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Fragatas OHP australianas prontas para transferência ao Chile

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Fragatas ex-HMAS Newcastle e Melbourne em 14 de janeiro (clique na imagem para ampliar). Foto: Chris Sattler

As fragatas australianas ex-HMAS Newcastle e Melbourne concluíram a limpeza do casco em dique seco em preparação para sua transferência para a Marinha do Chile.

O parlamento chileno incluiu em seu orçamento, em novembro de 2019, o valor de US$ 3,7 milhões para cobrir o treinamento de tripulações e serviços associados na Austrália para o ano fiscal de 2020 para as fragatas – ex-HMAS Newcastle e HMAS Melbourne – que foram desativadas pela Marinha Real Australiana em abril e outubro de 2019, respectivamente.

As fragatas HMAS Melbourne e o HMAS Newcastle da classe “Adelaide” (versão australiana da classe OHP – “Oliver Hazard Perry” dos EUA), foram construídas na Austrália no início dos anos 90 e passaram por uma ampla atualização durante a última década, sendo equipadas com novos sistemas de gerenciamento de combate e sistemas antiaéreos, antissubmarino e antissuperfície.

Elas podem lançar mísseis superfície-ar de médio alcance RIM-66 Standard (SM-2MR) e mísseis RIM-162 ESSM para defesa aérea de longo e médio alcance, bem como mísseis antinavio RGM-84 Harpoon, além de operar dois helicópteros do porte do SH-60 Seahawk.

Armamento da fragata classe Adelaide
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Guilherme Poggio
Editor
6 meses atrás

Não estou vendo o Phalanx na foto.

Tutu
Reply to  Guilherme Poggio
6 meses atrás

Realmente, será que o congresso americano também “vetou”, rsrs

Logan
Logan
Reply to  Tutu
6 meses atrás

Eles não precisam deles … eles não são muito eficazes
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Bosco
Bosco
Reply to  Logan
6 meses atrás

Logan, Por isso é para “defesa terminal”. Nessa fase os mísseis não manobram. A última milha é quando o míssil alinha definitivamente com o alvo. Se for supersônico isso tem que ser feita mais longe ainda sob pena do míssil não conseguir recuperar a trajetória ideal. Mísseis antinavios manobram de 3 formas: parafuso, pop up e zig zag. Mísseis puramente sea-skimming só o fazem de forma de zig zag mas não na fase terminal. Se ele subir (pop up) quando se aproxima do alvo ele mergulha como uma folha seca, e não manobra na fase terminal. Mísseis vindo de maior… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Logan
6 meses atrás

Mísseis antinavios não são mísseis ar-ar de curto alcance que manobram como colibris e diferente de mísseis AA sup-ar eles precisam de um impacto direto para serem efetivos. Um grande míssil sup-ar de 2 t pode se dar ao luxo de passar próximo de um avião porque sua ogiva pode ser letal até uns 100 metros de distância. Um míssil antinavio precisa de um impacto direto e ele geralmente é pesadão. Não dá pra manobrar na fase terminal, segundos antes do impacto (5 a 6 segundos). Sem falar que ele tem pequenas e ineficientes aletas. Se for supersônico, cada manobra… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Logan
6 meses atrás

A bem da verdade, alguém já viu um vídeo onde mostra um japonês kamikase manobrando antes de atingir um navio americano na SGM?
Eu adianto que nunca vi. E olha que estamos falando de aviões a hélice a no máximo 700 km/h, dotado de enormes superfícies de controle.
O que vejo é um piloto se esforçando para manter o avião alinhado com o alvo o máximo possível.
Esse negócio de míssil pesado contra alvos na superfície manobrar é a maior lorota que existe. Na fase terminal então…

Esteves
Esteves
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Tinha que ter uma postagem no PN pro Bosco dismistificar essas táticas.

Ave Bosco.

JBS
JBS
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Bosco é o mestre dos mestres! E não adiante o Kings espernear!

Bosco
Bosco
Reply to  JBS
6 meses atrás

JBS, Devo confessar que apesar das diferenças o Toinho é em geral, um gentleman. Ele pelo menos tem a nobreza de escolher um lado, abrir o peito e ir à luta, diferente dos detestáveis “isentões”. Aproveitando a deixa, no dia 10 de janeiro do presente ano eu fui escorraçado por simplesmente considerar que o Putin exagerava nos elogios ao seu arsenal hipersônico. Só não fui chamado de Brad Pit. Hoje, numa leitura básica sobre o tema (meu hobby há mais de 40 anos), eu me deparo com a seguinte análise postada no dia 13/01: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00963402.2019.1701283 Espero que aqueles que me… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
6 meses atrás

O problema é convencer os leitores do Sputniknews a ler um texto não longo e complexo, e que de certa forma desconstrói o castelo de cartas de suas convicções.

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Eu também sou muito “elogiado” quando lembro que mísseis antinavios com “milhares” de quilômetros quando usados contra porta-aviões têm sua operação prejudicada por conta da capacidade destes em poder detectar e interromper a “kill chain” a partir de grandes distâncias.
A leitura desse artigo pode ser interessante para se compreender tal processo. https://www.mitpressjournals.org/doi/pdf/10.1162/ISEC_a_00249

Dalton
Dalton
Reply to  Logan
6 meses atrás

Sistemas como o “Phalanx 1B continuam relevantes se não tanto contra mísseis, então contra embarcações velozes e helicópteros, tanto que os novos DDGs australianos substituindo as “Adelaides” os possuem e continuam sendo instalados nos mais novos “Arleigh Burkes” , bem como NAes da classe Gerald Ford e LHAs classe América.

Esteves
Esteves
Reply to  Dalton
6 meses atrás

Mestre Dalton,

Parece mais coisa de lobista. Se levar canhão tal tem desconto no preço final, se comprar montado leva munição.

Ficou obsoleto contra mísseis, mas em mar abrigado e golfos serve contra lanchas e foguetes…começa a ficar mais difícil vender.

Então…dá um desconto bom para os australianos que operam em mar aberto pra mostrar que ainda é fatal. E tem bom preço.

Pode ser?

Dalton
Dalton
Reply to  Esteves
6 meses atrás

O Chile tem uma longa linha costeira cheia de reentrâncias e
o Peru, tem no inventário embarcações velozes de ataque então não me parece que o “Phalanx” se vier, teria pouca utilidade ou deveria ser visto como “empurrado” para a marinha chilena, até porque ele também é bom contra helicópteros e aeronaves não tripuladas e continua sendo
uma arma de defesa terminal contra mísseis estando o navio alvo em mar aberto ou mar fechado…assim penso eu.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Ainda mais que eles já terào misseis de médio e longo alcance.

Glasquis7
Reply to  Tutu
6 meses atrás

O Chile usa goalkeeper. Não faz sentido abrir outra linha logística se já tem a disposição as unidades retiradas das L class que acabam de ser dadas de baixa, assim como os Exocet MM40 Block 3 instalados nas mesmas fragatas em 2016.

Esteves
Esteves
Reply to  Guilherme Poggio
6 meses atrás

Vai começar…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Guilherme Poggio
6 meses atrás

“ Não estou vendo o Phalanx na foto.”

Cuidado, uma frase como essa costuma abrir a porta do hospício, liberando uma leva que sofre da síndrome de abstinência de Phalanx.

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

De onde sairão Astros embarcados, F35…

Hermes
Hermes
Reply to  Esteves
6 meses atrás

O lift, cadê o lift, ninguém lembrou do lift!!! Em outro post alguém sugeriu um desembarque anfíbio completo com ClAnfs, barcaças e assalto por helicópteros para que os fuzileiros procurem restos de óleo nas praias do nordeste. Podemos acrescentar à doutrina um bombardeio prévio pelos Astros II montados nas Macaés e uma varredura pelos Phalanx para desentocar algum óleo perdido na areia.

ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Boa! Kkkkkkk, acho que o pessoal sofre horrores tendo que olhar o único sistema da MB inoperante.

Tutu
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Nunão, vamos criar um livro de doenças aqui da trilogia.
SAP- Síndrome de abstinência de Phalanx
TSP- Traumatismo São Paulo
Reclamatite aguada vira-latis

E por ai vai…

Doug385
Reply to  Tutu
6 meses atrás

Não esqueça dos Harriers no PHM Atlântico e do KC-390 Gunship.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Doug385
6 meses atrás

Outro que não pode faltar: a fabricação do Osório, o melhor MBT do mundo até hoje!

Elcimar
Elcimar
Reply to  Doug385
6 meses atrás

aquela do tal groselha vitaminada..do F35 numa fragata.
foi a do ano..kkkkkkkk

Anfibio
Reply to  Tutu
6 meses atrás

Vou dar a minha contribuicao:
Tem aquela do KC-390 abastecer helicopteros 🙂

marcus
marcus
Reply to  Anfibio
6 meses atrás

Pelo que vi no projeto, pode abastecer helicopteros.

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Rsrsrsrs

ANGELO CHAVES
ANGELO CHAVES
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Sou favorável a colocação e um Phalanx a cada km da costa brasileira, assim estaremos defendidos de qualquer ataque aéreo, naval, alienígena, lemuriano, atlante ou de qualquer outro que conseguir ultrapassar a abóboda celeste ou o paredão de gelo da Antártida.

Tutu
Reply to  ANGELO CHAVES
6 meses atrás

Km?, tá doido?
Todo brasileiro quando completasse 18 anos deveria ganhar um Phalanx, assim, além de defender a nação, todos teriam um excelente arma de defesa pessoal.

Tutu
Reply to  Tutu
6 meses atrás

Ei, acrescenta mais uma, kkkk
Teve um colega ali que falou sobre o slava.

Tutu
Reply to  Tutu
6 meses atrás

Uma*

Vovozao
Vovozao
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

15/01/2020 – quarta-feira, bdia, Caro NUNAO, bem que poderiam ter sido incorporadas a MB, porém…… Outra coisa como você sabe muito mas que nos, é, possui muitos amigos e informações, somente a título de curiosidade, saberia informar em USA ($) quanto custou cada fragata?? Obrigado de antemão caso consiga.

Esteves
Esteves
Reply to  Guilherme Poggio
6 meses atrás

App Poder Naval. Baixa no celular.

Cada um monta o navio que quiser, do jeito que quiser.

Eu quero montar o Slava.

Andrew Martins
Reply to  Guilherme Poggio
6 meses atrás

Mas a marinha chilena não opera o Goalkeeper CIWS porquê eles iriam querer o Phalanx? E esses navios não vêm para substituir a classe Capitán Prat, vai ficar sobrando CIWS dessa classe então?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
6 meses atrás

Vão em paz🤔‼️

Luiz Floriano Alves
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

O Chile se afirma como potencia naval na America do Sul. Parabéns ao Chile.

Beserra(FN)
Reply to  Luiz Floriano Alves
6 meses atrás

Se fossem para a “Briosa”: Cruxificai os Almirantes, compram sucatas Australianas para coquetéis com Caviar e outras guloseimas de luxo.

Se vai para Armada do Chile ou para a “Lagrinha” da Bolívia: Melhores aquisições da história naval mundial, para concorrer com o Encouraçado Yamato ou com a NSS Interprise, coloca a Armada Chilena no nível da Esquadra Klingon.

Decidam, por favor! 😂🤣😁

Mauro
Mauro
6 meses atrás

Uma excelente compra sem dúvidas, se chegarem em 2020 terão um pouco um mais de 30 anos de uso .. podem sem considerados muito novos, ótima estratégia de compra do Chile, parabéns aos envolvidos. Navios com mais de 30 anos de uso estão super conservados.
Alguém sabe o preço total do negócio??

Tutu
Reply to  Mauro
6 meses atrás

Aproximadamente 250 milhões de dólares

Camargoer
Reply to  Tutu
6 meses atrás

Olá Tutu. Cada navio custou aproximadamente 1/4 do valor de uma FCT, para operar por mais 1/4 da vída útil FCT (mais ou menos). 50% do valor para um equivalente de 50% de uma FCT nova. Se valia a pena pelo menor desembolso, estaria longe de ser uma pechincha. Tenho a impressão que uma FCT nova terá um custo de operação menor do que OHP usada.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Mestre, Lá na postagem sobre o PAEMB. Penso que não existem recursos para aquela quantidade de navios X tempo. Recursos financeiros, humanos, estaleiros, capital para financiar, aço, inventários, manutenções que viriam, obsolescência para 40 anos. Nem história para contar tipo quando fizemos algo parecido ainda que desafiar o futuro faça parte de nós. Mas aqui…se há um problema para resolver já e que estará acomodado para os próximos 10 anos, tempo estimado para receber 4 novas escoltas e que se o prazo alongar ou mesmo encurtar ao menos uma delas das novas estará em manutenção… Não seria momento de fazer… Read more »

Camargoer
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Olá Esteves. Acho que a prioridade agora são os desembolsos para o ProSub que são altos e envolvem financiamento externo. As FCT serão pagas via Emgepron com recursos do Tesouro. Acho que faz mais sentido para a MB continuar usando os atuais meios com algum esforço do que adquirir 2 ou 3 “tampax” desgastadas. È preferível continuar remendando os atuais meios. Acho imporntate fazer uma distinção entre “compra de oportunidade” e “compra de necessidade”. Acho que a marinha do Chile não tem perspectiva de adquirir fragatas novas (talvez dois submarinos). A MB tem um programa em andamento para construção de… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Complexa.

Beserra(FN)
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Exatamente, e duvido que dure 1/4 do tempo de uma FCT, a não ser no osso igual as nossas FCN.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Boa comparação, caro Camargoer.

Fora a ToT, empregos internos e que os NCTs serão bem mais modernos e melhor equipados.

Mas em termos financeiros, mais preciso seria ver os custos da vida útil, não só o custo de aquisição. Ademais, tem de se saber o custo deste capital empregado (forma de financiamento) na aquisição.

Abraços.

Camargoer
Reply to  GFC_RJ
6 meses atrás

Olá GFC. A conta é bem aproximada mesmo. Apenas para contextualizar se essa aquisição teria sido vantajosa ou não para a MB (estou com a impressão que seria desvantajoso para a MB). Talvez o Nunão possa esclarecer se bancos financiam compras de navios militares usados ou se esse tipo de aquisição é feita apenas com recursos próprios (acho que as aquisições de oportunidade da MB foram sempre com recursos do Tesouro). Acho importante essa discussão aqui no PN.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Bancos financiam qualquer coisa. Depende do banco. Toda operação de compra/aquisição tem banco. O Consórcio Águas Azuis tem banco. O jovem Jungmann foi até a França renegociar o PROSUB com bancos. E com os comunistas de lá. A JV dos italianos+franceses tem banco. Não se utiliza recurso próprio para esse tipo de operação. Existe uma situação contábil chamada esgotamento de caixa. Um exemplo que ficou marcado no Brasil foi a Encol. A empresa tinha uma carteira de pedidos com 5 mil unidades, tinha dinheiro entrando mas não tinha liquidez. Todo dinheiro que entrava, saía. Quebrou. Há outros casos como a… Read more »

Camargoer
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Caro Esteves. “Encol” foi meu segundo registro na carteira de trabalho (o primeiro registro o Collor comeu). Estava feliz até você me lembrar disso. Concordo que bancos financiam até guarda-chuva em dia de sol. Quando lemos noticias sobre compras novas (ProSub, F39…) normalmente encontramos o nome dos bancos envolvidos. No caso das compras de oportunidade da MB (P120, G40, A140, G150….) não lembro do nome dos bancos envolvidos, por isso minha dúvida. Eu agradeceria se você encontrasse o nome dos bancos que porventura financiaram as OHP para o Chile.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Penso difícil encontrar essa informação.

Eu apostaria no Banco do Chile e no Santander. São os maiores lá.

No Atlântico o valor foi pequeno. Lembro de ter visto o documento de transferência aqui no PN.

Tamandaré
Tamandaré
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Amigo Camargo,

Sua colocação foi muito precisa!! De fato, foi uma aquisição mais ou menos dentro do que se esperava, no quesito custo/benefício. Particularmente, ainda considero-a Pesando ligeiramente para o lado do “vantajoso” (e não “neutro”) em virtude de suas capacidades!!

Por mais que seja uma embarcação mais cara de manter e operar, mas é também mais capaz!! Acho interessante que, em meio a várias embarcações pequenas, haja algumas mais “pesadas”.

Forte abraço! 😉

Camargoer
Reply to  Tamandaré
6 meses atrás

Olá Tamandaré. Acho importante avaliar a conveniência da aquisição para o Chile e para o Brasil. Talvez as vantagens trazidas por essas duas OHP sejam bem aproveitadas pelo Chile mas fariam pouca diferença na MB. Mas isso tem que ser perguntado aos colegas mais experientes. Um outro forte abraço.

Zorann
Zorann
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

mas o estoque de misseis sm2 veio junto? se tiver vindo, o preço do navio não foi caro

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Zorann
6 meses atrás

Notícias anteriores sobre o preço não incluíam os mísseis.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Tutu
6 meses atrás

15/01/2020 – quarta-feira, bdia, TUTU, acho que sua avaliação está fora da realidade, as OHP (Adelaides) estão na faixa dos 30 anos, não existe condições de valer o equivalente a 50 0/0 de uma FCT, tem que avaliar muito bem, não acredito que o Chile pagaria este valor 500 milhões de USA por 2 fragatas com vida útil de +- uns 15 anos.

Tutu
Reply to  Vovozao
6 meses atrás

250 milhões as duas, já tem matéria no PN sobre isso.

Camargoer
Reply to  Vovozao
6 meses atrás

Olá Vovozão. Um FCT custará mais ou menos US$ 500 milhões. Se as duas “Anãs Paraguais” (Adelaides) custaram US$ 250 milhões, então elas valem meia FCT nova. Se elas já têm 30 anos, acho que terão no maximo mais 10 anos cada uma, portanto as duas juntas equivalem também ao tempo de meia-vida de uma FCT. Portanto, o preço x tempo remanescente estão proporcionais. Portanto, comparado as FCT, essas duas OHP australianas nem são caras nem baratas. Acho que essa aquisição seria mais “compra de necessidade” do que “compra de oportunidade”.

Xerem
Xerem
Reply to  Tutu
6 meses atrás

As duas ou cada uma ?

Tutu
Reply to  Xerem
6 meses atrás

As duas

Fernando OP
Fernando OP
6 meses atrás

Devem ter uns 25 anos de uso, porém atualizadas. Alguém arrisca dizer a vida útil sem mais modernizações? 10, 15 anos?

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Fernando OP
6 meses atrás

Eu acredito que os chilenos, as conseguem manter em bom estado durante 20.

Vicente Jr.
Vicente Jr.
6 meses atrás

Porque foi mesmo que nós não pegamos essas OHP?

Cara, se serve para a marinha do Chile, pra nós também! Esse papo que elas tem custo elevado é balela!

Ozawa
Ozawa
6 meses atrás

Uns fazem fantasias navais e lhe dão nomes elaborados com aparência de organização outros simplesmente e nessa ordem: sabem o que são, fazem o que podem, e compram o que tem.

Uma marinha se faz com navios, não com siglas. Essa é diferença acima d`água entre a Armada do Chile e a Marinha do Brasil. Essa é a diferença entre planejamento e ficção.

Demetrius
Demetrius
Reply to  Ozawa
6 meses atrás

Certamente o vazio de palavras com métrica sem fundamento, trás a certeza que uns constroem e outros simplesmente latem e não coadunam com o verdadeiro espírito de boa crítica aos nossos valores…

charly
charly
Reply to  Demetrius
6 meses atrás

E ninguém estava sabendo do flerte com os F18 na altura dessa postagem.

Mauro
Mauro
Reply to  Ozawa
6 meses atrás

Cinco Scorpenes, sendo um nuclear. Sabe aquela coisa que ninguém nem sonha em ser capaz de fazer nas vizinhanças? Já falei…. bichinho tá lá no fundo só esperando… Viu o Gripen lá no outro site??? viu lá o Poggio falando no biplace?? pois é…a gente vai fabricar aquela coisa… vai saber tudo sobre ele… entende que isso nos coloca em outro patamar muito mais elevado em relação a qualquer um por aqui, ou não?? Não sei se sabes, mas a Agência Internacional de Energia Atômica não terá acesso ao programa de enriquecimento de urânio da Marinha, nem ao reator nuclear… Read more »

Camargoer
Reply to  Mauro
6 meses atrás

Caro Mauro. Um Scorpene desloca cerca de 2 mil ton. O SN10 deslocará 6 mil. Acho que não dá para dizer que ele seria um “Scorpene nuclear”. Sobre a AIEAm tanto ela quanto a ABACC têm acesso á fabrica de combustíveis e a monitoram por câmeras. Contudo, o acesso às ultracentrífugas é restrito. A duas agências contabilizam quento minério entra, quando resíduo de 238-U é descartado e quanto combustível 4% sai para abastecer Angra I e II. O objetivo é certificar que seja produzido somente combustível. Tem uma entrevista de um comandante da MB explicando que o reator usara combustível… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Nem dá para tratar o SNBR como Scorpene. São outras dimensões, literalmente.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Mauro
6 meses atrás

Mauro.
Realmente é o poder tecnológico, o tamanho da economia, a população e os recursos naturais que definem qual será o papel de um país no teatro mundial.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Mauro
6 meses atrás

Hummmmmmm

Juarez
Juarez
Reply to  Ozawa
6 meses atrás

Isto e o que difere uma marinha que vive a sua realidade operacional de outra que vive no mundo do faz de conta.

Thulio manhaes
Thulio manhaes
6 meses atrás

Se esses meios não servem para MB, aqui imaginando quais serviriam então!…Agr segura a marinha chilena de type 23 e OHP!

FLAVIO CARDIA
FLAVIO CARDIA
Reply to  Thulio manhaes
6 meses atrás

Type 23 para guerra antisubmarina e OHP para guerra antiaérea! Bela escolta!

Bosco
Bosco
6 meses atrás

Nada mais nada menos que 68 mísseis sup-ar.

Delfim
Delfim
Reply to  Bosco
6 meses atrás

E dois helis.

F16 nutela
F16 nutela
Reply to  Delfim
6 meses atrás

Pena que eles só tem 5 helicópteros para 8 fragatas!

venom
venom
Reply to  F16 nutela
6 meses atrás

Eles usarão seus Dauphin modernizados para Panther.Eles não podem usar o Cougar nesses OHPs, eles não caem no hangar.

Xerem
Xerem
Reply to  F16 nutela
6 meses atrás

Pois e e so 3 podem lançar o Exocet kkkkkkkkkk

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Com paióis completos não é nada mal…

Xerem
Xerem
Reply to  Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Duvido que venham se virem meia dúzia darão graças a Deus !

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Pode ser 72 mísseis antiaéreos caso fique com 0 Harpoon.
68 com 4 Harpoon.
E 64 com 8 Harpoon.

F16 nutela
F16 nutela
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Eles só compraram 20 mísseis harpoon, e os harpoons que vieram com as holandesas já estão fora de vida útil! Então serão 20 mísseis para 6 fragatas, uma vez que as 2 classe M usam exocet.

Glasquis7
Reply to  F16 nutela
6 meses atrás

Tem sempre alguém que vé a grama do vizinho mais verde, mas também tem quem fáz de tudo pra queimar a grama do vizinho por isso.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  F16 nutela
6 meses atrás

As classe M usam exocet?

Glasquis7
Reply to  Peter nine nine
6 meses atrás

Sim, Exocet MM 40 Block III de última generación.

Xerem
Xerem
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Vai sonhando kkkkkkkkk

Xerem
Xerem
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Se virem meia dúzia de míssil pode comemorar !

Miguel
Miguel
6 meses atrás

Boa aquisição do Chile. Relativamente novos e modernizados.

nonato
nonato
6 meses atrás

Mas elas virão com os mísseis mencionados?
Sem restrições?
Justamente algo que mais valorizo num navio de guerra. Tipo e quantidade de mísseis.
Não é um canhão ou metralhadora que decide uma guerra.
Ou um navio enorme que leva dois helicópteros, tem uma autonomia enorme…
Mas leva poucos mísseis de pequeno alcance. Não dou valor.
Que peguem navios cargueiros e entupam de mísseis.
Se for o caso pra a acompanhar as corvetas ou fragatas desdentadas mas que têm radares e “sistemas de combate” e muitos marinheiros…

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  nonato
6 meses atrás

Nonato, eu li na Janes que a Grécia parece que desistiu porque além de 180 milhões de Euros, que da 200 milhões de dólares, teria que adquirir os mísseis.

64 ESSM + 64 SM-2 + 16 Harpoon custam uma nota preta.

nonato
nonato
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Mas compraria os mísseis da Austrália ou iriam comprar novos?
Poderiam ter comprado só uma parte…

Delfim
Delfim
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Mas o Mediterrâneo oriental está ficando problemático.

Camargoer
Reply to  Delfim
6 meses atrás

Olá Delfim. O Mediterrâneo oriental está com a mesma tranquilidade dos últimos 5 mil anos. Nada de novo na região.

Xerem
Xerem
Reply to  nonato
6 meses atrás

Claro que nao

Luís Henrique
Luís Henrique
6 meses atrás

Ótimos navios. Modernizados recentemente. Muito bons para defesa antiaérea com ESSM e SM2.
Mas fico aqui pensando: qual o problema com eles, para a Austrália ter colocado a venda?

Sei que receberam os Hobart. Mas para quem tem a China ali perto, 2 Fragatas poderosas a mais é sempre bom.

Eu ainda prefiro o Slava ucraniano.

Só ele daria um Status para a MB enorme, pois somente 2 países no mundo operam Cruzadores (EUA e Rússia).
E ele sozinho poderia afundar toda a esquadra chilena, incluindo as Type 23 e essas 2 OHP. Rss

Esteves
Esteves
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Opa. Vamos passar a lista. Esse eu topo.

Slava até no nome.

Beserra(FN)
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Ele levaria a pique também o orçamento da MB.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Beserra(FN)
6 meses atrás

E as 2 Fragatas OHP? 2 LM 2500 em cada OHP, são 4 LM2500. 41.000 shp cada, são 81.000. Essas LM 2500 possuem 30 anos de Uso. As 2 M70 e as 4 M90 do cruzador viriam em estado de 0 milhas, praticamente. Teria muita diferença o consumo de combustível do Cruzador com as 2 Fragatas? Creio que não. A tripulação de 480 homens do Cruzador comparada à tripulação de 176 à 221 de cada OHP, as duas dariam 352 à 442 homens, também não daria muita diferença nos custos. Ainda mais levando em consideração que na MB homens é… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Meu Jesus aparecido. LH tu te nega veementemente a sair de um torpor alucinógeno permanente a encontrar a realidade do dia a dia de se manter e operar.
Salva, meu Jesus ….

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Juarez
6 meses atrás

Juarez, você é favorável à aquisições de fragatas OHP. Fragatas consideradas relativamente caras de operar devido à propulsão por turbinas, 2 LM2500. E velhas, com 30 ou mais anos de uso. 2 OHP significam 4 LM2500, ou seja, o mesmo que um Destroyer Arleigh Burke. O Cruzador Slava teria custos muito semelhantes. E as vantagens que eu já citei de sensores e armamentos Novos que poderiam ser em sua grande maioria, padronizados com as Fragatas Tamandaré. Poderia ser o mesmo sistema de combate, o mesmo radar Stir, o mesmo radar 3D, talvez uma versão com maior alcance, o mesmo canhão… Read more »

Camargoer
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Caro Luis. Acho necessário fazer uma série de perguntas. Considerando que cada OHP custe US$ 125 milhões (portanto as duas custam um pouco mais do que uma FCT), quanto tempo elas poderão operar? Essas duas OHP irã substituir as FCN remanescentes ou irá complementa-las? Talvez seja melhor manter as FCN remanescentes por mais 5 ou 6 anos para serem substituídas pelas FCT. Talvez existam outras fragatas que serão descomissionadas por outras marinhas nos próximos dez anos que seriam mais apropriadas para a MB. Sobre navio incompleto, seria péssimo para a MB ter que atualizar o projeto e concluir sua construção,… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Camargoer
6 meses atrás

Caro Camargoer, O custo para adquirir e armar as 2 Adelaide é praticamente o mesmo que adquirir 1 Fragata Tamandaré nova. A diferença é que as Adelaide são muito melhor armadas e proveriam a defesa antiaérea de área para a frota. Acredito que com o mesmo custo, daria para adquirir e armar o Cruzador Slava ucraniano. São 3 opções equivalentes em termos de custo de aquisição. Eu, particularmente gosto da opção do Cruzador pelo poder de fogo e prestígio que traria à MB, sem abrir mão de garantir trabalho para nossa BID e empregos para brasileiros, além de priorizar armamentos… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

O Slava é um navio projetado para enfrentar os porta-aviões da USN. Não sei se teria serventia para a MB. “E ele sozinho poderia afundar toda a esquadra chilena, incluindo as Type 23 e essas 2 OHP” Em tese! Pela quantidade de mísseis, mas os SS-N-12 são mísseis um tanto quanto antiquados que seriam alvos “fáceis” dos SM-2 e ESSM. Claro, um ataque de saturação bem coordenado poderia saturar os canais de tiro da OHP. *Os australianos adaptaram o SM-2 às suas OHPs, capaz de operar no modo radar semi-ativo “terminal”, mas eles não usam essa faculdade por conta da… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Bosco, o Slava ucraniano caso viesse, viria Desarmado.
Seria pura e simplesmente o Casco e as turbinas a gás.
O sistema de combate, os radares, os Sonares, com diretores de tiro, os canhões e os mísseis seriam todos ocidentais e novos de fábrica.
Ocorre que pelo tamanho do navio, tem espaço para muitos mísseis. No lugar dos 16 SS-N-12, daria para colocar 64 AVTM no lugar. Ou, 48 com muita folga.

Esteves
Esteves
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Essa história que comprando coisa grande vamos aprender a fazer grandes coisas, passou. Operamos 2 porta-aviões. Não significou nada na nossa história de construção naval. Aprendemos doutrina e operação. Comprando o Slava para operar porque aprenderíamos com navios grandes dos anos 1970/80 é perder a oportunidade para aprender com coisas novas. Um navio seja do tamanho que for cumpre 1 missão. Um navio gigante lotado de mísseis e 400 tripulantes é um alvo. Navios menores representam mais missões e alvos distintos, mais difíceis de engajar que um cruzador Slava. Operar e manter um cruzador antigo representaria uma Marinha dedicada somente… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Slava is the new Osório.

Glasquis7
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Até que em fim alguém que coloque um pouco de lucidez no debate.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Esteves, todas as marinhas consideradas Marinhas com M maiúsculo, possuem navios combatentes de grande porte, geralmente para defesa aérea de área. Normalmente com um mastro mais alto, um radar de maior alcance e mísseis antiaéreos de longo alcance. Algumas delas também equipam tais navios com mísseis de cruzeiro para projetar poder em terra. A Alemanha nem possui navios aeródromos e lemos recentemente notícias sobre 4 navios MKS 180, cada um deslocará cerca de 9.000 toneladas e custará U$ 1,25 bi cada. Dai para mais. A França possui 2 Destroyers Horizon + 2 antigos que serão substituídos por 2 Aquitaine versão… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Bastante razoável. Mas não é o nosso cenário. Mas, Abre necessidade de novos inventários. Manutenções que nunca fizemos. Operação a que nunca nos dedicamos. Missões hipotéticas para um mar em guerra, não para um mar de patrulha e combates limitados provavelmente nem assimétricos. Nosso problema é a extensão. A ZEE deu profundidade a essa extensão. Precisa de mais. Mais navios. Não vejo aqui como uma Marinha ou um país com poder concentrado. Por tudo que vejo contrário e mesmo representando um Osório Naval eu iria buscar. Só pra matar de raiva os europeus e os vizinhos. De quebra…mas os americanos… Read more »

R22
R22
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

O Slava Ucraniano já tem lá seus 30 anos. Mesmo nunca tendo sido usado, navio parado também desgasta com o tempo. Como estão as condições do casco e das turbinas, fiações, tubulações, etc? Pegar um casco de 30 anos do tamanho do Slava e rechear com equipamento zero vale a pena? Acho que compensaria comprar fragatas novas ou investir em mais unidades da Tamandaré….

Esteves
Esteves
Reply to  R22
6 meses atrás

Tá novo. No YouTube tá novo.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Existem fotos de Arleigh Burke com ferrugem que parece que o navio não presta. Isso é normal em navios. Após a finalização do navio, total revitalização e pintura, a aparência pode ficar totalmente diferente. A MB deveria fazer uma visita técnica para avaliar. Se detectarem que o casco não tem recuperação, quem sou eu para opinar contrariamente. Mas para isso, é preciso uma visita com pessoal especializado para averiguar. Como os Slava russos mais velhos, o Moskva é 10 anos mais velho, ainda operam com sucesso e provavelmente vão operar até o final da década de 20 ou talvez até… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

imaginem esse navio sem os gigantescos lançadores de P1000, no lugar lançadores de AVTM inclinados ou VLS.
Sem os radares antigos, aquelas antenas e com radares AESA novos, modernos, ocidentais.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  R22
6 meses atrás

R22, a maioria dos comentários aqui foram elogiosos para a aquisição do Chile de 2 Fragatas Adelaide. A Melbourne foi lançada à água em 1989. Nesses 30 anos foi surrada em água salgada. E o Chile vai pagar cerca de U$ 200 mi nas 2, e provavelmente outros U$ 200 mi para preenche-las com ESSM e SM-2. O Cruzador classe Slava de propriedade da Ucrânia foi lançado ao mar em 1990, portanto 1 ano mais novo que a Melbourne. Nunca foi concluído, portanto nunca foi utilizado. Está mantido em água Doce. Os ucranianos indicaram que para finalizar o navio e… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

15/01/2020 – quarta-feira, btarde, Luís Henrique, não cortando seu barato; a MB, nao pensa no Slava, por vários fatores, vamos la: ela (MB) não iria quere um casco é + 6 turbinas, com o término feito aqui, nos no AMRJ, não temos verba e condições de termina-lo, estamos com 2 navios patrulha de 500t, já com boa parte do casco montado, é previsão de entrega até 2023, até lá o Slava estaria com 32 para 33 anos, é, acredito que com todos os contigenciamentos não estaria operacional na MB antes de 2025, você fala que as Tamandaré’ s tem capacidade… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Vovozao
6 meses atrás

Leia-se 16 mísseis…

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Vovozao
6 meses atrás

Entendo vovozao.
É que muitos indicaram como um ótimo negócio a aquisição das 2 Adelaide.
Só lembrei que o Slava ucraniano poderia custar quase a mesma coisa, possuir um custo operacional equivalente e um poder militar equivalente também.
As 2 Adelaide já foram compradas, porém o Cruzador ainda está disponível.
Caso a MB tenha recursos e tenha interesse em 1 ou 2 navioa para defesa de área, o Cruzador seria uma opção com algumas vantagens interessantes, as quais já relatei aqui.

Esteves
Esteves
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Sem esquecer.

O Slava se foi oferecido, foi oferecido como offset na proposta da corveta deles.

Eles não ofereceram somente o Slava.

Não tem estaleiro parado? Não tem turma reclamado que não tem serviço?

250 milhões de dólares…o Cabral quer devolver 500.

Pega 3 ou 6 propostas dos estaleiros nativos e entrega o Slava para a melhor delas. Vai ter o que fazer por 10 anos.

Passou o efeito do chá.

R22
R22
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Nao sou especialista LH, e também não sei em que fase da construção se encontra o Slava ucraniano, mas desde o projeto, o Slava foi desenhado para receber armas e sensores russos. O Slava originalmente usa um lançador vertical do S-300 naval que é bem diferente por exemplo do sistema MK-41 norte-americano. Resumindo, não só o lançador mas tudo no navio não foi projetado para receber sistemas ocidentais. Isso já não seria um problema e ao mesmo tempo dispendioso para adequar o “casco” pra essas mudanças, qualquer que seja o sistema ocidental escolhido?

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  R22
6 meses atrás

Ótima pergunta R22. Eu também não sou especialista e não sei a resposta. Acredito que o mais seguro seria a remoção dos 64 lancadores de S-300 e a instalação ou de um Mk41, ou de outro lançador à escolha da MB. Claro, que a MB também poderia optar em manter o lançador e adquirir mísseis do sistema S-300. Já nos gigantescos lançadores de P-500 e P-1000, o mais certo seria a remoção destes e a instalação de lançadores novos. Que poderiam ser igualmente inclinados ou até VLS. O que enxergo é que espaço existe. Os P-1000 São mísseis colossais com… Read more »

Hermes
Hermes
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Retirando esses imensos lançadores russos e enchendo de coisa ocidental, como ficaria por exemplo a estabilidade do navio? A geração de energia para todos esses novos sistemas, em termos de potência, amperagem…as furações, tomadas, creio que tudo isso e mais uma infinidade de coisas teriam que ser mudadas com seus custos de projeto, adaptação e reforma. Os mais entendidos poderão lembrar de mais coisas além de só trocar radares e mísseis, aquelas coisas pequenas que fazem a diferença, mas que nunca são lembradas. Me lembrei do M-41 que perdeu estabilidade com a troca do motor e seu canhão de 76mm… Read more »

FERNANDO
FERNANDO
6 meses atrás

Eita,
ferro velho logo adiante.
Se livramos destas.

filipe
filipe
6 meses atrás

Nos temos o que existe de melhor no Mundo Naval, construções no estado da Arte, nada de sucatas, Submarinos novos e construídos aqui, Fragatas MEKO novas e construídas aqui, caças novos e construídos aqui, helicópteros novos e construídos aqui, blindados Guaranis novos e construídos aqui, Radares SABER 200 novos e construídos aqui, Misseis MANSUP novos e construídos aqui, temos um PIB de 1.8 Trilhões de USD, o Chile é uma nação aliada que compra muito material usado (Fragatas, Caças, Blindados, etc), Adoptamos uma postura diferente, produção nacional e conteúdo local.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  filipe
6 meses atrás

Filipe, recomendo cuidado com o tempo verbal.
Boa parte da sua lista, por enquanto e se nada der errado, só dá pra conjugar no futuro do verbo ter, não no presente.

filipe
filipe
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Grande parte do material que citei, é quase 100% garantido que será num futuro bem próximo ou num futuro distante, mas a ideia é o Brasil não ter muita sucata, Toda sucata dos EUA+ Europa + Austrália, ser comprada de forma massiva pelas nossas forças, o Brasil comprou de forma moderada algum material usado em bom estado, mas o caso do A-12 São Paulo, foi o total descalabro, comprar um NAE para depois acabar assim sem utilidade , foi triste demais, o Bahia e o Altantico são casos de sucesso, tudo porque é material com menos de 20 anos, foi… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  filipe
6 meses atrás

Filipe… . se o “São Paulo” foi um “fracasso” e o “Atlântico” é um “sucesso”, não é por conta do primeiro ter sido adquirido com 37 anos e o segundo com 20 anos e sim porque um NAe de porte médio com catapultas é um navio extremamente complexo, muito diferente de um “LPH” ou “LPD” e que exige recursos para manter que a marinha descobriu não existiam. . O NDD Rio de Janeiro por exemplo foi adquirido depois de 33 anos de serviço com a US Navy e serviu bem à marinha brasileira por mais de 20 anos, algo como… Read more »

Glasquis7
Reply to  filipe
6 meses atrás

Só pra por uma observação no seu comentário. O Atlântico e o Bahia são compras de oportunidade de navios de segunda mão. Nada fabricado localmente. A questão é, de que adianta dizer que fabrica localmente se levará anos, muitos anos em entregar. Os Scorpenes foram comprados faz quanto tempo? e os Gripen? O Chile, assim como o Brasil, precisa navios pra agora. Os estaleiros de ASMAR já se encontram capacitados para construir fragatas e suprir a necessidade da frota chilena colocando 10 fragatas em 12 anos. Só que o Chile não pode ficar 12 anos esperando por meios de defesa… Read more »

Parabellum
Parabellum
6 meses atrás

Pela incapacidade de projetar e construir seus próprios meios de defesa faz com que o país tenha que “roer o osso” da Austrália. Ainda bem que já passamos desta fase.

Glasquis7
Reply to  Parabellum
6 meses atrás

Na atualidade, ASMAR tem capacidades de construção bem superiores aos dos estaleiros da Marinha do Brasil. Constrói patrulheiros de 3.900 ton.

Quando não sabemos sobre o que se está tratando, não deveríamos dar opiniões.

Tamandaré
Tamandaré
6 meses atrás

Em minha opinião, uma excelente aquisição chilena!

São embarcações ainda dos anos 90, têm bom porte e qualidades marinheiras, podem operar até 2 helicópteros e são aptas a utilizar ESS e SM-2. Pena que sejam apenas 2 unidades… 🙁

Dalton
Dalton
Reply to  Tamandaré
6 meses atrás

Concordo e quanto à “apenas 2 unidades” o requerimento da marinha chilena é ter 8 principais combatentes de superfície e tem sido assim desde a década de 1990 então as duas “Adelaides” irão substituir exatamente duas unidades de defesa A/A de área, armadas com o quase inútil míssil SM-1. . Comissionadas em 1992 e 1993, mas, bastante modernizadas já na década seguinte o que também as poupou de trabalho árduo por alguns anos, deverão alcançar facilmente a marca de 40 anos de idade, aliás, como já ocorreu com a fragata ex-USS McInerney, comissionada em dezembro de 1979 e hoje a… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Dalton
6 meses atrás

O importante é que o almirantado Chileno possui os barcos nas bases. Barcos no projeto e nos planejamentos não servem para efetuar operações navais. Um pais que exporta petróleo pesado como combustível não pode achar que um barco a turbina a gás tenha um consumo exagerado. Hoje em dia preponderam as turbinas a gas nos grandes navios. Salvo os nucleares, claro.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
6 meses atrás

Essas turbinas…não são movidas com gás gerado das máquinas diesel que são movidas por diesel fino?

Nós temos esse óleo?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Esteves, Todas as fragatas e corvetas da Marinha do Brasil têm turbinas a gás (a maioria usa motores diesel pra velocidade de cruzeiro e as turbinas pra altas velocidades, sendo que nas duas classe Greenhalgh remanescentes ao invés dos motores diesel para cruzeiro há turbinas de menor potência). E no caso da corveta remanescente da classe Inhaúma e da corveta Barroso, a turbina é da mesma família usada nas OHPs. O óleo combustível para esse tipo de turbina é usado pela Marinha do Brasil na classe Niterói desde os anos 70. Sim, é um óleo mais refinado que o normalmente… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Sempre faço confusão com essas turbinas. O Luiz falou do petróleo pesado e lembrei que a Petrobras compensa a venda/exportação de óleo pesado importando óleo leve (incluindo óleo fino marítimo) em razão de custos/capacidade de refino e concorrência. O país exportando óleo pesado não necessariamente significa que existe óleo fino ofertando. Em caso de embargo e guerra haveria a necessidade de refinar tudo aqui com ou sem custos/capacidade. Faltar parece que não…mas em um mundo em guerra, tem gente construindo esses cenários? Se o PAEMB estivesse em execução qual o peso do óleo fino na oferta da Petrobras para uma… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
6 meses atrás

A Reduc (RJ) produz querosene de aviação, então imagino que também tenha capacidade de produzir o óleo queimado em turbinas marítimas aeroderivadas.

Óleo mais pesado, tipo bunker (que atualmente é produzido aqui na versão de baixo teor de enxofre que se tornou a nova norma) é para motores diesel de navios mercantes. Se não me engano é produzido na Abreu e Lima (RJ)

Xerem
Xerem
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Abreu e Lima e em Recife e aqui no RJ em Itaboraí e COMPERJ !

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Xerem
6 meses atrás

Sim, deu algum cruzamento de linha nos neurônios e digitei a sigla RJ ao invés de PE pra Abreu e Lima, na última linha.

Grato pela correção.

Mas Reduc é RJ mesmo (a sigla é de estado), em Duque de Caxias, não estou falando do Comperj.

Sobre onde fica cada refinaria e o que produzem (conteúdo bem resumido), a Petrobras divulga essa página:

http://www.petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/principais-operacoes/refinarias/

Glasquis7
Reply to  Luiz Floriano Alves
6 meses atrás

Falou e disse.

Juarez
Juarez
Reply to  Tamandaré
6 meses atrás

Não e somente a sua, e toda e qualquer pessoa racional e pragmática.
Apenas os iluminados dundido faz de conta e que acham isto ruim. Uns achando que comprar uma sacata Ucraniana apodrecendo no mar Negro seria a solucao magica dos nossos problemas e outro em nível de torpor lucinogeno maior, afirmando tacitamente que produzimos aviões de combate, radares, mísseis, escoltas sem nada disto estar plenamente operacional, ou maioria sequer ter saído do CAD.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Juarez
6 meses atrás

Oras. A sua solução mágica é comprar sucata americana apodrecendo na Philadelfia. Algumas 10 anos mais velhas que o Cruzador ucraniano.
O Cruzador não é solução nenhuma. Poderia ser uma compra de oportunidade exatamente igual essa das 2 Adelaide, feita pelos chilenos. Nada mais que isso.
Com desvantagens e também vantagens em minha opinião.

Juarez
Juarez
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

A diferença é que a “sucata americana”flutua, navega, opera e combate, tem mais poder de fogo AA que toda a esquadra Brasileira, tem oito marinhas com elas plenamente operacionais, já aquele coco flutuante no mar Negro e o que mesmo….

Salim
Salim
Reply to  Juarez
6 meses atrás

É aguenta tiro exocet sem afundar. Barco de guerra.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Juarez
6 meses atrás

Errado. As OHP que navegam, operam e combatem são outras. As que você deseja para a MB estão em um cais para navios Inativos há vários anos. Errado. As OHP que possuem grande poder de fogo AA são as Adelaide, adquiridas pelo Chile. As que você deseja possuem o antigo SM-1 que já foi retirado de serviço há mais de 15 anos. Aquele coco flutuante pode ser terminado, e novos sensores e armamentos podem ser instalados. Existem 3 cocos iguais flutuando, navegando, operando e combatendo na marinha russa. E onde passam, são respeitados. Cocos flutuantes que ostentam um poder de… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Luís Henrique
6 meses atrás

Luís… . depende de como uma marinha queira classificar seus navios. Os “Ticonderogas” inicialmente seriam classificados como “destroyers”, mas, em 1975 a US Navy mudou as regras e mesmo os Belknaps por exemplo,foram reclassificados como cruzadores , mesmo deslocando 8000 toneladas totalmente carregados e havia “cruzadores” soviéticos até menores. . O novo “055” chinês desloca até mais que um “Ticonderoga” que perde até para os “Atagos” em deslocamento embora tenha maior espaço interno por conta da gigantesca superestrutura de alumínio mais leve. . Quando o “São Paulo” entrou em serviço comemorou-se o fato de que o Brasil era um dos… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Dalton
6 meses atrás

Sim Dalton. Está certo. Mas independente da classificação, destroyer ou Cruzador, um navio como esse que possui 186 m e desloca 12.500 T carregado, finalizado e armado como eu mencionei, traria alto poder ofensivo e defensivo, aumentaria o poder de dissuasão da MB e traria também um Status. A diferença para o A12 é que este foi adquirido do jeito que estava e a MB nunca fez uma grande modernização no navio e nem comprou os “armamentos” que ele merecia, como caças modernos, aeronaves AEW, etc. Já no caso do Cruzador, compra-lo do jeito que está também seria nada. Teria… Read more »

Karl Bonfim
Karl Bonfim
6 meses atrás

A vida e cheia de oportunidades, no caso da marinha chilena, de compras de oportunidades…

Mattos
Mattos
6 meses atrás

Antes essas do que as sucatas Vosper que temos.

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
6 meses atrás

Parabéns Chile! Melhor marinha da América latina!

Glasquis7
6 meses atrás

Acho curioso denostar da compra destas unidades sendo que por estes lados não existe nada, absolutamente nada, que posa fazer frente a elas.

Binho
Binho
6 meses atrás

Desde sempre os EUA supriam as Marinhas do Brasil, Chile e Argentina por equilíbrio bélico no Atlântico Sul, até porque nunca foi interesse dos EUA esses países serem potência em algo.
Se eles cediam uma sucata pra uma marinha, tinha que ceder mesmo para as outras, para “orgasmo” do almirantado latino.

Mas hoje nem isso existe e a Marinha do Chile é soberana, já que a Marinha do Brasil e Argentina tem alvos flutuando.

Dalton
Dalton
Reply to  Binho
6 meses atrás

Desde sempre não ! Até o início da II Guerra, a maioria dos navios era de origem britânica e como argentinos e chilenos permaneceram neutros apenas o Brasil beneficiou-se de navios dos EUA na forma de 16 caça – submarinos e 8 contratorpedeiros de escolta sem falar dos 3 contratorpedeiros em construção no Rio de Janeiro que contaram com assistência dos EUA . . Com o fim da guerra, apenas os EUA possuíam uma grande quantidade de navios excedentes e conhecendo a rivalidade entre Argentina e Brasil e entre Argentina e Chile adotaram uma boa política de fortalecer essas marinhas… Read more »