quarta-feira, março 3, 2021

Saab Naval

Esquadrão VF-1 treina ataque a alvos terrestres na fronteira do Brasil com a Bolívia

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Na madrugada do dia 22 de março, em Campo Grande-MS, militares da Marinha do Brasil participaram de um exercício inédito com o emprego de aeronaves de caça do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1).

O ataque noturno a alvos terrestres, localizados a 300 milhas (aproximadamente 483 quilômetros) do local, ocorreu em pleno Pantanal Mato-grossense, próximo da fronteira do Brasil com a Bolívia. A missão foi parte da Operação “CELEIRO IV”, executada pelo Comando do 6º Distrito Naval, na área de Cáceres-MT.

A área encontrava-se com visibilidade degradada pela névoa, obrigando um dos aviões a realizar um imageamento da região, com posterior designação do alvo, por meio do uso do Radar no modo GMTI (Ground Moving Target Indicator), proporcionando à outra aeronave um perfil de emprego de armamento no modo CCRP (Continuously-Computed Release Point), no qual não é necessário contato visual com o alvo. O objetivo foi apoiar o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais desdobrado em terra.

O exercício serviu para certificar as novas capacidades adquiridas pelas aeronaves AF-1B/C, demonstrar a flexibilidade que os meios podem emprestar ao apoio das diversas operações navais e de fuzileiros navais e contribuir para o crescimento operacional das equipagens diante das demandas apresentadas pela implantação de novas tecnologias.

FONTE: Marinha do Brasil

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Bardini

Apoio aos Fuzileiros… É disso que estou falando!

filipe

Treinar muito é bom, até 2030 quando o NAE chegar, muito provavelmente o CDG desnuclearizado e com propulsão CODLAG .

Bardini

A Gambiarra corre forte no sangue…

igortepe

O nosso porta-aviões para operar com F35B.
instalar casco duplo, elevadores nas popa e na proa, criar uma nova torre de comando e controle a meia nau, piso preparado para resistir ao calor dos motores durante aterrissagem.
Acho sairia por 1/4 do preço de um NAE.
https://www.terra.com.br/economia/infograficos/maior-navio-do-mundo/

Aerokicker

Quando já se acha remotorizar o São Paulo uma gambiarra, me vêm com o Charles de Gaulle desnuclearizado. E quando eu acho essa épica demais para ser superada, me aparece essa de transformar Valemax em porta-aviões. Daqui a pouco me aparece alguém querendo uma jangada gigante motorizada improvisando uma pista de pouso e decolagem, ou coisa do tipo.

Que Deus tenha misericórdia dessa nação.

Marcos Andrey

É brincadeira né????

Willber Rodrigues

Já eu, espero sinceramente que as cabeças pensantes do MB esqueçam esse negócio de NaE por, pelo menos, os próximos 30 anos.

Alex Nogueira

Se for um Nae do porte do CDG pensado desde o princípio como não nuclear, ai sim é sucesso rsrsrs.

Otto Lima

Algo como o porta-aviões “europeu”, que nada mais é do que um CDG com propulsão convencional.

https://www.naval.com.br/blog/2019/03/11/alemanha-propoe-porta-avioes-europeu/

Bruno

Troca a marca do whisky que esse dai ta batizado.

ALEXANDRE

Sonhar é gratuito.
Dream on…se tivermos fragatas e corvetas novas ate 2030 ja é um milagre

Dalton

Em 2030 o “CDG” terá recém passado pelo penúltimo reabastecimento dos reatores nucleares que ocorre a cada 8 anos mais ou menos e passará pelo último na segunda metade da década de 2030 com o fim de vida ocorrendo por volta de 2043.
.
Nada mau para um navio comissionado em 2001 e dentro da moda em voga de se utilizar ao máximo todas as plataformas por 40 anos ou mais…parece ser também o destino do USS Wasp comissionado em 1989 e marcado para descomissionamento em 2029.

filipe

A prioridade da MB até 2030 é o SNBR Alvaro Alberto , enquanto isso muitos projectos estão na gaveta, o PRONAE + PROSUPER + PROANFB , logo depois do SNBR tenho a certeza que a MB vai projectar juntamente com a França um NAE, nessa altura espero haver maior comprometimento dos atores politicos e da sociedade para com a Defesa, são grandes projectos, para uma Marinha do nosso porte, ou seja vamos ter um NAE se possivel com EMALS, vamos fabricar o Sea-Gripen e é necessário manter toda a doutrina operacional.

Bardini

A prioridade é o SNBR… Okay. Mas encare a realidade: a MB necessitará realizar a compra de outros submarinos. SNBR e SBR não são o fim, são o começo. Itaguaí necessitará de novos investimentos.
.
A única certeza que tenho, quanto ao NAe, é a de que não temos e nunca teremos como comprar, manter e operar um…

Dalton

Agora sim Filipe, muito mais razoável, embora pouco provável, do que esperar pela desativação precoce do “CDG” pela França daqui 8 anos, antes do penúltimo reabastecimento dos reatores, para então retirar os mesmos e converte-lo em “CODLAG”.

igortepe

O nosso porta-aviões para operar com F35B.
instalar casco duplo, elevadores nas popa e na proa, criar uma nova torre de comando e controle a meia nau, piso preparado para resistir ao calor dos motores durante aterrissagem.
Acho sairia por 1/4 do preço de um NAE.
https://www.terra.com.br/economia/infograficos/maior-navio-do-mundo/

Jairo sergio vargas

Algum Nae está para chegar?

Willber Rodrigues

Muita gente reclama dessa aeronave, mas…se é o que temos hoje, vamos usá-lo.
Sou fãn desse caça.

Alex Nogueira

Também gosto do A-4 e sinceramente não entendo a implicância com a aeronave… acho uma pena não ter sido modernizada todas as 23 unidades (sei que algumas parecem ter vindas sem condições de voo).

Só falta o armamento, Derby e Python 5, bombas Lizard, Spice e Harpoon 😀 .

Bardini

Por mim, Sidewinder somado com Maverick já estaria maravilhoso. O resto é resto $$$, fica pesado pra caber no bolso…
comment image

Pedro

Não necessariamente os Derby, Alex, mas principalmente aperfeiçoar o emprego ar-mar ar-solo.

Otto Lima

Essas unidades que supostamente vieram sem condições de voo devem ser usadas como fontes de peças de reposição para as demais.

Bille

Poderia ser armado com o mesmo material da FAB, e adicionado as necessidades navais. Simplifica o treinamento e manutenção de mísseis, podendo até gerar um melhoramento da doutrina dos caças… os VF1 participam das manobras de combate dissimular da FAB?
Sei que foram pra Cruzex mas lá ficaram na mesma vibe dos A-1…

Paulo Costa

Eu gosto demais do A4 e ate agora ja pagou seu investimento, seria ótimo se a MB tivesse recursos para modernizar ao menos 12 unidades para manter o esquadrão com boa capacidade operacional

Gustavo

Também acho, uma pena termos tão poucas unidades modernizadas. Para nosso cenário, ainda mais como este do exercício, ele é perfeito. Deveríamos ter entre 12 e 16.

Willber Rodrigues

Ums 15 A4 modernizados, armados com Exocet’s e bons mísseis ar-ar, são excelentes pro nosso TO.

Gonçalo Jr.

Moro praticamente em frente a ALA5 e todos os dias aquele som maravilhoso do caças se ouve. Meu sobrinho que é recruta lá está muito animado com tudo o que está vendo.

Renato

Quando a MB vai largar o interior do Brasil e focar no litoral… Não tem dinheiro nem para navios de superfície e fica se metendo onde outros poderiam atuar

Pedro

Aproveitando sua opinião, que esta equivocada, para em cima disto afirmar que passou da hora de nossa Marinha cuidar de litoral e regioes ribeirinhas/bacias hidrográficas. O Brasil precisa sim e de forma urgente de uma Guarda Costeira ou Fluvial para deixar a Marinha em si focada em assuntos militares e científicos. Usar o pequeno $ que temos para cuidar de barco de pesca, jet ski e veleiro eh o cumulo do ridículo.

Bille

Só que tem que ser bem pesado, por que na medida em que isso acontecer, no Braziu, o dinheiro da marinha de guerra vai todo pra guarda costeira.

Paulo Costa

Eu tenho certeza que O programa Pronae esta caminhando mesmo que lentamente e que talvez ate antes de 2030 tenhamos a noticia da escolha de um estaleiro internacional para construir nosso novo porta aviões.

Bardini

E como faz pra substituir todos os outros meios, se vamos torrar bilhões em um único navio, sem ter escoltas AAW capazes e aeronaves em número suficiente?
.
Bahia, Atlântico e demais velharias não vão durar pra sempre… É preciso pensar no lógico, no multifunção, no mais com menos.comment image

Alex Nogueira

Bardini esse modelo da concepção artística é de qual fabricante? Me parece ser bem equilibrado.

Iron Hand

Fincantieri

Marcos Andrey

Fincantieri!!

Carlos Alberto Soares

Há a opção da Espanha com a Navantia.

O CA LM já postou no PN a admiração por essa Nau.

Bardini

Fincantieri…
É o novo LHD da Marina Militare, que está sendo construído.comment image

Paulo Costa

E como faz pra substituir todos os outros meios, se vamos torrar bilhões em um único navio, sem ter escoltas AAW capazes e aeronaves em número suficiente?

Bardini

Eu nao sou comandante da MB pra te responder isso ou dizer como fazer isso ou aquilo e sou humilde pra reconhecer que nao tenho 1% do seus conhecimentos, mas uma coisa eu sei, se existe esse programa de um jeito ou outro ela vai fazer e talvez seja do jeito inteligente que a Marinha esta fazendo hoje … um programa por vez !!!

sds

Nilo Antonio Rodarte

Esse projeto já prevê o uso do F-35 desde o inicio ou isso nem foi cogitado?

Bardini

Pelo o que tenho lido, a princípio os F-35B não vão operar a partir deste LHD. Talvez no futuro, até pq nem no Cavour os caras estão operando com F-35B.
.
Os elevadores por exemplo, tem capacidade de carga de 40 toneladas. Talvez nem necessite receber um Skyjump, pq o bicho é grandinho…

http://i59.tinypic.com/2rhu69x.jpg

Leonardo de Araújo

Outra questão é o preparo do convés para receber altas temperaturas proveniente do propulsor

JSilva

Ok, se houver condições orçamentárias pra isso seria ótimo, lá na década de 2030, mas resolvendo os escoltas antes… . Mas como ter um LHD desses ou sonhar com F-35B substituindo os A-4 no momento em que a previdência caminha para tomar todo o orçamento da União, que destruirá o teto de gastos e como consequência a explosão da dívida, gerando inflação e desvalorização da moeda? . Isso tudo aí é em euro ou dólar, ficaremos cada vez mais distantes de equipamentos novos, até os Bahia ou Atlântico da vida ficarão caros, mas as Forças Armadas parecem mais preocupadas em… Read more »

Bardini

Pois é… Temos um sindicalista de farda com a caneta, que continua em campanha, seguindo conselhos e paparicando a Dercy Golçalves da “filosofia”. Aí fica soda.

Salim

Em resumo e isto mesmo kkkkk

Antonio palhares

Depois do porre caímos na dureza da vida real. Um país perdedor de oportunidades. O velho diga-me com quem andas que direi quem és.

GFC_RJ

<<>> Bravo!!!

Dodo

Bahia e Atlântico são velharias agora? Sabia não

Filipe Prestes

Matou a pau, Bardini. Sou muito mais favorável a MB ter dois LHD – ou PHM, como queira – do quê um caro e dolorosamente complicado NAe nuclear como alguns sugerem. Algo como o da Fincantieri ou o Hyuga

Dalton

O “Hyuga” não possui doca para operar com embarcações de desembarque, Filipe,trata-se de um navio veloz cuja principal função é a luta contra submarinos,daí o eufemismo “destroyer porta helicópteros”.

Filipe Prestes

Obrigado pelo esclarecimento, Dalton

Marcelo Andrade

Bahia e Atlântico? Velharia? Não entendi?

PAULO ANTONIO FERREIRA

PHM Atlântico não é velharia. Tanto que o parlamento inglês foi contra a venda . O Nae São Paulo foi um caco , já essa aquisição foi vantajosa.

ALEXANDRE

Aguardando resultado da corveta…ansiedade

claudio

desculpe a ignorancia, mas pergunto é possivel converter o Atlantico em porta-aviões ? muito custoso ?

Leandro Costa

Não é possível economicamente, pelo menos. Em relação à engenharia, acredito que seja possível, mas não ficaria bom e seria bastante limitado, na minha opinião.

carlos mendes

Hoje quantas aeronaves estão disponíveis?

Flanker

A MB já recebeu 4 AF-1M (3 monoplaces e 1 biplace)….desses, 2 monoplaces se envolveram em um acidente uns 3 anos atrás, sendo que um foi perdido, caindo no mar e tanto a aeronave como o piloto não foram encontrados, e o outro conseguiu retornar para São Pedro da Aldeia, bastante danificado….sera recuperado na Embraer e voltará a operar. Faltam ser entregues 1 monoplace e 2 biplaces.
Hoje, temos 1 mono e 1 bi operacionais, mais o monoplace danificado que será recuperado.

Carlos Alberto Soares

Quantas anvs poderiam ser modernizadas no total Colega Flanker.

Lógico …. se tivesse a grana.

Flanker

Carlos Alberto, a MB adquiriu 23 A-4 (20 mono e 3 biplaces). Os 3 bi serão modernizados. Dos 20 mono, 15 vieram em condições de voo, por isso, apesar de termos adquirido 23 aeronaves, na real tínhamos no máximo 18 células passíveis de operação. Um dos monoplaces (N-1003) já virou monumento, há tempos, na BAenSPA. Uma já modernizada, foi perdida (N-1011). Atualmente, teríamos entre 10 e 11 monoplaces que poderiam, teoricamente, ser modernizados e que não passarão pelo processo….mesmo assim, não sei se entre essas, algumas não seriam inviáveis, economicamente, de modernizar. Digo isso porque ao menos duas delas (N-1004… Read more »

Leonardo de Araújo

E uma falta de compreensão ou vaidade da FAB, sabemos da questão legal de competência, porém, é um desperdício não aproveitar o esquadrão Falcão na defesa nacional.

Flanker

Mas, o VF-1 não é utilizado para a defesa nacional? Eles estão, nessa missão por exemplo, treinando para que? O esquadrão não participou da última Cruzex? Você quis se referir a utilizar o VF-1 para defesa aérea? Aí, vai demorar um pouco, pois não sei se há sequer mísseis ar-ar disponíveis para essas aeronaves, porque os mais de 200 AIM-9H que vieram junto com as aeronaves, lá em 1998, passaram por remotorização na Mectron vários anos atrás e, atualmente, acredito que já estão vencidos. Para esse tipo de missão, a MB precisaria adquirir mísseis, mesmo que de curto alcance, como… Read more »

Bardini

Acredito que retiraram os canhões, não? . Nunca vi uma imagem dos modernizados com os canhões. . “algum tipo de bomba guiada e algum míssil, mesmo que fosse da classe do Maverick” . Com o Maverick, que não é absurdamente caro, a MB passaria a contar com a capacidade de bater pequenas embarcações, mesmo em ambientes ribeirinhos, como a região da fronteira onde ocorreu este treinamento. . Com a modernização, creio que o CEP das bombas burras possa ter melhorado, não? . “Não sei se já existiu em algum país a integração do AM-39 Exocet ao Skyhawk.” . Não que… Read more »

Leandro Costa

Esse link tem fotos de diversas plataformas disparando ou levando Harpoons. Entre elas tem umas três fotos com um Harpoon no centerline de um Skyhawk.

https://www.seaforces.org/wpnsys/SURFACE/RGM-84-Harpoon.htm

Flanker

Bardini, eu também pensei o mesmo em relação aos canhões, mas segundo um outro comentarista disse algum tempo atrás, os canhões permanecem, só os canos (ou tubos) são retirados e recolocados, conforme sua necessidade de utilização. Talvez seja isso mesmo, visto que foi colocada uma carenagem no local de passagem dos tubos dos canhões, mas note-se que a área permanece pintada em preto, como antes. Quanto à precisão das bombas burras, seu CEP deve ter melhorado bastante, visto que agora as aeronaves contam com CCIP e CCRP. Quanto ao Exocet tb acredito que nunca tenha sido integrado à nenhum A-4.… Read more »

Leonardo de Araújo

Se comentei FAB e competência legal, claro que me referi a defesa aérea.

Flanker

Ok. Então, não vai rolar….e, se rolar, vai demorar muito. Mas, devido ao desempenho subsônico da aeronave, acredito não ser o mais adequado.
E acho que se fosse decidida pela MB a utilização desse vetor para tal missão, a FAB não iria se opôr. A questão é que, no meu entender, a própria MB não tem interesse nessa mssão.

rommelqe

Também entendo que o principal foco da MB é empregar os AF1 em missões de ataque ao solo ou mar, com o uso dos Mavericks/Penguins ou equivalentes, até mesmo sem estarem armados com Sidewinders . Contudo pode haver algumas excessões. Algumas missões seriam justamente nesse TO da matéria, seja nas margens dos nossos rios na região Oeste, seja numa área mais ampla, onde há casos de necessidade de interceptação de aeronaves relativamente rápidas (Lear Jets, por exemplo,) casos esses nos quais os A29 tem uma certa dificuldade. Outras excessões seriam no TO ao norte, em Roraima, no qual os AF1… Read more »

Carlos Alberto Soares

Exocet e Harpoon já foram testados com sucesso.

Caveroso

Treinamento de caças da marinha em uma região que muito se assemelha as Venezuelanas, será que vem algo por aí?

Nilo Antonio Rodarte

Que foto linda! Pena que postaram tão pequenininha! Nem da pra usar como papel de parede.

Mahan

Bela foto! Bom trabalho, Falcões!

Theo Gatos

Galera falando em Nae enquanto as reformas tão urgentes e importantes para nosso país naufragam… Senhores, capaz de não haver mais o que governar nesse país a não ser dívidas até 2030…
.
Sds

ALEXANDRE

Bem que a embraer poderia fazer engenharia reversa nesse caxa e nos mirage e projetar um substituto

ALEXANDRE

Caça*

Alexandre Esteves

Bravo Zulu!

Dalton

Ano passado o USS Harry Truman estando no Mar Adriático lançou alguns “Super Hornets” que foram parar no Mar Báltico para apoiar um exercício ocorrendo lá…guardadas as devidas proporções, à marinha brasileira também demonstrou a mesma flexibilidade que
poderá no futuro ser bastante expandida.

Sincero

O Brasil numa hipotética guerra contra a Venezuela enfrentará os Sukhois com isso?
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

Victor Filipe

Me diga, qual a capacidade dos Su-30MK2 da Venezuela, você deve saber bastante para taxar essas aeronaves como vastamente superiores as nossas. ou deve ser apenas mais um que tem medo do nome “Su-30” e não tem ideia do que as letras que vem depois do “30” querem dizer… esse site ta cheio de “especialistas” que só sabem gastar o pouco oxigênio puro que existe nesse mundo

rommelqe

E quem te disse que os alvos seriam suckois? Ta tomando muita vodka….

horatio nelson

não julgue o livro pela capa ou pela idade lembre-se da lição do mig 21 pau q dá em chico da em francisco…e pelo q sei os a4 possuem sidewinders…

Farroupilha

Missão da Marinha: PAAV 2019 (Pantanal Artefatos Arqueológicos Voadores).
A-4 (VF-1) Lembram ou não lembram, aqueles antigos aviões pré-colombianos?
Há um sério risco desses Skyhawk, de coleção da Marinha, ao voar sobre o Mato Grosso, por lugares onde os Incas quem sabe tenham caminhado, de fazerem se revirar (de grande espanto) no túmulo (em algum sarcófago inca de pedra perdido pelas Serras do Roncador) alguma velha múmia de um ex-piloto de aviões incaicos.

Victor Filipe

Eu apoio uma reestruturação completa da MB, desde que: As finanças estejam em ordem, economia crescendo e etc… ou seja com a casa arrumada. defesa é importante obvio, mas não adianta defender um pais destruído internamente

GEN Escobar

Já comentei antes mas reforço, eu gosto dessa aeronave e acho que caberia no bolso da MB termos 24 dessas modernizadas, sendo 12 em São Pedro e 12 em Belém na futura e talvez possível nova base para a 2ª esquadra! Mesmo que seu alcance não seja bom, ela se torna boa para defesa e ataques de baixa e média intensidade, a final de contas não estamos em guerra e não entraremos em uma tão cedo. Parabéns pelo trabalho que a MB está realizando, só falta mostrar o escorpião e modernizar pelo menos 12!

Bardini

Sequer existem 24 dessas aeronaves, quem dera caber no bolso…

rommelqe

Aí vc tocou num ponto muito controverso. Entendo que o emprego dos atuais VF-1M não só é adequado como também deveriam ser modernizadas mais umas seis unidades que estejam disponíveis na MB, se possível, afim de manter um esquadrão de pelo menos dez aeronaves . Veja que nem contaríamos com reposições decorrentes da necessidade de termos algumas aeronaves em periodo de manutenção…
Por outro lado, adquirir novas aeronaves no mercado de usados não creio ser uma opção adequada. Primeiro que certamente teríamos muitas dificuldades de encontrar unidades aproveitáveis; segundo porque creio que o custo seria superior a Gripens super atualizados.

eder barbosa dos reis

Avião de atacar pardal …

Nilson

Cara, eu não gostaria de ser o pardal recebendo uma bomba dessas na minha cabeça. Nem creio que uma coluna motorizada inimiga gostaria de receber uma visita dos A4.

Foxtrot

Ótimo treinamento para manter os pilotos de caça da MB aptos e bem treinados. Acho que faltou aeronaves da FAB para uma maior integração, além de tropas do EB. Quanto as aeronaves, são belos aviões mas já deram o que tinha que dar. Seria interessante o início imediato de estudos de aquisição de novas aeronaves. Aeronaves como J-15, versão naval do LCA Tejas, Rafale, Gripen naval, SU-33 etc. A melhor opção seria uma aeronave que ainda estivesse em desenvolvimento, o que proporcionaria a participação nacional e fomento de empresas nacionais (100 % nacionais). Para uma aeronave para funções como Apóio… Read more »

Leandro Costa

Para mim a coisa é mais simples. Manter os Fuzileiros bem apoiados. E vamos encarar os fatos. Nada de Navio Aeródromo durante um bom tempo. Pelo menos espero que não. Então como a MB utilizaria sua aviação em apoio aos fuzileiros? Eu pensaria de forma pequena. Helicópteros de ataque e, quem sabe não se consiga fazer com que o Super Tucano possa ser desmontado para embarque e rapidamente montado mediante abertura de pista improvisada? Não faço idéia, mas não julgo que seja difícil. Acho que o binômio A-29/Helicóptero de ataque poderia fazer maravilhas para apoiar os fuzileiros. Sem contar que… Read more »

Foxtrot

Caro Leandro Costa. Em partes concordo com você, seria mais viável equipar o CFM com o que há de mais moderno e esquecer essa megalomania do almirantado. Sempre defendi isso, porém como o assunto era a aviação de asas fixas, achei pertinente me manter no assunto. Uma solução imediata seria a compra pela MB de todas as 24 células dos Super Cobras para serem utilizadas no Atlântico e Bahia. Quanto ao A-29 embarcado, certa vez li que a Us Baby não pretende mais embarcar aviões a hélices. Não sei o motivo, porém se eles que já lutaram em quase todas… Read more »

Leandro Costa

Oi Foxtrot, não digo operar com os A-29 embarcados. As adaptações necessárias para isso provavelmente seriam economicamente inviáveis, bem como o fato de que não temos navios com capacidade de operá-los. Digo transportá-los até uma ‘cabeça de praia’ ou algum local próximo de onde o CFN esteja engajado e operar as aeronaves à partir de lá.

A USN continua e deve continuar operando os E-2 ainda durante um bom tempo, bem como os C-2, sendo que os últimos devem ser substituídos pelos Osprey em um futuro não muito distante, tornando os Hawkeye os últimos aparelhos turbo-hélices da USN.

Señor batata

Oi Foxtrot, tudo tranquilo? Falando sobre sua proposta vejo como improvável a MB assumir um programa de aquisições de caças na década de 2020, em especial pela falta de recursos que vai perdurar durante bons tempos, e assumindo um interesse em manter aeronaves de asa fixa, acho q seria muito mais interessante para a marinha assumir a aviação de patrulha. Com aquisições planejadas quem sabe ela não adquire mesmo que a conta-gotas o P8, avião que já tem um número interessante de usuários e que vai dar uma boa flexibilidade para a força.
De todo modo tchau e boa tarde

Foxtrot

Boa tarde Senhor batata ( desculpe meu corretor de textos RS). Mesmo adotando a aviação de patrulha, a mesma precisaria de no mínimo uma esquadrilha (12 aeronaves) de caças potentes para não depender da FAB (ainda mais aqui, que as forças militares não possuem integração alguma), além da defesa eficaz de seus navios. Uma boa opção a curtíssimo prazo (caso ainda haja alguma célula em boas condições) seria a aquisição dos AV8-B ex Us Marine Corps ou Royal Navy, para uso em solo. Quando houver verbas compramos por oportunidade um LHD que abrigue essas aeronaves ou cooperamos e construímos um.… Read more »

Flanker

Se for para substituir os A-4, não precisa ser um caça naval ou navalizado. Não iremos operar Navio-aeródromo nos próximos 20 ou 30 anos. Não tem grana e não terá até lá! Então ,não precisa ser o Gripen-M e nem Rafale e nem Super Hornet…..pode ser qualquer caça de uso exclusivamente terrestre….qualquer um. Mas, pessoalmente, acredito que, já que temos o A-4 e com a modernização, sua manutenção em operação se justifica. Mas, quando chegar a hora de aposentá-los, daqui uns 10/15 anos, a MB deverá ter bem ciente se terá condições reais de operar um NAe novamente. Se sim,… Read more »

Leandro Costa

E se formos aposentar os A-4 em 10/15 anos, em breve já deveríamos estar pensando no substituto, afinal de contas, as coisas demoram à acontecer por aqui.

Nilson

A meu ver o substituto já está pensado, 6 Gripen NG seriam uma baita força de apoio aos fuzileiros e à Esquadra. Com a mesma logística da FAB e incentivando o projeto na Embraer Defesa. Tudo de bom.

teropode

Estes A-4 são belos , os fuzileiros navais poderiam ter sua própria aviação de caça para apoia-los na conquistá de cabeças – de-ponte , no mercado há células semi-novas , parece que o Kuwait vai colocar a venda seus exemplares , carros de garagem voaram pouco , a estrutura ta zero.

JP

Os do Kwait são esses dai, compramos todos os 23 disponiveis

Matheus

Consórcio Águas azuis é o vencedor para construir as cobertas Tamandaré.Acabou de sair lá no defesaaereaenaval.

Matheus

*corvetas

Plinio Jr

Acho que o ideal em termos de armamentos seria utilizar aquilo que a aeronave já está integrada em termos de armamento americano, aproveitando o momento de boas relações com eles: alguns lotes de mísseis AIM-9, AGM-65 Maverick, LGB´s e talvez AGM-84 Harpoon em parceria com os P-3s

Luiz Trindade

Muito bom sabermos que se esta treinando e mantendo a doutrina afiada. Triste dessa história é vermos aviões da Marinha sem NAeL. Mas vamos pra frente que é para frente que se anda, mesmo chateado.

Mayuan556

O país tem tudo pra ser grande mas a mentalidade é emperra tudo. O que raios a MB ainda está fazendo com esse avião gente? Antigo, manutenção cada vez mais cara, leque de armas limitado, performance limitada. Por que cargas dágua a MB não vende de vez esses aviões e capitaliza o dinheiro para outras coisas mais úteis para sua missão? Essa tara por asas fixas já consumiu dinheiro demais do país! Isso pra não falar daquela outra tranqueira que está em processo de modernização…

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