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Mísseis Tomahawk e aeronaves atacam alvos do EI na Síria

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USS Arleigh Burke DDG 51 lança míssil Tomahawk contra alvo do EI - foto 23-9-14 USN

Segundo nota divulgada pela Marinha dos EUA, ataques foram realizados por forças militares americanas de países parceiros da região

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Em nota divulgada nesta terça-feira, 23 de setembro, a Marinha dos EUA (USN) informou que forças militares dos Estados Unidos e de nações parceiras, incluindo Bahrein, Jordânia, Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos, realizaram ações militares contra forças do Estado Istlâmico (EI) na Síria, nesta última noite. Foram empregados caças, bombardeiros, aeronaves remotamente pilotadas e mísseis de ataque ao solo Tomahawk para a realização de 14 ataques contra alvos do EI.

Caça Hornet do VFA 87 pronto para lançamento pelo USS George HW Bush CVN 77 - foto 23-9-14 USN

Para realização dos ataques, segundo a nota da USN, os Estados Unidos empregaram 47 mísseis Tomahawk lançados dos navios USS Arleigh Burke (DDG 51) e USS Philippine Sea (CG 58), operando em águas internacionais no Mar Vermelho e no Norte do Golfo Árabe, assim como caças da Marinha, da Força Aérea e do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC), além de bombardeiros e aeronaves remotamente pilotadas desdobradas pela área de operações do Comando Central dos Estados Unidos. Bahrein, Jordânia, Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos também participaram dos ataques aéreos, ou os apoiaram.

USS Philippine Sea CG 58 lança míssil Tomahawk contra alvo do EI - foto 23-9-14 USN

A nota informou também que todas as aeronaves deixaram em segurança as áreas de ataque e que estes destruíram ou danificaram múltiplos alvos do EI nas proximidades de Ar Raqqah, Dayr az Zawr, Al Hasakah e Abu Kamal, o que incluiu combatentes do EI, áreas de treinamento, quartéis generais, instalações de comando e controle, depósitos, um centro financeiro, caminhões de abastecimento e veículos armados. Também foi informado que, no Iraque, forças militares dos EUA continuaram a empregar aeronaves em ataques aéreos contra alvos do EI, destruindo dois veículos Humvee, um veículo armado e posições de combate a sudoeste de Kirkuk, com todas as aeronaves deixando as áreas de ataque em segurança. Até o momento da publicação da nota, a informação era de que um total de 194 ataques aéreos foram realizados contra o EI no Iraque.

Caças Super Hornet E e F dos VFA 31 e VFA 213 prontos para lançamento pelo USS George HW Bush CVN 77 - foto 23-9-14 USN

Ainda sobre ataques aéreos a nota informa que, de forma separada, os Estados Unidos realizaram ações para interromper ataques iminentes planejados contra os Estados Unidos e interesses ocidentais por parte de uma rede de veteranos da al-Qa’ida, do chamado Grupo Khorasan. Este havia se estabelecido na Síria para realizar ataques externos, construir e testar artefatos explosivos improvisados (IED) e recrutar ocidentais para a realização de operações. As ações contra esse grupo foram realizados apenas por forças dos EUA, com oito ataques a alvos do Khorasan a oeste de Aleppo.

FONTE / FOTOS:Marinha dos EUA: mísseis de cruzeiro Tomahawk são disparados pelo destróier USS Arleigh Burke (DDG 51),  pelo cruzador  USS Philippine Sea (CG 58) e caças F/A-18 C Hornet do esquadrão VFA 87 e Super Hornet E e F dos esquadrões VFA 31 e VFA 213 são mostrados prontos para o lançamento do convoo do navio-aeródromo de propulsão nuclear USS George H.W. Bush (CVN 77), para realizar missões de ataque contra alvos do Estado Islâmico, em fotos divulgadas nesta terça-feira, 23 de setembro.

Tradução e edição do Poder Naval a partir de original em inglês

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13 COMMENTS

  1. Esse é mesmo um uso indevido para o Tomahawk, que não tem justificativa tática ou estratégica nenhuma. É jogar dinheiro fora!
    Estamos vendo Super Hornet sendo lançados com 2 Mavericks (600 kg) então não há como justificar o uso dos Tomahawks dizendo que eles possibilitam uma multiplicidade de alvos atingidos.

  2. Mesmo com 3 tanques externos um Super Hornet pode levar 6 JDAMs de 500 lb (ou 1000 lb), mas em geral eles saem com apenas duas ou dois Maverick (ou um de cada).

  3. Acho que há necessidade dos tomahawks pois há alvos
    importantes como centros de comando e comunicações, depósitos, etc, e mesmo com ressuprimento há um estoque limitado de armas para os Super Hornets e
    Hornets.

    Além do mais há “apenas” 44 aeronaves de caça/ataque
    a bordo do USS George Bush, algumas fazendo a função de reabastecimento, outras em manutenção, outras como CAP, etc, então há de se pensar no atrito causado por tantas missões agora e nas próximas 3 semanas antes do USS Carl Vinson chegar.

  4. Pois é Bosco…a última coisa que a US Navy precisa agora é perder mais dos seus preciosos Hornets e Super Hornets seja por colisão, falha mecanica ou mesmo fogo
    antiaereo.

    Duas semanas atrás o USS Carl Vinson que irá substituir o USS George Bush perdeu 2 dos seus Hornets devido a colisão ou seja ele estará chegando com duas aeronaves a menos e o futuro próximo não é nada animador pois não haverá Super Hornets suficientes para tomar o lugar dos
    Hornets remanescentes que estarão dando baixa nos
    próximos poucos anos.

  5. Os EUA continuam sendo a luz do mundo que, sem eles, estaria caótico. Se o planeta dependesse de países como Brasil ou Índia para colocar ordem nas coisas, estaríamos todos em maus lençóis.

    É chegada a hora do Tio Sam mandar muçulmanos de volta à Idade da Pedra!

    Quero ouvir bem alto os psicopatas do Islã gritando um “Allahu Akbar”!

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