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Gripen M / Sea Gripen: Marinha acompanha F-X2 e se atualiza sobre versão naval

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Foi realizada na cidade de Linköping, na Suécia, no período de 16 a 20 de maio, a reunião de acompanhamento do Programa FX-2 da Força Aérea Brasileira (FAB), que prevê a aquisição de aeronaves de caça com transferência de tecnologia para o Brasil. A Marinha do Brasil (MB) participou da reunião com o propósito de obter conhecimentos fundamentais relacionados à negociação para a aquisição da aeronave Gripen NG pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC/FAB) e a atualização do estudo preliminar de viabilidade de uma futura versão naval do modelo, denominado Sea Gripen, constante no Acordo de Compensação Industrial.

Comitiva MB na apresentacao do Gripen com FAB e Saab - foto via MBDurante o evento, a comitiva da MB, composta pelo Diretor de Aeronáutica da Marinha, Vice-Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, e por representantes da Marinha na COPAC e da Diretoria-Geral do Material da Marinha, teve a oportunidade de participar da cerimônia de rollout (apresentação) do Gripen E, versão que foi adquirida pela FAB. A cerimônia de apresentação teve grande repercussão internacional na mídia especializada, contando com as presenças do Ministro da Defesa da Suécia, do Comandante da Força Aérea Brasileira, dentre outras personalidades e autoridades de diversos países.

Comitiva MB na Universidade de Linkoping - foto via MBParalelo ao evento, a comitiva da Marinha realizou uma visita à Universidade de Linköping, com o objetivo de verificar sua principal área de atuação, capacidades e as possibilidades de futuro estreitamento de informações com a MB. Durante as visitas às instalações e aos laboratórios da universidade, pôde ser observada a excelência nos recursos instrucionais disponíveis e os projetos desenvolvidos pelos alunos e professores, em parceria com a indústria aeronáutica daquele país, contribuindo para o círculo virtuoso de cooperação e sinergia entre a academia e a indústria.

FONTE / FOTOS MENORES (clique para ampliar): Marinha do Brasil

ILUSTRAÇÃO DO ALTO: Saab

NOTA DO EDITOR: o título original é o subtítulo

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88 COMMENTS

  1. Sem um aumento cavalar nos recursos da marinha a compra do Sea Gripen seria um tiro no pé. Adianta nada ter aviação embarcada sem ser capaz de repor munição, combustível e pessoal nos navios que ainda navegam.

  2. Fica dificil nao entender q isso nao passa de mais um devaneio dos atuais comandantes da MB…..afinal, nem certeza se tem de q terao 4 subs ate 2022, muito menos um subnuc, pior ainda……qdo eh q a atual baleia branca dita A 12 vai de fato entrar em manutencao seria. Enfim, muita serpentina e nenhum carnaval, mas passeios em comitivas estao a todo vapor na marinhatour.

  3. A versão naval do Gripen caberia como uma luva nos anseios da MB. Pois trata-se de um ótimo vetor. Uma parceria entre a SAAB e um estaleiro respeitável poderiam desenvolver um conjunto formidável para uso naval. Digo um porta-aviões novo e adequado para esta aeronave. Seria o momento ideal para levar adiante este sonho.
    Porém, na atual conjuntura econômica do país e diante da falta de uma organização adequada da MB, neste momento não se deveria levar adiante esta ideia. A MB já provou que não sabe usar os recursos que tem disponíveis. A compra de versões navais de asas fixas neste momento seria mais um desperdício de dinheiro público. Se gastaria mais para fazer menos.
    Melhor seria adquirir pelo menos mais um esquadrão para a FAB onde me parece seriam bem mais úteis.
    Meu dinheiro suado pago em impostos agradece.
    Abraços.

  4. Marcelo,
    talvez não tenha me expressado bem mas o que quis dizer é que será (seria) necessária uma parceria entre a SAAB (desenvolvendo a versão naval do Gripen – já que ela não existe ainda) e um estaleiro naval com experiência neste ramo (desenvolvendo um porta-aviões adequado para o emprego desta aeronave – sem remendos ou adaptações).
    Abraços.

  5. NAe, novas aeronaves, fragatas, submarino nuclear . . . é muito programa pra pouco dinheiro. Não dá pra bancar tudo ao mesmo tempo e esperar um bom resultado e que seja mantido o cronograma. O melhor seria focar no mais necessário e possível. Será que um maior número de submarinos convencionais não seria o ideal neste momento. Eu não me lembro, mas com o valor do nuclear nós poderíamos construir/adquirir quantos convencionais novos?

  6. Ok Gelson. Mas para desenvolver o Gripen naval, não é necessário parceria com o fabricante do porta aviões, basta conhecer a operação nesses navios. Me parece que foi utilizada consultoria inglesa para obter esse conhecimento por parte da Saab, se não estou enganado, já que a Suécia também nem sonha em projetar, construir e operar porta aviões.
    Abraços!

  7. Nossa pessoal parece que vocês não sabem em que país vivem, os comandantes da MB estão certíssimos em analisar a possibilidade e atualizar os dados do SeaGripen pois como todos sabem um projeto destes demora praticamente 10 anos em países sérios o que já justifica a visita para análise mas como estamos no Brasil este processo vai demorar muito, no mínimo o dobro, então até lá já vamos ter resolvido o problema das embarcações ou desmancha ou arruma mas a penúria acho que não vai mudar nunca.

  8. E as perguntas que não querem calar: Vão bancar o Sea Gripen com o mesmo dinheiro que bancarão os Submarinos Nucleares e os PAs, bem como as dezenas de escoltas, patrulhas e demais navios? Ou a MB irá abrir um puxadinho na casa da moeda, para imprimir seu próprio dinheiro? Já que, rever seus gastos e planejamentos que não dão em nada nunca acontecerá…

  9. Turismo… bancado com o cancelamento de importantes programas…. deveriam é dar o exemplo.

    Do jeito que a coisa vai…. no final do ano, nem navegação em água doce vão ter mais.

    Sem mais comentários.

    Sds.

  10. A questão é ….quando precisaremos ou se precisaremos….pois a janela de projeto é uma e a crise pode reduzir ou sumir antes, durante ou somente depois dela….e ai fica em saber prever e definir quando é que o assunto deveria ser endereçado ou não como projeto…
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    Certa vez, defendi que modelos tampão da FAB deveriam ser materializados na sua versão naval pois, findado o FX….poderiam ser repassados e retrofitados para a MB…foi assim que defendia a epoca os Phanton FGMK e os Hornets em detrimento aos M-2000….seriam caças que embora mais antigos poderiam ter uma perna dupla de operacionalidade…..no minimo, testando e desenvolvendo as doutrinas da MB caso o Nae não estivesse 100% operacional, quer seja o Foch ou um novo…ou seja, uma conta de segurança que permitisse o recursos serem usados ao maximo…
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    O tempo correu….pouco aconteceu, embora tenha para mim que os M-2000 não foram uma boa, em que pese que a analise era de fato para um tampão de vida breve…mas…..
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    Mas a lógica ainda se mantém….se desejamos o Gripen F e dele se deriva a versão naval….em sendo a opção biposta muito bem aprovaitada para uma serie de outras missões em que a carga de trabalho possa ser compartilhada por dois pilotos, pergunto….
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    Será que não poderíamos encomendar todo um segundo lote de versão F???.
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    Em termos de MD do GF, talvez valesse a pena fazer esta conta afim de pensar no futuro de como otimizar todo este investimeno do Gripen…
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    Seria possivel possuir um esquadrão “SEREIA”…..metade/metade, com vistas a emprego conjunto pela FAB e MB?…ou ainda alguns pilotos da FAB homologados a operações navais num bienio ou trienio e que pudessem ser re-homologados caso necessario?
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    Ou talvez um esquadrão que pudesse treinar ambas as forças?
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    Talvez assim pudesse existir uma reserva estratégica para a MB caso o sonhado Nae operacional surgisse, quer seja em termos de material aereo , quer seja em termos de continuidade de doutrina e reserva de capital humano….
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    Sem dúvida a conta não é a mesma, mas com certeza seria uma forma de dar andamento aos desejos por um custo provavelmente razoavel de se arriscar.

  11. Marcelo,
    eu estava pensando em algo que não ficasse atrelado unicamente ao sistema de catapultas a vapor para o lançamento de aeronaves. Sei que os britânicos tem alguma experiência com rampas do tipo ski-jump porém com aviões VSTOL. Imaginei que pudesse haver alguma forma de adaptar os Sea-Gripen para operar como os porta-aviões soviéticos (chineses e indianos) o fazem. Isto talvez reduza um pouco a necessidade de um porta-aviões enorme e com tudo o mais que isto implica. Pensei num navio menor e mais ágil. Algo novo. Algo que a MB possa manter e operar.
    Neste sentido é que uma parceria entre os fabricantes poderia dar bons frutos.
    Mas, principalmente, queria fugir da ideia de reformar o A12 para operar com os Sea-Gripen (o que parece ser a intenção da MB). Aí seria jogar dinheiro fora, mesmo!
    E, com tudo o que está rolando dentro e fora da MB, neste momento, ela não merece operar asas fixas. Melhor dar mais aviões para a FAB ela pelo menos saberá o que fazer com eles.

    Abraços.

  12. Antes de comprar aviões/navios ,precisamos primeiramente vender uma duas duzias de navios velhos e reduzir a esquadra a reais condições de custo x beneficio para poder pensar em comprar navios/aviões modernos de verdade que naveguem e voem no mar e não só no litoral. Não adiantar comprar e depois não poder usar adequadamente por não ter recursos $$$.

  13. Nada contra uma versão naval do Gripen.
    Reformar-se o A12, ao custo de U$1Bi por estimativas preliminares da DCNS, contitue-se devaneio absoluto, na minha opinião. PA são instrumentos de projeção de poder, e não operam sozinhos. Na atual conjuntura a MB não tem condições de escoltá-lo, e muito menos de projeção de coisa alguma. Portanto é preciso um cérebro pensante na MB para riscar essa idéia em definitivo, e mandar esse casco (pq sem propulsão, ele é só isso mesmo) para Alang. E acaba-se com esse ralo de dinheiro do contribuinte.
    Com essa quantia compra-se escoltas realmente necessárias ou um LHD Dokdo Class da Korean Navy para o bel prazer do almirantado. E como surpresa tem-se um vaso que realmente consegue navegar, e não um PA de cabotagem.

  14. Eu continuo a perguntar: será que um maior número de submarinos convencionais não seria o ideal neste momento? Uma esquadra composta em sua maioria por submarinos convencionais, com AIP, complementada por fragatas equipadas com SAM e ASM não seria mais eficiente para a nossa realidade? Um NAe é aplicável para missão externa. Para a defesa da nossa costa poderíamos utilizar aviões baseados em terra com reabastecimento em voo. Eu me lembro que a Armada argentina utilizava os Super Étendard de suas bases em terra e não de porta-aviões. Eu entendo que a MB intenciona em manter o know-how em tudo, mas, na situação atual, não corremos o risco de jogar mais dinheiro for e não conseguirmos atualizar os equipamentos? Quando (e se) o país tiver condições poderemos investir em um NAe novo.

  15. Tchê, os caras conseguiram uma boquinha pra viajar e ver umas suecas. Estão pensando o quê? É o resumo das FFAA brasileiras. O almirantado, “coronelado” e “brigadelado” torrando as tufas, usufruindo do que ha de melhor no poder público, enquanto a piazada de campo vai na farofa. E detalhe: sem precisar dar explicações a ninguém.
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    Gripen M? Tá bom…
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    Sds

  16. Concordo com os colegas, puro turismo.
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    É o “direito marajá” que parlamentares, membros do judiciário e muitos militares de alta patente entendem ter: viagens internacionais, custeio pleno, ser tratado como rei, mas claro, tudo em nome do povo.
    É o corporativismo que se serve do Estado, não o Estado que se serve do servidor público. Total inversão que muito explica o nível de sub-desenvolvimento social e moral do país. Coletividade? Outras pessoas que não seus grupos? Ser bom e honesto por ser valor pessoal independente das circunstâncias? O que já foi regra se torna motivo de escárnio. O Brasil tem um câncer de caráter que avança geração após geração.

  17. Gelson Jorge Emerim 13 de junho de 2016 at 19:47
    Ok. Entendi. Mesmo assim nao eh necessario parceria com fabricante do navio.
    Creio que qualquer aviao que opera CATOBAR pode operar STOBAR, como Russia, India e China, mas o problema no STOBAR eh que a carga util fica severamente comprometida, com as aeronaves operando praticamente em configuracao de defesa da frota, bem mais leve que uma configuracao de ataque e as vezes com pouco combustivel. Por isso, caso nao seja uma aeronave V/STOL como os Harriers e o F-35B, eh melhor operar CATOBAR.
    Abracos!

  18. Ah, esqueci de dizer (ou escrever…) a Inglaterra possuia uma vasta experiencia em CATOBAR, antes da operacao dos Harriers. Inclusive as catapultas a vapor do Sao Paulo (ex-Foch) sao inglesas!
    A Saab deve ter contratado um senhorzinhos ingleses, com muita estoria para contar!…kkkk

  19. Discordo dos que estão reclamando de “turismo”. Isso só seria o caso da comitiva não ser da Diretoria de Aeronáutica da Marinha, assim como da Diretoria de Material, que são responsáveis pelos meios da sua aviação embarcada, assim como pessoal da MB que já participa das reuniões da COPAC.
    .
    A Marinha está envolvida no acompanhamento do programa F-X2 há um bom tempo, não é de hoje, e deixar passar a oportunidade de acompanhar a delegação da FAB, em reunião em que esta vai justamente acompanhar o desenvolvimento do avião efetivamente contratado, é que a meu ver seria um despropósito. Ou preferiam que eles fossem em outra ocasião, sem aproveitar a reunião já marcada entre o fabricante e a FAB?
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    Outra coisa, isso sim, é reclamar com argumentação pertinente da existência de um esquadrão de jatos (para uso embarcado) na MB. Trata-se de um outro assunto, bem mais complicado e que está na raiz da questão, e sobre o qual não faltam discussões neste espaço.
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    Mas, levando em conta que o esquadrão existe e que continua havendo o interesse em ter aviação de asa fixa embarcada para o médio e longo prazos, não vejo “turismo” algum nessa visita, pelo contrário. Acho que a vontade de reclamar em qualquer oportunidade que aparece está turvando um pouco a visão de alguns comentaristas, levando a juízos de valor fora do contexto. E olha que, nesse assunto, eu nem sou fã do Sea Gripen, ou mesmo da situação do NAe São Paulo e do programa de modernização dos jatos A-4, assuntos que já comentei aqui diversas vezes.

  20. Marcelo,
    é verdade…é verdade, bem lembrado!
    Como um porta-aviões plenamente operacional é apenas um sonho nesta nação sem ciência do futuro, acho que não veremos nada disso por aqui nem a médio ou mesmo longo prazo.
    Uma pena!
    Abraços.

  21. Concordo com o Fernando.
    Não podemos nos esquecer que se não fosse a má gestão do País estes projetos estariam caminhando. A MB faz a parte dela que é de planejar o futuro de acordo com as condições econômicas e ambições da Nação. Agora, enquanto esses políticos permanecerem preocupados em projetos de poder pessoais e partidários somente, fica realmente difícil planejar alguma coisa. Se não fosse estes anos perdidos com o PT, quem sabe…

  22. Nunao, ainda bem q discordar nao tira pedaco de ninguem, mas neste caso tbm fica impossivel aqui dar credibilidade ou razao para estas pseudas comitivas. Afinal, aonde de fato irao nos levar estas visitas frequentes e caras aos cofres publicos, qual eh a justificativa plausivel…enfim, dezenas de perguntas e e inumers respostas sem pe nem cabeca. Nada tira o foco de que nossa MB esta sucateada e norteada por pessimos administradores a dezenas de anos. Querer defender ou tapar o sol c a peneira , nao encontra respaldo nem mesmo dos mais ufanistas. A realidade esta bem a vista e fundeada na baia de guanabara. Estes TOURS do oficialato de todas as forcas e ou comissoes, nada acrescentam ou favorecem resultados dignos q o Brasil e suas FAs precisam………Muita farofa e pouca turbaina….rsrsrsrrs

  23. Bom como os colegas estão comentando de porta-aviões vai um vídeo abaixo sobre as construções de 2 porta-aviões Ingleses:
    Apesar de ser contra o Reino Unido, sou favor da independência da Escócia e de outras coisitas a mais.
    Tenho que dizer os engenheiros da BAE SISTEM são de++++++.

  24. Gastar dinheiro que não tem para passar no exterior. Só isso! Mal conseguem manter a atual frota funcionando, quanto mais comprar navios novos, imagina então operar aviões de combates novos.. e onde?!

  25. A vida de vice Almirante vai bem obrigado hein! Nada como viajar as custas do dinheiro público a merce de nada! Esse devia estar na cadeira pensando o que ele vai fazer com a frota atual que está apodrecendo no cais isso sim. Mas não está indo viajar e brincar de sonhos e devaneios…

  26. Essa dos Type 45 é dose hein? Os submarinos nucleares da classe Astute também estavam cheios de problemas ….que acontece com a Inglaterra? Espero que os 2 NAes saiam direito!

  27. “Marcelo 14 de junho de 2016 at 15:20 Essa dos Type 45 é dose hein? Os submarinos nucleares da classe Astute também estavam cheios de problemas ….que acontece com a Inglaterra? ” Marcelo isso se chama monopólio, aqui a o mesmo só que com nome de Embraer. Seu fosse o primeiro lorde do almirantado daria um gelo na BAE e chamaria a northop e a lockheed martin pra conversa a ThyssenKrupp tambem é uma boa

  28. Sonho e jogo dos comandantes para a platéia. Eles sabem mais do que ninguém que os governos de países dominados pelos USA não investem nas FA. Nem os governos militares conseguiram romper com a barreira imposta pelos USA e só equipamentos obsoletos era comprado pelas FA. É assim. Ficou sob o guarda chuvas dos USA tem que fazer o que eles determinam.
    Agora o governo interino do Temer já fala em alterar a Constituição Federal para permitir acabar com o monopólio estatal da energia atômica. Se isso acontecer Aramar a a NUCLEP estarão com os dias contados.

  29. Gente, sem querer menosprezar mas, navalizar o gripen pra embarcá-lo aonde, numa Niterói ou uma Greenhalgh? Meu a Marinha tem outras prioridades neste momento e o que é pior, tem outras urgências. Vai ficar gastando energia num projeto que deverá ficar pronto dentro de 10 anos enquanto a frota atual afunda, é no mínimo, um despropósito. Os oficiais deveriam ter um pouco mais de foco na realidade pra evitar o colapso das atuais embarcações, vide o caso do NA 12. É como pensar numa cirurgia estética pra tirar as rugas do rosto de um paciente que está enfartando.

  30. Eu, que não sou um admirador da ideia do Sea Gripen, não vejo nada de mais na comitiva da MB ir a Suécia. Não vai ser cancelando este tipo de ação que salvaram a MB do seu Naufrágio.
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    No mais, a SAAB pode oferecer o que ela bem entender… E isso é até interessante. O que não pode ocorrer é a MB utilizar-se desta oferta, para alavancar mais um planejamento falho.
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    Farias Cardoso,
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    E por que diabos a entrada da iniciativa privada no setor nuclear de geração de energia seria um problema?
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    Até a MB sairia ganhando com a quebra desse monopólio burro.

  31. Lamentável os comentários sobre devaneios……programas desse tipo são de longo prazo e requerem um planejamento, que ao meu ver, é o que a MB estaria fazendo. Parabéns à Aviação Naval pela procura de um substituto para os AF-1 aproveitando a oportunidade e aprendendo com os erros e acertos da FAB.

  32. Se não me engano existe um Oficial da MB trabalhando diretamente no programa F-X2 na COPAC!!! Parabéns à MB por estar fazendo a coisa certa: aprendendo para depois aplicar o nosso imposto da melhor maneira possível. E que os políticos não atrapalhem!!!!

  33. Prezados,

    Repararam na maquete maior, da terceira foto?

    Quanto aos questionamentos e opiniões acima, repito que aquisição de aeronaves de alto desempenho não é a prioridade atual da MB.

    Por diversas vezes já as elenquei aqui neste espaço.

    Não é prioridade, mas precisa ser planejado. Forças Armadas se planejam com, no mínimo, uma decada de antecedência. Senão, é improviso e não planejamento.

    O grande desafio no Brasil é planejar a longo prazo sem nenhuma certeza do que irá ocorrer. Por isso, são considerados diversos cenários econômicos, políticos e de eventuais ameaças.

    Assim, afirmo que não é turismo e sim, planejamento de longo prazo.

    Abraços

  34. Eu acho o Gripen M ótimo, mas em bases aeronavais, com fins de interdição naval. Antes de projetarmos poder, precisamos consolidar nossa Amazônia Azul.
    4 bases aeronavais, com no mínimo 6 Gripen M cada, mais estoque de mísseis antinavio, mais aeronaves de esclarecimento, antisubmarino e VANT’s de grande autonomia, e pronto.
    E scrapear o Opalão.

  35. Luiz Monteiro, boa noite.
    .
    Quando subi a foto do informe da MB, achei que logo alguém iria comentar a respeito, e me surpreendi que só agora, no 43º comentário (o seu primeiro na matéria, sejamos justos) finalmente alguém reparou!
    .
    Eu acho que não é uma maquete, creio que seja um aeromodelo, ou “demonstrador em escala” desenvolvido na Universidade de Linköping.
    .
    Há matéria de 2010 do Poder Aéreo que mostra um modelo que, creio eu, é exatamente este que você destacou na foto:
    .
    http://www.aereo.jor.br/2010/04/16/demonstrador-do-futuro-pos-gripen-versao-em-escala/

  36. Delfim Sobreira,
    .
    Se for para operar a partir de terra e nunca embarcar, não faz sentido o Gripen M, que será provavelmente mais pesado que o Gripen E, o que impactará no alcance e outras áreas do desempenho (por exemplo, a própria Saab divulga uma velocidade máxima e um teto operacional menores que os do Gripen E).
    .
    Faria mais sentido, no cenário que você propõe, operar o próprio Gripen E a partir de bases em terra, para interdição naval. Tal qual a própria Suécia fará (já que também usa o Gripen C nessa missão).
    .
    Gripen M sem porta-aviões não combina, quando já se tem o Gripen E.

  37. Quando a MB insiste em utilizar NAe eu imagino a FAB insistindo em criar um esquadrão de bombardeiros estratégicos . . .

  38. Fernando Malbec,

    É mas, pra embarcar aonde?
    Não adianta falar em esta ou aquela aeronave se nem se sabe ao certo com qual navio a MB vai contar. As prioridades hoje são outras e acho que o planejamento deveria ser pra driblar a atual situação da Marinha.
    Um Sea Gripen não pousa em qualquer navio e me parece que tem mais opções de aeronaves do que de navios no mercado. Acho que antes de se pensar em transformar um Gripen em Sea, deveria se ter o navio ou pelo menos o projeto deste pra saber se o vetor é o adequado, e acho que o Brasil está longe disso. Agora dizer que é um devaneio, oras, devaneio é presumir a substituição dos AF-1 que recém estão entrando em modernização. E sobre planejamento, se o planejamento da MB começa pelo sea gripen, já começa mal. Dar importância a médios de projeção de força, numa marinha que , segundo os comentários postados neste espaço, não consegue dar efetiva operação aos seus médios defensivos, é uma falha no planejamento. Apenas é a minha forma de ver as coisas. Primeiro devem-se apagar os incêndios, depois se pensa no que será feito no futuro distante. Principalmente em se pensando que por sonhar muito alto, hoje se vê uma marinha com a frota desfalcada em benefício da priorização do PROSUB.

  39. Eu já comentei a respeito do assunto envolvendo aquela “maquete” da terceira foto em outra oportunidade.
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    Se trata do General Future Fighter, GGF, desenvolvido entre SAAB e pesquisadores suecos. É basicamente uma técnica empregada pelos pesquisadores para se fazer de uma forma barata, uma série de análises de novos conceitos por meio de aeromodelos em “sub-scale”.
    .
    Aquele, encima da mesa, é o famoso “FS-2020” ( http://i.imgur.com/nVtBC.jpg ), que pode ser visto voando em videos no youtube. Após a escolha do Gripen por parte do Brasil e o aprofundamento das relações estre instituições de ensino, decidiu-se criar um “GGF2”, envolvendo pesquisadores brasileiros e suecos. O tal do Future Combat Aircraft Design Study and Demonstration, FADEMO.
    .
    Pesquisadores brasileiros terão acesso a dados daquele modelo em escala sobre a mesa, assim como, já há alguns de nossos pesquisadores engajados no desenvolvimento de novos sistemas para o FADEMO. Pesquisadores aqui da UFSC, por exemplo, estavam envolvidos no sistema hidráulico, por meio do Laboratório de Hidráulica e Pneumática, LASHIP.
    .
    Talvez uma “matéria investigativa” pudesse ser feita lá no CISB, para nos esclarecer a respeito de todas estas pesquisas que vem sendo feitas e como elas estão andando 🙂

  40. Esse é o assunto que mais rende aqui, e com razão.
    .
    O Sea Gripen + um Nael !
    .
    O verdadeiro CADÁVER NATIMORTO INSEPULTO !

  41. Quanto ao “turismo” tenho a seguinte opinião.
    Aparentemente, é salutar a MB acompanhar essas tratativas do FX2, isto é, é melhor ter sinergia entre as forças do que trabalhar isoladamente.
    Sem dúvida, em épocas de caças magras é importante economizar.
    Mas também não será cancelando essas viagens que sobrará dinheiro.
    Mas sou crítico de certas viagens em excesso.
    Por exemplo, quantas viagens os indianos já fizeram à França e Suécia, ou os suecos fizeram ao Brasil.
    Para mim essas visitas deveriam ser de dois tipos. A inicial, para conhecer, e as seguintes para resolver e não para cortesias, passeios, visitas…
    Quanto a essa do Sea gripen, o que há para ser discutido e visto no momento? Protótipo não deve haver. Há projeto ou maquete?
    Há também o aspecto de estreitar relações já que constou da matéria a existência de algumas parcerias.
    Quanto ao custo benefício, vi ano passado uma situação peculiar.
    Determinado estado com seca braba.
    Há algum evento sobre a seca em Brasília. Possível reunião ou liberação de recursos.
    Aí mandam umas dez pessoas.
    Será que só o secretário e algum técnico não resolveria?
    Economizar é preciso.

  42. De Martini.
    Pode ser que lá, no futuro, se necessite de um PA, não a curto e médio prazo. Sem falar de possíveis exercícios e coalizões nos quais PA estejam presentes. Então a aquisição da versão M mesmo sem PA tem seus méritos.

  43. Delfim…

    NAes da US Navy só passam pelo Brasil durante viagens de trânsito porque não podem atravessar o canal do Panamá e mesmo isso é uma ocasião rara e quando ocorre os ditos
    NAes nem mesmo estão perto de suas reais capacidades de combate foi assim com o USS
    Carl Vinson em 2010 e ano passado, 2015, com o USS George Washington, portanto um lapso de 5 anos e faltando os quesitos básicos…houveram sim treinamentos de conveniência, mas,
    a última vez que um NAe da US Navy visitou o Brasil plenamente equipado e escoltado
    ocorreu ainda durante a guerra fria.
    .
    Os franceses possuem apenas um NAe e não se podem dar ao luxo de envia-lo para o Atlântico Sul a vantagem é que quando o “Charles de Gaulle” está em manutenção os pilotos navais
    franceses podem treinar em NAes da US Navy que obrigatoriamente tem que atravessar o
    Mediterrâneo sem mencionar pilotos franceses que são enviados aos EUA, até para o treinamento básico.
    .
    Não me parece uma boa justificativa adquirir e bancar uma versão M do Gripen que será mais cara ou bem mais cara para de vez em quando utilizar-se de um NAe estrangeiro que passe por aqui…agora se os argentinos tivessem um NAe então seria bem mais conveniente e os próprios
    argentinos treinaram a bordo do NaeSP quando este ainda navegava.

  44. “Corte de recursos enfraquece defesa brasileira, diz comandante da Marinha”
    “E enquanto isso, vamos dar um folego ao Gripen Sea. E ainda tem quem defenda.

  45. em breve teremos o novo sea gripen operando no “novo“ são paulo q poderá disparar o novo man(odt),que será escoltado pelo novo subnuc(classe scorpene) e pelas nossas novas fragatas do prosuper,em q os marinheiros portarão os novos fuzis ia2(facilimo de utilizar e desmontar) assim como os fuzileiros q operaram os novos astros 2020(alusão a aguarde 20 em 20 anos})e tbm teremos os novos ec725. é me parece q para a marinha tudo será novo(ironic mode on)

    vejamos pelo lado bom da ultima vez a fab namorou o super etendard comprou os a4 quem sabe agora teremos um novo meio com somente 20 anos de defasagem…

  46. Srs

    Quanto a conveniência de avaliar e pensar o Gripen M para a MB:

    1 – Do ponto de vista geopolítico, uma década é muito tempo. Haja visto exemplos recentes como o fim da URSS; quem acreditaria, dez anos antes, que ela desmoronaria? E, em 1930, em plena crise econômica, quem imaginaria a queda da França em 1940?
    2 – Extrapolar para daqui a 7, 10 anos as atuais condições orçamentárias da MB é forçar a barra.
    Primeiro porque a MB terá que repensar a sua gestão logo, particularmente quanto a pessoal, sob pena de, nos próximos anos, não ter verba nem para os soldos.
    Segundo, porque o Brasil entrará em colapso se não criar juízo e adotar, logo, um bocado de sensatez econômica em seu governo.
    3 – O Gripen M deverá sair do forno, se sair, após o Gripen F., o que coloca seu rollout aí por 2024 ou ainda mais a frente.
    4 – A MB precisa planejar o seu futuro, para quais ameaças deve estar preparada e de quais recursos precisa dispor. E, na visão dos estrategistas da MB, esta precisa poder controlar ou se opor ao controle do Atlântico Sul, e isto implica na necessidade de aviação naval e NAes para a defesa de frota. Pensar em um Gripen naval é lógico visto a produção no Brasil de Gripen`s para a FAB.

    Quanto a necessidade da MB dispor de NAes:

    1 – Com citado acima, dez anos podem apresentar mudanças drásticas na geopolítica mundial. Hoje, a tendência é um encolhimento da Europa e a emergência da Ásia (China, Índia, Japão) com o Tio Sam concentrando esforços no Pacífico e tendendo a abandonar seu papel de polícia do mundo. Neste cenário, países como o Brasil precisarão cuidar mais de si mesmos ou se associar a uma das potências em ascensão.
    Se a decisão for cuidar mais de si mesmo, o Brasil precisará ampliar seu poder militar, aí se incluindo a capacidade de controlar o Atlântico Sul. E para isto, o país precisará de aviação naval e NAes.

    Quanto ao A12:

    1 – Para dispor de experiência no uso de aviação naval e NAes, é necessário um bom tempo (diversos anos) e, se a MB precisa ter tal capacidade aí por 2030, ela precisa do A12 operacional ou de um outro NAe. Cabe observar que não há muitos NAes usados disponíveis no mercado ( O PDA está disponível, mas é para aviões VSTOL) e novos, além de custarem muito caro, demoram anos para serem construídos.
    2 – Segundo informes, o A12, apesar de velho, está com sua estrutura em boas condições (observe-se que, como Foch, ele não foi muito exigido).
    Cabe observar, ainda, que uma parte significativa do custo estimado para sua modernização deve-se ao desejo de substituir o sistema de caldeiras e turbinas a vapor por um sistema a diesel, o que não é a única solução disponível, e nem, provavelmente, a mais econômica. O fato é que é possível manter o sistema atual de propulsão por turbinas a vapor e, para isto, existem conhecimento e empresas capacitadas mundo afora. Os CVN, por exemplo, são navios com propulsão a vapor.
    Talvez o que falte, é a MB buscar soluções alternativas (EUA, UK, Rússia, China , etc) abandonando a fixação pela “parceria estratégica” com a França.
    3 – Se a MB conseguir reduzir suas despesas com pessoal e custeio (redução e OM`s) em uns 15%, a reforma do A12 torna-se economicamente realizável (bem como a manutenção/obtenção de escoltas). E reduzir estes 15% não é o fim do mundo.

    Sds

  47. Não sei quanto a possibilidade ou viabilidade, mas não sairia mais barato a MB e o GF investir em bases avançadas nas ilhas de Trindade, Martin Vaz, São Pedro e São Paulo e mesmo em Fernando de Noronha, do que investir em um NAe novo?

  48. MO, não faço idéia de como seja a geografia das ilhas e tampouco a composição geológica do solo.
    Por isso comecei meu comentário dizendo “Não sei quanto a possibilidade ou viabilidade…”
    Apenas lembrei da existência delas e que talvez pudesse ter alguma serventia estratégica.

  49. Anselmo, como essa questão sobre pistas em ilhas também está sendo falada em outro tópico, reproduzo aqui o que escrevi lá.
    .
    Fernando de Noronha já tem uma pista de pouso e é um aeródromo utilizado com frequência por voos civis, havendo infraestrutura básica já implantada. Não precisa de uma “base aeronaval”, apenas de uma infraestrutura militar minimamente necessária (equivalente a núcleo de base) para receber aeronaves em desdobramentos, abrigar tripulações e mecânicos, equipamentos, armas etc, por curtos períodos de tempo.
    .
    Trindade é uma possibilidade, mas extremamente custosa. Precisaria haver disposição para contornar enormes questões ambientais e consumir centenas de milhões (provavelmente bem mais de um bilhão) na construção de uma pista e infraestrutura necessárias.
    .
    O “arquipélago” de São Pedro e São Paulo não é uma opção. Chamavam-se, com razão, “penedos” antes de serem promovidos a arquipélago por questões político-estratégicas. São pequenos rochedos que mal conseguem abrigar instalações para meia dúzia de pesquisadores, pois a área é atingida com razoável frequência por ondas fortes que varrem completamente a área. Nem heliponto foi possível construir ali – são picos de montanhas da Dorsal do Atlântico, que resulta de encontro de placas tectônicas, com frequentes terremotos e maremotos.
    .
    Sobre bases aeronavais ao longo da costa, vale o mesmo que o exemplo de Fernando de Noronha. Já há bases da FAB em diversos pontos, algumas serão mantidas, outras reduzidas a núcleos de base (na parte militar, pois no caso da civil, trata-se em grande parte de aeroportos de capitais). Ou seja, mais do que adequadas a desdobramentos. Não é preciso construir várias bases aeronavais.
    .
    Meios aéreos existem para serem desdobrados, ontem, hoje e sempre. Na paz, devem operar mais concentrados para otimizar recursos e treinamentos, mas estes últimos devem incluir os desdobramentos com frequência para permitir a dispersão e a rápida movimentação para onde o pau está comendo.

  50. Nunão, obrigado!
    Vc esgotou qualquer dúvida que porventura ainda remanesça.
    Portanto, chego à conclusão que, em razão da dimensão da Amazônia Azul, realmente precisamos de um NAe, quiçá dois.
    No advento atual dos mísseis de cruzeiro e outras armas de precisão e de longo alcance, penso que seria mais adequado combater longe da costa, em caso de uma agressão ou tentativa de invasão naval ao nosso país.

  51. Sim, Anselmo, quanto mais longe da costa uma Esquadra tiver capacidade de combater, melhor.

  52. Sea Grippen…. Ai a MB acorda do sonho. A MB parece aquele tio que não tem grana pra encher o tanque do carro, mas vive dizendo que vai comprar uma Mercedes…. Não temos recursos nem pro básico, e sempre foi assim, inclusive no Regime Militar. Aí ficam sonhando em desenvolver aeronave embarcada

  53. Eu tenho um amigo que anda de belina e vive dizendo “Cuando eu ganhar na loto vou comprar uma Ferrari” e vive revisando o catalogo da Ferrari, da Lamborgini, do Lagonda, etc. Vive com o condomínio atrasado pedindo “uns trocos pra acertar a situação” mas aparece em tudo quanto é festa, passeio, balada, pizzaria, etc.
    Controle, gerencia e principalmente objetividade ao vislumbrar os horizontes possíveis a serem alcançados. Enquanto não tivermos isso, continuaremos a ter a Marinha “fazendo água”.

  54. Uma base aerea numa Ilha tem seus contrapontos limitados….
    .
    Se é uma ilha com boa area, oferencedo boa infraestrutura como é Fernando de Noronha, é possivel voce possuir uma pista tradicional com toda a doutrina inerente, podendo recorrer a metafora de que ela poderia operar como um Pseudo Porta Aviões Porta Aviões INAFUNDAVEL….mas não devemos deixar esquecer que apesar de inafundavel, ele é fixo e perfeitamente pontuado nas prioridades do inimigo….Um Nae por sua vez, se locomove tentando manter sua posição desconhecida ou prejudicando o plano de ataque do inimigo em 100% de sua efetividade.
    .
    Para as outras Ilhas citadas, (Sao Pedro e trindade) , mesmo que o genio da engenharia humana supere os obstaculos ( que acho plenamente possiveis), provavelmente não sejam viaveis pois´seria muito diferente voce ter uma pista asfaltada ou concretada sobre a terra e que depois do ataque pode ser sofrivelmente ou não tapada e recuperada pelos batalhoes de engenharia, de outra que teria de ser construida de forma suspensa, concretata ou de aço. Esta hipotese a deixaria muito vulneravel a ser tirada de combate de forma irrecuperavel….Seria como ter uma base/pista construida como um viaduto, uma vez em pé ele ate funciona, mas uma vez botado abaixo não tem como se recuperar ou reconstruir..
    .
    .Sobre o Sea Gripen já comentei, não vem a ser um devaneio dependendo de como inserir-se no pacote completo do MD.
    .
    Pura e simplesmente como encomendas da MB provavelmente não se justifique e seja arriscado, independente das necessidades.
    .
    Como uma extensão de projeto, um pacote de versões, poderia representar um modelo de possibilitasse um colchão mais confortavel de decisões para o futuro das forças.
    .
    Se a FAB fosse utilizada para oferecer este colchão, ela poderia operar um dos 3 lotes previstos no total na versão naval.
    .
    Desta forma, seria um projeto para 60 caças navais ( 36 FAB+opção 24 MB).
    .
    Isto permitiria a alavancagem do projeto.
    .
    Caso a MB não concretize a compra, bastaria voce ficar apenas com os 36 do lote naval destinado a FAB.
    .
    Caso a MB concretize de forma ainda muito timida em face da regua de time line entre um hipotetico Nae operacional e sua complementação, algumas pequenas quantidades da FAB até o limite de 24 poderia ser repassados a MB ( A FAB poderia encomendar novos lotes em substituição e novos blocks).
    .
    Caso tudo positivo e ainda concretizado, a MB daria sua propria aquisição 0km e ainda contar com uma reserva estratégica em poder da FAB ( dependendo da situação/urgencia/contingencia).
    .
    Uma versão biposta poderia oferecer recursos daptados a missões complexas que demandem um 2o.piloto operador dos sistemas de combate.
    .
    em contraponto, sem duvida acrescenta custo ao projeto no todo e pode depreciar uma pequena fração do desempenho esperado pela FAB.
    .
    Mas seria um custo trocado pela segurança do dia do amanhã.
    .
    .

  55. Outro contraponto que esqueci de mencionar, é que uma vez este projeto naval sendo levado a cabo, provavelmente a fração de participação das empresas brasileiras no projeto deste modelo sejam maiores, possibilitando algum acordo mais benefico na comercialização deste a outros mercados, quer seja diretamente ou indiretamente pela industria brasileira.

  56. “carvalho2008 em 17/06/2016 às 14:05
    Para as outras Ilhas citadas, (Sao Pedro e trindade) , mesmo que o genio da engenharia humana supere os obstaculos ( que acho plenamente possiveis)…”

    .
    Carvalho2008, boa tarde.
    .
    Trindade pode ser possível, mas São Pedro eu creio que mesmo o mais iluminado gênio da engenharia humana teria dificuldades incomensuráveis para superar os obstáculos. Lá ocorre terremoto e maremoto com considerável frequência e a área emersa é minúscula, frente às necessidades de uma pista.
    .
    Vale a pena conferir algumas fotos:
    http://2.bp.blogspot.com/-qZHe3fxkJCs/TY4Hdm-7zLI/AAAAAAAAAWU/r_2P9FXhKxQ/s1600/arq.jpg
    http://www.pensamentoverde.com.br/wp-content/uploads/2014/03/img19.jpg
    http://www.bahia.ws/videos/Ilhas/Arquipelago-de-Sao-Pedro.jpg
    http://static1.squarespace.com/static/52ff5fcae4b03a0d7ddc996a/53342883e4b0943ce189a80f/539cf078e4b0c43a8a6a1b4f/1425296800499/SM008345.jpg

  57. Se for para desenvolver o Gripen M, não seria mais interessante partir direto pro FS 2020, em versão unicamente naval ???? Com previsão de 10 anos para se desenvolver o caça, deixaria o A12 hibernando até 2021, então inicia-se sua reforma completa de 5 anos, quando ela for concluída, o A12 seria a plataforma de testes e uso final do FS2020… no futuro a FAB adotará a mesma versão, navalizada, como iria fazer se fosse o F18 o escolhido no fx2….
    Ou sonhei muito alto ?!?!

  58. Perfeito Nunão,
    .
    De qualquer forma, minha intenção principal é frisar que mesmo que fossem possiveis, seriam extremamente frageis….bastaria uma bomba somente e acabou-se…

  59. Pessoal,

    E socar uma unidade de S-400 nelas (ilhas) equipados com os 40n6….faria diferença estratégica? Daria uma cobertura praticamente igual a propria ZEE geografica delas mesmas…

  60. carvalho2008 e Fernando “Nunão” De Martini

    Acho que tsunamis e terremotos não seriam problema pra uma base numa ilha. A ilha San Felix é um bom exemplo, pode ver pelo Google Earth: Latitude 26°17’37.27″S / Longitude 80° 5’45.77″O.

  61. glaxs7, boa tarde.
    .
    Se estamos falando de uma ilha, tudo bem. Mas dê uma olhada nas fotos que coloquei em comentário mais acima. Não dá pra dizer que São Pedro e São Paulo são ilhas pra valer, ou mesmo sonhar em ver instalada ali uma pista de pouso, pois se trata de um minúsculo conjunto de rochedos onde mal se consegue manter de pé um par de abrigos para pesquisadores.
    .
    Mesmo deixando de lado os riscos dos terremotos, o fato é que, diferentemente do exemplo que você mencionou, no caso de São Pedro e São Paulo não daria nem pra “pôr a cabeceira”, com o perdão das palavras que remetem a uma expressão chula.

  62. Fernando “Nunão” De Martini,

    Boa Noite,
    Me referia a Trindade, Martin Vaz e Fernando. São Pedro não conseguiria ter nem mesmo um pequeno cais ou algo assim quando mais uma base aérea. Não tem nem mesmo onde guardar provisões pra uma tropa. Acho que nem de refugio serviria.

  63. ” Water tunnel and CFD analyses have also been
    carried out and indicate potential problems due
    to vortex brake-down at higher angles of attack
    that seem to invest the fins. Further and deeper
    studies and tests will be performed to
    investigate the matter and to try different
    solutions. The demonstrator will be flown to
    specifically explore the effects of the vortices on
    the fins and the risk for potential problems. ”
    .
    http://liu.diva-portal.org/smash/get/diva2:373475/FULLTEXT01.pdf

  64. # eles querem avião para projeção de poder na baía de Santos ? kkkkkkk
    editor excluo meu outro comentário pvr

  65. A marinha quer tudo, não tem nada.
    Almirantada devia se especializar em subs e navios. Esquecer porta aviões.
    Mas são umas ____________Não adianta falar.
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O MÍNIMO DE RESPEITO.

  66. Prezado Bardini, obrigado pela referencia aos estudos do F2020.
    Notar que alguns dos ensaios em modelo reduzido foram efetuados na água, o que demonstra a vocação naval do mesmo(rsrsrs). Brincadeiras à parte, o fato é que muitas vezes essa tecnica de emprego de fluido diferente no qual o protótipo (e, posteriormente, as aeronaves de produção) operara é frequentemente utilizada por diversos motivos tecnicos. Um exemplo, que acompanhei na por volta de 86 foi empregar fluxo de ar em modelos de turbinas hidraulicas. Por que? É porque depois que o fluxo de ar estava em regime permanente injetava-se glicerina pulverizada e suas minusculas particulas possibilitavam a medição, com lazer, de velocidades junto à superfície do modelo; naquela época essas medições visavam certificar parametros a serem empregados nos modelos numericos para analise em CFD. O vice-versa é verdadeiro; um exemplo legal foi o desenvolvimento dos submarinos polaris…testados no ar (logico em apenas uma pequena serie dos extensos ensaios que envoleream este programa naval americao)
    No caso do paper linkado pelo Bardini, usar água no modelo de avião possibilita a análise de varios detalhes que somente seriam possiveis se a escala geometrica fosse bem maior; isso se deve à diferença de densidades.
    Todo odesenvolvimento serio em engenharia para obter equipamentos de alto desempenho, requer tempo e competencia. Precisa gastar fluidos; eu acho que entre champagne e “uíski cutty sark” seria melhor gastar em suor mesmo.
    Eu admiro muito a parcela dos profissionais da MB que dedica seu sofrido suor e pensa. Tenho varios amigos la tambem!
    Mas como aqui ja postei, acho que porta aviões não são os meios mais adequados para as necessidades do Brasil.

  67. Sea Gripen, ainda mais com desenvolvimento bancado por nosso dinheiro, é piadinha de mau gosto, falta de um mínimo de bom senso, completa falta de aptidão para gerir um financiamento, forma de arrecadar um por fora ou todas as alternativas anteriores.

    Se nossas FA tem missão defensiva, qual o papel de um PA nelas? E mesmo que houvesse um PA, seria defendido por quem se a MB não tem dinheiro para as escoltas e apoios?

    Já passou da hora de passar o SP pra frente e arrecadar o que der com ele! Se a MB tivesse um minimo de gestão, apostariam em programas de UCAVs. Vigilância e porrete no mesmo sistema. Com a complementação de alguns caças de bom alcance dispostos estrategicamente ao longo da costa e pronto, teríamos um sistema eficiente de controle da Amazônia Azul.

  68. A Marinha do Brasil como sempre com a velha mania de comer M.. e arrotar caviar. Uma marinha que nao tem uma fragata que preste, que no minimo era para ter 10 Freem, uma marinha de guerra que nao tem se quer um Destroyer, que era para ter no minimo 4. Passa queimando o pouco dinheiro que tem em devaneios de super potência. A gente fala muito dos nossos políticos mas nossos generais também são F,,,,,,,,,

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