Home Aviação Naval FOTOS: USS Ronald Reagan (CVN76) e NAe São Paulo em 2004

FOTOS: USS Ronald Reagan (CVN76) e NAe São Paulo em 2004

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No dia 8 de junho de 2004, o NAe São Paulo (A12) realizou a Operação PASSEX, com o USS Ronald Reagan (CVN76), em passagem pelo Brasil, rumo ao Pacífico.

Na ocasião, aviões AF-1 Skyhawk da MB realizaram toques e arremetidas no convoo do Reagan.

O NAe São Paulo aparece nas fotos com apenas um jato Skyhawk e três helicópteros a bordo.

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Felipe Augusto Batista
6 meses atrás

Grande parte dos leitores do site discordam da MB operar NAes, mas eu acredito que ainda verei um na MB novamente, vai demorar, mas sou paciente e ainda pretendo viver muitas décadas pela frente.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Felipe Augusto Batista
6 meses atrás

Operar NAs nunca saiu dos planos da MB,mas devido a limitações orçamentárias e o típico descaso do governo brasileiro com a área militar,acredito que a gente não volte a ter um NA em menos de 30,isso em um cenário otimista

Wilson
Wilson
Reply to  Allan Lemos
6 meses atrás

Devido a soma de recursos necessários para um projeto como esse, ele só sairá depois da conclusão do PROSUB.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Allan Lemos
6 meses atrás

Eu concordaria com vc meu amigo Allan se houvesse lógica e planejamento, o lógico seria primeiro acertar a força de superfície e manter uma cadência no pro sub mas a marinha é um caixinha de ideias desconexas e mirabolantes!

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

O descaso começa pela própria MB que tem orçamento muita vezes superior a diversas marinhas do mundo que são muito mais equipada que ela!!

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Jefferson Ferreira
5 meses atrás

Além do orçamento superior a outras marinhas, a MB também tem funções a mais que outras marinhas. Isso sem falar que o que você vê no orçamento militar anual quase nunca é repassado integralmente sem qualquer conte ou contingenciamento.
Uma coisa é o que o governo define como orçamento militar. Outra totalmente diferente é o que as forças armadas recebem de fato.
O pessoal tá acostumado a resumir demais as cosias achando que a realidade é tão simples assim.

ECosta
Reply to  Felipe Augusto Batista
5 meses atrás

Com esta crise de agora do corona acho que nosso ssn e até ssk estão ameaçados. 🙁

Welington S.
Welington S.
Reply to  Felipe Augusto Batista
5 meses atrás

Me lembro de 2018 ter conversado com um marinheiro e ele me disse que a Marinha do Brasil nunca deixou pra lá o fato de ter um NAe para operar. Acredito que daqui alguns anos, vamos começar a ouvir mais sobre isso. Com um país desse tamanho, em minha opinião,é necessário sim ter um ou dois acompanhados de escoltas e etc. Tenho fé no Brasil.

Salim
Salim
6 meses atrás

Belo barco, pena ter o meio e náo ter como manter.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Salim
5 meses atrás

Este navio foi praticamente “doado” ao Brasil, porém já havia atingido o término de sua vida útil, tendo se tornado num dreno dos parcos recursos da MB.

Salim
Salim
Reply to  2Hard4U
5 meses atrás

Conforme estudos teria 15 anos de casco, porem aqui seria inviável revitalização por atual incapacidade técnica, cronica falta cumprir cronogramas e náo termos barcos para escolta, embora orçamento ser suficiente e ter homens, mais de 75mil servindo marinha. Bela nave.

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Salim
5 meses atrás

O navio veio com um problema crônico, não sei se foi detectado, se foi incompetência de não terem percebido, ou se foi má-fé dos corsários q sabiam q o navio estava condenado, era um elefante branco aleijado, foi isso, o problema era gigante, que levaria uma paralisação total e gasto exorbitante de recursos para consertá-lo, um péssimo negócio para a MB e para quem paga imposto e sustenta essa farra.

Wilson
Wilson
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Está difícil encontrar notícias da época em que o negócio foi feito, mas do pouco que li foi sim percebido os problemas do navio e os franceses até teriam oferecido um projeto para revitalizar totalmente o navio antes de entregar para a MB, só que o mesmo custaria uns 250 milhões de dólares na época e o governo preferiu por não fazer esse serviço na França mas faze-lo no Brasil pois acharam que seria mais barato. Se esqueceram de liberar a grana para a MB pois a mesma já tava com o orçamento apertado pelo ModFrag e outros programas em… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Sim, sabia-se de todos os problemas do navio e acreditava-se que se conseguiria resolver todos esses problemas. O problema não levaria imediatamente à um gasto exorbitante se comparássemos com a aquisição de um navio-aeródromo novo. Se pensarmos assim, sairia beeeeem mais barato. Mas o fato é que os cortes foram acontecendo cada vez mais, junto com a má administração dos recursos que eram alocados à MB e os problemas foram se somando até que chegamos no nível em que foi descomissionado. Acredito que se tivesse sido contratada toda a manutenção geral e definitiva na época em que foi adquirido (o… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Barco operou por cinco anos apos compra, único problema foi a marinha pagar USS 12 milhões em um porta aviões e náo ter comprado o barco revitalizado pelo fabricante, dividia pgto financiado por governo frances e teríamos nae ate hj operacional. Marinha se superou mais uma vez, pessoal isssperrrto nê.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Gus, má fé não foi. A França deixou muito claro ao Brasil que o navio precisaria de reformas e até ofereceu reformá-lo, mas a MB preferiu operar assim mesmo e postergar, numa mistura de falta de recursos com irresponsabilidade. Não deu outra, o navio apresentou vários problemas sérios e nunca operou à plena capacidade.
No estudo recente que foi feito para a sua modernização ficou claro que não valia mais a pena e a MB não dispunha de recursos.

OSEIAS
OSEIAS
6 meses atrás

Belas fotos

Fernando Vieira
5 meses atrás

Na última foto, que navio é aquele na frente dos dois NAes?

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando Vieira
5 meses atrás

Complementando o Galante, tratou-se do USS Thomas Gates CG 51, um dos cinco primeiros cruzadores não equipados com silos verticais para mísseis, uma das razões pelo descomissionamento precoce deles, no caso do
CG 51, menos de 20 anos de serviço.

Carvalho2008
Carvalho2008
5 meses atrás

Fazendo um link com matéria anterior do site, pode ocorrer de em alguns anos, para que a US Navy permaneça com uma longa lista de Nae, que o Nae SP seja parecido com o novo padrão Porta Aviões Menores e em maior quantidade pelo Globo. No lugar de um de 100 mil ton, você faz três de 33 mil…basta perseguir as dimensões e aumentar a catapulta. Tanto a distancia de pouso quanto decolagem são suficientes ate mesmo para um C2 E3 Vai ter individualmente uma capacidade bem menor de surtidas, mas em grupo poderiam se equiparar…e se o adversário afundar… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

Essa NAe menor já existe:comment image

carvalho2008
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Ahhh sim…sem duvidas!

Tenho toda a certeza do mundo de que uma fração destes LHA´s passarão a operar como NAe full como missão primaria, deixando a anfibia para secundária. É a forma mais rapida de aumentar rapidamente o poder aeronaval.

Outra certeza que tenho é que irão pegar um projeto similar a este, Trieste ou BPE Espanhol, um casco de umas 40-45 mil ton, e incrementar uma pista em angulo, cabos de parada e uma skijump….é o ultimo passo para realmente se chamar de full multitarefa, e uma forma de não se aprisionar a exclusividade do F-35B.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Não posta isso… os “antis” piram… hahahah!

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

Mestre, O que tenho lido aqui nos últimos meses levou-me a crer nisso. Não há outro caminho. Essa crise nos levará a privilegiar saúde, segurança e defesa. Pesquisa. Resultado. Mas em grupo… O passado nos condenou e nos convenceu que operar porta-aviões é tarefa pra gente grande. Perfeitamente adaptável às nossas necessidades. Totalmente ajustável ao nosso orçamento que será reformado ou não sobreviveremos aos tempos que estão chegando. A China manobrou. Escondeu. Corrompeu a OMS. Lançou o mundo às trevas. Aqui nos 3 sites querem pedir desculpas aos chineses enviando mensagens de submissão. Tolos. Se afundarem um logo de partida…… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Esteves
5 meses atrás

Concordo com o sr. Esteves. Não esqueça dos submarinos… grande abraço.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

De acordo com o sr. Carvalho 2008. Há de se repensar também no Prosub e na continuidade dos submarinos. impressionante como o Tamoio, Timbira e tapajós e Tikuna construídos no arsenal de marinha levaram um tempo considerável satisfatório na construção e ao comissionamento(isto à época). E agora os Scorpenes no Prosub…grande abraço.

Dalton
Dalton
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

Carvalho…mesmo um “Essex” modernizado que alcançou mais de 40.000 toneladas, revelou-se inadequado, então partir para NAes de 33.000 toneladas se totalmente carregados, pois se “vazios” significaria um de apenas 28.000 não faria sentido para a US Navy e necessariamente um NAe de 33.000 toneladas com catapultas, não custaria 1/3 de um NAe de 100.000 toneladas carregado. . Aumentar o número de NAes com unidades menores e mais baratas traria outros custos, como ter que aumentar o número de navios tanque e navios de carga seca/munição que custam mais de 600 milhões de dólares cada, seriam necessários mais navios de escolta… Read more »

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

O Nae SP é de 33 mil ton vazio, com 265 metros de comprimento….e uma capacidade de 40 aeronaves ( abarrotado), eram dimensões para aeronaves medias, se colocar F-18SH cabem menos, mas perfeitamente para um grupamento de até 24 deles…mais dois Helis medios e dois C=2… A pista de pouso tem o comprimento suficiente e o de decolagem tambem. Então no desenho, voce so precisa dimensionar as catapultas para os 75 metros padrão US Navy. Para o caso americano, acredito que seriam todos nucleares. Então a logistica seria apenas para viveres e munição de reposição e combustivel de aviação. Dentro… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Carvalho, em todas as fontes que li o deslocamento standard para o “Foch” é de menos de 30.000 toneladas, na média 27.000 e 33.000 totalmente carregado e não me parece que houve mudança quando ele tornou-se o “São Paulo” na marinha brasileira. . As 40 aeronaves que ele operou durante a guerra fria era o máximo do máximo da mesma forma que os NAes da US Navy operaram cerca de 80, independente do tamanho e consumo de um “Super Hornet” nos dias de hoje não se usa mais o máximo, seja como for 24 “Super Hornets” para um NAe de… Read more »

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

obvio que aumentam navios logisticos, pois se no final voce aumenta o numero de aviões embarcados no mar e tripulação correlata, isto aumenta oras….mas não necessariamente na mesma proporção….afinal, um Nae de 100 mil ton tem um consumo ( peças, combustivel aeronaval, viveres. etc…) e um de 33 mil teria menos….dois teriam menos…tres….ainda assim menos….e os tres juntos…alguma coisa se compartilha porque em ultima instancia, o numero de operações é menor… Nae americanos mesmo que menores não seriam mais nucleares??? duvido e muito….não acho que voltariam tão atras não…mas se voltar, não deixa de ser similar aos LHA´s …podem gastar… Read more »

carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

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Leandro Costa
Leandro Costa
5 meses atrás

Lembro-me bem dessa Passex. Foi um falatório e tanto na época. Ronnie Raygun ficou fundeado na Baía de Guanabara, inclusive.

Fernando Vieira
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Dava engarrafamento na Ponte Rio-Niteroi porque nego parava os carros pra ver o NAe.

Algo semelhante aconteceu quando veio o George Washington. E nesse eu pedi aos operários das obras do Museu do Amanhã pra chegar na beira da água pra tirar fotos.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fernando Vieira
5 meses atrás

Eu não cheguei à parar o carro na ponte, mas aproveitei os engarrafamentos hehehehe

FERNANDO
FERNANDO
5 meses atrás

Sinceridade, eu fico triste quando leio postagens que maculam o A12, uma pena.
É uma tremenda embarcação.
Pena que nunca mais a MB terá um porta aviões

jagderband#44
jagderband#44
5 meses atrás

Mar liso hein…

Tutu
5 meses atrás

futuro museu!!!

Beto Santos
Beto Santos
5 meses atrás

Achei muito show as fotos só me deixa a dúvida ou preocupação por assim dizer, o que adiante ter um porta aviões com apenas 4 ou 5 caças ou 15 que seja, isso não é uma força capaz mas se tiver dois porta aviões com 15 ou 20 caças ai a coisa muda pois quem tem um na verdade não tem nenhum, mas com o nosso compromisso com a defesa e nossas verbas vai ser muito difícil ter um o que dirá dois então fica a pergunta, baseado nas nossas condições de dinheiro, a quantidade de recursos que temos que… Read more »

Luiz Trindade
Luiz Trindade
5 meses atrás

Gente, gente… Do que adianta nós termos um Porta-aviões na Marinha do Brasil se não termos embarcações suficientes para garantir a soberania da nossa costa?!? Vamos ter mais embarcações e meios como mantê-los e depois vemos um Porta-aviões decente para o país!

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Luiz Trindade
5 meses atrás

Precisamos de umas 8 a 12 tamandares, uma baciada de navios patrulha, navios caça mina, uns 6 a 8 subs convencionais, pelo menos 2 ou 3 nucleares, 6 a 8 fragatas pesadas e para depois disso pensarmos em 1 ou 2 PA de por volta 50k toneladas, precisamos comer muito arroz e feijão ainda!

Satyricon
Satyricon
5 meses atrás

E lá se vão 16 anos desde essa reportagem (de 2004)
Imagens perfeitas para analisarmos como é tratado o assunto planejamento estratégico na MB, principalmente sob o prisma dos S2 Traker.
Sombrio…

gilson Brito
5 meses atrás

A minha opinião seria: quem vive de passado é museu, mas mudei meu pensamento, e pensei seriamente que a MB, iria modernizar o A12 SÃO PAULO, juro que esse porta aviões modernizado iria transformar nossa marinha em aguas azuis, mas pensei alto de mais. mas mesmo assim eu vejo que o A12 SÃO PAULO, poderia ser modernizado, veja o ex do LIAONING, era um ferro velho na UCRANIA, e hoje é um moderno porta aviões. Temos capacidade também de transformar o A12 SÃO PAULO, em um moderno porta aviões.

Wilson
Wilson
Reply to  gilson Brito
5 meses atrás

Há dois detalhes que diferenciam ambos os casos.
O primeiro é a idade dos navios, pois o Liaoning é dos anos 80 e o São Paulo dos anos 50 e o outro detalhe é a disposição política.

Não duvido de nossa capacidade, duvido é da disposição em enfrentar um desafio desses.(Mas acho que o custo de algo assim seria praticamente o mesmo de um novo, lembrando que a modernização proposta trazia duvidas quanto a se o navio poderia de fato entregar tudo o que se queria).

Salim
Salim
Reply to  Wilson
5 meses atrás

O correto seria fazer revitalização França que o fabricante barco, tem todos desenhos, detalhes construtivos e estaleiro capaz, na compra já amarra barco pra 15 anos, com financiamento e garantia. Erro comprar, náo ter detalhes técnicos e depois 5 anos cotar reforma. Lembrando que estamos apanhando pra fazer napa500, pagamos consultoria exterior para tentar acabar os mesmos pois engepron gerenciou a compra. Sinistro!?!

Wilson
Wilson
Reply to  Salim
5 meses atrás

O Salim 2 napa500 estão operando na MB e foram construídos sem problemas e dentro do prazo pelo INACE, o que não se esperava era o EISA entrar em falência quando foi contratado para os 5 seguintes. E respondendo as suas duas postagens sobre o São Paulo foi sim oferecido uma revitalização pela França e foi o Governo Brasileiro que recusou não a MB, foi o Governo que colocou para a MB fazer a revitalização sem recursos, como se espera que um planejamento mesmo um bem limitado em se tratando de meios de certo se não existe previsibilidade orçamentária. No… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Wilson
5 meses atrás

Caro Wilson, o pecado Inace foi fazer os barcos em apenas 3 anos e estão ativos ate hj. Marinha náo gosta disto. Porque este contrato funcionou e os outros náo!?!! Barroso 14 anos, os tupis, só um operacional, classe Amazonas 3 comprados e licença pra mais cinco, nada. S2 tracker vão chegar agora, AF1 modernizados agora e sem armamento moderno. Você acha sinceramente que planejamento marinha funciona!?!????! Marinha 75k homens, marinha ingleses e francesa em torno 35k homens. Orçamento defesa Brasil igual em dólares com o de Israel.

Wilson
Wilson
Reply to  Salim
5 meses atrás

Quer mesmo que entrar nessa discussão? Pois bem só para lembrar, as 4 Classe Inhaúma foram construídas dentro do prazo sendo que levou apenas 5 anos entre a entrega da primeira para a entrega da ultima, tem as 2 Niterói feitas aqui, se quiser ir mais longe posso citar a classe Carioca da IIWW, assim como os 6 monitores da classe Pará da guerra do Paraguai sendo estas construídas em apenas 2 anos(literalmente), tirando vários outros navios e classes de navios construídos no País dentro do prazo. O problema é que todos acham que sabem como funciona tudo sendo que… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Wilson
5 meses atrás

Caro Wilson, me referi a capacidade atual , citei Barroso 14 anos, napa500 de 2006 ate hj, infelizmente capacitada listada por VC foi década 80 que infelizmente náo temos mais. Embora náo tenha dados confiáveis o efetivo de homens ativa naquela época era bem inferior ao atual.

Wilson
Wilson
Reply to  Salim
5 meses atrás

Quem controla os efetivos é o Poder Executivo, por meio de leis e decretos. Até hoje está parado no Senado a revisão da END feita em 2018 e que prevê entre outras coisas uma redução no efetivo das Forças Armadas e mantem as missões praticamente inalteradas. Sobre a capacidade atual brasileira, ela é sim capaz de construir navios dentro dos prazos e dos custos, mas isso só ocorre se houver dinheiro presente o que não aconteceu com a Barroso, porém o pior caso é o do monitor Paraguasú que levou 50 anos(este é o navio militar que levou mais tempo… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
5 meses atrás

Seja 75.000 ou menos ou mais, os mais de 15.000 fuzileiros fazem parte do total e comparar com países com menos fuzileiros ou que embarcam tropas do exército em seus navios anfíbios como os franceses fazem não permite uma comparação exata, cada país tem suas necessidades e em muitos casos as necessidades podem ser diluídas com parceiros de uma aliança como a OTAN. . Outra coisa, a Royal Navy tem falta crônica de pessoal, há contingentes separados para guardas costeiras das nações do Reino Unido, Frota Auxiliar, unidades de pesquisa como navios oceanográficos e se um país tiver uma rede… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Caro mestre Dalton. Marinha ingleses presença mundial, submarinos nucleares ativos com misseis nucleares patrulha mundial, 2 porta aviões. Hoje patrulha ativa golfo, Malvinas, caribe e por ai vai. Franca 180 barcos, 210 aeronaves, porta aviões ativo com operações guerra. Submarinos nucleares ativos. Brasil tem meios em quantidade muito inferior, menos ativos inclusive aqui em nossa costa. Corpo fuzileiros desproporcional a frota e capacidades operativas/táticas atuais no curto e médio prazo. Falta planejamento e administração meios e pessoal.

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
5 meses atrás

Salim…longe de mim querer fazer você mudar de ideia, então, apenas adicionando alguns elementos para contrapor seu comentário o que penso é o seguinte: . A Royal Navy tem 2 “porta aviões”, mas, não há aviões ainda e levará alguns anos para que os 4 esquadrões de linha de frente estejam em operação o que não é muito para 2 NAes, tanto que a primeira missão do “Queen” ano que vem terá F-35Bs dos fuzileiros navais dos EUA a bordo em conjunto com alguns poucos F-35Bs britânicos. . Os “mísseis nucleares” utilizados a bordo dos SSBNs britânicos são “americanos”, as… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Salim
5 meses atrás

Salim, só para informar, mas a MB tem todos os planos e desenhos e detalhes construtivos do São Paulo. Conhece a embarcação de cabo à rabo e sabia de todos os problemas que ele tinha quando de sua aquisição.

Salim
Salim
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Caro Leandro, se náo conseguimos acabar os napas500 que são infinitamente mais simples que um porta aviões deste porte. O numeroso de desenhos, documentos e processos tem um volume enorme, tudo manual, talvez digitalizado porem náo interligado, precisaria de um grupo enorme de técnicos e engenheiros que partiriam praticamente zero. Vide reforma tubulação gás que apos reforma deu problema serio vitimando marinheiros e paralisando navio. A China demorou vários anos com recursos abundantes para um sem sistema de lançamento a gás. Qualquer administrador de projetos sabe da dificuldade nesta obra, por estas razões entendo que neste caso o sensato seria… Read more »

LucianoSR71
LucianoSR71
5 meses atrás

Talvez poucos saibam, mas existe uma tentativa real de salvar o S. Paulo, transformando-o num museu:
https://saopaulofoch.org/

Fernando Vieira
Reply to  LucianoSR71
5 meses atrás

O leilão do casco dele que a Marinha fez, deu em alguma coisa?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fernando Vieira
5 meses atrás

Não faço idéia, Fernando, mas quando ocorreu o descomissionamento do Clemenceau na França, houve uma tremenda polêmica sobre o desmanche do navio. Muito amianto foi usado na construção do navio.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Fernando Vieira
5 meses atrás

Parece que ninguém topou pelo custo do descarte da parte ambientalmente tóxica. Essa fundação teve que assinar um documento garantindo que não participaria do leilão pois o objetivo desse era o desmanche e não a preservação (!). Um dos argumentos p/ salvar o navio é que eles não mexeriam nessas partes tóxicas ( principalmente o amianto ) e portanto não trariam problemas p/ a natureza. Em 2018 o Blog fez um post sobre isso ( https://www.naval.com.br/blog/2018/08/29/associacao-quer-transformar-o-porta-avioes-sao-paulo-em-museu/ ), minha humilde sugestão aos editores seria entrarem em contato c/ a Fundação p/ uma atualização da situação, principalmente sobre se houve uma evolução… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LucianoSR71
5 meses atrás

Sinceramente sou totalmente à favor de ver o São Paulo como museu. Acho que seria o melhor fim possível para o navio.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Eu sou totalmente contra, não julgo financeiramente viável!

Wilson
Wilson
Reply to  Carlos Gallani
5 meses atrás

Não é o que um dos fundadores do Instituto São Paulo/Foch diz. Dá uma olhada na net que você acha uma entrevista com ele.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Carlos Gallani
5 meses atrás

Carlos, é bom repensar isso. Acho que seria sim financeiramente viável. Infelizmente, mesmo se fosse selecionado HOJE para ser museu, ele não ficaria pronto para ser aberto ao público esse ano e captar a curiosidade que certamente TOP GUN: Maverick irá causar. É tudo uma questão do gerenciamento do negócio. Museus no Brasil não são exatamente populares, então quem estiver por trás de cada museu terá que criativo para atrair o público. De qualquer forma, museus não podem faltar.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

A ideia é de utilizar de muitas maneiras o navio até como escola profissionalizante, é bom lembrar que uma nave dessa tem muitos equipamentos a bordo p/ dar manutenção ampla nos seus muitos sistemas eletroeletrônicos, hidráulicos e mecânicos. Só isso já o tornaria mais conhecido que um simples navio museu, aumentando o universo de pessoas que teriam curiosidade de conhecê-lo. Já pensou em fazer uma festa de aniversário num porta-aviões? Ou um evento de uma empresa? E por aí vai… Com o tempo poderíamos ter expostas aeronaves ( nosso USS Intrepid ), e nessa hora me dói lembrar do que… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LucianoSR71
5 meses atrás

Espaço ele tem de sobra para isso tudo. As briefing rooms poderiam ser utilizadas como salas de aula, etc. A idéia é sim excelente.

Dalton
Dalton
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Mesmo alguns navios museus nos EUA, principalmente àqueles localizados em áreas menos turísticas como o “Hornet” passam eventualmente por dificuldades. . Um dos motivos de haver muita fila para visitar navios é que não é cobrado ingresso, mas, navios museus particulares precisam cobrar o que afasta pessoas e manutenções precisam ser feitas, eu mesmo já “tropecei” em pessoal voluntário, que é escasso, fazendo manutenção, mas, eventualmente, manutenções de maior porte precisam ser feitas, até mesmo em doca seca para onde o navio precisa ser rebocado e depois trazido de volta e quanto maior o navio, mais cara é. . Os… Read more »

Diego
Diego
5 meses atrás

Quem pode pode, quem não pode, se adapta.
Acho que o Brasil está perdendo uma excelente oportunidade de construir aqui 2 classe América modificados, dava até para colocar a pista em ângulo ou uma catapulta… uns 34 F-35 e alguns V-32 Ospreys.
Pq não usam o São Paulo como hospital de campanha ali no Porto do Rio de Janeiro? O hangar permitiria a instalação de vários leitos improvisados

Dalton
Dalton
Reply to  Diego
5 meses atrás

Um “America” custa mais que 3,5 bilhões de dólares, melhor não converter para R$ para não assustar. Um “modificado” com pista em ângulo e catapultas não acho que seja possível, seria necessário um projeto do zero que acabaria custando muito mais e com duas catapultas, maquinário e cabos de retenção o que aumentaria o preço de aquisição e manutenção, não faria sentido operar com o F-35B e sim com o F-35C, mais caro que tem encomendas apenas da US Navy e USMC, em outras palavras, relativamente poucos e o “Super Hornet” em breve deixará de ser fabricado, mesmo assim, custa… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Só para encher um pouco o saco e fazer o que o Dalton não quis fazer… isso, na estimativa dele que pode até ser conservadora, em reais daria algo como R$ 60 BILHÕES. Agora por extenso: SESSENTA BILHÕES DE REAIS. É de assustar mesmo. E nem chegamos à discutir quando ficariam prontos mesmo se o contrato fosse assinado hoje.

O governo anunciou que ia injetar o que? R$88 bilhões para estimular a economia do país inteiro devido à crise? Enfim… acho que não vai rolar, Diego.

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Não precisa ser um America….mas algo como o BPE com umas 40 mil ton….pista em angulo e skijump….um stobar para baratear…. um metodo cosntrutivo como foi o BPE ou o Atlantico…um navio assim tem sua caracteristica baseada na cobertura da frota. NAvios de um maximo de US$ 1,5 Bi….sendo stobar, cabe tudo nele….desde o sonhado F-35B a ate SH, Mig-29K, Rafale M, Tejas Naval, e quem sabe…Gripen M….qualquer um desdes sai mais barato….daria uma meta cabivel de US$ 3 a 3,5 Bilhoes com grupamento aereo incluso.

carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

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Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Mas…Carvalho…um “BPE com umas 40 mil ton” não é praticamente a mesma coisa que um “America de umas 40 mil ton”, só talvez mais lento? . Acrescentar maquinário e cabos de retenção para “SH”, “Rafale M”, etc, alargar e reforçar o convés de voo, mudar de posição o elevador de trás, aumentar o hangar e consequentemente alterar substancialmente os espaços internos avante, aumentar a capacidade de estocar armamento, excluir a doca para embarcações anfíbias como foi feito nos dois primeiros navios da classe América, justamente para prover mais combustível para “tantas” aeronaves, adotar radares mais capazes para tráfego e pouso… Read more »

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Mestre Dalton…. Sabemos que não….o BPE tanto como o Atlantico, são de construções simples e de especificações civis…muito diferente do America…. O preço da tonelagem “em aço”, corresponde a apenas 15% a 20% do total do navio de guerra concluído. Não é aumentando sua tonelagem que dobra o valor. Um BPE com tudo dentro, de armas, eletronica, motorização sensores e sistemas inclusive comando, custa uns U$ 1,2 BI no máximo…mesmo que aplicando indevidamente uma regra de três englobando toda esta eletronica na gordura, porque ela não dobra ou redunda, chegaria a US$ 1,7 BI para 40 mil ton…espaço oco não… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Pois é Carvalho…mas aí que está ! Será que não seria pedir muito de um projeto “simples” operar com aeronaves grandes, pesadas e altamente sofisticadas e acrescentar um monte de coisas como maquinário e cabos de retenção e outras coisas que mencionei ? Independente disso, você está propondo quase “dobrar” o tamanho dele e isso exigiria um replanejamento, interno e externo, até para o navio não virar diante do primeiro mar grosso que pegar pela frente. . Quanto ao preço do “grupamento aéreo” este precisa ser levado em conta sim já que é a razão de ser de um NAe… Read more »

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Mestre Dalton….não é o avião que orbita ao redor do Nae….o Nae é que existe para poder existir o avião….o Nae é um mal necessario, um custo que ainda não descobriram como cortar para que um grupamento aereo possa operar 24 horas no meio do oceano e colado na esquadra… A piramide é inversa… Avião pesado? O que é um avião pesado?…30 ton…isto é pesado? Um container Ship empilha 5 vezes este peso sob o casco ou conves superior….e ao longo de todo ele. Já um caça pesadão mesmo…30 ton….desce a 5g´s ( porem não em todas as vezes somente… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Carvalho…não dá para comparar o pouso de aeronaves no convés de voo durante anos a fio com o transporte de aeronaves em um “container ship”, certo ? . NAes já foram projetados visando novas gerações de aeronaves, mais pesadas ou com velocidades de pouso maiores, ao menos isso de fato aconteceu na US Navy que além disso precisa acomodar um número “ideal” de aeronaves e também tipos “especializados” como o E-A18G e em breve o MQ-25 e NAes de “33.000” toneladas não podem e mesmo que você esteja pensando em mesclar um “Super” com um “Pequeno” se a construção do… Read more »

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Mestre Dalton, os desenhos são apenas inspirados em outros…são concepções artisticas…não há duvida que seria um projeto novo…ele apenas é inspirado nos conceitos do irmão menor afim de que atinja o objetivo de um verdadeiro NPM em seu sentido amplo, de anfibio a Nae, uma missão por vez e conforme o tipo de missão que se anunciar. Mas sobre os impactos de de pouso, 5g´s de uma aeronave de 30 ton é igual 150 ton. E meu exemplo é que um navio mercante porta container é dimensionado para 150 toneladas (5 container de 30 ton) empilhados constantemente e não apenas… Read more »

carvalho2008
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5 meses atrás

Pode ser simples sim….

Não precisa ser tão simples como 1500 metros de asfalto, caminhões pipa de combustivel e caminhões e container de sobressalentes um esquadrão dispersado numa pista rodoviaria usa como base movel e de emergencia….

Um naviozinho de 33- 40 mil ton, pe de chinelo consegue ofertar mais condições que este pedaços de asfalto com um monte de caminhões com suas tripulações em barracas oferecem…banheiro de acostamento…cozinha de tenda de campanha, caminhão pipa….é…dá sim…

carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

sou um otimistacomment image

carvalho2008
Reply to  Diego
5 meses atrás

Assim?comment image