O primeiro NaPaOc (Navio Patrulha Oceânico) da MB deve entrar em serviço em 2011. O quinto e último do primeiro lote, em 2015.
Os cinco NaPaOc devem sair por R$ 800 milhões, valor que inclui a a compra do projeto e a transferência de tecnologia de construção. Os navios serão construídos em estaleiros privados.
O projeto favorito parece ser o de origem alemã (FASSMER OPV 80), de 1.700 toneladas de deslocamento, o mesmo da classe do PZM Piloto Pardo, da Marinha do Chile, mostrado nas fotos.



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É um bom navio porem poderia ser mais veloz e ter um canhão de maior calibre.
E o projeto da inace? tudo bem que é patrulha, mas esse navio alemão não é pouco armado não??
com certeza vai haver uma briga boa , e os franceses nao vao ficar para traz facilmente com suas gowind
Pergunta aos marujos, a EMGEPRON já não tinha um projeto, ou esboço de projeto de um NaPaOc?
Não teria condições de desenvolver um projeto, com o conhecimento adquirido ao longo de tantos anos?
existe sim projeto de napaoc… as classe inhaúma, porém, o que era pra ser um excelente navio patrulha oceanico, tornou-se um péssimo escolta…o que interessa é o projeto de escoltas… cadê? o que vale é poder no mar, não presença fictícia…
Há quem garanta que a Engeprom é completamente incapaz de tocar um projeto de alto nível.
E pela lista de projetos da marinha, em que pese o contingencimento de verdas, muitos deles esbarraram também na incompetência da Engepron.
Sobre as Inhaúma, nao vamos misturar as coisas. Ainda que muito semelhantes às Vosper Mk.10/classe Niterói, foram baseadas em projeto alemão de corvetas e foram construídos desde o início para serem navios de combate, não patrulhas oceânicas. O problema das Inhaúma pode ser resumido em: peso excessivo em áreas sensíveis do navio, especialmente com o canhão/estrutura/carregado do Mk.8 na proa; altura da superestrutura; e desenho antiquado da proa.
Problemas que eu imagino não ocorrerão no NaPaOc, uma vez que este será realmente menos armando que uma corveta mas terá alguma capacidade de auto-defesa.
Como é um navio militar de porte médio, não creio haver empresa ou estaleiro nacional capacitado a desenvolver o projeto desde o início. O caminho, portanto, é esse mesmo que a MB pretende seguir: adquirir um projeto pronto, bem sucedido, e copiá-lo aqui adquirindo o máquinho de know-how junto aos engenheiros responsáveis pelo projeto inicial.
Particularmente eu penso que temos que deixar de acreditar demais nas maquetes. Muitas vezes elas revelam apenas uma intenção e não um projeto claro e bem estruturado, militarmente viável, robusto e capaz de atender às necessidades das forças armadas.
Maquete é maquete; navio de guerra capaz de cumprir a missão, ter baixo custo de manutenção, ter ótimas características marinheiras, ter uma hidrodinâmica e um conjunto motriz que garanta uma velocidade de cruzeiro condizente com os demais navios da esquadra, ter um alcance digno de um navio de batalha, respeitar a padronização dos meios e ainda dar o mínimo de conforto e segurança à tripulação, é outra completamente diferente.
E antes q venham os céticos…
É navio de PATRULHA, não escolta…
Não precisa-se de misseis e defesa de ponto em um patrulheiro…
Se fosse assim a policia iria as ruas fazer ronda de Leopard2!
Bom Dia Senhores
O meu muito obrigado e a minha reafirmativa de apreço e admiração ao blog e seus moderadores em tempo muito obrigado GALANTE e NUNÃO
Forte Abraço Senhores
[...] Fonte: Pode Naval Categories: Defesa, Naval, Negócios e serviços, Sistemas de Armas Comentários (0) Trackbacks (0) Deixe um comentário Trackback [...]
Se fosse assim a policia iria as ruas fazer ronda de Leopard2!
Aqui no RJ não seria má idéia!!!
O entreguismo frances do governo Lula tem que ter um fim imediato!!!
As forças armadas tem que ter liberdade em avaliar e selecionar aqueles meios que de acordo c/ suas necessidades são os mais adequados.
O dia que o Mauricio R. ficar contente com algo o mundo acaba ha hhah a
[ ]´s
Alfredo, apenas um pequeno adendo ao su coment
“Antes que venham os que não fazem ideia pra que serve um Navio de Patrulha” (ao invés de ceticos)
no mais, perfeito !
Abs
Mod MO
BRONCO1…
MESMO DERIVADAS DAS MK-10, AS CCI, FORAM CLARAMENTE ALTERADAS DO PROJETO INICIAL, EX…ALTURA DO MASTRO ABSURDA, PARA QUE PUDESSE TER MAIOR EQUILÍBRIO PARA ENTRADA DE MAIS ARMAMENTOS… CANHÕES DE 40mm APERTADOS NO CONVÉS, E UM “BACALHAU” NÍTIDO NO PISO, POIS NO PROJETO INICIAL, ELES NÃO ESTAVAM LÁ… AS ACOMODAÇÕES DE TRIPULANTES, PARECEM GAVETAS DE CEMITÉRIO, E FORAM INCORPORADOS MAIS BELICHES DESDE O SEU LANÇAMENTO… CENTRO DE OPERAÇÕES APERTADO DEVIDO A QUANTIDADE EXCESSIVA DE EQUIPAMENTOS ADAPTADOS… E OUTRAS COISAS MAIS….
AGORA MAQUETE É MAQUETE, CONCORDO COM VC, QUE FAZER A MAQUETE FUNCIONAR É OUTRA COISA…
FRT ABRÇ …SDS
O projeto alemão, testado no Chile é mto interessante.
Com a triste experiência do evento Air France AF447, espero que esteja sendo levado em consideração no projeto do NPaOc, que será um navio SAR por excelência, a capacidade de operar organicamente os novos helicópteros EC725 ou SH-70, de dia e de noite, com sol ou chuva.
http://www.naval.com.br/blog/?p=11569
A classe “Piloto Pardo” só possui capacidade de operar helicópteros menores, até o porte do Super Lynx (que normalmente não embarcariam nos NPaOc, especialmente os distritais) o que, na minha ótica, já é uma limitação que poderíamos prescindir nesta oportunidade.
Já foi comentado que o NPaOc deverá ter um canhão de 76mm. O canhão dos “Piloto Pardo” é de 40mm, o que, por si só, já traz alguma preocupação sobre o impacto que um sistema mais pesado vai ter no projeto final.
Cabe lembrar que naquele evento SAR, houve necessidade de operação de um helicóptero Black Hawk da FAB com uma fragata classe Niterói, que não podia recebê-lo para pouso e reabastecimento.
O que eu sugeriria, então? Alguma coisa semelhante (atenção críticos: “semelhante” não significa “igual”) à classe “Commandante” italiana, que desloca 1.500 ton. Uma modificação no projeto poderia aumentar a autonomia, ficando dentro das 1.800 ton de deslocamento da especificação da MB.
http://www.naval.com.br/blog/?p=15405
http://www.naval-technology.com/projects/commandante/
Deve se ter em mente que os NPaOc podem significar a “alforria” dos escoltas (fragatas e corvetas) hoje empregados em missões SAR, que então poderiam se dedicar exclusivamente à sua atividade-fim: o contínuo preparo para o combate. Sem falar na redução de custos operacionais.
A intenção é de contribuir com ideias.
[[ ]]
GHz
Esse me parece um verdadeiro patrulha mesmo, não um downgrade de Corveta. A Gowind francesa não seria mais o caso oposto? Um navio com real capacidade de combate, mais assemelhado a uma Corveta?
Alguém sabe se já existem reais competidores ou a marinha está avaliando livremente as opções existentes?
A vantagem da “Commandante” italiana é que é um design existente e em uso, ao contrário da “Gowind”.
aliado a esses navios poderiamos tem avioes de vigilancia aerea com radares poderosos e avioes çaças baseado em terra pode ser até o tucano e claro as corvetas nas imediações. Poderia se pensar em plataformas com radares tudo interligado.
Olha so galera sou carioca ,estou morando em salvador,no dia 7 setembro teve a parada naval aqui em salvador com os navios do 2 distrito naval,mas e vergonhoso de ver a corveta cabocla porra aquilo e um lixo, que ja deveria virar sucata, e navios minagem niguem mais fala da renovaçao dessa frota, nos sim deveriamos desenvolver um projeto nacional de navio patrulha oceanico mas bem armados q esses projetos lixos essa e minha opiniao
Tenho uma revista Militar “Tecnologia e Defesa” de 1999, e nela aparece uma propaganda da Emgepron, que diz.
Contrução, Reparos e modernização de Navios de Guerra
“Principais produtos”
Corvetas; Submarinos; Navios-Patrulha; sistemas Taticos e de Guerra eletrônica, entre outros sistemas, só pra citar alguns.
Achei que fosse-mos capazes de construir pelos Navios Patrulha, será que é propaganda enganosa.
Na Real. Afinal de contas o que é a EMGEPRON ela faz jus ao seu nome?
Pedro Paulo, recomendo ua leitura no Arte NAval … e depois do be a ba vem dizer o que eh lixo o que nao eh m… nem vou entrar no merito sobre o que eh a CV Caboclo (tipoexplica pra que ela serve que eh perda de tempo ….uando na “Sapiencia Navalis” )
Ei, vc se formou quando em “Sapiencia Navalis”
eita …
Mod MO
“GHz em 12 Set, 2009 às 14:40
A classe “Piloto Pardo” só possui capacidade de operar helicópteros menores, até o porte do Super Lynx (que normalmente não embarcariam nos NPaOc, especialmente os distritais) o que, na minha ótica, já é uma limitação que poderíamos prescindir nesta oportunidade.
Já foi comentado que o NPaOc deverá ter um canhão de 76mm. O canhão dos “Piloto Pardo” é de 40mm, o que, por si só, já traz alguma preocupação sobre o impacto que um sistema mais pesado vai ter no projeto final.
GHz,
Pelo que sei, o Piloto Pardo foi equipado com canhão de 40mm “provisoriamente”, podendo este ser substituído por modelo de maior calibre, o que estaria contemplado no projeto. Sobre os helis, posso estar errado, mas creio que também já li (preciso checar) que o convoo dessa classe pode operar helicópteros de porte médio, só não pode hangarar. Preciso checar isso, porém.
No mais, é um projeto que me deixaria satisfeito. Com motores um pouco mais potentes que a versão chilena, para uma velocidade máxima perto de 22 nós, ficaria perfeito. Resta saber detalhes como a facilidade / velocidade para lançar e recolher lanchas pelos bordos.
E, é claro, surpreendeu-me o prazo para entrada em serviço, 2011, com o último dos cinco em 2015 (???!!!). Para cumprir um prazo desses, só construindo lá fora (o que pode sair mais barato, diga-se de passagem…)
Saudações!
Finalmente uma noticia sobre os NaPaOc’s
Achei que fosse crime falar sobre eles. Não havia lido nada nos últimos meses a respeito.
Parabéns ao Blog!
Nunão,
Se forem selecionados 2 estaleiros privados, ao invés de apenas 1, talvez seja possivel cumprir esses prazos.
Roberto,
Ainda assim, prazo bem curto para o primeiro. Vide o tempo de construção dos dois primeiros NaPa 500 lá no Ceará.
Sobre o que escrevi no outro comentário:
Fui no site do fabricante e creio que, no caso de estarem corretos os dados sobre as provas de mar que a Fassmer publicou no ano passado, em que a velocidade máxima com carga total aproximou-se de 22 nós, minhas ligeiras objeções em relação ao assunto seriam infundadas.
De qualquer forma, vi nas especificações do fabricante que a classe pode chegar a 25 nós (obviamente, com motores mais potentes que os escolhidos pelos chilenos, mas creio que a grande preocupação deles foi com o alcance – muito bom, diga-se de passagem, e imagino que a da MB também seja)
Quanto ao convoo, fiz uma confusão: o máximo de peso para operar no convoo seria de 7.000 toneladas mesmo. Para operar algo maior, como os SeaHawk que a MB encomendou (só como exemplo de dimensão e peso) já seria necessário o irmão maior dele, o OPV90, bem justo. Seguem dados do fabricante para os OPV80, OPV90 e sobre as provas de mar (para quem precisar de tradução, sugiro o tradutor do google, mas o inglês do texto está bem fácil de qualquer forma)
http://www.fassmer.de/english/unternehmen/aktuelles/pressemitteilungen/presse_2008_07.html
Press Release 07/08
First Fassmer OPV 80 Delivered
On 13th of June the first of two Fassmer OPV 80s was handed over to the Chilean Navy. Fassmer is more than proud that its first OPV 80 has very successfully passed all tests and sea trials. All technical requirements were met or even exceeded to the full satisfaction of the Chilean Coastguard who will operate the vessel within the Chilean Navy. At the same time the project has been a great success not only for Fassmer but also for the Chilean shipyard ASMAR.
Extensive sea trials, partly carried out under heavy sea conditions in the South Pacific Ocean, gave proof of excellent sea keeping qualities of this highly sophisticated and modern OPV 80 design. Running with its two 4.080 KW engines at 100% MCR, at full load displacement, a maximum speed of 21, 7 knots was measured; 0, 7 knots more than contractually required. In the same way the OPV did fully comply with all other technical requirements. It was especially noted that manoeuvrability, noise and vibration, as well as the EMI were in line or even better than the strict project requirements. Although naval standards have not been applied in general, they have been met in most important aspects.
Remarkably, the OPV fulfilled the performance requirements for transit, patrol, naval air operations and weapons and sensor systems according to NATO STANAG 4154, being one of the most capable platforms for helicopter operations of its size.
The OPV80 has been designed to Lloyds Register of Shipping Rules for Ships, with notation for high level of automation (UMS) and will be registered according to Lloyd´s Naval Rules.
In the meantime Fassmer has been successful to sell similar OPV´s to the Navies of Argentina and Colombia. The Argentinean Navy plans to build up to 5 OPV 80 within the next few years whereas the Colombian Navy will build one Fassmer OPV 80 at COTECMAR Shipyard. In this case Fassmer has been awarded a contract to supply not only the design but also technical assistance, logistic support and the complete material package.
Fassmer offers the well proven OPV 80 including various options such as completely integrated combat systems, stern – launching ramp for high speed boats, PTI / PTO propulsion configuration, Ice-Class, among others.
Very recently Fassmer introduced an increased OPV design with a total length of 92 m; the Fassmer OPV 90. This increased OPV version is offered with a maximum speed of up to 28 knots, a range of up to 12.000 nm and with a crew capacity of about 100 persons. This new version is also suitable to integrate a variety of military payload and enlarged helicopter platform capabilities.
For more detailed information please contact Fassmer under harald.fassmer@fassmer.de or rene.quezada@fassmer.de
OPV 80 – Main Dimensions:
Ship Platform
Length overall
80,60 m
Beam moulded
13,00 m
Design draught
3,60 m
Displacement
1760 t
Speed
up to 25 knots
Range
up to 12.000 nm at 12 knots
Crew
up to 50 + passengers/troops (50)
Classification
LR +100 A1 + LMC UMS or eq. GL
Capacities
Fuel
300 M3
Fresh water
48 M3
Propulsion (Chile OPV)
Main Engines
2 x Wärtsilä 12 V 26, 2 x 4080 KW
Propeller
2 x CPP
Bow thruster
2 x 200 KW
Helicopter Capabilities
Helicopter dimensions
Up to 18 m (D size)
Helicopter take-off weight
Up to 7.000 kg.
Services
Hangar, HFIR.
OPV 90 – Main Dimensions:
Ship Platform
Length overall
92,90 m
Beam moulded @ L/2
13,16 m
Beam moulded @ transom
14,00 m
Design draught
3,80 m
Displacement
1900 t
Speed
up to 28 knots
Range
up to 12.000 nm at 14 knots
Crew
up to 60 + passengers/troops (60)
Classification
LR +100 A1 + LMC UMS or eq. GL
Capacities
Fuel
300 M3
Fresh water
50 M3
Propulsion
Main Engines
2 or 4 Diesel Engines, single line or CODAD.
Propeller
2 x CPP
Bow thruster
2 x 200 KW
Helicopter Capabilities
Helicopter dimensions
Up to 20 m (D size)
Helicopter take-off weight
Up to 10.000 kg.
Services
Hangar, HFIR, capture and traversing system.
Para operar nesses Navios OPV, o ideal seriam Helicópteros Utilitarios tipo Agusta A-109LUH, semelhantes aos usados pela USCG, Bell 412 ou uma versão Naval do Panthers, não vejo necesssidade de helicópteros medios nesses Navios.
Nunão,
Obrigado por ter liberado meu post.
Pois, é, os OPV80 “Piloto Pardo”, conforme operados pelo Chile, só embarcam Dauphin, não podem operar Super Puma.
Na MB, na prática só operariam com UH-12/13 Esquilo, o que siginifica não voar à noite/ mau tempo, ter alcance menor e transportar menos carga/passageiros. Acho isso uma restrição severa para um NPaOc. Imaginemos o NPaOc em ação SAR perto da costa africana, nos limites da área de responsabilidade brasileira.
O OPV90 aparentemente teria condições marginais para operação do EC725, que será o principal helicóptero SAR da MB. O helicóptero teria que operar uns 1.500 kg abaixo do seu peso máximo na decolagem somente por conta da limitação estrutural do convoo.
E falar em OPV90 seria o mesmo que falar de outras classes que não são construídas no estaleiro chileno ASMAR, como a “Commandante” e a “Gowind”. Isto se estivermos partindo do pressuposto de que seriam construídas no exterior, o que, de certa forma, contraria a END.
Fala-se de uma padronização de meios com outras marinhas sulamericanas, mas ainda não vejo vantagem nisso para nós (e sim para eles).
Acho que os NPaOc serão construídos aqui mesmo, a partir de um projeto pronto, mas com modificações locais.
[[ ]]
GHz
Challenger,
A MB não dispõe, nem tem previsão de dispor, de nenhum desses helicópteros que o Sr. citou.
[[ ]]
GHz
Além do peso no caso do Sea Hawk tem ainda o problema do tamanho. Ele é em geral bem mais comprido do que helicópteros do mesmo peso.
A cauda fica p/ fora, desde que o footprint do trem de pouso e o diametro do rotor principal girando fiquem em segurança sobre o convoo, deve haver um gabarito a ser preenchido, a cauda pode ficar prá fora.
Outra classe de OPV que poderia operar com EC725 seria uma versão simplificada do projeto SIGMA holandês.
http://www.damen.nl/PRODUCTS/SIGMA_-_CORVETTES.aspx?mId=8632
[[ ]]
GHz
Para bons entendedores meia palavra basta. Alemanha, mais uma bela chance para reverter o mal estar com a Marinha do Brasil e provar que pode transferir tecnologia.
Se olharem para a frente, podem ainda fazer bons negócios com o Brasil. Vamos tentar novamente.
Abs
“Mauricio R. em 13 Set, 2009 às 12:33
A cauda fica p/ fora, desde que o footprint do trem de pouso e o diametro do rotor principal girando fiquem em segurança sobre o convoo, deve haver um gabarito a ser preenchido, a cauda pode ficar prá fora.”
Hmm, é mesmo, olhando agora fotos do Sea Hawk, o tripé traseiro do trem de pouso parece ficar bem mais pra frente do que no Black Hawk.
Ué…
E o projeto alemão das novíssimas Corvetas K-130??? Por que não aproveitá-las???
“Os alemães já informaram que irão apresentar o projeto de suas fragatas da Classe “Sachsen” (Typ 124) e, caso haja interesse por parte da MB, também apresentariam o projeto das modernas fragatas Typ 125. Além disso, estariam dispostos a oferecerem as corvetas da Classe “Braunschweig” ( K130) para o projeto dos futuros NaPaOc.
http://www.naval.com.br/blog/?p=362
http://www.naval.com.br/blog/?p=944”
Vão dizer “NaPoOc não é Corveta…” mas…. como a estrutura dela é “modular”, em caso de algum distúrbio, pode-se inserir os módulos de armamentos e sensores…
E pelo que sei, a Marinha Alemã está adorando esta classe. E com a velocidade que este navo consegue empreender, as fainas de SAR seriam executadas com uma rapidez muito maior.
Àh, e nem preciso dizer que, com o orçamento que possuimos (e mesmo que aumente com o pré-sal) ele poderá ser reduzido da noite pro dia – como de 4 em 4 anos, dependendo somente de quem tem o “Poder da Caneta”. E essa Corveta, só com motores, consegue dar 26nós (acho que atualmente na MB, só as Classe Greenhalgh consegue tal façanha).
E, para sustituir as “Inhaúma”, poderia ser adquirido, futuramente, mais algumas unidades para atuar como Corvetas de fato (até mesmo na 2ºfrota). Em um dos links que postei acima, o “Konner” faz uma explicação muito boa sobre os mísseis RBS-15 Mk3 suecos, com alcance máximo de 200km.
E pelo seu bom nivel de automação, o gasto com o pessoal reduz drasticamente.
Cabe ressaltar que, em caso de conflito real na região da “Amazônia Azul”, teremos que ter armamentos adequados para que se possa “reagir” (entendo como “reação” a nossa capacidade de proporcionar a maior quantidade de danos ao inimigo, com o menor emprego de “plataformas” possível – isso só será conseguido com a utilização de mísseis – vide os navios missileiros chineses).
Meu sonho de curioso em assuntos da MB:
Uma comparação entre o projeto da Corveta Barroso e um NaPaCo de projeto mais atual.
Como leigo total em construção naval, ler frases curtas e muita afirmativas, na maioria pseudo-explicativas, não tem efeito nenhum.
Tem-se criticado os jornalistas leigos, mas a contradição e passionalidade dos “entendidos” não ajuda em nada.
Quem sabe uma alma caridosa e verdadeiramente conhecedora, não monta um desenho de perfil das supracitadas embarcações, ou fotos, e nos esclareça.
PORQUE A CORVETA BARROSO NÃO DEVE SER USADA COMO NAPACO!
Afinal, quando a mesma foi “lançada” ao mar, só li elogios. Será que o silêncio sobre a mesma indicaria erros grotescos de projeto, construção e operacionalidade?
Os UH-12 são inadequados para operações no Mar e operações na Antartica, como vc disse eles tem varias limitações como capacidade de carga, alcance, são monoturbina e transportam apenas 5 pessoas, e a MB provavelmente tem ciencia disso.
O Agusta A-109LUH, Bell 412 e o Dauphin são candidatos ideais para essa vaga, ótimos também para os Esquadrões Distritais.
Um bom Exemplo é A-109 Power do HITRON (Helicópter Interdiction Tactical Squadron)da Guarda Costeira Americana.
Enquanto o nosso querido BRASIL vacila e muitos aqui se preocupam com os americanos nos invadindo e comendo nossas criancinhas a la estilo finado Michel Jackson rsrsrsrsrssr
no Noroeste da America do Sul
Chávez confirma projeto nuclear com a Rússia e mais gastos militares
13/09 – 21:05 – EFE
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CARACAS – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, confirmou neste domingo que o país desenvolve um projeto nuclear civil com apoio da Rússia, nação que concedeu ao governo venezuelano um crédito de US$ 2,2 bilhões para a compra de armamento.
“O governo russo aprovou um financiamento de US$ 2,2 bilhões para as despesas com armamento. Graças ao apoio do presidente russo (Dimitri Medvedev) e do primeiro-ministro (Vladimir Putin), foi possível comprar armamento para aumentar nossa capacidade de defesa”, disse Chávez em seu programa “Alô Presidente”.
Reuters
Chávez em seu programa dominical
Nos últimos anos, a Venezuela comprou equipamento militar russo, como 24 caças-bombardeiros Sukhoi-30, 50 helicópteros MI-17, M-26 e M-35 e 100 mil fuzis AK, tudo isso por mais de US$ 3 bilhões, segundo fontes russas.
Segundo o governante venezuelano, o novo arsenal inclui 92 tanques T-72 e “um poderoso sistema antiaéreo” com um número não revelado de foguetes “reativos”.
“Já assinamos o contrato para estes aparatos”, disse Chávez, ao mostrar fotografias do chamado “sistema reativo de 300 milímetros ‘Smerch’, com um alcance de até 90 quilômetros”.
“A Venezuela não tem planos de invadir ou agredir ninguém, mas eventuais agressores devem saber que em breve começaremos a montar estes foguetes com seus respectivos radares”, declarou o presidente.
“Não temos nada escondido”, destacou Chávez, que já havia anunciado que faria tais aquisições há meses. No dia 5 de agosto, o chefe de Estado venezuelano disse que “não gostaria de gastar um centavo em armas”, mas os Estados Unidos o obrigam a fazê-lo.
Sobre seu projeto de desenvolvimento da energia nuclear, Chávez previu hoje que será acusado de querer chegar à bomba atômica, mas o presidente disse que a iniciativa obedece ao acordo que Medvedev assinou em uma visita à Venezuela em novembro de 2008: um convênio geral para a cooperação do uso da energia nuclear com fins pacíficos.
Acordem enquanto ha tempo senhores
SDS Senhores
“Jorge em 13 Set, 2009 às 20:43
PORQUE A CORVETA BARROSO NÃO DEVE SER USADA COMO NAPACO!”
Jorge, trata-se de uma embarcação projetada e construída para cumprir missões de escolta, não de patrulha. Se o projeto poderia ser adaptado para futuros NaPaOc, é uma outra questão, mas creio que embarcações de menor deslocamento e com projetos que propiciem melhor adequação à função (ex: operação rápida de lanchas, tripulação reduzida, custos menores de operação) seriam mais interessantes.
Chegou-se a discutir bastante nos fóruns, blogs e listas, tempos atrás, até a possibilidade de adaptar as Inhaúma (fazer um “downgrade”) para essa função, e confesso que me interessei bastante pelo tema. Mas não é essa a visão da MB.
Saudações!
Este projeto alemão não satisfaz o que a MB quer. São detalhes internos que ele não tem como oferecer. O que seriam? Uma coisa que não posso dizer, mas existe.
O projeto da Vosper é interessante, mas a Gowind tem muitas versões e pode ser forte concorrente tb.
Creio que uma das coisas mais importantes seria a capacidade de receber um Helicóptero pesado.
E isso, este modelo alemão ( Piloto Pardo) não tem.
Caro Nunão.
Do que você e os colegas postaram, posso entender que por princípio, as disposições internas de um NaPaOc são diferentes de uma Escolta, diferenças essas que inviabilizam qualquer adequação da Corveta Barroso e/ou Inhaúma.
Nesse aspecto, perdeu-se o investimento feito no projeto e construção das mesmas. Já que nada se aproveitará delas.
Já entendi que um NaPaOc, não foi feito para enfrentar uma embarcação ou aeronave de guerra. Em caso de conflito deve retornar à segurança de sua base.
Por esse motivo, não precisa ter nada além de metralhadoras e canhões até 57mm. Eventualmente dispositivos de defesa contra lança-foguetes portáteis (vide os “piratas” somalis), se é que existem para esse tipo de embarcação.
Um adendo. Seria interessante estudar como ficarão os procedimentos de patrulha oceânica, com esse “fantasma”. Ou seja, alguma tripulação doida de um navio mercante em atividade suspeita, “atacar” um NaPaOc.
Retornando. Deve ter uma tonelagem e porte adequado para uso em alto mar, visando o conforto e segurança da tripulação.
Claro que nas condições abaixo, só um NaPaOc de 80.000 toneladas.
Capacidade para operar helicópteros do porte do EC-725 (Caracal) a ser fabricado no Brasil.
Não precisa ser veloz. Algo em torno de 22 nós/h está de bom tamanho, menos para quem espera ser socorrido. É óbvio.
Nesse caso, seria viável ter pelo menos 1/5 das embarcações adquiridas, de mesmo porte porém com velocidade bem superior (+35 nós) para esse tipo de situação, ou bastaria o helicóptero para agilizar o socorro?
Grato por eventuais correções.
Jorge,
É por aí mesmo.
A adaptação do projeto (mais do que do navio já completado) é possível, mas creio que dificilmente seria melhor que um projeto concebido para as funções específicas de um NaPaOc. Mesmo para escoltas, as necessidades de muitas marinhas modificaram-se sensivelmente desde o projeto da Barroso, com as necessidades de operações mais eficientes de lanchas rápidas sendo incorporadas, inclusive com rampas à popa, capacidade de levar frações de tropa etc. Características que são mais importantes ainda, na maioria dos casos, para NaPaOc (embora cada marinha tenha sua necessidade).
22 nós é uma boa velocidade máxima, desde que o desenho do casco permita que, em condições de mar grosso, não se perca tanto desempenho (chega a cair pela metade, mas isso ocorre mesmo com navios de maior porte – exceção é o LCS, que pode chegar a 40 nós). Não creio que ter parte da frota com velocidade de 35 nós ajude muito – o alcance cairia numa proporção assustadora – o navio chegaria rápido, mas numa região que poderia provavelmente ser atendida por helis de maior porte e alcance a partir de terra no período crítico de uma situação emergencial (havendo condiç~ões de voo, é claro). Mesmo um navio da categoria do Piloto Pardo, que tem um alcance significativo a 14 nós, tem um alcance muito menor quando navegando acima de 20 nós.
Enfim, há muitas variáveis para discutir e soluções de compromisso é o que se costuma buscar, para atender à maior parte das situações previstas, e manter uma capacidade razoável nas excepcionais. De fato, tendo-se um navio com convoo capaz de operar um helicóptero de maior alcance, em situações de emergência, minutos ou horas preciosas podem ser economizados. Se bem que, numa situação como a do vídeo que você postou, não dá nem pra pensar em operar helis!
Saudações!
Aí vai mais um exemplo de NPaOc moderno que opera com helicópteros médios.
http://navy-matters.beedall.com/opvh.htm
Realmente não concebo NPaOc nos dias de hoje sem esta capacidade. Lembrando que o convoo maior também facilita a operação de VANT.
[[]]
GHz
Este modelo, é exelente, O Chile comprou o projeto da alemanha, levou dois anos para construir (em ASMAR-Chile), já estão navegando (2 Unidades). Pelo que sei a Argentina tem planos para construir 4 Unidades. O Fato do Brasil comprar o projeto ja pronto e testado vai ser exelente para adquirir essa experiencia. Não duvido que logo mais o Brasil esteja projetando novos e bons navios por enquanto comprar projeto pronto é uma medida inteligente. Não da para fazer todo ao mesmo tempo do contrario vamos ficar apenas em boas ideias. Já existem projetos demais e estamos avanzando muito e em muitas áreas. Ficaria muito contente que estes modelos sejam fabricados no Brasil so que acho que 5 unidades são insuficientes, precisariamos pelos menos 10 unidades. Apenas acho que deveriam ser pelo menos 10 nudos mais velozes.
[...] Vencedor de projeto para NaPaOc da MB sai em 2010 Tagged with: FASSMER • NaPaOc • OPV90 Se você gostou desse post, compartilhe! [...]
Cade nossas defesas de ponto decentes. meu deus do ceu… temos meia duzia de fragatas caindo aos pedaços com sistemas obsoletos e misseis ridiculos… poderiamos investir nisso, isso sim importa.. o q adianta lota o oceano com NavPat.
Vem meia duzia de sukoi e afunda as plataformas e as escoltas q temos a 250Km de distancia.. enquanto nossos Modernos sistemas de misseis só tem alcance de 15km, 20km… RIDICULO!!!!!!!!!!!!!
Acredito que esta seja uma opção válida. Eu já imaginava que precisariamos de algum tipo de embarcação com o fim principal de patrulha oceânica, uma vez que o deslocamento de uma fragata ou, corveta é muito caro e, nem sempre ágil. Além disto, uma unidade deste porte pode ter uma presença mais efetiva para as ambições brasileiras de guardar sua costa e, recursos obitidos na zona exclusiva. Penso que devemos ter mais do que 5.
Entendo que a MB já tem um navio de patrulha, com capacidade de guerra, é o projeto das fragatas leves. Não acho correto estar procurando novos projetos, feitos por marinhas de mares interiores. As condições do atlântico são totalmente diferentes. Basta modificar o armamento das nossas fragatas leves, como por exemplo: canhão de 76 mm, quatro misseis antinavios, torpedos antinavios/submarinos leves, missil antiaéreo até 15 Km e helicoptero.Assim teremos patrulhas oceânicas, com poder de combate e melhor – com nossa tecnologia – vamos valorizar o que é nosso???Seria um bom começo! O próximo passo – vamos projetar um navio de guerra na classe 3.500ton, depois sim, um navio de 6.000 ton, mas todos com projetos nossos, chega de comprar idéias estrangeiras e não desenvolver nossa tecnologia.
Somente para completar um pensamento estratégico.
Prezados colegas.
tecnologia e idéias se desenvolvem com trabalho, capital e tempo.
Quando vemos um projeto americano, inglês ou francês, ficamos todos loucos em copiar ou comprar, mas não pesquisamos para descobrir, que aquele projeto é fruto de trabalho, pesquisa e investimento de vários anos. Ninguém faz milagre, devemos acreditar em nossos engenheiros e investir.Sem isto, nunca teremos tecnologia, capital, trabalho e desenvolvimento.
Vamos copiar dos países desenvolvidos, SIM, MAS A ORGANIZAÇÃO, NÃO OS PROJETOS. ASSIM SEREMOS NO FUTURO… MAIS RICOS.
ABRAÇOS.