Conceitos de corveta e fragata do LCS da Lockheed Martin apresentados anteriormente com vistas à exportação

A Marinha dos EUA quer aumentar as capacidades de guerra antiaérea da sua futura fragata e está buscando para ter mais do que os projetos dos dois cascos atuais para consideração, de acordo com vários relatos da mídia.

Os novos planos iriam romper com os anteriores, que incluíam simplesmente aumentar o armamento e tamanho do dois projetos de Littoral Combat Ship (LCS) atualmente sendo introduzido na US Navy.

Uma equipe de avaliação de requisitos da fragata recém-criada examinará os planos atuais para um LCS “fragatizado” com capacidades anti-superfície e antissubmarinas adicionadas e estuda como incluir poder de fogo anti-aéreo nos projetos.

Além do armamento melhorado, a Marinha dos EUA vai avaliar um número maior de projetos do casco, além dos atuais projetos da Lockheed Martin e Austal usados ​​para os LCS.

Os planos foram relatados pela primeira vez pelo Defense News, que escreveu que um documento preliminar apontou planos de dobrar o número de mísseis Evolved Seasparrow Block 2 de oito para 16 ou incorporar um sistema de lançamento vertical Mark 41 com pelo menos oito mísseis Standard SM-2.

“Vemos uma oportunidade de aumentar nossa capacidade de defesa antiaérea (AAW), que se enquadra na categoria de letalidade, dentro de um espaço de troca razoável para a nossa futura fragata”, afirmou o secretário da Marinha, Sean Stackley.

Tanto a Austal quanto a Lockheed Martin, as duas empresas anteriormente solicitadas para fornecer projetos para a futura fragata, elaboraram seus projetos em torno das versões “fragatizadas” do LCS e agora resta saber como elas se adaptarão aos requisitos revistos.

FONTE: navaltoday.com

3 COMMENTS

  1. Dezesseis mísseis? Um lançador Mk41 possibilita 32 ESSM.
    Acrescenta à atual configuração do LCS dois lançadores triplos de torpedos, 8 SSM, um módulo Mk-41 Self Defense (ou Tactical) e troca o canhão por um de 76 ou 127 mm. Combina tudo com um radar AESA banda X.
    E claro, fragata não precisa “fazer dobra 9.8”. Muda o sistema propulsor pra dois eixos convencionais e no máximo 30 nós.

  2. Há uma tendência de armar pequenos navios sem um canhão mais pesado com mísseis sup-sup táticos de pequenas dimensões e curto alcance, geralmente utilizados em terra como mísseis antitanques. Os israelenses utilizam em alguns de seus barcos o Spike ER e dispõem o Spike NLOS, os americanos utilizam o Griffin B nos barcos de patrulha Cyclone e irá instalar o Hellfire Longbow nos LCS, os suecos armas alguns de seus barcos CB-90 com o Hellfire, os russos utilizam o míssil Spiral em alguns barcos patrulha. O Javelin é oferecido para a mesma finalidade. O Brimstone e o LMM são oferecidos pelos britânicos. Há várias alternativas de combinar foguetes de 70 mm guiados com canhões de pequeno calibre.
    O que se quer é prover pequenos navios com uma capacidade destrutiva e alcance que só seria possível se ele tivesse um canhão de pelo menos 76 mm.
    O LCS é uma exceção à regra e o que se busca é um míssil que proveja uma “pegada” maior contra enxames de barcos que os canhões de 57 e 30 mm, cuja efetividade contra esse tipo de ameaça não passa de 3 e 5 km. Já os outros usuários desse conceito querem um maior poder de fogo contra alvos pontuais em terra e eventualmente contra embarcações inimigas. Nem sempre uma rajada de um canhão de 25 ou 30 mm faz o efeito desejado, sem falar que há necessidade de se aproximar muito do alvo para dar essa rajada. Mísseis táticos sup-sup geralmente dão uma folga de mais de 5 km e têm um efeito mais destrutivo sobre o alvo.

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