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Thyssenkrupp Marine Systems vai comprar o estaleiro Oceana no Brasil

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Estaleiro Oceana
Estaleiro Oceana

A thyssenkrupp Marine Systems – com sede em Kiel, na Alemanha – acaba de assinar o contrato para adquirir o estaleiro Oceana (Itajaí/SC) da empresa Aliança S.A., pertencente ao Grupo CBO, líder em embarcações de apoio offshore e um dos maiores empregadores de profissionais marítimos qualificados no mercado brasileiro.

O acordo cria a base inicial para a construção das fragatas da Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil, bem como para um maior crescimento da empresa no país. A operação está sujeita à aprovação das autoridades antitruste e à entrada em vigor oficial do contrato das fragatas – previsto para meados de 2020. A aquisição será, então, executada por meio da subsidiária brasileira thyssenkrupp Marine Systems do Brasil. Por acordo, o valor da transação não será divulgado.

“Mesmo em tempos difíceis como estes, seguimos com determinação e permanecemos fortemente ao lado dos nossos clientes. Com o Oceana, temos uma excelente infraestrutura para a construção da fragata mais moderna do país para a Marinha do Brasil. A aquisição destaca nosso compromisso com o Brasil e será um fator econômico importante, especialmente nos dias de hoje. O estaleiro também nos oferece a perspectiva de assumirmos encomendas de outros clientes, não só localmente, mas também em outros países da América do Sul”, afirma Dr. Rolf Wirtz, CEO da thyssenkrupp Marine Systems.

O estaleiro Oceana foi criado em 2013 para a produção de navios de apoio offshore de alta qualidade e tecnologia e é ideal para projetos de grande dimensão. Nos próximos dois anos, serão recrutados 800 trabalhadores locais apenas para o projeto da Classe Tamandaré. Isso significa que podem ser construídos no Brasil navios de alto valor agregado nacional. A entrega dos navios está prevista para o período entre 2025 e 2028.

A Águas Azuis é uma sociedade de propósito específico estabelecida entre a thyssenkrupp Marine Systems (líder), a Embraer Defesa & Segurança e a Atech e será responsável pela execução das quatro fragatas.

Modelo da Fragata classe Tamandaré

Sobre a thyssenkrupp Marine Systems

A thyssenkrupp Marine Systems, com cerca de 6 mil funcionários, é uma das principais empresas navais do mundo e fornecedora de sistemas na construção de embarcações subaquáticas e de superfície, bem como em eletrônica naval e tecnologia de defesa. Mais de 180 anos de história e a constante busca por melhorias permitiram à empresa estabelecer novos padrões. A thyssenkrupp Marine Systems oferece aos seus clientes soluções personalizadas para desafios altamente complexos em um mundo em constante mudança. Os funcionários da thyssenkrupp Marine Systems são as forças motrizes por trás do sucesso da empresa e moldam todos os dias o futuro da empresa com paixão e comprometimento.

Sobre o Grupo CBO

Com mais de 40 anos de tradição e reconhecido pela excelência na prestação de serviços marítimos, o Grupo CBO é uma das empresas líderes do segmento de afretamento de embarcações para suporte a indústria de óleo e gás no Brasil e no exterior. A empresa tem como acionistas os fundos de Private Equity Pátria Investimentos e Vinci Partners, e BNDESPar. Atualmente, o Grupo detém uma frota de 33 embarcações de diferentes tipos, entre PSV, RSV, OSRV e AHTS, e mais de 1100 funcionários em suas bases de Niterói (RJ), Macaé (RJ) e Itajaí (SC).

DIVULGAÇÃO: Ideal H+K Strategies

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José carlson
José carlson
1 mês atrás

Uma jogada muito ambiciosa por parte da empresa Alemã Thyssenkrupp Marine Systems assim eles vão ser o mais preparados para construir qualquer projeto naval no Brasil dificultando o surgimento de empresas nacionais na área.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  José carlson
1 mês atrás

Caro José. Discordo parcialmente. O projeto das FCT deveria ser uma evolução de um projeto já existente para minimizar problemas. Essa foi uma boa decisão, o que levou á escolha do projeto alemão. Outro ponto do programa era que as FCT deveriam ser construídas no Brasil, cujo estaleiro já deveria estar definido. Pelo que entendi, os alemães querem verticalizar o processo, oferecendo o projeto e a construção dos navios. Para a MB, para os funcionários do estaleiro, para a economia local, fica tudo igual. Para os alemães, eles ganham tanto na venda do projeto quando na construção dos barcos. O… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Bem…

Competir com os alemães no Brasil…impossível.

Como o contrato ainda está sendo, penso que a compra foi boa. Troca os offsets ou outros detalhes do contrato por investimentos no Oceana. Evita depender do GF para capitalizar o estaleiro. Depois que cumprir o contrato ou antes até, vende o estaleiro…isso se a própria TGM não for vendida.

A MB precisa de um estaleiro aqui.

Importa mais capacitar a MB com meios capazes. Estamos muito atrasados.

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

E perder o dinheiro investido?
Isso é uma jogada da TKMS (todos os outros também fariam isso) para se consolidar não só no Brasil mas na América do Sul.

Esteves
Esteves
Reply to  Wilson
1 mês atrás

A TGM não está em situação confortável para fazer nada mais que produzir navios. Na Alemanha.

Consolidar-se em um país desacelerado industrial e economicamente e em um continente mergulhado em crises eternas pode ser uma decisão estratégica ou não.

O fato é que a MB precisa de um estaleiro capaz no Brasil.

Hoje, não há.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Bom ter noticias suas. Espero que tudo esteja bem por ai (infelizmente, perdi um colega há pouco tempo). As alemães terão que investir no estaleiro para produzir as FCT. Se eles venderem o estaleiro depois disso, tanto faz. O estaleiro continuará capaz de produzir navios de alta complexidade seja nas mãos de alemães, coreanos, chineses, japoneses ou brasiguaios. Ao contrários de Itaguaí que está otimizado para submarinos, Itajaí vai poder fazer corvetas, fragatas, fraguetas, petroleiros, navios de apoio offshore e se for o caso, até novas “Amazonas”. A única coisa que não pode acontecer é contratar a construção… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Mestre, Pesares pela perda. Torço pela saúde de todos. Da direita e da esquerda…embora o Esteves tenha sérias dúvidas sobre o que isso significa em 2020. Talvez nos anos 1960. Os alemães capacitarem um estaleiro para depois vendê-lo…somente se essa intenção existir hoje. Fazer para depois desfazer não é lá muito pensado. Não temos competências. Temos capacidades que podem ser ampliadas exemplos de Itaguaí e Aramar. Temos uma BID para construir. Se ela puder ser sonhada com ajuda alemã…que seja. Matei um bichinho preto igualzinho a esse tal corona. Do tamanho de uma cabeça de prego. Idêntico. Pensei… O SID… Read more »

Mario SAE
Mario SAE
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

A aquisição do estaleiro pela TKMS já era esperado pelo MD, desde o anúncio do resultado da concorrência. Entendemos que nos trará investimentos e um relacionamento melhor com a Alemanha.
Como alguns aqui já comentaram, a capacidade de produzir localmente uma boa variedade de combatentes de superficie, estará garantida por muito tempo.
Uma outra coisa me deixou curioso, nenhum de vocês está ciente do envio americano, de sete dos seus mais modernos submarinos de ateque para o Mar da China?
Não vi ninguém aqui comentando a respeito.

Dalton
Dalton
Reply to  Mario SAE
1 mês atrás

Por razões até compreensíveis o blog não dedica muito espaço para a US Navy, mas, quanto aos “7 submarinos” não há nada demais, até por conta que a US Navy costuma incluir no total os 4 baseados em Guam estejam eles no mar ou atracados ao pier, mas, são mais disponíveis que os baseados em outras bases. . Um desses ” 7 ” o USS North Carolina baseado em Pearl Harbor partiu em março para uma missão de cerca de 6 meses e se consideramos a classe “Virginia” como a mais moderna, ele é o único dos 6 baseados no… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

ótima explanação Camaergoer

Arthur
Arthur
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Meu Caro, o Brasil só tem a perder com isso. A construção de embarcações para a MB deve ser vista como medida estratégica de defesa e não pode estar nas mãos de empresas estrangeiras. E só por isso já merece o rechaço do Governo. No entanto, quanto ao lado econômico, essa matemática que vc faz não está correta. No final vai sair muito mais dinheiro do vai entrar nos cofres públicos. Eu ainda desconheço os detalhes do contrato, mas o bondoso Brasil costuma ser muito compassivo com empresas estrangeiras que vêm “investir” no nosso território e sempre deleita as mesmas… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Arthur
1 mês atrás

Olá Artur. A aquisição de 4 FCT pela MB irá necessariamente demandar desembolsos do governo federal. Pelo que lemos até agora, ao contrário do ProSub que teve financiamento estrangeiro, as fragatas serão pagas diretamente pelo Tesouro em reais. Os navios deverão ser construídos no Brasil com um índice de nacionalização em torno de 40%. As FCT serão uma evolução de um projeto que está operacional em outras marinhas, o que minimiza problemas de projeto. Podemos separar o programa FCT em duas contas, o projeto e o navio em si. O projeto demandará uma equipe de engenharia para adequá-lo à MB… Read more »

J L
J L
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Muito bem explicado. Não a mais o que falar !

Arthur
Arthur
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Amigo, ou vc não entendeu o que escrevi, ou atua de má fé. Vc escreveu muito e não disse nada novo, só desmembrou o que eu tinha escrito antes. Aliás, dizer que o lucro da empresa será transferido para a empresa é uma obviedade, e demosntra que vc só tava enchendo linguiça. Vou repetir para vc entender melhor. A nível comercial, não é jogo para o Brasil entregar o estaleiro na mão dos alemães. A curto, médio e longo prazo o Brasil perde dinheiro. E vai ser pior ainda sabendo que o mais provavel é que o BNDS financie a… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Arthur
1 mês atrás

Caro Artur. Os financiamentos do BNDES são empréstimos pagos com juros para empresas sediadas no Brasil comprarem maquinário importado para a modernização do parque industrial, para clientes estrangeiros adquirem produtos brasileiros, como os aviões da Embraer, ou até para prefeituras contratarem obras. São empréstimos. A VW obteve um empréstimos do BNDES de quase R$ 0,5 bilhão para modernizar a fábrica de SJC para fabricar o T-Cross (está lá na página do BNDES). A TIM também conseguiu um empréstimo do BNDES de R$ 1,1 bilhão. Portanto não é dinheiro público a fundo perdido. Achei curioso você mencionar a questão da venda… Read more »

Marujo
Marujo
Reply to  Arthur
1 mês atrás

Parabéns pelo comentário. Visão e coerência raras.

rommelqe
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Boa noite Camargo, prazer em falar contigo. Concordo com seus comentários e gostaria de acrescentar uma observação. Será que aqui alguem é contra a VW ter se estabelecido no Brasil? A SIEMENS, a VOITH, a THYNSEN (ela mesma a propria), etc, etc, etc……Pois é claro que há um interesse mútuo, ou não?
Por outro lado, é bom lembrar que o Oceana é um excelente estaleiro, muito bem localizado, já faz parte do programa das Tamandaré e …. daí eu fiquei pensando se não é esta a sua salvação… Abraços

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Bom, uma baita de estratégia para vender mais embarcações ao Brasil e até mesmo na América do Sul!

Vovozao
Vovozao
1 mês atrás

20/05/2020 – quarta-feira, bdia, otimo momento para adquirirem o estaleiro….. dolar/euro em alta, o valor para os compradores (TKMS) será uma merreca, e, como mesmo dizem na postagem servira para a produção para outras nações. Aproveitando, existe um contato entre TKMS e os Italianos da FICCANTIERE para unirem os estaleiros 50/50, com intuito de fortalecerem nas disputas por navios para as marinhas de guerra.

Demetrius
Demetrius
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Se eles estão comprando em $ qual a diferença? Cada uma…a flutuação não impacta o negócio só pelo câmbio

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Demetrius
1 mês atrás

Não há detalhes do contrato, portanto, nada se pode falar sobre preços, moedas e condições de pagamento. Nem em um sentido, nem em outro.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Demetrius
1 mês atrás

20/02/2020 – quarta-feira, btarde,Demetrius, eles estao comprando em reais, porem, voce nao entende nada de finanças, quem manda o din din é a matriz (TKMS) da alemanha para a filial brasileira comprar, e pelo valor que o euro esta cotado é uma mixaria, se realmente fosse real para comprador x real do vendedor ai seria um valor real para TKMS.

Demetrius
Demetrius
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Seu conhecimento vasto como o oceano e profundo como um pires…

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Vovozao,

Seria bom para quem vende na conversão. Para quem compra em moeda estrangeira não muda. Se ofereceram 500 milhões de euros são 500 milhões de euros.

Esses fundos donos do Oceana são fundos internacionais. Talvez o dinheiro que irá parar no caixa da empresa…nem apareça. Trocam papéis, trocam controles, compensam em outras participações.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Esteves
1 mês atrás

20/05/2020 – quarta-feira, btarde, Esteves, acho que voce esta enganado CBO, é uma empresa genuinamente brasileira, dona de 2 estaleiros o Oceana (sendo vendido) e um outro em NITERÓI, que não sei o nome e antes se chamava EBIN; pode ate ser que com o dinheiro do OCEANA eles utilizem para modernizar o de NITERÓI, so o tempo dirá. SDS.

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

“A empresa tem como acionistas os fundos de Private Equity Pátria Investimentos e Vinci Partners.”

Está no texto.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Esteves
1 mês atrás

20/05/2020 – quarta-feira, bnoite, sim Esteves, porem são fundos nacionais, alem desses tem o salvador de todas grandes empresas (BNDES), e, a ordem do Guedes, é para eles (BNDES) vender o maximo de participações possiveis no intuito de fazerem caixa para o GF, veja o que foi feito com ações petrobras, bradepar e outras grandes nacionais. Tudo que o governo anterior fez capitalizando o BNDES este esta desfazendo……. não estou falando de politica, e sim de economia. O Guedes quando sair do ministerio será um caos economico.

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Vovozao,

Esse tipo de fundo não tem pátria. Fazem negócios.

Espero que o Chile sirva de exemplo para o Guedes.

marcus
marcus
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Vão pagar com moeda podre, o Real Brasileiro. No ano de 2019 com 1 real, você comprava 17 rublos, hoje compra-se 12 rublos. Em julho 2019 era necessário R$ 4,43 para comprar 1 euro, hoje são R$ 6,3103.O Euro valorizou 42% em menos de 1 ano.

Esteves
Esteves
Reply to  marcus
1 mês atrás

Logo…o contrato das Tamandares ficou 42% mais caro.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Concordo com a ideia, mas o número pode ser maior ou menor. O governo federal deve pagar o contrato em reais, porque vai ser celebrado no Brasil. Vai ser preciso importar muitos instrumentos e armamentos. Talvez, os fornecedores reduzam o preço porque precisam do negócio (já consegui muito desconto de fornecedor de material importado quanto avisei que a verba disponível é limitada….). Além disso, a alta do dólar pode forçar a nacionalização de partes que seriam antes importadas. Contudo, é fato que em reais, as Fraguetas ficaram mais caras.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Penso que 4 serão 2.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Isso depende do intervalo. Se esticar mais 3 anos, 4 serão 4. Se esticar mais 6 anos, 4 poderão ser 5 ou até 6… Ao que parece, 2020 voltou a ser 2001, nem adianta debater muito (faltou Camargoer e sobrou Guedes). Acertei bastante naquelas contas que fiz há dois meses quando falei que se nada fosse feito, o pico seria agora e que os sistemas de saúde estariam colapsando no fim de maio início de junho…. também escrevi sobre o óbvio keynesiado friedmiano sobre o bolsa-família e aposentaria de salário-mínimo. Queria ter errado. Queria ter virado piada. 2021… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Mestre…Mestre. Como euro batendo sete ou seis não existirá intervalo que consiga fazer 4 = 4. O que estamos assistindo é a falência dos estados. Ineficiência. Hospitais de campanha sem recheio. Hospitais de verdade sem recursos. O que fazem com o dinheiro? Elites. O paladino era o Juiz. Vaidoso Juiz. Um juiz notório e vaidoso poderia criar problemas. Bem…vamos convidar o juiz e depois desmoralizado voltará a ser um quase candidato odiado aqui e desprezado lá. Esse V do Mestre…pode ser. Eu não acredito. Creio na fome, na destruição, nas doenças e no Chaves. 50 milhões recebendo auxílio. Vamos tirar… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Entre a cloroquina e a setralina, recomendo a bupropiona. Concordo que os tempos serão difíceis pelos próximos 10 anos (acho que nem F.Fukuyana arrisca escrever outro livro). Pelo bem e pelo mal, será difícil para todo mundo, então a relação real-ouro-dólar-yuan-euro-iene-libra vai ser diferente do que estamos acostumados. A impressão que tenho é que o Guedes sentou em cima do dinheiro e cruzou, colocou uma máscara N95 e cruzou os braços. Ele mora em um hotel, não precisa nada disso, pode ir embora quando quiser. Pode ser que saiam 2 FCT ou mais. ou nenhuma (talvez fosse o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

A ética só tem 1 lado.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Estevos. Exato. A ética só tem um lado. Por isso, é impossível ter bandido de estimação. Gorila é gorila, resfriado é resfriado, bandido é bandido.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

20/05/2020 – quarta-feira, btarde, não sei se tudo isso NÃO esta acontecendo devido interesse (boatos) nas fragatas da classe Brandemburgo, o Almte. Karan, fala que os melhores navios são os alemão, pouco depois TKMS ganha, quando todos acreditavam que a ganhadora seria a SAAB/DAMEN, agora vemos o acordo de compra do estaleiro OCEANA pela TKMS, e, ela é uma das que faziam parte do consorcio de construção das Brandemburgo’s (projeto das MEKO’s), e, tendo o estaleiro no Brasil, amanha podera tambem ganhar o projeto de atualização/modernização das Brandemburgo’s.

marcus
marcus
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Projeto Pôncio Pilatos em execução na Marinha do Brasil? A marinha terá que aumentar o estoque de toalhas?

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Estamos caminhando!

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Sim,para trás.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Inicialmente 800 contratações. Muitas famílias felizes e desenvolvimento econômico da região e encomendas para fornecedores como WEG, Fundição Tupy, Digitro e etc…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Espero que novos projetos venham, não só para o Brasil mas também para os vizinhos.

José carlson
José carlson
1 mês atrás

Se conseguir efetua a compra do estaleiro, a verba de 09 bilhões investido no projeto de construção e transferência de tecnologia da Tamandaré não adiantou quase nada a logo prazo…

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  José carlson
1 mês atrás

ToT é só pra agradar a patota do Brasil potência independente, não haverá classe maior projetada aqui para se aplicar esse conhecimento e nem menor, dificilmente sairemos de quatro unidades com a crise que vem aí e mesmo que chegue em seis não justifica ou seja, é ToT pra BURRO ver! Igual o ToT do Gripen… nos enfiamos numa jabuticaba para agradar a ala dos iludidos, pouquíssimas unidades que não justificam uma área fabril diretamente ligada ao ToT, só salva o prosub mesmo pq mirando em um nuclear não tem como comprar de prateleira mas coloco as ressalvas que é… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Carlos Gallani
1 mês atrás

Tot no Brasil e uma piada, pagamos transferência de tecnologia da matriz para filial, Eurocopter/helibras, Iveco/Iveco, Saab comprando , thiesem comprando, futuro tanque e por ai vai. Este entreguismo esta em todas as armas. Compram produzem superfaturado tot e por falta encomenda fecham. Submarino esta custando quase triplo, estrategia errada, correto, atualizar tupis, e iniciar producão com intervalo entrega 5 anos. Teríamos uma frota crescente ativa, estaleiro teria pedidos por 20 anos, tempo para absorver tecnologia e melhorar produto no decorrer da producão. Utilizar estaleiro para produzir módulos de Napa/napaoc/ corvetas/fragatas, etc…..AMRJ ficaria com manutenção frota.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Salim
1 mês atrás

Totalmente de acordo. Com a grana do Prosub dava para construir 12 U214 (Turquia adquiriu 6 por US$2,8 bilhões, construídos lá) e o estaleiro, que ficaria ocupado por uns 18 anos, pelo menos, garantindo demanda que facilitaria a nacionalização e a aquisição de tecnologia. Mas só com 4 Riachuelos, não vamos a lugar algum.

Esteves
Esteves
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Na grana do PROSUB estão Aramar/Iperó = Labgene, Itaguaí, os 4 + 1 submarinos e todas as capacitações que estamos adquirindo com fornecedores.

Caro. Muito caro. Coisa de 7 ou 8 bilhões de euros com os aditivos.

Control
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Jovem Esteves
Pelos dados disponíveis, o Prosub corresponde aos 4 subs Scorpene, ao casco do subnuc, ao estaleiro e a consultoria para a construção dos subs e do casco. Tudo que se refere a parte de propulsão do subnuc e de seu reator não faz parte do contrato (6,7 bilhões de euros) com os franceses. Há infos aqui no próprio PN onde os almirantes esclarecem tal fato com maiores detalhes. Iperó, aliás, vem de antes do Prosub e já custou muito din din.
Sds

Carlito
Carlito
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Cara não e sobre números pra q 12 subs se a gente não precisa e sobre gerar empregos que paguem bem.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Caro Eduardo. Se usarmos a mesma abordagem do Congresso dos EUA, podemos comparar programas similares por meio do custo por tonelada deslocada. Os U214 deslocam 1700 ton, portanto o custo seria de aproximadamente US$ 275 mil por ton. Os Scorpenes brasileiros deslocam 2200 ton, portanto podemos estimar um custo US$ 600 milhões por unidade (está bem próximo). Isso significa que os 4 SBR custaram US$ 2,4 bilhões (apenas os submarinos). O SN10 deslocará 6 mil ton. Se for usado o mesmo custo por tonelagem do SBR, um SBN custará no mínimo US$ 1,6 bilhão. Portanto apenas com os submarinos, o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Gallani
1 mês atrás

Conteúdo nacional está na legislação das licitações. Seria mais fácil comprar do jeito que foi feito. Mas a lei…é a lei.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  José carlson
1 mês atrás

ToT é ilusão.Os EUA tem forças armadas poderosas porque investiram em R&D,a Rússia tem forças armadas poderosas porque investiram em R&D,o mesmo se aplica ao Reino Unido,França,Índia,China.Foi um caminho muito árduo para esses países.Mas o brasileiro sempre querendo dar uma de espertalhão acha que vai comprar tecnologia e assim pegar um atalho para ter forças armadas poderosas.

Sagaz
Sagaz
Reply to  José carlson
1 mês atrás

Brasileiros vão construir. Você deixa de ser brasileiro se veste a camisa da Ford, Fiat, Mercedez. .. O conhecimento estará aqui em solo brasileiro. Sem contar que muito provavelmente será com aço brasileiro, tubulações brasileiras, parafuso, tinta, etc Só o que retorna de imposto devido a isso já deve compensar a tot

MMerlin
MMerlin
Reply to  José carlson
1 mês atrás

E a culpa é da empresa que está repassando a tecnologia se 30% do adultos brasileiros são analfabetos funcionais? E veja que nem estou falando de nível educacional, senão o número desanda. Com investir em projetos realmente produtivos com o nível da educação que o país se encontra? Os profissionais com diferencial são extremamente escassos no nosso mercado. Onde já se viu um aluno sair do 2o Grau sem um inglês avançado. Quando vai conseguir ler um livro, documento ou manual técnico? Referente ao ToT a visão adotada pelas FA é que serve como um caminho mais curto que o… Read more »

Marujo
Marujo
1 mês atrás

É sempre assim: as parcerias estratégicas acabam em transferência para o exterior do controle da empresa nacional parceira. Lamentável!

Doug385
Reply to  Marujo
1 mês atrás

Serão 800 empregos novos, capacidade de manter o produto aqui, consolidação de um estaleiro renomado em território nacional. Não vejo nada de lamentável nisso. Seria lamentável se o estaleiro estivesse encerrando as atividades, ao invés de estar sendo comprado.
No mais, temos belos exemplos de empresas 100% nacionais que fizeram um péssimo trabalho no setor naval. É só ver os cascos das navios patrulha enconstados no AMRJ para serem finalizados.
Fico feliz que um estaleiro desse porte decida investir no país.

J L
J L
Reply to  Doug385
1 mês atrás

Prezados, o problema não é o estaleiro ser vendido para o fabricante alemão,realmente após a construção das poderá haver novos pedidos para alguma outra marinha, mas realmente essa questão de pagar-se mais pela ToT, e depois não se faz uso do valor a mais pago por descontinuidade na produção como poderá ser o caso dos gripens se não houver tão cedo um novo pedido. As tecnologias estão em constante evolução e dito isso, se vc não tiver onde aplicar,ou fica defasado ou acaba perdendo tudo que foi transferido anteriormente, como aconteceu com a transferência de tecnologia para a construção dos… Read more »

Karl Bonfim
Karl Bonfim
1 mês atrás

É um caminho natural, como brasileiro só espero que o negócio prospere, frutifique como a construção dos novos submarinos. Que não acabem por falta de continuidade, vontade política de se inverti em projetos de longa duração do governante de plantão.

Augusto L
Augusto L
1 mês atrás

Mais um ToT deles para eles mesmos.
Totalmente lamentável

Marcelo
Marcelo
Reply to  Augusto L
1 mês atrás

Os funcionários serão brasileiros e terão acesso aos processos de fabricação

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

O processo de fabricação será o mesmo já utilizado no estaleiro, que, por sinal, já é bastante eficiente (é o mais produtivo do gênero no Brasil e competitivo internacionalmente). A tecnologia no caso da TKMS é basicamente projeto, e se o básico for importado da Alemanha não faz diferença nenhuma os funcionários aqui só delinearem e construírem…

Marcos
Marcos
1 mês atrás

Aprendeu com a SAAB pra não ter que transferir tecnologia hehehe

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Normal, mais do mesmo.
Estão fechando o ciclo, oferecem o projeto, agora dominam a cadeia produtiva.
Ou seja, dominam a capacidade produtiva da ” colônia” ocidental.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Dominam a cadeia produtiva??? Meu irmão, você sabe o que é cadeia produtiva?

Esteves
Esteves
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Seria…aquela cadeia aonde os presos costuram bolas?

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Esteves
1 mês atrás

kkkkkkk boa Esteves !

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Qual o esquema mesmo? Comprar a empresa para a qual vai transferir tecnologia.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Bem… Então…acabou o ToT. Não tem transferência de tecnologia de nós para nós outros. Venderam porque o negócio dos estaleiros está péssimo, porque o Oceana não tem caixa para aguardar o início das tarefas, porque o Oceana deveria começar a receber já para contratar e treinar mão de obra inclusive na Alemanha e selecionar a cadeia de fornecimento. Estoques também. Venderam o Oceana porque com o euro batendo sete pode mostrar que as 4 Tamandarés custarão lá na casa dos 15 bilhões de reais. Talvez…a Ficantieri adquira a TGM. E quem não ganhou o contrato das CCT receba o contrato… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Se tiver ToT então tem que passar a ToT para outro estaleiro.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Só rezo para que chegue o dia em o Brasil tenha um estadista na presidência.

Marcelo Monteiro Ribeiro
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Mimimi mimimi mimimi…

Márcio Xavier
Márcio Xavier
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Os problemas no Brasil são muitos e em todas as áreas. O que eles têm em comum: o povo brasileiro. E não apenas a presidência…

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Márcio Xavier
1 mês atrás

Caro Márcio. O povo brasileiro nada tem a ver com a mediocridades da elite brasileira. Durante o período colonial, a economia brasileira gerava mais riqueza que a metrópole, mas a base era a mão-de-obra escrava. A vinda da família real para o Brasil manteve tudo como antes. A independência foi feita pela elite escravocrata para evitar que uma revoluções caudilhas fossem vencedoras (quase conseguiram em vários lugares). A proclamação da república foi o golpe de estado preventivo contra uma revolução burguesa, que acontece no Estado Novo, como uma ditadura protofascista ao invés de uma democracia liberal. Essa mesma elite tenta… Read more »

Glasquis7
1 mês atrás

E assim se vai pondo mais uma pá de cal no desenvolvimento da indústria naval local.

Tem quem dirá ” TOT pra sermos tecnologicamente independentes” ou “vamos vender pra América Latina” mas a verdade é que os países da região que interessam como clientes, salvo Argentina, estão desenvolvendo capacidades de construir seus próprio navios.

Em fim, mais um “TOT”, mais do mesmo.

Marcos
Marcos
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Ei chileno, álcool em gel é para usar nas mãos. Parece piada, “países da região desenvolvendo capacidades de construir seus próprios navios”

Que fragata o Chile construiu? Corveta? Submarino?

Glasquis7
Reply to  Marcos
1 mês atrás

SIMA PERU construiu fragatas e tem capacidade de suprir sua frota, COTECMAR COLOMBIA já constrói seus OPV e está desenvolvendo as suas capacidades de desenho. ASMAR CHILE já tem capacidade de construir totalidade dos seus navios.

Todos eles tem capacidades de construção que no momento, o Brasil não tem.

Goste ou não, é realidade que alguns como vc, teimam em reconhecer.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O Brasil tem sim essa capacidade e outro detalhe que muitos não entendem, Mais importante que vender é construir seus navios para as suas necessidades, é isso que o EB fez com o Guarani e o IA2 são equipamentos para o EB se algum outro país quiser comprar bom se não quiser não importa.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

O Guarani é da Multinacional de origem italiana IVECO. Se informe antes de postar.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O Guarani é do EB a IVECO foi contratada para fabrica-lo.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

“O Guarani é do EB a IVECO foi contratada para fabrica-lo.”

Mas do que estamos tratando?

Se o Brasil tem capacidade de construir, pra que contrata uma Multinacional de origem Italiana?

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Diga me uma empresa brasileira atualmente com capacidade de construir esses equipamentos, não tem. Ai você pode dizer que o Brasil não tem a capacidade né, errado, aonde está instalada a linha de fabricação do Guarani, no Brasil, não é porque a empresa é uma multinacional de origem italiana que a capacidade não seja brasileira.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

“não é porque a empresa é uma multinacional de origem italiana que a capacidade não seja brasileira.”

1.- Se a IVECO Decidir parar suas atividades no Brasil e migrar pra Argentina o Brasil consegue evitar?

Não.

Se a IMBEL parar as atividades e ir pra Argentina
e continuar lá o que ocorre?

A IMBEL NÃO PODE SER VENDIDA.

Eis diferença. Igual contece com FADEA, COTECMAR, SIMA, ENAER, ASMAR, etc.

uma coisa é “ter a capacidade” e outra bem diferente é “contratar a capacidade”.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O Brasil nem precisa evitar, se a IVECO quiser fazer isso o governo pode muito bem comprar a fábrica em Sete Lagoas assim como todos os funcionários que a capacidade não se perde.
Agora sendo sério o Brasil não contratou a capacidade, pois são brasileiros que estão construindo os guarani e mais caro que comprar os equipamentos é treinar pessoal para opera-los isso é capacidade real, a junção de pessoal capacitado, com maquinário adequado e em um ambiente adequado, desses o Brasil só peca no último.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Sério? Quanto você acha que vale uma fábrica, igual a Iveco em Sete Lagoas MG?
Todos os projetos da Iveco tem patentes internacionais. O governo teria que pagar por todas a patentes.
Vão querer recuperar todo o investimento, e a moeda será o Dólar ou o Euro.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

O Guarani é de propriedade intelectual do EB não da IVECO esse é o ponto.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Wilson
1 mês atrás

EXATAMENTE! projeto do EB, não IVECO…

glasquis7
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

Tenho entendido que não, é um projeto da IVECO adaptado aos requerimentos dos EB.

Wilson
Wilson
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Resolvi pesquisar e tirar isso a limpo e bom o guarani por contrato pertence ao EB, a propriedade foi passada ao EB por força de contrato e o veículo final foi desenvolvido na IVECO Defense Brasil.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Eu coloquei uma situação fora da realidade de propósito, outro ponto sobre o Guarani é que a sua criação é semelhante a do cascavel, o EB projeta o veículo que quer e contrata uma empresa para construir ele e depois melhora-lo, mas mantendo a propriedade intelectual do projeto.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Projeto Italiano da Iveco Defence Systems. Com certeza o projeto foi pago pelo governo brasileiro. Qual a utilidade desse projeto para Iveco?
Com certeza o Exercito, indicou as especificações que queria. Mas, o projeto do produto é da Iveco Defence Systems, para pertencer ao Exercito é necessário pagar pelo mesmo.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Portugal também comprou um 8×8 , o Pandur Austríaco , mas ele é feito em Portugal por Portugueses, numa fábrica Portuguesa, mas o Pandur continua sendo Austríaco, Portugal só pode construir o número que acordou com a empresa Austríaca. Isso de dizer, se quiser o governo Português compra a empresa que os construiu em Portugal e fica com a capacidade, mas não é assim, pois o produto continua sendo Austríaco, e só pode construir o número pelos quais pagou.

Wilson
Wilson
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

O Guarani é de propriedade do EB e no caso que eu falei seria uma estatização da fábrica.(algo muito improvável), outro ponto varias empresas foram chamadas para consulta para de definir quem construiria o protótipo do Guarani entre elas estava a Agrale.
Veja que se for necessário tem uma empresa brasileira que seria capaz de fabricar blindados sobre rodas.

Canarinho
Canarinho
Reply to  Wilson
1 mês atrás

”O governo pode muito bem comprar a fabrica em Sete Lagoas”. Meu amigo voce nao tem a menor ideia do que ta falando. O maximo que pode ocorrer eh vender o galpao. Italiano nao eh igual brasileiro trouxa que acha bonito vender empresa estrategica. Apesar do projeto ser do EB, todas as estruturas e pecas que envolvem a origem italiana nao estao sob nosso controle. Por exemplo o motor Diesel cursor. tecnologia total dos italianos e de propriedade deles. Se A IVECO for embora e nao quiser repassar o motor, estamos lascados!!!

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

“Diga me uma empresa brasileira atualmente com capacidade de construir esses equipamentos, não tem.”

UM PRÉMIO PRO SENHOR!!!

Por fim entendeu.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Mas pode ser que no futuro tenha, a Equitron fez um protótipo de um cascavel modernizado e foi assim que a Engesa começou a trabalhar com blindados, modernizando os que o EB operava na época e depois fabricando ela mesma, se isso vai ocorrer novamente só o tempo dirá.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

“Mas pode ser que no futuro tenha…”

Sem dúvida!

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Gafanhoto! O passado não volta, o presente é curto e o futuro é incerto. Desligue o seu chutômetro.
Autora.
Bárbara Coré

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

O passado não volta, mas os erros se repetem no presente,
O passado não volta, mas diz como chegamos aqui,
O futuro só Deus sabe.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Avibras

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Montar não é inerente ao ato de projetar.O Guarani, foi projetado na Itália, pela Iveco Defence Systems e montado em Sete Lagoas Minas Gerais.

Marcelo
Marcelo
Reply to  marcus
1 mês atrás

E porque a ENGEPRON não usaria a estrutura moderna do estaleiro para tornar realidade seus projetos?

marcus
marcus
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

A Emgepron não projeta. Gerencia projetos.Ela informa os requisitos dos produtos, que a Marinha deseja construir.
https://www.marinha.mil.br/emgepron/pt-br/quem-somos

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

O guarani foi projetado pela Iveco Defense Brasil, se baseando em um veículo 6×6 criado na Itália como parte da família do SuperAV. As mudanças no guarani o tornam muito diferente do modelo italiano.

marcus
marcus
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O projeto é Italiano, da Iveco Defence Systems, que hoje faz parte da CNH Industrial. Trabalhei no Grupo Fiat durante 35 anos.
Na Fiasa Betim, CNH Contagem e Iveco Sete Lagoas.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

O projeto é Italiano, da Iveco Defence Systems, que hoje faz parte da CNH Industrial. Trabalhei no Grupo Fiat durante 35 anos.
Na Fiasa Betim, CNH Contagem e Iveco Sete Lagoas.

Glasquis7
Reply to  marcus
1 mês atrás

marcus

Muito obrigado, sem nenhuma ironia, seu comentário esclarece muito sobre o Guarani.

Espero que os foristas leiam.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

“O Brasil tem sim essa capacidade e outro detalhe que muitos não entendem, Mais importante que vender é construir seus navios para as suas necessidades”

As Classe Macaé estão aí pra demonstrar isso. 11 anos esperando por patrulheiras de 500 ton.

RPiletti
RPiletti
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Glasquis, é incapacidade de gestão e não incapacidade de construção…

Glasquis7
Reply to  RPiletti
1 mês atrás

Pra ter capacidade de construção precisa, ter capacidade de gestão.

A capacidade de gestão é sine qua non pra se ter capacidade de construção.

Veja como está o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro na atualidade e vai perceber como estou certo.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Não adianta ter uma boa gestão na MB se não tiver no Governo, a MB ter plena capacidade de gestão de projetos navais, mas não tem capacidade de decidir quanto dinheiro receberá.

marcus
marcus
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Primeiro, teríamos que ter a capacidade para projetar.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Emgepron faz isso.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Não, a Emgepron capitiza e gerencia projetos mas não projeta.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Ela atua no projeto de navios, gestão faz parte disso, e trabalha em conjunto com o CPN(esse sim voltado totalmente para projetar navios). Em teoria o CPN projeta e a Emgepron gerencia a contratação, construção e venda, falta o estaleiro na equação.(que era para ser o AMRJ)

Salim
Salim
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Caro Wilson, engepron gerencia projeto somente, como exemplo recente temos contratação de empresa espanhola para detalhar projeto napa500 para AMRJ conseguir terminar construção. Detalhe projeto original francês, o que vai sair sera sera uma salada. Guarani Iveco e detentora tecnologia, como exemplo temos engesa/bernardini, exercito tem toda documentação, porem náo consegue fabricar, tecnologia morreu junto com engesa/bernardini. Opinião emgepron e um cabidao de empregos, desnecessária, marinha tem pessoal excedente que poderia fazer o mesmo, porem teria limites da lei para salários e gastos.

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Salim
1 mês atrás

A empresa espanhola está usando quadro 100% de brasileiros no processo. O navio já era uma salada, o projeto básico chegou no EISA todo errado (não sei se chegou no Inace assim). Talvez agora saia certo.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Empresa Gerencial de Projetos Navais. EmGeProN. Mais uma empresa para torrar o dinheiro publico.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Ela é de capital privado, sem ligação com a MB.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Você está bastante mal informado.A Empresa Gerencial de Projetos Navais – EMGEPRON é uma empresa pública criada em 09/06/1982, vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando da Marinha do Brasil.
https://www.marinha.mil.br/emgepron/pt-br/quem-somos
https://www.naval.com.br/blog/2015/06/15/marinha-injeta-r-13-milhao-na-emgepron-para-que-ela-atue-em-programas-estrategicos/

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Emgepron é empresa pública, vinculada ao Ministério da Defesa.
Empresa pública significa que 100% do capital é do Governo Federal.

glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

ENGEPROM de capital privado?
Nossa, tu não dá uma dentro.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

As duas primeiras foram construídas em quanto tempo mesmo? A classe Inhaúma de corvetas levou 5 anos para todas serem entregues a MB. Conheço todos os navios que por alguma razão demoraram mais que o necessário para serem construídos no Brasil e em todos eles foi falta de vontade política.(tirando essas macaés já que o estaleiro quebrou e está complicado para a MB receber a grana para finaliza-los, pode ter certeza que a MB finaliza eles em no máximo 2 anos se receber a grana).

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

De 16 apenas 4 foram entregues isso em 89. hoje estariam igual que as Macaé.

Quanto demorou a Barroso?

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Ainda bem que só 4 foram construídas dado os problemas que tinham. O problema da Barroso foi que no mesmo período de sua construção começou o modfrag das Niterói, aliado a isso a crise econômica e a queda do orçamento da MB.
Se você acha os 14 anos da Barroso longo, é porque não conhece os tempos dos monitores pernambuco e paraguasú, 20 anos e 50 anos respectivamente.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

Me diga, neste momento, o AMRJ tem capacidade de construir uma Fragata ou uma Corveta ou uma Macaé?

“O problema da Barroso foi que no mesmo período de sua construção começou o modfrag das Niterói”

Ditado: a bengala é a desculpa do manco

Todos os países enfrentam dificuldades.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O AMRJ tem capacidade sim de construir esses meios.
Não é mais a mesma que tinha mas ainda tem.

Não dei desculpa, eu mostrei a realidade da época e naquela situação não era possível fazer tudo como se queria fazer, muita coisa teve que ser postergada por falta de dinheiro, isso que esse não é a raiz dos problemas no Brasil a raiz é bem mais funda.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

“O AMRJ tem capacidade sim de construir esses meios.
Não é mais a mesma que tinha mas ainda tem.”

Estou ficando louco? Tem capacidade mas não é a mesma.

Como assim? Tem ou não tem capacidade?

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Mão de obra ociosa faz o que?
maquinário não utilizado se deteriora. O AMRJ ainda tem condições de fabricar navios com a mesma técnica que se utilizava nos anos 70, mas teria que recuperar parte do maquinário e possivelmente treinar mais pessoas, ainda tem pessoal com capacitação, só não tem na quantidade que poderia ter.(para projetos pequenos, o que tem basta o problema é programas com maior volume de encomendas).

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

“O AMRJ ainda tem condições de fabricar navios com a mesma técnica que se utilizava nos anos 70, mas teria que recuperar parte do maquinário e possivelmente treinar mais pessoas,”

KKK

Então não tem.

“para projetos pequenos, o que tem basta o problema é programas com maior volume de encomendas”

Então por que não acabam as Macaé?

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Tem a grana para comprar o que falta ou quer que se feito tudo de graça? Parece que não conhece a burocracia brasileira.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Nem ToT esse governo sabe utilizar. O ToT ideal, seria a quinta Tamandaré com custo de fabricação,totalmente pago pela ThyssenKrupp Marine Systems. É melhor ter a quinta fragata agora, dificilmente serão construídas outras unidades. O custo da construção é 50% do preço de venda. Para ThyssenKrupp é um excelente negócio. Tudo que uma industria compra para tocar um projeto, é em alguns casos 70% mais barato do que comprado por uma pessoa física. Roubaram o meu UP e levaram os 4 pneus. A seguradora teve que consertar o meu veículo e repor os pneus. Eu vi a nota fiscal da… Read more »

marcus
marcus
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O projeto da classe Macaé é baseado no projeto francês “Vigilante 400 CL54” do estaleiro Constructions Mécaniques de Normandie (CMN).
Pagaram caro pelo projeto, e das 27 unidades que seriam construídas fizeram duas.

Salim
Salim
Reply to  marcus
1 mês atrás

Caro Marcus, fizeram 2 na inace, contrato em 2006 e entregues em 2009, marinha náo gosta disto, prefere prolongar construção para ter aditivos e tudo mais, veja os 3 seguintes contratados eisa em 2009, ate hj sem previsão . porque náo continuaram inace . Mistério.

Wilson
Wilson
Reply to  Salim
1 mês atrás

Porque o INACE não quis participar da nova licitação.

marcus
marcus
Reply to  Salim
1 mês atrás

Mãos não foram devidamente molhadas.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Guarani é um projeto da Iveco Italiana. E que tem de moderno no IA2?

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

O Guarani é de propriedade do EB não da IVECO, a IVECO apenas foi contratada para construir o mesmo.
Sobre o IA2 ele foi feito para o EB sob os requisitos do EB e depois sob os requisitos do MD, é uma arma em evolução e mais barata.(exemplo um Parafal custa 12 mil para CAC e um IA2 custa 10 mil).

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

O projeto foi feito pela Iveco Defence Systems, e o veículo é construído em um galpão, que foi edificado exclusivamente para isso em Sete Lagoas em Minas Gerais. Se o Exercito comprou o projeto ótimo. Esse veículo para Iveco é dinheiro de pinga, como dizemos aqui em Minas Gerais. Acesse o site da Iveco Defence Systems ,para voce conhecer o portfólio da empresa.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

O EE-09 cascavel também constava no portfólio da Engesa e era um projeto do EB.
É a mesma coisa com o Guarani, a iveco foi escolhida entre outras empresas(entre elas a Agrale brasileira) para construir o protótipo e depois construir o mesmo.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Pare de tomar Cloroquina! Primeiro vieram os requisitos do exercito, depois vieram os projetos da Agrale e da Iveco, e depois um ou mais protótipos. E depois de tudo, a empresa vencedora produz pelo menos 10 veículos, que serão testados novamente pelo contratante.
Você já trabalhou ou entrou em alguma indústria metal-mecânica? Acho que você religou o seu aparelho de altíssima tecnologia, o Chutômetro.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Automotiva não, mas já conheci a Hacker Industrial.

O programa Guarani teve ao todo 4 empresas convidadas, para apresentar propostas financeiras, da qual a IVECO venceu e construiu um protótipo para testes pelo EB, foi após isso que a fabricação começou.

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Se voce não conhece nada sobre processos produtivos, quem sou eu para contraria-lo.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Tenho noção de processos produtivos, já que faz parte da grade do curso que estou fazendo(análise e desenvolvimento de sistemas), e também das visitas que fiz a Hacker Industrial. No caso do Guarani eu apenas falei do que eu pesquisei e acompanhei, sei que esse programa não foi como outros, pois ai invés das empresas construírem protótipos e apresentarem ao EB, foi o EB que escolheu uma das empresas convidadas para construir o protótipo e as demais não construíram nada, esse foi o único ponto diferente do que você falou anteriormente.

Tulio Rossetto
Tulio Rossetto
Reply to  marcus
1 mês atrás

O Guarani não foi desenvolvido pela Iveco, ela apenas foi escolhida para produzir, o projeto em si foi desenvolvido pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx), quantas vezes vai ser preciso dizer isso, tem em todo lugar na internet.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

O que você bebeu hoje Boris? Tá doido!

marcus
marcus
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

https://www.naval.com.br/blog/2020/04/14/chile-planeja-construir-fragatas-de-5-200-toneladas/
O negócio do Brasil é exportar commodities,Minérios, grãos etc.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Me mostre qual país da AL está construindo 4 submarinos convencionais e 1 Nuclear?

Glasquis7
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

“Me mostre qual país da AL está construindo 4 submarinos convencionais e 1 Nuclear?” Eu não sei o que tem a ver a construção de submarinos com a capacidade de construção de combatentes de superfície do Chile, Peru ou Colômbia mas vamos lá. Ninguém na América latina tem esta capacidade. O Brasil teve um dia a capacidade de construir subs convencionais, quando construiu os Tupi/Tikuna. Hoje não tem mais. Sobre o sub nuclear, com ajuda francesa ainda nem data definida tem. Veja o caso das Classe Macaé. 11 anos esperando por patrulheiras de 500 ton. O Brasil é o país… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Glasquis…o “Riachuelo” já passou por testes de imersão estática e o
“Humaitá” está a poucos meses de ser lançado ao mar, então, me parece que o Brasil tem sim capacidade de construir submarinos.
.
No exemplo acima você citou que o “Guarani” é da “IVECO”, mas, as
fragatas peruanas construídas pela “SIMA” são italianas, certo ?

Glasquis7
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Dalton

“me parece que o Brasil tem sim capacidade de construir submarinos.”

Então, o que a DCNS e seus engenheiros franceses fazem no estaleiro de Itaguaí, estão espionando o Brasil?

Dalton

“fragatas peruanas construídas pela “SIMA” são italianas, certo ?”

Errado.
O projeto é italiano executado por uma Estatal peruana que ficou com os conhecimentos e as capacidades adquiridos pra MGP.

Hoje esse conhecimento existe assim como a capacidade de construção.

O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro na atualidade, tem a capacidade de construir uma Niterói?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Glaquis, a DCNS é dona do projeto Scorpene! E assessora a parte não nuclear do SNB. Ao invés de reinventar a roda, por que não aprendermos com quem já faz! Sabe quantas pessoas foram para a França, aprender on-the-job e trazer o know-How pra cá? Não é a DCNS, atual Naval Group, com exceção do primeiro casco (parte da vela) , quem está construindo. Baseado na planta do Scospene é que construiremos os primeiro sub nuclear.

Glasquis7
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Minha colocação é que o Brasil não tem a capacidade e construir submarinos. Vc rebate dizendo:

“Ao invés de reinventar a roda, por que não aprendermos com quem já faz! Sabe quantas pessoas foram para a França, ”

Amigo, me desculpe mas, seu comentário não faz mais do que confirmar minha colocação.

Se sabe fazer e tem capacidade, foram pra França fazer o que?

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Conseguir a tecnologia necessária para construir o submarino nuclear.O que não é possível fazer com a Alemanha

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Complementando o comentário do Marcelo, o Brasil conhecia a técnica alemã para construir submarinos, mas ela não é adequada para os novos, por isso que a Naval Group capacitou brasileiros para construir submarinos franceses com as técnicas usadas pelos franceses.(sem falar que é a primeira vez que os submarinos estão sendo totalmente construídos no Brasil, nos tupi e no tikuna a seção frontal era feita na Alemanha).

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Marcelo é Wilson vou citar pra vcs o escopo que a própria ODEBRECH emitiu em 2018 quando lançou o Riachuelo: “Transferência de tecnologia O acordo da Marinha do Brasil para a produção dos submarinos faz parte de uma das maiores plataformas de desenvolvimento tecnológico em andamento no país. Prevê a transferência de tecnologia de construção completa para os submarinos da classe convencional que, ao final, dará ao Brasil a capacidade para projetar e construir as suas próprias embarcações. ” odebrecht.com/pt-br/comunicacao/releases/construido-nas-instalacoes-do-estaleiro-base-naval-em-itaguai-primeiro A evidencia é esta. O Brasil não tem a capacidade construtiva. ´Deverá ter após a conclusão dos subs. Reclamem com… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Por acaso o Tikuna não é um projeto brasileiro?

O que o Brasil está ganhando é a capacidade de construir todas as seções do casco dos submarinos(isso não tínhamos) e de projetar submarinos do zero sem que seja uma versão modificada como foi o Tikuna.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

Por acaso o Tikuna não é um projeto brasileiro?

Meu caro,

isso já respondi:

“O Brasil teve um dia a capacidade de construir subs convencionais, quando construiu os Tupi/Tikuna. Hoje não tem mais.”

samuka
samuka
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

amigo, pode por gentileza me informar quais são as fragatas que chile, Colômbia e perú estão construindo. abç.

Glasquis7
Reply to  samuka
1 mês atrás

samuka

Não faço ideia, pergunte pra quem disse isso, não pra mim.

samuka
samuka
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

que bom que não perdi nada amigo, estava começando a achar que a América do sul tivesse se convertido em um polo de construção naval militar…
acho que podemos chegar a um termo que nenhum dos países citados possui hoje a capacidade para construção de grandes combatentes sem acessoria estrangeira.
o brasil possui seus programas em andamento com a construção local de submarinos, chile, peru e Colômbia construindo seus patrulheiros e com programas para construção de combatentes de superfície, mas no momento, não mais do que isso.

Glasquis7
Reply to  samuka
1 mês atrás

samuka

“acho que podemos chegar a um termo que nenhum dos países citados possui hoje a capacidade para construção de grandes combatentes sem acessoria estrangeira.”

EXÁTO!!!

Agora explique isso aos foristas:

Wilson, Marcelo e Dalton…

Se vc conseguir, por gentileza, ligue pra NET e cancele minha assinatura.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Saber quais as capacidades e quais as limitações faz parte de pesquisa que alguns fazem aqui.No campo militar sem acessoria o Brasil seria capaz de construir até patrulheiros oceânicos de no máximo umas 2000 toneladas, no caso de combatentes maiores falta estaleiros com maquinário e outros elementos para se fazer isso.(se considerar apenas o casco bruto sem nada, ai o Brasil seria capaz de construir até mesmo NAE gigantes, mas repito é só o casco bruto sem nada mais). Se quer cancelar tem uma inteligencia artificial criada por brasileiros apenas para isso. (não me lembro o nome, mas já vi… Read more »

marcus
marcus
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Se era capaz de construir patrulheiros oceánicos, por que a Marinha comprou 3 NAPAOC ,Classe Amazonas,produzidos pela BAe Systems Maritime?
O senhor é personificação da contradição.

Wilson
Wilson
Reply to  marcus
1 mês atrás

Ser capaz é uma coisa, ter dinheiro para isso é outra.
Esses 3 vieram novos e a um custo bem mais baixo que mandar construir novos do zero.

samuka
samuka
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Mas ai entramos no campo da conjectura, fica dificil amigo. Melhor nos atermos ao que é palpável. Temos o prosub, um contrato para as Tamandarés…se sair tudo dentro do cronograma, dadas as atuais circunstâncias, é motivo para comemorar.

Wilson
Wilson
Reply to  samuka
1 mês atrás

Não disse isso, mas posso dizer que é nenhuma.
Dessa categoria nenhuma, pelo que eu saiba o mais complexo seria os Makassar em construção no Peru, sob licença.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

Errado. O mais complexo é o Navio polar que está construindo ASMAR.

Na América Latina nunca foi construído um navio com esse tipo de complexidade.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Pena que começou essa pandemia, pois a MB estava para lançar a licitação do sucessor do Ary Roger e seria um navio de apoio antártico mais complexo que esse.

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

“Ary Roger e seria um navio de apoio antártico mais complexo que esse.”

AÍ já é papo e quem a tem maior.

Vc nem sabia que o Chile está construindo um navio polar nem conhece as especificações nem de um, nem de outro.

Falar por falar, até papagaio.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Navio polar mais sofisticado do que uma meko200 ou um scorpene?

glasquis7
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Marcelo, a compreensão de leitura diferencia o letrado do analfabeto funcional. Por favor, não me faça pensar que o senhor está no segundo grupo.

estamos nos referindo a frota de superfície, Samuka falou de Fragatas, o Wilson falou de LDP e eu de Navio polar.

Vai querer por frota silenciosa?

Marcelo
Marcelo
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Agora meko200 navega debaixo da água. Kkkkkk

Glasquis7
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Marcelo

“Agora meko200 navega debaixo da água. Kkkkkk”

E quem está construindo Meko 200? na América do SUL?

Voltamos à compreensão de leitura.

marcus
marcus
Reply to  samuka
1 mês atrás

O Chile vai construir.

Aníbal
Aníbal
Reply to  samuka
1 mês atrás

“amigo, pode por gentileza me informar quais são as fragatas que chile, Colômbia e perú estão construindo. abç.”

O colega Samuka foi ‘cirúrgico’ !! Rsrsrs…

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Se fosse encomendado um novo tikuna hoje o AMRJ teria como fabrica-lo.(tirando a seção frontal que seria feita na Alemanha, do mesmo jeito que ocorreu com os demais).

Glasquis7
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Wilson

Não tem não.

É a triste realidade.

Dé uma olhada como e encontra hoje o AMRJ.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Como o maquinário ainda está lá é plenamente possível, mas não é desejável pela MB e também agora com o estaleiro de Itaguaí nem precisa ser no AMRJ mais.

Dalton
Dalton
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Glasquis… . você escreveu o seguinte acima: “O Brasil teve um dia a capacidade de construir subs convencionais, quando construiu os Tupi/Tikuna. ” . O que é diferente hoje com a classe “Riachuelo” ? Não foi a parte dianteira dos “Tupis” fabricada na Alemanha então despachada para o Brasil para ser unida ao resto ? . Hoje o submarino inteiro é construído aqui, então se teve uma evolução quando comparado com o projeto alemão, sem mencionar um estaleiro moderno e uma nova base. . Sei que as fragatas peruanas são de projeto italiano construídas no Peru, como o “Guarani” é… Read more »

Glasquis7
Reply to  Dalton
1 mês atrás

A diferença está em que com os TUPI/TIKUNA. concluiu o processo. Com os Scorpene ainda está no primeiro submarino.

Quando concluírem o 4 a coisa será diferente.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Dalton. Este sujeito não conhece a indústria brasileira e fala mentiras sobre capacidades de outros países

Glasquis7
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Não vi nenhuma mentira nos comentários o Marcus.

Tildar alguém e mentiroso apenas por que o que ele diz vai contra o que vc pensa é limitar seus próprios argumentos.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

A tripa onde alguns se escondem no cone sul acaba de pedir US $23 bilhões para o FMI. Pais quebrado não constrói nada.

Glasquis7
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Marcelo, Deve ser muito vergonhoso prós brasileiros ter entre eles, um cidadão como vc. Uma pessoa que não tem argumentos, que não tem compreensão de leitura e que parte pra ignorancia cuando não tem como argumentar. Seria fácil tentar insultar o Brasil apenas para revidar teu insulto mas prefiro o caminho difícil. Difícil é estudar, conhecer e reconhecer a real grandeza de uma nação como o Brasil, de tão eloquente diversidade cultural e étnica. Um Brasil de tantas lutas e tantas vitórias, de tão grandes nomes e de um povo tão aguerrido, herdeiro de uma cultura única no continente. Saiba… Read more »

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Jaja chega a nossa vez ! Quem entende de economia sabe o que está por vir…

Tutu
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Temos reservas bem grandes, muito maiores que as do passado, acho bem improvável pegarmos dinheiro no FMI.

No caso no Chile, ao que parece, esse empréstimo vai ser em sua maior parte direcionado para fornecer suporte a população e as empesas afetas pelo Covid-19.

marcus
marcus
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Deve ser um novo tipo de embarcação multipropósito. É a SubFragata, é uma combinação de Fragata com Submarino.
Aqui estamos falando, que o Chile com certeza vai construir fragatas, utilizando um projeto nativo, e o cidadão vem falar do Prosub, que talvez em 2060 gere um submarino com propulsão nuclear.

glasquis7
Reply to  marcus
1 mês atrás

Pois é.

Mas isso de “subfragata” é como dizer “tanque Merkasoriopard IV A 17”

KKK essa vai pra lista.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Não ligue para esse tal de marcus.
Vai levar uns 100 anos para o Brasil chegar no grau de desenvolvimento e civilização do Chile de hoje … Metade das residencias do Brasil não tem saneamento( água tratada e esgotamento sanitário)…O Brasil é cheio de lixões( vou nem te contar o que os municípios fazem com lixo hospitalar)…40 milhões de brasileiros sofrem de insegurança alimentar…o salário minimo do Brasil é menor que o do Paraguai…60% dos jovens brasileiros deixariam o país se tivessem condições.

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

É sempre assim…quando estamos ganhando alguma coisa temos que vender para crescer e usar tudo que temos de melhor para dar aos estrangeiros!!…sempre cedemos as pressões e perdemos o que construímos…

Aníbal
Aníbal
Reply to  Cavalo-do-Cão
1 mês atrás

O pior de tudo é esse bairrismo besta que (junto com uma corrupção profundamente arraigada na cultura) só nos desagrega e enfraquece, quando deveríamos ser uma das regiões mais prósperas do mundo.

GFC_RJ
GFC_RJ
1 mês atrás

Jogo a pergunta no ar, pois eu mesmo não tenho opinião a respeito.

Existe diferença nesse processo da TMS comprando o Oceana no Brasil e a Fincantieri comprando o tal Marinette Marine nos EUA?

Abraços.

JT8D
JT8D
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Jogo a minha interpretação no ar: no caso dos americanos eles não estão pagando mais caro pelos navios por conta de uma transferência de tecnologia fictícia.
Sou totalmente a favor de fortalecer a indústria nacional, mas vamos combinar, já ficou escancarado que esse modelo de transferência de tecnologia fake é no mínimo uma estupidez e provavelmente uma farsa dolosa

Doug385
Reply to  JT8D
1 mês atrás

Pra lá de escancarado. Vide o exemplo dos Caracal. Pagamos uma fortuna por um aparelho problemático por causa da ToT. Sabe quem vai comprar esses helicopteros? Ninguém. Mesmo que tenham resolvido os problemas da MGB, o produto ficou queimado no mercado.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  JT8D
1 mês atrás

Mas onde está escrito que estamos pagando mais caro? Preço de navio não é só casco!

Doug385
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Há todo o custo de adequação do estaleiro que também entram na conta.
Não podemos esquecer de que se trata de um navio que ainda não existe, não há qualquer unidade em operação no mundo. Então certamente entram na conta custos adicionais de desenvolvimento – a não ser que fiquem exclusivamente por conta do estaleiro, já que o produto é de sua propriedade intelectual.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  JT8D
1 mês atrás

É complexo. Eles estão comprando sim um projeto de fora e isso com certeza está precificado. Mas não precisam pagar por ToT, uma vez que os EUA já tem toda a tecnologia e mais um pouco. Ademais, a nossa ToT no estaleiro é a menor parte. O projeto deve envolver mais de 100 empresas, fora a MB em si. A questão que estão levantando por aí é sobre a SOBERANIA. Sobre a propriedade do projeto e, principalmente, a propriedade do estaleiro… Onde isso é bom e onde isso é ruim? Mas principalmente, qual a diferença entre os dois processos lá… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Nos EUA, o recheio é 95% nativo.

No Brasil…

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Ok, caro Esteves.

Mas a troca da propriedade do capital do estaleiro, a princípio, não está alterando o conteúdo nacional do navio.
A pergunta ali foi outra.

Abs.

Esteves
Esteves
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Existe diferença nesse processo? Não tem. Os dois estaleiros compraram estaleiros nativos. Provavelmente, como o Esteves opinou em outro post, foi feito para salvar estaleiros nativos tanto lá quanto cá. O Oceana precisaria além da capitalização (já ir recebendo por conta, que me desculpem os jaires) de mão de obra, estoques, treinamento, fornecedores, parceiros, uma boa turma de advogados e competência adquirida e paga. Melhor trazer um estaleiro pronto (capacidade e competência) e fazer as atualizações necessárias como diques, ferramental e gestão. Aí entra a diferença. Ou algumas. Recheio 95% nativo lá e quase nada aqui. Necessidades menores. O restante…empregos,… Read more »

TeoB
TeoB
1 mês atrás

Assim como a Saab vão transferir a Tecnologia para eles mesmos, contudo é melhor que nada, vamos ter uma empresa instalada em solo nacional para fabricação de navios de combate de ponta, além das receitas e empregos gerados em solo nacional. mas cabe uma reflexão sobre essa metodologia de compra, acho que ao contrário de se comprar a transferência de tecnóloga e as propriedades intelectuais dos projetos que são caras, deveríamos nos próximos contratos só exigir que os equipamentos sejam fabricados no brasil e que tenham manutenção aqui, claro também vai sair caro mas sem pagar os royalties teríamos como… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  TeoB
1 mês atrás

Sim TeoB, além de que, qual é o tamanho da cadeia de fornecedores que vai gerar? O pessoal esquece que a ToT tb agrega qualificação dessa cadeia!!

Satyricon
Satyricon
Reply to  TeoB
1 mês atrás

Não é bem assim, caro TeoB. Há uma certa simplificação do assunto quando não se analisa a composição de custos do bem. Atualmente o maior peso de um equipamento no estado da arte são os sistemas. A parceria entre Embraer e , principalmente a Atech, garante o controle nacional sob essa parte crucial e seu software (no caso os códigos fonte). Isso é coerente se pensarmos que ó ciclo de atualização dos mesmos é cada vez menor, e seus custos cada vez maiores. É o caso da atualização das Niterói, por exemplo. Foi o caso dos mirage 2000 (cujas células… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 mês atrás

Muitos aqui estão vendo somente a “árvore” e não a “floresta”! Qual o tamanho de uma cadeia produtiva em um projeto desses? Além do mais, os alemães já estão garantindo o espaço para as Fragatas maiores da Classe A400. Todo mundo que acompanha esse processo sabia que a TKMS iria comprar o Oceana, assim como qualquer dos participantes iriam comprar os outros estaleiros. como disse um amigo aqui, é melhor isso do que fechar. Quem é do RJ vai concordar comigo! Vide tb Estaleiro Atlântico Sul, onde quem nunca construiu navio se aventurou nas desventuras do Brasil PoTência!!

BR Paraná
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Que fragata classe A400?
1° tem que da continuidade a classe Tamandaré, serão 4 fragatas, o ideal seria no mínimo 8 fragatas, será que vai ter dinheiro para pedir mais 4 classe Tamandaré? Classe A400 kkkk.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  BR Paraná
1 mês atrás

Sim, tb espero que seja mais do que 4, 8 talvez, e daí partir para as maiores de 6.000 ton. de 6 a 8. Nesse caso a A400 se encaixaria. 16 escoltas modernas, no estado da arte , mais 6 subs convencionais e 3 nucleares, já seria uma Marinha melhor do que temos aí. Fora os Navios de Apoio. Acho que é factível, nada megalomaníaco tipo 2 PA, 4 Navios Anfíbios, 15 subs, etc. Agora, tem que ter perenidade, escala , vontade política, etc.

Wilson
Wilson
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Desses o mais difícil é a vontade política. De resto concordo com tudo.

Esteves
Esteves
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Nunca tivemos nada disso.

Nada indica que teremos.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Esteves, concordo em parte contigo. A gente vive torcendo , mas temos a memória passada, falta sim vontade da sociedade, o que se traduz na vontade política de ter não só FFAA condizíveis com o tamanho de nossa economia, mas vários setores como saúde, educação, segurança pública, etc. Falta perenidade nos projetos e encomendas oficiais.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Essa notícia me anima. Sinaliza que o projeto está andando bem…

FERNANDO
FERNANDO
1 mês atrás

Uma jogada muito ambiciosa por parte da empresa Alemã Thyssenkrupp Marine Systems assim eles vão ser o mais preparados para construir qualquer projeto naval no Brasil dificultando o surgimento de empresas nacionais na área.

Pois, é!!!!!!

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

“A operação está sujeita à aprovação das autoridades antitruste”…

Só espero que os burocratas imbecis não atrapalhem e atrasem o projeto.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

O navio da foto parece um navio Ulstein off-shore…

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

O Oceana estava construindo navios da Ulstein antes de fechar

Marcelo
Marcelo
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

O OCEANA não fechou

Aníbal
Aníbal
1 mês atrás

Esse mecanismo da ToT definitivamente tem de ser revisto (ou aperfeiçoado). Não sei se seria viável juridicamente mas poderia já ser estabelecido em contrato que a empresa brasileira que recebesse a ToT não pudesse ser comprada pela empresa estrangeira contratada.

Porém creio que o problema maior mesmo é que não há uma estratégia definida sobre o que fazer com essa tecnologia transferida.

JT8D
JT8D
Reply to  Aníbal
1 mês atrás

Para transferir tecnologia para a indústria nacional, um pré-requisito é ter uma indústria nacional. As poucas empresas de defesa que temos são frágeis e não recebem encomendas das nossas forças armadas. A única empresa nacional com estrutura suficiente para absorver e aplicar ToT era a Embraer, e isso porque não dependia somente do governo brasileiro. Dá para tirar alguma conclusão disso?

Esteves
Esteves
Reply to  JT8D
1 mês atrás

Veja a quantidade de empresas habilitadas no Brasil para receber os ToTs do Gripen.

E…veja quantas ficaram.

Esteves
Esteves
Reply to  Aníbal
1 mês atrás

O que se pode fazer é o que não foi feito quando contrataram as Niteroi.

Seguir fazendo. Parou…desaprendeu.

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Aníbal
1 mês atrás

O Oceana só vai montar o navio. Duvido muito que o TKMS mude muito o processo produtivo já estabelecido. Projeto de detalhamento não tem segredo, o básico que é o ponto chave, e esse independe do estaleiro. Mal ou bem, qualquer estaleiro que receber o básico está capacitado a detalhar e fabricar.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

Só vai montar? Mas a capacitação dos trabalhadores será na Alemanha.

JonasN
JonasN
1 mês atrás

A escolha da MB pela Meko foi boa. Mas falhou no planejamento a longo a prazo, ficará refez a tkms para projetos futuros, uma próxima compra de navios terá que ser feita a ela. Deveria ser feito algo como o prosub. Já que é pra ser refém de um único estaleiro era pra Emgepron ter partição acionaria no estaleiro pelo menos. Das três forças a marinha infelizmente é a mais perdida. O EB e FAB tem um plano trançado com projetos certos. Enquanto isso a MB a cada ano tem um planejamento totalmente diferente.

JonasN
JonasN
Reply to  JonasN
1 mês atrás

Daqui a 10 anos da pra ter uma noção do que terá: EB, guarani (versões morteiro, ambulância, engenharia…), radares m60 e m200, projeto cobra, se tiver dinheiro início da construção dos novos blindados… FAB, gripen, kc390, super tucano, se tiver dinheiro substituto do bandeirante… MB, pode ter submarino nuclear, pode ter freem, pode ter um planos para um porta aviões com f-35, pode ter fragata de 4 mil ton, 5 mil. E tbm pode não ter nada nem mesmo navio de patrulha oceânica. As outras forças independente de ter dinheiro ou não tem um projeto a longo prazo, já a… Read more »

Wellington
Wellington