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O submarino atômico Nerpa, construído na usina de construção naval de Amur e entregue nas condições de leasing à Marinha da Índia para 10 anos, terá deixado a costa russa em 10 de fevereiro.

Antes deste momento o submarino ficará no território da usina de equipamento naval Vostok em Bolshoi Kamen, perto de Vladivostok, e será preparado para a partida.

Conforme os dados do centro de imprensa, o submarino será dirigido pela tripulação indiana, que tinha tido um curso de estudos no centro de estudos perto de São Petersburgo. Os especialistas militares russos vão ajudá-los a conduzir o Nerpa até ao local do novo serviço. A usina também está prestes a fornecer ajuda consultiva.

FONTE: Voz da Rússia

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Navio de cruzeiro naufraga no Mediterrâneo

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Pelo menos três pessoas morreram em naufrágio na costa da Itália – navio Costa Concordia levava mais de 4 mil turistas – passageiros relatam cenas de ‘Titanic’

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Ao menos três pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no naufrágio de um navio que levava mais de 4.000 turistas na noite desta sexta-feira na costa da Itália, segundo informações das agências de notícias. O incidente aconteceu nas cercanias da ilha italiana de Giglio, em águas da região da Toscana, informaram diversos meios da imprensa italiana. Mas, segundo a imprensa local, o número de mortos pode chegar a oito.

Cenas do Titanic foram revividas nesta sexta-feira, 13, a bordo do navio de cruzeiro Costa Concordia, com 4.200 pessoas a bordo, que encalhou em um banco de areia nas imediações da pequena ilha de Giglio, situada em águas da região italiana da Toscana. A embarcação fazia um cruzeiro pelo Mediterrâneo, que saiu da cidade costeira italiana de Savona, com escalas previstas em Civitavecchia, Palermo, Cagliari, Palma de Mallorca, Barcelona e Marsella, segundo nota da companhia de navegação. A bordo viajavam cerca de mil passageiros de nacionalidade italiana, outros 500 alemães e cerca de 160 franceses, além de cerca de mil pessoas da tripulação e passageiros de outras nacionalidades.

Duas horas após zarpar de Civitavecchia, às 21h30 (hora local), quando o barco estava nas cercanias da ilha de Giglio e a maioria dos passageiros jantava, a luz foi cortada e se sentiu um golpe e um grande estrondo, relataram depois os náufragos à imprensa italiana. Apesar de os passageiros terem sido avisados pelo capitão de que se tratava de um problema elétrico, eles perceberam que o navio estava inclinando e pouco depois foram convidados a vestir seus coletes salva-vidas e a se dirigir às lanchas de emergência. A retirada dos passageiros ainda é feita. A ilha de Giglio é pequena demais para hospedar todos e a empresa responsável pelo navio iniciou um plano para transportá-los ao elegante porto de Santo Stefano.

A companhia Costa Crociere, proprietária do navio Costa Concordi, afirmou que ainda “não é possível definir a causa do problema ocorrido”.

FONTE: Estadão, com informações da EFE

FOTOS: Reuters e AP, via Estadão, e AFP, via Uol

Colaborou: Vader

Bombeiros britânicos combateram o fogo em uma das seções do casco em construção do futuro navio-aeródromo da Royal Navy, o Queen Elizabeth.

O fogo começou em uma seção central de 8.000 toneladas do casco por volta das 14h30 de quinta-feira.

O combate ao fogo foi feito por oito bombeiros e sete sistemas de combate a incêndio. Segundo informações da polícia, não houve vítimas.

FONTE: British Forces Broadcasting Service

Marinha do Brasil, através do Comando do 2º Distrito Naval, enviou às 2h45, o Navio Patrulha Gravataí, a fim de realizar buscas a uma embarcação pesqueira com três tripulantes, denominada de 8 de Dezembro, que estava avariada nas proximidades de Cacha-Prego, Ilha de Itaparica. A embarcação se encontrava sem bateria e propulsão.

Por volta de 4h30, o barco foi localizado e a equipe de bordo auxiliou no reparo da bateria. Estabelecida a propulsão, a embarcação rumou para colônia Z8, na Ilha de Itaparica, acompanhada pelo Navio Gravataí.

FONTE/FOTO: Tribuna da Bahia/Navios de Guerra Brasileiros

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Um submarino estratégico russo sofreu pequenos danos seu casco, após ser abalroado por um navio de pesca no início da quinta-feira (22.09), disse uma fonte da Frota Russa do Pacífico.

“O pesqueiro Donets estava manobrando para evitar colidir contra outro barco de pesca, não notou o submarino nuclear Svyatoy Georgiy Pobedonosets (K-433) que se encontrava fundeado perto da Baía Avacha”, disse a fonte.

“Como resultado, o submarino recebeu danos insignificantes ao seu casco”, disse ele, acrescentando que o submarino estava passando por reparos em uma doca em Vilyuchinsk e que o Reator nuclear do submarino não foi danificado.

A investigação preliminar indica que a tripulação do Donets seria a culpada pela colisão, uma vez que foram ignorados os alertas de rádio e de sinais do submarino e que os tripulantes estavam supostamente bêbados, durante a realização da manobra desastrosa.

O K-433 Svyatoy Georgiy Pobedonosets é um submarino nuclear classe Delta III e está em serviço na Marinha Russa desde 1981, quando foi comissionado pela 1ª vez, sendo descomissionado em 1997 e reintegrado a Frota Russa em 2004.

FONTE e FOTO: RIANOVOSTI

Último submarino operativo da Marinha do Canada sai de serviço e seu retorno previsto é para 2016. A Marinha do Canada fica assim, sem nenhum submarino operacional,  pondo em dúvida o futuro de sua Força de submarinos.

O programa de submarinos já custou cerca de US$ 900 milhões, e tem sofrido vários problemas para sua manutenção, o que têm impedido que os submarinos estajam disponíveis para as operações regulares.

Um relatório da mídia em julho observou que um dos submarinos, o HMCS Windsor, chegou ao Canadá no outono de 2001, mas desde então, ele operou por apenas 332 dias. O HMCS Corner Brook foi danificado quando bateu no fundo do mar durante um treinamento, em junho, na Costa Oeste e agora está no cais. Ele irá ser reparado e revisado durante uma parada planejada de manutenção.

Mas não está programado para retornar ao mar antes de 2016, e a Marinha confirmou em um e-mail para o Ottawa Citizen.

O HMCS Chicoutimi, que foi danificado por um incêndio em 2004 matando um oficial, continua sendo estigmatizado, o que deixa apenas o HMCS Windsor e o HMCS Victoria, que também não estão disponíveis no setor operativo como opções para retorno rápido. “A Marinha está concentrada no HMCS Victoria e no HMCS Windsor que estarão retornando ao setor operativo no início de 2012”, declarou o porta-voz da Marinha tenente-Comandante Brian Owens através de e-mail. “Testes de mar já estão em andamento com HMCS Victoria, antecipando seu retorno ao mar.”

Ele observou que existem  planos para que o HMCS Vitória faça um mergulho de teste no porto Esquimalt na Ilha de Vancouver ainda este mês como parte de um plano, “para verificar a integridade do submarino à prova d’água, e a funcionalidade de outros sistemas de chave.”

Mas o analista de defesa Martin Shadwick disse que as últimas notícias sobre os quatro submarinos é mais um golpe para o programa.

“Todos os argumentos que a Marinha usou para ter submarinos 10 ou 15 anos atrás, ainda estão fundamentalmente válidos, mas eles não foram capazes de fornecer exemplos concretos aos políticos do porque os submarinos não estão disponíveis”, explicou Shadwick, um professor da Universidade de Iorque. “Isso faz com que o submarinos fiquem muito mais vulneráveis ​​aos cortes orçamentarios no departamento e fora dele. “Ele disse que a futura sobrevivência da força de submarinos poderia ser colocada em perigo, se os problemas continuarem.

O Canada comprou os submarinos de segunda mão da Grã-Bretanha e teve a entrega dos mesmos entre 2000 e 2004. A Marinha disse que fez uma análise aprofundada dos submarinos para garantir que eles atendessem as necesidades canadenses, mas problemas com os submarinos da classe Victoria começaram a se materializar quase que imediatamente.

Soldas de alta pressão tiveram que ser substituídas e rachaduras foram encontradas em algumas das válvulas nas quatro submarinos. Tubos de aço também precisaram ser substituídos, pois os submarinos foram colocados em reserva na Grã-Bretanha com água em seus tanques de combustível. O HMCS Victoria também passou por reparos depois de uma rachadura ter sido descoberta em seu casco. Além disso, houve atrasos na instalação de equipamentos canadenses, como o controle de fogo, armas e equipamentos de comunicações. Os submarinos ainda não são capazes de disparar torpedos. “A introdução da Classe Victoria foi repleta de muitas questões e enfrentou uma série de contratempos “, uma nota informativa de maio de 2009 produzida pela Marinha reconheceu essa deficiência.

O Ottawa Citizen obteve o documento através do acesso ao direito de informação. Em julho, reportagens mencionando documentos da Marinha, outros problemas foram observados, mostrando que os submarinos também possuem restrições para mergulhar em determinadas profundidades, por causa de problemas de ferrugem.

Em junho, dois marinheiros ficaram feridos quando HMCS Corner Brook chegou ao fundo do mar, próximo a Som Nootka, na costa oeste de Vancouver Island. O submarino estava realizando manobras submerso durante a formação avançada de oficiais submarinistas.

Mergulhadores fizeram uma avaliação inicial de danos no HMCS Corner Brook, e descobriram que houve danos à fibra de vidro no arco dome o que poderia significar que pode haver danos ao equipamento sonar que ele contém, afirmou o tenente-Comandante Brian Owens.

Houve também um vazamento de menores proporções em um tanque de lastro a vante. ”O escopo exato do dano, e estimativa de reparo subseqüentes, só pode ser obtido depois de uma avaliação mais completa e com o submarino docado para que as especificações de reparo completo sejam feitas”, acrescentou. Não se sabe o custo dos reparos neste momento. O HMCS Corner Brook está docado em Esquimalt e está sendo usado como uma plataforma de treinamento para submarinistas. Ele está passando por um regime de manutenção já agendados em que o mínimo de trabalho será feito, como a substituição de determinados componentes e fazendo um levantamento de engenharia do que precisa ser feito durante uma revisão muito mais elaborada chamada de período de trabalho Extended Docking ou EDWP. O submarino não vai para o mar novamente até que o EDWP seja concluído. Owens disse que o  EDWP do HMCS Corner Brook está previsto para ser concluído em 2015-16, tornando o navio disponível para testes, ensaios e treinamento de pessoal em 2016.

Fonte: timescolonist

 

Segundo SSN indiano a caminho?

Existem rumores de que a Índia pode lançar ao mar, ainda este ano, um segundo submarino de propulsão nuclear. A notícia foi divulgada pelo site indiano IBN Khabar.

Os rumores surgiram depois que quatro oficiais da Marinha da Índia morreram em um acidente durante a instalação de um equipamento pesado desconhecido, cerca de duas semanas atrás. Fontes da mídia local informaram que havia um submarino nuclear no dique seco, mas o Ministério da defesa informou que o Arihant estava realizando provas de mar naquele momento. Este poderia ser o  “INS Aridaman”, o segundo da classe Arihant.

FONTE:IBN Khabar

SAIBA MAIS:

 

Fragata paquistanesa colide contra o cais

A fragata PNS Alamgir (ex-USS McInerny), que foi vendida para a Marinha do Paquistão no início deste ano, foi danificada na manhã desta sexta-feira após abalroar o cais do Northside shipyard, onde o navio está passando por reformas antes de ser entregue, causando danos pesados ao cais e a proa do navio.

AUSCG informou que no momento do acidente, os motores do navio estavam sendo testados e que não houve derramamento de óleo ou combustível no mar.

‘HMS Calamity’ ?

HMS ‘Calamity’: primeiro encalhou, em seguida colidiu com um rebocador. Agora, o submarino britânico HMS Astute que custou a bagatela de  £ 1,2 bilhão, quebra em seu primeiro dia de volta ao serviço na problemática Royal Navy . O  HMS Astute – carro-chefe da frota de submarinos da Marinha, que encalhou ao largo da Escócia,  quebrou em seu primeiro dia de volta ao mar. Ele foi forçado a retornar ao porto de origem de Faslane na sexta-feira depois de uma falha mecânica durante testes no mar no dia anterior ao largo da costa da Escócia, revelaram fontes militares.

Na noite anterior, os peritos identificaram uma falha na usina de vapor, que afetou o sistema de propulsão e o sistema de dessalinização que transforma a água do mar em água doce para a tripulação do navio . O último incidente embaraçoso veio quando o Ministério da Defesa admitiu que, apesar eriçada com o mais recente posicionamento global e os sistemas de escutas, os super-submarinos ainda se baseiam em cartas de papel semelhantes aos utilizados em submarinos britânicos durante a Segunda Guerra Mundial.

Fontes da Marinha disseram que os cortes nos gastos de defesa significam que, apesar de gráficos eletrônicos estarem instalados em alguns navios da Royal Navy,os mesmos não serão instalados no HMS Astute até o próximo ano. O HMS Astute é o primeiro de sete novos submarinos nucleares da classe e vai passar por reparos no fim de semana. A Marinha espera que ele  volte ao mar nesta semana.

A avaria ocorreu perto das ilhas ocidentais apenas sete semanas após HMS Astute ter encalhado na ilha de Skye e teve de esperar pela maré alta antes que pudesse ser reflutuado e rebocado. Durante o resgate, um rebocador colidiu com o submarino, avariando o seu lado de boreste. Os reparos custaram £ 7 milhões. O capitão do submarino, o Comandante Andy Coles, foi retirado de seu comando no final de novembro. Um inquérito oficial, que acaba de ser concluído, afirmou que foi erro humano.

O incidente mais recente aconteceu no primeiro dia novo capitão do submarino, o comandante Iain Breckenridge, que assumiu o comando do navio de 7.800 toneladas e capaz de lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk. Fontes da Marinha disseram que o HMS Astute – capaz de permanecer no mar por três meses sem retornar a base – chegou a Faslane sob seus próprios meios. Uma fonte disse: “Nós poderíamos navegar sem esses novos problemas técnicos apenas algumas semanas depois do Astute encalhar. Pelo menos desta vez não foi danificado “Falando sobre os recursos de mapeamento do submarino, um porta-voz do MoD disse:” HMS Astute é equipado com uma série de sistemas de navegação, que incluem GPS e um quadro eletrônico de plotagem. Ela será equipada com gráficos eletrônicos como parte de uma atualização contínua dos sistemas de navegação de todos os navios da Royal Navy. “As circunstâncias que rodearam o incidente [encalhe] foram investigadas e o inquérito foi relatado e está sendo considerado. É muito cedo para discutir o resultado. “HMS Astute foi completar os testes de mar e voltou para ter um pequeno defeito corrigido.”

Fonte: dailymail.co.uk

 

O Comando do 1º Distrito Naval tomou conhecimento que por volta das 16 horas desta segunda-feira (13/09), a lancha CIAW 05, do Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), teve um incêndio no trajeto entre o CIAW, localizado na Ilha das Enxadas, na Baía de Guanabara, e o cais do 1º Distrito Naval, na Praça Mauá. A lancha transportava cerca de 140 pessoas, entre alunos do CIAW e funcionários civis que saíam do Centro de Instrução.

O combate ao incêndio na lancha foi realizado por grupos de Controle de Avarias (CAV) do CIAW, do Navio Aeródromo São Paulo, do Corpo de Bombeiros do Arsenal de Marinha e Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Duas lanchas e um bote da Capitania dos Portos, além de um bote do Grupamento Aeromarítimo da Polícia Militar apoiaram o salvamento. Todas as pessoas foram retiradas da embarcação em segurança.

O Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW) vai instaurar inquérito administrativo para apurar as causas do incidente. Não houve vítimas e nem poluição hídrica.

FONTE: Seção de Comunicação Social do 1º Distrito Naval

A Petrobras divulgou nota nesta quinta-feira para reiterar a informação divulgada na noite de quarta que ocorreu um princípio de incêndio na plataforma P-35, na Bacia de Campos, imediatamente controlado pela própria equipe da plataforma.

O incidente foi causado por um pequeno vazamento na conexão de uma tubulação de vapores do sistema de desidratação de gás. O fato não causou qualquer dano pessoal ou material, nem interrupção das operações da plataforma.

A Companhia imediatamente comunicou o ocorrido à Marinha e adotou todos os procedimentos de segurança previstos nessas situações.

A Petrobras atua em atividades operacionais complexas, e por essa razão está sempre preparada para intervir imediatamente em incidentes como esse da P-35 através dos sistemas de proteção das plataformas e pelas equipes de emergência, treinadas para operar nestas situações.

A força de trabalho, própria e contratada, as empresas prestadoras de bens e serviços, as empresas classificadoras, a Marinha do Brasil e os demais órgãos reguladores trabalham tendo os aspectos de segurança, proteção as pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio como valores básicos em cada operação nas frentes operacionais.

FONTE: Correio do Brasil

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