sábado, maio 28, 2022

Saab Naval

Esquadra parte para realizar exercícios da Operação “Atlântico”

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Um Grupo-Tarefa (GT) formado por navios da Esquadra partiu no dia 17 de setembro do Rio de Janeiro para participar da Operação Combinada Atlântico. Durante a operação, planejada por um Estado-Maior Combinado, a Marinha, o Exército e a Força Aérea realizarão exercícios no litoral dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo, visando a defesa das áreas das Bacias de Campos, Espírito Santo e Santos, e da infra-estrutura de petróleo e gás da Região Sudeste.
O GT é composto pelo Navio de Desembarque Doca Rio de Janeiro, Navio-Transporte de Tropas Ary Parreiras, Navios de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Mattoso Maia e Garcia D’Ávila, Fragatas Niterói, Rademaker, Bosísio e Greenhalgh; Corvetas Inhaúma e Frontin; Rebocador de Alto-Mar Tritão; Navios-Varredores Anhatomirim e Albardão. Estão envolvidos aproximadamente 3.000 militares, entre Oficiais e Praças.
O Navio de Desembarque de Carros de Combate Garcia D’Ávila participa de sua primeira comissão como integrante de um GT, transportando tropa da Força de Fuzileiros da Esquadra.
O mais novo meio da Esquadra possui, ainda, capacidade para realizar o transporte de carros de combate, veículos e equipamentos pesados e “containers”, além de operar com aeronaves.
Profissionais da mídia, a bordo da Fragata Niterói e do NDCC Garcia D`Ávila, realizaram a cobertura do exercício de saída de porto dos navios, com oposição de navios e de submarinos inimigos, simulados por Navios-Patrulha do Comando do 1º Distrito Naval e Submarinos da Força de Submarinos. Helicópteros da Força Aeronaval participaram, com os navios, no referido exercício.

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WAR

Não sou militar, mas acho que tenho bom senso para opinar: a única forma de deter uma Superpotência é através da Guerra Assimétrica (ainda assim, com imenso sacrifício em vidas humanas). No entanto, para “atrapalhá-los” na nossa costa, acho que a melhor e mais barata forma seria uma super frota de submarinos (Alemanha na segunda guerra)e uma super malha de mísseis (que tal os russos?), e ainda assim sem garantia. Fora isto, há outras duas opções: 1 – Ser também uma superpotencia (quem sabe em 30 anos de crescimento contínuo e investimentos sérios em segurança e defesa.Vide a China de… Read more »

Emanuel

concordo que os subs são uma ótima opção disuasória, porém o Brasil necessita de um numero grande de submarinos, convencianais e nucleares, e auto-suficiencia na construção de torpedos entre outros. Mas o que precisa ser feito é uma reformualção na doutrina militar, um soldado profissionalizado, focado no treinamento e defender seu país, com salários dignos

Alte. Pritwitz

Quem acha que os Estados Unidos pode vir a ameaçar nossa amazônia azul deveria considerar que para eles, é e continuará sendo infinitamente mais fácil, simplesmente comprar o petróleo. Vide a Arábia Saudita – berço de um islamismo radical e intransigente, o wahabismo – de onde vieram a maioria dos terroristas do 11/set. Vide a Venezuela de Chavez, que não importa o que diga ou faça, os americanos continuam comprando-lhe (e ele continua vendendo), o ouro negro. Conforme nosso país vai crescendo e se consolidando, a maior ameaça serão no futuro as massas de imigrantes ilegais dos países vizinhos; forçando… Read more »

almte. Doenitz

Finalmente o Garcia D’Avila vai dizer para que veio. Demorou.

Nunão

Pois é, Doenitz, e até que entrou numa primeira operação “guerreira” mais rápido do que eu imaginava (apesar de ainda não estar liberado para operar com os Clanfs, como apareceu aqui no blog). Achava que ia passar os primeiros tempos de serviço só em comissões de apoio logístico.

[…] DO BLOG: Ações combinadas como a Operação Atlântico, além de servirem para estreitar os laços entre as três Forças Armadas, servem também para […]

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