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Marinha norte-americana pede ajuda a empresa de cruzeiros marítimos para resolver problemas de manutenção de seus porta-aviões

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Executivos da Carnival Cruise Line, maior empresa de cruzeiros do mundo, foram consultados por oficiais da US Navy para identificar possíveis soluções

O vice-almirante Tom Moore, chefe do Comando de Sistemas Marítimos Marítimos, “há alguns meses” se reuniu com vários membros da empresa de cruzeiros marítimos “Carnival Cruise Line” (incluindo o vice-almirante aposentado William Burke, agora diretor-marítimo da empresa) para discutir “como fazer a manutenção dos navios no estaleiro tão rapidamente e efetivamente quanto nós”, disse um porta-voz da Carnival ao site Business Insider.

Um porta-voz do secretário da Marinha dos EUA (US Navy), Richard Spencer, confirmou ao Business Insider que a reunião ocorreu, observando que “o Departamento da Marinha deve fazer todos os esforços para manter e expandir nossa vantagem competitiva”.

“[Spencer] conheceu ou falou com empresas de diversos setores, oferecendo perspectivas diferentes sobre manutenção, gerenciamento da cadeia de suprimentos, gerenciamento de pessoal e outros tópicos”, disse a porta-voz do secretário Spencer, Sarah Higgin.

Não seria a primeira vez que Spencer citaria a empresa Carnaval no contexto de questões urgentes que a Marinha enfrentava. Durante uma entrevista com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, no início de dezembro de 2018, Spencer detalhou a necessidade do serviço realizar operações de liberdade de navegação no Ártico, a fim de potencialmente ajudar navios de cruzeiro ociosos.

Duas semanas após os comentários de Spencer, a Carnival anunciou que a empresa havia arrecadado cerca de US $ 18,9 bilhões em 2018, um ano recorde para a maior companhia de cruzeiros marítimos do mundo e suas 105 embarcações.

Por outro lado, sete dos 11 porta-aviões da Marinha atualmente não conseguem operar devido a problemas inesperados e manutenção programada.

De fato, o USS Gerald R. Ford, navio que custou US$ 13 bilhões, acabou de retornar de vários dias de provas de mar, após 15 meses de reparos para corrigir uma série de problemas técnicos em andamento.

“Tenho uma demanda por porta-aviões no momento que não posso atender”, disse Spencer em um evento da Heritage Foundation na quarta-feira passada. “Navegamos extensivamente com esses navios nos últimos dez anos sem fazer a manutenção apropriada? O tribunal está próximo de concluir que sim.

“Estamos indo atrás? Sim, estamos indo atrás de todas as maneiras que pudermos” – completou ele.

FONTE: Business Insider

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Naval

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Esteves
Esteves
10 meses atrás

Podemos mostrar a eles como resolver problemas com manutenções. É só não fazer.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Esteves
10 meses atrás

Errou de país. Esse aí que você fala chama-se República Argentina.

Beserra(FN)
Reply to  Esteves
10 meses atrás

Pelo contrário amigo, aqui fazemos tirando leite de pedra. Nossos homens e mulheres que manutem nossos navios estão entre os melhores do mundo. Peço também que outros não confundam falta de verbas com falta de competência ou descaso, sei que não foi sua descrição, só estou alertando aos demais.

Esteves
Esteves
Reply to  Beserra(FN)
10 meses atrás

Motivos.

O que importa é o resultado. Se faz, faz. Se não faz, não faz.

E podem ir parando com o mimimi porque todos reconhecem o valor dos marinheiros.

Francisco Santos de Oliveira
Reply to  Beserra(FN)
10 meses atrás

Santas dipLomacias, Batman. Mande às favas e pronto. Tratar com panos quentes uma “inteligência” que preconiza deixar de lado a manutenção de ativos de 13 bilhoēde dólares. Simplesmente idiota…

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Beserra(FN)
10 meses atrás

Sei não. O Ceará ficou a deriva na primeira viagem após anos em manutenção.

FERNANDO
FERNANDO
10 meses atrás

??? Não sabem consertar el problema????
Os Estados Unidos não sabe consertar o problema???
Dizem que o Pé Grande existe! Eu acredito!

T-Shark_AZM
T-Shark_AZM
10 meses atrás

Pois é …
… a gente só se dá conta que a manutenção foi inapropriada quando sofremos as consequências da falta dela.
Surpresa mesmo é ver isso acontecendo na marinha mais poderosa do mundo, onde a gente imagina que esse tipo de cuidade é levado a sério.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  T-Shark_AZM
10 meses atrás

Pra vc ver…

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  T-Shark_AZM
10 meses atrás

Nada anormal depois de dois mandatos democratas seguidos… Parece o que aconteceu na MB nas últimas duas décadas!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
10 meses atrás

O problema é que as manutenções e em especial as manutenções preventivas geralmente são menosprezadas, que podem ser deixadas de lado ou adiadas e que isso não vai gerar muita dor de cabeça, mas a falta de uma manutenção preventiva apropriada gera custos mais altos nas manutenções corretivas. Junta-se a isso a ideia de economizar o máximo possível na compra de suprimentos pelo setor público, isso tem o seu lado bom na economia de recursos públicos mas também tem o seu lado ruim como a compra de materiais de qualidade inferior, e isso como mostra a matéria não é só… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fabio Araujo
10 meses atrás

Olá Fabio. Talvez o problema seja que a USN se tornou cara demais. Talvez as premissas sobre as quais ela foi planejada estejam defasadas. Talvez os EUA precisem reduzir os gastos com defesa, entre outras coisas. No início do Sec XX, a RN consumia 80% dos recursos militares da Inglaterra e a corrida armamentista com a Alemanha do Kaiser pela supremacia naval consumiu recursos gigantescos. Aliás, o exército alemão no início do Sec XX era a maior despesa, com um orçamento muito maior que qualquer outro gasto público.

Dalton
Dalton
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Vale lembrar que os últimos governos dos EUA exigiram mais de uma marinha com menos navios. . Uma das práticas “criminosas” foi manter 2 NAes ao mesmo tempo no Oriente Médio ainda no início dessa década e esse tipo de atitude desgastou demais navios e aeronaves e leva-se anos para se voltar a “normalidade”. . O USS George Bush por exemplo deveria ter entrado em manutenção ainda no ano de 2018, mas, foi mantido mais tempo no papel de NAe de prontidão da costa leste e quando finalmente foi colocado em doca seca, em fevereiro último, coincidiu com a entrada… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Obama…

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Fabio Araujo
10 meses atrás

Muito bem citada a manutenção preventiva… há rotinas no sistema de manutenção planejada que cobrem exatamente essa questão… mas ainda tem gente que acha que é só deixar “desligado” que resolve… “assim, não gasta”… surpresas ruins acontecem quando esses incautos partem o equipamento…

Luiz Trindade
Luiz Trindade
10 meses atrás

Enquanto isso a China esta se beneficiando da ferramenta do dito inimigo do seu sistema político, Livre Mercado, para continuar lançando mais aviões, mais navios, etc…

Sergio Prado
Sergio Prado
10 meses atrás

…as coisas estão saindo do controle ou é impressão minha???????

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Sergio Prado
10 meses atrás

A partir do momento em que uma “bala de canhão” do Zwmalt custaria mais do que um missil de Cruzeiro Tomahawnk, e que o programa F-35 custou quase 1 trilhão e ainda tem alguns problemas, então sim, o negócio saiu de controle.
E não há nada o que possa ser feito sobre isso, porque a China tá logo alí, se aproximando, e se manter como superpotência é caro mesmo.

Dalton
Dalton
Reply to  Willber Rodrigues
10 meses atrás

A “bala de canhão” Wilber acabou custando muito caro, porque apenas 3 navios e 6 canhões acabaram sendo autorizados ou seja, não houve economia de escala e o terceiro navio só não foi cancelado porque pouca economia se teria feito depois de se pagar as multas devidas, mas, o que importa é que a classe foi cancelada e se voltou a construir o ” Arleigh Burke” e há até uma nova versão em construção, o “F III”. . O “trilhão” envolve milhares de aeronaves durante décadas que permanecerão em serviço e os problemas estão recebendo atenção, eventualmente até se encontra… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Mas é um erro de abordagem do problema a se resolver Mestre Dalton, eles brincam e arriscam muito seu orçamento. Ao tempo que estavam desenvolvendo este canhões, o exercito, boeing e saab estavam com as GLSDB´s em franco acerto e sucesso. As GLSDBs poderiam substituir os canhões por uma fração infima do custo. Claro que talvez não cubra todos os espectros, mas por uma fração, alcançaria 90% dos requisitos….e assim, o projeto como um todo não ficaria encalhado…. O DDG1000 surgiu e cresceu em torno da justificativa de seus canhões….operação de NSFS na veia….sem os canhões, ele tem de fazer… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
10 meses atrás

Carvalho… o canhão do “Zumwalt” foi projetado e desenvolvido muito antes e foi construído com apenas um tipo de munição em mente e sem economia de escala a munição tornou-se cara demais, ou seja, é sempre fácil apontar erros com os olhos de hoje, mas, na época pareceu uma boa ideia. . O primeiro navio da classe teve sua construção autorizada apenas em 2008, portanto, muito antes disso, se iniciaram os planos para construção e alocação de recursos. . Houve um certo exagero na época quanto a necessidade de tanto apoio de fogo naval que teria resultado em uma classe… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Sergio Prado
10 meses atrás

Está muito longe ainda de ocorrer Sergio, apesar dos problemas ! . O USS Nimitz recém retornou de alguns dias de mar conforme o “facebook” do navio onde já se foi embarcada parte da munição e em breve se iniciarão certificações e exercícios, . O USS D.Eisenhower já encontra-se em um período intermediário de treinamento; . O USS Theodore Roosevelt de fato estava passando por um período de manutenção de 2 meses, dentro da normalidade, agora encerrado, mas, também já encontra-se em uma fase intermediária de treinamento, não irá começar do “zero”; . O USS John Stennis, deixou Norfolk e… Read more »

A. Assemany
A. Assemany
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Já se comenta um possível retorno do BiG E … Por um tempo, até o lançamento do “New BiG E” (o retorno do jedi).
Será possível?

Dalton
Dalton
Reply to  A. Assemany
10 meses atrás

Nunca foi possível Assemany pois ele nem mesmo foi para a “reserva”. O “Big E” foi retirado de serviço em dezembro de 2012 e em seguida começou o processo de inativação onde o “combustível nuclear residual” foi retirado ou seja ele perdeu a capacidade de navegar. . Não apenas isso, mas, ele também foi cortado a ponto de facilitar a futura retirada dos reatores que serão estocados em terra depois que ele contornar à América do Sul rumo a costa oeste sob reboque. . Talvez você tenha ouvido falar sobre um possível retorno do “Kitty Hawk” este sim permaneceu na… Read more »

Kemen
Kemen
10 meses atrás

A China também vai aumentar suas despesas de manutenção, agora tem muitos navios novos e com o tempo os intervalos de manutenção vão diminuir, a substituição de partes vai ter uma incidencia maior, com isso os custo de manutenção vão aumentar. É isso ou encostar os navios.

teropode
10 meses atrás

A USnavy procura na iniciativa privada técnicas de manutenção que possam “manter “e expandir as capacidades competitivas , estão procurando aprimorar a engenharia de manutenção e para isso querem mesclar com a experiência de empresas privadas , uma atitude esperada de uma grande nação, normal para que é senhor do próprio destino , não vejo razões para críticas desconstrutivas .

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
10 meses atrás

Tá de sacanagem: a Navy buscando dicas nos piratas do turismo? Cadê o legado do NavSea, cacilda? Isso que dá o progresso da desmoralização das armas: um Chelsea Manning sai rindo todo poderoso do inferninho que criou. Essa última frase é só pra entendedor, OK?

Augusto L
Augusto L
10 meses atrás

Mentalidade de empresa, coisa profissional, dos militares americanos.
Ainda de alguém falar pra um oficial das nossas forças armadas para fazerem um benchmarking em empresas privadas para adotarem prática mais eficazes.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
10 meses atrás

Há de alguém *

Beserra(FN)
Reply to  Augusto L
10 meses atrás

É mais do que comum a consultoria e parcerias com empresas privadas nas Forças Armadas do Brasil, apesar de alguma resistência. Por exemplo, a MB está na luta para implantar a metodologia LEAN, muitos oficiais estão se Certificando Green Belt, Black Belt e até Master Black Belt. Praças Graduados Certificados em Yellow Belt e Green Belt.

marcus
marcus
10 meses atrás

E no famoso país da America do Sul, conhecido como Banânia, a marinha pede ajuda aos índios e caiçaras para ajudarem na manutenção das canoas.

Esteves
Esteves
10 meses atrás

Olha…aquela sugestão dos mercantes multiproposito que podem ser navios de guerra…a proposta do Camargo…3 meios…fragatas ligeiras, NAes de 45 mil toneladas, patrulhas oceânicos.

Eu acho que aquelas propostas encaixam-se nisso daí.

Esteves
Esteves
Reply to  Esteves
10 meses atrás

Do Carvalho. Não é do Camargo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
10 meses atrás

rzrzrzr

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
10 meses atrás

É aquela estória…. Um Super Carrier no papel é mais economico e efetivo???? Sim!!!!! Sem dúvida!!!! É mais arriscado? Muitos ovos na mesma cesta??? Compromete a disponibilidade de avião nos ceus sobre o oceano??? Sim!!!! Sem Duvida!!! E olha que eles tem 12 e tudo leva a crer que ainda assim está abaixo da massa critica para prevenir estas situações…. Quem vai salvar a pele deles serão os LHA com F-35B….muitos podem ficar colericos com o que digo, mas numa escala de combate ou guerra contra uma superpotencia como a China, os LHA´s não terão ou possuem coerencia em ser… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
10 meses atrás

A US Navy tem 11 “Super Carriers” não 12 Carvalho e não há nem haverá uma disponibilidade muito boa de LHAs/LHDs também e apenas os 2 primeiros da classe “América” terão combustível suficiente para gerar um bom número de sortidas para o F-35B, todos os demais futuros com o retorno de uma doca terão menos combustível para aeronaves ainda que mantenham as boas instalações para manutenção de aeronaves. . Quanto aos LHAs/LHDs eles não foram nem estão sendo pensados para invadir a China, há outras missões para eles e outros potenciais adversários e durante a invasão do Iraque apenas 2… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Os marines vão aprender controle de danos pra ajudar botes da navy a ficarem na luta. Ora, não estão falando só dos L-ships. É bem provável que nunca mais se veja uma operação anfíbia massiva em teatro contestado, nem de meros 1800 a 2000 marines; parece que a distribuição de operações demanda grupos menores transportados em qualquer coisa que flutue. Contra os pés-rapados do mundo, vale o já estereotipado, mas contra competidores aptos/páreos o mecanismo tradicional emperra. Talvez mesmo a própria idéia de contestação armada direta entre os grandes tenha sido posta na geladeira ou esteja em banho-maria pra manter… Read more »

O Marujo
O Marujo
10 meses atrás

Será que nossos almirantes teriam essa mesma humildade em pedir ajuda? Como um comandante disse uma vez pra um certo marujo “…nós oficiais somos descendentes dos Lordes ingleses…”, por aí já temos a resposta. Jamais iam se “humilhar” dessa forma. Imagina… “sou um Lord….”

Erivan de oliveira Correia. MN-SC.Sem
10 meses atrás

Desenvolvo um projeto moderno para porta-avioes que custará apenas 800 milhões. Sem contar com o pessoal da ForcaAerea, para ser operado por 90 tripulantes. Manutenção muito mais economica, pessoal reduzido e mais fácil de operacionalizar. Essa idea de “Cidade Flutuante” esta obsoleta.

A. Assemany
A. Assemany
10 meses atrás

CVN-81 “The New BiG A”?

Dalton
Dalton
Reply to  A. Assemany
10 meses atrás

Ainda não se sabe o nome do futuro CVN 81, mas, o novo “Big E” será o
CVN 80.

Joli le Chat
Joli le Chat
10 meses atrás

Eu ia discorrer sobre como a manutenção no mundo civil estar muito à frente da prática militar em termos de gerenciamento, mas o fato de a empresa em vias de contratação ter um vice-almirante aposentado como diretor marítimo deve contar um pouco, né?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
10 meses atrás

Inteligente.

Renan
Renan
10 meses atrás

Ciclo de vida Deve ser previsto no projeto todo o planejamento de manutenção, para evitar custo desnecessário, garantir a prontidão planejada, e garantir o encerramento das atividades ao final do ciclo previsto. todo bom projeto tem um início, meio e fim. Os custos de manutenção podem ser previsto ainda na fazer de projeto, e o tempo de manutenção para cada fase da vida do equipamento. Para situações de urgência onde o equipamento será utilizado inguinorando o ciclo de manutenção por um determinado período se deve ter um planejamento de revisão geral das possível peças sobrecarregada, porém sendo uma manutenção cara… Read more »

Mattos
Mattos
10 meses atrás

Governo Obama foi o culpado.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
10 meses atrás

Parece offtopic, mas não. Quem tiver paciência (o melhor tá do meio pro fim, praticamente), aqui tem a quadratura do (último) circulo dos mistérios cívico-militares que assombram o Brasil (ao menos de um certo ponto de vista muito qualificado). Tomara que seja útil.
https://youtu.be/Mvp7kRgto68

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
10 meses atrás

Tem mais de oitenta mil pessoas trabalhando no NavSea. Não deve ser falta de gente mas de dinheiro e docas…

Dalton
Dalton
Reply to  Alex Barreto Cypriano
10 meses atrás

É por aí mesmo Alex. Claro que as notícias ruins recebem mais atenção e isso é até normal, mas, tem coisa boa acontecendo também.