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Clemenceau parte hoje para a Inglaterra a fim de ser desmantelado

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clemenceau

O casco do ex-PA Clemenceau, irmão do atual NAe São Paulo (ex-Foch), está partindo hoje do porto de Brest, rumo ao norte da Inglaterra, para ser finalmente desmanchado.
O navio contém grande quantidade de asbestos (amianto), um material altamente tóxico, por isso tem sido alvo de muita controvérsia e protestos de ambientalistas.
Abaixo, o gráfico mostra as áreas onde existe grande quantidade do material, que era usado como isolante térmico, em caso de incêndio.

clem_asbestos

45 COMMENTS

  1. O correto seria comprar o outro tambem e nomea lo de “Minas Gerais”, mas este ficaria estocado para uma reforma de grande vulto no futuro ou para peça de reposição do primeiro que esta “melhorzinho”…

  2. Dunga!

    Um navio ” estocado” para ser reativado no futuro, custa muito dinheiro também. Ele precisa de uma tripulaçao para fazer a manutençao e dependendo do tempo que fique na agua, precisa ser levado a doca seca para reparos. Custa mais dinheiro.

    Além do mais, um navio tem sua vida util. Queremos usar o Sao Paulo até ele completar 60 anos, assim quando vc fosse fazer sua “reforma de grande vulto” que exigiria uns dois anos no minimo, no final ele já estaria com pouquissima vida util ainda.

    abraços

  3. Considerando um vida útil de 50 anos, o SP já atingiu esse limite.

    O batimento de quilha foi em 1963 se não estou enganado.

    Estamos gastando muito do apertado orçamento para mante-lo navegando. digo navegando, pois mante-lo em condição de emprego real em ambiente hostil.. isso é outro patamar.

    é navio de desfiles e adestramento. só.

  4. eSSE NAVIO J´A FOI REJEITADO EM UM PORTO europeu se não me engano, justamente por causa do amianto.
    Na verdade, ele tá vagando ao sabor do vento e agora parece que sua hora chegou.
    Pq não foi desmantelado em porto Francês??

  5. é verdade Dalton, a quilha do SP nasceu junto com o rock and roll na década de 50…rsrsrsrs

    o irmão dele já rebolou pra escanteio….. rsrsrsrs

  6. Norberto

    Custo / Legislação / beneficio

    Seu custo/lucro de reboque / desmanche e conseqüente venda do metal para scrap deve ter sido atingdo, agradando ao comprador

    MO

  7. desculpe pessoal, o que vou postar nao tem nada a ver com o post, mas sim com a nossa Marinha…
    tem coisa boa vindo ai…

    Sul-coreanos estão focados na Marinha do Brasil
    Escrito por Pedro Paulo Rezende
    Ter, 03 de Fevereiro de 2009 13:26
    PEDRO PAULO REZENDE

    Especial para a Alide

    A Coréia do Sul, apoiada pelos Estados Unidos, quer participar do Programa de Reequipamento da Marinha (PRM). Para isso, se prepara para enfrentar uma disputa árdua com a França, que já venceu a concorrência para a fabricação de quatro submarinos convencionais da classe Marlin em um novo estaleiro a ser construído na Baía de Sepetiba. Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, aprovada no dia 12 de dezembro pelo Conselho de Defesa Nacional, o Brasil necessita de 56 navios e barcos-patrulha e de, no mínimo, três navios de escolta de até 6 mil toneladas. Ao todo, serão empregados cerca de US$ 12 bilhões para revitalizar a Armada, que apresenta acelerado processo de sucateamento. A Coréia, que possui uma indústria naval extremamente competitiva, está interessada nesse mercado e mostrou oficialmente suas cartas na semana passada.

    Entre os dias 9 e 11 de dezembro, uma comitiva de executivos e engenheiros da Daewoo, o maior conglomerado industrial e financeiro do país asiático, e da Raytheon, um gigante da indústria de defesa norte-americana, esteve no Rio de Janeiro para apresentar uma proposta para construir quatro destróieres do modelo KDX-2 no Arsenal de Marinha da Ilha das Cobras (AMRJ). A delegação foi recebida na Diretoria de Engenharia Naval. No primeiro dia de encontros, o grupo fez uma apresentação completa do navio, equipado com mísseis antiaéreos Standard SM-2ER, capazes de atingir um avião a 120 quilômetros, e RAM, de pequeno alcance, desenvolvido para interceptar mísseis anti-navio (semelhantes ao Exocet) e de cruzeiro.

    Na ocasião, a Raytheon apresentou garantia do governo dos Estados Unidos para o fornecimento dos SM-2ER e ofereceu o desenvolvimento conjunto de radares e sistemas de navegação e combate. O grupo foi recebido pelo diretor-geral de Material da Marinha, contra-almirante Francisco Roberto Portela. Cada KDX-2 custaria US$ 420 milhões e seria equipado com mísseis anti-submarinos e anti-navio de projeto brasileiro. Os navios substituiriam as seis fragatas da Classe Niterói, construídas, com apoio dos estaleiros britânicos Vosper, entre o final da década de 1970 e o início dos anos 1980. Além dos navios, o pacote inclui a completa reforma do AMRJ para iniciar a construção dos navios em 2011. A primeira unidade seria entregue em 2014. Como atrativo extra, o governo sul-coreano ofereceu a doação de 10 pequenas corvetas usadas da Classe Pohang, de 1.200t. São navios empregados em missões de vigilância, que permitiriam ao Brasil ampliar imediatamente sua capacidade de fiscalização das águas territoriais.

    CONTRA-OFERTA

    Nos dias 10 e 11, a Marinha apresentou detalhadamente o PRM à delegação coreano-americana. O cronograma da Esquadra prioriza a construção de seis navios-patrulha oceânicos (NaPaOc) de 1.800 toneladas. A escolha do modelo seria no próximo ano, para início de construção, em estaleiros privados, a partir de 2010. A comitiva mostrou interesse em participar dessa licitação. Em junho, uma comitiva da Daewoo visitou a Ilha das Cobras e manteve conversas preliminares com a Empresa de Projetos Navais (Engepron), estatal encarregada do projeto e desenvolvimento dos navios de guerra brasileiros. Nas reuniões, o fabricante coreano mostrou interesse em assumir as instalações da Marinha para empregá-las, além de projetos militares, na construção de petroleiros, de propaneiros (barcos especializados no transporte de GLP) e plataformas de produção de petróleo em alto-mar, mas os coreanos não são os únicos interessados no mercado brasileiro.

    O contrato firmado entre o governo brasileiro e a Direction des Constructions Navales et Services (DCNS), no valor de US$ 2,4 bilhões, assinado em dezembro, no Rio de Janeiro, pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy, supre apenas parte das necessidades da Esquadra, inclusive fornecimento de tecnologia para o submarino nuclear, que terá reator brasileiro, desenvolvido e construído em Iperó, no estado de São Paulo, com casco e sistema de propulsão (turbina a vapor, gerador e motores elétricos) de projeto francês.

    A DCNS já apresentou proposta para construir três fragatas da classe FREMM. Cada uma custaria cerca de US$ 600 milhões na configuração antiaérea e desloca cerca de 6.500 toneladas. A exemplo da Daewoo, os franceses incluíram no pacote a reconstrução de uma das duas carreiras do AMRJ e o reaparelhamento de todos os galpões e oficinas da unidade, hoje, completamente obsoletos. O namoro é antigo. Em 1999, engenheiros franceses passaram seis meses na Engepron discutindo o desenvolvimento conjunto de uma fragata adequada às marinhas latino-americanas. Por falta de verba, o projeto não seguiu adiante.

    A Navantia, da Espanha, também jogou sua cartada, a fragata F-100, que, além de equipar a esquadra nacional foi exportada para a Austrália e a Noruega. É uma unidade extremamente compacta, pesadamente armada com sistemas norte-americanos de última geração.PISTOLÃOPara apresentar sua proposta, os executivos da Daewoo contaram com o pistolão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em sua visita ao Brasil, o chefe de Estado sul-coreano, Lee Myung-bak, advogou a causa da Daewoo e o seu desejo de investir na indústria naval do Rio de Janeiro. Tentativas de contato anteriores não atraíram a atenção do ministro da Defesa, Nelson Jobim e do secretário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que chegou a ouvir uma explanação do adido militar de Seul.

    Uma pista dos obstáculos que os coreanos, espanhóis e norte-americanos terão de enfrentar já foi fornecida pela Marinha: ela selecionou o EuroSAM Aster 15, de origem francesa, como seu equipamento antiaéreo padrão. Trata-se de um míssil antiaéreo de alta velocidade e manobrabilidade, com alcance de 15 quilômetros, desenvolvido para destruir mísseis semelhantes ao Exocet. Mas as necessidades da Esquadra Brasileira não se limitam a destróieres e submarinos. Seus dois navios desembarque-doca (verdadeiros cais ambulantes para lanchas de desembarque), o Ceará e o Rio de Janeiro, foram construídos na década de 1950 e precisam ser substituídos. França, Espanha e Coréia possuem navios capazes de atender à missão.

    Normalmente, o convés é empregado para helicópteros, que embarcam fuzileiros navais que asseguram a cabeça de praia para o restante da força de invasão. Se necessário, essas embarcações funcionam como aeródromos auxiliares para helicópteros de ataque, anti-submarinos ou caça-minas.

    No final da década de 1970 e no início da de 1980, a Marinha da Coréia era um aglomerado de velhas sobras norte-americanas da Segunda Guerra Mundial. Em 1982, um de seus navios teve de voltar ao porto em emergência: fazia água com tanta rapidez que não era mais possível operá-lo com segurança. Na época, os grandes conglomerados econômicos Hyundai e Daewoo investiram pesadamente em construção naval e, praticamente, dominaram o mercado civil mundial. Uma das vítimas dessa política agressiva foi o Brasil, que perdeu competitividade e viu vários estaleiros fecharem, causando uma grave crise no estado do Rio de Janeiro, que abrigava a maioria das empresas do setor. Animado pelo sucesso comercial de seus estaleiros, o governo sul-coreano imprimiu um plano arrojado de modernização da esquadra. Hoje, a Marinha do país encontra-se entre as melhores da Ásia. O KDX-3 é o mais poderoso navio de sua categoria no mundo, com quase o dobro da carga de mísseis antiaéreos dos mais poderosos destróieres norte-americanos e japoneses, os das classes Arleigh Burke e Kongo. (PPR)

    Última atualização ( Ter, 03 de Fevereiro de 2009 14:12 )

  8. Não sei não,mas esse PRM parece que ja se tornou o FX-2 da MB. Ja vai para mais de uma decada de conversa,reuniões com paises “parceiros”,propostas maravilhosas da Coreia,Espanha e França,que acabam se encontrando com contra-propostas mediocres da MB,que parece estar obsessionada com “navios-patrulha” de 1500 toneladas ao estilo da Segunda Guerra Mundial,desperdiçando tempo enquanto a MB,depois de tanto papo furado,pouquissima ação e verbas que mal cobrem soldos e a mais minima manutenção,está rapidamente se convertendo em no maximo,uma guarda costeira com navios que pela idade,anos de serviço e armamento,mais parecem museus. A situação real e a fuga massiva do corpo de oficiais,a espinha dorsal de qualquer marinha de guerra,que nestas condições ridiculas,não tem futuro, e na desilusão e completo esquecimento de deu governo,optam por carreiras civis. Essa ocorrencia,se não for estancada,deixará a MB,alem de obsoleta,privada de ofificiais competentes e experientes.

  9. Realmente a MB, por algum motivo que eu particularmente não identifiquei claramente, tornou-se o “patinho feio” das FFAA; e os políticos, ou pelo menos os que sonham com um Brasil potência, não consenguem entender que a grande maioria das nações que foram grandes potências na História, e desde a antiguidade, tiveram grandes marinhas, compatíveis com as suas responsabilidades e ambições.
    Sem uma Marinha forte, o Brasil nunca será po*** nenhuma.
    Ps: olhe que eu não sou marujo, se fosse…

  10. OK, vamos ficar bem com todos os “amigos”:
    Os franceses já levaram os SSN
    OS americanos ficam com os F 18 E e Sea Hawk
    Os coreanos com os KDX III e II
    OS espanhois com o LHD e NDD
    Só falta o NAe. vai sobrar para quem? ingleses com Queen Elizabeth CTOL?
    Sonha…

  11. A MB realmente selecionou o ASTER 15 como seu míssil anti-aéreo padrão?????????? não sabia desse fato. Excelente opção, mas ainda falta algo com “pernas mais longas”, só por garantia.

    abraços.

  12. Será que a MB poderia adquirir peças sobressalentes do Clemençau para usar no São Paulo???????, tal como fez quando a Argentina desativou o 25 de Mayo.

    abraços.

  13. Voltando ao Clemenceau, ele e o opalão possuem 120 ton de amianto, que tem uso, manipulação e extração proibidos na França, e na maior parte da Europa também, porque é altamente cancerígeno. A França conseguiu se livrar de um grande problema vendendo o Foch pros bobos aqui.

    Abraços

  14. segundo fiquei sabendo atraves de um marinheiro acharam um eixo novo na fraça estocado , e mandaram para o brasil e possivelmente ja deve esta instalado !!!

  15. Muito boa Gaspar!!!
    O AMRJ está realmente ocioso e quando temos um local sem uso devemos aluga-lo ou arrenda-lo para quem pode gerar empregos e para gerar divisas e não dívidas como está hoje.
    A proposta da Coréia é muito boa e a marinha está precisando mesmo.

  16. Antes que eu fique sem saco com certos comentários de “ouvi dizer”, uma das exigência da MB foi a remoção de todo o amianto do antigo foch antes de traze-lo para o Brasil. Ele já chegou aqui sem amianto.

  17. Se for verdade, gosto da opção da MB pelo Aster 15, conformeme matéria do Correio Brasiliense.Considero razoável a opção pelo KDX-2, boa plataorma e tal, mas sinto-me desconfortável com o apadrinhamento americano e com a privatização do Arsenal como os coreanos desejam. Parece-me que o KDX-2 é um pacote fechado, com poucas opções para escolha de equipamentos, o que já soube que a MB não quer de jeito nenhum.

  18. E esse negócio de transferir propriedade estatal para estrangeiros nunca dá certo. Lembre-se do caso das ferrovias, onde o nível de investimento está sendo mínimo e as concessionárias vão devolver as concessões antes do tempo previsto em contrato para não realizar grandes obras. Acho uma boa a vinda de estaleiros coreanos para o Brasil, principalmente quando associados a capitais nacionais. Acredito, no entanto, que há outros estaleiros desativos no Rio de Janeiro, além do Arsenal, que podem ser ser reativados pela Daewoo.

  19. Marcelo Ostra,

    Era de se esperar, pois o Clemenceau nunca mais iria ver o mar mesmo.

    MO, é verdade que vc torce para a Portuguesa Santista??????? Neste momento, o time profissional de minha cidade, o União Barbarense está jogando em tua cidade, e, ao que parece está ganhando de 2X0.

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK………… Dá-lhe Leão da Treze. Ruge Leão.

    abraços.

  20. O Vassily

    Não se empolga naum, a ultima vez que vi a Burrinha jogar contraa o barbarense foi 4 x 0 para a burra aqui em Ulrico Mursa

    PS: tenho em minha coleção de camisas de timees de futebol uma camisa da Barbarense, preta e branca listrada

    MO, ora pois

  21. Prezados,

    Em que pese o excelente trabalho investigativo do site da ALIDE postado aqui pelo Gaspar, os leitores do Blog Naval, desde dezembro já conheciam tais informações.

    No post “US Navy assina contrato de US$ 14 bilhões para 8 submarinos Virginia Block III” quando o Hornet e o Vassily me perguntaram sobre os novos escoltas eu fiz o seguinte comentário:

    “LM em 28 Dez, 2008 às 13:33

    Prezado Hornet,

    A MB não desistiu dos novos escoltas. São contratos diferentes, um para os submarinos, que já foi assinado e outro para os escoltas.

    Assim como ocorreu no contrato assinado entre os governos do Brasil e da França, onde envolvia não só a aquisição dos submarinos, como também a construção de um estaleiro, de uma base naval, de transferência de tecnologia, auxilio no casco do SNBR e formação técnica dos profissionais que irão trabalhar nesse novo estaleiro privado; o contrato para os novos escoltas, também é bastante abrangente, não se restringindo apenas a construção dos meios.
    O que a MB pretende é obter por construção, 6 novos escoltas. Esses meios serão construídos no Brasil. Para isso é necessário uma ampla modernização do AMRJ, compra de maquinários e ferramentas que o capacitem com os modernos métodos de construção naval.

    Dessa forma, o que a MB buscou foi um parceiro que estivesse disposto não só a nos permitir a construção pura e simples desses meios, e sim que capacitassem o AMRJ para construí-los.
    Nesse ínterim, foram analisadas 3 propostas, uma dos coreanos (KDX II), uma dos franceses (FREMM) e outra dos espanhóis (F-100). As três propostas contemplavam o que a MB havia estabelecido. Contudo, assim como ocorreu no contrato com os submarinos onde a DCNS impôs que os sistemas e os armamentos fossem de origem francesa (nada mais justo, uma vez que eles estavam transferindo tecnologia, e precisávamos de uma contrapartida, pois os contratos bilaterais devem gerar não só bônus, como também ônus para ambas as partes), a MB buscou uma flexibilização maior nesse contrato.

    Nos Requisitos de Alto Nível de Sistemas, que estão sendo estabelecidos para os novos escoltas, a MB tem algumas preferências como o canhão Oto Melara 127mm∕64, lançadores para MSA Áster 15 e Áster 30, mísseis anti-navio MAN-1 (se esses não estiverem disponíveis serão os MM40 Block 3 Exocet), além de radares de varredura eletrônica e 3D.

    Como o contrato ainda não foi assinado, não posso divulgar o vencedor, mas já está praticamente tudo certo.

    Como você disse, a MB estabeleceu prioridades, que eram os NaPa e os submarinos. Depois virão os escoltas, a compra do segundo e do terceiro lote do SeaHawk (4+4, totalizando 12), modernização dos AF-1, compra de helicópteros Super Cougar, compra de aeronaves para MASC, COD e REVO….

    Para tudo isso, será necessário que sejam disponibilizados nos orçamentos.

    Espero ter respondido a algumas de suas questões, meu amigo, contudo, o “casco” que será escolhido, será divulgado nesse primeiro semestre de 2009, não posso divulgar aqui. Desculpe!

    Abraços”

    Dessa forma, cabe algumas considerações sobre o que está postado no site da ALIDE. A MB não aceita um pacote fechado (casco + sistemas + armamento), o que se pretende é uma flexibilidade na escolha. O mísseis Aster 15 e Aster 30, conforme escrevi em dezembro, são os preferidos pela MB, mas isso não significa que não possamos adotar os SAM estadunidenses, dependerá de uma série de fatores.

    O alcance dos ASTER 15 é de cerca de 30 km e do ASTER 30 é de cerca de 100 km. Não tenho dados precisos sobre o MAN-1 (míssil anti-navio nacional), o que sei é que deveremos ter a assessoria técnica de uma empresa internacional e que o alcance que se pretende para o míssil é de cerca de 100 km. Não sei qual o atual estagio do programa, acredito que o Direto do Fundo do Mar tenha informações mais precisas que a minha.

    Tanto os sul coreanos quanto os espanhóis garantem que os estadunidenses não se negariam a fornecer seus sistemas à MB. Os próprios fabricantes estadunidenses, quando sondados pela MB, corroboraram com tais afirmações.

    sds

  22. LM,

    Fico super feliz com essas palavras. Ainda bem que a MB já decidiu pela nova classe de escolta de superfície para os próximos 30 anos. Entendo sua negativa em expor o vencedor, pois algo assim deve mesmo ser considerado como “reservado”, para que os vizinhos fiquem com inveja, rs,rs,rs..

    Obs: Espero, num futuro próximo ver vc no passadiço de uma unidade dessas (não importa qual seja o escolhido, pois os três são hi-tech), sendo chamado de Capitão.

    abraços.

    Marcelo Ostra,

    Xiiiiiiiiiii………………. a Briosa não aguentou o tranco não. Quem sabe em uma outra oportunidade, vc possam dar o troco.

    abraços.

  23. LM,

    Vamos combinar: A dupla Aster 15/30 são a solução para a delicada questão de defesa de área para a MB. Quando essas novas escoltas começarem à chegar, juntamente com o recheio por vc citado, os argentinos, chilenos, peruanos, venezuelanos, uruguaios e colombianos ficarão com dor de cotovelo, rs,rs,rs.

    Ah, se neste portifólio todo pudesse ser incluido o Goalkeeper.

    Quanto ao MAN, quase nada sei do mesmo (fora o que foi discutido neste blog), mas o MM-40 EXOCET BLOCK III tb seria melzinho na chupeta.

    abraços.

    …… E força no curso, nada de arregar.

  24. Vassili,

    rsrsrs!!!!!!!

    Obrigado!

    GHz_Brasil,

    Serão 6 mesmo! 3+3 até 2025. As três primeiras substituirão as fragatas Classe Greenhalgh.

    Abraços!

  25. […] Depois de toda a controvérsia de causou, o casco do ex-PA Clemenceau, irmão do NAe São Paulo (ex-PA Foch), finalmente chegou rebocado a River Tees, na Inglaterra, no dia 8 de fevereiro, para o seu desmantelamento no TERRC (Teesside Environmental Reclamation and Recycling Centre) da empresa Able UK Ltd. O Clemenceau foi docado no mesmo dia. Agora denominado casco Q790, o navio será “reciclado”, juntamente com outros três navios ingleses e quatro americanos. Lançado ao mar em 1957, o Clemenceau foi por muito tempo o capitânia da Marinha da França e navegou mais de um milhão de milhas náuticas. […]

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