A Marinha dos EUA em 2014

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    2014 - US navy

    Clique na imagem para baixar o arquivo PDF que mostra a ordem de batalha da Marinha dos EUA em 2014, com seus navios e submarinos. Observar que o quadro traz navios em operação, em construção e planejados.

    21 COMMENTS

    1. Caramba… o Blue Ridge (LCC-19) ainda está na ativa 😮

      e lá se vai 44 anos… deve ser por causa da especialização da classe.

      Sds

    2. Nossa, acabei de descobrir que quando era moleque (12-15 anos) eu sabia mais sobre a USN kkkkkkk depois descobrir que os “TENDERS” se foram… =/

      … até 1990 eram uns 9 Tenders para apoiar os subs.

      E tinham os Tenders de frota, que apoiavam os navios de superfície que eram mais uns 6 navios se me lembro bem… Yellowstone class(?)

      Esses navios eram produto da Guerra Fria e eram fantásticos, podiam fazer praticamente tudo no que diz respeito ao apoio “técnico” a frota… remuniciava, repara reatores nucleares, turbinas… uma loucura.

      Por trás de sua concepção, estava a idéia de que as/os bases/portos da frota teriam sido incinerados por ataques nucleares, e eles seriam a ultima linha de ressurgimento da frota, mas só sobraram 2 de apoio a subs?

      Alguém saberia dizer se existe substituto?
      Ou a logística da frota pós Guerra Fria não vê mais necessidade para eles?
      Como isso está nos dias de hj?

      Sds.

    3. O titulo “A Marinha dos EUA em 2014” pode levar alguns a erro, pois muitos dos navios listados ainda estão em construção e há os que serão retirados de serviço ainda em 2014.

      Há um erro nas silhuetas mostradas dos “Dock Landing Ships”, a silhueta mostrada como sendo do classe Austin é na verdade um Whidbey Island, o real Austin class está como um Harpers ferry e a silhueta mostrada com um Whidbey Island é um Harpers Ferry, mas no geral o quadro é muito bom e o Mauricio R. já havia postado aqui.

      A grande maioria dos “navios auxiliares” pertencem ao
      Military Sealift Command (MSC) são tripulados por civis e não ostentam o prefixo USS e sim o USNS então estão fora da lista.

      E de fato sobraram apenas 2 “tenders de submarinos”, e nehum de apoio especifico para navios de superficie bonus do fim da Guerra Fria.

      Eles retiveram a denominação USS mesmo já sendo transferidos ao MSC pois possuem tripulações hibidas ainda com um grande contingente de militares e são baseados em bases avançadas como Guam e Diego Garcia e apesar de já contarem com 35 anos já anunciou-se que substitutos só daqui há 15 anos quando completarão 50 anos de serviço.

      E os 2 LCCs deverão durar bem mais do que 50 anos
      estima-se que cheguem a quase 70 anos !!

      E quanto ao USS Constitution ele não é usado da mesma forma como o nosso veleiro-escola e sim como
      um navio propaganda e histórico da Marinha e tem sido constantemente “reconstruido” para se manter navegando…até vendem pedaços de madeira do navio
      em plasticos, já não é mais a madeira original…
      eu mesmo comprei um pedacinho muitos e muitos anos atrás 🙂

      abs

    4. Alguém pode me explicar o papel de um Command Ship?
      Hoje com tanta capacidade de gerenciamento de informações e comando de esquadra em um PA ou um LHD, não vejo onde se encaixa um Command Ship.

      Agradeço desde já pela aula!

      Abraço, Ricardo, o que não entende tanto de naviuzinhu.

      🙁

    5. Ricardo…

      a “capacidade” dos LCCs de atuar como navios comando é muito superior a de um “PA” ou LHD tanto em equipamento como tripulantes treinados e portanto não é de admirar que ambos são navios capitaneas, o
      USS Blue Ridge da Sétima Frota baseado no Japão e o USS Mount Whitney Sexta Frota baseado na Italia.

      abraços

    6. Daltão,
      Mas faltam alguns navios aí no quadro.
      Eles não deram valor aos pequenos.r rsrss
      A USN tem lanchas Mk-5, barcos CB-90, etc., que não consta no quadro.

    7. O perfil dos San Antonio também está errada. Eles não tem aqueles feios mastros inteiriços, em forma de prisma?

    8. Bem notado Blower…a silhueta para o San Antonio foi o desenho inicial que logo foi alterado.

      Existem outras incongruencias menores também, como o
      LHA Tarawa ainda portando os canhões de 5 polegadas as fragatas com o lançador MK-13 a ausencia de radomes
      na silhueta do LHD indicando como eram originalmente e não como encontram-se atualmente os navios.

      Quanto aos DDg 1000 aquele link que vc postou meses atrás estava correto Bosco, serão os MK-46 mesmo.

      Dos “pequenos” achei falta dos LCUs e LCACs.

    9. Vlw Dalton,

      os Tenders são aqueles navios que vc olha a foto, depois a ficha técnica e não dá nada, mas quando vc lia para o que eles serviam e o que eles podiam fazer… UAU!!! um verdadeiro canivete suíço, eram simplesmente fantásticos… uma pena… só existem dois… =/.

      Os Tenders que sobraram atendem quem hj? Os SSN, os SSBN ou os dois?

      LCC com 70 anos… nossa!!! Entendo suas funções e como eles se posicionam na batalha… mas 70 anos… putz.

      Sds.

    10. Oganza…

      os SSBNs não se aventuram tão longe e as patrulhas
      duram em média uns 2 meses e meio…para testar as tripulações, algumas vezes duram até mais de 100 dias
      mas é raro e após os 2 meses e meio, os SSBNs retornam a suas bases e dentro de um mês estão partindo novamente com a segunda tripulação, então não há necessidade de um tender.

      Já os SSNs e principalmente os 4 SSGNs que permanecem um ano longe de suas bases a situação é diferente e ambos recorrem aos tenders que são baseados avançados, um em Diego Garcia e o outro em Guam.

      Quanto aos LCCs bem que a US Navy gostaria de substitutos mais cedo, mas, o orçamento anda apertado então se precisará retirar o que for possivel da vida útil de cada navio e pequenas embarcações e os LCCs não estão entre os mais utilizados então poderão durar mais a custa de mais manutenção.

      Voltando ao quadro, talvez o titulo mais correto fosse
      os navios comissionados da US Navy hoje e no futuro próximo, pois todos os detentores do prefixo “USS” encontram-se no quadro, incluindo até mesmo o USS
      Pueblo que foi capturado pela Coréia do Norte em 1968
      e é uma atração turistica por lá até hoje.

      abraços

    11. Outra pequena falta de atenção que detectei no quadro é
      que colocaram o prefixo USS no LPD 26 que encontra-se
      em construção.

      Nos demais navios em construção como os futuros Arleigh Burkes o prefixo USS não foi aplicado e também corretamente não foi adicionado ao nome do LHA 6 América que já foi entregue à US Navy mas será comissionado apenas em outubro.

    12. A utilização do Mk-46 pelo DDG-1000 denota que o Mk-110 nunca foi pensado com a função de complementar a defesa antimíssil do destróier. Isso justifica ele ter um arco de tiro limitado.
      Pra função de defesa contra ameaças assimétricas de superfície, o Mk-46 está de muito bom tamanho.
      O DDG-1000 contará só com o ESSM para a defesa antimíssil hard-kill.
      Mudando de pato pra ganso, como nos LCSs o Mk-110 é usado só com a função anti-superfície, já que não conta com um radar de direção de tiro dedicado, acaba que o Bofors 57mm, apesar de ser altamente capacitado na função antimíssil, na USN, é subutilizado.

    13. Basicamente a defesa antimíssil de ponto na USN fica assim:
      Phalanx somente: FFG e LCC
      RAM somente: LPD e LCS
      ESSM somente: DDG-1000
      Phalanx combinado com RAM: LSD e LPD Denver
      Phalanx combinado com ESSM: DDG 51 e CG
      Phalanx + RAM + SS/ESSM: CVN, LHA e LHD

    14. Bosco…

      “Phalanx somente” dá para incluir o USS Ponce um LPD como o USS Denver que está sendo usado na V Frota como AFSB(I) e não foi incluido no quadro.

      Também dá para separar as duas classes de LCSs, com os LCSs 1 com o RAM e os LCSs 2 com o SeaRAM.

      M@k

      Os últimos submarinos convencionais de combate da US Navy foram os 3 da classe Barbel comissionados em 1959 que serviram durante 30 anos, o último descomissionado foi o USS Blueback em 1990 hoje
      é um submarino-museu.

      O USS Dolphin durou até 2007, mas, era um submarino de pesquisa relativamente pequeno.

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