A Marinha dos EUA em 2014

2014 - US navy

Clique na imagem para baixar o arquivo PDF que mostra a ordem de batalha da Marinha dos EUA em 2014, com seus navios e submarinos. Observar que o quadro traz navios em operação, em construção e planejados.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

21 Responses to “A Marinha dos EUA em 2014” Subscribe

  1. Edgar 15 de junho de 2014 at 18:08 #

    Vejamos pelo lado bom: temos a mesma quantidade de veleiros da US Navy.

  2. joseboscojr 15 de junho de 2014 at 18:39 #

    E ainda faltam os navios auxiliares.

  3. Oganza 16 de junho de 2014 at 0:00 #

    Caramba… o Blue Ridge (LCC-19) ainda está na ativa :o

    e lá se vai 44 anos… deve ser por causa da especialização da classe.

    Sds

  4. Oganza 16 de junho de 2014 at 0:21 #

    Nossa, acabei de descobrir que quando era moleque (12-15 anos) eu sabia mais sobre a USN kkkkkkk depois descobrir que os “TENDERS” se foram… =/

    … até 1990 eram uns 9 Tenders para apoiar os subs.

    E tinham os Tenders de frota, que apoiavam os navios de superfície que eram mais uns 6 navios se me lembro bem… Yellowstone class(?)

    Esses navios eram produto da Guerra Fria e eram fantásticos, podiam fazer praticamente tudo no que diz respeito ao apoio “técnico” a frota… remuniciava, repara reatores nucleares, turbinas… uma loucura.

    Por trás de sua concepção, estava a idéia de que as/os bases/portos da frota teriam sido incinerados por ataques nucleares, e eles seriam a ultima linha de ressurgimento da frota, mas só sobraram 2 de apoio a subs?

    Alguém saberia dizer se existe substituto?
    Ou a logística da frota pós Guerra Fria não vê mais necessidade para eles?
    Como isso está nos dias de hj?

    Sds.

  5. daltonl 16 de junho de 2014 at 11:50 #

    O titulo “A Marinha dos EUA em 2014″ pode levar alguns a erro, pois muitos dos navios listados ainda estão em construção e há os que serão retirados de serviço ainda em 2014.

    Há um erro nas silhuetas mostradas dos “Dock Landing Ships”, a silhueta mostrada como sendo do classe Austin é na verdade um Whidbey Island, o real Austin class está como um Harpers ferry e a silhueta mostrada com um Whidbey Island é um Harpers Ferry, mas no geral o quadro é muito bom e o Mauricio R. já havia postado aqui.

    A grande maioria dos “navios auxiliares” pertencem ao
    Military Sealift Command (MSC) são tripulados por civis e não ostentam o prefixo USS e sim o USNS então estão fora da lista.

    E de fato sobraram apenas 2 “tenders de submarinos”, e nehum de apoio especifico para navios de superficie bonus do fim da Guerra Fria.

    Eles retiveram a denominação USS mesmo já sendo transferidos ao MSC pois possuem tripulações hibidas ainda com um grande contingente de militares e são baseados em bases avançadas como Guam e Diego Garcia e apesar de já contarem com 35 anos já anunciou-se que substitutos só daqui há 15 anos quando completarão 50 anos de serviço.

    E os 2 LCCs deverão durar bem mais do que 50 anos
    estima-se que cheguem a quase 70 anos !!

    E quanto ao USS Constitution ele não é usado da mesma forma como o nosso veleiro-escola e sim como
    um navio propaganda e histórico da Marinha e tem sido constantemente “reconstruido” para se manter navegando…até vendem pedaços de madeira do navio
    em plasticos, já não é mais a madeira original…
    eu mesmo comprei um pedacinho muitos e muitos anos atrás :)

    abs

  6. Ricardo Cascaldi 16 de junho de 2014 at 14:17 #

    Alguém pode me explicar o papel de um Command Ship?
    Hoje com tanta capacidade de gerenciamento de informações e comando de esquadra em um PA ou um LHD, não vejo onde se encaixa um Command Ship.

    Agradeço desde já pela aula!

    Abraço, Ricardo, o que não entende tanto de naviuzinhu.

    :(

  7. daltonl 16 de junho de 2014 at 15:10 #

    Ricardo…

    a “capacidade” dos LCCs de atuar como navios comando é muito superior a de um “PA” ou LHD tanto em equipamento como tripulantes treinados e portanto não é de admirar que ambos são navios capitaneas, o
    USS Blue Ridge da Sétima Frota baseado no Japão e o USS Mount Whitney Sexta Frota baseado na Italia.

    abraços

  8. joseboscojr 16 de junho de 2014 at 19:41 #

    Daltão,
    Mas faltam alguns navios aí no quadro.
    Eles não deram valor aos pequenos.r rsrss
    A USN tem lanchas Mk-5, barcos CB-90, etc., que não consta no quadro.

  9. joseboscojr 16 de junho de 2014 at 19:46 #

    Daltão,
    E quanto ao DDG1000? Já tem confirmado se irá receber mesmo o canhão Mk-110?
    Ou será o Mk-46?

  10. luizblower 16 de junho de 2014 at 20:13 #

    O perfil dos San Antonio também está errada. Eles não tem aqueles feios mastros inteiriços, em forma de prisma?

  11. daltonl 16 de junho de 2014 at 23:11 #

    Bem notado Blower…a silhueta para o San Antonio foi o desenho inicial que logo foi alterado.

    Existem outras incongruencias menores também, como o
    LHA Tarawa ainda portando os canhões de 5 polegadas as fragatas com o lançador MK-13 a ausencia de radomes
    na silhueta do LHD indicando como eram originalmente e não como encontram-se atualmente os navios.

    Quanto aos DDg 1000 aquele link que vc postou meses atrás estava correto Bosco, serão os MK-46 mesmo.

    Dos “pequenos” achei falta dos LCUs e LCACs.

  12. Oganza 17 de junho de 2014 at 1:27 #

    Vlw Dalton,

    os Tenders são aqueles navios que vc olha a foto, depois a ficha técnica e não dá nada, mas quando vc lia para o que eles serviam e o que eles podiam fazer… UAU!!! um verdadeiro canivete suíço, eram simplesmente fantásticos… uma pena… só existem dois… =/.

    Os Tenders que sobraram atendem quem hj? Os SSN, os SSBN ou os dois?

    LCC com 70 anos… nossa!!! Entendo suas funções e como eles se posicionam na batalha… mas 70 anos… putz.

    Sds.

  13. daltonl 17 de junho de 2014 at 9:05 #

    Oganza…

    os SSBNs não se aventuram tão longe e as patrulhas
    duram em média uns 2 meses e meio…para testar as tripulações, algumas vezes duram até mais de 100 dias
    mas é raro e após os 2 meses e meio, os SSBNs retornam a suas bases e dentro de um mês estão partindo novamente com a segunda tripulação, então não há necessidade de um tender.

    Já os SSNs e principalmente os 4 SSGNs que permanecem um ano longe de suas bases a situação é diferente e ambos recorrem aos tenders que são baseados avançados, um em Diego Garcia e o outro em Guam.

    Quanto aos LCCs bem que a US Navy gostaria de substitutos mais cedo, mas, o orçamento anda apertado então se precisará retirar o que for possivel da vida útil de cada navio e pequenas embarcações e os LCCs não estão entre os mais utilizados então poderão durar mais a custa de mais manutenção.

    Voltando ao quadro, talvez o titulo mais correto fosse
    os navios comissionados da US Navy hoje e no futuro próximo, pois todos os detentores do prefixo “USS” encontram-se no quadro, incluindo até mesmo o USS
    Pueblo que foi capturado pela Coréia do Norte em 1968
    e é uma atração turistica por lá até hoje.

    abraços

  14. daltonl 17 de junho de 2014 at 9:22 #

    Outra pequena falta de atenção que detectei no quadro é
    que colocaram o prefixo USS no LPD 26 que encontra-se
    em construção.

    Nos demais navios em construção como os futuros Arleigh Burkes o prefixo USS não foi aplicado e também corretamente não foi adicionado ao nome do LHA 6 América que já foi entregue à US Navy mas será comissionado apenas em outubro.

  15. joseboscojr 17 de junho de 2014 at 12:20 #

    A utilização do Mk-46 pelo DDG-1000 denota que o Mk-110 nunca foi pensado com a função de complementar a defesa antimíssil do destróier. Isso justifica ele ter um arco de tiro limitado.
    Pra função de defesa contra ameaças assimétricas de superfície, o Mk-46 está de muito bom tamanho.
    O DDG-1000 contará só com o ESSM para a defesa antimíssil hard-kill.
    Mudando de pato pra ganso, como nos LCSs o Mk-110 é usado só com a função anti-superfície, já que não conta com um radar de direção de tiro dedicado, acaba que o Bofors 57mm, apesar de ser altamente capacitado na função antimíssil, na USN, é subutilizado.

  16. joseboscojr 17 de junho de 2014 at 17:16 #

    Basicamente a defesa antimíssil de ponto na USN fica assim:
    Phalanx somente: FFG e LCC
    RAM somente: LPD e LCS
    ESSM somente: DDG-1000
    Phalanx combinado com RAM: LSD e LPD Denver
    Phalanx combinado com ESSM: DDG 51 e CG
    Phalanx + RAM + SS/ESSM: CVN, LHA e LHD

  17. joseboscojr 17 de junho de 2014 at 17:17 #

    correção:
    RAM somente: LPD San Antonio e LCS

  18. M@K 17 de junho de 2014 at 17:44 #

    O US Navy não usam submarinos convencionais???

  19. joseboscojr 17 de junho de 2014 at 18:01 #

    Não tem não!

  20. daltonl 17 de junho de 2014 at 22:15 #

    Bosco…

    “Phalanx somente” dá para incluir o USS Ponce um LPD como o USS Denver que está sendo usado na V Frota como AFSB(I) e não foi incluido no quadro.

    Também dá para separar as duas classes de LCSs, com os LCSs 1 com o RAM e os LCSs 2 com o SeaRAM.

    M@k

    Os últimos submarinos convencionais de combate da US Navy foram os 3 da classe Barbel comissionados em 1959 que serviram durante 30 anos, o último descomissionado foi o USS Blueback em 1990 hoje
    é um submarino-museu.

    O USS Dolphin durou até 2007, mas, era um submarino de pesquisa relativamente pequeno.

  21. M@K 20 de junho de 2014 at 10:46 #

    Obrigado amigos pela respostas…

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