Home Aviação Naval Marinha Francesa começará a testar novo porta-aviões até 2036

Marinha Francesa começará a testar novo porta-aviões até 2036

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PA Charles de Gaulle

O porta-aviões de nova geração destinado a substituir o PA Charles de Gaulle será construído nos Estaleiros do Atlântico e lançado para os primeiros testes em 2036, anunciou a ministra da Defesa francesa Florence Parly na segunda-feira, 18 de maio. O porta-aviões nuclear Charles de Gaulle chegará ao fim de sua vida útil em 2038-2040.

As características do futuro sucessor do porta-aviões Charles de Gaulle ainda não foram definidas. “Não vamos limitar nosso horizonte ou nossa imaginação. Não devemos fazê-lo idêntico, mas buscar as capacidades mais engenhosas, úteis e eficazes. Vamos fazer deste porta-aviões uma verdadeira base avançada para a nossa Marinha”, disse a ministra Florence Parly na última exposição da Euronaval. Parece, no entanto, aceito que esse futuro porta-aviões poderá ser mais imponente do que o atual Charles de Gaulle.

É necessário fazer uma distinção entre os sistemas de propulsão e a fonte de energia do navio (convencional ou nuclear). De fato, o sistema de propulsão de um porta-aviões cumpre várias missões. É usado para:

  • garantir a mobilidade da plataforma, fornecendo energia às turbinas para acionar as hélices;
  • fornecer eletricidade a bordo;
  • permitir a operação de catapultas, para operar as aeronaves do grupo aéreo;
  • fornecer água fresca à tripulação.

A propulsão – nuclear ou convencional – é, portanto, um elemento essencial na vida da embarcaçao e sua capacidade de cumprir suas missões.

É muito provável que o futuro porta-aviões esteja equipado com mais energia do que o Charles-de-Gaulle e tenha catapultas eletromagnéticas, possibilitando o lançamento de aviões com mais munição e/ou combustível, para aumentar o ritmo das operações.

Essa escolha nos leva a pensar que a propulsão será nuclear, uma vez que o caça de nova geração [NGF] — a aeronave de combate no centro do futuro sistema aéreo de combate (FCAS) — será consideravelmente mais pesado que o Rafale M e que também será necessário planejar as instalações necessárias para operações com drones. E também há a necessidade da capacidade de “lançar e recolher” simultaneamente aeronaves, para fornecer mais flexibilidade às operações de voo.

Em geral, a lógica por trás das especificações do navio — deve-se dizer “sistema de armas” — será mais para determinar as capacidades necessárias para conduzir as missões de guerra planejadas, levando em conta as defesas do inimigo.

Surge rapidamente a questão do número de porta-aviões que substituirão o Charles de Gaulle: para manter uma permanência mínima das capacidades aéreas e navais, seriam necessários pelo menos dois. Ser acessível?

FONTE: Navy Recognition

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Só acho que deveria ser 2 unidades com pelo menos 20 mil toneladas a mais do que o atual deles. O poderio da frança é grande para ter apenas uma unidade, seja ela nuclear ou convencional.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Concordo, quem tem 01 não tem nenhum.

Anfibio
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Seria bom esperar pra ver a solução que os americanos vão dar para futuro dos Super Porta Aviões… Deram a entender que podem preferir algo menor daqui para frente…

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Anfibio
1 mês atrás

Esse daqui para frente é em média 50 anos kkkk

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Em 2040 a MB vai comprar o Charles de Gaulle, que será rebatizado de Jair Naufrágio Bolsonaro (A -01 -02 -03).

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

Para quem não entendeu, será o A menos 01, menos 02 e menos 03.

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

Talvez seja melhor batizá-lo de Navio-Aeródromo Cloroquina (A 00).

FABIO GUILHERME LOUZADA MARTINELLI
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

Nunca na História deste blog um pseudônimo foi tão aderente ao conteúdo dos posts (rsrsrs)

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  FABIO GUILHERME LOUZADA MARTINELLI
1 mês atrás

Feliz Natal pra você também.

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

O braziu é pro fundo…

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

Vish, já vi que ninguém vai querer navegar nessa coisa com esse nome amaldiçoado aí, afinal estamos há uma semana sem ministro da saúde no meio de uma das maiores crises que esse país já viveu.

Anfibio
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

O mais novo navio aerodromo deles deve ser o ultimo de sua classe. Portanto pode imaginar que a construcao da nova classe nao deve comecar tao longe assim…

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

A depender do vencedor das próximas eleições a França terá 2 porta aviões nucleares…A Le Pen vem ai!

Rodrigo LD
Rodrigo LD
1 mês atrás

N Ae A-14 (o número 13 dá azar) “Rio de Janeiro” em 2040!!!! Abraço, camaradas.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Rodrigo LD
1 mês atrás

Espero que não…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Os europeus estão acordando para a necessidade de se reequiparem, com o fim da Guerra Fria diminuíram os seus orçamentos militares e agora com a Rússia e a China investindo muito eles perceberam que precisam fazer o mesmo.

Teropode
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

A ameaça da europa não vem da russia ou china , aliás são eles que irão aos seu socorro .

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O rearmamento europeu tem mais haver com um distânciamento da dependência europeia dos EUA do quê com ameaça Russa ou Chinesa. Os Principais países europeus que vendem armas pelo mundo se cansaram de dividir os lucros ou depender do aval americano na venda de armas devido a ter tecnologia americana.

nonato
nonato
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Trump exigiu, agora eles estão atendendo o pedido.
Se não fosse os Estados Unidos, a Europa estaria falando Alemão ou Russo.
Os representantes antiocidentais e pró comunismo sempre tentam esconder o perigo queRússia e a China representa.
Fazem a propaganda desses dois países, após doutrinamento.
Tentam ser os agentes culturais de forma a iludir a opinião pública.

rui mendes
rui mendes
Reply to  nonato
1 mês atrás

Mas que Estados Unidos?? Além que não seria só a Europa a falar Alemão, mas todo o Mundo, pelo menos o Ocidente e os Soviéticos, Britânicos e Franceses ajudaram tanto como os USA, mas os fan-boys usa tentam passar uma borracha pela história, a ver se pega, mas os Soviéticos travaram as maiores e mais duras batalhas com os Nazis, basta ver o número de mortes na Ex URSS, e os Britânicos, Canadá e França Livre estiveram sempre do lado dos USA na frente ocidental, junto a todas as resistências dos países ocupados, lê mais e depois fala. Os Estados… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  nonato
1 mês atrás

E antes do Trump pedir à Europa mais percentagem de gastos militares no seu pib, já o Barak Obama tinha pedido o mesmo, por isso, quem primeiro abordou esse tema, foi o Obama, um verdadeiro líder, não como o actual presidente, que têm cegueira do que é um verdadeiro líder, além de ser o presidente dos USA mais ignorante e sem classe de sempre.

2Hard4U
2Hard4U
1 mês atrás

Terão de optar por duas unidades ou continuarão com as mesmas limitações operacionais atuais.

Jean Jardino
Reply to  2Hard4U
1 mês atrás

Quais sao as limitações operacionais atuais?????

Jabuti
Jabuti
Reply to  Jean Jardino
1 mês atrás

Ficar “X” anos navegando e “X+1” anos em reparos.

Flanker
Flanker
Reply to  Jean Jardino
1 mês atrás

Toda vez que para para manutenção, fica sem PA. Quem tem 2, tem 1….quem tem 1, tem nenhum.

José carlson
José carlson
1 mês atrás

Eu na minha ignorância acho que seria interessante o Brasil e a Índia desenvolver em conjunto ou uma trocar de tecnologia e apoio na construção de submarino nuclear a Índia e eles na construção de um porta aviões nuclear ao Brasil

Lu Feliphe
Reply to  José carlson
1 mês atrás

Antes de pensar em ter portas aviões tem de pensar em ter navios de escolta.
O Brasil está tentando seguir seus projetos dentro do orçamento atual portas aviões provavelmente vai demorar.

marcus
marcus
Reply to  Lu Feliphe
1 mês atrás

Vale a pergunta. O Brasil vai exercer projeção de poder onde mesmo?

Pablo
Pablo
Reply to  marcus
1 mês atrás

porta aviões pode servir para patrulhar nossas aguas através dos seus meios aéreos, cobrir uma grande area muito mais rápido que qualquer navio.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Lu Feliphe
1 mês atrás

Antes de construir escoltas deveriamos e conseguir projetar e construir navios patrulha.

MMerlin
MMerlin
Reply to  José carlson
1 mês atrás

Interessante em um álbum de figurinhas ou para artigos de internet, porque para o orçamento da MB é uma verdadeira bomba atômica, criando um cratera que demora-se anos para cicatrizar.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  José carlson
1 mês atrás

Com todo respeito, mas acho que a MB tem trocentas coisas mais importantes a fazer do que pensar seriamente em NaE.
Escoltas e submarinos ( os primeiros da lista )
Caça-minas
Navios de apoio logístico
MANSUP
Esqueçam esse negócio de NaE tupiniquim, pelo amor de deus…

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  José carlson
1 mês atrás

As funções de um porta-aviões, no contexto de um país como o nosso, que não projeta poder fora de suas fronteiras, podem ser adotadas por bases aéreas em região costeira (e há muitas no Brasil) e por porta-helicópteros, navios como o Atlântico.

Melhor é o país focar em escoltas, submarinos e meios de desembarque e apoio logístico.

Wilson
Wilson
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Isso não funcionou na Guerra da Lagosta. A falta de um NAE impossibilitou o monitoramento da Força Tarefa francesa na costa africana, se essa força viesse contra o Brasil não haveria tempo suficiente para a elaboração de uma defesa adequada.

O controle das rotas de ataque ao Brasil é vital para se impedir que algum país nos ataque.

Fernando Vieira
Reply to  Wilson
1 mês atrás

A Marinha monitorou o dispositivo francês o tempo todo via estações radiogoniométricas posicionadas ao longo da costa.

Se os Franceses tivessem realmente vindo com a força que lá estava estaríamos perdidos sabendo ou não com antecedência.

Wilson
Wilson
Reply to  Fernando Vieira
1 mês atrás

Elas monitoraram os navios franceses em águas brasileiras ou próximas, foram muito úteis nesse ponto, mas no caso da força francesa não foi possível o seu monitoramento com efetividade.

Era de interesse brasileiro que não chega-se as vias de fato pelo estado lastimável em que se encontrava principalmente a MB, por exemplo não havia munição para os canhões principais dos cruzadores e a que havia para os destróieres daria para apenas 30 minutos de combate intenso e não havia torpedos, tiveram que improvisar os torpedos com torpedos de treinamento com cabeça com explosivo e rezar que funciona-se.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Nenhum país vai nos atacar militarmente. Somos muito grandes (território e população) e estamos muito longe de qualquer lugar relevante no mundo.
E se quiserem alguma coisa aqui, é só comprar. Fazemos qualquer tipo de negócio.

Wilson
Wilson
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

E precisa disso se 95% do comércio brasileiro é pelo mar.
Guerras já ocorreram por muito pouco, a ganância humana não deve ser subestimada.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Russia é (e a URSS era ainda maior) e isso não impediu que tentassem invadi-la…

MATROSE
MATROSE
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Não há nada mais permanente do que a mudança. A situação de paz em nossas fronteiras pode mudar a partir do momento em que algum vizinho seja forçado a estabelecer vínculos militares com alguma potencia ameaçadora. A geopolítica explica isso muito bem

nonato
nonato
Reply to  Wilson
1 mês atrás

E como se controlam essas rotas?
Com navios ou aviões ou submarinos?
Onde são essas rotas?
Aviões de patrulha vindo da Costa não conseguem fazer isso?
Porta aviões são alvos fáceis.
Não seria melhor aviões de patrulha de longo alcance?
Ou caças de longo alcance?

Wilson
Wilson
Reply to  nonato
1 mês atrás

As Rotas são Estreito de Magalhães, Cabo da Boa Esperança, Atlântico Norte e Caribe.

O controle pode ser feito por monitoramento de satélites, mas ter uma força naval capaz de operar nesses locais é imprescindível e pela distância é preciso ter Porta Aviões.(A não ser que queria usar aviões tipo o 747 para patrulhar, o pode ser até mais caro).

Concordo sobre a fragilidade dos Porta Aviões, mas não existe nenhum outro meio com a capacidade de controle de área que um Porta Aviões pode oferecer.

GraySkull
GraySkull
Reply to  José carlson
1 mês atrás

O doutrina diplomática Brasileira e muito calcada em Softpower, e isso não é por um destino manifesto, e sim porque não possuímos condições de exercer Hardpower. Grupos tarefa nucleados em NAe são excelentes para emprego assimétrico e poderemos ver na segunda metade do século XXI uma futura área interesse global no continente Africano, no qual poderemos ter um assento na mesa de negociações, se tivermos condições para tal. Ter apenas o Softpower como recurso diplomático, né o resultado do desinteresse da população e sua classe política em dispor de ferramentas que ampliem a capacidade de pressão diplomática. Ferramenta essa que… Read more »

Karl Bonfim
Karl Bonfim
1 mês atrás

Olhando para o Charles de Gauller francês, o Queen Elizabeth britânico, o INS Vikant indiano, o Liaoning chinês, fico pensando quando teremos um outro porta avião para continuar a nossa tradição de operar essas embarcações como o saudoso Minas Gerais e até mesmo do São Paulo?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Provavelmente não, um porta aviões é um meio de “projeção de força”. Essa não é a maior necessidade de nossa Marinha. Trocava um ótimo porta aviões nuclear pois dois a três submarinos nucleares. Temos que negar o acesso as nossas riquezas num mundo mais fechado que está por nascer.

As super potencias econômicas do Mundo irão se fechar para fomentar as suas economias combalidas pela pandemia. Devemos nos proteger.

Wilson
Wilson
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Essa é uma visão equivocada, um Porta Aviões é uma base aérea móvel e sua função é estender o alcance da aviação para proteger a frota em alto mar. Para o Brasil o mais adequado é um NAE convencional, pois os custos de um nuclear são muito grandes, e como no caso do Brasil busca-se fazer presença mais forte apenas no Atlântico Sul um NAE convencional fica mais em conta. Vou montar uma utilização tanto de submarinos nucleares e NAE pelo Brasil, o NAE só por sua existência anula qualquer agressão de países que não tenham tal meio, e contra… Read more »

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Uma base aérea, que dois torpedos ou um míssil mandam para o fundo do oceano.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Como disse o Felipe Salles, o Porta Aviões é um navio feito para explodir de forma magnífica. (Também com tanto combustível, bombas, mísseis e foguetes para os aviões).

Os torpedos concordo mas no caso do míssil, não é bem assim depende muito de onde o míssil acerta e mesmo assim o mais provável é que apenas inutilize o NAE, sem afunda-lo.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Err…. bem… estão falando de porta-aviões de escolta, naves baseadas em cascos de mercantes, ou até mesmo de cruzadores leves, né? Segunda Guerra Mundial…?

Porque porta-aviões são EXTREMAMENTE difíceis de se afundar.

AVISO NECESSÁRIO: Não estou, com este comentário, dizendo que a Marinha do Brasil precisa de um porta-aviões. Na verdade, vejo uma possível aquisição de NAe por parte da MB como algo desastroso durante um horizonte de tempo ‘previsível’.

Wilson
Wilson
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Não exatamente, Porta Aviões atuais podem ser afundados com certa facilidade, o mais difícil é um submarino se aproximar para lançar seus torpedos.(os submarinos são os maiores inimigos dos Porta Aviões) Dependendo onde ocorrer o impacto pode ser o fim para o Porta Aviões, em uma explosão magnífica.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Não são não. Mesmo acertando com torpedos à lá Mk. 48. Podem sair de combate por um tempo, mas afundar mesmo, são bem difíceis. Pense nos porta-aviões atingidos durante a Segunda Guerra Mundial, o quanto foram difíceis de se afundar, o que realmente causou o afundamento da maioria deles e o quanto se avançou de lá para cá. Dê uma boa checada nos incêndios graves que ocorreram à bordo do USS Oriskany (1966 – Classe Essex, da Segunda Guerra Mundial e bastante atualizado), do USS Forrestal (1967 – Primeiro ‘Super Porta-Aviões’) e do USS Enterprise (1969 – Primeiro Nuclear) e… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Você matou a charada, controle de avarias, você citou exemplos em que o controle de avarias impediu que o Porta Avoões explodi-se, mas tenho exemplos do que acontece se o controle de avarias não é bom, lembre-se do Taiho e do Shinano(apesar que nesse caso o navio estava incompleto). Agora pelo tamanho de um Porta Aviões, não é assim tão difícil como você diz, lembre-se de quantas vezes que submarinos emergiram literalmente ao lado de Super Carriers em exercícios navais, teve até um sub chinês que fez isso e olha que falam que ele é bem barulhento. Atualmente os submarinos… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson…não desconsiderando tudo o que você escreveu, mas, a “previsibilidade” dos NAes quanto a datas que saem das bases, provável destino e curso a ser percorrido é alta, ainda mais em tempos de paz tanto que tem ocorrido algumas mudanças quanto ao emprego de NAes. . O caso do submarino chinês que interceptou o “Kitty Hawk” quando este era baseado no Japão é um exemplo, pois se até nós ficamos sabendo quando um NAe deixa a base, como o USS Ronald Reagan que saiu hoje, imagine a marinha chinesa ali ao lado. . Submarinos são perigosos e a US Navy… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Caro Wilson, Sim, tem razão. É um erro do pessoal essa vinculação quase dogmática de que PA é instrumento exclusivo de projeção de poder. Não é. O maior inimigo do submarino é o helicóptero, pois o submarino não consegue acompanhar seus movimentos. Portanto, a falta de superioridade aérea expõe os submarinos, mesmo os nucleares. O PA permite a supremacia aérea de uma grande área do TO. Com isso, seus submarinos ficam “livres” para atuar de maneira muito mais autônoma. Com uma costa oceânica desse tamanho, um PA é sim uma arma estratégica. O Brasil não terá um antes de finalizado… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Nossa frota? Qual?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Concordo, mas não temos frota em alto mar. Temos que negar o acesso a nossa area de exploração maritima, que já é muito. Os Grippens com reabastecimento fazem esse serviço com maestria, sem precisar de um NAE

Wilson
Wilson
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Existe vantagens e desvantagens.
A sua proposta pode ser mais barata, mas não permite o emprego do mesmo número de aviões a longas distâncias da costa com a mesma efetividade de um NAE. Eu diria que em termos de controle de área um NAE seja imbatível, mas a um custo elevado.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Eu só vejo besteiras impostas por está história de que “NAE” é para impor força de expedição, só quero lembrar de algo, o Brasil tem um território marítimo extenso o suficiente para ser impossível manter uma força de patrulha baseada em terra e muito menos uma força defensiva. Um “NAE” é mais eficiente se dirigindo para um alcance seguro da região e dando alcance operacional para as aeronaves de patrulha e caso seja necessário as aeronaves de combate entrar na ação. Esqueça isso de NAE só serve para impor força, isso é uma conversa de falsos especialistas, começando por um… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

De PA quero que a MB fique distante, temos que ter mais Patrulheiros, drones, satelites, e mais Fragatas, subs, PA é a última coisa que precisamos.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Num país de dimensões continentais como o nosso, com uma “Amazônia Azul” de 4 milhões de km2 para defender, a nossa Marinha precisa de um tudo, de lanchas e navios de patrulhas, submarinos nucleares, navios de superfície a porta aviões. Claro precisar é uma coisa, ter já é outra coisa!

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

O que precisamos é ter 12 navios de 1500 toneladas para patrulha, 8 tamandarés, 6 fragatas pesadas de 6 t e pelo menos 8 submarinos iguais aos comprados agora para se ter o mínimo, dai sim, pensamos em um porta aviões.

Wilson
Wilson
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

No caso de um Porta Aviões você começa a pensar nele agora para ter ele daqui uns 15 a 20 anos pra frente.
E nos requisitos dos NaPoc que a MB montou ela pede um deslocamento de pelo menos 1800 toneladas.(havia expectativa de que a MB lançaria uma licitação para 5 navios desse tipo, agora e esperar o que vem pela frente).

Márcio Xavier
Márcio Xavier
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Então é melhor começar a pensar em tudo o que vamos precisar antes de um PA porque, pelo andar da carruagem, começando um projeto agora, também precisaremos de 15 a 20 anos para por em prática (se tudo der certo). Não temos sistemas mínimos de defesa, então parece que deveríamos começar por aí…

Wilson
Wilson
Reply to  Márcio Xavier
1 mês atrás

Acho que foi o Barão de Rio Branco que falou, que uma armada não se improvisa, leva pelo menos 10 anos para se criar uma armada factível.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Ok, mas um porta helicópteros a mais armado de aeronaves antissubmarinos, anti-superfície, etc, para patrulhar imensidão oceânica de nossa costa, até que ai bem!

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Concordo plenamente Carlos Campos….porta-aviões não passam de trambolhos obsoletos…são alvos fáceis e vulneráveis que necessitam de toda uma força tarefa de escolta para que sua funcionalidade se ponha em prática…são exorbitantemente custosos, complicados e demorados para se produzir o que demonstra nenhum custo benefício a não ser apenas como uma arma de propaganda de poderio bélico/projeção de poder, como fizeram com o Schwerer Gustav e o Bismarck…marinha de países sérios se centram em submarinos nucleares como seus maiores recursos dissuasórios…

Wilson
Wilson
Reply to  Cavalo-do-Cão
1 mês atrás

Ai vem uma questão se são obsoletos, porque tantos países estão buscando construir eles?
A dizer China, EUA, Russia, Inglaterra, França, Espanha, Índia, Itália, Tailândia(eles tem o menor do mundo), E estudos do Japão e Coréia do Sul, Tem a Austrália também e podemos colocar o Brasil também, estão todos errados?

Lu Feliphe
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

É melhor atualmente a Marinha Brasileira investir nos projetos atuais de submarinos e fragatas, para depois pensar em ter portas aviões.

marcus
marcus
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Vale a pergunta. O Brasil vai exercer projeção de poder onde mesmo?

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Atlântico Sul

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás
Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Não podemos contar com a IV Frota durante a Guerra da Lagosta e fez muita falta saber os movimentos da força tarefa francesa na costa africana, um NAE nos limites das águas brasileiras já permitiria isso, além de se necessário atacar a força oponente.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Você vai deslocar um NAE para resolver uma disputa por área de pesca?

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Você sabe que a guerra da lagosta foi um conflito diplomático entre Brasil e França que quase chegou as vias de fato quando os franceses colocaram uma força tarefa capitaneada pelo R98 Clemenceau na costa a Argélia, com o mesmo podendo lançar um ataque ao Brasil em menos de 10 horas?

Ainda acha que era um disputa por área de pesca?(o que nunca foi).

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  marcus
1 mês atrás

Você confia seu fundos para um quase “aliado” que é aliado de vários outros ? Hmmmm

Tomcat4,2
1 mês atrás

Sinceramente, depois de jogarem pro escanteio o Nae SP por falta de dindin(falta de seriedade com a defesa por estas bandas) pra sua modernização (que o deixaria no grau e agregaria conhecimento para a produção de um novinho) particularmente não creio que teremos um PA novamente.

Wilson
Wilson
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

A situação do NAE São Paulo já tinha chegado em um ponto que não havia certezas em relação ao desempenho que o mesmo teria após modernizado.
Ele deveria ter sido modernizado quando chegou no Brasil, ai sim poderia estar ativo ainda.

A MB está trabalhando para ter um NAE novo assim que possível, a dificuldade é que para muitos não vale a pena investir tanto dinheiro em NAE para o Brasil, em grande parte por não visualizarem situações em que seu emprego seria necessário, mas se depender da MB teremos sim um NAE.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
1 mês atrás

A questão nem é “…por não visualizarem situações em que seu emprego seria necessário…”, e sim, o motivo de investir em NAe que vai corroer o orçamento da MB sem levar em consideração custo de manutenção e uso da embarcação. Simplesmente comprometeria inúmeros projetos mais essenciais que Navio Aeródromo. Seria a mesma coisa que ficar andando de BMW mas morar em um casebre e deixar os filhos estudando em colégio público.

Wilson
Wilson
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Bom eu deixo para a MB definir o que ela considera mais essencial.

Eu falei de situações pois se você tem uma situação em que um NAE é necessário, então é mais fácil pressionar o governo pela liberação de verba para a sua construção e manutenção e operação, pois é visto como um gasto necessário para a segurança da Nação.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson, quem somos nós para definirmos os requisitos da MB, mas não adiantar arcar com os custos de compra e manutenção de NAe, como foi o São Paulo, apenas para manter a doutrina, quando se existem inúmeras outras necessidades para uso efetivo. E o SP nunca poderia realmente ser utilizado onde uma situação real aparecesse. Poderia se outros países fizessem a escolta.

Wilson
Wilson
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Ai entra outra coisa que são prioridades e nesse caso eu deixo com a MB também. O caso específico do São Paulo, era para o navio ser usado de forma semelhante a que os chineses estão fazendo com o Liaoning, um navio criador de doutrina e no nosso caso ter um navio que permiti-se uma operação mais segura dos a4. Se o planejamento da MB tivesse si concretizado na altura do descomissionamento do São Paulo já teríamos um outro pronto e novo para entrar em operação, mesmo sendo um navio caro acredito que seria mais barato(um pouco pelo menos, por… Read more »

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson,

O conhecimento e a doutrina de emprego de Naes a MB já possuía antes do SP.

À época a MB foi cogitada pelos chineses exatamente para auxiliar na implantação desse conhecimento para eles.

Também nesta mesma época a MB gastou rios de dinheiro na qualificação de aviadores navais com a USN.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Não dá nem para comparar o estado do Varyag com o São Paulo na época da compra. Também nunca foi a intenção da MB reconstruir o SP como a China fez com o Liaoning. A intenção da China era aprendizado (tanto construção quanto doutrina) enquanto do Brasil era uso. E desculpe informar, mas nossa MB está num nível bem diferente da Marinha da China, não temos dinheiro nem capacidade técnica para fazer a “reforma” em um NAe como fizeram com o Varyag. Outro ponto que discordo, e bastante, é a parte “…prioridades e nesse caso eu deixo com a MB… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Eu não tenho como cobrar quais devem ser as prioridades da MB, pois não conheço quais os desafios enfrentados, todas as atribuições legais da Força, a real situação dos meios operativos, os entraves burocráticos relacionados com salários e pessoal ativo, etc..

Cobrar resultados sem conhecer os problemas a fundo, não resolve nada, o que eu posso cobrar é que o planejamento da MB seja cumprido e isso é cobrando os deputados, senadores e o presidente.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Ninguém está falando de cobrar prioridades amigo, mas sim, de cobrar eficiência. As prioridades mudam de acordo com a situação e dinheiro em caixa. Estamos falando em cobrar eficiência. Se você acha que o SP demonstrou eficiência, mesmo tendo condições de operação em apenas 10% do tempo que esteve em nossa força desde a sua compra, o problema é seu. Para mim demonstrou um descaso com o dinheiro público enorme. Se você acha que a MB tem toda a liberdade para utilizar praticamente toda sua verba na compra de NAe, e abandonar qualquer outro projeto mas relevante que a conjuntura… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Quando o São Paulo foi comprado era um excelente negócio, ninguém sequer imaginaria o que aconteceria alguns anos depois, nem que o planejamento feito na época iria por água baixo. Se quer cobrar eficiência, então antes deve saber quais as obrigações da MB por lei, qual a sua capacidade real de cumpri-las e sua gestão para alcançar os itens anteriores, desses o único de realmente da de cobrar é a gestão dos recursos pois temos acesso a como eles são usados. Mais do que muitos aqui a MB sabe os custos de aquisição e operação de um NAE e sabe… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Como indivíduo é inegável a superficialidade da cobrança, mas a opinião púbica sim conta (principalmente da área especializada), e muito, na hora que liberação e acesso aos recursos. Voltando a questão do NAe, de a MB saber que não é momento de pensar neste tipo de embarcação, seja por “oportunidade” (que para esta classificação são raríssimas) ou construção, também tenho essa fé. Como comentei algumas vezes aqui, o profissionalismo com que o PROSUB e o projetos das Tamandarés estão sendo administrados, só não estão indo mais rápido devido a limitação de recursos. Então, vejo que a MB está com uma… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Concordo sobre os projetos e que está havendo uma melhor gestão de planejamento por parte da MB, só vou pontuar uma coisas que li sobre essa questão de NAE na MB.
Atualmente o ProNAE está parado por falta de recursos para poder avançar para a próxima fase, o que foi concluído por último foi a aprovação dos requisitos do Estado Maior.
No caso do São Paulo não se esperava opera-lo por muito tempo, o plano era usa-lo como uma plataforma intermediária entre o Minas Gerais e um novo Porta Aviões que seria construído aqui, ficando pronto nessa década.

Salim
Salim
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Caro Tomcat, concordo com VC, somos especialistas perder oportunidades. Sem escoltas fica difícil pensarem PA nos próximos 20 anos, levando em conta tempo e dinheiro necessário para termos minimo exigido para nossa defesa.

Wilson
Wilson
Reply to  Salim
1 mês atrás

Pelos custos envolvidos, só depois da conclusão dos pagamentos do ProSub.(Uma estimativa minha é que um NAE novo convencional e construido no Brasil, pode custar desde projeto, infraestrutura, capacitação e construção uns 10 a 12 bilhões de dólares, isso sem complicações e sem a ala aérea).

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Aquele preço se não me engano de 2 bilhões para reformar, não era real, o Navio precisava ser todo fuçado, então o preço ia ser maior, além de que por 2 bilhões mais a manutenção dele em operação poderíamos financiar novos combatentes.

Wilson
Wilson
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Pelo que me lembre o preço divulgado era de 1.5 bilhão de dólares, mas sim o preço real era muito maior e o grau de risco era muito elevado, pois não se tinha certeza alguma se o navio sequer chegaria perto do desempenho esperado.(Havia atingido um ponto em que era menos ariscado construir um NAE novo no Brasil do que reforma o São Paulo).

marcus
marcus
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

2 bilhões de Dolares ou de Reais? Dois bilhões de reais hoje, equivaleriam à 333 milhões de dólares. Se fosse continuar com o mesmo sistema de propulsão, esse valor seria para trocar partes corroídas da estrutura, reforma de todas caldeiras e troca de toda a sua tubulação e balanceamento ou troca dos eixos propulsores,aumento da capacidade dos elevadores e do sistema de decolagem.
Se fosse colocar motorização à diesel ,multiplique o valor em dólares por 3.

Esteves
Esteves
Reply to  marcus
1 mês atrás

Na época disseram mais de 1 bilhão de dólares.

Disseram.

Salim
Salim
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Na compra França propos reforma total navio, no estaleiro que o construiu. Teríamos financiamento, garantia e desempenho aferido, caso contrario náo teria aceite navio. MB pra variar quis fazer serviço aqui, em resumo, MB sendo MB. Se náo conseguimos terminar 3 napas 500 como iriamos repotencializar porta aviões, difícil ne.

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
1 mês atrás

Salim…é preciso transportar-se para o fim da década de 1990 quando o “Foch” foi negociado. Na época não havia dinheiro sobrando para pagar os franceses por uma revitalização então ele foi comprado por uma ninharia para dentro de uns 5 anos submete-lo a uma revitalização quando esperava-se , as condições financeiras seriam melhores. . Não dava para pedir aos franceses “encostar” o “Foch” por alguns anos reservando-o para quando o Brasil tivesse melhores condições e o plano conforme revistas da época, era usar o “São Paulo” por uns 15 anos como um NAe de transição entre o “Minas Gerais” e… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Mestre Dalton, extrema ingenuidade ou falta visão MB, depois que saiu da França impossível negociar razoavelmente reforma. Notória impossibilidade reforma aqui, sabíamos estado frota no médio prazo e que 2020 seria fim da linha da frota superfície.

Pablo
Pablo
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Em outras reportagens que eu li (tanto aqui no PN como em outros sites), a MB tem 3 prioridades, dessas, apenas o Prosub está saindo do papel, prosuper nem começou (sabe-se la quando e se começará), e o NAe seria a última. A MB gostaria de ter um NAe na década de 30, mas pela demora das duas primeiras prioridades, tu já deve imaginar quando teremos um.

Esteves
Esteves
Reply to  Pablo
1 mês atrás

As prioridades mostradas.

Pressão orçamentária.
Aprestamento.
Meios operativos.

Eduardo Ribeiro Fh
Eduardo Ribeiro Fh
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Acrescentanto ao que foi dito pelo Wilson, praticamente ganhamos o NAE Sao Paulo da França, ele praticamente ficou operativo apenas por 02 anos devido ao desgaste da Belonave nos anos que esteve com os Franceses. Era um baita barco mas já tinha o peso atraso tecnologico e o que tinhamos que gastar com novas catapultas, novos motores e ajuste do casco para ter um barco mais ou menos não valia a pena. Concordo que seria interessante construir um NAE mas convencional, conforme colocaram os colegas. Algo na casa das 60 k Toneladas, somado ao nosso PH Atlatico e a nova… Read more »

Tomcat4,2
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Agora o negócio é focar no Prosub(principalmente no SubNuc), renovar a frota de superfície, principalmente navios patrulha 500 t aos montes pra guarnecer nossas águas e área de pesca e , depois(caso ainda seja interesse da MB) projetar e construir um Nae ou comprar por oportunidade algum que eventualmente apareça. Apoio o uso de caças a partir de bases litorâneas e que se adquira o Gripen E tbm para termos uma logística única de apoio e manutenção entre FAB e MB.

willhorv
willhorv
1 mês atrás

Pq não algo similar ao Queen Elizabeth catobar!?
Projeto bem maturado, com pontos fortes e fracos já documentados, podendo ser melhorado nestes quesitos.
O Brasil agradecerá em 2060/70…
Bom….3, 2, 1…..resta saber se o Charles De Gaulle com uma pinturinha poderá fazer as lives e raves do almirantado brasileiro!??

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  willhorv
1 mês atrás

Por que irão operar o Rafale, para operar banheira como o F-35 é melhor ficar sem nada, pelo menos não correrão o risco de perder pilotos.

PACRF
PACRF
1 mês atrás

Contei, senão me engano, 24 Rafales e dois aviões radar. Belo poder de fogo.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Ação importante da Marinha Francesa. Planejamento para um futuro a médio prazo é fundamental para a maior eficiência dos meios (poucos) disponíveis.

Que tudo seja realizado a contento.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Vamos ver se o planejamento será cumprido.

Vale lembrar que no caso dos SSN, o planejamento era de ter o Suffren em serviço em 2016 e estamos em 2020, com o equipamento ainda em testes.

Anfibio
1 mês atrás

Possibilidade ZERO da França vender o então velho mas NUCLEAR Charles deGaulle… Boa sorte pra eles! Vão precisar para desmantelar 40.000 ton de resíduos…

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Não li os comentários, mas não demora muito alguém sugerir o Brasil comprar uma tranqueira dessa.

Sagaz
Sagaz
1 mês atrás

Que nesta época de Provável baixa do pa atual não tenhamos um governo que queira realizar mais uma compra de oportunidade..

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

Comentaristas sonhando com o CDG na MB em 5,4,3,2,…

Doug385
1 mês atrás

Se quiserem catapultas eletromagnéticas vai ter que ser nuclear de novo. Não existe outro caminho.

Doug385
1 mês atrás

É um baita navio, mas não se enquadraria no bolso da MB. Preferiria 2 ou 3 navios menores, como o Juan Carlos espanhol ou o Cavour italiano.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Doug385
1 mês atrás

O Cavour desloca 30 mil ton, um pouco menos que o São Paulo. Já esse dai desloca 42 mil ton. O Brasil, se tivesse o mínimo de vergonha na cara, teria condições de operar até quatro NAE convencional com 30 mil ton.

Dalton
Dalton
1 mês atrás

Por volta de 2036 o “Charles De Gaulle” terá terminado ou em vias de terminar o último dos cinco planejados reabastecimentos dos reatores nucleares juntamente com uma revitalização em doca seca o que em teoria permitirá pelo menos outros sete anos de vida útil, que poderá ser encurtado caso o novo NAe siga o cronograma de entrega. . Um sexto período de reabastecimento e revitalização em doca seca nunca fez parte dos planos franceses, isso custaria dinheiro e de qualquer forma daria ao NAe uns poucos anos a mais de vida, ou seja, mesmo que ele fosse posto a venda,… Read more »

Haroldo A Fiocco
Haroldo A Fiocco
1 mês atrás

Ano 2030. Trimmm toca o telefone tarde da noite no Ministério da Marinha do Brasil. Bon suah mes amis de Bresil é da Marinha Francesa. Eu ter um porte avion velhin vendendo. Precin de Baguette. Vocês querem comprar. Pipipipipipipi.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Haroldo A Fiocco
1 mês atrás

A resposta:

– fala importância, blz mano? Então é o seguinte, o Brasil ainda se recupera da crise que vivemos desde 1.500, infelizmente a micharia só tá dando para pagar o salário do almirantado, nem previdência tem mais, o que sobra vamos tentar remendar as canoas que sobraram da viagem de Duarte Coelho pelo véi Chico … Não vai dar mano, abração meu consagrado!

Haroldo A Fiocco
Haroldo A Fiocco
1 mês atrás

Acredito ser um ponto de vista de intimidação. Um sub nuclear causa receio (pois não sabemos.onde está) mas não intimidação. Um NAe por seu tamanho imponência causa intimidação. Vê-lo dá um frio na barriga pois sabemos que dali pode vir uma força de ataque. Porém sigo a diretriz que um NAe para nações com dinheiro contado deva ser ‘ multi missão’. Lançar Aviões, helicópteros, drones aéreos, mini submarino drones, balsas de desembarque de Fuzileiros. Servir de estação radar para o Atlântico Sul. (Quem já viu o Aviões e Músicas sabe que no meio do Atlântico até a África não tem… Read more »

Luiz Galvao
Luiz Galvao
Reply to  Haroldo A Fiocco
1 mês atrás

Haroldo,

Partindo de suas premissas de intimidação e receio, creio que apenas a possibilidade de se ter um sub nuclear atuando em um conflito já causa intimidação E receio no oponente.

Wilson
Wilson
Reply to  Luiz Galvao
1 mês atrás

Existe uma diferença em ambos, um NAE pode colocar seus aviões no ar para um ataque e cancelar o ataque antes que o mesmo seja feito, um sub nuclear com mísseis de cruzeiro não tem a capacidade de parar o ataque após o míssil ter sido disparado.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

https://br.sputniknews.com/fotos/2020052015601196-frota-fantasma-o-interior-de-antigas-embarcacoe-de-guerra-abandonadas-em-cemiterio-de-navios/

PESSOAL, vi essa notícia e os navios estão abandonados com mísseis dentro ainda, isso é verdade? Estão operacionais os mísseis? kkk

Dalton
Dalton
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Munição/mísseis, com certeza, não. Mas, há muito equipamento que simplesmente não serve em outros navios então são deixados a bordo enquanto decide-se o que fazer com os cascos,, se alvo para exercício, desmantelamento, etc.

Dario Renato
Dario Renato
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Dalton, pelas fotos, os mísseis Masurca nos lançadores devem ser de manejo, mas o Masurca no paiol parece ser real. Ainda que provavelmente esteja inerte é interessante ter sido deixado a bordo.

Dalton
Dalton
Reply to  Dario Renato
1 mês atrás

De fato Dario não é comum, mesmo não sendo “munição viva”.

Dario Renato
Dario Renato
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Acabo de ver a explicação, caro Dalton. O Colbert foi para o descarte após passr alguns anos como navio museu, todo este material é apenas a carcaça.

Dalton
Dalton
Reply to  Dario Renato
1 mês atrás

Muito bom Dario…sabia que ele tinha sido convertido em museu até por conta de uma revista que tenho sobre navios históricos, mas, a revista é de uns 20 anos atrás, e não me liguei que o “coitado” deixou de ser museu em 2006.
.
Vou localizar a revista e fazer uma observação a lápis 🙂

Dario Renato
Dario Renato
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Por curiosidade, estava vendo uma exibição de slides do cruzador Colbert enquanto navio museu e fiquei impressionado com o luxo da cabine do almirante. Quando visitei o USS Iowa em LA não me lembro ter visto luxo semelhante na restauração da cabine de Roosevelt.

Dalton
Dalton
Reply to  Dario Renato
1 mês atrás

O “Iowa” é justamente o único dos 4 da classe que não visitei, isso quando o dólar era barato, “long time ago” …

Dario Renato
Dario Renato
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Estava um brinco! Visita completona na época, inclusive sala de máquinas, acho que boa parte do navio foi chechada posteriormente.
A parte que mais gostei foi a cidadela blindada, imaginei o HMS Hood por exemplo, o cara ali dentro e o navio virando um vulcão.
Ano passado visitei o USS Constitution, muito bom! Dos navios museus que ainda não visitei os que mais me interessam são HMS Victory e o Mikasa.

Dalton
Dalton
Reply to  Dario Renato
1 mês atrás

Comprou a madeira do “Constitution” ? Eu comprei, mais uma “traquitana” para guardar ! . Comprei um modelo pronto do “Victory” muitos anos atrás hoje encontra-se quebrado e guardado em um armário, talvez um dia quem sabe, seja recomissionado e do “Mikasa” um modelo de metal na escala 1;1250 que empalidece mesmo quando comparado com o modelo do encouraçado “São Paulo”, incrível como evoluíram. . O meu favorito era o “Nautilus” desde garoto e quando entrei a bordo não conseguia sair, até porque sabia que dificilmente retornaria, então, ia até a saída e voltava e fiquei um bom tempo sozinho… Read more »

Dario Renato
Dario Renato
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Comprei um canudo com as cópias da Constituição, Declaração de Independência, a Resolução do Congresso com as doze emendas e um magnífico mapa com as batalhas da guerra revolucionária.
Taí, o Nautilus é um que eu queria conhecer. O das 20.000 léguas feito pela Disney deveria ser interessante também.

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Aos MALUCOS que falam de CDG na MB: vocês vão bancar o descarte desse NAe Nuclear?

Nilson
Nilson
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Correto. Se o amianto do São Paulo já é uma dor de cabeça enorme para a MB, imagino o material nuclear do DGaulle.

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
1 mês atrás

A contaminação do amianto nem chega perto dos riscos de uma contaminação radiológica.

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Antes precisam pensar em como irão desmantelar e descontaminar o Álvaro Alberto.

Se.

Tutu
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Na nova Base/Estaleiro já está previsto um prédio especial para receber os resíduos.

Esteves
Esteves
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Sim. Foi matéria.

Mesmo contando com a experiência do IPEN no trato dos rejeitos e dos resíduos não temos nenhuma na administração naval. Nem para descontaminar nem para desmantelar.

Ficará décadas enferrujado aguardando que a decantação ocorra.

Se.

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Isso já ocorre com os subs nucleares ingleses. É bem caro desmontar um sub nuclear.
Acredito que a MB teve ter isso em conta.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Concordo com o sr. Esteves. submarino nuclear também possui prazo. E aí. Navios patrulhas, (duas dezenas se não pode fazer, compre). 4 FCT mais 4 corvetas. manter Prosub . 8 submarinos convencionais( 15 seria ideal ao longo do tempo, dois por ano) porém precisa de planejamento, gestão com a coisa pública, dinheiro em caixa e não ser deficitário. Sou contra o subnuclear. Perda de tempo, de dinheiro (50 anos).Poderíamos ter uma MB adequada se não fosse essa gastalança megalomaníaca. Projetos que poderiam dar prosseguimento pelo tempo: Mansup, torpedos, Patrulhas, etc. Cansei. Reafirmo concordar com o sr. Esteves.

Luiz Galvao
Luiz Galvao
1 mês atrás

“É muito provável que o futuro porta-aviões esteja equipado com mais energia do que o Charles-de-Gaulle e tenha catapultas eletromagnéticas……”

Se a opção for por dispor de mais energia para essas catapultas , não creio que optarão por propulsão convencional, a escolha será obviamente por propulsão nuclear.

A questão é : poderão bancar 2 Naes nucleares ou farão apenas um e continuarão com as limitações operacionais que já existem hoje ?

Mercenario
Mercenario
Reply to  Luiz Galvao
1 mês atrás

Um só. Falta dinheiro.

De qualquer forma, a tecnologia de catapultas eletromag. estará mais madura daqui a alguns anos, com a experiência americana.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
1 mês atrás

A Marinha do Brasil terá começado a construção do nosso novo Porta-aviões por volta desta data mesmo

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Um planejamento de 16 anos é bastante adequado, considera as peculiaridades econômicas do país, até porque, somente China e EUA têm, hoje em dia, capacidade de construir navios tão grandes e complexos em tempos mais curtos que este.

GILBERT
1 mês atrás

Bom o “novo” NAe do Brasil deve entrar em operação por volta 2 a 3 anos depois disso

Tomcat4,2
1 mês atrás

Dalton, com base no fato do Atlântico ser relativamente novo, havendo $$$ , vc acha que seria viável a MB dar um tapa na estrutura dele(uma parte ao menos, a que receberia pousos e decolagens) de modo a operar o F-35 B caso ,havendo $$$, a MB se permitisse comprar uns 5 a 10 vetores deste para o CFN (que seja usado mesmo advindos do USMC ou outro país )???

Dalton
Dalton
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Oi Tom, o “Atlântico” não conta com rampa para decolagem e não é prático fazer um F-35B decolar verticalmente, então não adiantaria “reforçar” uma determinada parte do convés de voo para isso e sem rampa um F-35B precisa de muito mais espaço para a “corrida” para decolar. . Supondo que haja espaço suficiente para decolar mesmo com o F-35B colocado bem na parte traseira do convés de voo o que não é ideal ou que se adaptasse uma rampa, ainda assim se teria um navio que não foi projetado nem para operar com o “Harrier” uma aeronave menor, que “bebe… Read more »

Tomcat4,2
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Lúcido e pontual como sempre. Obrigado pela resposta.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Não tem dinheiro nem pra classe Macaé, mas MB sonha com porta aviões. Toma Cloroquina que passa!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

eu acho que para a MB seria bom três opçoes: Um classe Dokdo sul coreano,
um classe Yuga japonês ou classe Cavour italiano
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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

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EduardoSP
EduardoSP
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Sendo preciso, o Dokdo, Hyuga, Cavour, Camberra, D. Juan I não são porta aviões, uma vez que tem missão de transporte de tropasce equipamentos, sendo que alguns possuem docas alagáveis. São navios anfíbios, a maioria deles classificados como Landing Helicopter Dock LHD ou Landing Plataform Helicóptero LPH.

Dalton
Dalton
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Sendo mais preciso ou mais chato, os 5 navios que você citou merecem outras denominações além de “LHD” e “LPH”. . O “Cavour” tem uma missão secundária “anfíbia”, mas a rampa na parte dianteira do convés de voo e o emprego regular de aeronaves como o AV-8B e em breve o F-35B o torna um navio de controle de área marítima ou mesmo um NAe leve/médio e sua alta velocidade o aproxima também do conceito de NAe também. . O “Hyuga” por sua vez tem como principal função a guerra anti submarina, para a qual está equipado com sonar de… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 mês atrás

Discussões a parte, essa foto é sensacional!!!

100nick-Elã
100nick-Elã
1 mês atrás

Esse é o porta-aviões que eles vão utilizar para tomar a Amazônia?

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Oui, oui, Le bonheur dans le nouveau P.A.N.
Vive la France. Alors, alors enfant…