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Austrália desativa última fragata da classe ‘Adelaide’

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HMAS Melbourne – FFG 05

A fragata de mísseis guiados HMAS Melbourne da Royal Australian Navy, foi aposentada em uma cerimônia em seu porto de Garden Island, em Sydney, após 27 anos de serviço.

O navio de 138 metros de comprimento foi desativado em 26 de outubro como o último restante dos seis navios baseados na classe OHP (“Oliver Hazard Perry”) construídos para a Marinha Australiana.

A Melbourne percorreu mais de 900.000 milhas náuticas, esteve em operações no Oriente Médio oito vezes e ganhou honras de batalha por serviços em Timor Leste, Golfo Pérsico e Oriente Médio.

Ela passou a maior parte de 2018 e 2019 em operação no exterior, incluindo um desdobramento de quatro meses no norte da Ásia no início deste ano, onde conduziu operações internacionais de vigilância marítima para aplicar sanções contra a Coreia do Norte.

“O lema da HMAS Melbourne é que ela ganha força em movimento (“Vires Acquirit Eundo”) e por 27 anos, serviu à Marinha com distinção, desempenhando um papel importante na proteção dos interesses marítimos da Austrália”, disse a Ministro da Defesa, Senadora Hon Linda Reynolds CSC na cerimonia.

“Milhares de homens e mulheres tiveram este navio como sua casa desde que ele foi incorporado em 1992, e para alguns, a Melbourne representa marcos importantes em suas vidas e carreiras.”

Armamento da fragata classe Adelaide

As fragatas estão sendo substituídas pelos destróieres de mísseis guiados da classe “Hobart”, que fornecerão à Austrália uma capacidade aprimorada de combate.

O governo australiano ainda não tomou uma decisão sobre as recém-aposentadas HMAS Melbourne e HMAS Newcastle.

Os quatro primeiros navios foram afundados ou descartados, mas relatos da mídia dos últimos dois anos indicaram que as fragatas poderiam ser vendidas para outras marinhas. A Grécia e a Polônia já haviam manifestado interesse em comprar as fragatas.

Vale a pena notar que a Grécia assinou uma carta de intenções oficial com a França no início deste mês para a compra potencial de duas fragatas da classe Belharra, uma versão de exportação das fragatas FTI que estão sendo construídas para a Marinha Francesa.

HMAS Melbourne lançando míssil antiaéreo Standard Missile 2 (SM-2) em testes de aceitação, em 2010

FONTE: Naval Today

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p m
p m
8 meses atrás

Espero que tenha vida longa longe do Brasil, indo pra Polonia, Taiwan ou algum sucateiro na India.

A MB precisa de uma boa força de submarinos e uma força aeronaval baseada em terra.

Juarez
Juarez
Reply to  p m
8 meses atrás

Ahh sim, e se tivermos que enfrentar um inimigo no mar com combate ASW vamos em canoas com estetoscópio no ouvido marinheiro e granadas de mão para atirar na água.

André Macedo
André Macedo
Reply to  Juarez
8 meses atrás

Não esquece do apito no megafone pra fazer o sonar ativo kkkkk

Juarez
Juarez
Reply to  André Macedo
8 meses atrás

Boa, eu ia esquecendo.

Sincero
Sincero
Reply to  p m
8 meses atrás

E faça um vudu pra ressuscitar o almirante Donitz pois essa ”força de submarinos” precisará de um comandante. hehehe

Bryan
Reply to  Sincero
8 meses atrás

Rs! Os especialistas sobre a Segunda Guerra afirmam que a Marinha Alemã não ganhou a batalha no Atlântico porque Hitler não quis ouvir Donitz, isto é, se Hitler tivesse inundado o mar de submarinos, teria afundado a Inglaterra. Voltando à realidade, acredito que precisamos de submarinos, além de que o custo unitário ser menor do que um navio de superfície. Mas nem só de submarinos vive uma Marinha. Atualmente, nem sei opinar o que a Marinha do Brasil precisa, até porque esse assunto não é para marinheiros de primeira viagem.

Sincero
Sincero
Reply to  Bryan
8 meses atrás

Tem que haver um equilíbrio entre o PROSUB e o PROSUPER, mas roubaram tanto que só temos dinheiro pra um projeto.

jodreski
jodreski
Reply to  Sincero
8 meses atrás

Então me explica aonde está esse dinheiro pq o que eu vejo que é não temos dinheiro para quase nenhum dos dois.

Sincero
Sincero
Reply to  jodreski
8 meses atrás

Em algum paraíso fiscal.

Tupinamba
Tupinamba
Reply to  Bryan
23 dias atrás

Talvez o maior erro de Donitz foi ter demorado a entender a eficiência dos radares dos Aliados.

Marcelo
Marcelo
Reply to  p m
8 meses atrás

Concordo com a necessidade de uma boa força de submarinos, mas não concordo com a força aeronaval baseada em terra.

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
8 meses atrás

Pelo amor de Deus!!! Que ninguém aqui dê a ideia da MB comprar isso!!! Rsrsrs

Juarez
Juarez
Reply to  Wagner Figueiredo
8 meses atrás

Porque, tu conhece o navio? Tu conhece todas as modernizacoes que foram feitas nele? Tu teve acesso ao BTOs do navio para saber quais os níveis de manutenção que ele deve passar, qual a situação de grupos geradores? Quando e o próximo TBO das LM 2500?
Se a resposta for não, por gentileza não faça afirmações tacitas daquilo que tu não sabe, não conhece e provavelmente nunca saberá.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Juarez
8 meses atrás

28/10/19 – segunda-feira, bnoite, Juarez, aparentemente o Sr. W. Figueiredo, só vê a idade, se for assim vamos matar todos os velhos, não servem mais, temos que ver casco, armas, sistemas, etc. Isto é que conta, inclusive não posso falar muito, gosto das bicudinhas (OHP), e sabemos que a marinha australiana conserva seus meios, entretanto, vi em outro site que os chilenos já dão como certa a compra das 2. Gostaria muito de ve-las na MB, teríamos meios por pelo menos 10 anos, com muitos sobressalentes no mercado.

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
Reply to  Vovozao
8 meses atrás

Juarez e vovozao…não conheço o que foi feito no navio e referente matar os velhos comparando humano com máquina!? Faz favor..sem noção essa comparação…uma foi desativada pela postagem..agora vamos pegar essa ai, pegar as americanas..gastar dinheiro nas reformas que precisam…etc…ou pegar essa ai mais uma murassame , uma Anac e fazer uma sala da de frutas?? Por favor ne?! A própria MB destacou que quer padronizar os meios para ficarem mais baratas… O que citei no meu comentário foi minha opinião. Acho que pegar uma daqui e outra dali e ficar com 5 modelos de navios diferentes é complicado..nem a… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  Wagner Figueiredo
8 meses atrás

Exatamente! Fora que, se não temos condições de, previamente, rechaçar a compra, por certo também não temos de aprová-la. O argumento, portanto, serve para os dois lados, ainda mais que é uma observação “a priori”.
Melhor incrementar em mais duas unidades a Classe Tamandaré.

JDSSJúnior
JDSSJúnior
Reply to  Wagner Figueiredo
8 meses atrás

Colega Wagner reforço seu pedido, afunda logo ou vende para um outro país senão tem uma nação sul-americana que vai ver uma “oportunidade “

JS666
JS666
8 meses atrás

Essas sim aumentariam a capacidade da MB ! Modernizadas “recentemente” e com SM2. Chile vai fazer uma ótima compra.

Dalton
Dalton
Reply to  JS666
8 meses atrás

Parece que ficarão com o Chile mesmo que também está modernizando as 3 T-23s, a primeira das quais já está pronta enquanto a segunda deverá retornar no fim de 2020 e em breve se iniciarão os trabalhos na terceira que ficará pronta em 2022.

Kemen
Kemen
Reply to  JS666
8 meses atrás

Não acho que seja uma boa compra, comprar fragatas usadas e gastar com modernizações, maiores manutenções devido à idade e ao uso, para uma curta perspectiva futura de uso. A Marinha Real Australiana faz uso continuo de seus meios, e além do mais só se destacariam no cenário Latino americano, no resto são fragatas bem inferiores, por isso foram dadas de baixa, entretanto para a Marinha chilena, cujo pais tem o 41. PIB, uma população de 19 milhões e uma enorme costa maritima, não tem como escolher muito não é?.

JS666
JS666
Reply to  Kemen
8 meses atrás

Nós já vamos construir 4 submarinos diesel, 1 nuclear, pelo menos 4 fragatas, somados aos NaPa e NaPoc novos, é muita coisa. A MB não tem dinheiro para construir todos os navios de uma vez como pretendia o END, nem terá. Tem que aproveitar as compras de oportunidade para preencher as lacunas fora disso, desde que elas agreguem algo. Em relação as Adelaide, elas não precisam de modernização, é impossível que estejam em pior estado que nossas escoltas, e são bem armadas mesmo para o cenário mundial. A capacidade de defesa antiaérea delas é bastante superior a qualquer coisa que… Read more »

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  JS666
8 meses atrás

“Nós já vamos construir 4 submarinos diesel, 1 nuclear, pelo menos 4 fragatas, somados aos NaPa e NaPoc novos,”.

Que NAPA novo? Que NAPAOC novo? Fragata nova, se refere à Tamandaré? Coisa pra daqui 10 anos. O mesmo com os submarinos.

Já que irão doar 02 submarinos para o Perú, com uma Makassar vindo de brinde, temos que ter algo para o GAP da próxima década. Se não vier nada usado, ficaremos sem navio nenhum.

Salim
Salim
8 meses atrás

Bela nave, daria poder de fogo muito superior ao que temos hoje na superfície ou em projeto. Barco testado. Teria que analisar muito cuidado preço e condições pra ver se vale a pena.

Juarez
Juarez
Reply to  Salim
8 meses atrás

Muito sensata sua colocação.

João Moro
João Moro
Reply to  Juarez
8 meses atrás

também achei.

india-mike
india-mike
8 meses atrás

Sou muito crítico à compra das OHP originais americanas, mas as Australianas acho que valem pelo menos uma vistoria.

São bem mais novas, muito mais atualizadas e seria um “hot transfer”.

Agora, pra trazer, tinha que ser as 3 logo. Uma só não serve pra nada, e diz um site espanhol q o Chile já está levando as outras duas…

Bardini
Bardini
8 meses atrás

Duas ficariam bem na MB… sugiro até nome: Fragata Classe Terror Logístico.
.
F “Terror Logístico” (F50)
F “Ineficiência Operativa” (F51)
.
Fala sério, chega de burrice de oportunidade.

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
8 meses atrás

Não e o que acontece nas marinhas que as operamm, pois tem excelente disponibilidade, porque????
Porque tiveram escala de produção e tem spares aos montes.
Ao contrário dos pagodes tailandeses montados legolandia Bambi, já levaram Exocet pelos costados e não afundaram no primeiro peido.

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
8 meses atrás

“Excelênte disponibilidade”
Fonte: Juarez
.
Só acho engraçado que isso aí não combina em nada com navio que chegou no final do ciclo de vida útil programado. Mas… se tu diz, é pq deve ser verdade e tens os dados.

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
8 meses atrás

E só tu descer os degraus da empafia e do pedestal da arrogância que tu vais ver elas empurrando água nas marinhas do Paquistão, dos Emirados, da Espanha, da Polônia, da Turquia, da Grécia, de Taiwan, e não e abdução alienígena e nem tem propulsão de dobra e não são comandadas por Klingons.

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
8 meses atrás

Olha, “ver” empurrando água é bem, bem, beeeem diferente do que ver o navio ativo em Marinha X ou Y… . Qual a real situação? Quais os motivos desses navios ainda estarem ativos? Qual o custo? . Paquistão: Compraram 3 OPVs da DAMEN e estão chamando de Corveta, isso em um contrato de 167 milhões de dólares. NAVIO NOVO… E é isso ao passo que negociam Fragatas Chineses. OHP estão com dias contados. . Seria uma fenomenal forma de fazer volume no caso do Brasil. Fenomenal… . https://quwa.org/2019/09/28/profile-pakistan-navys-damen-corvette-offshore-patrol-vessel-2/ . EAU: Não operam OHP nenhuma e compraram um baita pacote de… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
8 meses atrás

Agora OPV virou mania, e mantra naval. Cara, com OPV não se formam equipagens de combate, se perde doutrina operacional, que é cara de formar. A MB vai precisar de escoltas para manter doutrina ou vai virar um GC.

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
8 meses atrás

É como eu já coloquei outras vezes, poderiam buscar um projeto base de OPV que já existe e colocar um recheio que caia dentro de uma logística que nos seja favorável financeiramente. Que PADRONIZE. Esse deveria ser o tal “mantra naval”. É coisa pensando em 30 anos, no mínimo… não em 10 anos, como sempre se faz com essas gambiarras provisórias pra sempre. . É encontrar um navio barato, de comprar, manter e operar e sendo novo, vai ter de empurrar muita água. Algo que poderia entregar centenas de dias de mar em um ano. Centenas! . Não é e… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
8 meses atrás

Coisa parecida está saindo na casa dos US$250 mi, ou “meia Tamandaré”… Teríamos dinheiro pros dois programas? (Mais o prosub…) Outra questão é o tempo. Até lançar concorrência, esperar as propostas, resultado, contrato, adequação de estaleiro, construção, lançamento, provas de mar etc já se passaram pelo menos 6-8 anos. E se lançar o projeto junto com a Tamandaré, ainda corre o risco de melar as corvetas e ficar só com o OPV… então teria que ser pra depois do início da construção das CCT para poder garantir sua sobrevivência, mas aí o prazo já eras… Em teoria, acho sua proposta… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  india-mike
8 meses atrás

A MB está em uma situação crítica, mas tem o poder de abrir uma concorrência extremamente agressiva, visando baixo custo, prazo de entrega apertado e manutenção local, tudo dentro de um preço X a ser pago pela compra + manutenção por Y anos. É só ela deixar os concorrêntes desse contrato livres para fabricar os navios onde quiserem, incluindo fora do Brasil, em suas matrizes.
Isso vai contra a política de privilegiar a indústria nacional, mas em questão de 3 anos, o primeiro navio da série já poderia estar aqui, começando sua vida operativa.

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
8 meses atrás

Aí vc está chegando mais ou menos a mesma conclusão que eu cheguei ali em baixo. Pq não fazer as duas primeiras Tamandaré na Alemanha logo e acelerar sua entrega
e deixa as subsequentes pra cá? O custo vai cair e com sorte consegue até encaixar um quinto navio.

Se a MB lança um edital pra um OPV mais barato ela mata e enterra as CCT. E as OPVs que deveriam ser o low-end do low-end da esquadra vão virar o high-end, como aliás já está acontecendo com as Tamandares.

Bardini
Bardini
Reply to  india-mike
8 meses atrás

Fazer as primeiras fragatas da classe fora seria excelente. Mas a coisa já está sendo encaminhada pra não acontecer dessa forma, o que representa mais um grande erro se não voltarem atrás nisso. . Outra opção seria cotar os custos de uma versão ” Fragata de Patrulha” baseada sobre o projeto da Classe Tamandaré. Mas seria caro e esbarra no projeto atual… . Não acredito que um OPV mataria a necessidade de mais Fragatas. Não é a mesma coisa, e a MB tem essa necessidade declarada a mais de uma década, com os 5 OPVs que faziam parte do finado… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
8 meses atrás

Por tópicos: A “fragata de patrulha” derivada da Tamandaré eu acho interessante, mas seria para um segundo lote, então realmente não resolve nosso problema agora. Evidente que o OPV não substitui a necessidade da fragata, mas eles competem pela mesma verba e um orçamento come o outro, principalmente por ser menor. E pra quem libera o dinheiro um OPV anabolizado vai sempre ser uma alternativa melhor à corveta/fragata. Esse orçamento de US$500mi pra quatro navios to achando um pouco otimista. Esses OPVs da Fassmer foram baratos pq não tem radar de busca aérea, não parecem ter um CMS e nenhum… Read more »

samuka
samuka
Reply to  Bardini
8 meses atrás

É uma boa ideia Bardini, resolveria 3 problemas,. empurrar água, manter a formação de pessoal e alguma padronização..contudo, isso que você expôs, barato não sairia..tampouco o valor pedido por 2 OHP’s usadas, que como vc bem disse, seriam uma solução “empurrar o problema com as coxas”…
Estamos em um beco sem saída, acho que a solução passa por “continuar roendo o osso” mais um pouco..

Juarez
Juarez
Reply to  samuka
8 meses atrás

Vamos de novo, tá difícil hoje: Para se formar um operador de sonar é necessário que este vá a bordo e exercite a exaustão o combate ASW, mas o referido navio tem que possuir um sonar de casco no mínimo, para formar um bom controlador aéreo de radar de busca aérea embarcado é necessário que este operador esteja a bordo de um navio que possua um radar de busca aérea padrão da MB e treine exaustivamente. para formar um bom operador de guerra eletrônica é necessário que a MB possua um navio com suite de ECM e este individua treine… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
8 meses atrás

Hoje, a MB opera um sistema ASW sem vergonha de ruim, um sistem ECM pra lá de pífio e um radar aéreo 2D básicão, e do nada, simplesmente do nada, parece que surgiu uma necessidade eminente de formar pessoal para operar o sistema AEGIS e os sistemas de armas dos 04 Destroyers que vamos receber no ano que vem. . Até o apredizado, que era pra ser gradual nos quadros da MB, teve de mudar. Vamos jogar pessoal direto para navegar para esses Destroyers. Não vai ter escalada gradual no tocante a renovação dos meios. A MB vai crescer em… Read more »

Marcelo R
Marcelo R
8 meses atrás

A marinha do Brasil parece que se encontra nas mesmas condições da epoca de 1822….. Em plena Independência do Brasil, se encontravam pela baia da Guanabara um punhado de navios sem condições de navegar…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcelo R
8 meses atrás

Marcelo R,
Até setembro de 1822 não havia Marinha do Brasil porque não havia Independência do Brasil.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Onde ?

Cabulei essa aula ?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Carlos Alberto Soares
8 meses atrás

“ Onde ?
Cabulei essa aula ?”

Cuma?

Camargoer
Reply to  Carlos Alberto Soares
8 meses atrás

“da zero pra ele professor”

Kemen
Kemen
Reply to  Marcelo R
8 meses atrás

Se lermos a respeito da chamada “Guerra da Lagosta” veremos que a disponibilidade de navios comprados usados é muito baixa, exigem manutenção e reparos constantes, muito ruim na hora em que são muito necessarios.
http://www.naval.com.br/blog/2016/01/28/a-guerra-da-lagosta-e-suas-licoes/

Dalton
Dalton
Reply to  Kemen
8 meses atrás

Por outro lado Kemen há exemplos até na marinha brasileira de navios “usados” que prestaram bons serviços como por exemplo os contratorpedeiros adquiridos no início dos anos 1970.
.
Mesmo entre navios “usados” pode haver diferença, por exemplo àqueles que passaram por uma revitalização para garantir muitos anos de vida e àqueles que não passaram como foi o caso dos contratorpedeiros da “Guerra da Lagosta” da classe “A’ por exemplo.
.
Navios “velhos” sempre exigirão mais manutenção, mas, não há muitos países que possam prescindir deles.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Só pra complementar o debate de vocês, a coisa pode ser mais complicada ainda. Na época da Guerra da Lagosta a maior parte dos contratorpedeiros armados prioritariamente para guerra de superfície e de maior desempenho da Marinha (não incluo nesse caso específico os oito contratorpedeiros de escolta, de emprego primordialmente antissubmarino e menor velocidade) era formado porduas classes construídas aqui, somando 9 navios (3 da classe M e 6 da classe A), cujas incorporações se deram entre 1943 e 1959. Eram projetos originariamente concebidos entre meados dos anos 1930 e a virada para os anos 1940 (afinal, o início das… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Perfeito como sempre Nunão ! Os classe “Acre” sendo cópias da classe “H” britânica, estes já relativamente pequenos, como se vê pelas fotos e mesmo em um modelo que tenho, pouco mudaram desde a classe “A” lançada na década de 1920.
.
Os britânicos se fixaram nesses pequenos contratorpedeiros classes “A” até “H”, enquanto alemães , franceses e italianos possuíam contratorpedeiros bem maiores na década de 1930.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Dalton, De fato, mas eram os contratorpedeiros “padrão”, digamos assim, quatro canhões de 120mm e dois lançadores quádruplos de torpedos. Projeto consagrado, confiável, evoluindo paulatinamente da classe A do final dos anos 20 à classe H do fim dos anos 30. É preciso lembrar que os líderes de cada uma dessas flotilhas autorizadas anualmente para construção, de 8 navios de cada (até os britânicos abandonarem esse sistema de líderes) eram um pouco maiores, praticamente com o mesmo deslocamento dos classe Mahan americanos, e com um quinto canhão. Franceses e italianos tinham também suas classes de contratorpedeiros menores, é importante frisar.… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Verdade Nunão , havia grandes e pequenos e eu acabei comprando praticamente todos os modelos de escala 1/1250 quando o dólar valia menos que 2 reais e me sobrava dinheiro no fim do mês 🙁 . A diferença é que enquanto os britânicos se limitaram a uns poucos maiores “líderes” outras nações construíram classes inteiras de unidades maiores e em alguns casos bem maiores, vale a pena recordar a classe japonesa “Fubuki” que causou sensação ainda no fim da década de 1920. . No caso brasileiro não havia realmente nada a fazer a não ser concluir a classe “Acre” que… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Exato, Dalton. E os Fubuki fubecaram a cabeça dos almirantes mundo afora!!! Mas os classe A do Brasil foram um pouco injustiçados quando entraram em operação, quando se faz a comparação com a marinha à qual foram projetados para se contrapor: a Armada Argentina. Ao entrarem em serviço (pelo menos 4 deles ainda foram nos primeiros anos do pós-guerra) eram muito superiores em armamento de tubo e sensores que os Classe Buenos Aires (classe G britânica) da Argentina. Radar e sonar melhores, canhões de dupla função com capacidade de realmente abater aeronaves que a ARA possuía na época, sistema diretor… Read more »

marcus
marcus
Reply to  Kemen
8 meses atrás

Comprou usado em condições razoáveis? Coloca no AMRJ recupera o que for possível, compra novo o que for impossível recuperar.
Até parece que temos escolha.

Almeida
Almeida
8 meses atrás

Se o mote da MB é desenvolver e manter doutrina, sem capacidade operativa crível até a economia melhorar, acredito que sejam ótimas aquisições de oportunidade. Vai colocar a MB em um novo patamar de guerra anti-aérea, com uma capacidade de defesa de área que hoje não existe. E mesmo possuindo apenas duas unidades de idade razoável, seria o suficiente para desenvolver e manter essa doutrina pelos próximos 10 anos. Lembrando que os lançadores VLS Mk 41 são compatíveis com o Sea Ceptor. E lembrando que ficaremos praticamente sem nenhuma escolta a partir de 2024. No máximo com 4 Tamandarés. Precisaremos… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Almeida
8 meses atrás

Almeida, mesmo que em teoria o lançador seja compatível com o Sea Ceptor, teria que ver em relação ao radar e o CMS se alguns ajustes seriam necessários. E realmente acho que ia ficar problemático pra MB receber 4 novos tipos de mísseis em operação (SM-2, ESSM, Harpoon e Sea Ceptor), o q poderia levar a MB a buscar a certificação do Sea Ceptor nesses navios, o emprego do ESSM nas tamandares, ou mesmo a não aquisição dos SM-2 e Harpoon se o custo for proibitivo. Quanto a situação dos nossos escoltas não entendi pq vc ignorou a Barroso. Já… Read more »

Almeida
Almeida
Reply to  india-mike
8 meses atrás

Bem por aí india-mike! Seaceptor é compatível com o lançador Mk 41, não com o CMS. Teria que fazer uma adaptação, mas software é sempre mais simples que hardware. Quanto ao radar, o Seaceptor não precisa de diretor de tiro, então é compatível com praticamente qualquer radar 3D. Não precisa usar os Harpoons (embora a FAB já os utilize), mas os SM-2 acho interessante. Quanto à MB ficar sem escoltas a partir de 2024, sim, tava contando com a desativação de todas que temos hoje menos a Barroso, que nesta época deverá estar passando por um bem merecido MLU dado… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Almeida
8 meses atrás

A questão é que não tem radar 3D ali… então teria realmente que fazer funcionar com o radar DT. A Nova Zelândia fez coisa parecida nas suas Anzac, num upgrade do ESSM pro Sea Ceptor e aparentemente não saiu nada barato o “upgrade de software”… enfim, não acho que o Brasil vai poder $$ fazer upgrade algum nesses navios. Quase acho q rolaria um downgrade — não comprando o SM-2 e retirando os phalanx por exemplo… Falando em Anzac, a Austrália deve começar a dar baixa nas suas em 2024, mas por mais que sejam navios interessante não acho q… Read more »

rommelqe
rommelqe
8 meses atrás

Quem tiver oportunidade visite o “Australian National Maritime Museum”. Aí vão entender o que significa fazer manutenção em navios. A começar pelo proprio “Endeavour”, aquele naviozinho em que o Cook (o primeiro ingles a NÃO descobrir a Australia…) chegou por lá e que até hoje navega em alto mar.

Pedro Bó
Pedro Bó
8 meses atrás

Se viessem para o Brasil, cairiam como uma luva, aposentando as Greenhalgh restantes. Já dão como certa a compra delas pelo Chile, mas como o país está em convulsão social, nada é impossível.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Pedro Bó
8 meses atrás

O meu medo é, irem para o Brasil e darem o peido no motor em 5 ou 10 anos, irem para o Chile e aguentarem 10 ou 20 anos sem uma bufa… Desculpem, é que, realmente acho que existe um problema com a MB e a forma como gere e mantém os seus meios…. O fastio que o pessoal aqui tem com compras de segunda mão, é problema da MB, não do navio ou de quem vende, façam contas com ela porque duas dessas seriam de facto extremamente úteis para suprir as necessidades da MB, mas isto sou eu a… Read more »

Renan
Renan
8 meses atrás

Que qualquer dinheiro para compra de oportunidade seja usado para iniciar as Tamandaré.
Se der para pagar todas as Tamandaré e sobra que se invista nós NPA 500br.
Passe longe de resto dos outros.

E pela mor de Deus coloquem um limite de idade para os navios da Marinha
40 anos é um bom número.
Mas pode ser 45 50

Mas que tenha um limite
Da vergonha da situação militar da nossa marinha fruto do sindicato de farda.
Que bons ventos venham e deem baixa logo nas banheiras flutuante que temos hoje.
Para sobrar dinheiro para projetos novos.

Juarez
Juarez
Reply to  Renan
8 meses atrás

O problema é que quando a primeira Tamandaré entrar em operação, so teremos a Barroso como combatente de superfície.

rommelqe
rommelqe
Reply to  Juarez
8 meses atrás

Concordo, infelizmente é o que nos resta. Logico que preferia navios novos…mas não temos tempo…ainda sequer ficou decidido se a EMGEPRON vai contratar e o que…

Renan
Renan
Reply to  Juarez
8 meses atrás

Juarez É necessário quebrar o ciclo criado pela péssima gestão do recurso militar. Os militares fazem de propósito deixam a situação em estado de calamidade para justificar compras de “oportunidade”. Oportunidades geralmente onerosa, pouca disponibilidade, desdentada, e com alto custo de manutenção e operação. A excessão do Bahia e Atlântico que vieram em condições de cumprir suas missões. Mas no geral são aquisições terríveis irrelevante no cenário mundial, não faz frente a similares das 10 maiores força do planeta. Afinal somos um dos maiores países, estamos entre as maiores economias e temos um dos maiores investimento em defesa. Temos que… Read more »

Ozawa
Ozawa
8 meses atrás

A única Adelaide famosa no Brasil foi uma anã paraguaia … No que depender da Marinha do Brasil nenhuma balzaquiana australiana irá superar essa fama …

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Ozawa
8 meses atrás

Hahahaha
Ozawa, tome cuidado com a sandália de burracha

Camargoer
Reply to  Ozawa
8 meses atrás

Olá Ozawa. Pensei a mesma coisa mas você foi mais rápido. Excelente gatilho.

Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
8 meses atrás

Pelo amor de Deus, ninguém dê idéia, vai que algum lunático do almirantado exagera no vinho e, sem nada pra fazer, dá uma olhadela por aqui.

Zorann
Zorann
8 meses atrás

Neguinho está contando com o ovo dentro da galinha. Não temos Tamandarés ainda, nem sabemos se vamos ter e na quantidade que se pretende.

Pra vai vender submarinos porque não consegue fazer PMG…. fica dificil imaginar que gastarão R$ 5/6 bilhões em corvetas.

Marcelo R
Marcelo R
8 meses atrás

Sr Fernando “Nunão”: O Comentário é pertinente SOMENTE às condições das embarcações da época da Independência do Brasil, entende… Qual a logica em acrescentar uma “data’ (setembro) a um comentário no qual não é pertinente? E qual a logica em dizer que não existia a marinha do Brasil, claro que não existia….., e isto sim, mas somente existiam as embarcações que seriam utilizadas pela futura Marinha, já se encontravam “boiando” pela Baia da Guanabara, eram embarcações na sua maioria construídas em datas de 1765 em diante (da época do Grande Marquês de Pombal), que vieram fugidas com a nobre família… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcelo R
8 meses atrás

Marcelo, Você escreveu, fazendo uma comparação com hoje: “ Em plena Independência do Brasil, se encontravam pela baia da Guanabara um punhado de navios sem condições de navegar…” Em plena Independência, esses navios não eram do Brasil, eram portugueses. Foi isso que eu quis dizer, resumidamente. Então a comparação, por mais crítica que seja a situação da Marinha hoje, não faz sentido. Mesmo porque, declarada a Independência, parte mais significativa desses navios abandonados foi efetivamente recuperada e posta em serviço, o que ajudou a aumentar a importância do Arsenal do Rio de Janeiro (que nas décadas seguintes ultrapassaria em importância… Read more »

Contribuinte inconformado.
Contribuinte inconformado.
8 meses atrás

É jogar dinheiro fora comprar navios de segunda mão para preencher buraco na Marinha Brasileira
Tem que começar a investir na contrução em instaleiros nacionais começar a gerar empregos, mão de obra qualificada gerar um ciclo econômico,
Empresas de defesa chegar de ser um País incapaz de construir um navio de guerra…

Juscelino
Juscelino
8 meses atrás

Qual o futuro da avibrás, mectron, ares e tantas outras empresa estratégicas de defesa que desenvolvem mísseis, foguetes, torpedos, radares, sonares, equipamentos ópticos-eletrônicos, etc. e não têm onde utilizá-los uma vez que nossos estaleiros não estão construindo nada. Essas embarcações classe OHP poderiam ser compradas pela nossa marinha e adaptadas aos nossos equipamentos, isto se suas estruturas estiverem bem conservadas. Os Estados Unidos tem várias delas estocadas. Ganharia nossa marinha, nossos estaleiros que fariam as adaptações necessárias e nossa indústria de defesa que dariam destino aos seus equipamentos desenvolvidos. Serve de exemplo o Irã.

Juscelino
Juscelino
Reply to  Juscelino
8 meses atrás

Vale a pena negociar com os americanos a esse respeito, uma vez que o atual governo brasileiro e Donald Trump estão de boa,

Esteves
Esteves
Reply to  Juscelino
8 meses atrás

Negócios são negócios. Amizade é outra coisa.

Camargoer
Reply to  Juscelino
8 meses atrás

Caro Juscelino. As relações Brasil x EUA já foram melhores que hoje. Acho um equívoco diplomático achar que a relação Trump x Bolsonaro são melhores do que foram Lula x Obama, Lula x Bush ou FHC x Clinton (lembrando que Lula era de esquerda como Obama, mas Bush era de direita. FHC e Clinton estavam do mesmo lado ideológico). Acho sempre necessário uma visão mais conservadora e desconfiada nas relações diplomáticas.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
8 meses atrás

Camargoer, só um adendo:

Faltou mencionar e qualificar as relações Dilma x Obama, dado que as de Lula x Obama como presidentes foram relativamente curtas no tempo (dois anos, os últimos de Lula e os dois primeiros de Obama). Já o tempo em que os mandatos de Dilma e Obama coincidiram foi praticamente três vezes maior (2011-2016)

Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Olá Nunão. Acho que ainda vai demorar um pouco para entendermos o gov. Dilma livres do viés ideológico que caracterizou a disputa política principalmente após a reeleição. Acho que as revelações sobre a espionagem da NSA prejudicaram muito a relação entre Obama e Dilma. Obama visitou o Brasil em 2011 (visita histórica) no primeiro ano de Dilma. Trump visitou a Argentina (devido o G2o) e não visitou o Brasil. A demissão de Bolton deveria servir de luz amarela para quem analisa a relação entre os presidentes dos EUA e Brasil.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
8 meses atrás

Camargoer, apenas comentei que havia essa lacuna no seu comentário, afinal o governo Bolsonaro foi mencionado, e é ainda mais recente (aliás, é presente, não é ainda passado) que o governo Dilma, e vai demorar ainda mais para ser entendido livre de viés ideológico (aliás a palavra “livre” é uma utopia, sempre haverá viés ideológico, o que pode haver sempre é um compromisso intelectual de buscar o mínimo possível de viés). E eu esqueci de acrescentar outra lacuna do comentário, talvez por viés morcegofóbico, que é a relação Temer X Trump.

Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Olá Nunão. A questão era se o atual governo teria uma relação mais amistosa com os EUA do que os governos anteriores. Acredito que Lula e FHC estiveram mais próximos dos presidentes dos EUA que o atual governo. Os problemas de espionagem da NSA prejudicaram a relação entre Dilma e Obama. Temer foi um desastre. Acho que parte dos problemas que o atual governo está enfrentando nas relações internacionais foi provocado pelo ministro no Itamaraty.

Space Jockey
Space Jockey
8 meses atrás

Sucataaa !! Quem teve o Japão roçando a nuca no passado não tem marinha de mentirinha.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
8 meses atrás

Essas OHPs australianas estão bem melhores do que as americanas são mais novas e passaram por um extenso programa de modernizaçao em 2010. São relativamente bem armadas, seu sistema SM2 é bem moderno e prático para lançamento vertical. Um sistema que poderia ser utilizado na Barroso. Sua propulsão é de apenas um eixo o que é menos bom e beberrona, contudo, penso que vale a pena a MB comprar pelo menos umas duas dessas mas, ao Chile já está com elas debaixo do balaio.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Top Gun Sea
8 meses atrás

“ São relativamente bem armadas, seu sistema SM2 é bem moderno e prático para lançamento vertical.”

O míssil SM2 dessas OHPs utiliza o antigo lançador conteirável MK13, com carregador embaixo e que lança um míssil por vez, puxa do carregador, lança outro, e por aí vai.

Os lançadores verticais MK41 são para os mísseis ESSM, foram adaptados num pequeno espaço à vante do velho lançador MK13.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Nunão, eu já vi o sistema de lançamento trabalhando por um vídeo. É tão rápido o carregamento e disparo quanto o sistema de lançamento vertical MK41 conteirável. Acho que esse sistema ficaria bem na Barroso na sua futura MODCOV, exatamente por consumir menos espaço no convés.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Top Gun Sea
8 meses atrás

“ Nunão, eu já vi o sistema de lançamento trabalhando por um vídeo. É tão rápido o carregamento e disparo quanto o sistema de lançamento vertical MK41 conteirável. Acho que esse sistema ficaria bem na Barroso na sua futura MODCOV, exatamente por consumir menos espaço no convés.” Cara, esquece isso. Mk41 é célula, não é lançador conteirável. Mk 13 é que é conteirável. Lançadores conteiráveis com carregador embaixo estão com os dias contados, restam cada vez menos em operação. Quebram, dão muita manutenção, ficam expostos ao tempo. O que tem hoje em dia conteirável é tipo RAM, em posições mais… Read more »

Hermes
Hermes
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Eu compararia o MK-13 com o MK-41 como o MK-13 sendo um canhão, onde você atira e recarrega e o MK-41 um Astros, em que você dispara salvas, só que verticalmente. Basta pensar que hoje os navios sofrem muitas ameaças ao mesmo tempo vindo de diferentes direções e altitudes em ataques de saturação. Até o MK-13 virar para o alvo, atirar, recarregar e virar para outro já era, enquanto o M-41 de células verticais pode disparar vários mísseis quase ao mesmo tempo , inclusive de diferentes tipos em várias direções cobrindo vários alvos 360° ao redor do navio. Essa é… Read more »

Marujo
Marujo
8 meses atrás

Ninguém,aqui, quer as duas La Fayette que serão retiradas da ativa?

Salim
Salim
Reply to  Marujo
8 meses atrás

Caro Marujo, conforme extenso debate anterior as Lafayete serão caras e bem pobres de armamento. Da uma pesquisada no site que VC acha.

Marujo
Marujo
Reply to  Salim
8 meses atrás

As OHPs, mais velhas, também são desarmadas. As francesas, na faixa dos 20 anos, ainda valem uma modernização de meia vida, como as que vão ficar na marinha francesa

Marujo
Marujo
Reply to  Marujo
8 meses atrás

As OHPs americanas, bem entendido

Dalton
Dalton
Reply to  Marujo
8 meses atrás

“Desarmadas” até certo ponto Marujo, pois a marinha paquistanesa adicionou mísseis “Harpoon” à sua adquirida em 2010 com 30 anos de idade sem o lançador de mísseis Mk-13 ou seja, “Harpoon” para “OHPs” e “Exocets” para as “La Fayettes” e se tem um empate. . As “OHPs” vencem no quesito aeronaves embarcadas, dois helicópteros da categoria de um “Seahawk” contra apenas um nas “La Fayettes”. . As 3 “La Fayettes” que serão modernizadas receberão sonar de casco, coisa que uma “OHP” já tem, por exemplo, mas, mesmo assim não deverão durar muito em serviço, só até que as 3 últimas… Read more »

Larri Gonçalves
Larri Gonçalves
8 meses atrás

As belonaves (fragatas Australianas) poderiam ser bem vindas na MB, tendo em vista o estado de penúria das escoltas brasileiras, oxalá se 3 fragatas classe Niterói, sejam restauradas, digo, restaurada, tendo em vista o estado das mesmas, porque modernização ou reforma é um termo mais adequado a essas fragatas, diga-se de passagem foram modernizadas no ano de 2000. Alguém pode dizer, olha chega de coisas velhas é mais problemas, mas esquecem que não há recursos para comprar uma FREEM, uma F100 espanhola, ou coisa parecida, na minha opinião o ideal seria as escoltas oferecidas pelo Japão, que além das escoltas… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
8 meses atrás

Parece que os australianos querem mais de U$ 250 mi em Cada. Acho difícil. As OHP americanas foram Doadas para Taiwan e a revitalização + modernização custou U$ 95 mi cada. Bem mais barato que as australianas, mas obviamente menos modernas. Eu já prefiro investir esse dinheiro no Slava ucraniano. Compra o Cruzador por U$ 30 mi e investe U$ 250 mi em sensores e armamentos Fora dos fornecedores tradicionais e mais caros. Em vez de pagar os olhos da cara em SM-6 ou Aster-30, devemos procurar Barak com os israelenses ou melhor ainda o Unkhonto-R e um Super Marlin… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Quando o Slava surgiu aqui, o maior impedimento para não considerar a “doação” foi a ocidentalização.

Colombelli
Colombelli
8 meses atrás

Se uma compra de oportunidade não for feita vai ficar so 5 logo logo. Não sei se estas ai seriam plausiveis, pois não temos dados concretos pra concluir, mas posso afirmar que esperar demais podera nos deixar sem nada. Não podemos “torar na hora” como ja fizemos outras vezes. As tamandares por ora são so um projeto que podera ter percalços. Estamos em um fio de navalha.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
8 meses atrás

Não reparei se alguém atentou para essa parte do texto: “ Ela passou a maior parte de 2018 e 2019 em operação no exterior, incluindo um desdobramento de quatro meses no norte da Ásia no início deste ano, onde conduziu operações internacionais de vigilância marítima para aplicar sanções contra a Coreia do Norte.” Ou seja, navegou muito no último ano e meio, longe da base. Pelo lado positivo, isso indica que esteve bem operativa nesses últimos dois anos. Pelo lado negativo, depois que voltou provavelmente a fragata já encostou no cais e nada deve ter sido feito até a desativação.… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Existe alguma chance de um acordo tipo eles fazem a manutenção e atualizações necessárias e uma Marinha estrangeira paga por isso?

A BID deles faturaria…digamos na casa de 70 milhões de dólares (é só um chute) para cada fragata…ou fecha um pacote com o que eles não querem mais e paga para atualizar lá.

Acho que não faz sentido trazer navio velho para fazer manutenção aqui principalmente porque não temos nenhuma delas. E porque armário sempre tem esqueleto.

Acho, ainda, que poderíamos ter programas paralelos. Tamandarés e oportunidades. Um não afetaria o outro.

Mas eu só acho.

Leandro
Leandro
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Bom dia, toda vez vez que sai alguma notícia no mundo sobre alguma fragata que será desativada, nós ficamos debatendo sobre a MB comprar ou não. A MB precisa de escoltas pra ontem, mas em que ponto teremos algo de concreto? Até que ponto a quantidade de 2-Classe M ou 2-Adelaide ou 2-La Fayette seriam interessantes para a MB, pois levando em consideração todas nossas escoltas que serão desativadas na próxima década, penso que na possibilidade a MB deve focar em três classes, as Type-23, as Anzac e as Halifax, pois são navios que no caso de oportunidade de compras… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Acho ate positivo esta revitalização ser feito lá com acompanhamento do futuro comprador, afinal eles fabricaram e fizeram manutenção todos estes anos, o comprador aprenderia bastante.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
8 meses atrás

Oba…..

Flanker
Flanker
8 meses atrás

Compra de navio usado é o ideal? Claro que não! Mas, aqueles que criticam compras de oportunidade por serem sucatas, velharias, etc…poderiam dar a receita – FACTÍVEL – para a solução do desmantelamento e inexorável fim da Força de Superfície da MB…. A MB planeja: – Das 6 fragatas classe Niterói, reformar e fazer um upgrade das 3 “melhores”…. Já tem o dinheiro? Tem previsão orçamentária? E quando tiver previsão, o dinheiro não vai ser contingenciado? Quanto tempo vão durar os obras em cada um desses 3 navios? Durante esse tempo, esse navio obviamente fica indisponível, o que diminui mais… Read more »

Roberto
Roberto
8 meses atrás

RESPEITEM-se, por favor!!!!

Marcelo R
Marcelo R
8 meses atrás

Sr. Fernando “Nunão”, as explanações foram muito interessantes, vejo a necessidade de que possamos colocar tudo isso no Poder Naval como matérias Históricas, para que todos possam ter mais informações sobre os primórdios da Marinha do Brasil e da historia da naus portuguesas, das reconstruções dos navios da Marinha Real Portuguesa pelo Marquês de Pombal, no final do seculo XVI.. Informar os primórdios de cada navio e suas construções, tipos de madeiras e locais das construções. Os estaleiros brasileiros tem muitos navios como contribuição para aquela marinha…

Pedro Bó
Pedro Bó
8 meses atrás

Para quem está chiando com uma eventual aquisição dos navios pela MB, a Classe Adelaide estão equipadas com o radar 2D AN/SPS-49, com mais de 400 km de alcance e usado também pela USN, e pela ROKN e o sonar AN/SQS-56, do qual não há nenhum semelhante no Atlântico Sul. Isso sem contar os mísseis SM-2, que finalmente daria à MB a tão sonhada capacidade de defesa estendida e os ESSM. São navios sem iguais no cone sul no Atlântico Sul. Fechariam lacunas importantes na esquadra.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Pedro Bó
8 meses atrás

O custo, segundo o ministro grego seria de $ 180 mi de Euros para os 2 navios, SEM os mísseis. Para equipar o Mk13 com 40 mísseis entre SM-2 e Harpoon + o Mk41 com 32 ESSM pode colocar um valor de cerca de U$ 150 mi POR NAVIO. Ou seja, pela cotação atual seria U$ 100 mi pelo navio + U$ 150 par armá-lo. U$ 250 mi cada, U$ 500 mi pelas duas Fragatas Adelaide. Não é baratinho, como alguns sonham. Com este valor da para adquirir mais uma Meko A100 (5 em vez de 4) e sobra dinheiro… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Isso tudo é verdade, caro Luís. Mas quando chegaria essa quinta Tamandaré? Somente depois das outras e isso é papo pra além de 2030. A não ser que essa unidade adicional fosse contratada diretamente da Alemanha. Nesse caso não seria necessário esperar o fim das obras de adequação e da qualificação dos trabalhadores no estaleiro Oceana (que fatalmente terão que ocorrer depois da assinatura do contrato e antes do batimento de quilha da primeira unidade “brasileira”). Dessa forma o batimento de quilha da primeira corveta poderia ser logo após a assinatura do contrato (contanto que as instalações da TKMS em… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  india-mike
8 meses atrás

India-mike acredito que o cronograma apresentado pela MB possa ser cumprido e jamais seria favorável em construir uma unidade na Alemanha. O Brasil precisa de empregos muito mais do que precisa de Fragatas.

A unidade adicionada (5a) poderia ser produzida logo em seguida e ser entregue em 2028.

india-mike
india-mike
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Quanto ao armamento das Adelaide, não acredito que a MB os adquirisse integralmente como vc colocou, principalmente pela questão custo. Não acredito que nenhum SM-2 seria comprado e tampouco os Harpoon. Quanto aos ESSM (que especula-se custam cerca de US$1mi a unidade) acredito que a MB ficaria satisfeita com entre 8-16 mísseis por navio (já contando os sobressalentes), o que diminuiria o seu custo enormemente (de uS$150mi para 16mi por navio…). A capacidade real de combate tb diminuiria, é claro, mas não acredito que essa seja a preocupação principal da MB, mas sim a capacidade de poder operar um meio… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  india-mike
8 meses atrás

India-mike, nesse caso o ideal seria a MB adquirir outro navio então. Para que adquirir uma Adelaide que é uma Fragata de defesa aérea se vamos utilizá-la como uma Corveta de emprego geral?
Aí é melhor comprar as Lá Fayette, então.
Ou ainda, investir os U$ 232 mi na modernização de 3 FCN e o troco em navios patrulha.

india-mike
india-mike
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Luís, o problema é que o ideal nunca é possível. O ideal em escoltas usadas era ter comprado as T23 há 10 anos atrás, mas o Chile levou e não desenvolvemos a máquina do tempo ainda. As Lafayette são interessantes, embora não façam ASW, e não estão disponíveis… provavelmente só em 2023. Estamos falando sobre as OHP e as Adelaide pois são basicamente a única coisa disponível no momento. Não acho q valha a pena fazer um upgrade nas OHP, e as Adelaide como já sofreram o upgrade, poderiam ter suas capacidades simplificadas para se encaixar no orçamento da MB… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  india-mike
8 meses atrás

Sim. Sem problemas. Eu penso que o Brasil é muito grande. Devemos priorizar a indústria nacional. Geração de empregos. Dominar as tecnologias, etc. Não vejo com bons olhos gastar milhões de dólares em mísseis estrangeiros quando temos a oportunidade de termos os nossos próprios mísseis sozinhos ou através de parcerias como a que fizemos com a África do Sul no A-darter. Também acho que gastar 300 mi de dólares para armar as Adelaide com mísseis sm-2, Harpoon e ESSM americanos, é um dinheiro mal gasto. Muito melhor investir esses 300 mi de dólares no MANSUP, no AVTM, no Unkhonto e… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

O dinheiro da compra das Adelaide ou decqualquer outro navio usado, pode ser usado para comprar uma ou mil Tamandaré…….mas, porém, contudo, todavia, entretanto, o navio ussdo pode chegar em um intervalo de tempo beeeeem pequeno (lembram do tempo que o Ocean/Atlântico levou entre ser descomissionado, revisado entrefue e estar operacional na MB?) e o navio novo, seja ele qual for, demora muuuuito mais tempo para ser entregue e começar a operar….e no caso das Tamandaré será maior ainda, pois nem se tem previsão do início da construção da primeira. E o problema dos escoltas da MB é exatamente esse:… Read more »

rommelqe
rommelqe
Reply to  Flanker
8 meses atrás

Concordo!

Adriano Madureira
Adriano Madureira
8 meses atrás

Se for para comprar algo usado, que se compre ao menos algo mais novo…
Chega de navio velho, esse navio australiano pode ser até moderno em seus sistemas de armas e navegação, mas mesmo assim não deixará de ser algo caro de manter.
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Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Adriano Madureira
8 meses atrás

O relógio está andando e a realidade é triste.

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Dalton
Dalton
Reply to  Adriano Madureira
8 meses atrás

E no caso da “Niterói” e da “Jaceguai” ambas se foram antes do que especulado no gráfico e o mesmo poderá ocorrer com outras unidades!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Com a venda dos submarinos para o Peru a MB está confessando que não tem como fazer manutenção de submarinos. Continuaremos a comprar e comissionar unidades novas e vender quando necessitarem de reparos mais elaborados. O Peru faz saber que tem reparos navais a altura dos submarinos que vai adquirir. Nada como um IKL em condições de operação ao invés de esperar décadas pela construção de um novo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luiz Floriano Alves
8 meses atrás

“a MB está confessando que não tem como fazer manutenção de submarinos.” Não tem agora. Mas teve até um passado relativamente recente, tanto que, excetuando-se o Tikuna, que é o mais novo, todos os submarinos já tinham passado por pelo menos um PMG nessas últimas décadas. E pode voltar a ter no futuro. A Marinha já viveu diversos ciclos de situações precárias e se recuperou, assim essa fase não será necessariamente eterna, apesar de já durar muitos anos, por conta de crise econômica e de decisões que não combinaram com as capacidades financeiras e a realidade da situação da esquadra.… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
8 meses atrás

A Melbourne foi lançada à água em 1989. O Cruzador Ucrayina foi lançado à água em 1990. É 1 ano mais novo. Aos que me negativaram, me expliquem porque uma Fragata com 30 anos de Uso em água salgada com quase 1 milhão de milhas navegadas e custando U$ 250 mi, sem nenhuma comunalidade com as Meko A100, utilizando outro sistema de gerenciamento de combate, sensores e armamentos diferentes das Meko A100, serve para a MB, mas um Cruzador muito mais imponente com os mesmos 30 anos de vida, porém sem Uso e em água doce, com as turbinas entregues… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Não vou entrar no mérito das qualidades de um navio e outro, mas o problema da MB é tempo! As Adelaide, ou outro navio usado nas mesmas condições, estão praticamente prontas para uso…..e o navio citado por ti? Quando anto tempo levaria para entrar em serviço? É o mesmo que construir um navio novo….e é só um….não soluciona também o problema da quantidade de meios disponíveis…..

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Flanker
8 meses atrás

O Cruzador não resolve o problema de falta de escoltas com aposentadoria de quase toda força de superfície da MB nos próximos anos. Da mesma forma 2 Fragatas Adelaide também não resolve esse problema. São 6 FCN + 2 Greenhalgh + 4 Inhauma. Apenas para manter a patética quantidade de 8 Fragatas e 4 Corvetas, precisaríamos de 8 Fragatas além das 4 Corvetas Tamandaré. 8 OHP americanas resolveriam o problema quantitativo. Podendo aposentar as 6 FCN e as 2 Greenhalgh. Resta saber se é ou não uma boa solução do ponto de vista financeiro e de capacidade militar. Como pontos… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

29/10/19 – terça-feira, bnoite, L.Henrique, seu comentário é enriquecedor, entretanto, o Slava seria somente 1(um), as bicudinhas (OHP), duas Adelaides teoricamente estariam totalmente operacionais, com mais 6 OHP desdentadas dos USA poderiam vir preço básico, ou uma doação no estado. A pergunta: não seria possível retirar sistemas/radares/sonares/armas das FCG, FCN, teríamos de imediato 2 operacionais, teríamos em princípio tudo ja/ou ainda retirando da Niterói, e, iríamos descomissionando uma de cada vez e transferindo os sistemas/armas etc…. isto é possível??? Período de 3/4 anos teríamos as 6 operacionais. É, pelo que falam aqui as turbinas já são conhecidas da MB. Está… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Vovozao
8 meses atrás

……escoltas….

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Vovozao
8 meses atrás

A MB parece que pretende revitalizar ou modernizar 3 FCN. Se forem as mais novas estamos falando de navios comissionados em 1978, 1979 e 1980. A Greenhalgh é de 1979 e a Rademaker de 1980. As OHP americanas disponíveis para venda são 7, se não me engano. 3 comissionadas em 1983, 3 em 1985 e 1 em 1987. Portanto não são navios tão mais novos que as 3 últimas Fragatas Niterói e as 2 Greenhalgh. Nos próximos 5 anos vamos aposentar Fragatas com média de 45 anos e vamos comprar fragatas OHP com média de 40 anos ? Será que… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Eba. O Slava voltou.

Dalton
Dalton
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Luis… . esse cruzador não recebeu manutenção nenhuma nesses 30 anos, inclusive pelo que já li havia medo que houvesse alagamento e ele viesse à afundar, acarretando em mais prejuízos para reflutua-lo ou seja às condições são péssimas e só vem piorando. . Além do mais o cruzador nem foi concluído e especula-se que US$ 30 milhões seriam o suficiente apenas para termina-lo, mas, trata-se de especulação e não uma certeza. . Também não houve interesse pelo cruzador, ao menos não seriamente, de ninguém e a grande maioria de comentaristas muitos dos quais de ótimo nível afirmam que não vale… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Sim. Lembro-me dos comentários.

Mas uma coisa é comentar no sofá. Outra é ir lá.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Caro Dalton, se o cruzador estiver realmente em péssimo estado, basta declinar. Mas caso o cruzador possa ser entregue em bom estado por um custo de U$ 30 mi ou próximo disso, não seria uma boa compra de Oportunidade? Em matéria no defesanet, os ucranianos informaram o seguinte: “Transferência para a MB do cruzador de mísseis de “Projeto 1164” (“Atlant”), que será restaurado e desmilitarizado na Ucrânia para posterior entrega no Rio de Janeiro. De acordo com a decisão da Marinha quanto ao emprego do navio e sua nova configuração, esse importante meio naval será modernizado por especialistas ucranianos, já… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Não consigo enxergar dessa forma Luis…de um lado o “Moskva” que tem sido bastante usado, mas, tem recebido as devidas manutenções
e de outro lado um navio incompleto e “enferrujado” onde mal se tem dinheiro para a manutenção básica que impede alagamento e incêndio que foi degradado ano após ano e o governo da Ucrânia desesperado tentou empurrar para alguém.
.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Dalton
8 meses atrás

Esse cruzador largado num cais tem tudo pra virar o “Osório” dos comentários sobre navios das próximas décadas. Nunca vão deixar ele descansar em paz.

Ozawa
Ozawa
8 meses atrás

Enquanto isso, no Programa “O Cockpit da Verdade”, o Comandante da Marinha, na cabine de um Skyhawk estilizado, e mesmo assim obsoleto até para uma brincadeira naval, com fone nos ouvidos, tocando aos últimos decibéis o Cisne Branco pela Banda dos Fuzileiros Navais, aguardando acender a luz vermelha no painel recauchutado pela Embraer para então responder no fone do capacete: APRESENTADOR: Almirante, o senhor troca o NPHMxyz Atlântico + os Tracker + os Trader + os Skyhawk + toda e qualquer pretensão de asa fixa na Marinha perpetuamente [ouve-se nesse momento uivos orgásticos na platéia] por 2 Adelaides australianas +… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Ozawa
8 meses atrás

Ozawa, olha q vc está quase me convencendo com um combo desses (e olha que eu nem acho q precise sacrificar a aviação naval pra isso)

3 (RAN) + 3 (USN, sendo uma só para spares) poderiam dar baixa simultânea nas 2 FCG, em 2 FCN e na Júlio de Noronha.

As australianas mostrariam os dentes enquanto as americanas fariam número, trazendo alguma padronização e mantendo doutrina além de darem um bom refresco na esquadra, permitindo a revitalização de 2 ou 3 Niterói.

E pode ir reservando bastante combustível pras LM2500 e um tanqueiro pra andar junto delas.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  india-mike
8 meses atrás

“ 3 (RAN) + 3 (USN, sendo uma só para spares) poderiam dar baixa simultânea nas 2 FCG, em 2 FCN e na Júlio de Noronha.”

Pra que dar baixa na Julio de Noronha? Ao contrário das demais da classe, ela mal acabou de sair de um extenso PMG que incluiu modernização de parte do sistema de propulsão, e diversos outros detalhes. Tem que servir por mais dez anos pra justificar o investimenro.

india-mike
india-mike
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Bem Nunao, acho q essa baixa se justificaria pela completa obsolescência deste meio. Ela está parada no tempo, nos anos 80. Sua validade como navio de guerra hoje é completamente discutível e nem ao menos sabemos quais dos seus sistemas obsoletos estão funcionando (pois é certo que muitos deles não estão). Outro fato seria pela simplificação logística (principalmente agora que ela é filha única de mãe solteira). Enfim, acho que temos que parar de acender vela boa pra defunto ruim. Infelizmente, hoje, ela é um dos poucos escoltas que navegam, então ainda é necessária. Mas assim q chegar reforço (se… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  india-mike
8 meses atrás

India-Mike,
Compreendo seus argumentos, mas aqui no site tem várias matérias sobre o PMG e modernização de parte do sistema propulsor e outros itens da Júlio de Noronha. Não é um navio no estado da arte mas não dá pra comparar com o Mattoso Maia. Tem que servir por mais dez anos sim, não é questão de mentalidade nesse caso.

india-mike
india-mike
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Nunao, eu tenho que discordar. O juarez aliás deu uma explanação muito boa ali em cima sobre manutenção de doutrina operacional. Em quanto daquilo a Júlio de Noronha pode ainda contribuir? No seu CMS Ferranti mais velho que o 386 da vovó e que não guarda semelhança com nada minimamente moderno? No radar AWS-4 (idem)? No sistema de guerra eletrônica? (será que funciona?). Qual a situação do seu sonar de casco? Não sei nem dizer se o seu radar DT ainda é capaz de fazer um solução de tiro minimamente precisa pro 4.5. Ok, o grupo propulsor “levou um tapa”?… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  india-mike
8 meses atrás

Por um lapso da produção o apresentador de “O Cockipit da Verdade” não incluiu a Júlio de Noronha no combo da troca … Em um próximo programa, seguramente, ele inclui …

india-mike
india-mike
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Aliás Nunao segui sua sugestão é fui dar uma pesquisada aqui sobre os trabalhos nas CCI… Realmente tem várias matérias, mas essa acho interessante https://www.naval.com.br/blog/2015/05/02/sopro-de-esperanca-provas-de-mar-da-corveta-julio-de-noronha-comecam-no-meio-do-ano/ Veja quanto que a MB sangrou com esses navios. A Frontin já tinha dado baixa, mas repare que logo depois foi a Inhaúma. A Jaceguai ainda sangrou a MB por mais 4 inúteis anos até silenciosamente dar baixa esse ano (lembrando que elas já estavam paradas bem antes de 2015). A Júlio de Noronha já estava se preparando pra fazer testes de mar naquela época, mas só no início deste ano conseguiu lentamente voltar ao… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  india-mike
8 meses atrás

“Veja quanto que a MB sangrou com esses navios. A Frontin já tinha dado baixa, mas repare que logo depois foi a Inhaúma. A Jaceguai ainda sangrou a MB por mais 4 inúteis anos até silenciosamente dar baixa esse ano (lembrando que elas já estavam paradas bem antes de 2015). A Júlio de Noronha já estava se preparando pra fazer testes de mar naquela época, mas só no início deste ano conseguiu lentamente voltar ao setor operativo.” India-Mike, quanto sangrou? Não sei os valores, mas provavelmente muito pouco (comparado a outros navios em atividade ou em reparos extensos) no caso… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Quanto a “Não fazer isso, tendo investido nos grandes reparos e pequenas modernizações” talvez vc tenha perdido o meu comentário acima (o que eu cito o juarez…)

Enfim, temos visões bem diferentes desses navios Nunao, e não tenho a pretensão de mudar a sua. Respeito demais a sua postura e sua opinião e fico muito feliz que vc tenha encontrado tempo para voltar a ser mais ativo no site.

Aliás, já ouvi a opinião do Galante e do Poggio sobre as OHP/Adelaide mas não lembro de ter ouvido a sua…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  india-mike
8 meses atrás

Não perdi os comentários, India-Mike. Não temos visões assim tão diferentes não sobre o que se precisa para o futuro, estou apenas evidenciando, com fatos, um caso específico que é o da Júlio de Noronha. Sobre OHP, na minha visão elas não trariam nada de muito melhor (comparado ao custo de adquirir, renovar e manter seus diversos sistemas em fim de vida útil) em relação às atuais escoltas da Marinha, hoje, excetuando-se a capacidade de operarem com dois helicópteros do porte do Sea Hawk como diferencial importante. Teriam sido muito mais úteis 10 anos atrás. Prefiro ver a esquadra diminuir… Read more »

rommelqe
rommelqe
Reply to  Ozawa
8 meses atrás

sensei rakasê OSAWA san: ri scorpénicamente….

sub urbano
sub urbano
8 meses atrás

Não temos sequer Fragatas direito… imagina o que 2 ou 3 submarinos inimigos fariam em uma costa do tamanho da do Brasil… Tudo o que ousasse navegar seria alvo. Não temos nem meia dúzia de navios com capacidade antisubmarina, seria perigoso até para o Atlântico e o Bahia operarem.