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Amazul e Nuclep assinam contrato para construção de reator nuclear naval

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Projeto do LABGENE visto em 3D

A Nuclep – Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. foi contratada pela Amazul – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. para confeccionar parte do protótipo do reator nuclear que está sendo desenvolvido pela Marinha do Brasil. O protótipo é um modelo do reator que vai equipar o futuro submarino com propulsão nuclear (SN-BR).

O contrato, assinado em Itaguaí (RJ) nesta sexta-feira (11/10), prevê a fabricação, montagem e fornecimento do vaso (cilindro) e estruturas internas de contenção e a fabricação do tanque de blindagem primária do chamado Labgene – Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica, concebido como um protótipo, em terra e em escala real, dos sistemas de propulsão que serão instalados no SN-BR.

Parte essencial do Programa Nuclear da Marinha, o Labgene tem como função permitir a simulação, em condições ótimas de segurança, da operação do reator e dos diversos sistemas eletrônicos a ele integrados, antes de sua instalação no submarino com propulsão nuclear.

Na solenidade de assinatura do contrato, o diretor-presidente da Amazul, Antonio Carlos Soares Guerreiro, salientou o início de uma nova fase para a empresa. “A partir de agora, a Amazul assume a gestão dos contratos em prol da construção do protótipo da planta de propulsão nuclear naval e, futuramente, da seção de propulsão nuclear do submarino Álvaro Alberto, com mão de obra própria, em estreita colaboração com a Marinha, e com parceiros industriais, tais como a Nuclep.”

Detalhe do projeto do reator e seus componentes no bloco 40 do Labgene
Detalhe da parte interna do reator PWR brasileiro
Maquete do reator nuclear brasileiro PWR
Maquete do reator nuclear naval brasileiro do tipo PWR
Reator Nuclear Naval da MB

Guerreiro destacou também o surgimento de uma parceria estratégica e com potencial sinérgico entre as duas estatais. “Por um lado, a Amazul dedicada a projetos de engenharia, em várias áreas do conhecimento, e, do outro, a Nuclep com uma enorme capacidade industrial”, observou.

O reator nuclear que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), no município de Iperó, poderá ser empregado tanto para a propulsão naval quanto para a geração de energia para iluminar cidades. “O Labgene trará um arraste tecnológico com capacidade de beneficiar vários setores, pois a mesma planta poderá ser empregada na geração de energia elétrica para localidades isoladas, em Reatores Modulares Pequenos (Small Modular Reactors – SMR), e na dessalinização de água”, disse Guerreiro.

O presidente da Nuclep, C.Alte Carlos Henrique Silva Seixas, agradeceu a confiança depositada na empresa. “Temos imenso orgulho de assinarmos com a Amazul o contrato para a construção da Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha. A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da NUCLEP como indústria de base nacional e para que alçássemos voos altos, que nos permitissem adquirir a expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário do nosso país. Consolidar mais essa parceria significa muito para nós”, finalizou.

LABGENE e seus equipamentos
LABGENE e seus equipamentos (clique na imagem para ampliar)
Visão em corte simplificada do SN-BR. Observar a semelhança com o Scorpene S-BR
Visão em corte simplificada do SN-BR, futuro submarino brasileiro com propulsão nuclear

FONTE: Marinha do Brasil

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vicente de paulo
vicente de paulo
11 meses atrás

excelente! brasil acima de tudo…….

Camargoer
Reply to  vicente de paulo
11 meses atrás

Deutschland Uber allles.

Wellington Rossi Kramer
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

California Uber allles.

Camargoer
Reply to  Wellington Rossi Kramer
11 meses atrás

Iperó Uber allles

Guacamole
Guacamole
Reply to  Wellington Rossi Kramer
11 meses atrás

Pelos thumbs up e down, 7 pessoas curtem o Dead Kennedys.
7 não fazem nem ideia de quem sejam.

Camargoer
Reply to  Guacamole
11 meses atrás

Olá Guacamole. Tem gente que não sabe onde fica Iperó… “eles não surfam nada”.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Nossa kkkkk Camargoer! Replicantes… excelente banda, Surfista Calhorda!

CM

Camargoer
Reply to  Claudio Moreno
11 meses atrás

Olá Claudio. A trilogia também é “Punk”.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
11 meses atrás

Esse reator já não estava quase pronto, entrando já em fase de testes ainda no ano passado? É dsso que me lembro de ter lido por aqui.
Sei não, mas me parece que o progresso da marinha é tão lendo que as noticias parecem repetidas.

Sequim
Sequim
Reply to  Jadson Cabral
11 meses atrás

Jadson, a notícia do ano passado dava conta de um reator para uso civil, para a produção de radioisotopos para uso medicinal. Este agora é o protótipo para uso militar, o que irá impulsionaram o submarino nuclear brasileiro.

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Jadson Cabral
11 meses atrás

O que foi inalgurado ano passado é uma “maquete em tamanho real” e com peças reais para testar o funcionamento da propulsão do submarino. Mas por enquanto ele está sendo alimentado por uma fonte externa de energia. Posteriormente esse reator ai de cima vai encaixar na “maquete”, completando definitivamente a fase de testes. Depois disso tudo vão ser construídas novas versões para encaixar no sub, já considerando eventuais necessidades de melhorias diante do funcionamento da “maquete em tamanho real”. No ano passado em nenhum momento foi dito por ninguém que aquilo era o reator. Se você interpretou isso é porque… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Marcelo Zhanshi
11 meses atrás

A rigor, um submarino com ‘propulsão’ nuclear é à vapor…

Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Olá Alex. Bem observado. Alguns navios e submarinos nucleares tem uma turbina a vapor que move o eixo de propulsão. O SN10 terá uma propulsão “elétrica”. O eixo estará ligado á um motor elétrico. Fazendo um paralelo com o Diesel-Elétrico, o SN10 seria um Nuclear-Elétrico.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Camargoer, Será elétrico no sentido de que um motor elétrico fará girar eixo do hélice. Mas a eletricidade virá de turbogeradores. E esses turbogeradores são compostos de turbinas a vapor acopladas a geradores elétricos. E o vapor que faz girar essas turbinas é de um circuito aberto de vapor / condensadores cujo calor é fornecido, por trocadores de calor, por outro circuito, este fechado, de vapor gerado pelo reator nuclear. Então, em resumo, o futuro Álvaro Alberto terá turbinas a vapor, mas estas, ao invés de girar eixos que, acoplados a engrenagens de redução, girariam o eixo do hélice, no… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Turbo elétrico, propulsão dos velhos porta aviões classe Lexington (Saratoga e Lexington, cruzadores convertidos)…
O reator substitui as caldeiras, as pastilhas de urânio enriquecido, o óleo.

Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Olá Nunão. Então a gente pode dizer que ele vai ter uma propulsão a Nuclear-Vapor-Vapor-Elétrica… NVVE.

Conan
Conan
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Na verdade o reator não gera vapor e sim água extremamente quente que circula sobre grande pressão a ponto de impedir que se torne vapor. Vapor mesmo só aparece a partir do circuito secundário, todos os PWR funcionam assim, os gigantescos reatores Westinghouse e KWU de Angra dos Reis também.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Conan
11 meses atrás

Isso, Conan.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Conan
11 meses atrás

O amigo sumério tem razão: o vapor aparece por arte da magia de Toth Amon no loop secundário, uma barbaridade!
Brincadeiras à parte, existe reator integrado aos geradores de vapor num mesmo vaso de pressão, o que dispensa as longas tubulações e torna o conjunto mais compacto e seguro.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Não é sumério é cimério. Vou dar a velha desculpa: foi o corretor…

Mario Favaratti
Mario Favaratti
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Isso mesmo. Esse pessoal não sabe nada em geração de energia elétrica. Leiam sobre Faraday, acho que ajude.

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Sim, eu sei meu amigo. E eu estava sendo irônico. Eu quis dizer que se a MB falhar em fazer uma máquina a vapor complexa (um sub nuclear) certamente não terá a confiança de ninguém nem para fazer uma “barquinho a vapor”.

O efeito irônico da ideia só existe justamente porque ambos são a vapor, porém um é mais complexo que o outro.

Camargoer
Reply to  Marcelo Zhanshi
11 meses atrás

Olá Marcelo. Eu entendi sua ironia. Achei bem engraçada. Também fiz uma brincadeira chamado o submarino de “nuclear-elétrico” ao invés de “diesel-elétrico”. Talvez fosse ainda mais apropriado falar em “urânio-elétrico”. Também é bem divertido imaginar um submarino a vapor com uma caldeira queimando carvão durante navegando no Sec.XIX… aliás, eu não lembro como Julio Verne

Camargoer
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

digo.. como Julio Verne descreveu a propulsão do Nautilus em 20 mil léguas submarinas.

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Camargoer, a minha resposta foi em referência ao comentário do Alex, logo abaixo meu primeiro post, que chamou atenção para o fato de que subs nucleares também são um tipo de propulsão a vapor.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Camargoer,
Não lembro exatamente, mas era uma propulsão elétrica, lembrando que na época em que o livro foi escrito a eletricidade era uma grande novidade. A eletricidade eu acho que era produzida por algum mineral, um tanto misterioso, uma espécie de “hulha” que não era exatamente carvão.
Mas estou escrevendo de memória. O livro está na estante, numa prateleira meio alta, não vou pegar pra tirar a dúvida e correr o risco de uma avalanche de livros na cabeça.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

É chato dizer, mas ‘propulsão’ nuclear é só um tipo de AIP (‘caldeiras’ nucleares produzem calor sem que haja uma queima…). Isso tira muito do fetiche verbal da coisa…

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Marcelo Zhanshi
11 meses atrás

Marcelo, pra mim seria complexo se conseguissem associar um reator nuclear que produzisse energia elétrica diretamente por termopares ou termoiônica. Isso, sim, seria complexo e relativamente inédito. Enrico Fermi fez o primeiro reator nuclear em 1933, se não me falha a memória, e Rickower demorou uns poucos anos pra ‘desenvolver’, junto com Westinghouse, General Eléctric e outras, o reator do Nautilus lá nos 50 do XX. Mas, tudo bem, se fosse fácil, eu mesmo tinha feito…

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Existem diferenças de complexidade óbvias entre um reator que vai ficar parado em uma usina nuclear e um reator que vai ser submetido à manobras bruscas há 300 metros de profundidade no oceano.

Infelizmente não se acha no Google a tecnologia que isso exige, fazendo com que a MB tenha que inventá-la do zero.

Se você não entende essa diferença me desculpe, mas não tem como sequer discutir esse assunto com o colega.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Marcelo Zhanshi
11 meses atrás

É, né, sabichão?

Marcelo
Marcelo
Reply to  Jadson Cabral
11 meses atrás

Esse troço aí já está quase pronto a mais de 20 anos! O progresso não é lento, é quase parando!

Halley
Halley
11 meses atrás

Brasil, o país das cerimônias para eventos incompletos e mostra de maquetes….o eterno país do futuro.

Camargoer
Reply to  Halley
11 meses atrás

Olá Halley. Há um manual chamado PMBOK sobre gestão de projetos que explica a importâncias dos eventos de abertura, de metas e de conclusão de um projeto. Vale a pena consultar.

Fernando Garcia
Fernando Garcia
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Sem contar com as premissas e restrições inerentes a qualquer projeto dessa complexitude.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Fernando Garcia
11 meses atrás

Complexitude – característica do que é uma completude complexa ou uma zorra dos infernos. 😀

Diogo de Araujo
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Alex aproveita e corrige sua crase em “à vapor”. Vapor é uma palavra masculina e não ocorre crase antes de palavras masculinas… Lembro q sempre defendia a “parceria” com os EUA, e aí, de vento e popa?

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Diogo de Araujo
11 meses atrás

Obrigado, Diogo.

André Bueno
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Um guia do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos :(guia PMBOK) /[Project Management Institute]. –
Newtown Square : PMI, 2004

Diogo de Araujo
Reply to  Halley
11 meses atrás

falou tudo, começam um monte de coisa e nunca terminam nada

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Diogo de Araujo
11 meses atrás

É mesmo, naõ terminaram o S-40 Riachuelo, não terminaram o KC-390, não vão terminar o Humaitá, o F-39 , então, nem se fala!! Eita povinho viralata!!

Parabellum
Parabellum
11 meses atrás

Realmente o que faltava era a decisão política (e a alocação de recursos) para conseguirmos decolar os projetos finalísticos. Se as últimas eleições tivessem tido outro resultado, jamais concluiríamos este projeto.

Camargoer
Reply to  Parabellum
11 meses atrás

Caro parabellum. Qualquer que seja a sua opção ideológica, as eleições de 2018 até agora afetaram quase nada no programa nuclear da MB. Esse programa tem 40 anos. O país teve 9 presidentes, e. 8 eleições diretas para presidente nesse período. O desenvolvimento do programa dependeu mais dos comandantes que a MB teve e da autoridade do presidente sobre o ministro da economia/fazenda que do resultado eleitoral. Uma compreensão equivocada dos fatos leva a conclusões incorretas.

Renan
Renan
Reply to  Parabellum
11 meses atrás

Parabellum Este é um projeto de estado não de governo. A exemplo disso o projeto saiu do papel com a assinatura de contrato de transferência de tecnologia durante um governo esquerdista, que alocou volumosos recursos nos anos iniciais. Portanto alegar que a eleição mudaria o rumo do projeto acho leviano. Agora dependendo do presidente pode atrasar o projeto por questão ideológica ou financeira do país. Mas encerrar eu duvido. Este submarino nuclear está em um ponto muito avançado para desistir no momento. Creio que falta a capacidade de convencer o setor político e financeiro para alocar mais dinheiro no desenvolvimento… Read more »

Camargoer
Reply to  Renan
11 meses atrás

Olá Renan. Já comentei aqui algumas vezes que um programa como o ProSub ou do SNB (KC390, F39, Guarani…) tem um ciclo de 50 anos, da concepção, contratação, construção, operação e conclusão. Ciclos políticos duram 5 a 10 anos. Ciclos econômicos 10 a 20 anos. O presente é uma fotografia antiga para um planejador (eu ia dizer estrategista).

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Professor,

Os programas citados (Gordo, Guarani, Gripen, PROSUB) não foram feitos para 50 anos. Nem pensados em 50 anos.

Aconteceu por motivos outros. Por interrupções provocadas. Não planejadas.

Não se planeja programa com ou de 60/70 anos como o PROSUB e o reator do PROSUB.

O país é esquisito.

Camargoer
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Olá Esteves. Um programa de aquisição de submarinos precisa de uns 5 anos para a avaliar, licitar e contratar….daí são mais 5 anos para o projeto, subcontratos, cortes e soldagem montagem… Daí mais 1 ano de teste. Se forem dois submarinos, então mais um ou dois anos para entregar o segundo.se forem quatro ou cinco submarinos seriam outros 4 ou 6 anos…depois de 15 anos, o primeiro da série passa por modernização… Para que a frota inteira seja modernizada, uns 10 anos….mais 10 anos até quo primeiro da série receba um upgrade ou seja descomisdionado.. mais uns 10 ou 15… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Professor,

Quando as fases do projeto terminam, o programa acaba.

O Programa do KC390 acabou. Virou produto. Está na prateleira. Vendemos 4 + 1 para os sócios portugueses. Procuramos por outros compradores.

O Gripen está longe de acabar. Nem começamos a pagar. Ainda transferimos seções. Como o PROSUB.

O programa do reator e do submarino foi projeto lá atrás. Quando o reator estiver operacional, montado no submarino e incorporado à MB, acabou. Vitória.

Manutenções acontecem no produto.

Se algum aluno trás um programa para ser executado em 50 anos ou mais…melhor começar a pensar nos filhos e netos.

Hélio
Hélio
Reply to  Parabellum
11 meses atrás

Os militares dizem o contrário, inclusive, dizendo que esse é o pior governo da história para as forças armadas.

Saulo Soares dos Santos
Saulo Soares dos Santos
Reply to  Hélio
11 meses atrás

Que ironia hein.Maior ironia foi ouvir de um militar que participa deste projeto que no ano de 2008, em pleno governo Lula,que programa ganhou maior impulso.

C. César
C. César
Reply to  Hélio
11 meses atrás

Poste as fontes oficiais aí.

colombelli
colombelli
Reply to  Parabellum
11 meses atrás

sim tens razão, não seria concluido porque a corrupção iria se infiltrar e iria faltar dinheiro bem mais do que agora pra tudo. O destino era a queda livre do estado.

Renato
Renato
Reply to  Parabellum
11 meses atrás

PROSUB é projeto de ESTADO e não de governo.
Como tem gente que enxerga o que não existe.

Renan
Renan
11 meses atrás

Impressionante como falta pouco para tornar realidade, caberia ao presidente pressionar o ministério da economia e os deputados para destinar 5 Bilhões de dólares para o projeto ano que vem teríamos em 3 ou 4 anos o início da fabricação do Submarino realmente.
Falta dinheiro pois tecnicamente o projeto já está maduro depois de tantas décadas amadurecendo.

Espero que receba recursos significativos ano que vem

Camargoer
Reply to  Renan
11 meses atrás

Caro Renan. US$ 5 bilhões e praticamente tudo o que o MinDef investe por ano, incluindo os SBR, KC399, F39, Guarani, LMV, mansup, astros 2020, helicópteros, compras de oportunidade e modernização de equipamento. O correto é manter o orçamento planejado. Se o MinDef colocar todo esse dinheiro no SNB ano que vem, não há nem estrutura nem pessoal para usar esse dinheiro. Vai sobrar US$ 4 bilhões no fim do ano.

Renan
Renan
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

O intuito é não faltar dinheiro isso o que eu quiz dizer, mas uma vez o dinheiro em caixa garantiria 4 anos de desenvolvimento tranquilamente
Concordo plenamente com o que você falou.
Mas acredito de mediato seria utilizado 1 bilhão para saldar dividas 1 bilhão em infra estrutura e provavelmente 500 milhões em desenvolvimento

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

A USNavy gasta anualmente pra construir botes três vezes o investimento anual do MinDefBr… Então, tem jeito de melhorar? Tem sim: até 2040 a USNavy vai praticamente dobrar seus gastos com aquisições. Do MinDefBr, nem sei se ainda vai existir em 2040…

Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Olá Alex. Fiquei imaginando alguma mente excepcional propor a extinção do MinDef, integrando-o ao Min do Meio Ambiente, Itamaraty e Justiça?

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Salve, Camargoer. Tá ligado que cabeça de político é que nem cabeça de juiz e bolsa de mulher – ninguém sabe o que pode sair dali de dentro. De minha parte, acho mais previsível a bolsa de Mary Poppins do que as supracitadas cabeças.

Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

supercalifragilisticexpialidocious

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Renan
11 meses atrás

No caso do ministro da fazendo ele não veria problema nenhum. Ele dirá, senhor presidente, 5 bilões de dolares são 20 bilhões de reais. Temos portanto duas soluções para o senhor decidir e defender junto ao povo.
1-almento deimpostos
2- deslocar verbas das outras pastas.
Tem que justificar para o poco o porquê desse custo com o submarino nuclear, para eles entenderem o motivo de seu sacrificio.

Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
11 meses atrás

Caro Cristiano. Acho que a maioria dos ministros da fazenda/economia faria isso. Alguns mais petulantes bateriam na mesa e diriam “Impossível. Se manter essa história de submarino ou pego o avião e vou embora. Não preciso disso aqui não. viu?”.

Renan
Renan
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
11 meses atrás

Eu pegaria da reserva do Brasil que é mais de 350 Bilhões de dólares

Camargoer
11 meses atrás

Olá Colegas. Na discussão sobre o Humaitá, foi perguntado se haveria a possibilidade de iniciar a construção do SN10. Antes disso, será necessário homologar esse reator naval. Essa etapa deve levar mais uns 2 anos. Há 50 ou 60 anos atrás, as exigências de segurança para operar um reator eram menores. Outro ponto importante é a decisão da MB de atender as normas da IAEA e da ABACC. Por ser um equipamento militar, a MB até poderia opera-,lo a revelia das agências de controle atômico, mas isso poderia criar problemas desnecessários. O fato do programa ser transparente e monitorado pelas… Read more »

tomcat4.0
tomcat4.0
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Conhecimento é poder, obrigado por compartilhar!!!

Gabriel Oliveira
Gabriel Oliveira
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Excelente pontuação

tomcat4.0
tomcat4.0
11 meses atrás

E vamo que vamo rumo ao SNBR Alvaro Alberto pra abrir a porteira da propulsão nuclear na MB !!!

Valdeci Rogante
11 meses atrás

Trabalhei lá em Iperó esse projeto vai ser ótimo pro Brasil

elcimar marujo
elcimar marujo
11 meses atrás

se não foce pela ganância,hoje com o projeto em andamento.o alte. otton tinha tudo pra ser lembrado também como um grande ícone da energia nuclear do país,como esta sendo o alte. alvaro alberto.

Camargoer
Reply to  elcimar marujo
11 meses atrás

Olá Elcimar. Eu defendo o indulto presidencial ao Alm. Othon. Não faz sentido manter sua condenação nessa altura do processo, na idade do almirante, e na contribuição que ele já deu ao país (aliás, eu defendi que o SN11 tenha o nome do Alm. Othon).

Leonardo
Leonardo
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Discordo.
O país não pode ser leniente com a corrupção.
O Othon deve ser feito exemplo: roubou dinheiro público, vai ser apagado da história e esquecido.
Os Honestos serão lembrados.

Camargoer
Reply to  Leonardo
11 meses atrás

Caro Leonardo. Um indulto ao Alm. Othon está mais relacionado ao reconhecimento de sua contribuição ao país do que leniência. Nessa altura da história, a pena sobre a biografia dele já superou muitas vezes a proporção do crime que o acusaram. E desumano. Não faço um julgamento moral, mas um balanço de ganhos e perdas. A perda imposta ao Alm.Othon a sua vida, carreira, biografia e desproporcional ao valor do crime que o acusam. Vingança não e justiça.

Marcilio lemos de Araujo
Marcilio lemos de Araujo
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Caro Camargoer, agradeço a sua sensatez em suas ponderações, não acredito que o almirante Othon tenha perdido seus princípios, nós sabemos que muitas aquisições são feitas de forma sigilosas e é assim no mundo todo onde trabalham com desenvolvimento de tecnologias sensíveis, estou certo que houve um remanejamento de verbas para PeD, daí dizer que ele cometeu crime, sim cometeu ajudou a tornar a Marinha do Brasil um centro de excelência em tecnologia nuclear, depois do “grupo do tório”.

JOSE DIAS
JOSE DIAS
11 meses atrás

ACHO IMPRESSIONANTE COMO SAO DETALHADOS OS PROJETOS MOSTRADOS SOBRE O SUB NUCLEAR BRASILEIRO, CHEGAMOS AO POTO DE TER UM CROKY DIMENSIONAL DO REATOR, ASSIM COMO DETALHAMENTO EM 3D DE POSICIONAMENTO DOS ELEMENTOS DO REATOR E DO SUBMARINO . ACREDITO QUE A MARINHA DEVERIA TER MAIOR RIGOR NA DIVULGACAO DESTES DESENHOS, ASSIM COMO CONTROLE DE ACESSO DE SEU PESSOAL A DESENHOS E PROCESSOS DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL, INCLUSIVE CONTROLE DE ACESSO DE PESSOAL EM AREAS INTERNAS, ADOTANDO CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PESSOAL , DE QUEM PODE ACESSAR AREAS DE PRODUÇÃO, ESQUEMAS, DISPOSIÇÃO DE EQUIPAMENTOS , ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA , ELETRÔNICA , ACESSO… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  JOSE DIAS
11 meses atrás

Que exagero! Ninguém acha que ‘croqui’ 3D, supostos renderizações técnicas e não meras ilustrações, revele qualquer coisa…

Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Olá Alex. Eu lembro daqueles diagramas de caças na década de 80 com detalhes internos, localização de elementos críticos, etc. Como disse em outro momento, um aluno de exatas mais curioso saberá projetar um reator naval, mas jamais conseguirá construir um reator.

Jose Dias
Jose Dias
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Para uma nação com projetistas adequados os desenhos, crokys , projeções em 3D fazem “MILAGRES” , É SÓ VIVER O DIA A DIA NA AREA DE PROJETOS E VOCE ENTENDERA´!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  JOSE DIAS
11 meses atrás

Lamento te informar amigo, más o projeto de um reator nuclear e de conhecimento amplo, geral e irrestrito. E como um pojeto de motor de carro, igual em todo o mundo é ate bem antigo com quase nenhuma modificação em decadas.
O pulo do gato e o combústivel.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  JOSE DIAS
11 meses atrás

José Dias, em seu próximo comentários, tenha a gentileza de não escrever em maiúsculas. Escreva normalmente, como os demais, por favor.

Jose Dias
Jose Dias
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Ok , Desculpe pelo transtorno. Foi a primeira vez que expuz meu pensar .

Filipe Prestes
Filipe Prestes
11 meses atrás

Uma vez que o protótipo em terra cumpra sua função de subsidiar testes para a versão final, o que será feito desse reator? Terá uso dual para produção de energia ou fármaco-isótopos?

Camargoer
Reply to  Filipe Prestes
11 meses atrás

Olá Filipe. Acho que li em uma entrevista ou em uma matéria aqui no PN que esse reator continuará operando exatamente para continuar sendo testado melhorias antes de serem feitas no submarino, além de acompanhar os efeitos de corrosão e envelhecimento.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Obrigado pelo esclarecimento, Camargoer!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Filipe Prestes
11 meses atrás

No máximo geração de energia, más como ele terá o mesmo tempo se vida útil do retor final, mais ou menos 20 anos ele como todo o complexo vai ser usado para aprimorar a técnologia.

Marcos10
Marcos10
11 meses atrás

Uma estatal contratando outra.

Camargoer
Reply to  Marcos10
11 meses atrás

Caro Marcos. Bem observado. A Nuclep é uma estatal que oferece um serviço de engenharia pesada que nenhuma outra empresa brasileira é capaz de fornecer, até poque o mercado é bem específico. Claro que seria possível contratar a Westinghouse para fornecer o vaso de reator, que provavelmente iria subcontratar a empresa que já fornece os vasos para seus reatores nos EUA. Também seria possível contratar uma empresa coreana ou francesa para fornecer. Contudo, creio que nenhuma delas forneceria um reator naval para a MB. Imagino até que se a Nuclep não existisse, ela teria que ser criada. Já a Amazul… Read more »

Marcos10
Marcos10
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

No Brasil sempre se arranja uma desculpa para criar uma estatal.

Camargoer
Reply to  Marcos10
11 meses atrás

Caro Marcos. Segundo o “Observatório da Estatais” da FGV, o governo federal tinha 154 empresas em 2014. Para comparação, a Hungria (membro da OECD) tinha 370, a ìndia (BRICS) tinha 270 e a China 51 mil. Argentina 59, Colômbia 39, França 51 e Alemanha 71. EUA e UK tinham 16. Coreia do Sul similar à França. Polônia (OECD) cerca de 370. Canadá um pouco menos que França. Portugal (OECD) cerca de 70.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Professor,

Não é a quantidade. É o resultado que as estatais brasileiras apresentam.

Privatizar a telefonia móvel deu um bom dinheiro e encerrou um ciclo de mamatas. Quando um telefone e uma “linha” custavam 5 mil…dólares e eram declaradas no IR.

Ter estatais para competir com o setor privado e para motivar o setor privado a alcançar eficiência e qualidade…é o que a Marinha Americana faz. Com pouco ou muito sucesso…depende do programa.

Camargoer
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Caro Esteves. Eu tenho o hábito de desconfiar das críticas absolutas. A privatização da telefonia brasileira é um bom exemplo de como algumas coisas que parecem óbvias estão inseridas em um contexto complexo. A primeira coisa que eu lembro é a introdução de uma nova tecnologia de telefonia celular. Até em países em guerra no oriente médio montaram um sistema de telefonia celular. A introdução da telefonia celular ocorreria sob um sistema estatal ou privado. Considerando o tamanho do país e sua população, a telefonia móvel era um desafio e uma oportunidade. Naquele momento, foi perdida a chance de criar… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Sim professor, Mas o blog tem donos. Não é espaço para escrever sobre assuntos diferentes da publicação postada. Perde o foco. Afasta comentários preciosos sobre Defesa. Mas, As estatais de telefonia (cada estado tinha a sua) usavam tecnologia analógica. E cobravam caro. Os 5 mil dólares que citei por um Motorola PT550 + linha + habilitação. Digitalizar as plantas não seria possível com os recursos daqui. Não dominávamos as tecnologias digitais (TDMA, CDMA, GSM), não detínhamos patentes nem conhecimento para construir a infraestrutura digital (oferendas ao deus ToT), para oferecer comutação e bilhetagem, para roaming, para entrar no mercado de… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Para a internet… Não se faz transmissão de dados e de imagem com tecnologia analógica. As operadoras de telefonia móvel adotaram o GSM e suas evoluções depois de abandonar o CDMA e o TDMA como e para padrão de digitalização das redes. Todas as redes. Nós não detemos patentes de transmissão digital. Nós pagamos ao deus ToT para usar o WhatsApp. Nós pagamos royalties aos detentores (consórcios europeus para variar) do conhecimento e da propriedade intelectual e industrial para aumentar a cobertura da internet e da telefonia móvel, para expandir, para usar, para falar, para namorar no Facebook. A briga… Read more »

Señor batata
Señor batata
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Camargoer mas a situação da telecomunicações não pode ser em parte atribuída a teoria da captura? O Brasil é um mercado interessante para vários setores, e mesmo assim tem diversos setores dominados por poucas empresas (telecom, bancos…), A questão não pode ser a legislação e os órgãos fiscalizadores?
Tchau e abs.

Esteves
Esteves
Reply to  Señor batata
11 meses atrás

A receita por assinante da Telemar (a maior operadora de telefonia fixa) era 5.

5 reais por assinante.

A receita por assinante da Banda B no NE era negativa.

A questão dos negócios no Brasil passa por quanto tempo os ensaios substituem a realidade até que a verdade dos fatos se estabeleça.

Nós somos pobres.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Esteves tem q colocar a inflamação nesse valor aí. Vale notar que o poder de compra mudou muito ao longo do tempo. Tem uma notícia que eu li algum tempo atrás sobre como o poder de compra atual de 100 reais equivale a 19 reais de quando o real estava em seu início. Com relação a tornar lucrativo determinado negócio no Brasil, vale notar q se dava prejuízo ele poderiam ter aumentado o preço ou se for inviável economicamente simplesmente fechado. Usa os recursos em algo melhor.
Tchau e saudações.

Esteves
Esteves
Reply to  Señor batata
11 meses atrás

Veja, Colocaram bilhões de euros e dólares no negócio de telefonia móvel e fixa no Brasil. Somente no leilão da Banda B (vento) o governo arrecadou 1.650 bilhões de dólares. O total da licença passou de 4 bilhões de dólares. O negócio não deu certo. Ou deu certo para 2 ou 3. Por que? . Pré pago não estava nos planos . As previsões com receitas de contas, aparelhos, interconexão e recargas ficaram muito abaixo de qualquer estudo/orçamento. . As despesas de operação (marketing, pessoal, subsídios, encargos) ficaram muito acima de qualquer estudo/orçamento. . As margens foram corroídas pela distribuição… Read more »

Enes
Enes
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Imagino até que se a Nuclep não existisse, ela seria criada. Camargoer, ela só existe porque foi criada kkkkkkkkkkk.

Camargoer
Reply to  Enes
11 meses atrás

Caro Enes De fato, ficou confuso e até engraçado. Talvez ficasse melhor escrever algo “A Nuclep é a única empresa brasileira capacitada para produzir vasos de reatores nucleares. A fabricação do SN10 estaria inviabilizada sem Nuclep para fabricar os reatores nucleares navais para uso militar”. Que tal? Ficou melhor?

Enes
Enes
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Sem dúvida Camargoer, porem, apenas coloquei um pouco de humor no debate.

Camargoer
Reply to  Enes
11 meses atrás

Ole Enes. Bom humor é sinal de inteligência. Se o PN não existia, a gente precisa cria-lo.

Enes
Enes
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Sim Camargoer, isso é verdade.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Marcos10
11 meses atrás

Acontece sempre pois são empresas diferentes que podem ate ser privatizadas no futuro.

Marcelo
Marcelo
11 meses atrás

O que a China está fazendo agora é resultado de décadas de pesquisa e engenharia reversa, porque eles tinham e tem um objetivo: ser grandes como os Estados Unidos são!
Qual o objetivo do Brasil ? Desejamos ter porta aviões, submarinos nucleares, mas o que estamos fazendo de fato para obtermos isso?
Enquanto a China duplicou a sua força naval nos últimos 10 anos, o Brasil prefere gastar quase R$ 800 bilhões com salários e aposentadoria de funcionalismo público! Cada nação faz as suas escolhas! Depois, não adianta chora o leite derramado!

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo
11 meses atrás

Não é só com “porta-aviões” que a China quer ser “grande como os EUA”
Marcelo, há muito sendo feito por lá em outras áreas também e há muitos desafios pela frente.
.
A China não é uma democracia, é membro permanente do Conselho de Segurança , tem uma economia muito mais robusta que a brasileira então
é complicado fazer comparações.
.
Muito antes do Brasil ter forças armadas robustas será necessário uma melhora substancial na economia e não voos de galinha como até hoje.

Esteves
Esteves
Reply to  Marcelo
11 meses atrás

Criticamos a eficiência do gasto com Defesa e com a despesa pública no Brasil. Comparamos com a China porque comparar com o pior não dá. O gramado verde do vizinho é sempre mais verde mesmo esse vizinho estando do outro lado. Estamos certos em criticar. Mas, A China criou classes de consumo de centena$$$ de milhões. Consegue dar emprego a mais de 1 bilhão de pessoas. Para chegar a um resultado próximo teríamos que reduzir o pagamento dos juros da dívida, cortar benefícios previdenciários e voltar a consumir para reduzir a crise fiscal. De forma consistente. Não é consumo provocado… Read more »

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
11 meses atrás

Galante ou Poggio, alguém pode explicar este texto (press release)? As informações estão “sem pé, nem cabeça”. O vaso do reator do Labgene e todos os demais componentes, estão prontos há décadas. Há fotos deles publicadas há muitos anos. O que falta é terminar de montá-lo.

Provavelmente a notícia se refere ao reator do Alvaro Alberto, que seria o primeiro protótipo empregado num submarino brasileiro. Não no Labgene!

Ao que parece misturam informações sobre o reator do Alvaro Alberto e o protótipo em terra do Labgene.

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
11 meses atrás

Pois é, Leonardo, também ficamos confusos, mas publicamos como está no site da MB na esperança de que apareça alguém para esclarecer.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Fiquei confuso sobre isso também na matéria “Poli-UFRJ discute sobre o setor nuclear no país”.

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Das fotos antigas me lembro de ter visto só o vaso do reator. Nunca vi fotos dos demais componentes. Como a notícia diz “fabricação, montagem e fornecimento….” pode ser que o vaso que já existe entrará na fase de montagem. É o que o eu acho. Nada impede também que o vaso anterior tenha sido descartado por alguma incompatibilidade e seja necessário fazer outro.

Enfim, penso que a notícia é ambígua intencionalmente. Não é bom a comunidade internacional saber exatamente em que fase estamos.

Enes
Enes
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Galante, em estratégia militar, o ideal é a desinformação.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Enes
11 meses atrás

Bom, está claro que alguém interessado em monitorar o programa de aquisição de submarino de propulsão nucleo-eletrica brasileiro não ficará restrito a press releases e postagens em blogs. Espionagem é atividade florescente. A desinformação em mídia de massa é arma contra o cidadão brasileiro, que paga mas não deve saber bem o quê. Tipo, e isso e mera especulaçã: imagina estar pagando um lento e cuidadoso processo de testes de reatores LEU quando está pagando a produção e aquisição de plutonio pra bomba. Lembremos que de cada tonelada de LEU a 7% saem 8kg de plutonio a cada dois anos,… Read more »

LUIS FELIPE LIAMBOS MURA
11 meses atrás

Estou vendo várias imagens consideradas confidenciais nesta reportagem. Como coseguiram isso?

Flanker
Flanker
11 meses atrás

Vendo notícias assim, somadas ao cronograma que preve6o lançamento do Álvaro Alberto para 2029/2030, eu duvido, e muito, que isso aconteça nesse prazo. O projeto SubNuc começou há décadas e sequer temos, até hoje, o protótipo do reator construído. Querer que, em torno de 10 anos, com todo esse histórico, o submarino esteja pronto, é um sonho inalcançável! Se um dia esse submarino existir, será algo para uns 20 anos, no mínimo!

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Flanker
11 meses atrás

Até porquê nesse intervalo de tempo novas tecnologias podem surgir, tornando esse projeto obsoleto…

Luiz Floriano Alves
Reply to  Adriano Luchiari
11 meses atrás

No Brasil é assim, fica a disposição de quem bem entender.m o mais secreto dos projetos, englobando conhecimentos adquiridos a muito custo. Permanecendo a disposição de qualquer leitor, nacional ou estrangeiro. Quando fui inspecionar uma encomendo na B&W/US , me vendaram para passar perto do pavilhão onde se montavam os reatores para submarinos. Só vi um helicóptero gigante levar um reator, ou parte dele para a linha de montagem dos submarinos em uma base próxima.Depois aconteceu uma movimentação de carga e foi interditado parte da planta. Para sair tive que passar dentro do pavilhão secreto. Acho que esqueceram que eu… Read more »

Andre Ric
Andre Ric
11 meses atrás

Como a MB autoriza este blog a divulgar uma planta do reator do labgene com todas dimensões e detalhamento? Onde está a inteligência da marinha?

Thiago Aiani
Reply to  Andre Ric
11 meses atrás

Pois è, eu ja fiz um print da tela para tentar revender esses dados sensíveis no deep web…
Até agora recebi proposta do Mossad, do partido comunista chinês e da NSA . Porém estou aguardando a proposta do Isis, me disseram que era para um projeto filantrópico de dessalinização do mar morto

Matheus
Matheus
Reply to  Andre Ric
11 meses atrás

oh não, os Chineses e Russos vão copiar! Depois a marinha deles vai vir aqui com navios propulsados pelos mesmos retatores que eles copiaram DEPOIS VÃO INVADIR E TOMARAAMAZONIAN SHUAHUASHFUGFUYGAUYFGYSGFUY

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Andre Ric
11 meses atrás

Isso é que dá colocar ipad na mão das crianças. Agora o bebê vem aqui e acha que o blog vazou os esquemas nucelares ultra secretos do reator e que o Brasil vai começar a 4ª Guerra Mundial por isso, com países como Uganda e Burundi lançando seus mísseis de cruzeiro a partir de submarinos nucleares brasileiros clonados por chineses malvados.

Camargoer
Reply to  Marcelo Zhanshi
11 meses atrás

Caro Marcelo. Uma das coisas importantes da trilogia é a possibilidade dos entusiastas menos experientes aprenderem com os vários especialistas que comentam aqui. Ouvimos de muita gente que a população desconhece a importância dos assuntos de defesa, que são realmente complexos. Cabe aos mais experientes acolher os colegas que estão chegando. Senão, um dia, os experientes irão embora e vai ficar tudo abandonado.

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

O amigo tem razão, me desculpe. É que o pavio encurta as vezes com algumas coisas…hahahaha

Camargoer
Reply to  Marcelo Zhanshi
11 meses atrás

Olá Marcelo. às vezes, eu prefiro conversar com os colegas aqui da trilogia do que ir nas festinhas de família. Aqui, a gente discorda, pergunta, aprende e de vez em quanto até fica emburrado. Mas no outro dia, a gente está aqui de novo dando pitaco… por outro lado, duro mesmo á aguentar cunhado fofoqueiro, né? Um abração e bola pra frente, de preferência com bom humor.

Esteves
Esteves
11 meses atrás

Considerar que um programa de 50 anos é natural é a mesma coisa que acreditar que o programa espacial da NASA começou em 1919. Porque chegou na Lua em 1969.

Os especialistas em Pert dirão que essas etapas de interrupções por conta de contigenciamentos estavam previstas no programa.

Os naturalista firmam-se que esse submarino nuclear se chegar a ser montado será incorporado daqui há 15 anos. Após testes.

Programa de 65 anos…mas nem o do Ed Sullivan

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
11 meses atrás

‘Mas nem o do Ed Sullivan.’
😀
😀
😀
Maravilha!

Carlos Campos
Carlos Campos
11 meses atrás

Muito bom, isso no brasil produzindo energia elétrica para cidades seria ótimo, quantos seriam necessários para movimentar um PA de 60K toneladas?

Cavalli
Cavalli
11 meses atrás

Pelo que entendi pelos diversos comentários, as máquinas (equipamentos) já estão em testes desde o ano passado, faltando “apenas” o reator que gerará o vapor para a turbina que alimentará (dará carga) às baterias (células) que alimentará os motores elétricos. Correto?! Então, se o equipamento (conjunto) já está em funcionamento e falta (novamente) “penas” o reator, por quê não partem para a construção do casco do Álvaro Alberto? Assim a fábrica de estruturas não fica sem atividade, pois pelo que li, as estruturas do Tonelero e Angostura já foram entregues para a sub-montagem de componentes. Ou se não, só mais… Read more »

Nilson
Nilson
Reply to  Cavalli
11 meses atrás

É porque existe a hipótese de o reator não funcionar a contento na primeira versão. E aí ficaríamos com um casco construído sem termos a motorização, à la Hermanos. Ora, se existe o protótipo do reator, antes de sua validação ñ podemos passar o carro na frente dos bois.

Nilson
Nilson
Reply to  Nilson
11 meses atrás

Além disso, o projeto executivo do SN-BR ñ pode ser finalizado antes de termos as dimensões e características finais do reator. Imagina depois de pronto o casco ter que fazer um puxadinho para ajeitar um detalhezinho do reator…

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
11 meses atrás

É por conta disso que o casco do Álvaro Alberto é maior. Mais longo.

Vai que não cabe.

Cavalli
Cavalli
Reply to  Nilson
11 meses atrás

Mas me parece confusa a reportagem, pois em matérias anteriores já foi mencionado que o LabGene já estaria funcionando com o protótipo e este, pelo que sabemos, será o “transplantado” no Álvaro alberto. De duas uma; ou o que está em testes já deu pau e não servirá para o propósito, ou estão arrumando outra despesa para o projeto. Falta transparência na informação.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Nilson
11 meses atrás

Nilson, há alguns anos saiu outra informação na Nuclep, sobre este contrato ora assinado. Eu perguntei para uma autoridade que trabalha no programa, se não era muito cedo para encomendar o reator do sub-nuclear. Ele me esclareceu alguns 2 pontos. 1) Não se espera mudanças significativas para o primeiro protótipo a ser usado no sub, em relação protótipo do Labgene. Portanto, não haveria problema em fazer os contratos de construção do reator do sub com tanta antecedência. 2) O ciclo de produção destes componentes pesados do circuito primário do reator é muito longo (vários anos). A parte de conseguir a… Read more »

Marcelo Danton
Marcelo Danton
11 meses atrás

Seria correto raciocinar que termos no minimo, mais 1 Submarino nuclear, já que sempre são construídos 2 motores…o protótipo de teste e o que será instalado??
Nó precisamos de 4 SBN. Caribe-Norte, Nordeste-sudeste e Sul-Sudeste…1 na manutenção.

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo Danton
11 meses atrás

Não é assim que funciona Marcelo. O submarino que “você” pretende enviar para o “Caribe-Norte”, por exemplo, não poderá ficar indefinidamente navegando então haverá ocasiões em que não haverá nenhum por lá. . Uma regra básica embora com certa flexibilidade é que para cada unidade completamente certificada, haverá uma em manutenção de rotina e outra em treinamento, podendo ter tripulantes novatos, mas, haverá períodos em que uma unidade poderá demandar manutenção mais extensa, reabastecimento do reator nuclear no caso de submarinos franceses e futuramente os brasileiros o que ocasionará em dois submarinos em manutenção, rotineira e extensa, um em treinamento… Read more »

Alexandre
Alexandre
11 meses atrás

Será que um dia esse submarino fica pronto ?? quando eu era criança lá nos anos 90 eu ouvia falar que esse submarino ia ficar pronto em 2000 , e até agora nada já estamos caminhado para 2020 ….

Camargoer
Reply to  Alexandre
11 meses atrás

Olá Alexandre. A pergunta faz sentido e sinto a mesma apreensão. Contudo, há uma diferença entre o contexto dos anos 90 e o atual. Hoje, o protótipo do reator naval está quase pronto (é uma etapa crítica), Itaguaí é muito diferente do AMRJ e agora existe a UFEM. Também há o contrato assinado sendo pago com a França (renegociado). Acho que o comando da MB concorda que o SB10 é a prioridade. Portanto, a hoje a continuação do projeto só depende de duas pessoas. Essa pergunta tem que ser feita para eles.

Esteves
Esteves
Reply to  Alexandre
11 meses atrás

Anos 1980.

Nilson
Nilson
11 meses atrás

Resposta a “Cavalli Mas me parece confusa a reportagem, pois em matérias anteriores já foi mencionado que o LabGene já estaria funcionando com o protótipo e este, pelo que sabemos, será o “transplantado” no Álvaro alberto.” Cavalli, nas matérias anteriores e nesta consta que parte do LabGene está funcionando, mas com o vapor sendo fornecido por fonte externa. Não existe ainda reator nuclear no LabGene, tanto que, conforme a matéria, ele vai ser construído a partir de agora pela Nuclep. O LabGene não será transplantado para o Álvaro Alberto – para o submarino será construído outro reator, o protótipo vai… Read more »

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Nilson
11 meses atrás

Nilson, não diga isso. A internet está cheia de fotos do vaso do reator do labgene, do pressurizador, dos geradores de vapor etc… São fotos oficiais da MB!!! Não fale estas coisas antes de pesquisar. Vc só está confundindo quem quer aprender.

Nilson
Nilson
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
11 meses atrás

Leonardo, pesquise e verá que dos turbogeradores para a frente as notícias são de que o Labgene já está funcional. Mas ainda não está com o vaso do reator + combustível nuclear, e aparentemente o próprio vaso e a blindagem vão ser construídos agora pela Nuclep, é exatamente o teor da matéria acima, que retrata uma publicação da Marinha. Realmente ficou uma dúvida no ar, o que foi feito do vaso do reator que foi fotografado anteriormente. Mas tudo indica que ele não está funcionando no LabGene, nunca houve notícia de que tenha entrado em funcionamento.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Nilson
11 meses atrás

O Labgene não está funcionando. O prédio do reator não está pronto, nem foi iniciada a montagem da parte “nuclear” dos sistema. O que foi testado foram os equipamentos de geração de energia (turbinas, turbogeradores, etc usando vapor de uma caldeira (se é que estas informações estão corretas). Isto não quer dizer que a parte do Labgene está funcional!!! Sem a parte nuclear o Labgene não existe! A parte do circuito primário e secundário está produzida há décadas! O que falta é montar!!! Você acha que alguém jogou o vaso do reator no lixo? Há fotos do vaso reator pronto,… Read more »

Cavalli
Cavalli
Reply to  Nilson
11 meses atrás

Nilson não é o que parece, segue o link da Nuclep.

http://nuclep.gov.br/pt-br/energia-nuclear

Nilson
Nilson
11 meses atrás

O verdadeiro projeto do submarino nuclear, em verdade, começou em 2008 com a assinatura do contrato do PROSUB com os franceses, que concordaram em nos passar a tecnologia necessária. Até então o que havia era um projeto para obter combustível nuclear, seguido de um projeto para construir um reator nuclear para submarino, mas sem o submarino. E havia também diversas tentativas da Marinha para tentar aprender a construir submarino nuclear com os alemães, que teriam que ensinar sem nunca ter feito um. Quer dizer, em verdade a Marinha queria aprender a projetar e fazer um submarino convencional e tentar adaptá-lo… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
11 meses atrás

É isso.

O dinheiro está acabando. O fantasma da Barroso ronda. Iremos desaprender porque não haverão recursos para terminar o Labgene e depois o reator e depois ainda o submarino ou seremos capazes de seguir aprendendo (e como custa caro!) para adquirir capacidade e competência para montar ao menos 1 submarino nacional?

Se nossos engenheiros não se encantaram com a França.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
11 meses atrás

Muito legal, parabéns a todos os envolvidos!

Bispo
Bispo
11 meses atrás

Alguém sabe a potência estimada do reator nuclear naval ?

Camargoer
Reply to  Bispo
11 meses atrás

48 MW

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

48 MW térmicos! Apenas 11 MW elétricos…

Camargoer
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
11 meses atrás

Olá Leonardo. Já tivemos essa discussão antes e ficamos na dúvida se o 48MW era térmico ou elétrico. O número pode ser encontrado em várias publicações da MB mas não fica claro. Teríamos que compRar com reatores de submarinos similares.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Térmico

Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Olá Nunao. Legal. Mais uma pecinha do quebra-cabeça. Valeu.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Segundo Ragheb, Nuclear Navy, um desenvolvimento da equação de Navier-Stokes pode predizer a potência mínima necessária pra mover um submarino em determinada velocidade, sem considerar fricção ou arrasto. Em Ippolitto Jr, Effects of Uranium Enrichment on Nuclear Submarine Reactor Design, uma outra equação, usada pra classe Rubis, leva em conta o coeficiente de arrasto, que varia muito em função do estado do casco. Ambas dão algarismos semelhantes, mas a primeira dá valores dez vezes maiores (uma inconsistência que tento resolver). Alguém teria uma solução?
🙂

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Correção: Ragheb, Nuclear Marine Propulsion.

Control
Control
11 meses atrás

Srs Alguns dados para pensarem: O primeiro submarino de propulsão nuclear, o USS Nautilus, foi construído nos anos 50 do século passado em menos de 4 anos numa época que não havia simuladores, CAD/CAE e outras ferramentas de projeto e simulação. O reator para o Nautilus foi desenvolvido e construído em menos de 3 anos tendo como base um modelo desenvolvido em menos de 5 anos, este tendo sido desenvolvido, praticamente, a partir do zero; Os americanos, para simplificar adotaram como base para o submarino, a estrutura básica de seus submarinos oceânicos da IIGM, apenas incorporando nela o reator e… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Control
11 meses atrás

Penso que detalhes desse contrato não são acessíveis. Além do casco, sensores e armas houveram situações críticas com o MEP e com as baterias. Sem falar que partes em aço vieram da França. Existe Itaguaí. Publicaram aqui no PN que se…se…existisse ociosidade ou inadimplência contratual poderia haver uma oferta de…permuta na base. Acho esquisito. Sugeriram tentar vender algum Scorpene se…se…pagar aos franceses virasse um tormento. Nessa longa jornada de reator e submarino desde os tempos da revista Veja nos anos 1980 entendo que havendo chances de ocorrer problemas eles acontecerão. É natural. Principalmente em uma jornada de quase 1 século… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Control
11 meses atrás

Control, como alguém que teve a oportunidade de visitar o “Nautilus”, não diria que foi adotada a “estrutura básica de submarinos oceânicos da IIGM”, já que o “Nautilus”, por exemplo tem três conveses ao menos por boa parte do comprimento e é mais aparentado a um Tipo “XXI” alemão do que os “Gatos” da “IIGM”. . Enquanto os alemães se especializaram em submarinos, americanos tiveram sucesso com bombas atômicas e praticamente ao mesmo tempo surgiu o interesse pelo submarino de propulsão atômica em uma época que os recursos dos EUA eram muito vastos o que permitiu que vultosas quantias fossem… Read more »

Control
Control
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Jovem Dalton Na época do projeto do Nautilus, os americanos estavam incorporando o que tinham aprendido com os tipo XXI e é natural que tenham incorporado ao novo submarino parte do aprendizado. Porém esta não é a questão, mas sim que eles conseguiram focar o trabalho no que era essencial para desenvolver o novo produto, o subnuc e, em consequencia, conseguiram rapidez nos resultados. Isto partindo do zero na tecnologia essencial (o reator e a propulsão). No caso do Brasil. venho acompanhando a história do subnuc desde os anos 70. Inicialmente era para se desenvolver a produção do combustível (o… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Control
11 meses atrás

“na época para obter o casco do submarino embutindo a sua aquisição dentro de um pacote muito mais amplo (4 Scorpenes e o estaleiro) novamente ignorando a necessidade de desenvolver a tecnologia do reator.”

Ignorando? O complexo de ARAMAR já vinha sendo levantado e foi expandido na mesma época. As coisas andaram paralelamente, sofrendo os mesmos percalços de verbas etc. Em nenhum momento se “ignorou” a necessidade de desenvolver a tecnologia do reator.

Esteves
Esteves
Reply to  Control
11 meses atrás

História existe desde os anos.

Na prática, o início do convênio da CNEN com o IPEN foi em 1982. Aramar/Iperó veio em seguida, 1986.

Gastar para fazer e uma coisa. Fazer aprendendo e vice-versa é outra.

Control
Control
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Srs Jovens Esteves e Nunão O objetivo de se construir o reator existe desde o início do projeto, inclusive investimentos em instalações e formação de pessoal (inclusive convênios), porém o desejado reator não saiu até hoje da fase do papel. Entre a decisão politico gerencial que definiu o objetivo de se construir o submarino e o reator e sua realização já vão praticamente 4 décadas e um bocado de dinheiro. O que citei é que faltou e parece continuar faltando o famigerado foco e a necessária persistência na realização sendo o caso do Nautilus um bom contraponto. Creio que ninguém… Read more »

Control
Control
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Jovem Esteves
E lembrando, o Nautilus foi o primeiro, não havia referências anteriores, como é o caso do subnuc tupiniquim.
Sds

Bispo
Bispo
11 meses atrás

Pelo maquete o sonar do nosso subN ficará embaixo dos tubos de torpedos???
Não sou expert..longe disso..mais vi maquetes do “Ash“ russo onde o sonar ocupava todo o “nariz” do mesmo…então fica a dúvida da eficiência de tais “arranjos”.
Se alguém puder “dar uma luz”.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bispo
11 meses atrás

Não tem problema algum nesse arranjo, Bispo. É o mesmo do Scorpene / SBR e semelhante a dezenas de outros projetos. Na nossa classe Tupi, o sonar fica sobre os tubos.

Submarinos em que o sonar ocupa toda a proa em geral têm os tubos de torpedos bem recuados, em alguns casos à meia nau.

Bruno
Bruno
11 meses atrás

Guardadas as devidas proporções, mas esse projeto do reator poderia ser reaproveitado para outros meios navais, como por exemplo um nae ?

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Reply to  Bruno
11 meses atrás

Sim, aconteceu o mesmo com o USS Enterprise e o PA Charles De Gaulle.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Não e tão simples assim. O Charles De Gaulle teve uma série de erros de projetos. Inclusive na blindagem do reator! Outra coisa, se for um Nael com catapultas a vapor a solução não é tão simples. As necessidades de produção de vapor são enormes.
Pelo que foi divulgado e estudado até hoje, a única previsão de upgrade do reator (modelo “Labgene”) seria a mudança no núcleo do reator ora com combustíveis com varetas para combustíveis tipo placa. Com isto haveria um aumento significativo a potência térmica do reator.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
11 meses atrás

Mas ninguém escreveu que isso é simples.

FERNANDES
Reply to  Bruno
11 meses atrás

TRABALHO NO RAMO DA MANUTENÇÃO NAVAL, JÁ VI MUITAS ADAPTAÇÕES, NAVIOS MODIFICADOS, SISTEMAS DE PROPULSÃO SUBSTITUÍDOS. ETC…
OU SEJA, SE ESSE REATOR FICAR PRONTO , ENTENDO SER POSSÍVEL APLICA-LO NO A12 SÃO PAULO.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  FERNANDES
11 meses atrás

Fernandes, por favor não escreva em maiúsculas, escreva normalmente, como os demais. O blog tem regras a respeito.

Esteves
Esteves
11 meses atrás

trás de trazer está errado.
trouxer está certo.

Sequim
Sequim
11 meses atrás

Não posso deixar de registrar: diante de todos os avanços tanto do programa SBR quanto do programa SNBR, lembro de foristas aqui que lá pelos idos de 2014, 2015 diziam que a base naval de Itaguaí ficaria incompleta e que se transformaria em um imenso areal. Felizmente estavam completamente errados.

JT8D
JT8D
11 meses atrás

A MB paga o preço de ter puxado para sí um desafio enorme, que não envolvia “apenas” projetar e construir um submarino nuclear. A MB teve que criar do nada todo o programa nuclear brasileiro. Ela abraçou mais do que suas mãos poderiam segurar e tem enfrentado todo tipo de dificuldade. Se a MB tivesse se esquivado dessa responsabilidade descomunal, talvez fosse hoje uma marinha bem equipada, com muitas escoltas e submarinos convencionais. E provavelmente não estaria sendo criticada. Mas se a MB não assumisse este desafio, ninguém teria feito o que o Brasil precisava na área nuclear. A MB… Read more »

Lúcio Josué da Silva
Lúcio Josué da Silva
11 meses atrás

É interessante como ao longo da vida somos doutrinados a odiar os Estados Unidos. A China se levanta como uma possível futura superpotência mundial. O mundo com certeza não será melhor com uma china com hegemonia mundial.