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Enquanto as tensões entre o Ocidente e a Rússia aumentam, um avião de ataque russo realizou um ato “provocativo” no último sábado contra o contratorpedeiro USS Donald Cook, em águas internacionais, informou o Pentágono na segunda-feira (14/4).

Por cerca de 90 minutos, um jato de combate russo SU- 24 fez doze passagens baixas próximas ao navio norte-americano enquanto o mesmo se encontrava em águas internacionais no Mar Negro ocidental perto a Romênia, informou o porta-voz do Pentágono, coronel Steve Warren.

Warren não disse o quão perto o avião russo chegou do Cook. Mas um oficial da Marinha dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse ao Stars and Stripes que em certo momento o jato estava a menos de mil jardas (algo como mil metros) do navio, a uma altitude de apenas 500 pés.

O jato não sobrevoou o navio diretamente, de acordo com Warren.

Warren disse que a aeronave não respondeu a várias consultas e avisos feitos pelo Cook. Não foram disparados tiros e o avião parecia estar desarmado com base em observações visuais feitas por pessoas a bordo do Cook, disse Warren.

Outro SU-24 também estava voando na área, mas não tão perto do Cook como o outro, de acordo com Warren.

” O evento terminou sem incidentes”, disse Warren.

Warren disse que o navio dos EUA nunca esteve em perigo grave, especialmente quando confrontados com duas aeronaves aparentemente desarmadas.

“O Donald Cook é mais do que capaz de se defender contra dois SU-24″.

Mas o Pentágono ainda está perturbado pelo incidente.

“Esta provocante e pouco profissional ação russa é inconsistente com os protocolos e acordos internacionais anteriores sobre a interação profissional entre os nossos militares”, disse Warren.

Warren disse que não houve comunicação entre o Pentágono e o ministério russo da Defesa desde o incidente.

O Cook chegou ao Mar Negro na quinta-feira como parte do processo dos militares dos EUA em tentar tranquilizar aliados na região, na sequência da anexação da Crimeia pela Rússia no mês passado e uma grande escalada militar russa na fronteira oriental da Ucrânia. O navio estava realizando “patrulhas de rotina” no momento do incidente e está agora no porto, na Roménia, de acordo com Warren.

Warren foi perguntado por um repórter se as ações da Rússia poderiam ter sido apenas o resultado de pilotos russos atuando de forma excessivamente agressiva por sua própria vontade.

“Eu teria dificuldade em acreditar que dois pilotos russos tomariam tal atitude por sua conta e risco”, disse ele .

O Pentágono considera este o mais recente incidente no contexto da recente anexação da região Crimeia pela Rússia e o acúmulo de dezenas de milhares de tropas russas na fronteira oriental do país.

“Nós vimos que os russos se comportando de forma não profissional e em violação das normas internacionais na Ucrânia agora por vários meses, e … estes continuados atos de provocação e de falta de profissionalismo não fazem nada para ajudar a situação na Ucrânia, que é o que nós temos pedido aos russos”, disse Warren.

O general Philip Breedlove, o comandante das forças dos EUA e da OTAN na Europa, deverá fornecer aos aliados da OTAN opções para aumentar a defesa da aliança contra a Rússia na terça-feira, incluindo a possibilidade de envio de tropas adicionais dos EUA e da realização de exercícios mais militares na região .

FONTE: Star&Stripes (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original em inglês)

VEJA TAMBÉM:

 

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Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

35 Responses to “Pentágono protesta contra ação provocativa de jato russo sobre navio dos EUA” Subscribe

  1. Ozawa 15 de abril de 2014 at 13:03 #

    Francamante, eu daria ordens de filmar a “provocação” para divulgar à comunidade internacional, caracterizando o dolo do piloto (e seu comando), e na 3ª passagem agressiva abriria fogo contra um deles… E depois apresentaria minhas “lamentações” pelo ocorrido.

    Mas eu não sou o comandante e a única coisa concreta que posso fazer a respeito e postar uma indignaçao.

    A “guerra fria” voltou. Os mesmos aspectos com cenários e atores diferentes.

  2. Leonardo 15 de abril de 2014 at 15:12 #

    Ozawa

    Na boa, vontade é coisa que dá e passa!!!!!

  3. aldoghisolfi 15 de abril de 2014 at 18:12 #

    O mais perto que o russo andou foi a pouco mais de mil metros, numa altitude de mais de cento e cinquenta metros… acho demais falar em rasante.

  4. Vader 15 de abril de 2014 at 18:57 #

    Impressionante como esse governo Obama é fraco e estúpido… Ainda dão mídia pra essas provocaçõezinhas de quinta categoria do Putin…

    Um governo minimamente inteligente ou não faz nada e “deixa o p. torar” pra posar de vítima da truculência russa, ou abate uma aeronave, deixa a outra fugir (pra mandar um belo recado pro Fuhrer Russo) e nega o “incidente” de pés juntos pra comunidade internacional…

    Mas o stablishment idiota que cerca o socialista Obama ainda acha que pode “conversar” com o Czar da Rússia…

    A única linguagem que o russo entende é a FORÇA.

  5. joseboscojr 15 de abril de 2014 at 19:16 #

    Os americanos continuam com a moda de deixar o Phalanx desligado.

  6. juarezmartinez 15 de abril de 2014 at 19:35 #

    aldoghisolfi 15 de abril de 2014 at 18:12 #

    O mais perto que o russo andou foi a pouco mais de mil metros, numa altitude de mais de cento e cinquenta metros… acho demais falar em rasante.

    Caro Aldo! Quando um Soufa travou o radar na Lili ,no Líbano ele chegou a uma distãncia 10 vezes maior do que a deste Russo, tiveram que trocar vários macacões de uniforme do pessoal que estava no centro de operações do navio e o com posterior cheiro forte no ar….
    Este comportamento é visto jargão militar como deboche.

    Grande abraço

  7. Leonardo 15 de abril de 2014 at 21:05 #

    ou abate uma aeronave, deixa a outra fugir (pra mandar um belo recado pro Fuhrer Russo) e nega o “incidente” de pés juntos pra comunidade internacional…

    A única linguagem que o russo entende é a FORÇA.

    Vader

    Não me faça rir!!!!!

  8. Soldat 15 de abril de 2014 at 21:30 #

    “A única linguagem que o russo entende é a FORÇA.”

    Kakakakak é uma pida só ser!!!!!…. kakakak…

    vamos lá Âmis bate no Urso vamos ver até onde vai essa coragem kakakak..

  9. joseboscojr 15 de abril de 2014 at 21:58 #

    Soldat,
    Mas você acha que os russos iriam peitar os americanos por conta de um caça abatido numa situação plenamente justificável pelos americanos?
    Eles iriam lançar um ataque nuclear arrasador contra os EUA por conta de um caça velho e dois pilotos (que provavelmente seriam recolhidos pelos americanos)?
    Tudo bem que russo é macho pra chuchu, patati e patata, mas até eles têm bom senso e querem viver mais um dia mesmo que isto lhes custe um sentimento de orgulho ferido.

  10. Leonardo 15 de abril de 2014 at 23:57 #

    Bosco disse:

    Mas você acha que os russos iriam peitar os americanos por conta de um caça abatido numa situação plenamente justificável pelos americanos?

    Vamos supor que esse fato ocorresse e o Destróier americano abatesse o velho caça russo, o orgulho do urso ficará ferido irá exigir desculpas, gerar todo aquele blá, blá,blá diplomático os pedidos de desculpas dos americanos seriam feitos diretamente por Obama , assim como o Bush fez no episódio da colisão entre o P-3 da US Navy com o caça chines, ok.

    Ai vamos dizer que os russos finjam ter esquecido, pois quem bate esquece!!!!

    E em um episódio parecido abatam uma aeronave americana ou disparem contra um navio da US Navy em águas internacionais, qual deveria ser o comportamento dos americanos, macho pra chuchu também, mandar um porta-aviões para o Mar Negro?

    É aquela velha história: Vento que venta cá, venta lá!!!!

    O mal da galera aqui é achar que diplomacia é tabuleiro de WAR!!!!!!

  11. joseboscojr 16 de abril de 2014 at 0:08 #

    Leonardo,
    Eu acho que quem acha que diplomacia é tabuleiro de WAR é o Putin e o Obama. Eu mesmo só fico sentado na minha poltrona, apreciando e comentando, de longe, e não mexo com nenhuma peça.
    Em relação ao meu comentário, foi em resposta direta ao comentário do Soldat, que me deu a entender que só quem é macho são os russos e que só os americanos têm um mundo a perder no caso de um enfrentamento direto entre as duas potências.
    Eu acho que não! Concordo com você em grau, gênero, e número, que “pau que dá em Chico dá em Francisco”.

  12. Sniper 16 de abril de 2014 at 0:48 #

    Por muito menos, Bush mandaria o METIDO a macho do Putin ajoelhar no milho… Mas a coisa definitivamente ta preta na casa Branca!

  13. Leonardo 16 de abril de 2014 at 1:18 #

    Bosco

    Eu apenas lamento tudo isso que está ocorrendo na Ucrânia e peço a Deus que tudo acabe bem, no mais infelizmente há uma tensão tipo guerra fria, e a mídia no mundo faz muita M cria uma tensão muito maior, houve conflitos, mortes, mas não houve genocídio ou algo parecido por nenhuma das artes envolvidas no conflito, no entanto, criaram uma atmosfera muito ruim.

  14. Leonardo 16 de abril de 2014 at 1:19 #

    Por muito menos, Bush mandaria o METIDO a macho do Putin ajoelhar no milho… Mas a coisa definitivamente ta preta na casa Branca!

    Vou falar o mesmo que disse sobre o comentário do Vader:

    Não me faça rir!!!!

  15. Vader 16 de abril de 2014 at 5:56 #

    Caro Leonardo, sobre a hipótese que falei, creio que é o amigo que acha que o mundo é um tabuleiro de war, e que as grandes potências do mundo só comversam através da mídia.

    Os israelenses VIVEM fazendo isso de mandar “recado de força” e negar de pés juntos o “incidente”.

    E mais: os próprios russos já fizeram esse tipo de coisa mais de uma vez: basta lembrar da Crise dos Mísseis em Cuba. Mesmo hoje, fosse a situação contrária, e o Fuhrer Russo faria EXATAMENTE isso.

    Isso meu caro, como diria Robert McNamara, é LINGUAGEM!

    Ou vc acha mesmo que os russos, na hipótese dada, abririam um berreiro por causa de um caça da década de 70 e um piloto, mostrando assim para o mundo a sua fraqueza?

    Não me faça rir…

  16. juarezmartinez 16 de abril de 2014 at 8:03 #

    Leonardo! Vou meter na conversa:

    Eu diria mais, se fosse o Bush(não gosto dele), Putin não teria feito a metade do que e só fez porque viu que na crise Siria, o o governo americano ameaçou e na hora se borrou,os eurobambis atiraram uma peteca. nunca, nunca mesmo, em realações intenacionais e blefa desta forma, agora o Russo já sabe que poderá passar mais uma dúoia de vezes por cima do AB americano, que talvez la pela sétima passagem ele ligue o Phalanax e trave no avião Russo para assustar….

    Grande abraço

  17. Sniper 16 de abril de 2014 at 8:29 #

    Ops! foi só triscar na virilidade de Putin, que as concubinas já se assanharam todas…

  18. aldoghisolfi 16 de abril de 2014 at 8:30 #

    juarezmartinez, bom dia!

    É isso aí… o russo estava brincando… porque, se quizesse alguma coisa séria, ele se manteria muito mais afastado e com todos os equipamentos de defesa acionados, que nem no caso que relatastes, no Líbano.

    O Tio Sam fez o jogo do russo, quando poderia ter despachado um ou mais dos seus aviões para proteger o Cook, ou até mesmo ppreparar uma bateria de mísseis, coisa que seria detectada no avião.

    Acho que, sem lambança, sairia por cima.

    Abração.

  19. Leonardo 16 de abril de 2014 at 9:36 #

    Vader

    A questão é que piloto do caça acho que mais do que eu, vc e qualquer um aqui, estava ciente do perigo que estava correndo que estava sobrevoando um moderno destróier Aegis se colocando de forma vulnerável, tendo ciência da possibilidade de ser travado pelo Phalanx somente para receber um “susto” dos americanos.

    A questão não gritar por um avião velho abatido, mas a aeronave estava aparentemente desarmada apenas com os canhões que no máximo poderia causar danos, mas não afundaria o navio, isso acontecia diariamente na época da guerra-fria, e não será agora em momento de tensão que os americanos iriam causar um incidente internacional.

    E esse lance de falar grosso não passa de balela, esqueceu do episódio do caça chinês derrubado no incidente com o P-3 da US Navy, o todo poderoso Bush foi obrigado a pedir desculpa públicas ao povo chinês, isso feriu o orgulho americano?

    Creio que não e vc deve concordar comigo.

    Diplomacia é muito mais do que isso mostrar força, orgulho ou qualquer besteirol desses, os próprios russos já recuaram e saíram das fonteiras ucranianas, a tensão vai diminuir e as coisas não irão mudar muito e tudo vai ficar desse jeito que está, a Ucrânia esperneando e a Alemanha, França e EUA tentando falar grosso para defendê-la, mas sem muito a fazer, a Europa já tem problemas demais para arrumar mais um, os próprios britânicos não apoiaram essas sanções contra os russos, mas a Europa está fazendo o papel dela, até quando é que ninguém sabe.

    Lembra do tropa de elite: Para que trocar tiros se pode negociar?

  20. Leonardo 16 de abril de 2014 at 9:59 #

    juarezmartinez,

    Até concordo de certa forma com seu ponto de vista, mas não creio que com o Bush a diferença seria muito grande, lembra da “Doutrina Bush”?

    Eixo do Mal?

    Irã, Iraque, Coréia do Norte, Afeganistão, depois foram incluídos Síria, Cuba, Líbia.

    Salvo Iraque(as armas de destruição em massa que até hoje ninguém encontrou nada) e a invasão ao Afeganistão, e a Líbia foram os europeus que fizeram o serviço, com apoio indireto americano é claro, mas o que foi feito contra esses outros países que bradavam contra o Tio Sam e que o Bush vivia os ameaçando?

    Absolutamente nada, pelo contrário, hoje o Irã e EUA ensaiam uma aproximação para ira dos israelenses, sauditas, esses inclusive se negaram a receber cadeira temporária no Conselho de Segurança da ONU, algo inédito na curta historia da ONU, por um simples motivo uma represália ao governo Obama e sua aproximação com os persas.

    Um abraço.

  21. costamarques 16 de abril de 2014 at 10:36 #

    Caro juarezmartinez,

    No governo Bush o Sr Putin arrasou a Georgia e o mesmo tbm não peitou o URSO!

  22. Observador 16 de abril de 2014 at 12:05 #

    Senhores,

    Este foi um episódio absolutamente sem importância, uma molecagem dos russos igual aos passeios de TU-95 no Canadá e Suécia.

    O DDG não tomou nenhuma providência porque detectou que o avião estava desarmado. Como o tempo dos kamikazes já passou, sequer o sistema antiaéreo foi acionado.

    Estivesse o avião com algum armamento ar-superfície ou antinavio, a conversa seria muito diferente.

    Como vários falaram acima, é uma “linguagem”: os russos apenas disseram “estamos aqui” e a tribulação do DDG entendeu desta forma. Se achassem que fosse coisa diferente, este avião não teria nem feito contato visual com o navio.

    O episódio só ganhou atenção porque os políticos estão com os nervos a flor da pele e a mídia, só para variar, está explorando a notícia.

  23. mdanton 16 de abril de 2014 at 12:19 #

    Já pararam para pensar que esses tipos de condutas na verdade são “insiders” para testar e/ou fazer-se revelar defesas, vontade, impetuosidade, enfim, identificar o inimigos em suas mais variadas formas?
    Fazer “cara de esfinge” é de muita sagacidade anglo-saxônica. Ponto para eles.

  24. mdanton 16 de abril de 2014 at 12:43 #

    O conflito de grandes proporções no leste da Ucrânia é iminente! Fato!
    Cabe aos EUA e Europeus deixar os ucranianos resolverem e prestar somente apoio com informações vitais de satélites e comunicações, armas, mercenários, guerra eletrônica, etc.. Lógico que os russos sabem disso (todo navio tem uma gama enorme de guerra eletrônica e contra informações) e a mensagem que estão mandando é: “Se ajudarem os ucranianos atacaremos a fonte de espionagem/informações. Eu levaria o conflito para as cidades Russas na melhor forma de batalha assimétrica, tai os Chechenos que estão ávidos por apoio em suas investidas em Moscou City. Usem!

  25. juarezmartinez 16 de abril de 2014 at 19:31 #

    eonardo 16 de abril de 2014 at 9:59 #

    juarezmartinez,

    Até concordo de certa forma com seu ponto de vista, mas não creio que com o Bush a diferença seria muito grande, lembra da “Doutrina Bush”?

    Eixo do Mal?

    Irã, Iraque, Coréia do Norte, Afeganistão, depois foram incluídos Síria, Cuba, Líbia.

    Salvo Iraque(as armas de destruição em massa que até hoje ninguém encontrou nada) e a invasão ao Afeganistão, e a Líbia foram os europeus que fizeram o serviço, com apoio indireto americano é claro, mas o que foi feito contra esses outros países que bradavam contra o Tio Sam e que o Bush vivia os ameaçando?

    Absolutamente nada, pelo contrário, hoje o Irã e EUA ensaiam uma aproximação para ira dos israelenses, sauditas, esses inclusive se negaram a receber cadeira temporária no Conselho de Segurança da ONU, algo inédito na curta historia da ONU, por um simples motivo uma represália ao governo Obama e sua aproximação com os persas.

    Um abraço.

    Caro Leonaro! Um adendo ao teu comentário, com o qual concordo parcialmente.

    Os Eurobâmbis só entraram na Libia depois que Tio Sam fez o serviço sujo, tirando os radares as baterias SAM fora do ar.
    Aí foram os Franceses e cia Ltda foram bater cachorro morto.

    grande abraço

  26. juarezmartinez 16 de abril de 2014 at 19:34 #

    costamarques 16 de abril de 2014 at 10:36 #

    Caro juarezmartinez,

    No governo Bush o Sr Putin arrasou a Georgia e o mesmo tbm não peitou o URSO!

    É verdade costamarques, porém a Geórgia não é a Ucrãnia, o buraco é bem mais embaixo, e lá pelas tantas o Bush já estava desgastado o suficiente, penso que se fosse no inicio do mandato a coisa iria ser diferente.

    Grande abraço

  27. Leonardo 16 de abril de 2014 at 20:58 #

    Os Eurobâmbis só entraram na Libia depois que Tio Sam fez o serviço sujo, tirando os radares as baterias SAM fora do ar.
    Aí foram os Franceses e cia Ltda foram bater cachorro morto.

    grande abraço

    Isso é fato, esses eurobâmbis não fazem nada se não estiverem protegidos pelo Tio sam.

    É verdade eu havia esquecido dos ataques pelo mar com mais de 100 mísseis Tomahawk disparados por navios americanos e também britânicos, antes dos Rafales.

    Um abraço.

  28. MO 17 de abril de 2014 at 11:19 #

    eurobambis = kkkkkk

    em tempo, paraquem gosta de porta bunecos noturnicos, mais um =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/04/mv-zenith-9hxm8-suspenendendo-na-noite.html

    13 photos – Cruise Ship Zenith / 9HXM8 leaving Santos

  29. joseboscojr 17 de abril de 2014 at 13:17 #

    Eu não vejo nada demais em haver colaboração e repartimento de funções entre os membros da OTAN.
    Não há razão para que os europeus ataquem sem que antes os americanos hajam, afinal, são aliados.
    Pior é a Rússia e a China que vira e mexe põe seus cães pra brigar mas eles mesmos não dão as caras.

  30. joseboscojr 17 de abril de 2014 at 14:52 #

    Ops!
    O correto é: “Eu não vejo nada DE MAIS em haver ….”.

  31. Roberto Bozzo 22 de abril de 2014 at 10:53 #

    Srs. bom dia. Só pra apimentar um pouco a discussão:

    http://portuguese.ruvr.ru/2014_04_21/Como-Su-24-russo-paralisou-destroier-americano-9182/

    Na semana passada, na Internet russa foi discutido ativamente um comunicado de como um bombardeiro da frente russo Su-24 equipado com um o sistema de neutralização radioeletrônicade última geração havia paralisado no mar Negro o mais sofisticado sistema americano de combate Aegis a bordo do destróier Donald Cook.

    O destróier participava das manobras americano-romenas que tiveram como missão demonstrar a força, diz Pavel Zolotarev, perito em assuntos políticos:

    “Em 10 de abril, o Donald Cook armado de mísseis cruzeiro Tomahawk entrou em águas neutras do mar Negro. Os exercícios tiveram por fim intimidar e demonstrar a força em resposta à posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. Destaque-se que a entrada de navios militares americanos neste espaço aquático contraria a convenção sobre o caráter e os prazos de permanência no mar Negro de vasos de guerra dos países não banhados por este mar.

    A Rússia, por seu lado, enviou um avião desarmado Su-24, para sobrevoar o destróier americano. Contudo, este avião, como consideram peritos, foi equipado com um sistema russo de luta radioeletrônicade última geração. Segundo esta versão, o Aegis ainda de longe teria interceptado a aproximação do avião dando alerta de combate.

    Tudo decorria como de habitude, tendo os radares da nave calculado a distância até o alvo. Mas de repente todos os telas se apagaram. O Aegis deixou de funcionar e os mísseis não receberam a indicação do alvo. Entretanto, o SU-24 sobrevoou a coberta do destróier, fez uma viragem de combate e imitou um ataque de mísseis. Depois fez uma volta e repetiu durante 12 vezes consecutivos a manobra.

    Pelo visto, todas as tentativas de reanimar o Aegis e indicar o alvo ao sistema de defesa antiaérea fracassaram. A reação da Rússia à pressão militar dos EUA foi terrivelmente tranquila, considera Pavel Zolotarev:

    “A demonstração foi bastante original. Um bombardeiro sem armas, mas equipado com um sistema de neutralização radioeletrônicade radares do inimigo deu certo atuando contra o destróier com o sistema mais sofisticado de DAA e de DAM a bordo. Mas este sistema de baseamento móvel, neste caso marítimo, tem um defeito considerável – as possibilidades de acompanhar os alvos, que funcionam bem quando há vários navios e é possível coordenar-se entre si. Mas neste caso havia só um destróier. Ao que tudo indica, o algoritmo de trabalho dos radares da nave no sistema Aegis não funcionou sob a ação do sistema de neutralização radioeletrônicaa bordo do Su-24. Por isso foi provocada não apenas uma reação de nervos ao próprio fato do sobrevoo, praticado largamente só no período da Guerra Fria. Houve a seguir mais uma reação ao fato de o sistema mais sofisticado, em primeiro lugar a sua parte informativa, de radares, não ter funcionado em plena medida. Por isso, a parte americana reagiu tão nervosamente”.

    Após o incidente, como escreve a mídia estrangeira, o Donald Cook entrou com urgência num porto da Romênia, onde 27 tripulantes do navio solicitaram demissão escrevendo nos pedidos, como se diz, que não pretendem arriscar suas vidas. Tal é confirmado indiretamente por uma declaração do Pentágono, em que se afirma que esse ato tem desmoralizado a tripulação do destróier americano.

    Quais podem ser as consequências militares do incidente no Mar Negro, provocado pelos Estados Unidos? Comenta Pavel Zolotarev:

    “A meu ver, os americanos irão refletir sobre o aperfeiçoamento do sistema Aegis. Este é o puro lado militar. Mas é pouco provável que politicamente sejam dados quaisquer passos por uma ou outra parte. Essas ações são suficientes. Entretanto, este é um momento desagradável para os americanos. Em geral, o sistema de DAM, que estão desenvolvendo, absorve meios colossais e é necessário provar cada vez que eles devem ser canalizados do orçamento. Ao mesmo tempo, a componente terrestre do sistema de DAM – contra-mísseis em poços – foi testado em condições ideais, mostrando uma baixa eficácia. Este fato é escondido minuciosamente pelo Pentágono. O mais sofisticado sistema Aegis de estacionamento marítimo também revelou neste caso seus defeitos”.

    O sistema com que o Su-24 havia chocado o destróier americano Donald Cook tem o nome convencional de Khibiny, como se chama um maciço montanhês na península de Kola, na região polar da Rússia.

    O Khibiny é um sistema de neutralização radioeletrônicade última geração com que serão equipados todos os aviões prometedores russos. Há pouco o sistema foi testado em exercícios num polígono na Buriátia. Pelo visto, os testes foram bem-sucedidos, se em breve foi decidido testar o sistema em condições próximas do combate.

  32. joseboscojr 22 de abril de 2014 at 11:41 #

    Roberto,
    Como acreditamos que um coelho mutante macho bota ovo de chocolate, não me admira que muitos acreditem nessa notícia sem pé nem cabeça.
    rsrssss

  33. joseboscojr 22 de abril de 2014 at 12:11 #

    Roberto,
    E eu não desacredito na informação não porque seja fanboy (ou seria fã-boy) americano ou viralatas, ou porque eu acho que os americanos são deuses e que sua tecnologia é invencível, nada disso, eu desacredito porque ela, além de improvável, vem de uma fonte nitidamente sem credibilidade e é uma notícia totalmente fora de contexto e mal costurada, com cara de invencionice pura.
    É improvável porque duvido muito que os russos atacassem um navio de combate americano sem nenhuma provocação, principalmente num momento tenso, onde os dedos estão no gatilho.
    Se foi feito, em princípio não seria nada de mais um sistema de interferência ser tão efetivo, tendo em vista a proximidade que o avião chegou. A efetividade de um sistema de interferência é inversamente proporcional à distância, e a 1 km, não duvido que seja capaz de fazer o que o artigo cita.
    O difícil seria ele chegar tão perto num caso de haver uma reação por parte dos americanos.
    Se ele ligou o sistema de interferência já próximo ao navio, isso configuraria um ataque, e seria lícito os americanos se defenderem. Uma maneira de fazê-lo seria usando mísseis Stinger, que não fazem parte do sistema Aegis, mas que existem em todas as unidades da USN e são operados pela sua tripulação, lançando-os do ombro.
    A estória chega ao ridículo de dizer que vários tripulantes pediram baixa assim que o navio atracou, com a alegação de que não pretendem arriscar suas vidas.
    Ora! Chega a ser hilário.
    Um abraço.

  34. Fernando "Nunão" De Martini 22 de abril de 2014 at 12:33 #

    Bosco,

    O assunto já está numa nova matéria. A discussão pode ir pra lá (pode copiar e colar na nova matéria os comentários, se quiser, para inaugurar a discussão…)

    Saudações!

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