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Marinha Russa receberá novo míssil antissubmarino

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Infográfico mostra como vai funcionar o novo míssil antissubmarino russo
Infográfico mostra como vai funcionar o novo míssil antissubmarino russo

O jornal russo Izvestia informou que a Marinha da Rússia receberá um novo míssil guiado antissubmarino conhecido como PLUR. A arma possibilitará a navios de guerra a destruição de submarinos a distâncias de dezenas de quilômetros.

O modo de funcionamento do PLUR é bastante simples: um avião de patrulha ou helicóptero encontra um submarino e emite uma designação de alvo em tempo real. Lançado do navio para a área especificada, o míssil guiado é lançado e libera um torpedo que destrói o alvo.

A novidade está em alto grau de prontidão, disseram fontes do Alto Comando da Marinha ao Izvestia. O moderno míssil antissubmarino é colocado em um contêiner universal de transporte e lançamento (TPK) de lançamento vertical. Existem dois módulos – o de lançamento e o de controle de combate, assim como a fonte de energia e vários sistemas auxiliares.

Na cabeça do míssil há um pequeno torpedo. Uma vez alcançando a área determinada, o torpedo é separado do míssil e, em seguida, encontra e atinge o submarino de forma independente.

Mísseis antissubmarino são a arma mais perigosa para submarinos, segundo o ex-chefe do Estado-Maior da Marinha, almirante Valentin Selivanov.

“Modernos mísseis antissubmarinos têm duas vantagens principais – longo alcance e alta eficiência”, disse ele ao Izvestia. A garantia de destruição de um submarino inimigo por este tipo de arma excede 90%. Apenas o mau funcionamento técnico da munição ou o erro da tripulação do navio que determinou incorretamente a área onde o inimigo está localizado pode salvar o submarino da morte iminente. Mas naqueles exercícios de treinamento que eu participei, nossos marinheiros não permitiram tais negligências.”

As bombas de profundidade não são precisas. Torpedos antissubmarino têm aproximadamente a mesma taxa de eficácia de acertar um alvo que o PLUR, mas eles têm um raio de ação muito menor, observou o especialista.

O novo míssil antissubmarino deverá equipar fragatas como a Fragata Almirante Gorshkov

Ao desenvolver um novo míssil, os últimos avanços tecnológicos foram utilizados. O layout do container permite equipar linhas costeiras, bases navais, navios de guerra e navios de várias classes, plataformas ferroviárias e rodoviárias com PLURs. A preparação do contêiner TPK para o lançamento leva uma questão de segundos, já que o contato com o submarino geralmente dura minutos, e o sistema em si é bastante simples de usar.

Mas ainda assim, os navios devem se tornar o principal portador do PLUR. O míssil guiado pode ser integrado em sistemas de controle automatizados (ACS) de navios de combate e até em formações navais mistas. Isso permite que você use aviões e helicópteros como batedores que localizam submarinos e atribuem a designação de alvos aos navios equipados com o novo armamento.

O conceito de mísseis antissubmarino surgiu no final da década de 1950, em conexão com o rápido desenvolvimento da frota de submarinos. A velocidade dos submarinos não apenas se igualou, mas até começou a exceder a dos navios de superfície. Isso dificultou o engajamento do alvo atacado.

Por essa razão, comandantes navais queriam obter armas que pudessem alcançar quase instantaneamente o submarino em um raio de vários quilômetros do navio. O primeiro armamento do tipo foi o RUR-5 ASROC (Anti-Submarine ROCket) desenvolvido pelos americanos em 1961. O alcance era limitado pelo raio do sonar da época e não excedia dez quilômetros.

Mais ou menos na mesma época, a marinha russa recebeu sistemas antissubmarino semelhantes. Em meados da década de 1980, a eficácia de tais sistemas havia aumentado acentuadamente. Nos últimos anos da existência da URSS, o complexo de mísseis e torpedos de Vodopad foi instalado em navios e submarinos, o que poderia confiantemente atingir os submarinos a uma distância visivelmente maior. Ao mesmo tempo, o papel dos aviões e helicópteros, que podiam procurar por submarinos e direcionar navios para eles, aumentou seriamente.

O primeiro ASROC americano era acondicionado e lançado de plataforma conteirável Mk.16 da foto acima. O ASROC atual emprega lançadores verticais VLS Mk.41, como visto no esquema abaixo abaixo

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Sargento Pincel
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Sargento Pincel

Russos sempre engenhosos.. Torpedo dentro de um míssil.
Qual o míssil similar do ocidente?

MBP77
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MBP77

Sargento, dê uma olhada na legenda da última foto.
Sds.

Sargento Pincel
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Sargento Pincel

Vdd… vi depois, mas nao tinha como editar nem apagar o comentario…rs…

pangloss
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pangloss

As fragatas anti-submarino da classe Niterói tinham o lançador de míssil Ikara na popa. Isso não atenderia ao mesmo conceito do ASROC?

Dalton
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Dalton

Atendeu sim, mas, enquanto o “ASROc” foi atualizado, inclusive para ser acondicionado em silos verticais e utilizado por várias marinhas o “Ikara” não foi atualizado, tornou-se caro de manter e sendo utilizado por menos marinhas, acelerou seu abandono.

Bosco
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Bosco

A deficiência do Ikara é que não era um míssil de pronto uso. Ele tinha que ser montado antes do lançamento. Se não fosse lançado tinha que ser desmontado e novamente acondicionado.

Bosco
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Bosco

Vale lembrar de outros mísseis equivalentes, o Malafon (francês) e o Milas (italiano).

Evgeniy (RF).
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Evgeniy (RF).

Oh, Izvestia, atingiu outro fundo por sua incompetência.
O PLUR é apenas um míssil guiado anti-submarino, não o nome de um complexo específico. No mesmo navio está o mesmo módulo UKSK, com o complexo Caliber-NK. Com um padrão PLUR 91RE1 e 91RTE2.

ScudB
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ScudB

Amigo Evgeniy!
As fragatas 22350 (ex:Almirante Gorshkov) não tão equipados com Medvedka-2?? Neste caso deveria levar MPT-1U no 87R. Ou mudaram?
Mas de qq modo Izvestia é um lixo.Tristeza..

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Em 22350, não há nenhum complexo Medvedka-2. Este é um erro que vem circulando na Internet russa há dez anos. Para lidar com submarinos, apenas o “Calibre-NK” e o complexo “Pacote” (com torpedos).

ScudB
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ScudB

Imaginava isso pois não faz muito sentido manter os dois sistemas tendo Kalibr-NK disponível. Ate pelo diâmetro de lançador.

Evgeniy (RF).
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Evgeniy (RF).

Bem, o tradutor traduziu vagamente o seu comentário. Em outras palavras, o complexo Medvedka não foi totalmente completado. E em 22350 ele não foi planejado. É apenas no segmento russo da Internet que alguém lança essas informações sobre o complexo Medvedka e ainda navega na Internet.
Ou seja, de acordo com o PLUR, então em 22350, apenas Caliber-NK.

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

A Rússia esta mostrando suas garras… Quero ver o Tio Sam navegar na Sibéria achando que nada acontece…

Berteli
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Berteli

Eles teriam muita coragem mesmo pra navegar em terra firme

Brunow Basillio
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Com certeza seria um alto Risco para a US Navy “navegar na Sibéria”…

100nick-Elã
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100nick-Elã

Ele usou uma figura de linguagem conhecida como elipse, que consiste em suprimir algum termo da oração, quando se é possível conhecê-lo pelo contexto. A frase que ele quis dizer é: “Quero ver o Tio Sam navegar nas costas da Sibéria achando que nada acontece”. No caso, ele usou duas figuras de linguagem: metonímia (Tio Sam) por Estados Unidos e, como eu já citei, a elipse.

Você o Brunow Basilio me lembraram episódios do Chavez, quando alguém fala algo absolutamente correto e ele diz: “que burro, dá zero para ele”

Esteves
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Esteves

Não esqueça do Saara. Dizem que já foi um mar.

João Souza
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João Souza

O lago Baikal (maior do mundo) fica na Sibéria. Lá daria pra navegar kkk.

A6MZero
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A6MZero

Verdade hehe, apenas um ponto maior em aérea é o Lago Superior na América do Norte, o Baikal é o mais profundo e com maior volume de água mas fica atrás do Superior e do Lago Victoria.

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Tem também o Balaton na Hungria, considerados pelos húngaros “nosso mar”…

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

Não foi justamente lá que o Commander Sean Connery levou o Red October quanto da Mãe Rússia???

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

Quis dizer “desertou”

Bosco
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Bosco

João.,
O personagem de Sean Connery no filme não era um stormtrooper

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Bem… Eu errei admito quando falei Sibéria. Queria falar Alasca… Mas pelo menos valeu para todo mundo rir da M… que escrevi… kkkkkkkkkk

filipe
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filipe

Esse missil aparece no filme Hunt to killer ou Furia no Alto Mar do Richard buttler , naquela parte em que o destroyer fica lançando vários misseis sobre o SSN Virginia…

julio
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Aqueles são foguetes anti submarinos do sistema RBU-6000, q nada tem haver com esse sistema.

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Ele deve estar falando da capsula que lançam no mar se abre, sai um missil e depois cai no mar como torpedo. Foi logo depois do uso dos foguetes

filipe
Visitante
filipe

É isso mesmo, é bem impressionante…

Demetrius
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Demetrius

Русские хороши в том что они делают …

João Moro
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João Moro

traduzindo ….

“Russos são bons no que fazem …”

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

O Kursk discorda mas segue o baile!

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

Vale lembrar o T-34/85

Bispo
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Bispo

https://uploaddeimagens.com.br/imagens/8a5cf330-34eb-4ae0-9e57-478a54fa30a3-jpeg

Kursk e seu “buraco”… no YT tem um documentário contando uma “outra” versão do que realmente aconteceu.

Jacinto
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Jacinto

Parece que houve uma explosão em uma base naval russa em Severodvinsk

BILL27
Visitante
BILL27

Houve varias explosoes em um depoisto de munição nestes ultimos dias

BILL27
Visitante
BILL27
100nick-Elã
Visitante
100nick-Elã

Para acontecer tantos acidentes assim em tão pouco tempo, uma explicação provável é que deve estar havendo muita atividade de testes e experimentação. Preparação para a guerra real.

Jacinto
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Jacinto

Bill
A explosão a que me refiro não é a ocorrida Achinsk. TRata-se de uma nova explosão que atingiu uma base de SLBM.

https://www.navytimes.com/news/your-navy/2019/08/08/russia-2-dead-4-injured-by-rocket-explosion-at-navy-nuke-base/

Brunow Basillio
Visitante

Na realidade a explosão não “atingiu uma base de SLBM” ela aconteceu num campo de testes, quando um motor de combustível líquido que estava sendo testado explodiu.. Segundo o Ministério da Defesa russo “dois especialistas morreram após as explosões em um campo de treinamento na região de Arkhangelsk, mais seis pessoas ficaram feridas. O departamento acrescentou que a explosão ocorreu durante um teste de um sistema de propulsão líquida. Não houve emissões de substâncias nocivas para a atmosfera, o fundo de radiação era normal, assegurou o Ministério da Defesa.Na aldeia de Sopka, na Região de Arkhangelsk, existe o 45º Local… Read more »

ScudB
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ScudB

Explosão do propulsor de míssil balístico durante testes no campo Nyonoksa (https://www.google.com/maps/@64.6345794,39.1725919,4736m/data=!3m1!1e3). Morreram e ficaram gravemente feridos os especialistas da fabrica e alguns militares da campo dos testes.Falam dos dois mortos e 16 feridos no total.
Um grande abraco!

MGNVS
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MGNVS

ScudB
vc é o especialisra em Russia aqui.
traduz o que esta escrito lá na legenda do infografico pra nós!

ScudB
Visitante
ScudB

🙂
Amigo MGNVS!
O nosso colega Evgeniy (RF) ja comentou (e eu concordo plenamente) que esta informação no mínimo(!) esta equivocada! Infográfico deveria falar do sistema Kalibr-NK ou Medvedka-2 pois tem uma imagem da fragata “Almirante Gorshkov” (projeto 22350) e fala que tem complexo “Vodopad” (que era usado nos projetos mais antigos tipo 11540 ,11551 e ate 11442).
E desta forma tudo que esta escrito perde todo o sentido pois os dados estão incorretos.
Um grande abraço!

MGNVS
Visitante
MGNVS

ScudB
Sim… so agora eu li o comentario dele.
Valeu! Obrigado.
Muito bom ter uma avaliacao tecnica dos fatos.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Esta foto é do mesmo Izvestia, a imagem diz como funciona o complexo Vodopad.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

PS:
Que relação o complexo de Vodopd tem com a fragata do projeto 22350, Izvestia, é claro, eles não sabem.

ScudB
Visitante
ScudB

Um complemento.
Morreram 5 (dois corpos não acharam ainda) e foram feridos 15 com boa dose de radiação. Tudo indica que se trata do teste de propulsor do míssil “Burevestnik”.

Bosco
Visitante
Bosco

ScudB,
O que se sabe sobre o Burevestnik? Seria supersônico? Seria stealth? Qual sua massa? Ele foi feito para ser imune à defesas antimísseis (antibalísticos) mas como se espera que ele burle as defesa antiaéreas clássicas?
Valeu?

ScudB
Visitante
ScudB

Amigo Bosco!
Em poucas palavras – ninguém sabe nada certo.Tem varias fotos e alguns videos lançamentos de testes (são mais de 20 no total ate agora) , as imagens de satélites com as datas correspondentes de NOTAM emitidas, analises dos rastros de inversão e etc..
Mas de fato falar algo confiavelmente viável – não tem como por enquanto.
Interessante é a presença no local do navio “Serebryanka” (gari nuclear).Que pode ser mais um indicio claro de testes dos componentes de 9M730 ou Poseidon.
Um grande abraço!
P.S. : tem confirmação que mais dois militares morreram.

Bispo
Visitante
Bispo

Dizem que a explosão tem haver com testes do míssel 3M22 ZIRCON.

ROBERTO CAMPOS FREIRE
Visitante

Teoricamente perfeito. Operacionalmente é outra história. A Rússia esta com extrema dificuldade de manter a sua industria de defesa atualizada e produtiva.

100nick-Elâ
Visitante
100nick-Elâ

A Rússia esta com extrema dificuldade de manter a sua industria de defesa atualizada e produtiva. => kkkkkkkkkkk

Me explica então, por que raios os EUA têm tanto medo dela? ah, já sei: lobby, para conseguir mais verbas para a defesa. Só que esse lobby já deveria ter iniciado uma guerra na Venezula ou no Irã, não acha? já que estão podendo tanto. E por que permitaram que a Rússia pintasse o 7 na Síria? e como explica a guerra da Georgia de 2008?

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

O problema da Russia e na verdade o contrário do que se pinta. Eles modernizaram e estão modernizabdo suas forças armadas e indústria de defesa que e a segunda maior do mundo.
Modernizar, significa reduzir o tamanho, diminuir o número de empregados e por ai vai.
Não há mais sentido ter por exemplo, e empresas fabricando 3 sistemas anti-aereos similares sendo que só 2 vendem bem. Simples assim.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Olha os Russos na frete de novo. Tempos atrás falei da possibilidade de a MB evoluir o projeto do ASROC (cujo suas patentes caducaram). Usar um VLS nacional baseado no SLDM e usar como míssil transportador o MT- 300 naval. Parabéns Rússia, só tenho a invejar mesmo. Se aqui fosse um país que previlegiasse o conhecimento nacional, e adquirisse de forma seria os equipamentos nacionais levaria minhas ideias ao MD. Mas da forma como é hoje, muito provavelmente seria preso ou investiram na minha empresa e depois me obrigaram a vender a empresa para alguma multi estrangeira com todo o… Read more »

sergio ribamar ferreira
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Sr. Foxtrot. louvo muito seu compromisso em se manter uma doutrina que privilegie a indústria de defesa nacional .e aqueles aqui que detém esses conhecimentos. Sou a favor que certos equipamentos deveriam ser estudados e se procurassem uma engenharia reversa para eles. O Sr. bem disse sobre o projeto do ASROC e outros mais. Infelizmente . Nossa indústria foi desmantelada durante décadas por n fatores aqui já expostos: incompetência, ganância, entreguismo, corrupção, e tudo de ruim. Somos atrasados. Por culpa de muitos no país. Projetos descontinuados, terminados no meio do caminho. Culpa de n autoridades que vem apenas o Brasil… Read more »

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Caro Sr Sérgio Ribamar., Obrigado borla cordialidade. Sua atitude da gosto de manter um diálogo saudavel e produtivo com o senhor. Realmente não partilhamos da mesma ótica, pois a meu ver o que falta para nossa indústria de defesa são compras sérias e em números expressivos, para a mesma atender as necessidades nacionais. Conhecimento há de sobra nas indústrias, centros de P&D e universidades nacionais. Replicar algo que já existe e melhorar o produto não não difícil. Basta vontade. Vou lhe dar um exemplo recente da má organização e ma gestão financeira em nossas FAA,s. A MB acaba de adquirir… Read more »

Eduardo
Visitante
Eduardo

Em quando alguém foi preso ou obrigado a vender a empresa para “multi estrangeira”?

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Ainda não.
Mas conhecendo essa administração nacional não duvido muito.
O que nos falta é uma agência nos moldes da DATPA ou DRDO.

JT8D
Visitante
JT8D

O wue nos falta é dinheiro. O que adiantaria uma DARPA sem dinheiro? Seria só mais burocracia e cabide de emprego. O Brasil precisa é desenvolver sua economia, sem isso não tem como financiar uma indústria de defesa

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

O que nos falta é uma boa administração nas FAA,s.
Pois dinheiro há e sempre houve porém é pessimamente administrado.
Gasto em regalias e luxos desnecessários para oficiais de alta patente, equipamentos importados extremamente caros , super salários, folha de pagamento super inflada etc.
Mas concordo que aqui tudo que se cria vira cabide de empregos, vide exemplo do MD.
E na área de defesa, vira cabide de empregos para generais atrasados e que atrasam o desenvolvimento de produtos e serviços devido ao seu atraso doutrinário e desconhecimento do T.O moderno.
Vide exemplo do IA2.
Cordial abraço !

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

90% de chance de destruir o alvo?! Não é um tanto exagerada essa estimativa? Afinal da mesma forma que as armas antissubmarinos as contramedidas de defesas dos submarinos também evoluem e assim que o submarino detectar o torpedo vai acionar as suas defesas o que vai aumentar a chance de sobrevida do submarino!

Carta Branca
Visitante
Carta Branca

Talvez seja exagero mas é preciso considerar que o míssil lança um torpedo de curto alcance praticamente encima do alvo enquanto este é rastreado por um helicóptero cujo dipping sonar também não tem alcance muito grande.

Ou seja, se o helicóptero de fato encontrar algo, vai estar tão perto e fazendo muito barulho, então talvez 90% seja uma estimativa crível. De fato, o maior problema é rastrear o submarino, que certamente saberá do helicóptero, dos navios que o rastreiam e do míssil com bastante antecedência e poderá se antecipar, mas contramedidas em uma curta distância podem não ser efetivas.

João Adaime
Visitante
João Adaime

Ninguém está considerando que o submarino pode lançar seus mísseis anti navio. Ou torpedos. Daria empate.

Rene Reis
Visitante
Rene Reis

acho que se solber que está sendo monitorado jamais entrará em combate, a ordem e evadir imediatamente

Gurgel
Visitante
Gurgel

Realmente, mas acredito que as contramedidas de um navio contra os misseis são mais efetivas que as do submarino. Quanto aos torpedos estes geralmente tem curto alcance, comparativamente, essa é justamente a vantagem dos misseis antissubmarinos.

João Adaime
Visitante
João Adaime

Então, pelo que eu entendi, o Brasil está errado em gastar dinheiro em submarinos. Com estes recursos poderia construir fragatas para patrulhar nossas águas. Mais baratos e mais eficazes.
Seria isso?

Hermes
Visitante
Hermes

E fazer um barulho danado nisso e assinar a sentença de morte…

João Adaime
Visitante
João Adaime

Caro Hermes
Como eu disse: empate. Ele soltaria seus mísseis e/ou torpedos quando soubesse que iria ser explodido.
Abraço

Edu
Visitante
Edu

não era melhor a mesma aeronave que detectou o submarino efetuar o disparo
do que precisar mandar um alerta tipo os p8 e p3 ou outras aeronaves do tipo ou
o próprio helicóptero como os do Brasil

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Não necessariamente quem detectou está apto a disparar, nem sempre tem munição e, como é sabido, mísseis em aeronaves perdem aos poucos sua vida útil, diferentemente de algo acomodado num silo dentro do navio.

Carta Branca
Visitante
Carta Branca

Três vantagens, a primeira é tempo, o míssil pode ser uma solução mais rápida para chegar ao sinal detectado por ser uma solução direta, segunda vantagem é a possibilidade de surpreender o submarino já que o míssil de combustível sólido vai gerar ruído na ascensão e então continuar em direção ao alvo praticamente sem ruído, o que não ocorreria se fosse atacado por uma aeronave, e a terceira vantagem é a capacidade de carga, um navio pode saturar uma área com torpedos, uma aeronave não. Mas tem um porém, essas armas foram desenvolvidas nos anos 60, naquela época um submarino… Read more »

Hermes
Visitante
Hermes

Mesmo o submarino detectando o lançamento ele estará em uma situação difícil, se acelera para fugir fica menos discreto e vai ser atingido pelo segundo ou terceiro torpedo/míssil lançado, se fica quieto e parado estará justamente no raio de ação do 1º torpedo, lembrando que por justamente estar na ponta de um foguete o torpedo vai chegar rapidamente em cima do alvo. A melhor defesa do sub é não ser detectado nunca para não passar por esse aperto.