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IMAGENS: Carrier Strike Group do Reino Unido

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A Marinha Real Britânica divulgou imagens do UK Carrier Strike Group (CSG) formado pela primeira vez, em uma demonstração impressionante de poder marítimo.

O comandante do CSG, Commodore Steve Moorhouse, saudou uma nova era em operações: “O UK Carrier Strike Group é a personificação do poder marítimo britânico e está situado no centro de uma Marinha Real modernizada e fortalecida.”

Fornecendo a escolta fortemente armada para o majestoso porta-aviões de 280 metros de comprimento e 65.000 toneladas, HMS Queen Elizabeth, estão os contratorpedeiros britânicos HMS Diamond e HMS Defender ao lado das fragatas HMS Kent e HMS Northumberland, com o apoio do destróier USS The Sullivans e da fragata holandesa HNLMS Evertsen.

Garantindo que esta impressionante formação de poder de ataque da OTAN possa permanecer no mar estão os navios de apoio da frota Royal Fleet Auxiliary (RFA) RFA Tideforce e RFA Fort Victoria, com todos os nove navios (incluindo o porta-aviões) neste mês de outubro participando do exercício multinacional Joint Warrior no norte da Grã-Bretanha.

Enquanto os navios de guerra navegavam em mar agitado, dispostos no vasto convés de voo do HMS Queen Elizabeth, havia uma dúzia de jatos de ataque F-35B e quatro helicópteros Merlin. Os jatos são do esquadrão 617 da RAF e Royal Navy e do Marine Fighter Attack Squadron 211 (VMFA-211) do US Marine Corps (com mais três jatos e sete helicópteros no hangar).

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filipe
filipe
3 meses atrás

Pelo exemplo Britânico, o Brasil deverá ter calma e criar o seu próprio carrier strike group até 2040, já estamos no bom caminho, primeiro com o Submarino Nuclear, depois com a Fragata Classe Tamandaré, temos que ter paciência , mas com calma e dinheiro público é possível.

Marcio
Marcio
Reply to  filipe
3 meses atrás

Rir pra não chorar, boa piada amigo.

Astolfo
Astolfo
Reply to  filipe
3 meses atrás

É possível porque eles fizeram todo um planejamento a longo prazo visando esse resultado final. Eles fizeram isso porque viram, lá atrás, que seria possível. Aqui as coisas são bem diferentes. Tudo é feito aos trancos e barrancos e, no caso do SubNuc, estão praticamente subindo um monte Everest por dia (falo isso num tom de elogio, não de crítica neste caso). A realidade britânica é diferente do sonho da MB de ter um porta-aviões. Se a Marinha colocar tudo na ponta do lápis, verá que não é possível que ela tenha um porta-aviões com meios relevantes e operá-lo por… Read more »

filipe
filipe
Reply to  Astolfo
3 meses atrás

Mas actualmente a MB é mais realista e acertada, antes de sonhar ou operar um NAE e seu strike group, primeiro vamos operar um Submarino Nuclear juntamente com a construção local de pequenas Fragatas como as FCT de 3500 Toneladas, Assim que dominarmos isso, podemos passar para a segunda fase, construir e operar grandes Fragatas ou escoltas de 6 mil a 7 mil Toneladas, ai já teremos condições de construir e operar NAEs da ordem de 42 mil Toneladas, tudo faseado, nada de dar um passo maior que a perna, ou dar o pulo do gato.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  filipe
3 meses atrás

Strike Group com navios de 3k tonenadas? Só se a MB não tiver pretensões de fazê-lo operar em águas azuis. De qualquer forma o Brasil não tem capacidade e nem comprometimento para executar um planejamento nesse nível.

Plinio Carvalho
Plinio Carvalho
Reply to  Allan Lemos
3 meses atrás

Brasil tem a capacidade de construir/comprar qualquer coisa, só não tem o comprometimento, infelizmente isso já é suficiente pra inviabilizar qualquer conquista de longo prazo.

Last edited 3 meses atrás by Plinio Carvalho
Teropode
Reply to  filipe
3 meses atrás

Um PA para 2040 ? Muito improvável ,uma vez que os recursos estarão disponibilizados para o segundo Subnucle e mais navios de patrulha , fora isto ainda há a questão , quais aviões serão usados ? Gripen naval sem chances , talvez Tejas ou SH surrados . Pelo andar da carruagem ( possível queda de produção agrícola , com desabastecimento e a crescente necessidade de auxílios populares ) , não creio que estaremos melhor , por isso acredito que o momento é agora , aproveitando que o mundo está em marcha lenta , poderíamos conseguir um preço melhor , daqui… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Qual o futuro da aviação embarcada de asa fixa? Aviões tripulados? Drones, ou um misto dos dois? Tem duas coisas que não entendi, como fazer uma invasão estilo guerra relâmpago na foz do amazonas se a região é totalmente imprópria para esse tipo de ação, sendo a ação mais recomendada o domínio dos rios e a utilização de uma doutrina semelhante a da Colômbia em guerra ribeirinha. E também como é possível desabastecimento se a produção agrícola brasileira desse vai superar a do ano passado, o que está havendo é que os grandes estão aproveitando o dólar alto para exportar… Read more »

Teropode
Reply to  Wilson Look
3 meses atrás

Juan Carlos e F35 . A região menos guarnecida é o norte , o rio Amazonas é uma grande rodovia que será usada para uma penetração profunda na região mais rica em recursos naturais do continente , um desembarque anfíbio gigante com apoio aéreo , rápido e suave ( região mais desguarnecida ), ou vc acha mais fácil ir ciar uma invasão pelo sul , nordeste ou por São Paulo ? Não é só preço de dollar , o Brasil está importando arroz e trigo para cumprir contratos de exportação , sim , nossa produção destes grãos não acompanha a… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Você está simplificando algo que é muito complexo. Você está colocando a sua visão, em detrimento de uma avaliação dos desenvolvimentos que estão sendo feitos, na área da aviação naval, no momento o que está havendo é uma indefinição sobre como será o futuro NAE, isso só o futuro dirá. Sobre a Amazônia, invadir visando conquistar esse território é suicídio, grandes navios não são úteis para o combate nessa região, a operação deve se basear em lanchas rápidas e o único País com doutrina e experiência de combate para o tipo de operação que tem que ser feito lá é… Read more »

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Teropode
3 meses atrás

a futura invasão ocorrerá pela guiana francesa,onde os franceses ja tem a cabeça de ponte !

Teropode
Reply to  horatio nelson
3 meses atrás

Não não , ficam do lado norte do rio Amazonas , com milhões de hectares de florestas fechadas , virao é pela foz , até chegar reforços eles já estarão no Amazonas , se não cometerem a besteira de poupar civis , dominarão rapidamente a região , pelo rio eles penetram mais de 1200km no continente , Overcrafts e grandes balsas .

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Teropode
3 meses atrás

“…se não cometerem a besteira de poupar os civis…” Sério isso? Se fizerem isso estarão decretando a própria derrota, e mais logística na Amazônia é algo monumental, a floresta é mais densa do que no Vietnam e o Brasil tem forças especializadas em combater nesse ambiente, além de que a penetração pelos rios tem que ser feita com lanchas e barcos de apoio com no máximo 1 metro de calado. Você está subestimando e muito tanto a floresta em si, como a capacidade das tropas na região, sem falar que temos uma força de ação rápida capaz de atuar em… Read more »

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista
Reply to  horatio nelson
3 meses atrás

Porque? Para que? Quanto custaria esta invasão? Quais os recursos envolvidos. Hoje, agora, só temos um Pais com capacidade militar e financeira para uma empreitada trilhardaria como esta, e eles não tem este interesse, e olhem além da retorica, como disse o Wilson, se for para pressionar o Brasil para alguma coisa, é muuiiiito mais econômico para os interessados, pressão econômica. Por que nossa Defesa parece débil perante comparações com outros Países? Por que somos grandes demais, (geográfica, populacional, econômica), e isto é também um valor estratégico. Não que não precisemos de defesa de qualidade, mas se olharmos ao redor,… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Marcelo Baptista
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Nenhum vetor de altissimo custo pode adentrar pelo amazonas, pois seria muito facil alveja-lo de morte.

Se fragatas nao entram nem no Golfo Persico, imagina no Amazonas que é mais estreito ainda. As margens são espessas e muito camufladas onde um missil, um rpg, morteitos podem pegar uma embarcação grande e cara facilmente. Lá é terra de lanchas….

Emmanuel
Emmanuel
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Tejas?
Queda na produção agrícola?
Desabastecimento?
Crescente necessidade de auxílios populares???
Que droga foi essa que você tomou? Quero também.
Está se falando da MB, não da marinha argentina.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Teropode
3 meses atrás

A producao agricola so aumentou

O problema dos alimentos subindo é porque esta faltando comida no mundo e a produção recorde brasileira em parte é vendida para fora em dolar…

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  filipe
3 meses atrás

esqueci essa porr@ de Nae, temos coisas mais importantes

Felipe Augusto Batista
Reply to  Carlos Campos
3 meses atrás

Carlos, estamos cogitando um possível NAe lá na década de 40, daqui a mais de 20 anos. Se até lá não tivermos resolvido as coisas mais importantes não é o NAe que vai causar problemas, não vai existir mais MB para operalo mesmo.

Zorann
Zorann
Reply to  Felipe Augusto Batista
3 meses atrás

Cara, qual a parte que vc não entendeu de que isto não vai acontecer? Acorda.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Como saber o futuro?

Qualquer previsão para um período de 20 anos é igual um tiro no escuro.
O impossível já aconteceu no passado, o que impede que ocorra novamente?

Zorann
Zorann
Reply to  Wilson Look
3 meses atrás

Para isto ai acontecer, tem de mudar muita coisa nas FFAA. principalmente como o dinheiro ‘e gasto e como o orcamento ‘e gerido.

E isto nao vai acontecer.

O sindicato da farda ‘e muito forte, nao vai deixar.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Se ocorrerem mudanças em todos os níveis do setor público, os militares fazem mudanças também.

Muita coisa não muda de um dia para o outro e os resultados de uma mudança, normalmente levam décadas para serem vistos.

Tem muita coisa que culpam os militares sendo que a culpa não é deles, o problema está bem mais em baixo.(ou devo dizer em cima?)

Teropode
Reply to  Carlos Campos
3 meses atrás

Aqui se discorre sobre máquinas de guerras e suas implicações políticas mundiais , discutir sociologia não dá liga .

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Sociologia do que? Que precisamos mais rapidez na troca do FAL pelo IA2,? na obtenção de míssil melhor para atacar carros, lançando pela infantaria tipo o javelin ou kornet. ? Tipo comprar drones para o EB e a MB, Trocar os M113 por veículo blindado de esteiras melhor? tipo comprar comprar mais helicópteros ASW, terminar o 14X, o MANSUP, o A-DARTER, M200, e partir deles evoluir?

Renan
Renan
Reply to  filipe
3 meses atrás

Basta o Brasil desenvolver um míssel hipersonico lançado de terra, ar, mar e submarinos. Que estes navios não representará ameaça ao Brasil.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
3 meses atrás

Marinha que o Brasil deveria ter… Nem grande e nem pequena, mas suficiente!

Âncora
Âncora
3 meses atrás

AEW feito pelos Merlin, é isso?

filipe
filipe
Reply to  Alexandre Galante
3 meses atrás

O Segredo do sucesso desse projecto será a adaptação do CMV-22 Osprey para ser a principal aeronave de apoio embarcada (substituindo o C-2 GreyHound na função “carrier onboard delivery” COD por ser a única aeronave capaz de levar o motor F135 e quem sabe ASW, SAR, REVO e AWACS), dai a aposta por um NAE sem catapultas.
Essa Aeronave é o game changer , ela muda tudo, SV-22 ASW , EV-22 AWACS/AEW , CMV-22 COD/REVO . A Royal Navy estudou bem todos esses projectos e o EH-101 Merlin não vai ser AEW por muito tempo.

Âncora
Âncora
Reply to  filipe
3 meses atrás

Osprey AEW? Isso eu quero ver

Anfibio
Reply to  Alexandre Galante
3 meses atrás

Os F-35 precisam de AEW??!
Se nao… poderiam prestar tal servico para a frota?!

groosp
3 meses atrás

Big Lizzie é o apelido do HMS Queen Elizabeth.

Heinz Guderian
Heinz Guderian
3 meses atrás

Que vídeo sensacional, uma “pegada” viking. Royal Navy sempre majestosa, isso se chama dissuasão!

JuggerBR
JuggerBR
3 meses atrás

Amarra direito essas aeronaves no convés… mar agitado….

horatio nelson
horatio nelson
3 meses atrás

the empire strikes back !

Agressor's
Agressor's
Reply to  horatio nelson
3 meses atrás

Essa marinha britânica de hoje não chega nem aos pés do que já foi um dia. Hoje o Reino Unido não passa de apenas uma sombra do que já foi um dia, atrás até de suas ex-colônias como a China.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

realmente comparada com a epoca em q o imperio era dono de um terço do mundo é pouco…porém agora se tem capacidade de projeção de poder e um poder dissuassorio maior do q na epoca das falklands…o q inibe qualquer aventura militar contra o império!

DIOGO LIMA
DIOGO LIMA
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

Estava demorando né!?
Aparece um desses… com essas frases fracas e sem originalidade de criticar.

Teropode
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

Se tirar o óculos de couro vc percebe_ra que só um grupo de batalha atual projeta mais poder doque doque 10 grupos de batalha da década de 40 , portanto sua comparação numérica não pode ser aplicada ignorando o avanço tecnológico , ex ? Uma escolta pilhada de mísseis é capaz de afundar a metade da frota nazista da segunda guerra , sem verem de onde veio o fogo .

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Calma Mestre Teropode,

Na batalha oceanica sim, mas na litoranea num contexto geral, todos involuiram, mesmo com os misseis. Pois misseis sao limitados em numero e usados para alvos estratégicos…o apoio de fogo naval sobre terra ainda carece de substitutos dos cruzadores e encouraçados

PauloR
PauloR
3 meses atrás

Imagino o esforço que tiveram que fazer pra colocar todos os navios juntos. Mas enfim.. Marinha britânica esta em decadência e só opera longe da sua costa se tiver navios americanos ao redor pra garantir proteção

Mercenário
Mercenário
Reply to  PauloR
3 meses atrás

PauloR

Já a marinha russa só opera o NAe se estiver com a companhia de um rebocador.

Adriano Luchiari,

Há sim um SSN. Inclusive foi “divulgado” na conta oficial da HMS QE, embora não tenha sido especificado qual é o submarino (Astute ou “T” boat”).

Teropode
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

É mais fácil para eles obterem 3 em 10 anos doque o Brasil 1 em 20 anos , eles não possuem os abstaculos sociais que o Brasil possui .

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Qual seria esses obstáculos sociais, ou vc acha que na Rússia não tem sério problema sociais tb e pobreza ???

Marcio
Marcio
Reply to  PauloR
3 meses atrás

Se a Marinha britânica tá ruim imagina a do teu país. Eu acho engraçado que o pessoal não consegue entender o que é a palavra “aliança” e pra que ela serve.

Templario
Reply to  PauloR
3 meses atrás

Se fosse um dos navios aerodromos dos chineses de perna-curta com aeronaves 4G de motores defeituosos e com capacidade limitada de carga, toda a gente iria aplaudir e falar de super-potencia… Mas vamos falar de factos sobre a RN…Ja começou a operar aeronaves 5G,tem SSN’s, SSBN’s, suas escoltas incluem destroyer’s com ASTER30 e esse fantastico radar que é o sampson, no futuro as novas type26 e 31… Sim a RN tem as suas limitacoes(capacidade anfibia) e enquanto nao chegarem todos os F35B vai depender de terceiros, mas esta a trabalhar e pelos vistos vai alcancar os seu principal objectivo que… Read more »

Taso
Taso
Reply to  Templario
3 meses atrás

Verdade, o projeto está caminhado e vão chegar lá.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Templario
3 meses atrás

Tem capacidade anfíbia, têm 5 grandes LPD’s.

Bardini
Bardini
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

2 LPDs Classe Albion
3 LSDs Classe Bay
4 Ro-Ro Classe Point
.comment image
.
Capacidade eles tem…

DIOGO LIMA
DIOGO LIMA
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Na Europa é o país com mais capacidade anfíbia?

Templario
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

Atenção eu não disse que eles não tinham capacidade anfibia, eu disse que era limitada… A RN nao possui nenhum navio anfibio de assalto seja ele, LHD, LHA, ou LPH(tinha o actual Atlantico da MB). Sim o QE consegue compensar algumas destas capacidades em falta… Mas os Britanicos ja chegaram a conclusao que não é de todo sensato usar os seus NAe de 65 mil toneladas como navios de assalto\apoio anfibios. Alias a RN muito discretamente usou os recursos financeiros atribuidos para capacitar os seus NAe com capacidades anfibias, e alocaram esses mesmos recursos em outras actualizacoes mais apropriadas a… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Templario
rui mendes
rui mendes
Reply to  Templario
3 meses atrás

Têm o RFA Argus, que embora limitadamente na parte do aérea, pode substituir o ex Ocean.

RFA Argus-na-Baltops-19  (junho 2019).jpg
rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

RFA Argus

RFA ARGUS -Grupo-Tarefa-da-Royal-Navy-na-Baltops-19-3.jpg
rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

RFA Argus

RFA ARGUS -Grupo-Tarefa-da-Royal-Navy-na-Baltops-19-2.jpg
rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

Class Bay

LPD RFA BAY CLASS.png
rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

HMS Albion class

UK-HMS Bulwark HMS Ocean.jpg
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Templario
3 meses atrás

É um senhor navio! Mas ja que chegou na casa das 65 mil ton, deveria possuir cabos de parada para operar na modalidade stobar e oferecer a possibilidade de não ficar preso apenas ao F35B

Templario
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Com 65 mil toneladas acho que poderiam ter caminhado em direcção a um Catobar…Mas as condicionantes financeiras ditaram a limitação dos NAe da RN a aeronaves VSTOL.

Agressor's
Agressor's
Reply to  PauloR
3 meses atrás

Agora já não é império nenhum e apenas uma nação serva de uma de suas ex-colônias, os EUA. No século XIX os britânicos ameaçaram o Brasil de Dom Pedro II, mas Dom Pedro disse que estava pronto pra guerra. Época que o Brasil tinha respeito no mundo! Naquela época, a Marinha Imperial Brasileira também era uma grande potência mundial. A marinha brasileira poderia não vencer mas com certeza causaria um grande estrago neles! Recomendo que pesquisem mais profundamente sobre a nossa historia passada. Porque hoje ela está sendo atacada e destruída em nosso país, para ser reescrita e nos passar… Read more »

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

” Porque hoje ela está sendo atacada e destruída em nosso país, para ser reescrita e nos passar uma visão distorcida de nossa nação pra fazer com que o próprio povo se deprecie.” Perfeito, onde assino? Meu caro Agressor, agradeço pelo belo texto e tenho certeza absoluta que meu bisavô junto com D.PedroII, Tamandaré, Barão do Amazonas, Visconde de Inhaúma…, estão a lhe ofertar palmas, estão a chorar e sorrir ao mesmo tempo pela lembrança posta por vós, neste belo texto e o que poderíamos ser hoje, caso mantivéssemos a política desenvolvimentista imposta pelo governo da época e o que… Read more »

Agressor's
Agressor's
Reply to  Saldanha da Gama
3 meses atrás

Eu é que me sinto honrado pelas palavras de vocês!

Agressor's
Agressor's
Reply to  Saldanha da Gama
3 meses atrás

Quem leu o livro “Bandeirantes e Pioneiros – Paralelo entre duas Culturas” consegue pôr em perspectiva muito bem o quanto os brasileiros – e mesmo portugueses – do início do Brasil e até o Império foram GIGANTES. Ao analisar o território e as dificuldades de conquistá-lo, o autor, Vianna Moog, nos mostra o quanto a geografia, orografia, os rios, vegetação, etc foram generosos com os pioneiros americanos que conquistaram os EUA. Já o Brasil foi totalmente diferente. Nossos rios são rebeldes, difíceis de navegar. Nossa vegetação é intrincada. Do mar até o sopé da montanha, a serra, temos em média… Read more »

Guilherme Lins
Guilherme Lins
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

texto maravilhoso, muito obrigado por postar!

Agressor's
Agressor's
Reply to  Guilherme Lins
3 meses atrás

O Brasil Imperial tinha a quinta POTÊNCIA naval do mundo com 94 modernos navios de guerra em 1870 superando os EUA, e em 1889 era a quinta ou sexta potencial naval do mundo. Além do PODER da ARMADA IMPERIAL BRASILEIRA SER muito forte a partir de 1870 ao fim da Guerra do Paraguai, a Marinha Brasileira não só era a (MAIOR DO CONTINENTE), como também, em número de embarcações, era a quinta do mundo, superada apenas pelas esquadras da Inglaterra, Rússia, Estados Unidos e Itália.  FONTES: A HISTORIA DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, PG 265 e Doratioto, Francisco. Maldita Guerra: Nova história… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

Os americanos não “começaram o processo de modernização da sua marinha, por causa da entrega do Riachuelo.” . Bela coincidência, mas, os EUA estavam mais preocupados com a Espanha, com a qual já existiam problemas e finalmente em 1898 eclodiu a guerra. . Foi um navio espanhol de visita a Nova York em 1873 que mais claramente alertou os EUA sobre a condição da US Navy e a condição do US Army era tão ou até mesmo pior. . Os EUA não tinham inimigos e deixaram as forças armadas desamparadas após a Guerra Civil de 1861 a 1865, mas, foi… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Isso é uma duvida minha.
Teria tido um certo sensacionalismo sobre as capacidades da US Navy, frente a possíveis rivais, ou mesmo aquisições de outras nações americanas?

Pergunto isso por causa das declarações tanto em relação ao Riachuelo como ao cruzador Esmeralda do Chile.

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson Look
3 meses atrás

É comum “partes interessadas”, por exemplo políticos de regiões onde estão situados estaleiros, militares querendo aumentar seus orçamentos usar certos subterfúgios como exagerar ameaças ou comparar material bélico para alcançar suas metas. . Os EUA mesmo recuperando-se da guerra civil alcançaram a Grã Bretanha no papel de nação mais industrializada e segundo algumas fontes ultrapassando-a já no fim do século XIX. . Os EUA simplesmente não investiam em marinha e exército e é realmente chocante quando se sabe algo sobre o exército americano das décadas de 1870 e 1880 que é o meu caso por ter interesse nas chamadas guerras… Read more »

Agressor's
Agressor's
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Os EUA ficaram independentes as custas do povo francês, eles perderam 2 guerras para os britânicos e só não voltaram a ser uma colônia britânica pela intervenção dos franceses feita nestes eventos.

Agressor's
Agressor's
Reply to  Dalton
3 meses atrás

A sua ideia do supremacismo “inato” dos EUA e de seu povo está equivocada. Em sua historia os EUA experimentou inúmeras derrotas e inimigos. Os EUA não nasceu como uma potência, muito pelo contrário, nasceu como uma nação instável e vulnerável. O predomínio naval brasileiro teve papel destacado para a ulterior vitória do Brasil nos âmbitos militar e diplomático. Para termos uma ideia dessa supremacia regional, basta citar que ao fim da Guerra do Paraguai, a Marinha brasileira não só era a maior do continente, como também, em número de embarcações, era a quinta do mundo.

Last edited 3 meses atrás by Agressor's
Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

Somente alguns detalhes que eu pesquisei a algum tempo.

O Brasil não teve todas as condições para uma industrialização como ocorreu nos EUA, um desses pontos era a falta de carvão de qualidade, outro ponto era a falta de uma política econômica nesse sentido.

Um coisa sobre a Armada Imperial, é verdade isso da força dela logo após a guerra do Paraguai, só que poucos meses depois essa frota já estava obsoleta, ao ponto da Armada não ser vinculada como entre as mais poderosas do mundo.

Agressor's
Agressor's
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Os EUA enfrentaram uma guerra civil e uma grave crise econômica que quase os colocaram em bancarrota. Se não fosse pelas políticas intervencionistas feitas na época, do estado sobre o mercado para salvar sua economia os EUA teriam entrado em falência.

Last edited 3 meses atrás by Agressor's
Sergio
Sergio
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

Me fez lembrar a maldade que fizeram com a fábrica de automóveis Gurgel. Seria hoje, certamente, nossa Hyundai ou sei lá, uma Chery da vida. Até o nome ajudava internacionalmente. Vale um livro. O Brasil é caso perdido.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
3 meses atrás

Um grupo assim não deveria ser escoltado por um submarino também?

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Submarino navega em baixo da água… Pode ter 30 ai e você não saberá! Embora se fizeram isso para fotos, era obvio que ele deveria tá aparente.

Astolfo
Astolfo
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Sempre surge essa pergunta… é possível sim que haja um ou mais submarinos ali. Mas submarinos não têm função tática primária de defesa, mas sim de ataque, especialmente no caso de submarinos nucleares (caso dos britânicos). Evidentemente, é possível alguém dizer “mas ao se atacar, na realidade está se defendendo”. Sim, é verdade, mas o meu ponto é que submarinos perdem sua vantagem da “surpresa” se operarem juntos com um strike group. Eles não podem realizar defesa contra mísseis ou aeronaves, e para atacarem outros navios têm apenas o diferencial dos torpedos. Por que então utilizá-los na defesa de um… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Astolfo
Esteves
Esteves
Reply to  Astolfo
3 meses atrás

“Até dois submarinos de ataque, usados ​​para rastrear navios e submarinos de superfície hostis, mas que também carregam mísseis Tomahawk para ataques de longo alcance.”

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Astolfo
3 meses atrás

“Portanto, neste caso, a meu ver, submarinos operarem juntos de Carrier Strike Groups são um fator redundante, desnecessário e, pior ainda, um desperdício do equivalente naval aos caças stealth.”

Os strike groups da USN sempre são acompanhados por um ou dois submarinos. Se eles fossem “desnecessários ou “reduntantes” acho que o Pentágono já teria percebido.

Dalton
Dalton
Reply to  Allan Lemos
3 meses atrás

A última vez que um “SSN” foi integrado a um “CSG” foi em 2009 quando o USS Scranton acompanhou o USS D.Eisenhower em uma missão de cerca de 6 meses. . Desde então “SSNs” não são mais integrados, porque descobriu-se que não se podia manter um “SSN” amarrado a um “CSG” desde o período de treinamento até a fase de sustentação que ocorre após o “CSG” retornar sem falar que normalmente navios de superfície passaram a cumprir missões de 7 meses enquanto submarinos normalmente cumprem 6. . Simplesmente não há submarinos disponíveis suficientes, então, um submarinos participa como “inimigo” durante… Read more »

WELLINGTON RODRIGO SOARES
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Provavelmente devem ter uns dois acompanhando, não faria muito sentido sair com meios de superfície apenas.

Camargoer
Reply to  WELLINGTON RODRIGO SOARES
3 meses atrás

Caro Wellington. Se a Inglaterra estivesse em guerra, seria muito provável que os submarinos estivessem por perto. Contudo, como o grupo de ataque está fazendo um exercício conjunto, talvez seja mais sensato manter os submarinos em sua missão de dissuasão nuclear do que participando do exercício que parece estar focado mais no uso dos F35B do que nas atividades de “caçada ao outubro vermelho”… mas é apenas palpite.

Dalton
Dalton
Reply to  Camargoer
3 meses atrás

A “dissuasão nuclear” é feita pelos “SSBNs”. Aos “SSNs cabe todas as demais funções, inclusive eventualmente fazer parte de um “CSG”, mas, devido ao pequeno número deles, 7, sendo que o mais novo ainda não está operacional e já se fala em descomissionar o mais antigo é duvidoso que um “SSN” esteja disponível para o “CSG” por conta de outras missões, manutenções de rotina e treinamento. . A US Navy abandonou a prática de integrar um “SSN” a um “CSG” em 2009. Desde então “SSNs” treinam com o “CSG” antes desse sair em missão e àqueles que já estão em… Read more »

Mercenário
Mercenário
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Dalton,

Existe uma postagem na conta da própria HMS Queen Elizabeth “anunciando” a “task group” com a presença de um submarino, embora sem citar o nome.

https://twitter.com/HMSQNLZ/status/1305455507889696768

https://pbs.twimg.com/media/Eh3rgOTXsAIZy_N?format=jpg&name=240×240

Dalton
Dalton
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

Sim, mas, isso não significa que será efetivamente feito e será difícil “amarrar” um dos poucos SSNs disponíveis a
um NAe sem comprometer outras missões.
.
A US Navy aprendeu e desde 2009 não vincula um de seus preciosos e poucos SSNs disponíveis a um NAe.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Dalton
3 meses atrás

7 SSNs?kkk tá precisando atualizar esses números ai,colega.

Dalton
Dalton
Reply to  Allan Lemos
3 meses atrás

Não entendi Allan onde errei ? São 4 classe Astute e os 3 classe Trafalgar remanescentes que serão substituídos por 3 Astutes em construção.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Acho que você que está misturando as coisas,a Royal Navy tem 7 SSN’s,mas a USN tem dezenas e até onde eu sei,quase nunca um strike group americano viaja sem eles. E no caso da Royal Navy,7 não é um número pequeno.

Dalton
Dalton
Reply to  Allan Lemos
3 meses atrás

Allan…conforme já comentei até em outras ocasiões no passado, desde 2009 a US Navy não integra um SSN a um “CSG”, desde as 4 semanas do último treinamento até a fase de sustentação depois que o grupo retorna. . De fato há no inventário 50 SSNs e eu poderia escrever linhas aqui de quantos estão em manutenção ou em treinamento os 3 mais novos nem mesmo estão operacionais, dois deles passando por ajustes pós comissionamento e o último aguardando esses ajustes.. . Para se manter cerca de 10 deles em suas respectivas áreas de patrulha´os outros 40 estarão em transito,… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Eles estão lá. Próximos, mas não muito. Submarino é arma furtiva.

Teropode
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Certamente o grupo está ladeado por Submarinos e sombreados por satélites militares .

WELLINGTON RODRIGO SOARES
3 meses atrás

Com as Type 23 continuando em serviço na Royal Navy, quais fragatas usadas poderiam estar disponíveis para uma compra ?
Sabemos que dificilmente vai rolar mais do que 4 Tamandaré e mesmo assim, só teremos elas por volta de 2028.
O Hoje Tá OSSO.

Last edited 3 meses atrás by WELLINGTON RODRIGO SOARES
filipe
filipe
Reply to  WELLINGTON RODRIGO SOARES
3 meses atrás

Operar Embarcações com Turbinas a Gás sai bastante caro, as Type 23 operam Duas Turbinas a GAS Rolls-Royce Marine Sprey SM1C com 39 MW (52300 HP) que são caras de manter e operar, acho que a MB está com os pés no chão, vamos operar Fragatas sem Turbinas a Gás como é o caso das FCT com propulsão CODAD, que é mais barata… Type 23 não é para o nosso bolso… Navio com Turbina a GAS é caro de operar e de manter.

Flanker
Flanker
Reply to  filipe
3 meses atrás

 Type 23 não é para o nosso bolso”…….mas, é para o bolso dos chilenos!!!!

filipe
filipe
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Com essa crise até os riquíssimos chilenos (maior exportador de prata do mundo) estão passando por grandes dificuldades… E tenho a certeza que estão arrependidos de ter uma Type 23, além do mais não queremos mais sucatas e velharias na MB, mais vale ter pequenos navios modernos do que grandes navios velhos e desfasados.

Flanker
Flanker
Reply to  filipe
3 meses atrás

Se o Chile opera Type 23, o Brasil também pode operar….olha o tamanho de uma economia e de outra….se o Brasil não opera e não vai operar é por outros motivos, não por dinheiro….

Nostra
Nostra
3 meses atrás

Off topic

India’s DRDO today successfully flight tested its Supersonic Missile Assisted Release of Torpedo (SMART), a 650 km long range anti submarine missile.

All the mission objectives including missile flight upto the range and altitude, separation of the nose cone, release of Torpedo and deployment of Velocity Reduction Mechanism (VRM) was successfully demostrated.
comment image

Nostra
Nostra
Reply to  Nostra
3 meses atrás

At 650 km range , it is the world’s biggest range anti submarine missile system ( torpedo delivery )
comment image

Nostra
Nostra
Reply to  Nostra
3 meses atrás

comment image

Esteves
Esteves
Reply to  Nostra
3 meses atrás

100% indianos?

Nostra
Nostra
Reply to  Esteves
3 meses atrás

100% Indian

Matheus S
Matheus S
Reply to  Nostra
3 meses atrás

So nice.

I would be interested to know on how the torpedo gets its final target.

I imagine that it would require a network of sonar arrays, satellite tracking (and that means geo stationary satellites covering Indian Ocean Region all time) for the system to effectively work as anti submarine.

But it can work wonderfully as an anti ship system.

One question: Could this system(SMART) have a range up to the entrance to the Gulf of Oman?

If it really has that range, that would give a huge advantage.

nostra
nostra
Reply to  Matheus S
3 meses atrás

No idea , this project is under PMO , which means it is a highly classified project , so no details available except for the press release. India has already developed and deployed its own sea bed arrays ( P-215 ) using passive acoustic hydrophones. Currently a laser based sea bed array is under development. There is also a seperate underwater passive standalone sensor and another underwater active / passive sensor system which is deployed . But I am not at the liberty to give more information on them. ISRO currently has 3 satellites for oceanic purposes. Officially it is… Read more »

Last edited 3 meses atrás by nostra
Mercenário
Mercenário
Reply to  nostra
3 meses atrás

Nostra,

Which platforms will provide targeting information to the ship armed with the missile?

Nostra
Nostra
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

Currently land launched

I am guessing MPAs , UAVs , seabed arrays , UGVs etc

Last edited 3 meses atrás by Nostra
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  nostra
3 meses atrás

The Ikara’s grandson!!!

Thiago
Thiago
Reply to  Nostra
3 meses atrás

Portugues por favor !

charles
charles
3 meses atrás

Uma das questões que ia fazer era sobre o alerta antecipado, já respondido Alexandre Galante, que ainda não está pronto e não estando pronto como que faz hoje?
A segunda questão é se os Harrier já foram todos aposentados ou há algum esquadrão em atividade ainda.

Black Typhoon
Black Typhoon
Reply to  charles
3 meses atrás

Os McDonnell Douglas/Boeing AV-8B+ “Harrier II” só operam na Marinha Militar Italiana (ainda por pouco tempo já que serão substituídos pelos F-35B), na Real Marinha Espanhola e nos US Marine Corps.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
3 meses atrás

Bem legal. mas bem que o dia podia estar mais azul e o mar mais “azeite”.

Esteves
Esteves
3 meses atrás

Todos estão exercitando…

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Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Foto antiga.
Porém, a PLAN está se exercitando sim.

Gabriel BR
Gabriel BR
3 meses atrás

Um império global demanda uma força militar considerável

Jean Jardino
Reply to  Gabriel BR
3 meses atrás

Imperio Global aonde meu caro, isso foi a dois seculos, acabou, eh so essa ilhota onde moro e mais nada.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Jean Jardino
3 meses atrás

No Império britânico o sol nunca se põe!

Flanker
Flanker
Reply to  Jean Jardino
3 meses atrás

E vc mora aí por que? Pelo nome pensei que era um croissant……empáfia e arrogância de francês, vc tem…..

Agressor's
Agressor's
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Não trate seu colega desse jeito, não sejam mal ingratos. Lembre-se que se não fosse o povo do Jean Jardino os EUA ainda seriam uma colônia britânica hoje e não uma nação independente.

Flanker
Flanker
Reply to  Agressor's
3 meses atrás

E o que eu tenho que ver com isso? Os EUA que agradeçam aos franceses…. Esse cidadão, cada vez que se pronuncia é com arrogância e deseducação.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Gabriel BR
3 meses atrás

Um ex imperio global.

Heitor
Heitor
Reply to  Gabriel BR
3 meses atrás

A famosa “saudade do que não vivi” rsrsrsrs

Renato
Renato
3 meses atrás

A real situação da Marinha britânica é crítica.
Recursos antes abundantes, agora começaram a escassear com o afastamento da Inglaterra do continente europeu através do desligamento de sua economia do EURO.
Já se fala em vender o segundo porta aviões por falta de recursos em mantê-lo na ativa.
No parlamento inglês o pau tá comendo por conta da degradação da economia da outrora poderosa Inglaterra.
O plano econômico inglês parece que deu um tiro no pé.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Renato
3 meses atrás

Vá lá que agora só falam em vender um, já que antes diziam que eles iam vender os dois, porque não tinham dinheiro e blá blä, mas agora já só falam em vender um, e falam aqui no blog, nos comentários, porque em Inglaterra, não falam disso, dou mais uma vez , uma dica, vejam o que diz na revista WARSHIPS IFR e na Aircrafts Montly.

Renato
Renato
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

Rui, Eles passaram o PHM Atlântico para o Brasil por serem bonzinhos? Ou por recuperar parte dos gastos com a construção e reforma do Atlântico que comeu praticamente o que o Brasil pagou pelo porta helicópteros? Todo mundo a época, achou um negócio da China, o Brasil comprar um porta helicópteros relativamente novo, reformado pagando praticamente o mesmo preço de sua reforma. Nas matérias veiculadas a época o pau comeu no parlamento inglês por causa da venda de um navio que mal tinha acabado de ser reformado. Mas o $$$ falou mais alto no bolso inglês. Os.franceses estão rolando de… Read more »

Marcio
Marcio
Reply to  Renato
3 meses atrás

Se lá tá crítico não quero nem pensar a do Brasilzão da massa como está.

Pablo Maroka
Pablo Maroka
3 meses atrás

God Save the Queen!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

Que bom ver que os britânicos voltaram a ter uma Carrier Strike Group (CSG)!

sj1
sj1
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Poucas vezes li algo tão cândido… porque motivos isso seria bom pro Brasil ??!

sub urbano
sub urbano
3 meses atrás

Ainda não perderam a sanha imperialista. A China irá dobrá-los.

DIOGO LIMA
DIOGO LIMA
Reply to  sub urbano
3 meses atrás

Acorda!!!
Os amarelos não dobram nem Taiwan e você acha que iram dobrar um país que detém armas nucleares.

Flanker
Flanker
Reply to  sub urbano
3 meses atrás

Com a sanha imperialista dela? Os chinas são a pior praga da humanidade…..

Groselha Vitaminada Milani
Groselha Vitaminada Milani
3 meses atrás

Isso mostra que estão guardando na garagem os Waves Class Tankers prá nós. No video mostra o A139 – Tideforce. RFA Tideforce is a Tide-class replenishment tanker of the British Royal Fleet Auxiliary (RFA). Launched in 2017, the ship entered service with the RFA in 2019. Class and type:Tide-class fast fleet tankerDisplacement:37,000 t (36,000 long tons)Length:200.9 m (659 ft 1 in)Beam:28.6 m (93 ft 10 in)[2]Draft:10 m (32 ft 10 in)Propulsion:CODELODSpeed:27 knots (50 km/h; 31 mph)[3]Range:18,200 nautical miles (33,700 km; 20,900 mi)Capacity:Tanks for diesel oil, aviation fuel (19.000m3) and fresh water (1,400m3) Lubrication oil stored in drums Stowage for up to 8 × 20 containers Complement:63 plus 46 non-crew embarked persons (Royal Marines, flight crew, trainees)Sensors and processing systems:Kelvin Hughes Integrated Bridge System Servowatch… Read more »

Groselha Vitaminada Milani
Groselha Vitaminada Milani
3 meses atrás

E o outro navio de Assalto Anfíbio mostrado nas fotos e video deve ser o Albion L14. Pois o L15 Bulwark passa por extensão da vida útil. The Albion-class landing platform dock is a class of amphibious assault ship[3] in service with the Royal Navy. The class consists of two vessels, HMS Albion and HMS Bulwark, ordered in 1996 to replace the ageing Fearless class. Both ships were built by BAE Systems Marine at the former Vickers Shipbuilding and Engineering yard in Barrow-in-Furness. Albion was commissioned in 2003 and Bulwark in 2004. Each of the ships has a crew of 325 and can accommodate up to 405 troops. Thirty-one large trucks and thirty-six smaller vehicles and main battle tanks can be carried inside the vehicle… Read more »

Groselha Vitaminada Milani
Groselha Vitaminada Milani
3 meses atrás

Interessante ver nas imagens o navio de Apoio Logístico Fort Vitoria A387. A classe Fort Victoria ou Fort II é uma classe de reabastecimento de óleo do Royal Fleet Auxiliary, uma função que combina as missões de um navio-tanque e de um navio de abastecimento de estoques. Como tal, são designados reforçador auxiliar de lubrificação (AOR). Eles têm a tarefa de fornecer munição, combustível, alimentos e outros suprimentos para os navios da Marinha Real em todo o mundo. Havia dois navios na classe, Fort Victoria A387 e Fort George A388; o último sendo retirado de serviço e despachado para sucateamento… Read more »

Tallguiese
Tallguiese
3 meses atrás

Desafio poder naval: monte seu strike group da MB com o que tem hoje! E vamos ver qual o melhor.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Tallguiese
3 meses atrás

Se, em caso de real necessidade, a MB tivesse que formar uma task force, creio que ela seria composta pelo A140 Atlântico guarnecido com 2 SH-16, 2 AH-11B e 6 UH-15, o G40 Bahia OU o G25 Alm. Saboia e o G23 Alm. Gastão Motta, escoltados pela F44 Independência, pela V35 Barroso e pelo S32 Timbira (?)…Não tem muita opção…

guilardo
guilardo
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Esqueça Adriano. Todos queremos, infelizmente não podemos. Nada desses projetos ridículos e inexequíveis formatados pelo almirantado sairá do papel. Fazem isso de dez em dez anos, para avisar à mídia que ainda estão vivos. Como pode um país que já está endividado em quase a 90% do PIB pensar em projetos megalomaníacos. Estamos mais para a insolvência do que para fazer uma marinha costeira. Nós já não precisamos de NAE e tampouco de grandes fragatas. A nossa realidade é outra, e só não vê quem não quer. Teremos que ter uma grande frota de submarinos diesel/elétricos e corvetas lançadoras de… Read more »

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  guilardo
3 meses atrás

Concordo em parte com o seu comentário Guilardo. O desafio era montar um strike force com os meios atuais da MB, e o Flanker e eu relacionamos o que efetivamente poderia ser utilizado caso necessário.
Quanto aos planos de reequipamento da MB, só o tempo dirá.

Flanker
Flanker
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

V34 Barroso, caro Adriano.
Em caso de necessidade extrema, consegue -se por o A140 com 4 SH-16, 6 UH-15/A, o G40 com mais 2 UH-15, G23, 2 Niteroí, cada uma com 1 AH-11B, a V34 com 1 AH-11B e 1 Tupi………mais que isso, só dando nó em pingo d’água.

Last edited 3 meses atrás by Flanker
Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Não tem uma das Inhaúma que voltou para o serviço ativo?
Acredito que com isso tem como adicionar mais uma escolta.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Obrigado Flanker pela correção do indicativo da Barroso e demais combinações . É o que temos pra hoje e mais alguns anos.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Adriano Luchiari
3 meses atrás

Eu dei uma pesquisada e achei uma composição que a MB mobilizou em janeiro desse ano para a “Aspirantex 2020”.

A frota que zarpou do Rio era composta pelos seguintes navios:
A-140 Atlântico;
G-40 Bahia;
G-23 Almirante Saboia;
G-25 Almirante Gastão Motta;
F-42 Constituição;
F-43 Liberal;
F-45 União;
V-32 Júlio de Noronha.

Em caso de necessidade extrema, eu acredito que pelo menos podemos adicionar a V-34 Barroso e uma das Type 22 ou uma Niterói.

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson Look
3 meses atrás

Wilson…”Aspirantex” é um exercício de curta duração então fica mais fácil empregar tantos meios. Para missões mais complexas e duração maior ficaria difícil comprometer tantos meios sem afetar outras missões e os ciclos de manutenção e treinamento.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Pelo que eu tinha entendido, estavam se referindo a uma task force em caso de guerra, em tempos de paz realmente não seria viável, mas como entendi que se trataria de um caso extremo então achei que poderia ser mobilizado uma força um pouco maior da que foi usada no exercício, mesmo comprometendo outras missões.

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson Look
3 meses atrás

O “problema” Wilson é que mesmo em tempo de guerra, haverá unidades em manutenção e treinamento e embora certas manutenções possam ser postergadas e treinamentos acelerados, mesmo aceitando-se que isso significará maior indisponibilidade findo o conflito, há limites.

Bardini
Bardini
3 meses atrás

Bom, como tudo vira pretexto pra falar de MB, eu lembrei de uma concepção chinesa que me chamou bastante atenção um tempo atrás. . https://pbs.twimg.com/media/EdoTz7IX0AMEOG5?format=jpg&name=large . Acho que esse aí é um caminho mais racional ao Brasil, do que ficar falando dessa coisa mais tradicional, em que o NAe isso, NAe aquilo em 2040 seria assim ou assado. Nós claramente não temos capacidade de tocar um planejamento complexo como o planejamento de 2 décadas da RN/MoD que culminram nessa atual capacidade deles, com 02 Classe QE e demais navios que foram planejados ao seu entorno. Temos de ser muito, muito… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Interessante.

Mestre Bardini, acredita que um UAV Carrier teria de ser o capitanea ou comando ou apenas seria um navio a mais na task?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Muito boa a Ideia, mas tem que ter um presidente que coloque na marra isso nas forças armadas, e que tenha o interesse de cutucar o congresso para que eles liberem a grana.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Carlos Campos
3 meses atrás

só lembrando, o Bolsonaro não é esse homem.

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
3 meses atrás

Acho que faltou informar nesta formação só os SUBs, porque sempre tem pelo menos um… Agora não seria muito louco dizer que a MB, poderia e merecia ter um grupo igual ou parecido dado o tamanho e importância do Brasil e do nosso litoral e riquezas… Mais já que não temos acho que a MB faz bem em optar por uma força de ataque de submarinos modernos acho que devíamos investir ainda mais nesse sentido. Uma outra viagem e exercício de imaginação é se fossemos unidos e próximos com nosso vizinhos todos caminhando juntos e para o bem da América… Read more »

Renato
Renato
Reply to  Rodrigo Maçolla
3 meses atrás

Rodrigo,
A sua idéia de Striker group sulamericano não seria ruim.
Mas a problemática chama-se maturidade dos países envolvidos.
Pelo menos metade dos países sulamericanos ainda vivem na mentalidade do século passado.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Rodrigo Maçolla
3 meses atrás

Foram relacionados Rodrigo, pelo Flanker e por mim. Eu mencionei o Timbira e foi outro engano meu, o Flanker corrigiu pelo Tupi, o único operacional hoje. O Tamoio e o Tikuna estão em PMG e Tapajó e Timbira necessitam de reparos.

Last edited 3 meses atrás by Adriano Luchiari
Helano Moura
Helano Moura
3 meses atrás

vai bater em quem royal navy?????kkkkk

Carvalho2008
Carvalho2008
3 meses atrás

Tem site dizendo que aquela noticia dos britanicos intencionarem mandar um CVF para o mar do sul da China, nada mais é que uma exposição de vendas para algum vizinho chines…

Leonardo M.
Leonardo M.
3 meses atrás

Marinha Argentina 1982

5 Super Etendard + alguns misseis

Marinha Argentina em 2020
5 SEM e nenhum excocet

Marinha Britanica 1982
2 PA + 30 Harriers(+ou-)

Marinha Britanica 2020
1 PA + vários F-35

Essa é a diferença entre nações que pensam em defesa e as que não pensam
Brasil é uma marinha parecida com a Argentina, já foi gloriosa e de certa forma bem equipada e hoje não é mais.

Dalton
Dalton
Reply to  Leonardo M.
3 meses atrás

Por outro lado Leonardo, se compararmos a Royal Navy de 1982 com a de 2020, se verá que a mesma sofreu um grande declínio e não fosse pela guerra com os argentinos cortes drásticos teriam ocorrido em plena guerra fria. . Em 1982 havia um terceiro “PA” que acabou substituindo os 2 depois de terminado o conflito e todos os “Harriers” eram britânicos enquanto que se depende dos EUA para popular o “Queen” de F-35Bs. Não há mal nenhum nisso, mas, os britânicos tiveram que recomeçar do zero e anos ainda se passarão para que isso seja remediado. . Também… Read more »

Heli
Heli
3 meses atrás

Apesar de todas as qualidades dos NAEs classe Queen Elizabeth, acho que RN errou feio ao não equipa-los com misseis anti aéreos, os 3 CIWS Phalanx é muito pouco. E confiar apenas nas escoltas poderá custar caro.

J. Ricardo
J. Ricardo
3 meses atrás

A marinha do Brasil teria capacidade contra um grupo desses ??

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  J. Ricardo
3 meses atrás

Atualmente, não.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Falando em NAe,você leram oque o Almirante de esquadra,o Almirante Ilques Barbosa Junior falou em uma entrevista sobre o navio aeródromo e até sobre o PHM Atlântico? Que opções existem em um navio aeródromo um pouco menor? “Aeronave de decolagem vertical. O porta-helicópteros multiuso da Atlantic tem essa capacidade. Um local (ponto de pouso e decolagem) foi preparado quando o navio ainda era propriedade dos ingleses. Portanto, se o V-22 Osprey chegasse ao Brasil, por exemplo, operaria no Atlântico sem maiores problemas. Ao mesmo tempo, o desafio de mísseis lançados ao solo ou aeronaves terrestres, com alcance de 400 km ou… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

  “Marinha que o Brasil deveria ter… Nem grande e nem pequena, mas suficiente!”. [ DOUGLAS TARGINO]. Ao Brasil não falta dinheiro,falta um bom gerenciamento e vontade política e militar de mudar o sistema atual e suas falhas… Somos um país rico,com grandes reservas e outras potencialidades e temos forças armadas velhas e que se renovam a passos lentos. Há países países aí fora que não são ricos em reservas minerais,não tem abundância de terras aráveis ou com um vasto litoral rico em vida marinha e riquezas nas profundezas,mas conseguem ter uma qualidade militar adequada e aceitável. Singapura é um… Read more »

Last edited 3 meses atrás by ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Acho que o Brasil/ MB deveria desistir da idéia de adquirir NAe,seja CATOBAR/ESTOBAR, acho que deveríamos ao invés de adquirir uma arma que poderia custar USD 3,5BI de Dolares,com propulsão convencional,com especificações semelhantes ao NAe CDG,deveríamos pensar em outra opção. Já um navio-aeródromo de propulsão nuclear não sai por menos de uns 5,25 bilhões de dólares. A cúpula da MB já falou que nosso próximo porta-aviões não precisará ser um monstro de 55.000 toneladas. A Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha calcula que a embarcação deverá ter suas dimensões mais próximas das medidas do De Gaulle: 261,5 m… Read more »

Last edited 3 meses atrás by ADRIANO MADUREIRA