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Dez fragatas OHP continuam disponíveis para venda

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Fragatas OHP na reserva
Fragatas OHP nos EUA

Por Alexandre Galante

Com a desistência da Marinha dos EUA de reativar no ano passado sete fragatas classe OHP – Oliver Hazard Perry, dez navios continuam disponíveis para venda via FMS – Foreign Military Sales.

Segundo o Secretário da Marinha dos EUA Richard V. Spencer, uma fragata OHP pode ser recolocada em operação por apenas US$ 35.000.

Segundo Spencer, por esse pequeno valor, “não há sistemas de combate, mas o navio está pronto para o mar, pronto para navegação, com radar funcionando. Essa é uma plataforma bastante barata e comprovada aqui”.

Segundo estimativa da US Navy, cada fragata OHP plenamente reativada com todos os sistemas de combate funcionando custaria US$ 432 milhões por 10 anos de operação (US$ 43,2 milhões por ano).

Depois da análise, a US Navy preferiu continuar investindo nos novos LCS – Littoral Combat Ship e em outros navios que estão sendo usados no combate ao tráfico de drogas no Caribe.

Fragatas OHP para venda
Fragatas OHP disponíveis para venda
Chegada das fragatas a Taiwan no dia 13 de maio. Observar que os lançadores Mk.13 foram reinstalados
Chegada das fragatas a Taiwan no dia 13 de maio. Observar que os lançadores Mk.13 foram reinstalados

Taiwan comprou duas OHP por US$ 190 milhões

Taiwan adquiriu em 2015 duas fragatas classe Oliver Hazard Perry (FFG- 7) com um custo estimado de US$ 190 milhões.

A aquisição via FMS (Foreign Military Sales) incluiu:

  • (2) Oliver Hazard Perry Class Frigates (FFG-7)
  • MK-92 Mod 6 Fire Control System;
  • SQQ- 89V(9) Anti-Submarine Warfare System
  • MK-75 76mm Gun System,
  • Phalanx 20mm Close-In Weapon System (CIWS) (Block 18),
  • MK-13 Guided Missile Launching System (GMLS),
  • AN/SLQ-32 Electronic Warfare System,
  • SPS-49 Radar
  • SQR-19 Towed Array Sonar,
  • SQS-56 Sonar;

Os navios USS Taylor (FFG-50) e USS Gary (FFG-51) chegaram a Taiwan em 2017, rebatizados como Feng Chia (PFG-1112) e Ming Chuan (PFG-1115).

Fragata União - F 45 e fragata OHP Robert G. Bradley FFG 49 durante a Operação UNITAS XLII, em 2001
Fragata União (F 45) e fragata OHP Robert G. Bradley (FFG 49) durante a Operação UNITAS XLII, em 2001

Navios poderiam preencher lacuna na Esquadra Brasileira

Devido ao congelamento do programa Prosuper de aquisição de fragatas e o atraso no programa das corvetas classe Tamandaré, a aquisição de pelo menos quatro OHP poderia aliviar o sufoco da Esquadra Brasileira.

Como foi detalhado pelo Poder Naval, o estado dos navios de escolta da MB é precário. As duas corvetas classe Inhaúma restantes e duas fragatas Type 22 necessitam de substituição urgente e três fragatas classe Niterói mais desgastadas também terão que ser desativadas em breve.

As fragatas classe OHP poderiam ser incorporadas por um baixo custo, podendo realizar missões de presença e patrulha naval sem a necessidade de reativação de todos os sistemas de armas.

A médio prazo os navios poderiam ter seus sistemas de combate reativados, quando a situação orçamentária da Marinha melhorar.

Uma das vantagens das OHP é que elas podem operar dois helicópteros Sea Hawk (SH-16 na MB) que não podem pousar nos atuais escoltas brasileiros.

Outro ponto positivo seria a possibilidade de reativação dos lançadores de mísseis Mk.13 que podem ser modificados para disparar mísseis antiaéreos SM-2 Standard, garantindo uma defesa antiaérea de área à Esquadra Brasileira por um bom tempo.

A propulsão das OHP também é conhecida da MB: turbinas GE LM2500, usadas nas corvetas classe Inhaúma e na corveta Barroso.

As OHP poderiam assim segurar as pontas na Esquadra até a chegada das corvetas classe Tamandaré.

Não podemos esquecer que um expediente semelhante foi usado pela MB nos anos 90, quando o atraso da incorporação das corvetas classe Inhaúma levou à aquisição de quatro fragatas classe Garcia da US Navy.

As OHP podem operar os helicópteros Sea Hawk da MB
As OHP poderiam operar os helicópteros Sea Hawk da MB

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RL
RL
1 ano atrás

Para ontem e com reativação de todos os sistemas de armas.

Todas as 7 sete unidades para substituir:

* Duas corvetas classe Inhaúma
* Duas fragatas Type 22
* Três fragatas classe Niterói

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  RL
1 ano atrás

Mas estes navios sao bons comparando com as Type 23 da Dona rainha( e q ainda nao estao disponiveis)??

logan
logan
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

O USS Stark recebeu o impacto de 2 exocet e permaneceu à tona. Os turcos e australianos fizeram modificações em seus sistemas, incluindo um lançador VLS para 8 ESSMs / Sea Sparrow. Esse mesmo VLS pode ser condicionado com o EXLS para lançar 32 mísseis SeaCeptor. Adicionado a um lançador Mk13 que pode disparar mísseis antiaéreos como o SM-2, como é o caso da Austrália.

Não deixa de ser uma alternativa decente como o canadense Halifax

Guacamole
Guacamole
Reply to  logan
1 ano atrás

Mais do que isso logan. Em um teste em que o USS Thach (dessa mesma classe) foi usado como alvo, demorou 12 horas pra afundar completamente depois de receber: 1 míssil Harpoon de um submarino Koreano; outro Harpoon de um a fragata australiana; um míssil Hellfire de um Sirkosky australiano; mais uma Harpoon e um Maverick de uma patrulha americana; mais um Harpoon do cruzador USS Princeton; um salvo de mísseis Hellfire de um SH-60s americano; uma bomba de 2000 libras Mk. 84 de um F-18 Hornet; uma GBU-12 Paveway de 500 libras guiada a laser de um bombardeiro B-52… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Guacamole
1 ano atrás

Caraca, se recebeu todos esses impactos antes de afundar, podemos dizer que essa fragata é um Highlander rsrsrs.

Imagina uma dessas “zeradas” com todos sistemas de ponta ativos.

Lucas Schmitt
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Type 23 é melhor, mas serão descomissionadas só a partir de 2023, e apenas uma por ano. Até lá, não sei quantas escoltas brasileiras adernaram no cais.

MK48
MK48
Reply to  Lucas Schmitt
1 ano atrás

E ainda tem o agravante de que as duas primeiras a serem descomissionadas (as mais antigas) não receberam o pacote de remotorização.

MK48
MK48
Reply to  MK48
1 ano atrás

Este link aborda o programa de remotorização das Type23 :

https://www.savetheroyalnavy.org/new-engines-for-the-royal-navys-type-23-frigates/

Juarez Zimmermann
Juarez Zimmermann
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Caros amigos , vejo como uma oportunidade de ouro a compra a granel (10 unidades) das OHP como fator de disuassão, arma_las como for possível , marcando nossa posição de Marinha Top da América Latina . Vamos contar com a Indústria Nacional. (Avibras pós exemplo) e não virarmos suco na atual é complexa situação que vivemos politicamente , parando de sermos os anões diplomáticos que nos tornamos ! Vamos pensar grande , Se quisermos a Paz , devemos estar preparados para a guerra !

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Uma ótima compra de oportunidade caso as naus estejam “em bom estado de conservação”. Bem, depende da MB adquirir ou não, mais precisamente ao MD. Interessante é o fato que a MB necessita com urgência em recuperar suas escoltas . Reitero depende do atual governo e do MD. abraços a todos

Ozawa
Ozawa
1 ano atrás

OHP, de classe “Oliver Hazard Perry” na U.S. Navy, poderá se tornar a classe “O que Hoje Podemos” na MB . . .

CT Araguari
CT Araguari
Reply to  Ozawa
1 ano atrás

Famoso O Que Tem Para Hoje… OQTPH Class Frigate.

Renato
Renato
1 ano atrás

E esta história de navio exclusivamente a “turbina” ser muito mais caro de manter que um com motores diesel é verdade? Qto mais caro?

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
1 ano atrás

Empacota as 10 e manda para a MB!!!
Pode ser no osso que a gente bota a carne aqui quando puder.
Melhor do que cruzador ucraniano que só Deus sabe se flutua e destroyer japonês impagável!!!!!

Roberto cesar Medeiros Ferreira
Reply to  Marcelo Zhanshi
1 ano atrás

Q o cruzador ucraniano flutua, ele deve flutuar. Mas qto q vai custar para que ele efetivamente possa deixar a doca, é que são elas…

Juarez
Juarez
1 ano atrás

Gastei a ponta do dedo escrevendo isto aqui. além dos argumentos destacados na matéria, temo mais importante: Escala de produção. foram produzidas , se não me engano umas setenta unidades, portanto tem spare a “dar com pau”, e baratos. Propulsão arroz com feijão, duas LM 2500, uma caixa de redução e um eixo. Gasta um pouco mais de marpol, mas em compensação a manutenção é baratíssima comparada as “telebambis européias”. Tem convoo e hangar que pode operar full o SH 60, tem u put…sonar, um despistador de torpedos, um 76mm confiável, o Mk 13 teria que ser convertido SM 2… Read more »

Frederico Boumann
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Caramba, ainda ganha os pontos do cartão, se for o black dá 2.2 por dólar…kkkkkkkkkk

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Juarez as LM2500 foram e ainda são produzidas na Itália….as FREMM usam uma variante

Mario Heredia
Mario Heredia
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Juarez 23 de setembro de 2018 at 23:44

Muto boa sua análise, mas você quase me mata de rir com o Visa/Mastercard.

De longe a melhor análise da questão.

Airacobra
Airacobra
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Tchê ainda tem o pró de que os USA entregam 100%, o que garante uma vida util de uns 10 anos sem precisar de um PMG, somente com manutenções periodicas de pequena e média monta

abrahamyamato001
abrahamyamato001
1 ano atrás

Não vacila não Brasil ainda mas agora que a MB precisa urgentemente de novos meios de superficie

Bardini
Bardini
1 ano atrás

https://www.defensenews.com/naval/2017/11/13/dont-reactivate-the-old-frigate-internal-us-navy-memo-recommends/ Ok. Compramos 04 dessas OHP, isso para usar pelos próximos 10 anos, aos trancos e barrancos como sempre. . Bota na conta de padaria que entre 2019 e 2029, vai custar U$ 40 milhões de dólares por ano, pra colocar em condições de operar e para manter cada uma dessas OHP. . U$ 40 milhões por ano, isso para cada… Tá mais barato que a estimativa da US Navy fez em 2017 para 10 Navios, um pacote com o dobro do tamanho, estimado em um intervalo de tempo que seria dois anos no passado (2019-2017). Dá margem até para… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Bardini
1 ano atrás

muito coerente sua argumentação Bardini, tbm penso dessa forma, e vou além, quem tem que construir a classe tamandarés é a AMRJ, e não um estaleiro estrangeiro, outro erro crasso que a MB está cometendo nessa construção.

Mauricio R.
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

Com somente 160 milhões USD, o orçamento para 4 OHP por um ano, não se fabrica nenhuma “Tamanduá”. Aliás nem em 2 anos, 3 anos ou 4 anos. Que dirá equipar, abastecer, tripular e manter. A grande vantagem dessas FFG-7, é os cascos existirem e estarem disponíveis para empurrarem água. A função primordial um tanto qnto esquecida, da MB. O que não pode também é fantasiar o pavão, acrescentando coisas como radar da Bradar, sonar da Omnisys, Defensor, mansup, vls, etc, etc, etc… E algumas talvez tenhamos até que tirar: Phalanx Talvez também não possa ou deva-se trocar o Mk-13… Read more »

Airacobra
Airacobra
Reply to  Mauricio R.
1 ano atrás

Assino em baixo Mauricio R.

Robsonmkt
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

Se for um estaleiro situado no Brasil, não vejo problemas. Acredito que seria melhor para a Marinha poder contar com dois centros para a produção e/ou reforma de seus meios do que apenas um. Se tudo ficar nas costas do AMRJ, ele pode não dar conta de atender a demanda no prazo que a Marinha precisa.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Robsonmkt
1 ano atrás

Como sempre comentei o AMRJ deve ficar somente para manutenção , temos estaleiros modernos aptos a qualquer construção , e para construir no AMRJ , vamos gastar muito dinheiro para modernizá-lo , um gasto desnecessário !

Robsonmkt
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bom ponto levantado. Na verdade, fundamental. Se os seus cálculos estiverem corretos a relação custo x beneficio claramente desaconselharia a aquisição destes navios.

Requena
Requena
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Meu caro Bardini Se a MB comprar esses navios “velhos” é só embarcar e sair usando. Já um novo projeto, demora 5 anos só pra ser aprovado. Depois os políticos ficam mais 5 anos debatendo a necessidade e fazendo exigências. Por fim vai mais uns 3 anos até escolher o estaleiro que vai fabricar, o Ministério Público veta algumas partes do contrato e manda refazer tudo de novo. Sendo otimista, em 15 anos a primeira fragata fica pronta. Aguarde pra ver no que vai dar o programa das corvetas. A MB que se “abrace” com umas 4 dessas, pra manter… Read more »

Rennany Gomes
Rennany Gomes
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Onde assino?

ALEXANDRE
Reply to  Rennany Gomes
1 ano atrás

Infelizmente povo brasileiro é muito imediatista…n pensa em longo orazo

Mario Heredia
Mario Heredia
Reply to  ALEXANDRE
1 ano atrás

Alexandre, se pensarmos apenas em longo prazo, ficaremos praticamente sem escoltas por uns 7 a 10 anos. As atuais precisam ser substituídas já. Concordo que todo planejamento deve ser pensado a médio e longo prazo, mas sem esquecer o que nos acomete no curto prazo também, caso contrário teremos marinheiros e não teremos navios.

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
Reply to  ALEXANDRE
1 ano atrás

Imediatista Alexandre? Tenho 50 anos,desde que me entendo por gente e acompanhando o site desde o início,é o mesmo lenga lenga.

Zorann
Zorann
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Vc esqueceu de colocar na conta o custo de operação das Tamandares…..que deve ser maior que estes 40 milhões por ano. Então não são só US$ 1.6 bilhões pelas 4 tamandarés….some ai pelo menos o dobro por 10 anos de operação.
.
Oque tem de se manter é o Prosub. Isto é o importante. A frota de superficie vai com oque der, pelo menor custo e que se dane. Gastar dinheiro com 4 Tamandarés e sacrificar o Prosub, é que é um absurdo.
.
Imagine o impacto de USS 1.6 bilhões no desfalcado orçamento nuclear.

Leandro Costa
Leandro Costa
1 ano atrás

Por mais que eu goste das Perry, a mais nova das disponíveis para a venda é de 1987, portanto com quase 30 anos de uso. Sendo que vão descontinuar o suporte ao SM-1 em 2020 e levando em consideração o tempo que seria necessário para aprontá-las para entrega, já chegariam aqui com um sistema de mísseis totalmente descontinuado, à menos que fosse feita uma conversão para uso do SM-2 e sinceramente não sei quanto isso iria custar. Salvo engano Austrália optou por instalar VLS Mk. 41 nas suas, e isso custou uma grana pesada. Não acho que adiantaria nada comprarmos… Read more »

logan
logan
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

O fato de o suporte de mísseis SM-1 terminar em 2020 deixa uma margem de pelo menos 5-6 anos de uso. Para algo, o Chile está considerando a renovação de suas fragatas antiaéreas para o período 2022-2025 … podendo iniciar em 2020. A integração do VLS nos OHPs da Austrália e da Turquia é especial porque ambos integraram o ESSM {um míssil não barato} em seus respectivos Sistemas de Combate Local {CMS}, o que implica mais dinheiro. Outra opção em relação ao OHP é tentar avançar o declínio da classe espanhola de Santa Maria que deve ser substituída pelo novo… Read more »

Marcelo R
1 ano atrás

Se vierem devem aparecer aqui com o Ca 76mm e so… o CIWS e o lançador SM2 não vem…. Sabe como e Brasil… Se querem uma plataforma para helicopteros Sea Hawk tem estas ai, mas não tem mais nada pelo mundo nestas condições de preços e facilidades.
O certo é pegar todas as que tem para vender, separar 4 para “ralar” , se isso pode ser considerado aqui…. e as 3 para peças…..
Parece que é a ultima oferta do saldão antes da lojinha fechar…. Aproveitem….

BrunoFN
BrunoFN
1 ano atrás

Se ate pra USNAVY reativar tais navios seria custoso d+ … imagina pro Brasil …tempo delas se foi ,.. navios com + de 40 anos de serviço n da nè …. melhor então ir atras das fragatas da Classe Maestrale…..
e ainda reclamam do Cruzador ..se bem q o problema n e o navio em si .. mais sim a origem , ai sabe como é

Dalton
Dalton
Reply to  BrunoFN
1 ano atrás

Bruno… . a US Navy tem mais alternativas que à marinha brasileira…os “LCSs” e “DDGs” continuam sendo construídos…essa ideia de “reativar” velhas fragatas foi no sentido de se tentar alcançar à meta de 355 navios da chamada “Força de Batalha”, hoje de 285 unidades , algo que será extremamente difícil de se concretizar e no momento não se pode desviar recursos nem pessoal de navios que estão em construção. . No caso da marinha brasileira não há muita opção…”Maestrales” ainda precisam ser descomissionadas e terão então tanto tempo de serviço ou até mais que algumas das “OHPs” que hoje estão… Read more »

BrunoFN
BrunoFN
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Tais navios da classe OHP seriam interessantes na MB se as 10 unidades (com 2 unidades provavelmente servindo de fonte de peças ) forem adquiridas ..seriam navios sub armados com mero papel de patrulha /corveta ….seria interessante se … tal aquisição n influenciasse na urgencia na aquisição de meios mais novos e capazes ….o q duvido ,ai esta o problema .. pois esses navios na MB teriam no minimo uns 15 anos de serviço por aki …e realmente complicado ate pq falta opção Quanto ao Cruzador , vai depender do q a MB iria querer dele..e mesmo q sub armados… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  BrunoFN
1 ano atrás

Não há necessidade de testar novas armas em um navio que não apenas não foi terminado, mas, é grande demais e caro de manter para à marinha brasileira.

BrunoFN
BrunoFN
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Segundo o q vazou da proposta , o navio seria finalizado .. e desmilitarizado sem custos pra MB …ainda acho q seria um boa plataforma de teste

Defensor da Liberdade
Defensor da Liberdade
1 ano atrás

Chuta que é macumba. Brasil precisa de meios novos, não ficar remendando banheira.

Claudio Luiz
Claudio Luiz
Reply to  Defensor da Liberdade
1 ano atrás

Concordo plenamente contigo.
Se a oferta fosse de fato boa todas elas já teriam sido vendidas.

Marcos R.
Marcos R.
1 ano atrás

Quite eu me recorde são vastas de operar e estão usadas até não puder mais…

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Marcos R.
1 ano atrás

Que, caras, poder… Corretor dos infernos!

USS Montana
USS Montana
1 ano atrás

O Brasil tem que voltar às suas tradições de Pindorama e reativar sua principal força naval, de canoas com zarabatanas e lançadores de flechas de cruzeiro Anhangá BR 321. Esse tipo de embarcação norte americana é muita areia pra nosso caminhãozinho.

india-mike
india-mike
1 ano atrás

Acredito que se não fosse pelas turbinas a gás já estariam servindo a MB há mais de 10 anos — seguiriam a tradição e seriam reclassificados como CTs Pará, Paraná, Pernambuco e Paraíba…

Dalton
Dalton
Reply to  india-mike
1 ano atrás

Se outras marinhas modestas podem operar com “OHPs” acho que ter um par delas na
marinha brasileira não faria tão mal assim nem seria tão mais caro ou problemático que
manter às T-22s igualmente à gás.
.
Seria uma exceção…uma medida desesperada, por conta de que o número de combatentes ou “escoltas” encontra-se em um nível histórico muito baixo e mais deverão ser retirados de serviço até à classe “Tamandaré” entrar em serviço.

Mario Heredia
Mario Heredia
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton, sou de opnião de que deveríamos adquirir as dez unidades disponíveis, preparando sete ou oito para o serviço e deixando as demais para fonte de peças. Essas fragatas podem ser razoavelmente atualizadas e nos servir por mais uns 10 a 15 anos, uma vez que nossa marinha não opera a exaustão, como a norte americana. O valor de aquisição é muito bom e financiamento é bem favorável ao atual quadro financeiro que enfrentamos. Imagino que isso daria tempo a nossos almirantes para concluir o projeto das CCT’s, evitando que fiquemos tão vulneráveis no que se refere a escoltas. Pode… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Mario Heredia
1 ano atrás

Mario… . todas as 10… se é que estão todas no mesmo nível, já que foram descomissionadas em anos diferentes…até acho demais…mas, um par delas ou mesmo quatro e sem essa de reinstalar o lançador de mísseis e adquirir mísseis obsoletos SM-1 e não vejo lógica, nem recursos para se atualizar para o SM-2 e adquirir dezenas deles…seria sim uma forma de se manter um número mínimo de combatentes diante de mais baixas e quando historicamente tem havido atrasos na incorporação de novos meios. . E com certeza…concordamos quanto a “não ser o melhor dos mundos”, e sim uma exceção,… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Dalton
1 ano atrás

“ não faria tão mal assim nem seria tão mais caro ou problemático que manter às T-22s igualmente à gás.” Pois é Dalton, mas as FCG não fazem Unifil e são pouco privilegiadas para outras comissões justamente pelo custo de operação. Trazer mais navios na mesma situação parece que vai agravar ainda mais o problema. Veja bem, se elas fossem CODOG, mesmo com a questão do eixo único e do fato de estarem “desdentadas” eu seria totalmente a favor delas virem, até pq só o sonar rebocado e o convoo já justificam, não precisaria nem recuperar os lançadores Mk13 nem… Read more »

Burgos
Burgos
1 ano atrás

Se fosse a MB, não adquiria esses navios.
São Cogog, de um eixo só e subarmados.
Tem coisa melhor no mercado pra adquirir .
Com certeza vai dar mais dor de cabeça do que já temos.
Aquela máxima !!!
O barato sai caro !!!

Frederico Boumann
Reply to  Burgos
1 ano atrás

Qual, diga-nos?!?!? Não há meios disponíveis no mercado!!

Renan
Renan
1 ano atrás

Compra em condições de navegação.
Armamento zero.
Tira tudo o que tem nas escolta brasileira. E monta na nova embarcações.
Pronto 10 anos de escolta garantidas.
Gasta apenas o suficiente para comprar o navio o armamento usa o que temos.

Guardamos o dinheiro para comprar equipamentos novos
Se tiver 10 embarcações será 10 bandeiras no oceano.

Vovozao
Vovozao
1 ano atrás

Bdia 24/09 – pergunta? Elas não poderiam vir desdentada e colocaríamos os sistemas de armamentos das Niterói que estão sendo descomissionadad, ficariam muito mais em conta para a MB, não precisa muito veríamos as 3 em melhores condições, isto nosso pessoal sabe fazer. E não ficaríamos tão defasados. Falam que elas as fragatas OHP estão com 30anos e as Niterói com 42 anos, serviria por 10 anos. Tapariam um grande buraco, e, não seria necessário aguardar descomissionar to como as Inglesas.

Adriano Luchiari
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

A sugestão do vovozao é interessante, não só para as OHP como para as novas escoltas que virão, seriam “fitted but not with”. Como forma de se baixar os custos unitários, algumas unidades poderiam ter configuração de armamento completo para treinamento e doutrina, as demais, atuando em um cenário de baixa intensidade, sem nenhum conflito iminente, empurrarão muita água em patrulha oceânica para mostrar bandeira…navios de patrulha oceânica com capacidade de guerra se necessário, conversão rápida. Para o arroz com feijão, canhão 76mm, SH-16 orgânico, umas .50 e vamo que vamo!

Humberto
Humberto
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Sou um leigo, mas quem conhece do riscado pode ajudar melhor. Um navio é projetado de acordo com as necessidades e especificações, coloca armamento, sensores, equipamentos, motores em um casco. Sensores ou armamentos não são plug&play, como colocar uma impressora. Se você coloca mísseis anti-aéreos, tem que colocar um sistema de detecção e controle, energizar e colocar os cabos lógicos, duplicar ou triplicar tudo para ter uma contingencia, e em paralelo, tem que integrar. Ou seja, não dá para “ligar” novos armamentos ou sensores nos equipamentos de controle atuais e que tudo vai funcionar. E olha que nem estou falando… Read more »

Nilson
Nilson
1 ano atrás

Os americanos entendem que gastar muito dinheiro com as OHP não é bom negócio, pois serão muitos dólares por apenas 10 anos, sendo que poderiam usar o $ em navios mais modernos e melhores. Por aqui, a pergunta é: melhor gastar com a revitalização de 3 Niteroi ou armar umas 3 OHP para o seu lugar?? Não vejo como utilizar as conclusões americanas para o nosso caso, nossa situação é muito pior, uma degradação total. E lógico que não teríamos que gastar os mesmos 432 milhões de dólares por navio, isso seria para o padrão americano, no nosso caso, chuto… Read more »

pm
pm
Reply to  Nilson
1 ano atrás

Sao navios antigos e de operaçao e manutençao carissima. Mesmo que venham de graça, teriam que ser rearmados. Creio que ainda seriam bons navios antisubmarino mas custo para permitir o uso de misseis SM-2 seria bem algo. Tudo isso para esses navios operarem mais 10-15 anos e virarem sucata? Se estivessemos à beira de um conflito e precisassemos desesperadamente nos armar faria algum sentido mas no caso brasileiro nao vejo assim. Seria muito mais economico e inteligente adquirir um pequeno numero de navios novos, construidos no exterior e com financiamento de 20-30 anos. A economia de operaçao paga os juros,… Read more »

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Vovozao ta certo. Podem vir sem armamentos e colocarmos aqui o necessário e disponível. Os barcos que estão em vias de dar baixa possuem armamentos que podem se encaixar nestas fragatas. Além disso, o Tio Sam poderá vender alguns itens, dentro deste pacote. Principalmente AA missil. Pena que, nesse esse período pre eleitoral, só atraia a atenção o que pode repercutir nas urnas.

Larri Gonçalves
Larri Gonçalves
1 ano atrás

Em melhores condições e atualizadas estão as OHP Australianas apesar de serem apenas duas em condições de se aproveitar por mais tempo a terceira poderia ser usada como reposição para as duas OHP em condições, essas OHP Americanas estão no bagaço é um problema a mais para a MB a médio prazo, basta de problemas.

oseias
oseias
1 ano atrás

Amigos a um tempo atrás houve aqui uma postagem do comentário do secretario da OEA não descartando ação militar na Venezuela. Muito se falou que os EUA estão fornecendo material bélico ao Brasil como preparação para tal intervenção, e um dos pontos mencionados é que nos faltavam escoltas e sem elas seriam muito difícil acontecer(comentários dos colegas no fórum).

Agora fica aqui minha pergunta capital.

Vocês acham isso possível? Será que estamos recebendo material como preparação para tal feito em conjunto com outros países sul americanos?

Dalton
Dalton
Reply to  oseias
1 ano atrás

Cada um acredita no que quer…mas…não vejo o Brasil recebendo tanto material assim…
tanto o “Atlântico” quanto o “Bahia” por exemplo não vieram aumentar à frota e sim
substituir navios que deram baixa como o “São Paulo”, “Rio de Janeiro” e “Ceará”, este
último depois de passar por um longo período de manutenção teve que ser retirado de serviço ao invés de durar até até o fim dessa década que era o que se esperava dele e outros navios já antigos não deverão durar muito tempo mais.

Fernando Vieira
Reply to  oseias
1 ano atrás

Se os EUA quiserem fazer uma ação militar na Venezuela eles não precisam da gente. Só o grupo do Carl Vinson já resolvia a parada.
Como apoio eles podem mandar os B-52 direto dos EUA só que ao invés de bombas jogarem comida e papel higiênico para o povo venezuelano que rapidinho eles ganham a simpatia da População. A gente ia só assistir de camarote.
Se quiséssemos lutar, mandamos o Atlântico e o Bahia com fuzileiros e fazemos a festa por lá.

Ozawa
Ozawa
1 ano atrás

Ou a visão mais ortodoxa, decidindo não se comprar nada de prateleira, aguardando os meios novos do Programa Tamandaré, e a desativação, uma a uma, por obsolescência paulatina ou colapso iminente das escoltas existentes no inventário da MB, até o resultado inevitável dessa decisão no ponto de interseção das curvas de desativação e construção . . . Ou, a visão menos ortodoxa decidindo escolher algumas “O que Hoje Podemos”, versão básica, possíveis e viáveis, mesmo com gastos de restauração, operação e manutenção ao longo do resíduo de suas vidas úteis para minimizar, não evitar, o desastre . . . Ou… Read more »

Renan
Renan
Reply to  Ozawa
1 ano atrás

“Visão ortodoxa”
É o mais correto a nação a longo prazo.
Eu ficaria com está.

O imediatismo nos leva a gastar o que não temos.
Caro para nossos padrões e de pouquíssimo poder real.

Portanto deixa falir o que existe e Inicia as construções assim que possível.

Perderemos uma geração mas poderemos renascer com uma frota moderna.

Abraço

Ozawa
Ozawa
Reply to  Renan
1 ano atrás

Prezado Renan, O número de postagens até aqui dá bem a medida da controvérsia que o assunto encerra. Nessa linha de raciocínio, eu ficaria com a visão “menos ortodoxa”, pois acho que a questão não é mais “se”, mas “quando” e “quantas” OHPs a MB deve comprar. Por mim viriam, no mínimo, quatro. Por outro giro, se a EC 95, do teto de gastos, engessar a MB a tal ponto de prejudicar o Prosub, sim, prevaleça a visão “mais ortodoxa” e não se retire nenhum recurso do único projeto estratégico naval para comprar navios usados. Como disse antes, admito que… Read more »

Victor Filipe
Victor Filipe
1 ano atrás

Por mais que eu goste das OHP (um naviozinho muito bonito, bom, barato e que era bem equipado) eu não acho que seria uma boa comprar ele, sinceramente não acho que seria uma boa comprar nada com medos de 10 anos de uso garantido, porem… a situação da MB é triste de mais… e a politica no brasil tem um histórico ruim pra se dizer o minimo eu duvido que as novas corvetas entrem em operação em menos de 10 anos e ai vamos arriscar, vale apena salvar a grana e ficar sem escolta por um tempo ou gastar pra… Read more »

FRITZ PILSEN
FRITZ PILSEN
1 ano atrás

Dinheiro jogado fora. Tomando por base que Taiwan comprou 2 por US$ 190 milhões; 4 custariam US$ 380,00 milhões. Além disso, as 4 custariam US$ 160 milhões de manutenção por ano. Apenas no primeiro ano, já seriam US$ 540 milhões (+ de R$ 2 Bilhões) pra ter navios velhos, que não assustam mais ninguém. Não vale à pena. Vale muito mais investir nas corvetas Tamandaré; já pensando num segundo lote de mais quatro unidades. Não temos conflitos eminentes, não temos inimigos externos que representem ameaça imediata. Pro atual nível de alerta; as unidades que temos dão conta do recado até… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  FRITZ PILSEN
1 ano atrás

Sim…se fosse possível contar com todos os 11 atuais combatentes que fazem parte do inventário, aliás, a menor quantidade em décadas, lembrando que nem todos os 11 estão operacionais e provavelmente mais alguns, também deverão ser retirados antes das “Tamandarés” serem incorporadas.
.
Se dos 11 restarem no inventário 8 antes da primeira “Tamandaré” ser incorporada, será um problema, pois não se poderá contar com todos os 8 também devido à manutenções de rotina ou mesmo a revitalização de 3 “Niterois” o que deixará uma indisponível ou mesmo duas durante um certo período de tempo.

ENeves
ENeves
Reply to  FRITZ PILSEN
1 ano atrás

Pelo que entendi cada uma OHP com sistemas de armamento totalmente reativado e modernizado pelos americanos custaria 400 M de dólares cada, com vida útil de 10 anos, daí vem os 40M de dólares por ano de investimento por navio. Os 190M de dólares que foi pago em duas, foi sem esse pacote oferecido. Pelo que entendi, são pacotes de ofertas diferentes, não podendo somar custos assim… Caso venha no osso deve ser mais barato que essas de 85M cada. Só para comparar, eu vi em um outro grupo que uma corveta russa, que é classificada no ocidente como fragata,… Read more »

Helio Eduardo
Helio Eduardo
1 ano atrás

Prezados, Não consigo analisar a questão das OHP comparando US Navy com MB. São mundos tão absolutamente distintos e as necessidades por estes navios tão opostas, que eu nem mesmo leio comentários à respeito. US navy queria chegar rápido à conta de 355 navios de combate e as OHP seriam “um atalho”. Brasil precisa de quase (eu disse quase!!!) qualquer coisa que flutue e que se possa colocar o Pavilhão Nacional… Os argumentos do Bardini, com suas famosas “contas de padaria”, bateram forte nas minhas ideias: gastar mais de 1,5 bilhão de dólares em 10 anos com navios “no osso”… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Helio Eduardo
1 ano atrás

A questão mais grave da Marinha é a dos Escoltas… Mas é preciso ter em mente que a Marinha é a grande culpada pela situação atual. Foi ela que se colocou nesse problema. Perderam mais de uma década flertando com um “mix” entre Fragatas de 6.000t caríssimas e um complemento gambiarra, na forma de uma “Corveta de Emprego Geral”, que virou a CCT. E é importante observar que o novo planejamento, que vai surgir logo ali na frente, ainda pode trazer esta mesma visão… . Tivemos uma janela de compras de oportunidade no passado e tivemos SIM, tempo e dinheiro… Read more »

LEONEL TESTA
LEONEL TESTA
1 ano atrás

Ta quer dizer que as escoltas de 40 anos que temos tambem nao gastam ? eu prefiro gastar com as de trinta. Essa conta so seria verdadeira se mantivesse o numero de navios se der baixa em 4 e aumentar 4 vai haver economia talvez as OHP sejam mais caras de operar mas tambem sao muito mais capazes que as INHAUMAS e TYPE 22

Willian spezani
Willian spezani
1 ano atrás

Compra 6 fragatas dessas .já que 5 vão sair fora dos mares

Willian spezani
Willian spezani
1 ano atrás

Poderia ver se tem corvetas Tam bem

TeoB
TeoB
1 ano atrás

Olá, concordo que é triste ter que colocar recursos em navios velhos, que vão ter um custo alto, porém essa decisão deverá ser tomada já no inicio do próximo governo, independente de quem se eleja. porem na minha opinião de leigo que sou, na ´´conta de padaria´´ temos que observar o seguinte: qual será o custo de tentar manter (ressuscitar) as FCN e os outros meios que podem ser salvos? será que não seria de melhor custo-beneficio aposentar de vez as Niterói, as type 22 bem como as Inhaúma e meio que padronizar pelos próximos 15 anos com OHP, essas… Read more »

Willian spezani
Willian spezani
1 ano atrás

Poderia comprar 3 corvetas já que 2 vão sair fora dos mares . E faz uma esquadra com porta helicóptero com 6 fragatas e 3 corvetas 4 submarinos e navios patrulha . Vai ficar uma esquadra de respeito

Nilson
Nilson
1 ano atrás

Creio que nos meados de 2019, quando soubermos no que deu (ou não deu) o programa Tamandaré, a decisão se tornará mais clara… Se não tiver dado certo contratar as quatro, nada mais restará senão alguma compra de oportunidade, quebrando-se o orgulho de “só comprar usado com até 20 anos”. Se tiver dado certo contratar, talvez seja melhor ficar sem compras de oportunidade e aguentar o tranco com o que tem. Se o novo governo tiver prometido mais para frente, acredite quem quiser, eu prefiro não acreditar e partir para compra de oportunidade. Se tiver simplesmente enrolado (o que acho… Read more »

CRSOV
CRSOV
1 ano atrás

Creio que os 43 milhões de dólares anuais de custos por cada uma dessas fragatas OHP seja no ritmo de utilização da Marinha dos EUA que patrulham mundo a fora. No nosso caso creio que esses custos seriam bem menores por navio por conta do espaço marítimo a ser patrulhado é bem menor e isso possibilitar um rodízio mais espaçado e confortável para cada navio e suas tripulações !! Creio que uma OHP, uma Niterói, uma corveta e um patrulha oceânica por vez possam dar uma boa cobertura na área do Pré Sal que se estende do ES até o… Read more »

Carlos Sinésio
Carlos Sinésio
1 ano atrás

A necessidade fala mais alto, e a oportunidade pode ser aproveitada de forma racional. Concordo que podemos negociar a compra de algumas unidades, com o mínimo necessário, equipando com o que se possa aproveitar do que se retirar dos meios que darão baixa, como já sugeriram aqui. Não tem como fazer diferente. A Comissão Naval nos EUA (CNBW) deve verificar o que eles (americanos) podem nos oferecer (se já não…).

Rodrigo
Rodrigo
1 ano atrás

Eu compraria as fragatas chinesas, com financiamento deles…
Completas e armadas…
Meios novos e de rápida construção….
Desistiriacdesse processo de licitação e faria de governo para governo….
Umas dez fragatas de uma vez.
E de quebra meteria uma rampa no SÃO PAULO e vida que segue…

ALEXANDRE
1 ano atrás

Se eh pra gastar dinheiro em um produto que ja ta dando ultimos suspiro pra gastar dinheiro reformando e mantendo é melhor reformar os nossos navios vovôs.
Tinha era que ter movimentação,passeata e interesse popularnas ruas…4 bilhoes pra marinha ja daria pra tirar do sufoco …dinheiro tem,ate agora ja foi arrecadado 1,7 trilhoes de reais de acordo com http://www.impostometro.com.br

Régis Athayde
Régis Athayde
1 ano atrás

O grande risco deste negócio seria os “meios provisórios tornarem-se permanentes”, ideia tão comum neste país.

Mario Heredia
Mario Heredia
Reply to  Régis Athayde
1 ano atrás

Não há como se tornarem permanentes, pois possuem vida útil de 10 a 15 anos no máximo. Seria sim uma forma de mantermos um número razoável de escoltas em atividade, até que se equalize a situação das CCT’s.

Fabio
Fabio
1 ano atrás

Essa fragatas so servem para navio patrulha oceanico so tem um canhão
de 76mm e lançadores de torpedos não tem misseis anti navio.

Bosco
Bosco
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Galante,
Mas essas fragatas tiveram o lançador Mk-13 removido. Não deve ter como reinstalá-los senão com um custo exorbitante.
Provavelmente o melhor local para a instalação de SSMs seria lateralmente ao berço do lançador Mk-13. Por exemplo, 2 MANSUPs de cada lado.
Taiwan optou por colocar na superestrutura porque conservaram o lançador Mk-13 e os mísseis utilizados não eram compatíveis com ele.
Mudando de pato pra ganso, esse artigo é bem interessante: https://rhk111smilitaryandarmspage.wordpress.com/2013/08/21/mk13-to-mk41-launcher-conversion-for-oliver-hazard-perry-frigates/

Dalton
Dalton
Reply to  Fabio
1 ano atrás

A “OHP” de 30 anos adquirida pelo Paquistão e que continua em serviço, foi equipada
com mísseis anti navio…então, não seria um problema se à marinha brasileira fizesse questão …e…são navios que podem embarcar até 2 “Seahawks” e são equipadas com o sistema de recuperação “RAST”… mas…de qualquer forma, acho que o tempo já passou…as últimas foram descomissionadas em 2015 e não há espaço financeiro e/político para adquiri-las ainda nesse ano…poderia ter sido uma alternativa, 3 anos atrás.

cristian
cristian
1 ano atrás

Aguém sabe ou tem uma atualização das OHP da Australia? Pelo que me lembro tinha um Pais Ex-bloco da URSS que tinha interesse (Polonia??)
Elas eram mais novas e tinham algum atualização certo?

Otto Lima
1 ano atrás

Em ninha franca e leiga opinião, não vejo essas OHP com bons olhos, pois são navios antigos com alto custo de operação e manutenção. A MB deveria comprar um “Batch 1” da Classe Tamandaré “de prateleira” no exterior, com financiamento do país do estaleiro vencedor da licitação, para suprir as baixas das atuais escoltas. Em paralelo, reformar e atualizar as três fragatas Classe Niterói em melhores condições, usando as demais como fontes de peças de reposição. Numa segunda etapa, modernizar a Cv Barroso e adquirir alguns navios multipropósito construídos em estaleiros nacionais parceiros do estaleiro vencedor da licitação da Classe… Read more »

ALEX TIAGO
1 ano atrás

Pensando em futuro nós estamos nos complicando então penso que se tiver um alento operacional de 10 ou 12 anos com esses vasos entendo que 4 unidades seria de bom proveito lembrando que vamos dar baixa em 3 Niteróis e 2 t22 ficaríamos com 3 Niterói revitalizada e 4 ohp 2 cci e 1 Barroso esperando as 4 Tamandares e com muita sorte em 4 ou 5 anos conseguiríamos mais 4 t23 na Inglaterra assim faríamos baixa nas Niteróis é encomendariamos mais um lote de Tamandares ou até mesmo uma derivada com maior tonelagem.

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
1 ano atrás

Infelizmente não há outra opção para a MB, vai precisar de no mínimo três dessas pra aguentar até 2030!

Saudações!

Nilson
Nilson
1 ano atrás

“Dalton 24 de setembro de 2018 at 10:19 Se dos 11 restarem no inventário 8 antes da primeira “Tamandaré” ser incorporada…” . Mas o problema não é restar no inventário, é ter condições de navegar. Tudo indica que das 11, antes da primeira Tamandaré ser incorporada (2023?), somente vão estar navegando a Barroso e 3 fragatas, mantidas a duras penas… Imagino que a Marinha tenha uma previsão realista, não creio que seja mais do que isso… Conforme matéria anterior, são as decisões (ou falta de decisões) do passado (e do presente) levando a um futuro sombrio no tocante aos combatentes… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Nilson
1 ano atrás

Nilson…
.
lembro que integrantes da marinha brasileira se pronunciaram sobre uma possível baixa das T-22s em 2019 e 2020, alguns anos atrás, mas, não faz muito tempo, li que as baixas poderiam ocorrer a partir de 2020 ,então, diante dessa nova possibilidade e nem me pergunte como isso poderá ser possível, arrisquei um palpite otimista para 2023, isso sendo, 2023, otimista também…e como toda marinha tem em seu inventário navios
indisponíveis é preciso incluir esses também.

USS Montana
USS Montana
1 ano atrás

OFF TOPIC:

PHM Atlântico parado ao largo do Aeroporto Santos Dumont, tá dando um passeio na baia como faziam com o ex NAe São Paulo?

https://www.marinetraffic.com/en/ais/home/centerx:-43.148/centery:-22.907/zoom:14

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  USS Montana
1 ano atrás

Pelo link que passou do Marine Traffic, o Amazonas está na boca da baía e saindo.L

USS Montana
USS Montana
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

Ele ainda tá ancorado na mesma posição, entrada da Guanabara frente ao aeroporto.

Lucas Schmitt
1 ano atrás

Se fosse eu quem tomasse essas decisões, compraria as OHP desdentados, tiraria o armamento das Niterói, desativaria as Niterói e navegaria 10/15 anos com as OHP, com o bônus de economizar dinheiro no armamento. Melhor gastar com isso do que não ter nada, ou esperar mais 20 anos pro segundo lote das Tamandaré. É o que eu penso.

Fábio Mayer
Fábio Mayer
1 ano atrás

Compras de oportunidade são dificílimas hoje em dia porque: a) na média, as marinhas são menores; b) a renovação de frota é cara, e os navios são usados ao máximo por suas marinhas originais; c) há uma nítida corrida armamentista no mundo, ninguém se desfaz e ainda quer comprar/construir mais. Aqueles excedentes de navios que davam chance do Brasil comprar fragatas de segunda mão e ainda navegar com elas por 20 ou 30 anos são exceção. O Ocean é exceção, ele não seria liberadopela RN se não fossem os porta-aviões classe Queen Elisabeth. Mesmo que se adquirisse 4 destas fragatas,… Read more »

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
1 ano atrás

Sou mais cancelar os programas das covertas e das fragatas e comprar o Destroyer que o Japão está oferecendo.

ALEXANDRE
Reply to  SmokingSnake 🐍
1 ano atrás

Os destroyers japoneses sao bons tb…mas prefiro primeiro as corvetas pq alem de dar o know how,gerará empregos tanto pro cargo mais alto qnt pro mais baixo.
E se cogitarem essa ideia de comprar esses usados q ja tao qse saindo de serviço,deveriamos fazer um abaixo assinado dando essa ideia.

Juarez
Juarez
1 ano atrás

Até onde vai essa justificativa pra rasgar esse dinheiro todo em navio velho, que será usado por apenas de ~10 anos, sendo que serão os PIORES 10 anos de uso desses navios, já que são os seus últimos?

Bardini, boa tarde!

Se, por acaso, tu tiveres ciência de algum um novo método de formar tripulações, formar e manter doutrina operacional de combate, sem empurrar agua, por gentileza divida conosco este conhecimento.

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Juarez, não vem com conversa… Pra manter Doutrina até 2030, a MB vai sim ter navios. O que está se discutindo é almentar o número de velharias.

Airacobra
Airacobra
Reply to  Bardini
1 ano atrás

A MB vai ter o que até 2030? 3 Niterois restantes, a primeira tamandaré finalizando os testes para iniciar sua fase operativa e a segunda sendo entregue?

Airacobra
Airacobra
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Perdao Bardini, esqueci da Barroso

Juarez
Juarez
1 ano atrás

Leandro Costa 24 de setembro de 2018 at 0:10 Por mais que eu goste das Perry, a mais nova das disponíveis para a venda é de 1987, portanto com quase 30 anos de uso. Sendo que vão descontinuar o suporte ao SM-1 em 2020 e levando em consideração o tempo que seria necessário para aprontá-las para entrega, já chegariam aqui com um sistema de mísseis totalmente descontinuado, à menos que fosse feita uma conversão para uso do SM-2 e sinceramente não sei quanto isso iria custar. Salvo engano Austrália optou por instalar VLS Mk. 41 nas suas, e isso custou… Read more »

Airacobra
Airacobra
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Juarez, se não me engano eu participei desse debate à época, pois já participei de vários sobre os OHP para a MB, e lembro que em um deles o Bosco me convenceu dessa ideia para do SeaRam, que foi a melhor opção realmente, apesar de que 2 a 4 OHP com o MK38 na proa, alguns MANSup, o 76mm, os MK32 e a capacidade para operar o seahawk já estaria de bom tamanho comparada ao valor militar quase irrisório de 2 Greenhalgh e 2 Inhauma.

Leandro Costa
Leandro Costa
1 ano atrás

Acredito sinceramente que qualquer decisão que seja tomada ainda esse ano, com excessão das CCT que na minha opinião devem ser encaminhadas o mais rápido possível e de preferência até antes do resultado das eleições, será uma decisão equivocada. Essas eleições podem selar o destino de muita coisa, inclusive do caminho que a MB pode seguir. Também acredito que num futuro de médio à longo prazo, o distanciamento da América do Sul em relação aos pontos de tensão no globo tende à diminuir cada vez mais, fazendo com que seja necessário uma Marinha de Guerra de verdade, caso contrário seremos… Read more »