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Segundo porta-aviões da China pode transportar 12 caças a mais que o Liaoning

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Porta-aviões Liaoning em operações aéreas

O segundo porta-aviões da China pode transportar pelo menos 36 caças J-15 desenvolvidos localmente, cerca de 50% a mais do que o primeiro, informou a emissora estatal do país.

O primeiro porta-aviões da China, o Liaoning, pode transportar 24 jatos de combate J-15, informou a China Central Television (CCTV), observando que o aumento do número de caças novos do navio aumentará sua já considerável capacidade .

Embora o segundo porta-aviões conhecido como Type 001A seja similar ao Liaoning, ele tem um convés de voo otimizado, áreas de armas reduzidas e uma superestrutura menor com áreas de convés adicionais, disse Li Jie, especialista naval em Pequim, ao Global Times, notando que também tem um hangar ampliado, mas reduziu o espaço para armazenamento de mísseis em comparação com o Liaoning.

Essas áreas extras permitem que o novo porta-aviões leve 50% a mais de jatos de caça J-15, disse Li.

Os 24 caças J-15 do Liaoning podem ser um fator limitante, já que um combate regional pode exigir cerca de 40 aeronaves para assegurar a supremacia aérea, de acordo com Li.

Os 36 jatos de combate no Type 001A expandiriam enormemente sua capacidade de combate, disse ele.

Além dos 36 jatos de combate J-15, o Type 001A pode transportar outros tipos de aeronaves, incluindo helicópteros.

Os EUA operam porta-aviões muito maiores, incluindo a classe Nimitz, que pode transportar cerca de 60 aeronaves, enquanto a mais nova classe Ford do país pode transportar cerca de 75.

O porta-aviões Liaoning e seu grupo aéreo

Hu Wenming, presidente da China Shipbuilding Industry Corporation e chefe do programa de porta-aviões da China, disse que “a China agora tem uma equipe madura de desenvolvimento e construção, e a idade média dos membros da equipe é de apenas 36 anos”, informou a CCTV.

“Qualquer que seja o tipo de porta-aviões que nosso país queira desenvolver no futuro, nós podemos fazer sozinhos”, disse Hu, observando que a equipe pode construir qualquer outro tipo de navio de guerra, dada sua experiência atual.

Levou apenas 26 meses para construir e lançar o Type 001A, que é o primeiro porta-aviões desenvolvido internamente na China, quase metade do tempo para um porta-aviões estrangeiro de tipo semelhante para terminar a construção, informou a CCTV.

O Type 001A foi lançado em abril de 2017 e realizou seis testes no mar desde maio de 2018.

Está realizando seu sétimo teste no mar, depois de partir em 1º de agosto. Não há sinais de que o navio tenha retornado ao seu cais no momento desta reportagem.

Li disse que a mais recente e longa prova marítima pode estar preparando o navio para a entrega final à Marinha Chinesa.

Type 001A, segundo porta-aviões chinês e o primeiro totalmente construído na China

FONTE: Global Times

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leonidas
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leonidas

Acho que o texto esta com algum equivoco na capacidade de transporte dos Naes Norte Americanos. Tanto os Nimitz quanto os Ford podem transportar facilmente (salvo grasso engano meu) pelo menos 80 aeronaves…

Obs: Brincadeira ver os caras construir um porta aviões neste curto espaço de tempo, enquanto por aqui se gastaram anos e anos para construir uma simples Corveta…

filipe
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filipe

A capacidade maxima dos NAEs Americanos é de 110 Aeronaves , 70 a 80 é o normal no dia a dia, mas em caso de guerra são 110.

Dalton
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Dalton

Esse número exagerado foi calculado tendo como base aeronaves menores, mas, realisticamente falando um NAe opera com aeronaves de diferentes tamanhos. . Muito raramente cerca de 90 aeronaves foram embarcadas e isso causava tal congestionamento que quando no teatro de operações algumas aeronaves passavam a operar a partir de terra, reembarcando na jornada de volta. . Em 1977 o USS América esteve no Rio e aeronaves da marinha brasileira embarcaram nele e para proporcionar mais espaço alguns F-14 permaneceram na Base Aérea de Santa Cruz. . Mas, mesmo que fosse possível embarcar 100 ou mais aeronaves em tempo de guerra,… Read more »

Taso
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Mesmo 80-90 já é uma capacidade enorme, só 1 PA desses deve ter mais poder de fogo que temos em terra. Tomara que saia mesmo 2 lote de Gripen.

Entusiasta Militar
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Entusiasta Militar

Em tempo a de guerra se pode construir aeronaves rapidamente e i exemplo está na própria 2 guerra como a indústria americana trabalhou como gigante

Dalton
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Dalton

Aeronaves da época da II Guerra eram simples, baratas, quase que descartáveis, muito diferente de um “Super Hornet” ou o ainda mais caro F-35C que é a versão para NAes.
.
Outro exemplo de como as coisas mudaram é que no fim da década de 1950 ainda existiam três estaleiros capazes de construir grandes NAes como os da classe “Forrestal” e “Kitty Hawk”, mas já na década de 1960 apenas um estaleiro restou com tal capacidade que após construir o “John Kennedy”, o último NAe convencional passou a construir apenas NAes de propulsão nuclear.

Dalton
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Dalton

Isso mesmo Leonidas, cerca de 80 aeronaves podem ser embarcadas, mas, “apenas” pouco mais de 60 são embarcadas por conta de um número menor de aeronaves existentes, mesmo assim uma maior precisão conseguida com um número menor. . Uma “ala aérea” seja para um “Nimitz” ou um “Ford” é de cerca de 75 aeronaves a saber: – 4 esquadrões de caça e ataque – 44 aeronaves;. – 1 esquadrão de guerra eletrônica – 5 aeronaves;. – 1 esquadrão de alarme antecipado – 5 aeronaves; – 1 esquadrão de helicópteros MH 60R – 11 aeronaves; – 1 esquadrão de helicópteros MH… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Acho que no texto ele se referia apenas aos caças e não ao total de aeronavee tanto do PA deles como do PA americano.

Dalton
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Dalton

O texto ficou um pouco confuso pois cita cerca de 60 aeronaves para um “Nimitz” e 75 para um “Ford”, mas, não apenas não há diferença significativa de tamanho entre ambas as classes, como todas as alas aéreas são do mesmo tamanho e tem a mesma composição. . Se dos 11 MH-60R sabe-se que normalmente 4 permanecem a bordo do NAe e dos 8 MH-60S quando muito 4 são embarcados, então esses 8 helicópteros somados às 56 aeronaves de asa fixa dá um total de 64 aeronaves ou 62 já que ainda há esquadrões com 4 E-2Cs ao invés de… Read more »

filipe
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filipe

A MB poderia fabricar um NAE semelhante ao A12 São Paulo alterando apenas a propulsão para CODLAG ou IEEP igual ao do Qween Elizabeth, poderia ter a mesma dimensão do CDG da França, 261.5 metros de cumprimento e 64 metros de largura , um deslocamento de 42500 toneladas, agora ver um antigo aluno nosso (China) se gabando assim que o seu novo NAE vai ter mais de 50% de aviões do que o NAE copiado é brincadeira, os nossos Almirantes já deveriam começar a copiar o Sao Paulo, metro a metro, compartimento a compartimento, parafuso a parafuso, copiar tudo, e… Read more »

100nick-Elã
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100nick-Elã

Brasil competindo com a India? está maluco? a India já está anos-luz na nossa frente. Mais fácil a gente competir com Argentina, Venezuela, Chile, etc

Leandro Costa
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Leandro Costa

Discordo. Pode parecer que é só ligar pecinha, mas construir um NAe, ainda mais quando simplesmente não temos escoltas, aeronaves, estaleiro ou orçamento para isso, não é fácil.

Para se ter, precisa ter motivo para isso, e acho até que temos, Mas ‘ter’ precisa significar conseguir operar. Sem isso, também não há motivo para ter.

Wanderson
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Wanderson

A índia já superou a gente… O q temos de ter são menos pilantras no poder…alguem q olhe para o povo e n uns ladrões safados.

Marcos
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Marcos

Boa tarde
Com atual almirantado não tem feito,
Já perdemos a oportunidade, é mais fácil, Bolsonaro
encomendar dos chineses 2 ou 3 e pagar alongo prazo, e olha que eles aceitam a encomenda ou uma encomenda de porta helicóptero japoneses e embarcar f 35/B no mínimo 48 unidades.

filipe
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filipe

O Caminho para o Brasil é a Engenharia Reversa, Engenharia Reversa em tudo… Assim vamos alcançar o sucesso.

MBP77
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MBP77

Filipe, eu concordo com a linha de raciocínio.
Porém, há dois óbices claros por nossas bandas:
Dinheiro e interesse.
Sem eles, não rola.
Sds.

Antonio R. Carneiro
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Antonio R. Carneiro

Nós temos a terceira instituição bancária criada no mundo ( banco do Brasil) e também já fomos a terceira potência naval do planeta, sem contar os navios de guerra. Também até a alguns meses passados nós tínhamos a terceira maior fabricante de aviões de passageiros do planeta (com até cento e cinquenta assentos), ou seja, a nossa única indústria de alta tecnologia respeitada e atuante em quase todas as partes do mundo, na qual os governos brasileiros, em especial, os governos militares, investiram bilhões de dólares do nosso suado imposto, para torná-la de fato produtiva e lucrativa e assim foi.… Read more »

Dalton
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Dalton

Antonio…
.
como já discutido aqui no passado, sabemos que há uma nota aqui outra lá sobre a marinha brasileira ter sido a terceira do mundo, mas, nunca encontrei nada consistente seja em livros ou mesmo na internet o que me faz acreditar que é apenas propaganda monarquista.
.
Depois das marinhas do Reino Unido e França, outras se revezaram na disputa do terceiro lugar, como as marinhas russa, holandesa, americana, etc, e a partir da década de 1880 a marinha da Alemanha e as que eventualmente estavam em terceiro lugar estavam anos luz atrás das duas primeiras.

Robson
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Robson

O que nós tivemos foi a 2° maior indústria naval do mundo, que foi aos poucos sucateada dos anos 80 em diante. Hj nossos estaleiros compram suprimentos da China, Turquia, Tailândia para a construção e ou reforma de navios. Porquê isso? Porquê com o excesso de burocracia, e normas impeditivas, fabricar aqui estes equipamentos sairiam muito mais caros, e a nossa indústria que pariu no século passado não tem condições de atender, mas com um pouco de vontade e persistência poderemos retornar a patamares muito superiores ao atual.

leonidas
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leonidas

Realmente, eu também nunca achei nada “credível” que amparasse esta afirmação de termos sido em algum momento ´(neste período) a 3º força naval…

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Dalton, muita propaganda pró marinha circulava durante a modernização da imprensa nacional lá nos inícios de nossa Belle Époque. Os nossos escritores inspiravam-se na França e, uma vez que lá eles exaltavam seus meios navais como prestígio nacional, aqui vez ou outra tentaram fazer o mesmo. Jamais fomos a terceira mais poderosa marinha do mundo e isso é fato, mas existem alguns eventos interessantes sobre nossa marinha, como a incorporação do encouraçado Riachuelo, que na época gerou repercussão nos EUA, levando mesmo a uma fala até que bem difundida por aqui: “if all this old navy of ours were drawn… Read more »

Dalton
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Dalton

Exato Fernando…houve ocasiões em que os EUA deixaram suas forças militares muito aquém do mínimo necessário, dando mais importância à marinha mercante por exemplo. . Eles não tiveram nem muita pressa em concretizar o equivalente do HMS Dreadnought, o USS South Carolina, ambos iniciados praticamente ao mesmo tempo e em alguns aspectos até melhor que o navio britânico. . Acho que algumas pessoas entendem o fato da marinha brasileira ter possuído um navio que esteve entre os melhores do mundo como licença para avançar no ranking naval, como por exemplo, quando a marinha recebeu os encouraçados de 1910, “Minas Gerais”… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

A Boeing falida? Décadas de desenvolvimento? Céus…

Marcos Charqueadas
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Marcos Charqueadas

Concordo com você, todos as potências fazem isto, vamos fazer o mesmo, na calada da noite e alterando e melhorando alguns aspectos, e vendendo mais barato, mas e preciso trocar generais, almirantado e brigadeiros , na maioria das vezes eles atrapalham com sua falta de visão.
E as vezes não precisa nem de dinheiro, só voltade.

Tutu
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Todos os problemas do J-15 já foram resolvidos?

Atirador 33
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Atirador 33

Eu não sou “anti isso” ou “pro aquilo”, mas construir um meio dessa complexidade em 24 meses, me faz desconfiar muito da capacidade e da qualidade. Uma pena os chineses não adotarem a cultura ocidental de informação, na qual as nações publicam os problemas com seus meios. Mas ainda que desconfie da qualidade, não tem como não admirar esses sinos.

Abs

Dalton
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Dalton

O texto fala em 26 meses até o lançamento ao mar, batimento da quilha em novembro de 2013 ,mas, após o lançamento a construção continuou e ele foi completado em abril de 2018 para então começar uma série de testes e retorno ao estaleiro para ajustes e ainda não foi entregue a marinha chinesa
então não há nada de muito rápido embora seja uma conquista que os
chineses devam se orgulhar.

Oiseau de Proie
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Oiseau de Proie

“Na luta pelo progresso, só vale o sucesso.”

Santos Dumont

Gustavo
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Gustavo

quando se leva em consideração que eles aprenderam “ontem” a fazer navios de grande porte, é de cair o queixo o ritmo e o desenvolvimento. O projeto do Terceiro porta-aviões é surpreendente.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

A diferença é que a Marinha Americana vem combatendo de verdade nos ultimos 15 anos,

Heli
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Heli

A US Navy não combate desde a Guerra do Golfo em 1991, se é que podemos chamar aquilo de combate pois o Iraque, por razoes obvias de quase nao ter litoral, tinha uma marinha insignificante.
Contudo, nesse conflito os esquadrões de F14 e F18 da US Navy enfrentaram uma força aérea capaz mas com pouca chances devido a superioridade tecnológica da coalizão.
Já no Afeganistão e na segunda Guerra do Golfo já não existia força aérea opositora. Então, dizer que os USA vem combatendo de verdade é meio relativo.

Bosco
Visitante
Bosco

Helli,
Se as forças americanas não combatem a chinesa então está em animação suspensa.

100nick-Elã
Visitante
100nick-Elã

A China tem experiência em bater nos EUA, já que ambas as nações guerrearam diretamente na Guerra da Coreia, em 1950. A partir desse momento, os chineses começaram a chamar os EUA de tigre de papel. E os EUA, nervosinhas por estarem perdendo, apelaram, ameaçando a China com guerra nuclear. Oh, dó.

Flanker
Visitante
Flanker

Qual o sentido da expressão “nervozinhas”, no seu comentário?

Oracy freitas
Visitante

No Brasil o que temos no sentido de porta aviões foram comprados , imaginem a roubalheira que seria se a construção fosse no Brasil. Nossos políticos adoram essas megas construções .
Estaríamos de joelhos em caso de uma guerra de grandes proporções, fato infelizmente. Tomará que viemos a conseguir participar da Otan pelo menos nós teríamos a quem recorrer em caso de uma guerra.

Jonathan Pôrto
Visitante
Jonathan Pôrto

Nem Lula nem Silma apesar de 13,5 anos do alinhamento ideológico com a China comunista não encomendaram em Estaleiro Chinês ou no Brasil nenhum porta-aviões !!

Manuel
Visitante
Manuel

Acho um barato como tem especialista aqui. A MB. Assim como as outras FA. só serve para sustentar militares, um navio aeródromo é uma inutilidade mas os almirantes querem para sustentar seus egos, e um monte de iludidos acham q vamos entrar em alguma guerra, ou q devemos intimidar nossos vizinhos, eu defendo uma desidratação da FA, torna-las mais profissionais, com menos equipamento e pessoal mas com qualidade, a qual não temos nem em pessoas nem em material.

Roberto Luiz
Visitante
Roberto Luiz

Brasil não tem nem escolta e o pessoal sonhando com Aeródromo.

Kemen
Visitante
Kemen

Um outro detalhe pouco comentado em relação aos P.A.´s não se refere à quantidade de aviões possiveis de transportar, pois não se pode ter todos voando ao mesmo tempo. Geralmente um pequeno número esta recebendo pequenas manutenções, abastecimento ou sendo armados. O mais importante é a velocidade de disponibilização e lançamento em caso de interceptações e combates aéreos. Os CATOBAR propiciam um tempo muito mais rápido de lançamento que os STOVL. Entretanto nos próprios CATOBAR a pressão, o tempo de recarga das catapultas é muito importante. As catapultas eletromagnéticas que estão em desenvolvimento tem tipo seus tempos estudados para atingirem… Read more »

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Como “Leonidas” escreveu apesar de estar distante dos 70 ou até 110 aeronaves como “filipe”, fazer um porta aviões num curto espaço de tempo é incrível. Isso demonstra a vontade política da China ser uma potência predominante nos mares do pacífico e não mais coadjuvante. Enquanto isso temos no Brasil uma política brigando entre si sobre ideologias políticas do século XX e vemos uma eternidade para entregar novas embarcações para Marinha de Guerra do Brasil. Triste isso viu…

Roberto Bozzo
Visitante
Roberto Bozzo

Eu fico pensando, apenas por curiosidade mesmo (a tal informação inútil)… quantos Gripens poderiam ser embarcados neste NAe ??

Dalton
Visitante
Dalton

Um eventual “Sea Gripen” ou “Gripen M” seria uns 7 metros mais curto que um J-15, porém, não sendo capaz de dobrar as asas acabaria ocupando um espaço lateral cerca de um metro a mais que à aeronave chinesa, mesmo assim analisando apenas o tamanho é lógico supor que alguns poucos
“Gripen” a mais poderiam ser embarcados.
.
Resta saber se 36 J-15 será a capacidade máxima ou o ideal será um pouco menos para se ter mais combustível para reabastecimento e não haver muita interferência nas operações de voo com o convés de voo e hangar congestionados inclusive pela adição de helicópteros.