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EXCLUSIVO: Ingleses sondam interesse da MB em um navio-tanque classe ‘Wave’

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Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A Marinha Real Britânica comunicou à Marinha do Brasil (MB) que se prepara para disponibilizar, no próximo ano, um dos seus dois navios-tanque da classe ” Wave” (RFA Wave Knight e RFA Wave Ruler) – unidades relativamente novas (apenas 15 anos de uso), de 196,5 m de comprimento, 31.500 toneladas de deslocamento carregado, e ampla capacidade de apoiar diferentes tipos de operações navais.

Foi o segundo aviso que os militares britânicos deram aos seus colegas brasileiros sobre o assunto – o que, em Brasília, vem sendo entendido como uma sondagem acerca do eventual interesse da MB nesse tipo de embarcação.

RFA Wave Ruler reabastecendo a fragata Type 23 HMS Iron Duke
RFA Wave Ruler reabastecendo a fragata Type 23 HMS Iron Duke
The ship’s primary tasking is Counter Drug Operations in conjunction with a wide variety of law-enforcement agencies, primarily the United States Coast Guard (USCG). The ship is also on standby to provide Disaster and Humanitarian Relief if necessary, and her presence in the area contributes to the wider security of the region.

De acordo com uma fonte do Poder Naval no Ministério da Defesa, esse é o procedimento normal dos ingleses: eles primeiro investigam se a Marinha da “nação amiga” mostra interesse na embarcação a ser desativada; em caso afirmativo, formalizam a oferta do navio.

A MB estuda a nova situação criada pelas mensagens recebidas do chamado MoD (Ministry of Defense), de Londres.

Os navios da classe Wave custaram pouco mais de 100 milhões de libras esterlinas (cerca de 499,4 milhões de Reais) cada um, mas o preço de transferência ainda não foi definido.

Atualmente, toda a capacidade da Força de Superfície da MB de prover apoio em alto mar, reside nos préstimos do navio-tanque Almirante Gastão Motta (G 23), um navio de 135 m de comprimento, 19 m de largura e 10.320 toneladas de deslocamento (carregado), operado por 121 tripulantes.

HMS Ark Royal e RFA Wave Knight, em 2010
HMS Ark Royal e RFA Wave Knight, em 2010

A Força tem, há vários anos, interesse em uma moderna unidade de Apoio Logístico, com deslocamento na faixa das 23.000/24.000 toneladas. A possível oferta inglesa, além de representar um sopro de Modernidade nas atividades do 1º Esquadrão de Apoio da Esquadra – hoje reduzido a somente um navio-tanque de alto mar (construído no início dos anos de 1990) –, garantiria uma revitalização das suas atividades.

Gaveta – No segundo semestre de 2014, a então Presidenta Dilma Roussef engavetou o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) elaborado pela MB, que previa a construção no país, com o apoio de um estaleiro estrangeiro, de um Navio de Apoio Logístico tripulado por 150 militares.

O projeto precisaria obter o Certificado de Segurança de Construção para Navios de Carga (Solas) e o Certificado Internacional de Prevenção da Poluição do Mar (Marpol), que inclui a adoção de casco duplo(comum nos navios petroleiros) para evitar vazamentos em caso de acidentes.

Segundo os mesmos planos, o navio desenvolveria 20 nós de velocidade máxima, e operaria por 30 dias sem necessidade de reabastecimento, percorrendo até 18.520 km (10.000 milhas náuticas).

A unidade teria hangar à ré, para receber um destacamento aéreo com helicóptero EC-725, e estaria apta a realizar o transporte de combustíveis (JP-5 para aeronaves e MAR-C para navios), água fresca, munições, alimentos frigorificados e instalações médicas (com capacidade para cirurgias de emergência), além, claro, de sobressalentes.

Logistic Support Ship (LSS) da Fincantieri
Logistic Support Ship (LSS) da Fincantieri

LSS – Atualmente, com a permissão da Marina Militare, a Força Naval brasileira acompanha (desde junho de 2016), o desenvolvimento do Programa LSS (Logistics Support Ship), que, a cargo do Grupo Fincantieri, constrói o novo navio de Apoio Logístico da Esquadra italiana – unidade de 181 m de comprimento, 24 m de boca máxima e 25.000 toneladas (aproximadamente) de deslocamento.

Essa unidade será capaz de suportar as necessidades de uma Força-Tarefa de combate, por meio do transporte de combustível dos tipos naval e aeronáutico, água potável, munições, óleo lubrificante e peças de reposição. Bem como lidar com as consequências de um desastre natural de grandes proporções, fornecendo apoio médico (hospital) classe Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) Role 2 Light Mobile.

RFA Wave Knight (A 389)

Armamento – Os petroleiros rápidos britânicos da classe Wave pertencem à Real Frota Auxiliar do Reino Unido.

Dotados de casco duplo – para diminuir o risco de contaminações no mar –, eles, além de proporcionar combustível às demais embarcações da Royal Navy destacadas para regiões marítimas distantes, cumprem missões anti-pirataria na perigosa zona do Chifre da África, e de combate ao tráfico de drogas no Mar do Caribe.

É isso que explica o armamento variado e poderoso para um navio logístico, que chegaram a receber duas estações de defesa aproximada anti-míssil/antiaérea CIWS Phalanx.

Desdobrados em missões de patrulha no Atlântico Norte, esses navios, em vez de embarcarem um helicóptero multiuso tipo Merlin, vêm operando ou um aparelho Lynx ou uma aeronave da Guarda Costeira dos Estados Unidos.

Os classe Wave carregam até 16.000 m3 de líquidos e 500 m3 de material sólido. Equipamentos de osmose reversa instalados a bordo garantem a produção de 100 m3 de água potável ao dia.

RFA Wave Knight com CIWS Phalanx instalado na proa
RFA Wave Knight com CIWS Phalanx instalado na proa
RFA Wave Knight e RFA Wave Ruler
RFA Wave Knight e RFA Wave Ruler

156 COMMENTS

  1. Esta é a hora.
    .
    Pode alegar que o navio pode ajudar a levar combustível em caso de nova greve de caminhoneiros. É a hora exata de fechar o negócio….

    • Boa explicação!!
      “Sr Presidente, já q haverá outra greve….. gostaria de ver com o senhor a possibilidade (é assim q todo subordinado vem pedir algo) de comprarmos esse excelente navio aqui! Detalhe, no governo passado, [email protected]@[email protected] pra essa necessidade!

      Sds e desculpe pela brincadeira!

      • Mas o pior que é assim. Cortaram verbas de todo lado, pra subsidiar o diesel, mas aumentaram a alocação de verbas para GLO. Exatamente porque as FAs tem socorrido o governo em toda crise. É desbloqueio de estradas, de portos…
        .
        De tudo que a MB precisa, esta compra aí, seria a menos questionada.
        .
        Compra agora, para receber o navio depois. O governo levaria vantagem politica nisto ai.

    • Mais um navio logístico seria ótimo para MB, pois aumentaria muito as suas capacidades .
      Mas, por que sempre tem que ser sucata Inglesa ?
      Poderia ser uma sucata Russa também !

      • Porque as sucatas russas datam da URSS, a manutenção é um pandemônio e são, bem dizer, sucatas.

        Se for para comprar sucatão mesmo então é melhor comprar o CV Kitty Hawk, que pelo menos dá para deixar exibindo junto ao São Paulo.

      • Não chamaria um navio de 15 anos de sucata. Mas quanto a operar navios usados ocidentais, em vez de russos, seja por questão de proximidade política e também já estarmos acostumados a utilizar meios britânicos e americanos.

        Se fosse pra comprar alguma “sucata” russa que fosse alguns SU-27, ou alguns misseis anti-navio excedentes.

      • Pois é MO – a jenialidade nunca acaba. Queria saber quantos anos tinha o Marajó quando deu baixa, só para “situacionar”.

    • o bom seria que as duas unidades viessem a médio prazo porque ao que tudo indica não haverá chances de comprar nada novo pelos próximos anos, também não descarto outros navios que darão baixa antecipada na Royal Navy . o maior desejo seria as tão cobiçadas Type 23, em breve 6 destes irão estar disponíveis e seriam a melhor coisa para a MB

  2. Vai vir com Artisan 3D? kkkkkkk

    Brincadeiras à parte, seria uma ótima compra. Poderíamos usar a situação do desabastecimento de gasolaina para comprar esse navio tanque;

  3. Qualquer coisa vai ser melhor que o Marajó, já devia ter sido substituído a tempos mas falta dinheiro, falta coragem, falta muita coisa na marinha por isso o estado de abandono da força.

    • Estado de abandono da Força ?

      A MB não tem todo o dinheiro que precisa para tocar todos os seus projetos e resolver suas necessidades, mas mesmo assim está tocando projetos importantíssimos e aproveitando as compras de oportunidade, dentro do que seu orçamento permite.

      Agora, daí você dizer que há um “estado de abandono da força” ou você é mal intencionado, ou você não está falando sério ou ainda, o que é mais provável, está falando de um assunto que não conhece !

  4. Desde que a MB era sondada pela RN para a venda o HMS Ocean eu dizia que a MB seria ofertada para um dos Wave, espero que ela tenha “dindin” e aproveite.

  5. Como já foi comentado pelo CA em outra matéria, creio ser impossível termos reaparelhamento totalmente feito aqui ou comprado novo.
    É uma boa oportunidade.

  6. Interessante… O Brasil está comprando a marinha do Reino Unido kkkkk os ingleses são próximos da MB, parecem confiar bastante e apostar nessa aproximadamente que dura décadas.
    Que lindo esse navio da Fincantieri…seria uma ótima opção também.

  7. Um NT Classe Wave seria muito bem vindo à MB, até porque possui maior capacidade de tancagem e um convoo para operações VERTREP, que o NT Alte. Gastão Motta não tem.

  8. A MB está com muita sorte de conseguir estes meios relativamente novos que impedirão a sua obsolescência em bloco.
    Com estas compras de oportunidade, a MB consegue modernizar parcialmente seus meios navais, diminuindo os custos do PROSUPER tornando mais exequível, futuramente, liberação de verba para investir nas fragatas.

  9. Não sei se esse seria o gargalo da Marinha, melhor focar nos escoltas. Bem ou mal temos o G23, sem contar que o Bahia também faz TOM e não temos essa necessidade de reabastecimento, pois não realizamos comissões em regiões marítimas distantes como a Royal Navy.

    Se a Marinha comprar, será uma boa aquisição, pela capacidade e vida útil ainda restante. Porém, deverá ser mais um navio “parado”. Sem recursos e até mesmo óleo combustível para fazer comissões. Talvez a compra seria justificável se dessem baixa em outro navio do apoio, como por exemplo o Mattoso Maia.

  10. E lá vamos nos de novo kkkkkkk.
    os ingleses descobriram um bom lugar para jogar seu ferro velho rsrsr.
    Mas o mais interessante dessas imagens é ver o Atlântico operando com os Harrier,s!
    Acho que a MB deve buscar junto a ingleses e americanos unidades do Harrier AV8B ou semelhante para dotar a aviação naval em substituição aos A-4 que não vão a lugar algum.
    Moderniza as unidades adquiridas com tecnologia Glass cokpit etc..
    Sabe-se que temos a opção Russa, Chinesa e ou Coreana.
    Mas na minha modesta opinião, acho que deveríamos comprar o projeto do Pampa-III e repassa-ló a uma empresa nacional como Avibrás ou um conglomerado delas.
    Para baseado no projeto desenvolver uma versão naval.
    Por ser mais barato o Pampa poderia se tornar uma ótima aeronave multi uso na força.

  11. Navio de suprimento rápido, com aquele convés de voo para helis é barco que tem condições de ser cruzador auxiliar. Com algum armamento, além do existente serve no nosso caso, de penúria extrema. Acho…Boa hora de comprar, a Rainha está catando moedas para pagar suas encomendas navais e sair da zona do Euro (Brexit). Botamos mais umas fragatas T23 e fechamos a conta.

  12. Acho interessante e oportuna a mensagem da RN para a MB sobre a possível desativação deste navio , como diz a reportagem, relativamente novo……
    Acho eu que não deveríamos perder essas compras de oportunidade por alguns motivos:
    1 . Nem sempre teremos como ter verbas para programas de aquisição de meios navais, pois quando tem , são alvo de cortes orçamentários por menor que seja o problema econômico do país;
    2 . Se estiverem em bom estado, e oferecidos por uma Marinha amiga, não seria uma má ideia em adquirir.
    3. Essas compras de oportunidade são até interessantes – a compra do Ocean, dos navios de apoio, dentre outros- para uma Marinha, além do Exército e da Força Aérea, que volta e meia são contingenciadas em seus orçamentos . Daqui há pouco , vão oferecer as suas fragatas mais velhas…. mas que não deixam de ser interessantes.
    Espero que o comando da marinha aproveite as oportunidades, pois a sorte não correrá ao nosso lado para sempre.

  13. Pronto. Já está no carrinho de compras da MB!
    Onde pago?
    E por favor, no cartão de credito em 10x s/juros igual nas Casas Bahia, vlzS!
    Thanks, see you next time!

    • Pois olha, 15 ou 20 anos ainda não teremos começado a construir nosso Nae zero Km e se não pegarmos o Nae francês, virá na horinha certa ou melhor na hora prevista, porque a hora certa de termos um novo Nae era a 5 anos atras.

  14. Aos poucos estamos virando Royal Navy de 2 décadas atrás. Excelente compra para a marinha. Dá orgulho um navio desses.

  15. Necessidade existe (quem tem um não tem nenhum), não temos nenhum com a quilha batida, o navio atende e supera as especificações, o equipamento inglês usado tem sido bom para a MB, então, se não comprar, é só porque no hay plata. Ou porque algum iluminado vai dizer que vai arrumar dinheiro para construir um novo no país (de novo essa conversa??).

  16. Se estiver em um bom preço, tem mais é que comprar e manter para suprir a Marinha até a incorporação de um novo, o que deve acontecer somente após 2030.

  17. Foxtrot 1 de junho de 2018 at 14:24
    “os ingleses descobriram um bom lugar para jogar seu ferro velho rsrsr.
    Mas o mais interessante dessas imagens é ver o Atlântico operando com os Harriers”.

    De novo essa história de ferro-velho/sucata Foxtrot?!
    Quem dera a Royal navy oferecesse todo navio de 15 anos que eles quiserem se desfazer,pena que grana para adquirir não temos…

    Não há sucata,Não há pegadinha inglesa e com certeza não há navio bichado como alguns gostam de dizer.
    Os ingleses estão trocando sua classe Wave de 196,5 m de comprimento, 31.500 toneladas de deslocamento, pelos modernos Tide,de 201 metros de comprimento, com boca de quase 29 metros e deslocamento de mais de 37.000 toneladas,eles foram projetados para apoiar os novos porta-aviões da classe “Queen Elizabeth”.
    Com certeza os Wave devam estar sendo descartados por não terem capacidade para tal obrigação.

    O navio da imagem não é o HMS Ocean,e sim o Ark Royal…

  18. Poxa, o Oceano, o Bahia e mais esse?!? Capacidade boa de operações de longo alcance.

    Tomara que dê certo. Para as missões brasileiras da ONU vai ser ótimo.

    Claro, o ideal é construirmos tudo aqui. Mas, o BR é um fracasso moral. Então, vamos comprar o que der. O

  19. Que bom! precisamos! O melhor disso é que se o Ocean veio “barato”, esse aí por ser muito mais simples, deve vir em um preço bem acessível para nossa realidade.
    Alguém chuta valor?

  20. Porque a Inglaterra considera o Brasil “nação amiga” sendo que somos tão próximos dos Argentinos?
    Vender á principal embarcação de guerra ao Brasil e oferecer boas oportunidades de compras militares á nossa Forças Armadas é meio confuso…

    1° Ja quase entramos em guerra na questão Christie
    2° Na guerra das Malvinas apoiamos á Argentina e vendemos armamento á eles
    3° Brasil interceptou e apreendeu um bombardeiro britânico
    4° Embarcações militares do Reino Unido é de entrar no Brasil

    • 1º Quase e nada é a mesma coisa. Resolvemos pendências de forma pacífica, como da Ilha de Trindade.
      2º Se eles quisessem teríamos vendido para eles também. Eles que não quiseram uns Bandeirulhas.
      3º Os caras vieram pousar aqui no Brasil. Interceptação “pró-forma”. O avião ficou uns dias e foi embora.
      4º ??
      5º Os britânicos usaram bases no RS para prestar apoio logístico às Falklands.
      6º Na 2ª GM lutamos ao lado deles.

  21. Espero que seja um valor inferior ao “Ocean”, pois com esse governo que só quer cortar nas pastas, mas o tamanho do estado?!.

    Ainda tem mais navios que RN vai descomissionar.
    Parabéns Naval.
    Melhor portal de defesa do Brasil e da América Latina.

    Falta só um canal no youtube. (custada nada escrever) hahahahahahaha

  22. Oportunidade ja anunciada pelo Luiz Monteiro se eu n me engano , MB tem q correr pra garantir esse NT e futuramente o seu navio irmão tb ,.. num chute esse ”Wave”’ deve nos custar algo em torno de 45 mi de libras ….A Royal Navy ainda n se pronunciou sobre q fim vai dar os 3 Classe River B1 ..o segundo navio da classe deve ir pra reserva agora .. com o terceiro ao fim do ano … bom aproveita

    • Concordo plenamente, ainda mais porque navio com menos de 20 anos de uso vai ser difícil daqui pra frente. Tem que aproveitar o que existe, depois vai ser osso.

  23. Segundo NGB e a matéria acima:
    – G27 Marajó – 15.111 ton carregado, 137 metros de comprimento (lançado em 1968, desativado em 1996)
    – G23 Gastão Mota – 10.320 ton carregado, 135 metros de comprimento (único navio tanque em atividade na MB, lançado em 1990)
    – Wave – 31.500 ton, 196,5 metros, 15 anos de uso.
    A comparação indica que o Gastão Mota é pequeno, o Wave é enorme, possivelmente abaixo e acima das necessidades, respectivamente. Marajó e Gastão foram construídos no Brasil. Pelas experiências que temos tido acompanhando o Naval, pode-se concluir que Marajó improved casco duplo etc projetado e construído no Brasil demoraria uns 10 anos a partir da decisão de começar o processo, ainda com risco de a grana não sair. E provavelmente seria bem mais caro do que um Wave de segunda mão, que talvez possa estar no Brasil em uns 2 anos.
    Não dá para comparar, é torcer para realmente sair essa oferta e negociação do Wave, garantindo a solução do problema para mais uns 20 anos à frente, ainda mais pq, com dois navios, um poderá estar sempre parado ou em baixa utilização, aumentando sua vida útil e reduzindo gastos de utilização (à la Albion/Bulwark).

  24. Duas perguntas:

    Porque os Jacks estão dando baixa em dois tanqueiros com tão curto tempo operacional???
    Sim, eu sei, mandaram fazer quatro novos na Coreia, mas porque tão rápido?
    Um tanqueiro de 30.000 tons, a MB vai ter café no bule para manter e operar este navio?
    Sempre lembrando que ter ou comprar não significa poder manter e operar….

    • Juarez,

      É nisso que estou pensando… Por que raios dar baixa em navios tão novos…?

      Não consigo imaginar que esses vasos, de uma hora para outra, simplesmente deixaram de atender aos requisitos da RN… E supondo que não hajam surpresas com o navio, só posso imaginar uma bela bateção de cabeça no MoD britânico…

      Supondo que o interesse seja mesmo genuíno e a MB esteja realmente pensando em adquirir um monstro desses, será que os chefes navais já preveem operar com menos escoltas e/ou não ter NAe pelas próximas décadas…? Imagino que só assim, sacrificando combatentes e o NAe, para prover recursos para vasos logísticos dessa magnitude.

    • Eles construíram 4 navios de 39.000t para poder dar suporte as operações dos 2 novos Porta Aviões convencionais.
      .
      Agora eles precisam colocar dinheiro em outro tipo de navio, os “Solid Support Ship”. Não vai ter mais espaço $$$ para os Wave na RN.

  25. As Type-23 estão virando uma ilusão…
    Tudo indica que os equipamentos que estão sendo colocados nesses navios atualmente, vão ser reaproveitados nos novos navios que serão construídos.

  26. Fatalmente a Wave-Class vai se aposentar quando os Tide-Class entrarem em serviço. São meios novos, então, que venham os 2, o Knight e o Ruler. Um agora e outro quando estiver disponível. Seria um terço do PROSUPER resolvido. Ficariam faltando as fragatas e os patrulha. Hoje, tudo na Marinha é gargalo, tudo é prioridade. Seria uma grande aquisição.

  27. Vejam que coincidência. Hoje pela manhã estava conversando com um capitão R/2 do Exército. Um dos assuntos foi o Ocean.
    Nada sabíamos sobre o Wave.
    Ele estava curioso porque os ingleses haviam nos oferecido o Ocean. Inclusive porque existem muitos outros países em melhores condições financeiras.
    Eu disse que achava que era por questões sentimentais. Para um marinheiro, um navio possui alma. Tanto que recebe um nome. Ele só seria oferecido a quem eles acham que tratarão o navio com “carinho”.
    Certo ou errado, mais um foi oferecido.
    Galante, você que é “marinheiro”, procede?

    • Ocorreu-me agora que talvez eles gostem de saber que em nossas maos os navios ainda estarao em servico por muitas e muitas decadas… triste mas verdade…

  28. Olhando a primeira foto ampliada reparei 2 reparos, a bombordo e a estibordo sob a ponte, alguém sabe informar qual o calibre?

  29. Tem que comparar o preço e em que condições está primeiro. Mas a opção dos ingleses pelo Brasil primeiro nos deixa com uma boa oportunidade e avaliar primeiro que os outros antes que vá a leilão.

  30. Os ingleses estão jogando um jogo de geopolítica. Querem o Brasil como um bom aliado no Atlântico Sul. E estão certos em escolherem o Brasil pela extensão da nossa costa. E o Brasil tem mais é que aproveitar essa oportunidade, afinal os dois estão ganhando.
    Se o MO escreveu “nem pensa, COMPRA…”, pronto, minha torcida pela compra é total.
    Agora, o nome PERNAMBUCO continua esperando, viu?

  31. God save the Queen !!!
    Mo o homem que vai constituir a Marinha Acreana !!! Kkkkkkkkkk
    Forte abraço sumido !!!
    Compra !!! Compra !!!

  32. Que venha logo….
    É um navio capaz, nos atente plenamente, relativamente novo e está totalmente operacional!
    Aí sim hein !!!!
    Só está faltando mesmo escoltas! De onde aparecerão hein??

  33. O Brasil tem TANTO estaleiros e inclusive um deles está produzindo um complexo submarino nuclear. Chega de lixo estrangeiro.

  34. 1 navio-tanque da Classe Wave viria para a MB numa boa hora e se constitui num excelente meio.
    Do mesmo modo que o Ocean.
    Espero que o Governo Federal e o Congresso no orçamento para o próximo ano disponibilizem o valor para a aquisição.
    E o próximo Governo não bloqueie ou remaneje.

  35. Fernando “Nunão” De Martini ( 1 de junho de 2018 at 22:33 );

    Bardini ( 1 de junho de 2018 at 20:09 );

    Por certo que a construção dos dois PAs e da nova frota se constituem no fator maior. Mas ocorre que a construção desses vasos já estava prevista desde os anos 90; a classe “Queen” especificamente desde a revisão fundamental sofrida pela END britânica, que deu-se exatamente quando os seus atuais “tanqueiros” foram contratados… Por isso que não me faz sentido…

    Se já era previsto essa expansão em tonelagem, porque não abortar a construção dessa classe e pensar em algo maior logo de uma vez…?

    Podemos até estar falando de impulso a industria local e etc, ou que a classe anterior ( classe ‘Ol’ ) estava nos estertores finais e somente estavam pensando em manter as capacidades da frota com esses vasos até os NAe estarem disponíveis. Mas ainda penso que alguém fez lambança la no MoD, pois se previam uma força de maior tonelagem já por volta de 1997-98, poderiam ter desde o inicio projetado o “tanqueiro” específico… E agora, vão ter que gastar dinheiro a mais e despachar um vaso que poderia servi-los ainda talvez pelos próximos 20 anos…

    • Mas aí é que está… Se você ver o planejamento antigo, de 98, os dois Porta Aviões teriam cerca de 40.000t.
      .
      Depois que começaram a enfeitar esses Porta Aviões, terminaram com dois gigantes de 65.000t, que eles não tem dinheiro para comprar e manter todas as aeronaves necessárias para os dois navios.
      .
      Para sustentar esses dois gigantes, a RN lançou um programa que visava a aquisição de 4 Navios para prover combustíveis. Conseguiram esses navios. Esses 4 se somariam aos 2 Wave. Mas… Veio a crise, e eles não adquiriram a outra parte do programa, ou seja, os 3 Fleet Solid Supplier. Agora estão modernizando um “Fort Victoria” para poder ser compatível com os Porta Aviões e segurar as pontas.
      .
      Eles vão ter que desembolsar cerca de 1 bilhão de libras para comprar os 3 FSS novos… Não vão fazer isso antes de 2019. Até lá, vão ter de se virar com os velhos Fort. O dinheiro ficou curto e por isso, vão acabar cortando nos Wave, para economizar.

  36. Justamente o que eu pensei, são apenas 15 anos de operação. Porque vende-los?
    Agora, se um navio desses cabe no orçamento e MB tem condições técnico operacionais de mantê-lo, e ótima compra, aparentemente.

  37. Falar que um navio de 15 anos é ferro velho é de uma burrice imensa…

    No mais, sempre o mesmo papo. ” Ah, poderíamos construir aqui”…e esperar 10 anos, pagando 05 vezes mais caro.

    Acordem…não estamos construindo nem patrulha de 500t.

    “Chegou a hora da xepa”. E dessa xepa tem o que vir ainda…Esse classe Wave mais algumas type 23, garantiriam a década de 20 para a MB. Type 23 mais Tamandaré e teremos uma força de escoltas aceitável nessa próxima década…Ai é atualizar o prosuper pra receber os navios no início da década de 30. Porque do jeito que as coisas vão…é isso ou nada.

  38. Ao que me parece o navio se encontra em boas condições e pode navegar mais um bom tempo, se fizerem um preço interessante pode ser uma excelente oportunidade para a MB.

  39. Analisando friamente nossa situação politico e econômica eu vejo com muito bons olhos adquirir esse navio, embora seja usado, é superior a tudo que temos nessa categoria…também vejo com bons olhos o material que o exercito americano esta doando ao EB… Superior ao que temos e em boa quantidade… Se no momento não podemos adquirir o que a de melhor, pelo menos substituímos a baixo custo o material muito antiquado por algo mais moderno….

  40. Minha opinião é que devemos nos aproximar mais do governo Russo e adquirir sistemas militares novos e com troca de tecnologia, exemplo: Compra de aviões Su-35S , Blindado T90, Porta aviões Admiral , submarinos da classe Borei , sistema defesa s300 ou superior e por aí vai. A Rússia fábrica com excelência todos os artefatos militar e o Brasil teria um aliado forte e temível em todo o mundo.

    • Só isso que o Brasil deveria comprar? E com transferência de tecnologia…tá certo.

      Amigão, você percebeu essa greve que tivemos semana passada? Você não consegue enxergar nem um pouco a m#$#@ que está a nossa economia?
      Portanto:
      1. Não há grana.
      2. Iremos operar o gripen. Não precisamos de Su35.
      3. Não há grana.
      4. T90, se fizerem o mesmo preço num novo de um Abrams do estoque americano, quem sabe daqui alguns anos.
      5. Não há grana.
      6. Submarino, iremos de scorpenes e sub nuc.
      7 a 100. Não há grana.
      Com esses 100 motivos, entendeu que não rola?

  41. Essa xepa da Royal Baby tá ficando boa. Mas do jeito q está, daqui a pouco vai estar que nem aquela Kombi de ovos: “30 fragatas por dez reais! Eu não falei 10, não falei 20! São 30 fragatas”

  42. “Rafael Oliveira 2 de junho de 2018 at 9:04
    Off-topic:
    Reportagem de hoje sobre a compra das Fragatas Niterói e a recusa do governo militar brasileiro em colaborar com o governo britânico na investigação de superfaturamento e de receber parte do valor superfaturado.”
    .
    Nem tão off-topic. Fazendo correlação com o tema do tópico, a notícia sobre as Niterói ilustra que as compras de oportunidade têm a virtude de serem muito mais imunes à corrupção. Ao contrário das aquisições de material novo, nas compras de oportunidade o dinheiro transita exclusivamente de caixa de governo para caixa de governo e não há concorrentes que possam porventura ter interesse escuso em “pagar” pela vitória ou informações no certame. Sem trânsito de dinheiro por empresas, não há como fazer uso de suas “estratégias” de caixa 2 e outras benesses para “irrigar” toda uma gama de intermediários, fornecedores, interessados, lobistas, políticos, etc, etc, que possam estimular a corrupção.

  43. “JP 1 de junho de 2018 at 14:20
    Não sei se esse seria o gargalo da Marinha, melhor focar nos escoltas. Bem ou mal temos o G23, sem contar que o Bahia também faz TOM”
    O coitado do Bahia já está sobrecarregado de missões, na minha opinião navegando mais do que deveria um navio que tem que durar ainda uns 20 anos ou mais. O Wave seria então uma forma de desafogar o sobreuso do Bahia, nas missões em que se possam substituir.
    Lembrando ainda que em o Wave com certeza pode ser usado em mais missões do que mero suporte à frota, suporte de operações anfíbias ou transporte de materiais e pessoal entre portos, tudo depende da necessidade e criatividade, ainda mais porque pode operar helicóptero.

  44. Bardini Ark Royal, do mesmo projeto do Oceano, sendo assim compreende-se o engano.
    Marujo, quando digo ferro velho, entende-se como insatisfação e frustração por não termos capacidades de construir esses navios localmente.
    Espero que não cometam o mesmo erro do Foch.
    O que me acalenta é ver que ao que parece, aprenderam a lição Foch e não repetiram os erros no Oceano.

    • Embora o casco do Ocean seja derivado do casco da classe Invincible, o Layout interno é bem diferente pois o mesmo foi otimizado para operações anfíbias e para helicópteros fora que seu conjunto de propulsão foi simplificado, para diminuir o custo de operação e porque não necessita de muita velocidade.

  45. Você tem seu carro popular antigo, mais de 10 anos, e tá lá sonhando com um carro zero Km completo. De repente seu avô te oferece aquele Corolla 2013, pouco rodado, de garagem, mais barato que a tabela FIPE…

    Mesma história! Comprem logo!

  46. A Inglaterra saiu da união européia por desacreditar totalmente nesse projeto após uma experiencia dentro.. Os EUA pressionados fortemente por Rússia e China começam a armar o Brasil.. Será coincidência???? Acredito que com a administração Trump a geopolítica mundial mudou de vez.. É um republicano… Alem disso adiar um confronto e burrice… Para manter a supremacia contra russos e chineses os Ingleses e americanos vão ter que lutar ou sucumbir…acho que eles tem um papel reservado ao Brasil nesse jogo…

  47. Os Wave class, ao contrário dos Ocean, que como aquelas “ricas joias” dos Pielstick, que podem acabar nos dando dor de barriga, vem como equipados com os bons e confiáveis Wartsila,e ainda com propulsão diesel elétrica, são quatro motores diesel, dois motores elétricos, para um tanqueiro, muito interessante.

  48. Seria uma ótima aquisição. Melhor que comprar um, seria comprar os dois! Mas como estamos SEMPRE em contingenciamento de verba, se vier um, já está ótimo.

    Agora se a MB fosse esperta, aproveitaria esses navios “meia-vida” que estão chegando da Royal Navy (que vai dar talvez duas décadas de bons serviços antes que seja necessária a sua aposentadoria) e aproveitaria para fazer engenharia reversa e projetar os nossos próprios navios. Pode ir construindo devagar, tipo um a cada 3 ou 4 anos, desde que construa. Mas esqueci, a MB não é esperta.

  49. Robson o papel que Americanos e Ingleses tem para nós é servi de alvo móvel e bucha de canhão contra uma possível guerra contra o Oriente (China, Rússia, Irã etc).
    Nos remos a maior potência sul americana da Otan ( já que a Colômbia entrou), armados até os dentes com equipamentos obsoletos e ultrapassados (como aconteceu na segunda grande guerra), isso para não falar em nossa doutrina ultrapassada, caduca e desatualizada ( até hoje o EB por exemplo não possui socorrista de combate em suas unidades de infantaria, unidade especializada em desminagem, não adquiriram drones para aviação do EB, não temos miras ópticas para todos os soldados, não temos placas de cerâmica para todos os coletes, padronização de coletes táticos etc).
    Esse navios que estão sendo adquiridos vão servir de alvo flutuante em um provável conflito, pois compramos os equipamentos, mas não fabricamos os sistemas de armas, EW, comunicações, proteção etc.
    Os projetos que eram nacionais, estão sendo repassados as grandes empresas estrangeiras ocidentais, com a venda das empresas nacionais que os fabricam ou fabricavam, outros estão sendo cancelados em detrimento de importações e ou montagem local.
    Sendo assim meu caro, o Brasil assumiu o lugar que lhe foi reservado no mundo moderno pelo seus eternos senhores (Europeus e Americanos), o de peão no tabuleiro de xádres das grandes nações.
    E como no jogo, a primeira peça a ser sacrificada é justamente o peão!

    • Melhor ser alvo com bons equipamentos, utilizados no mundo inteiro, inclusive pela ditas potências, do que ser alvo sem equipamento.

      Vocês capricham tanto no comentário, mas esquecem de analisar o nexo.
      Se a MB comprar o ótimo navio ofertado pelos ingleses, o EB continuará com os problemas que expôs (se é que são verdadeiros). Se a MB optar por não comprar, o EB continuará com os problemas que expôs (se é que são verdadeiros).

      A diferença é que, de um lado, uma necessidade da MB é atendida. Do outro não, pois não há grana para comprar novo, muito menos construir aqui. Além do que, economizando o tal escasso recurso em uma compra de oportunidade, como esta, podem ser empregados recursos em outras necessidades.

      Percebe Foxtrot, o posicionamento seu e de outros, que vivem de criticar tudo que não seja alinhado com a turma de vocês, simplesmente não acrescenta em nada ao país. É aquele que pensa em criticar mas não tem alternativa nenhuma para propor.

      Enfim…

    • Foxtrot,
      Que conversa é essa de “primeira peça a ser sacrificada é o peão”?
      O Brasil, que você considera lacaio e peão dos EUA e da Europa, perdeu quanto de seus cidadãos na Coréia? E no Vietnã? E no Iraque? E no Afeganistão? E na Líbia? E na Síria?
      Nossos “senhores” tão esperando o quê para mexer com seus peões? Uma invasão alienígena?
      No início do Século XX o nível de tecnologia do Brasil era semelhante ao dos americanos e europeus. Se nós resolvemos investir em futebol e carnaval e orgulho gay e eles resolveram investir na tecnologia aeronáutica, nuclear, espacial… não os culpemos pelas nossas escolhas. Se hoje estamos defasados tecnologicamente, militarmente e moralmente a culpa é nossa é não é diferente do que já era há 10 anos, há 20 anos, há 30 anos… há 70 anos.

      • Uma vez li…não lembro exatamente onde, mas, de um livro que tenho, da surpresa que os americanos, leia-se EUA, tiveram quando aqui chegaram no fim dos anos 1930 com o atraso que aqui encontraram…no fim, bases militares foram construídas e depois aproveitadas por nós e acima de tudo um acordo firmado que permitiu que o Brasil tivesse sua Siderúrgica.

        • Dalton,
          Mas aposto que o carnaval e futebol rolava solto na década de 30. Foi nessa época que a figura do “malandro” foi idolatrada como o protótipo do gostosão brasileiro.
          Hoje, vamos eleger a Dilma ou o Aécio pro Senado o ano que vem… mas a culpa é dos EUA.
          Um abraço.

  50. Se conseguirmos será sensacional

    navio novo e absolutaente dentro das necessidades da MB

    Britanicos estão vendendo pois erraram feio no dimensionamento dos QE…o que era para ser um Nae de concepção simples e rustica como o Ocean na casa das 35 mil ton, virou um monstrengo de 65 mil…o custo do pacote como um todo cobra seu preço…avião decidido foi o mais caro, orçamento estourou nos navios, dimensionamento dos auxiliares tiveram de ser ampliados….

    Gostai de saber que o navio é usado até para ações anti pirataria como um NapaOc ….para quem tem poucas unidades, espremer a versatilidade de cada um é importante

  51. É fato público e notório que a MB necessita de renovação de amplo espectro, mas, não possui recursos financeiros para obter meios novos e a RN está no meio de uma ampla reformulação e com poucos recursos. Ou seja: é melhor vender para que alguém use do que vender pra sucata… Mas, para quem vender? Não há muitas nações ‘confiaveis’ aos olhos dos britânicos… Assim só restam Brasil e Chile… E anotem o que estou dizendo: se a MB topar está aquisição, em poucos meses, veremos eles oferecerem as Type 23 (pelo menos 2)

    • João, um navio desses tem várias outras opções antes de “mandar para o ferro velho”.

      Acredito que existem sim outros países confiáveis aos olhos dos britânicos…mas, diante da necessidade de reduzir os custos de operação, irão aproveitar o meio para exercitar um pouco a diplomacia.

      Onde melhor que a América do Sul? ajudando o vizinho grandalhão e o vizinho promissor dos hermanos? Aproximando-se de Brasil e Chile, ingleses podem ficar tranquilos que os Argentinos não tentarão outra loucura nas próximas décadas. Até pq, não há condição nenhuma de fazerem isso, militar e economicamente.

      E a nós cabe agradecer e aproveitar ao máximo. Pois o saldão dos ingleses casou bem com nossa grande necessidade e falta de cash para atendê-la.

    • João, ouvi dizer que as Type 23 já estão no limite de sua vida útil ou próximo a isso. Acho que não seria um bom negócio para nós.

    • Segundo esse artigo, eles acham que essa aproximação entre as duas marinhas podem facilitar a compra das Type 31 pelo Brasil. Pobres idiotas . . . Desconhecem completamente a constante penúria em que a MB se encontra.

  52. Filipe Morais
    Como assim meu caro? alinhando a sua turma? não entendi sua colocação!
    Você formou um perfil e pré conceito meu baseado em depoimentos?
    Cara das duas uma, ou você é um tremendo psicólogo, melhor até do que Sigmund Froid, ou você é um tremendo racista!
    Vai me desculpar meu caro, mas minha inclinação é nacionalista.
    Não gosto de depender de ninguém, ainda mais em uma área tão importante como defesa.
    Me machuca ver meu país e sua gente de joelhos, submisso e com um pires na mão esmolando.
    Me fere ver tanta capacidade local desperdiçada, para dar preferência a estrangeiros de qualquer parte do globo.
    Mas o que mais me chateia, é ver que essas situações são exatamente isso que o povo brasileiro quer.
    Que desejam isso e até anseiam por isso.
    Pois basta chegar aqui enrolando a linguá que viram reis.
    Aprenda a ler antes de criticar o que escrevo, nunca fui contra a aquisição do Ocean e muito menos desse navio.
    O que sempre digo é que devemos investir em sistemas de armas nacionais, pois não adianta ter plataformas sem ter como defende-las.
    E não se iluda acreditando que teremos alguma ajuda estrangeira.
    Em depoimento, um ex oficial que lutou na segunda grande guerra, relatou que recebemos excedentes de equipamentos usados americanos.
    Fuzis em situação ruim etc.
    Nossa FAB voou os piores P-51 (mais avariados ) que tinham.
    Não que os estrangeiros sejam ruins, apenas o que é importante para eles é sua gente e resto é o resto.
    Diferente do Brasil, agora se você e sua Turmas gostam desse tipo de situação, o problema é seus.
    Se o que escrevo em sua modesta opinião não contribui em nada para resolver o problema que não querem solucionar,não leia é seu direito, assim como é meu direito de escrever.
    Apenas não fale M$#@!¨ e tire conclusões preconceituosas de uma pessoa sem a conhecer melhor.
    Passar Bem.

    Bosco
    Em que exo planeta o Brasil possuía a mesma tecnologia americana do século XX ?
    Então aqui já dominávamos o espectro infra vermelho, navegação por satélites, propelentes líquidos,nano materiais, robótica, neuro ciência etc.?
    Kkkkkkkk.
    Nunca na história humana o Brasil esteve pareado com uma nação tecnocrata como a americana meu caro.
    Mas em uma coisa você está certo, não é culpa deles se temos um país desigual, separatista, racista, preconceituoso, injusto, com desvios moral e de ética e extremamente inclinados a submissão, principalmente a submissão a países do eixo Europa ocidental/ América do Norte.
    Não precisam nos mandar para guerra para demonstrar que somos peões desse povo, já o fizeram isso na WWII.
    Hoje os mesmos possuem capacidades tecnológicas e pessoal para enfrentar seus conflitos, cabendo a países laicos como o Brasil a função de munir de matéria prima seus dominadores.
    Olha igual no período colonial, onde era proibido pela coroa portuguesa o desenvolvimento da industria de tecidos, metalúrgica e manufatura no Brasil.
    E o mesmo só poderia comercializar com a coroa.
    E para terminar, recentemente fomos obrigados a atuar no Haiti (quintal americano), porque os mesmos não tinham o mínimo interesse de atuarem lá.
    E quando houve o furacão, os mesmo foram tão solidários que nem no solo pisaram, jogaram mantimentos de aviões.
    E com essa atitude, quase nos sobra a região do “chifre da África”, extremamente violenta e perigosa para FAA,s despreparadas como as nossas.
    Por ser do conselho de segurança da ONU, os E.U.A e outros países devem investir dinheiro e recursos em crises humanitária, te pergunto tirando Kosovo e Mogadíscio, quais outra tragédias humanas os países membros participaram como capacetes azuis ?

    • Quando aquele devastador terremoto abateu-se sobre o Haiti em 2010 o primeiro a chegar foi o Coronel Buck Elton e sua equipe que ficaram sem dormir durante as primeiras
      e decisivas 40 horas…o NAe USS Carl Vinson que estava no início de sua jornada para
      retornar ao Pacífico fez meia volta em direção ao Haiti precedendo uma enorme força naval que seria enviada para lá nos dias seguintes.
      .
      Os caras não são assim tão maus e é justo que se saiba o que fazem de bom também.

  53. “Nossa FAB voou os piores P-51 (mais avariados ) que tinham.”

    Foxtrot,
    De onde vieram essas informações, tanto a dos P-51 quanto a dos avariados?

  54. Características gerais ‘wikipedianas’ do RFA Wave Knight (A389) da classe Wave.
    .
    Displacement: 31,500 tonnes
    Length: 196.5 metres
    Beam: 28.25 metres
    Draft: 9.97 metres

    Propulsion:
    Diesel-electric:
    4 × Wartsila 12V 32E/GECLM diesel generators 25,514 metric horsepower (18.76 MW)
    2 × GEC Alstom motors with Cegelec variable speed converters 19,040 metric horsepower (14 MW)
    1 × shaft
    18t thrust electric Kamewa bow thruster and 12t thrust electric stern thruster, both powered by Cegelec variable speed drives and motors
    Speed: 18 knots (33 km/h)
    Range: 10,000 nautical miles (20,000 km) at 15 knots (28 km/h)

    Capacity:
    16,000 m3 of liquids (of which 3,000 m3 aviation fuel & 380 m3 fresh water)
    125 tonnes of lubricating oil
    500 m3 of solids
    150 tonnes of fresh food in eight 20 ft refrigerated container units.
    Complement: 80 Royal Fleet Auxiliary personnel with provision for 22 Royal Navy personnel for helicopter and weapons systems operations
    Sensors and
    processing systems:
    Surface search: E/F band
    Navigation: KH 1077, I-band
    IFF: Type 1017

    Armament:
    2 × DS30B 30 mm cannon
    2 × 7.62 mm Mk.44 Miniguns
    5 × 7.62 mm L7 Machine Guns
    2 × Vulcan Phalanx CIWS

    Aircraft carried:
    1 Merlin helicopter with full hangar facilities

  55. Nunão 5 de junho de 2018 at 21:07
    “Nossa FAB voou os piores P-51 (mais avariados ) que tinham.”

    Foxtrot,
    De onde vieram essas informações, tanto a dos P-51 quanto a dos avariados?
    Caro Nunão, vei de entrevista de oficial general que participou do clonflito.
    Me desculpe, não me lembro em que rede emissora televisiva aberta ou fechada vi, mas o mesmo relatava dentre outras coisas, informações interessantes como: nosso exército estava tão despreparado, que nem ao menos pelotões de sepultamento tínhamos.
    Quanto aos P-51, utilizaram a mesma tática que utilizaram com o primeiro esquadrão de pilotos negros americanos, os Red Tail,s.
    Os melhores equipamentos iam para os pilotos americanos, os mais avariados para os “aliados”.
    Após perceberem a capacidade de nosso pilotos, em cumprir as missões mais exigentes e com 100% de aproveitamento, foram repassando material de ponta para nós !

    • Foxtrot, vc está fazendo uma bruta confusão.

      O Brasil começou recebendo, nos acordos de Lend Lease, um punhado de aeronaves P-36 usadas para iniciar familiarização com monomotores de construção metálica e trem de pouso retrátil, mas logo em seguida (e antes mesmo de entrar na guerra) começou a receber o caça padrão americano de 1942, o P-40E, seguido nos meses e anos seguintes das versões de produção de cada época desse caça, praticamente até o final da produção do mesmo, equipando unidades em território brasileiro.

      Já para o teatro europeu, recebeu o P-47, também das mesmas versões e blocos de produção que os esquadrões americanos que operavam nas mesmas bases e recebiam as aeronaves desses lotes. E pagou por isso tudo nos acordos de lend lease, com os pagamentos feitos por meio de encontros de contas (exportação de matérias-primas essenciais de guerra X importação de armamentos) realizados após a guerra terminar, e com um desconto aplicado.

      Além disso, nunca a FAB operou P-51.

      Você deve estar com uma lembrança deturpada desse documentário que viu. Seria melhor você ver de novo ou estudar um pouco de tudo que já foi publicado, por pesquisadores sérios, sobre os acordos de lend lease dos EUA com o Brasil.

      Sobre fuzis, sim, inicialmente recebeu-se o que estava disponível em estoque estratégico para equipar as unidades mais rapidamente, sendo logo depois substituido por material novo, conforme ficava disponível.

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