Home Aviação Naval FOTO: Caças AF-1 Skyhawk da MB em Recife

FOTO: Caças AF-1 Skyhawk da MB em Recife

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Ontem em Recife-PE, foram fotografados dois AF-1 Skyhawk N-1008 (AF-1B monoposto) e N-1022 (AF-1C biposto) seguindo para Natal-RN, para apoiar a a terceira e ultima parte da operação “Amazônia Azul – Mar Limpo é Vida”.

No trecho final da travessia foram reabastecidos por KC-130H Hércules da FAB.

Os aviões fazem parte do lote de 23 caças-bombardeiros A-4KU Skyhawk II adquiridos do Kuwait em 1997.

Ambos foram modernizados pela Embraer com novo radar e aviônica de quarta geração.

FOTO: Marcos Leandro Pereira, via Valter Andrade

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André Garcia
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Peças de museu.

DinoZoff
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DinoZoff

Resultado dos devaneios da MB, que adora jogar dinheiro pelo ralo. Se não fosse tão mau administrada, mesmo com as verbas curtas, teriam hj 10 fragatas de ponta e 8 submarinos Diesel-Elétricos+aip, isso não tenho a menor duvida. Sub-Nuclear operacional, duvido que saia antes de 2040.

Émerson Gabriel
Visitante
Émerson Gabriel

O pessoal que negativou você e vai me negativar também gosta de dinheiro jogado no ralo. Sem contar o pessoal que tem alergia a palavra: gestão

p m
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p m

Avioes obsoletos, modernizados mas mal armados, adquiridos sem que houvesse qualquer perspectiva real que teriam um NAe para operar.

Vergonhoso.

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Mesmo não sendo modernos ainda podem ser úteis, e comparando com a região ainda são bem capazes!

p m
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p m

Seriam uteis ao menos na funçao antinavio baseados em terra mas a modernizaçao, surpreendentemente, nao inclui essa capacidade.

Ao meu ver isso é feito propositamente pela MB para enfatizar que se tratam de avioes destinados a manter a doutrina embarcada.

Infelizmente nosso almirantado ainda vive um sonho onde a Guerra Fria existe, temos que lamber as botas dos EUA e caçar submarinos sovieticos no Atlantico Sul ao inves de planejar aquisicoes alinhadas com a garantia da soberania nacional.

Rene Dos Reis
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E o ataque a meios de superfície com bombas burras, lastimável

Dodo
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Dodo

Bomba burra ou inteligente, se acerta o alvo faz BOOM do mesmo jeito, como já se comprovou diversas vezes em combates nessa última década, essas bombas tradicionais continuam sendo extremamente importantes para o arsenal de uma nação, e decisivas em conflito. Basta recordar a campanha russa na Síria ou a guerra da Geórgia

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Até aí, se um canhão de 400+mm atinge um alvo ele também faz BOOM, não é por isso que qualquer país continue a utilizar meios ultrapassados como encouraçados.
Você literalmente citou duas campanhas onde DE FATO só havia um lado com chances reais.

alexandre
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alexandre

A questão é, o piloto voltar vivo pra casa, com a arn com tantos misseis anti aereos..

Valter Andrade
Visitante

Tolice sem conhecimento. Quando os chegaram nós já tínhamos programado o NAE São Paulo, e eles estavam em ótimas condições, e a atual modernização deixou ele ainda mais capaz e com mais tempo de vida, isto até a MB definir qual sera seu substituto.

p m
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p m

Discordo. Quando o Sao Paulo foi adquirido era sabido pela MB que era um navio com pouquissima vida util restante e que só poderia operar se sofresse uma reforma extremamente custosa para o qual não havia recursos. A Marinha Francesa vendeu o Foch à preço de sucata por que era sucata e deixou bem claro que a modernizacao seria muito cara.

Infelizmente a imprudencia da MB custou a vida de marinheiros brasileiros que morreram em acidentes com as caldeiras.

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

A foto é legal, e esses caças modernizados, pros padrões da América Latina, estão bons.
Uma pena que estão sem dentes, numa quantidade pífia, e sugando recursos numa Marinha que vive com a corda no pescoço.

PACRF
Visitante
PACRF

Essa estória que esses caças estão de acordo com os “padrões da América Latina” não cola, vide Venezuela. O Brasil necessita ter forças armadas treinadas e equipadas para zelar pelo integridade de nosso imenso território, inclusive as fronteiras marítimas. As forças armadas devem estar a altura de nossas riquezas e de nossa relevância econômica, política e social no mundo e não “só” na América Latina.

Carlos
Visitante
Carlos

Latas Velha , OBSOLETOS e Mal ARMADOS como tudo no BRASIL , Helicpteros ( Todos sem apoio de fogo) MAL Armados , Aviões Mal ARMADOS (A-29) – (AF -1)- (AMX-1) – onde já se viu em 2020 e não temos Helicpteros de Ataque no EXÉRCITO e nem na MARINHA .
Porta Helicpteros trabalhando a Meia Boca ,!?
FALTA é VERGONHA NA CARA isso sim !

JOAO SINFRONIO DE OLIVEIRA
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Temos sim um esquadrão de interceptação e ataque HA-1 em nossa Marinha. Falo com conhecimento. AS aeronaves modernizadas e pilotos adestrados(nossos Linces) inclusive participando no Mediterrâneo (teatro de operações) da UNIFIL.

Dodo
Visitante
Dodo

João não adianta discutir, essa gente não saberia o que são forças armadas nem se fosse em obrigados a servir 10 anos numa força tarefa naval… paciência… São os famosos”generais de teclado”

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Da última vez que chequei os Mi-35 são helicópteros de ataque puro sangue e temos um esquadrão deles no exército. Vamos com muita calma!
Os Super Tucanos são muito bem armados para aquilo que se propõe, contudo, sou obrigado a concordar quanto aos skyhawks e AMX.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“Da última vez que chequei os Mi-35 são helicópteros de ataque puro sangue e temos um esquadrão deles no exército.”

FAB

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Exército???

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Os derramadores de óleo tremem.

Mario SAE
Visitante
Mario SAE

Cara, até hoje ninguém sabe de onde realmente veio aquele óleo. Já aventaram até a hipótese de ter vindo até da costa africana.

Camargoer
Visitante

Olá Mario. Coisa de reptilianos. Vai virar episódio de “alienígenas do passado”.

Mário SAE
Visitante
Mário SAE

Rsrsrsrsrs

Esteves
Visitante
Esteves

Comunistas.

PACRF
Visitante
PACRF

Em nossas desguarnecidas fronteiras marítimas derrama-se óleo, trafica-se de tudo, navega-se sem ser incomodado e pesca-se de tudo sem ser importunado. Só falta algum aventureiro instalar uma plataforma de petróleo e começar a extraí-lo do pré-sal.

Filipe Prestes
Visitante
Filipe Prestes

Ou pior, construindo ilhas artificiais em nossa ZEE rsrs

Rodrigo LD
Visitante
Rodrigo LD

Me lembrou dos ataques de napalm realizados no Vietnã do Sul por A-4 pertencentes à US Navy e USMC, lá nos idos de 1966…só falta agora serem reabastecidos pelos Grumman P-16 dos anos 50 e a trilha sonora do Jefferson Airplane ou Jimi Hendrix de fundo. Abraço camaradas.

Esteves
Visitante
Esteves

Born to be wild.

Mauro
Visitante
Mauro

Lembrando que o Super Étendard que lançou o Exocet contra o navio inglês voava rente ao mar, foi guiado por um Tracker que também voava baixo, só levantou o nariz para lançar seu armamento e voltou, se tivessem mais mísseis talvez tivessem vencido a guerra. Asa fixa naval é muito importante, tudo é um complemento um do outro, submarinos, helicópteros, navios de superfície, asa fixa, etc. Faz muito bem a Marinha do Brasil manter um grupo naval de asa fixa. O valente A-4 Skyhawk é um avião simples e barato de manter, opera embarcado, é portanto um avião naval, foi… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Isso foi há quase 40 anos. Não é um cenário válido para o futuro (no presente o A-4 não dispara mísseis antinavio).

Dodo
Visitante
Dodo

“N é um cenário válido no futuro” alguém deveria avisar as marinhas do mundo q mísseis anti navio aero transportados n são mais relevantes em combates navais pq o Rafael falou em !

Eduardo
Visitante
Eduardo

6 aviões armados com bombas burras. Servem pra que mesmo?

Em tempos de paz sugar dinheiro do contribuinte.
Em tempos de guerra serem abatidos.

Quantidade pífia! Vá saber se acertarão algo quando precise.

Dalton
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Dalton

Foram adquiridos em 1997, 23 unidades, 18 potencialmente modernizáveis, por uma bagatela de 70 milhões de dólares. Infelizmente muita coisa deu errado depois, resta
agora tirar proveito das 6 aeronaves modernizadas como treinamento em conjunto com unidades navais, sem depender de “boa vontade” da FAB.

Pangloss
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Pangloss

Perfeito. A compra foi de oportunidade, e a oportunidade era realmente ótima.
Se não foi adequadamente aproveitada, isso não altera em nada o fato de que, no momento da compra, aquela era a coisa certa a fazer.

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

23? Achei que eram 22.

Quase 1/4 … que vergonha.

E assim vão as modernizações dos AMX, Bandeirantes, F-5 da Jordânia, IKL’S, Fragatas Niterói , T-27 da academia da FAB … E assim vamos canabalizandos os Hércules, P-3 …

Kommander
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Kommander

Kkkkkk

carvalho2008
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carvalho2008

Mas de acordo com o PEAMB, já existem duas propostas de nova modernização dos A-4….

rzrzrrz

carvalho2008
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carvalho2008

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Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Olha os 2 pedalinhos de Atibaia na foto!

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Voto na primeira versão de modernização

carvalho2008
Membro
Famed Member
carvalho2008

ainda devem estar decidindo qual sera a versão da modernização final…kkk
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Paulotd
Visitante
Paulotd

Dinheiro jogado fora. Aviões obsoletos e que custaram um classe Macaé cada contando a modernização. Mais um resultado da péssima gestão da MB

pgusmao
Visitante
pgusmao

Perfeitas tuas colocações, aviões comprados sem porta-aviões que consomem dinheiro que nos falta, mas o absurdo foi a compra dos S-2 modernizados para serem embarcados em navio que não temos, só aqui mesmo, essa compra era para terem processado os responsáveis.

Dalton
Visitante
Dalton

Os A-4s, foram finalmente comprados em 1997 quando havia NAe o “Minas Gerais”, que apesar de não ser uma plataforma ideal para os de última geração do Kuwait , poderiam também ser utilizados a partir de base terrestre, mas, mais importante, a marinha finalmente foi autorizada a possuir aeronaves de asa fixa. . Como um “tapa buracos” entre o “Minas” e um NAe novo, foi também sondado o “Foch” francês que finalmente foi adquirido em 2000 por um preço bastante em conta, 12 milhões de dólares, o que não pagava nem mesmo um FA-18C de então. . Conforme revistas antigas… Read more »

Ozawa
Visitante
Ozawa

A Aviação Naval precisava é de uma Operação Lava-Jatos …
Não iria sobrar caça sobre caça nesse uso indevido de dinheiro público dissimulado como manutenção de doutrina …

Kommander
Visitante
Kommander

Achei que eu era o único a desconfiar da lavagem que tá acontecendo por trás desses contratos de manutenção e modernização.

Rafaelsrs
Visitante
Rafaelsrs

Como ousa seu comunista! Aventar a possibilidade que Oficiais formados em nossas academias são capazes de roubar?! Logo nas academias onde se ensina a Honra, Respeito a cadeia de comando, etc.

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Comandante Almirante Othon está guardado até hoje.

Rafaelsrs
Visitante
Rafaelsrs

O Almirante Othon foi uma vítima do seu conhecimento cara, os EUA não poderiam deixar alguém com tamanho conhecimento nuclear solto no Brasil agora que temos tecnologia para criar nossos próprios submarinos nucleares.
Dentre todos os oficiais generais que temos no Brasil ele, com certeza, está na lista dos que não são corruptos!

Marcilio lemos de Araujo
Visitante
Marcilio lemos de Araujo

Rafaelrs , bom dia, com todo respeito é verdade que na academia ensina aqueles requisitos que nós acreditamos ser os mais acertados para a ocasião mas não se esqueça que alguns anos atrás e recentemente oficial e sargento da Força Aérea Brasileira estiveram envolvidos num tráfico de entorpecentes, o dinheiro as vezes quebra os padrões, abraços.

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Se fosse SÓ a aviação naval … E a compra das Kombis +ToT’s? Vejamos … ssim vão as modernizações dos AMX, Bandeirantes, F-5 da Jordânia, IKL’S, Fragatas Niterói , T-27 da academia da FAB … E assim vamos canabalizandos os Hércules, P-3 … Sem falar a PECHINCHA da venda de 2 submarinos ao Perú. Assim que confirmarem a atualização do 1o IKL, e o encaminhamento do 2o., vem buscar os outros e se não o 5o. também. Estamos a muito muito muito tempo vendendo os Almoços pra comprar as Jantas. E a folha de pensionista e aposentados só aumenta como… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

E os P-16 ….

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Se um dia a sociedade brasileira passasse um pente fino nos gastos ridículos e mal alocados das três forças armadas… Não ia ter guilhotina o bastante pra tanto culpado!

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Concordo mas o corporativismo da área pública é.forte, os militares do alto comando, acham que prestam um favor a nação, não sabem que o povo que paga os impostos é que são os clientes finais deles.
Deve ter muita falcatrua e muita incompetência junta.

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

Parabéns ao Esquadrão. O fato das aeronaves serem ultrapassadas não invalida a iniciativa se se manter proficiência. Infelizmente não temos F-18, mas temos que preservar o que temos, para uma oportunidade futura. Detalhe: essa aeronave é uma aeronave de ataque e se bem mantida podem fazer estragos profundos em quaisquer sistemas de defesa. Duvido que exista algum país da América Latina que não se preocuparia com um elemento de AF-1 em missão de ataque. Os ingleses podem responder melhor do que qualquer um de nós.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Luiz Antônio
Os ingleses ao colocar misseis Sea Wolf não tiveram mais problemas com os Skyhawks. Acredito que se prestam para formação de pilotos militares com enfase no combate naval. Ainda acho que uns 40 Harriers e/ou SHornets seriam mais apropriados para a MB. Itália e US Navy ainda operam SHarrier. Mas, e a verba? Abraço.

Dalton
Visitante
Dalton

A Espanha também tem alguns poucos, a versão americana, AV-8B, mas, ainda não contratou o F-35B enquanto a Itália terá os seus AV-8B substituídos ao longo dos próximos anos e não é a US Navy que opera o AV-8B e sim o Corpo de Fuzileiros Navais.

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

“Pode fazer estrago em qualquer sistema de defesa”
Imagino um A4 atacando com bomba-burra ( que é a única arma que os A4 da MB usam ) um navio com CIWIS ou mísseis AAA de curto e médio alcance…

Dodo
Visitante
Dodo

Tipo na guerra das Falklands, onde eles afundaram 1 destroyer e 2 fragata willber ?

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

1982… literalmente 38 anos atrás.
A guerra das malvinas está LITERALMENTE na metade do caminho entre nós hoje e A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL!
As comparações entre nós e as Malvinas são TÃO absurdas quanto um aficionado da época querendo falar de equipamentos da WWII naquele ponto. Entendo o quão absurdo é?

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

1-isso foi a quase 40 anos atrás. 2-os argies usaram Exocets, e não bombas burras 3-os navios britànicos da época eram de concepções TOTALMENTE diferentes de hoje: eram de alumínio e não tinham sistemas CIWIS, quanto mais mísseis AAA de curto alcance 4-os navios estavam afastados e fora da cobertura aérea do NaE britânico 5-os comandantes desses navios tinham zero experiência nesse tipo de navio Você usa uma guerra de 40 anos atrás pra justificar atacar modernos navios com bomba burra. Como eu fisse, experimente atacar com bomba burra um navio com CIWIS e mísseis AAA de curto e médio… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Wilber,

Só um reparo, sem querer me meter na sua argumentação sobre o tempo presente:

Os jatos de ataque argentinos atacaram os navios britânicos tanto com mísseis Exocet, lançados especificamente de jatos Super Etendard, quanto com bombas burras, lançadas tanto pelos jatos Skyhawk quanto pelos Dagger. E com tiros das armas de bordo também (e nesse caso inclui o MB-339.

A maioria dos ataques argentinos foi usando bombas e a maioria dos navios britânicos afundados também foi por bombas.

Por fim, o item 5 que você escreveu está estranho.

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Sobre o item 5: https://www.naval.com.br/blog/2017/10/18/hms-sheffield-reveladas-as-falhas-que-levaram-ao-afundamento-nas-falklands/

“comissão também concluiu que o “infeliz” comandante do Sheffield, o submarinista Sam Salt, e seu imediato, um aviador naval, tinham “pouca ou nenhuma experiência relevante de navio de superfície recente”

Ok, talvez jogar bombas burras em navios ainda funcionasse a 40 anos atrás, mas duvido muito que uma aeronave conseguisse fazer a mesma coisa hoje em dia, com CIWIS, sistemas AEGIS e radares Artisan.
Ou pelo menos, fazer e o piloto da aeronave conseguir voltar pra base inteiro.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Seu item 5 continua estranho, independentemente do link. Leia de novo o que escreveu: “5-os comandantes desses navios tinham zero experiência nesse tipo de navio” Você fez quatro itens generalizando antes desse, o seu texto está no plural, mas agora você fala de um caso, de um navio? Foram afundados seis navios ingleses naquele conflito. Outros tantos foram atingidos. Todos esses navios tinham comandantes sem experiência nos seus navios? Ou melhor, com zero experiência neles? “Ok, talvez jogar bombas burras em navios ainda funcionasse a 40 anos atrás, mas duvido muito que uma aeronave conseguisse fazer a mesma coisa hoje… Read more »

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Bom, na verdade eu tinha em mente usar como exemplo só o Sheffield mesmo, então realmente eu errei em colocar “os comandantes desses navios” no plural, mesmo porque eu não sei se os outros navios da RN afundados nas Falklands cometeram os mesmos erros do Shefield.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Mestre Wilber, Na boa…precisa ler sobre os combates e scores realizados de lado a lado… maioria dos danos foi por bombas burras… quem tinha super estrutura de aluminio eram as MK21…da mesma classe que as Niteroi….os outros não… Os navios estavam em tasks de ataque (bombardear litoral) ou em piquete radar. Cada lado usou o que tinha de melhor e na hora da verdade, ambos falharam vergonhosamente. Especial atenção aos sistemas de defesa britanicos que revelaram-se extremamente falhos para a luta litoranea. A questão verdadeira é a diferença quando surge a hora da verdade entre o que acha que funciona… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Me dá tristeza ver essa foto. Deveriam doar para algum museu.

Grozelha Vitaminada Milani
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Grozelha Vitaminada Milani

Vejamos … era 23, um caiu, sobrou 22, 6 modernizados … sobraram 16. Alguns já foram …

Tem menos de 16 museus disponíveis e interessados num A-4? Ou cidades que queiram “espetar”?

Faz leilão e uma empresa que presta serviços de treinamento de ataques aéreos e simulações de agressor leva como levou os Mirages 2000.

Dalton
Visitante
Dalton

Grozelha…a intenção nunca foi modernizar todos os 23, pelo menos 5 deles “monoplaces” que não vieram em condições de voo, seriam usados como fontes de peças, e um desses acabou servindo como aeronave estática para treinar as equipes a bordo do “São Paulo” no deslocamento de aeronaves pelo convés de voo, hangar, elevadores e coisas assim e outro foi “espetado” como monumento na BAeNSPA. . Dos 18 restantes, 12 a princípio seriam modernizados incluindo os 3 “biplaces” enquanto os 6 restantes permaneceriam “ativos” até serem substituídos pelos modernizados que no fim das contas, reduziu-se a 7 unidades contratadas e uma… Read more »

Bueno
Visitante
Bueno

Dalton, você sabe se a célula 1013 do acidente de 2019, voltou a voar?
https://www.naval.com.br/blog/2019/10/21/nota-da-marinha-sobre-o-acidente-com-o-caca-af-1/
Obrigado!

Dalton
Visitante
Dalton

Bueno…como o fato ocorreu menos de três meses atrás , acredito que não houve tempo para efetuar os reparos.
abs

Bueno
Visitante
Bueno

Obrigado. Então podemos subtrair 2 neste cálculo de 7 contratadas que vc disse , 5 total ser modernizadas?

Dalton
Visitante
Dalton

Bueno, o “1013” já foi modernizado, precisa ser reparado assim como o “1001” que colidiu com o “1011”, este perda total e os demais “1001, 1004, 1008, 1021 e 1022” já foram entregues ou serão até o fim do ano, perfazendo 6 unidades.
abs

Leonardo
Visitante
Leonardo

Taiwan marinha maior que MB !

Dalton
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Dalton

Com a Republica Popular da China distante menos de 200 quilômetros, não troco a marinha brasileira pela marinha de Taiwan.

Rodrigo
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Rodrigo

Em número de pessoas não

Dalton
Visitante
Dalton

Se acrescentar a Guarda Costeira de Taiwan, relativamente grande e bem equipada, deduzir a força de fuzileiros navais brasileira e considerar que os “80.000” integrantes da marinha brasileira, inclusive fuzileiros navais, não corresponde a realidade e sim a um limite máximo, não há tanta diferença
assim de pessoal.

Dodo
Visitante
Dodo

Cadê a galerinha pra latir “Marinha da Guanabara” somem rapidinho né…. late mais ! BZ pra MB !!

Marcilio lemos de Araujo
Visitante
Marcilio lemos de Araujo

Dodo vamos ser mais respeitosos com os colegas, assim vc mancha sua imagem.

Pangloss
Visitante
Pangloss

Só espero que esses aviões mantenham distância prudente entre si.
Semana passada, aliás, pude ver um exemplar da ARA espetado em frente ao porto de Buenos Aires.

Guilherme
Visitante
Guilherme

A idéia original de possuir 12 A4 skyhamk modernizados e com mísseis anti-navio ( seu novo radar permite esse emprego) não é ruim, e iria se tratar de uma força considerável em nosso cenário. Pena que nao foi para a frente e as atuais 6 unidades são mantidas apenas para o treinamento e formação dos pilotos.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

12 skyhawks CASO a marinha tivesse mantido um porta-aviões seria de fato alguma coisa interessante, ao menos se acrescentassem os exocet.
12 skyhawks hoje em terra, mesmo com tais mísseis… bom, são só dinheiro jogado no lixo. Não servem pra nada que não daria pra fazer com os novos aviões da FAB.

Miguel
Visitante
Miguel

Festival da lata velha de procedência americana. Triste…pra usar isso é melhor usar o Xavante

GEN Escobar
Visitante

Peças de museu voando pois são máquinas dos anos 50, tecnologia embarcada dos anos 80, estão sempre dando problema, não são confiáveis e são TODOS desdentados! Simples assim! Mais uma vez a MB mostrando como não sabe fazer um simples planejamento e levantamento de prioridades.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“ Peças de museu voando pois são máquinas dos anos 50, tecnologia embarcada dos anos 80”

Foram fabricados no fim dos anos 70, e não nos anos 50.

A tecnologia embarcada, após a modernização, é dos anos 2000/2010.

GEN Escobar
Visitante

Nunão, seguem as informações de onde me baseio: Máquinas dos anos 50: “The Douglas A-4 Skyhawk is a single-seat subsonic carrier-capable attack aircraft developed for the United States Navy and United States Marine Corps in the early 1950s. The delta-winged, single turbojet engined Skyhawk was designed and produced by Douglas Aircraft Company, and later by McDonnell Douglas.” Tecnologia embarcada dos anos 80 – Seguem as principais atualizações dos A-4´s: “Radar israelense EL/M 2032, que possui os seguintes modos de operação: ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, e tem como principal tarefa detectar e rastrear até 64 alvos aéreos e de superfície,… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“ Realmente estamos muito mal porque comemoramos tecnologia dos anos 90 chegando agora em 2015-2020! ”

Eu não estou comemorando nada. Só estou corrigindo exageros.

Nilson
Visitante
Nilson

Torço para que em uma década a Marinha consiga trocar os A4 por 6 Gripen com mísseis antinavio. E para que a MB não pense que os A4 ou Gripen um dia voarão de ou para um porta aviões. Esses seis Gripen seriam nossa principal força antinavio na ZEE e adjacências, só seriam inferiores a forças tarefas de potências de nível mundial.

Paulotd
Visitante
Paulotd

Esse skyhawk não carrega mísseis anti-navio, só bombas guiadas e pode lançar sidewinders e aim-7c Sparrow, embora a Marinha não tenha esse missil!

É um vetor bem obsoleto, e foi sim desperdício de dinheiro, essa grana poderia ter sido usada para manter osnsubs dá classe Tupi operacionais, e não vendidos como sucata pro Peru.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Sparrow?
Essa eu nunca tinha visto.

Paulotd
Visitante
Paulotd

Sim os A4-Ku tem essa capacidade, acho que com esse radar Elta 2052 ele poderia ser integrado com o míssil Derby Israelense

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Paulo, Eu nunca ouvi falar de qualquer versão do A-4 fabricada para qualquer operador que empregasse o míssil Sparrow, que é semi-ativo, ou seja, depende de um radar razoavelmente sofisticado (na sua época) grande e potente para guiar o míssil (que depende do retorno do sinal do radar para seguir e atingir o alvo). Até onde sei, o A-4Ku, versão do A-4M, usava um radar AN/APG-145, que serve basicamente para dar informações de distância do alvo para uso ar-solo, e eventualmente para uso ar-ar em curta distância. E o radome diminuto do A-4Ku parece combinar com o mesmo e não… Read more »