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Marinha do Brasil lança hoje o MANSUP contra o casco da ex-corveta Inhaúma

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Fragata Independência lançando o MANSUP
Fragata Independência no segundo lançamento do MANSUP

O Jane’s noticiou que a Marinha do Brasil está programada para lançar o terceiro e último protótipo do míssil antinavio MANSUP (Míssil Antinavio Nacional de Superfície) da fragata Independencia (F44) em 18 de junho, segundo uma fonte da indústria local.

O míssil será lançado de um dos dois sistemas de lançamento de mísseis gêmeos MBDA Systems ITL-10, com o contêiner fornecido pela Avibras Indústria Aeroespacial, como parte dos testes da arma, disse a fonte.

A Marinha só confirmaria o lançamento do MANSUP e o teste seria realizado entre os dias 16 e 19 de junho.

O MANSUP será lançado contra o casco da ex-corveta Inhaúma (V30).

O MANSUP é um míssil antinavio do tipo superfície-superfície, ou seja, para lançamento a partir de navios. É do tipo “sea skimming” de voo rente ao mar (em velocidade transônica), sendo propulsado por motor-foguete com propelente sólido, e segundo a empresa terá alcance máximo de aproximadamente 70km.

MANSUP – Míssil Antinavio Nacional de Superfície
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Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

PROSUB + MANSUP, muito bom ver ambos os projetos indo em frente e dando resultados

marcus
marcus
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Pensei que esse míssil já seria supersônico ou hipersonico.
Já está defasado.

Minuteman
Minuteman
1 ano atrás

Grande notícia!

Ronaldo Rangel Pires
Ronaldo Rangel Pires
Reply to  Minuteman
1 ano atrás

Muito bom . A bandeira verde e amarela no míssel pegou bem demais. Sucesso no disparo.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Minuteman
1 ano atrás

Parafraseando o atual presidente:

Grande dia

Ferreras
Ferreras
1 ano atrás

Uma dúvida aos que possuem mais anos de experiência no assunto. É comum não exibir o vídeo do míssil acertando o alvo (sei que esse ainda não foi lançado) ou essa característica é mais da nossa Marinha?

Castelani
Castelani
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

É costumeiro de nossa Marinha

Ferreras
Ferreras
Reply to  Castelani
1 ano atrás

Sim a nossa tem esse costume e as demais?

Marcos
Marcos
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

Nos outros dois testes o míssil não foi projetado para acertar alvos. Então não faz sentido mostrar o míssil caindo no mar após o combustível acabar.

Já nesse teste eu acho que a Marinha vai liberar o vídeo do impacto.

Marcos
Marcos
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

A marinha sempre exibe, so procurar no yt por missilex, tem varios videos

Ernane
Ernane
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

Bastante coerente sua observação; às vezes vejo muita ingenuidade nos nossos militares e suas acões; não é comum em outras armadas de outros países, exibirem suas tecnologiaa e avanços.

Chevalier
Chevalier
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

A Marinha mostra. Quem não mostra é o EB com o Astros.

JCuritiba
Reply to  Chevalier
1 ano atrás

Isso mesmo! O dia que o EB divulgar os foguetes do sistema Astros caindo na área alvo teremos um dilúvio!!!!

Renato
Renato
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

Depende: se acertar o alvo ela mostra tudo, se errar mostra apenas o lançamento

Elden
Elden
1 ano atrás

Pergunta: Seria possivel o Mansup ser lançado apartir do Astros 2020 como defesa de costa?

Gabriel Maciel
Gabriel Maciel
Reply to  Elden
1 ano atrás

Sim, a unica questão aí seria um radar de guiagem além do horizonte pra fazer a guiagem do míssil, no Brasil temos o OTH 0100 da IACIT, agora eu não sei se ele tem capacidade pra fazer isso.

Yamamoto
Yamamoto
Reply to  Gabriel Maciel
1 ano atrás

O MANSUP não necessita de radar para guiar, tendo em vista que possui um próprio active homing radar, sendo um míssil do tipo fire and forget. Basta ser fornecido uma TI (target indication) para ele, com a marcação e distância do alvo, esta TI pode ser obtida através de aeronave fazendo OTH-T, outros navios por datalink e etc.

Mauro
Mauro
Reply to  Elden
1 ano atrás

O Astros AV-MTC já tem sua versão naval, além de alcance muito maior, a porretada também é mais seca. Um incauto navio agressor já estaria tomando uns beijos quentes dessa coisa a pelos uns 300 km do nosso litoral. Afundaria sem ter noção do que o atingiu.

Hélio
Hélio
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Se não me engano, a versão naval do MTC é lançada de navios e não acerta alvos em movimento.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Olá Mauro. Será que existe um algum video de um AV-MTC acertando um alvo em terra ou no mar? Deu uma olhada rápida e só encontrei videos dos disparos.

Mauro
Mauro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Acho difícil encontrar, nem mesmo o Astro convencional que é bem antigo tem vídeos assim, para dizer a verdade, só vi um vídeo do Astros atingindo o solo, é o Astros da Indonésia, disparando foguetes de exercício, quando atingem o solo soltam uma fumígeno branco. Acho que a Avibras se poupa de filmar seus efeitos, ainda mais com foguetes de sub munições. (O efeito é devastador) As duas versões – três com a aero lançável – do MTC estão em desenvolvimento ainda. Tenho a impressão que a Avibras pode unir o Mansup e o MAR-1 ao MTC, as cabeças de… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Olá Mauro. Provavelmente a Avibras deve ter alguns vídeos para mostrar para os clientes.

Mauro
Mauro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Ora, cliente com certeza que sim. Cliente tem todas as informações do produto, informações reais das capacidades, e antes de comprarem, querem as provas de capacidade relatadas pelo fabricante. Antes de lançar um foguete real no alvo, o Astros lança uma espécie de foguete exploratório que explode ainda no ar, no meio do caminho, com os dados coletados a partir deste primeiro foguete, são feitas as correções de tiro, pois esses dados servem para indicar onde o foguete cairia se concluísse a trajetória, feitas as correções, as munições reais são lançadas com precisão, essa munição também explode no ar, para… Read more »

Nando
Reply to  Mauro
1 ano atrás

A Avibras tá peleando para conseguir acertar a versão básica do Av MTC minha opiao deveria ter uma carga explosiva maior mas TD bem funcionando bem é oq importa.A versão naval é coisa pro futuro e não será utilizada para destruir navios certo será usada por navios para atingir alvos no território inimigo. Míssil anti navio é o mansusp ou alguma evolução deste.

Carlos
Carlos
Reply to  Elden
1 ano atrás

Aí Como Eu Sofro ,,,,,,kkkkkk

Marcos
Marcos
Reply to  Elden
1 ano atrás

Astros, mil e uma utilidades. A Avibras precisa integrar uma cafeteira elétrica no bichão.

TeoB
TeoB
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Acredito que o teste de hoje seja feito a partir do Atlântico, o disparo será feito de uma bateria completa do astros 2020 estacionada no convoo, depois disso será vez de um F-35 que a Marinha pegou emprestado disparar outro míssil e pousar ao lado do lançador astros… as fotos vão ficar muito legais…

Camargoer
Camargoer
Reply to  TeoB
1 ano atrás

Caro TeoB. Se você respondeu à pergunta com sinceridade, então você está errado, o que não tem problema nenhum porque todos aqui no blog têm a oportunidade de aprender com quem é mais experiente. Por outro lado, se você sabia a resposta certa mas preferiu ironizar uma pergunta honesta, você também está errado, mas o problema é bem grave.

TeoB
TeoB
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Minha intenção não foi desrespeitar o colega que teve a pergunta devidamente respondida pelo colega Mauro, mas teci o comentário na resposta do colega Marcos sim de forma irônica uma vez que o sistema astros é sempre lembrado nessas ocasiões, se ofendi algum colega, especialmente vc Elden peço desculpas, não foi a mina intenção.
Agradeço de verdade o feedback Camargoer.

Camargoer
Camargoer
Reply to  TeoB
1 ano atrás

Caro TeB. Eu que o parabenizo pela postura. Eu que agradeço pelo exemplo. Valeu TEO. Um abraço com sincera admiração.

MMerlin
MMerlin
Reply to  TeoB
1 ano atrás

TeoB.
Olha que a questão “astros 2020 estacionada no convoo” como uma forma de defesa para o Atlântico já foi discutida por aqui…

TeoB
TeoB
Reply to  MMerlin
1 ano atrás

O sistema Astros 2020 é um sistema de a trilharia, não foi feito para isso, para uma versão de defesa, como vc cita imagino defesa anti-aérea, teria que ser introduzido e integrados misseis e não os foguetes, (que são utilizados como principal munição nesse sistema) esses misseis precisam de algum tipo de guiamento, seja radio guiados, radar, infra vermelho e tal…o sistema também precisaria necessariamente de um radar para obtenção dos alvos, no caso do Atlântico o mesmo possui o radar Artisan, que poderia ser utilizado no sistema, nas isso exigiria uma integração de sistemas, no final das contas seria… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  TeoB
1 ano atrás

Mestre TeoB,

Em algum momento, como navio anfíbio, o Astros irá embarcado para desembarcar aposto assalto

Então, a diferença é se queremos que ele viaje encaixotado no porão ou se seria saudável prosseguir no convés para pronto emprego e após desembarque, descer o elevador e com os fuzileiros

Prefiro a 2a opção, principalmente que são sistemas autonomos

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 ano atrás

Em tempo:

Se a munição é inteligente, não existe empecilho técnico

Se gps, bastam as coordenadas

Se laser basta o designador sobre o alvo

Se radar, basta a direção e acenava de busca fará o resto dentro da NEZ especificada

Mesmo foguetes de baixo calibre com kits Talon, podem ser utilizados misturados a uma hipotética taxa de dispersão de foguetes burros para saturação

A tecnologia chuta o traseiro das doutrinas, empurrando para cenários inúmeros e diversos

MMerlin
MMerlin
Reply to  Carvalho2008
1 ano atrás

Essa foi a ideia discutida Carvalho.
Também tinha sido analisada a questão de proteção aérea.
Mas, ao fim, resta saber o nível de sensibilidade da questão apontada pelo Teo referente a “estabilização de tiro”.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  MMerlin
1 ano atrás

Estabilização é um requisito imprescindível para munição burra

Mas não imprescindível para munição inteligente pois é de sua própria natureza a correção de curso, autônoma ou não

Gilmar
Gilmar
Reply to  TeoB
1 ano atrás

TeoB.
Sê bêsta minino.
Se esqueceu de mencionar nossos dois porta-aviões que estarão na area dando cobertura…
Brincadeiras à parte, esse é mais um marco importantíssimo para nossa industria de defesa.
Parabens

Trathanius
Trathanius
Reply to  Elden
1 ano atrás

O ufanismo tupiniquim criou um mito tão forte que em 2019 o povo ainda viaja nas ideias como se o ASTROS fosse uma coisa do outro mundo. Menos, bem menos, o ASTROS é pouca coisa além de BM-13 Katyusha WWII. Se levar em consideração o combustível com baixa emissão de fumaça dos não é nem equivalente.

Marcos
Marcos
Reply to  Trathanius
1 ano atrás

Trathanius,

Você acaba de entrar na competição de comentário mais idiota do ano. Parabéns e boa sorte, visto que este ano a competição tem bons participantes.

Trathanius
Trathanius
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Parabéns otário! Você foi o primeiro a morder a isca.

Madmax
Madmax
Reply to  Trathanius
1 ano atrás

Forçou a amizade.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Trathanius
1 ano atrás

Comparações entre o Osório e Gripen e Astros com Katyusha…
É importante manter o respeito aos projetos e engenheiros.
E sua comparação foi para lá de ofensiva.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Trathanius
1 ano atrás

Confie em mim

Artilharia de saturação será a vencedora na evolução tecnológica

Mísseis complexos são sensacionais mas para cada missil cria-se uma defesa antimíssil

Ridículos foguetes de 70mm podem agora ser usados de forma inteligente como mísseis e saturar as defesas

Logo logo, alguém estende o conceito para ogivas múltiplas mesmo para um Astros da vida….

Miniaturização está levando muita quebra de conceitos

wwolf22
wwolf22
1 ano atrás

Como que um site estrangeiro consegue ter esses “furos” antes da mídia brasileira???
sera que a MB nao prestigia os “blogs” nacionais ou a janes utiliza de seus meios para obter a info??

João Moro
João Moro
Reply to  wwolf22
1 ano atrás

A Marinha não prestigia. Ela quer manter segredo, e com razão.

Flavio Cardia
Flavio Cardia
Reply to  wwolf22
1 ano atrás

A Janes tem “informantes” em todos os paises!

Jonas Silberstein
Jonas Silberstein
Reply to  Flavio Cardia
1 ano atrás

A Janes tem toda uma história relevante a contar. Foi fundada em 1898. Lá é jornalismo sério, não tem achismo, não tem notícia fraudulenta sendo contada pra ser desmentida publicamente depois. Assim fica mais fácil ter colaboradores sérios em todo lugar. Além do que, essa notícia não é exatamente um segredo. Se conseguirem hoje o que os franceses conseguiram na década de 80, vai ser um retumbante sucesso. Vamos torcer. Porém se houver outro fracasso e a porcaria cair no mar depois de voar 500 metros, vai ficar mais difícil de editar que da vez passada. Agora tem um alvo… Read more »

Wilson Junior
Wilson Junior
Reply to  Jonas Silberstein
1 ano atrás

“Outro fracasso”?? Acho que estou mal informado. Poderia comentar mais sobre este teste malfadado.

RENAN
RENAN
Reply to  wwolf22
1 ano atrás

Se um simples jornal tem acesso a informação secreta imagina os governos “Amigos” que nos observa

wwolf22
wwolf22
Reply to  RENAN
1 ano atrás

sera que países “desenvolvidos” conseguem ter acesso a todos os dados do teste através de seus satélites??
as nossas FFAAs fazem uma varredura nos equipamentos que são adquiridos no estrangeiro afim de achar “bugs”??
lembro da historia do boeing presidencial da China o qual acharam centenas de “escutas” e outros equipamentos de espionagem americana…

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  wwolf22
1 ano atrás

Interesse em fuçar a reportagem e peso da publicação que e muito superior aos nacionais. Mesmo esquema da globo.

Luís Henrique
Luís Henrique
1 ano atrás

Ótima notícia.
Espero que a MB divulgue o vídeo completo mostrando o impacto. E espero que tenha impacto. Rss.

João Moro
João Moro
Reply to  Luís Henrique
1 ano atrás

O impacto terá mas acho muito difícil que o míssil tenha carga explosiva.

Jef2019
Jef2019
1 ano atrás

Pessoal, alguem saberia me dizer se este míssil poderia aer adaptado tb para defesa da costa? Em complemento aos AF1? 70km é uma boa margem de defesa…sei que as faas usam o sistema astros em treinamentos na costa brasileira. Litoral de SP por exemplo. Mas seja com o AVTM-300 ou nesmo em salva de tiros, o astros é eficiente contra alvos estáticos e não móveis. Mas um lancador móvel atuando na costa mar a dentro 70km seria um bom agente de dissuasão…e ajudaria a minimizar o vácuo da baixa quantidade de meios navais atualmente

Nilson
Nilson
Reply to  Jef2019
1 ano atrás

Todos afirmam que sim, desde que haja o investimento necessário o Astros poderá lançar o Mansup, recriando as baterias costeiras. Poderá também ser criada uma versão naval do Matador. Tudo é questão de investimento, com certeza a Avibrás deve ser ávida para receber tais demandas. O problema é saber se alguma força (Marinha ou Exército) vai incluir essa questão dentre suas prioridades e alocar recursos, nada disso fica barato. Mas seria mesmo reconfortante saber que teríamos baterias costeiras integradas aos radares dos helis da Marinha, por exemplo.

Jef2019
Jef2019
Reply to  Nilson
1 ano atrás

Blz. Obrigado pelo esclarecimento

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Boa noticia, que os projetos vinguem e que se tornem um sucesso.

Fica a torcida para que a Inhaúma “jogue duro” nesse ultimo momento.

Felipe
Felipe
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

V30 “Cão Danado, Raça Forte”, saudades de um tempo bom, hoje com seu iminente afundamento só me resta a certeza de que vivi dias felizes embarcado em tão belonave.

João Moro
João Moro
1 ano atrás

Mais um passo das Forças Armadas do Brasil para a independência tecnológica e o reforço de dissuasão.

Marcos R.
Marcos R.
1 ano atrás

Esse lançamento ainda usa o módulo com sensores ou conta com warhead? Seria muito interessante ver os danos que causaria na Inhauma.

Sirinervozus
Sirinervozus
Reply to  Marcos R.
1 ano atrás

Sou dessa opinião para questões de dados e estudos de CAV na parte estrutural dos vasos da MB.

Pelo mórbido interesse de ver o impacto e coisas explodindo não sou muito adepto dessa opinião.

Pra ser ufanista e dizer que o MANSUP é fodástico, acho que o cidadão deve voltar dois passos e pensar no todo tecnológico e operacional que a MB está inserida.

Enes
Enes
Reply to  Marcos R.
1 ano atrás

Marcos R. os danos que um Mansup pode causar na Inhaúma desativada, sem combustível, sem munição seria bem diferente de danos causados pelo mesmo míssil em combate real com um alvo com os paios abarrotados de munição e tanques abarrotados de combustível. Não da para ter parâmetros.

MMerlin
MMerlin
1 ano atrás

Finalmente… Conheceremos hoje o fim da história.
Não é uma crítica pessoal. Sempre acreditei no projeto. Aguardava essa notícia com expectativa.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
1 ano atrás

Muito se cogita se a MB não poderia desenvolver uma versão ar-superfície, ou se a FAB não estaria interessada em uma versão ar-superfície do AV-MTC…
Eu penso o seguinte: O mais difícil nós já conseguimos. Penso que tanto a Avibras e a SIATT e o alto comando das FFAA estão cientes disso e provavelmente, digo com quase certeza, que essas versões já estão sendo pensadas.
Seria óbvio ter a capacidade de lançamento de um AV-MTC300 de um Gripen… eles só não vão abrir a boca agora.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Jadson Cabral
1 ano atrás

Isto não é coisa para Aeroclube. Estes preferem a importação pura e simples. Continuarão a ser cliente e não autossuficientes.
MB e EB seguem firmes desenvolvendo tecnologia e conquistando autossuficiência. Já o aeroclube……..

Ernane
Ernane
1 ano atrás

O caminho é este, criar tecnologias próprias, para não se tornar refém, como a Argentina na guerra das Malvinas!

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Ernane
1 ano atrás

Se todo refém tivesse o apoio que a Argentina teve da França, eu chancelaria todo o investimento em desenvolvimento e só faria compra de prateleira hahahaha

Carlos Campos
Carlos Campos
1 ano atrás

espero ver logo o vídeo, sobre ASTROS SAM, já existe uma parceria com a MBDA de se usar os ASTER

Glauber
Glauber
1 ano atrás

Feliz em ver a indústria nacional chegando aos anos 80. Espero ver versões com alcance compatível com o Exocet Block 3 antes de 2040.

Antonio José de Andrade
Antonio José de Andrade
1 ano atrás

É muito bom ver a nossa armada sempre evoluindo. Ter poder de dissuasão é um grade feito. Brasil precisa liderar e evoluir sempre na corrida tecnológica armamentista, seja no exército, naval ou aérea. Parabens!! E ese o Brasil que importa.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 ano atrás

Bem que poderiam usar vários mísseis desse ou até torpedos no A-12 são Paulo, já que não querem dar um fim apropriado a ele…

Seria um bom e grande alvo.

Ferreras
Ferreras
Reply to  Adriano Madureira
1 ano atrás

O A-12 não pode ser simplesmente afundando dentre outros motivos pelo Amianto que existe nele.

Madmax
Madmax
Reply to  Ferreras
1 ano atrás

Amianto é tóxico para o pulmão, respirar sua fibra, afundar essa porcaria não vai causar problema.

RENAN
RENAN
1 ano atrás

Uma boa notícia, espero ver a compra de 100 unidades deste míssel mansup, 100 mar1, 100 MTC, prestigiando a indústria nacional e forçar a continuidade do desenvolvimento tecnológico, uma vez adquirido o conhecimento ele pode servir de base para novos avanços.

Abraço

Nilson
Nilson
Reply to  RENAN
1 ano atrás

Bem, creio que 100 Mansup são muitos, para apenas 5 escoltas operacionais. iriam iniciar um processo de envelhecimento sem sequer serem embarcados. Talvez no primeiro momento um lote de 20, quem sabe…

RENAN
RENAN
Reply to  Nilson
1 ano atrás

Nilson, Boa noite! Este é o problema repare que precisamos de volume para financiar a iniciativa privada a querer amadurecer o projeto. Portanto sendo muito para 5 escoltas, use para treinar quando começa a envelhecer. Pode se comprar 100 para ser entregue em ritmo de conta gotas em 3 anos por exemplo. Mas com o pagamento em 1 ano, assim motiva a indústria a desenvolver novas tecnologias. Imagino também a possibilidade do BNDES financiar a marinhas do mundo a baixo custo apenas para dar fôlego a indústria nacional. Assim seria um projeto de longo prazo, onde o maior retorno seria… Read more »

Amauri Soares
1 ano atrás

Vamos aguardar a divulgação do vídeo do lançamento e dessa vez espero que apareça o impacto no casco da ex fragata para vermos o tamanho do dano

Carvalho2008
Carvalho2008
1 ano atrás

A MB não deve revelar o vídeo do impacto

Isto poderia revelar a exata extensão de danos e eventuais problemas de projeto do navio, o que apenas ajuda a eventuais adversários no cálculo de missões ou explorar pontos fracos

Juarez
Juarez
Reply to  Carvalho2008
1 ano atrás

A Inhaúma, independente de onde acertar vai afundar ao natural, dado o nível de “tortura” dela.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Carvalho2008
1 ano atrás

Se revelou da ex-Frontin, por que esconder da Inhaúma?

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

Dentre tantas burradas da alta administração das FAA,s, governos nacionais está aí um dos poucos grandes acertos.
Parabéns MB/ Industria de defesa nacional.
Daqui a pouco vai aparecer os internacionalisados dizendo que o míssil é ultrapassado, que deve ter alcance intercontinental, que devemos abandonar e comprar algo importado e blá blá blá e mais um monte de besteiras.

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Alguma noticia sobre? Foi feito o teste?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Queremos ver o video. Explosão e o barco partido em dois, no mínimo. Teste com ogiva sem explosivo não é teste de arma é teste de rojão.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Mísseis dessa categoria não partem navios em dois. Torpedos, explodindo sob a quilha, é que podem fazer isso.

JT8D
JT8D
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

Nunão, o que dizem suas fontes? Atingiu o alvo?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

Olha, tem um teste do RBS-15 nos anos 90 que ja na pancada a canoa enverga, ao final ela afunda partida em dois. Era algo do porte de uma corveta.

rommelqe
rommelqe
1 ano atrás

Os principais parâmetros que pretende-se testar referem-se aos sistemas de controle de voo, navegação, propulsão etc. Não acredito que a carga de explosivos precise ser avaliada, mas sim se o sistema de detonação, entre outros, funcionou ou não. Também o objetivo deste ensaio do MANSUP não é verificar se o casco da Inhaúma resiste ou não; os cascos a serem visados são outros… Agora, utilizar torpedos com vida útil prestes a ser terminada, Penguins e outros armamentos, assim como os seus respectivos vetores de lançamento (por exemplo os helicópteros da MB, fragatas, submarinos, P3 da FAB (harpoons?) etc) aí é… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
1 ano atrás

realmente MB não mostra impacto

Mauricio R.
1 ano atrás

Até que enfim vão endireitar a “tortinha” da corveta Inhaúma!!!!

Tiago
Tiago
1 ano atrás

70 km é uma boa cobertura contra navios? Certa vez ouvi falar que o raio de defesa aerea e naval dos strike groups americanos era de 600km. Isso é verdade?

Nilson
Nilson
Reply to  Tiago
1 ano atrás

70 km contra um strike group não faz nem cócegas; 70 km contra as marinhas sul americanas é um bom alcance. Tudo depende de seu inimigo e de seu teatro de operações. Uma simples faca pode ser a principal arma de um soldado, conforme a situação. Melhor tê-la junto com o rifle fodástico 4D.

Ricardo
Ricardo
Reply to  Tiago
1 ano atrás

Contra um Strike group americano só o SNB, mas um só é pouco, não dá nem pro começo…

Allan Lemos
Allan Lemos
1 ano atrás

Embora esteja anos-luz atrás dos Brahmos da vida,é um importante avanço para a MB e a indústria nacional,mas o caminho é longo até uma arma nacional garantir 100% a nossa soberania.

José Juscelino de Oliveira Neto
1 ano atrás

Lembro de quando era jovem, entre 15 e 16 anos, vi no jornal nacional o projeto de um míssil naval chamado de “barracuda” a ser desenvolvido pela marinha do Brasil. Hoje tenho 50 anos. finalmente ele ficou pronto. Espero que seja batizado com este mesmo nome: “Barracuda”.

Rafael
Rafael
1 ano atrás

Daqui 20 anos a marinha libera o vídeo.

Ricardo
Ricardo
1 ano atrás

Uma pergunta: A maioria das fragatas que já vi levam oito mísseis em duas plataformas de quatro mísseis. Por que os nossos levam apenas metade disto? É uma questão técnica ou economia de recursos?

Nilson
Nilson
Reply to  Ricardo
1 ano atrás

Em algum momento alguém disse que a dotação de tempo de paz é menor do que a máxima do navio, prevista para tempo de guerra. O que não deixa de ser uma boa economia também, ainda mais porque, salvo engano, os mísseis no navio desgastam mais do que no arsenal.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

O divisor de águas está na capacidade de desenvolver e produzir seus próprios equipamentos/armamentos. Isto separa uma marinha de combate de um iate clube. Assim como separam força aéreas de aeroclubes.

Marcus Silva
Marcus Silva
1 ano atrás

Mansup em 19.6.2019 lançado de helicóptero MH-16 a partir bordo NDM Bahia alvo casco ex-corveta Inhaúma.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Marcus Silva
1 ano atrás

Onde vc viu isto?!!!

Nilson
Nilson
Reply to  Marcus Silva
1 ano atrás

Talvez sua fonte tenha se referido ao MAS Penguin. Talvez na mesma operação tenham sido lançados Mansup e Penguin, e havia expectativa de o afundamento ser feito com um torpedo MK-48. Quem tiver mais informações, poste aqui para a gente.

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Se os governos desse país tivessem vergonha na cara e investisse no desenvolvimento da indústria bélica e não ficar contigenciando as verbas o BRASIL seria um grande fabricante e exportador de armas e sistemas.

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Parabéns a MARINHA e as empresas envolvidas no projeto. Tive a grata satisfação de trabalhar na construção da INDEPENCIA (F44) e UNIÃO (F 45). O AMRJ um parque industrial fantástico, hoje entregue as moscas.

Leandrokubiack
Leandrokubiack
1 ano atrás

Alguém sabe como foi o treinamento?

Antunes de 1980
Antunes de 1980
1 ano atrás

Qual a diferença do PROSUB + MANSUP?

Topol
Topol
1 ano atrás

No mínimo errou o alvo ou se perdeu

luis
luis
1 ano atrás

Passados 6 dias e nenhuma noticia do resultado do teste. se fosse um sucesso já teríamos sabido.

pangloss
pangloss
Reply to  luis
1 ano atrás

Fonte interna me disse que foi um fracasso. Nem os tiros de canhão foram efetivos. O único míssil que teve bom resultado foi o Penguin.
MANSUP? Nem saiu do conteiner. Fiasco total.

Thor
Thor
Reply to  pangloss
1 ano atrás

Não sei o resultado do teste, mas apenas um comentário para reflexão…no desenvolvimento do Exocet, somente no sexto lançamento o protótipo saiu pela primeira vez do casulo.
No segundo do MANSUP, o míssil cumpriu todo o perfil e passou ao lado do alvo, que era um pequeno killer tomatoe.
Menos pior se esse não saiu do casulo, porque, neste caso, o mais provável é falha no sistema do navio e não do míssil, lembrando que o teste era em proveito do desenvolvimento do míssil.

Revoltado
Revoltado
Reply to  pangloss
1 ano atrás

Parece que houve falha no lançador e não no míssil.