autarquia inútil e incompetente.

Ricardo Rosa Firmino

Mas e aí??? Testes finais, encomenda, produção, novas versões melhoradas, etc nada?? Fica só nesse lenga lenga…Não sai disso.. Por isso que na minha visão, tem que comprar de prateleira, pronto pra uso..pelo que o Brasil investe em defesa, não compensa desenvolver..

Felipe Morais

se você deixasse a revolta um pouco de lado e se ocupasse de ao menos ler o texto, veria que trata justamente de uma nova versão em desenvolvimento.

Snake

Boa, meus parabéns, comentários aqui só vão melhorar e subir de nível depois que começar as catracadas

Ricardo Rosa Firmino

Não é revolta não, é constatação, programa militar no Brasil não vai adiante…mas sonhar não custa nada né?? Fica aí sonhando, daqui uns 15 anos esse programa vai estar no mesmo lugar..sem encomendas, sem novas versões, se nada..ah talvez um protótipo preservado no Museu da Marinha….

Snake

E irmão tomo uma do cara aí de baixo heim🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Ricardo Rosa Firmino

Tomei não, não sou emocionado como uns que comentam aqui, tudo iludido achando que um dia esses projetos irão progredir