Primeiro disparo de desenvolvimento do MDCN - scalp naval - foto DGA

Em nota divulgada na quinta-feira, 4 de julho, a DGA francesa (direction générale de l’armement – direção geral de armamento) informou a realização com sucesso do primeiro disparo de qualificação do Míssil de Cruzeiro Naval (missile de croisière naval – MDCN). O disparo foi feito em 1º de julho nas instalações de Biscarosse do centro de ensaio de mísseis da DGA, e foi representativo de um disparo feito a partir de uma fragata.

O teste contribuiu para validar o desempenho de navegação autônoma e também a guiagem terminal (por reconhecimento infravermelho). O MDCN, que segundo a nota tem um alcance de “centenas de quilômetros” e é derivado do míssil de cruzeiro aerotransportável Scalp, deverá equipar navios da o tipo FREMM (frégates multi-missions) e submarinos da classe “Barracuda”, para uso contra alvos estratégicos. Seu desenvolvedor e fabricante é a MBDA.

Para saber mais sobre o míssil e disparos anteriores, assim como assuntos relacionados, clique nos links da lista a seguir.

FONTE / FOTO: DGA (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em francês)

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QUEM É Fernando "Nunão" De Martini

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

16 Comentários para “Mais um teste bem-sucedido do Míssil de Cruzeiro Naval francês”

  1. cristiano.gr 5 de julho de 2013 at 15:05 #

    Será que o parceiro estratégico consegue comprar?

  2. Fernando "Nunão" De Martini 5 de julho de 2013 at 16:40 #

    Se o outro lado da parceria estratégica financiar em condições competitivas, por que não?

    Eu, porém, aguardaria os primeiros testes (ao menos estavam previstos para breve) daquele míssil de cruzeiro da Avibras antes de tomar qualquer decisão a respeito, pois caso o dito-cujo se mostre promissor, uma versão naval seria especialmente interessante.

    Mesmo porque primeiro precisa aguardar o Governo Federal escolher um naviozinho para comprar para depois colocar uns foguetinhos nele, sendo que antes disso, na fila, já tem aviãozinho esperando há 15 anos para também comprar…

  3. Fernando "Nunão" De Martini 5 de julho de 2013 at 16:47 #

    Já essa pergunta vai para o MO:

    Esses mísseis de cruzeiro estariam na medida para instalar nos novos Amazonas e também nos Macaé!!! O que você acha, MO???????

    😀

  4. Luiz Monteiro 5 de julho de 2013 at 17:05 #

    Prezado Cristiano,

    Nos requisitos estabelecidos pela MB para os escoltas de 6.000t não estão contemplados mísseis de cruzeiro.

    Todavia, nada impede que os mesmos sejam adotados no futuro.

    Abraços

  5. cristiano.gr 5 de julho de 2013 at 18:35 #

    Eu sou de trabalhar com os 2, nacional e francês.

    Não vejo os navios como armas, vejo os mísseis como armas e os navios como meios de transporte e abrigo dos mísseis. Qual o poder ofensivo, ou mesmo defensivo, de um navio armado apenas com canhões e defesa AAé? Militares de uma nação mal intencionada, bem armada, podem até rir se for usado contra eles navios com canhões. A utilidade seria apenas para colocar minas, caçar minas, defender de submarinos e prestar vigilância e monitoramento com os radares. Mas e para tirar de circulação outros navios, abater aviões ou defender de mísseis?

  6. cristiano.gr 5 de julho de 2013 at 18:43 #

    Atacar o solo não é de muita importância, hoje, para o Brasil, mas para as demais demandas acima, todos os navios brasileiros novos, de um porte médio para grande deveriam vir com mísseis que imponham respeito a qualquer adversário. Sejam eles antiaéreos ou superfície/navio.

    Pelo menos uma classe de fragata (novas) deveria ser equipada com um bom míssil de cruzeiro.

  7. Fernando "Nunão" De Martini 5 de julho de 2013 at 19:11 #

    Cristiano, não consegui entender direito seus comentários.

    Os mísseis de cruzeiro mostrados na matéria são indicados para atacar alvos estratégicos em terra, e não outros navios.

    Mísseis indicados para atacar outros navios já existem na Marinha do Brasil, são os MM40 Exocet, que equipam praticamente todas as nossas fragatas e corvetas.

    E na Marinha Francesa, para a qual estão em desenvolvimento esses mísseis de cruzeiro MDCN para atacar alvos em terra, o míssil antinavio padrão de suas fragatas também é o MM40 Exocet (estando em introdução a versão mais nova, Block III, que além da capacidade antinavio pode atacar alvos em terra).

  8. MO 5 de julho de 2013 at 22:16 #

    sim Fernandinho, claro, tava conversando com uns truta e ver se da pra fazer o “pacekeeper” ICBM naval VLS suitable for patrol Boat … Os pessoal falaram algo tipo problemas at least de ‘Depth’ nestas classes … (Termo maritimo e naval, nao de profundidade profundica buneca), masss sempre considerar um Sapiencia da vida levar um papo com o “Seo Buneco” … sei la … kkkkkkkkkkkkk (Isso pode ser uma loucuuuuraaaaa’

    Meu .. vai me dizer que alguem cogitou isso …

  9. Ivan 6 de julho de 2013 at 10:25 #

    Zuação… :)

  10. Wagner 6 de julho de 2013 at 11:44 #

    Será que a tecnologia francesa desse míssil é comparável a dos avançados dos russos ou americanos ??

    Ou será que eles usam chips Intel Inside igual aquele episódio dos simpsons mostrou ?? kkkkkkkkkkk

  11. Fernando "Nunão" De Martini 6 de julho de 2013 at 12:26 #

    “MO disse:
    5 de julho de 2013 às 22:16
    Meu .. vai me dizer que alguem cogitou isso …”

    Não recentemente, MO. Mas que já vi gente, tempos atrás, cogitar mísseis de cruzeiro e “baterias de Astros” em navios do porte de OPV eu já vi.

  12. MO 6 de julho de 2013 at 17:17 #

    armaria, crendeupai .. a do Astros eu ja vi tbm, mas do miççeu de 1 cruzeiro foi pior ainda nestes navios … bom, vou falar o que, sapiencia dominando … rssss

  13. MO 6 de julho de 2013 at 19:55 #

    Foto (1) bonitona de Rb´s =

  14. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/07/rb-delphinus-e-rb-saam-xalapa-atracados.html
  • Wagner 7 de julho de 2013 at 10:06 #

    off topic

    ” ST. PETERSBURG, July 7 (RIA Novosti) – The Russian Navy will receive 36 warships in 2013, an unprecedented number in Russia’s history, Navy Deputy Commander-in-Chief, Vice Admiral Alexander Fedotenkov said on Sunday.

    “During this year, 36 combat ships, fast attack crafts and support vessels will join the Russian Navy. This has never happened before,” Fedotenkov said at the International Maritime Defense Show in St. Petersburg.

    Russian Navy warships are now performing missions in all areas of the World Ocean, with over 60 combat ships currently at sea, he said. “”

    Deixo como sugestão ao blog.

    Não é um número soviético, e não é comparável a USN. Mas, prova que a marinha russa está se recuperando. Claro desses 36 tem vários pequenos e de patrulha, tugs, e coisas assim. Mas, mostra que as coisas estão beeeem melhores que na década de 90…

    Eu sabia que eles conseguiriam. Faltam muitos problemas a resolver, MAS, eles estão conseguindo. E isso é o mais importante por hora.

    “” AAII mas os Nimitz são mais bonitinhos, táá’!!” É, eles são bem bonitinhos. Mas Rússia e USA não entrarão em guerra…

    Sds

    :)

  • MO 7 de julho de 2013 at 10:37 #

    NPa classe Macaev ….. rssss = Macaev, Maracanovskiy, …

  • Marcos 7 de julho de 2013 at 16:27 #

    off topic

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