quinta-feira, março 4, 2021

Saab Naval

Chegam as fragatas ‘Capitão Prat’ e ‘Almirante Latorre’ da Armada do Chile

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Na manhã de quinta-feira, 18 de junho, as fragatas Almirante Latorre FFG-14 e Capitão Prat FFG-11 da classe “Adelaide”, recentemente adquiridas da Austrália, chegaram a Valparaíso, depois de terem partido do porto de Sydney, em 25 de maio.

Ambos os navios foram recebidos pela mais alta autoridade da Marinha do Chile, seu comandante-em-chefe, almirante Julio Leiva, que recebeu os 342 marinheiros que retornaram ao país.

As fragatas fizeram uma escala em 3 de junho no porto de Papeete na ilha do Taiti, na Polinésia Francesa, para reabastecimento e alimentação e depois continuaram seu curso para o Chile, partindo em 6 de junho.

Mais tarde, dias antes de chegar ao destino, realizaram reabastecimento em alto mar com o navio-tanque Araucano AO-53, para finalmente chegar ao porto em 18 de junho.

Com a chegada das fragatas australianas, o Esquadrão Nacional do Chile será
composto por 8 navios de guerra que compõem o espinha dorsal da Marinha do Chile em sua primeira linha de ataque:

  • fragata Almirante Williams FF-19 (Type 22 Batch 2);
  • fragatas Almirante Cochrane FF-05, Almirante Condell FF-06 e Almirante Lynch FF-07 (Type 23);
  • Almirante Riveros FF-18 e Almirante Blanco Encalada FF-15 (classe “M”);
  • fragatas Capitão Prat FFG-11 e Almirante Latorre FFG-14 (classe “Adelaide” – versão australiana da classe OHP – “Oliver Hazard Perry” dos EUA), as últimas a se juntarem à força naval chilena.

Armamento da fragata classe Adelaide

FONTE: Defensa.com

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Tomcat4,2

Mais navios com lançadores verticais pra marinha do Chile, parabéns pra eles pela aquisição .

Paulo

Ele papão tudo! Kkkk

Gus Talking

Não servem para a MB, os especiolistas botam defeito em tudo, até nas turbinas, mas pro Chile são boas, essa é a diferença entre os países que são grandes dos pequenos.

Rawicz

Inveja boa…..

Camaergoer

Olá Rawicz. Já discutimos aqui a vantagem ou desvantagem da MB adquirir “as anãs paraguaias”. Eu parabenizo a marinha chilena mas continuo achando que o certo é focar os recursos na conclusão dos SBN e na construção das FCT.

Glasquis7

o certo é focar os recursos na conclusão dos SBN e na construção das FCT.”

Também acho mas, até a chegada dos novos meios, a MB vai operar o que? vc acha que até 2025 já tenham sido entregues as Tamandaré?

Estes navios foram comprados pra esperar a construção local das Fragatas novas pra esquadra Chilena. Assim sendo, a ARCh espera seu novo conjunto de escoltas com 1 Type 22 que deverá ser substituída até 2025, 2 M Class, 3 Type 23 (no estado da arte) e estas duas Fragatas que foram modernizadas em 2014. Além de 3 missileiras.

Camaergoer

Ola Glasquis. Concordo que o atual momento é difícil para a MB. Qualquer decisão terá que privilegiar uma direção em detrimento de outra. Os próximos 10 anos será palco para um equilibrista de pratos do circo de Beijin. Praticamente todos os economistas sérios defendem ações de incentivo ao setor industrial. Parece razoável concluir os quatro SBR, considerando até a existência de obrigações financeiras com o exterior. A contratação das FCT em um estaleiro brasileiro também vai em direção de uma política de ativação do setor industrial. Contudo, os atuais meios da MB estão envelhecidas e serão retiradas de serviço antes… Read more »

J L

Prezado Camaergoer, concordo com o que foi escrito, realmente o cobertor já estava curto e creio eu que ficará ainda mais curto. Estamos precisando de praticamente tudo excetuando submarinos. Precisamos de caça minas, pois já começaram a desativação das poucas unidades que possuíamos, em decorrência da entrada em funcionamento da base de Itaguaí deveríamos ao menos ter uma unidade por lá. Precisamos com certa urgência de um navio tanque, precisamos enquanto não tivermos recebidos as FCT aumentar o numero de patrulhas classe Macaé e segundo consta precisamos também do navio de apoio Antártico. Tudo isso sem mencionar a possível baixa… Read more »

Camargoer

Olá JL. Ao longo dos próximos anos, será necessário priorizar gastos em moeda nacional e aquisições de indústrias nacionais. Você lembrou corretamente sobre a frota de caca-minas. Seria o tipo de navio que poderá ser feito no Brasil, mesmo com substancial parte dos sensores e eletrônica sendo importados. O grande gargalo são as ‘escoltas”. Lembro que a MB chegou a arrendar fragatas do excedente da USN acho que na década de 80 (acho que eram classe Garcia). Talvez seja uma opção, mas creio que ao invés do arrendamento de navios usados, o melhor seja uma revitalização estrutural e de propulsão… Read more »

Xerem

Quanto ao navio tanque se a MB quiser consegue do Bolsonaro a compra do Wave que a marinha inglesa ofereceu, mais preferem compra caviar ,vinho francês e pagar salario para 80 mi barrigudos que comem e dormem nos quarteis se nao cortarem uns 30 mil para começo nunca sera uma marinha de respeito !

Xerem

Amigo a MB sera obrigada nos querendo ou nao comprar navio usado uns 4 ou 5 virao mais cedo ou mais tarde nao tem jeito so a Barroso esta de boa o resto esta mais do que no osso, pra voce ter uma ideia nem as modernizações nas Niterio faladas anteriormente nao vao sair porque o custo seria alto para navios que ja tiveram seu tempo e estao praticamente “mortos ” so faltando enterrar !

Camaergoer

Caro Xerem. A aquisição de meios usados por compras de oportunidade dependem da sua oferta pelas outras marinhas. Neste momento, não há qualquer meio disponível para aquisição que tenham uma sobrevida de 20 anos. As FCT deverão entrar em serviço a partir de 2026~2029. Portanto, compras de oportunidade somente para navios que possam navegar até 2040 para que possam ser substituídos por um segundo lote de FCT. Talvez, a crise do Covid19 leve alguns governos a reduzir suas frotas, disponibilizando meios que possam se adquiridos pela MB. A questão colocada é como fazer com que estes recursos da MB possam… Read more »

Lucas Schmitt

Você ainda não entendeu a gravidade da situação. Só restarão 3 niterois, e todas irão passar por um PMG, que com base na duração do PMG da Júlio de Noronha, não vai durar menos de 5 anos. Além disso, só restará a Júlio de Noronha da classe Inhaúma, o restante todas já foram desativadas ou serão num curto espaço de tempo, e a Barroso, cujo a qual já fez tantas missões da ONU que não duvido nada que já esteja precisando também de um PMG. Enfim, nos próximos 5 anos serão desativadas todas as type 22, 1 Niterói e todas… Read more »

Vovozao

21/06/2020 – domingo, btarde, Lucas, existem 4 navios com media de 12 anos que a marinha dos USA irao descomissionar en 2021, ou seja 4 lcs, 2 classe freedom, 2 classe independence. Basts entrarem na fila, compras financiadas via FMS, sao boas para o Brasil, ja que nossas escoltas pouco navegam, maioria dos dias ficam atracadas.

Lucas Schmitt

Boa tarde Vovozão, com base em que você acha que eles irão desativar navios tão novos? Tem alguma reportagem ou notícia a respeito?

Vovozao

22/06/2020 – segunda-feira, bdia, Lucas, tem sim, aqui mesmo no PN, ja foi noticiado que os USA, irao descomissionar as LCS 01/02/03/04 em 2021, basta termos grana e os USA autorizarem a compra via FMS.

Lucas Schmitt

Bom dia Vovozão. Sim, obrigado por dizer, eu acabei lendo a matéria. Porém, você acha que aarinha se interessa/interessará por esses navios? Eles podem ser utilizados comp escoltas ao invés de apenas patrulhas? Armamento eles tem pra isso.

Jorge Knoll

QuANTAS vezes o “cavalo passou encilhado”, e a MB não montou, perdendo várias oportunidades de fazer aquisições vantajosas, não estaria na situação atual.

Wilson

Vantajosas pra quem?

Se não atender a requisitos da MB pode ser o navio que for, ele não será adquirido. Se a MB compra-se tudo o que falam para ela comprar a logística dela ficaria impossível de ser sustentada.

No caso das Adelaide, a MB no momento precisa muito mais de navios de uso geral do que navios de defesa aérea de área.

Xerem

Eu duvido que serão construídas Fragatas de bilhoes de dólares no Chile, ainda mais com o caos da porcaria que e o estado liberal que esta ferrando o povo nas questões de direitos trabalhistas ,aposentadoria ,pensão etc ……

glasquis7

É mas aí é “achismo seu” e achar por achar, eu acho que vc acha errado.

O Chile já participou do projeto das Type 31 com miras á adquisição de conhecimento pra construção futura da sua esquadra.

Wilson

Pode mostrar alguma notícia quanto a isso?

Eu não conheço nada, dizendo que serão as Type 31(Que inclusive deslocam mais que 5.700 toneladas), só conheço um estudo encomendado pela marinha do Chile que diz que a médio prazo é possível construir fragatas de 5.200 toneladas no Chile e com isso estamos falando de só depois de 2030, sendo otimista, para começar o programa.

glasquis7

Tudo o que vc postou está certo. As fragatas deverão ser encomendadas depois que ASMAR concluir os projetos em andamento.

Sobre serem as Fragatas Type 31, ASMAR participou no desenvolvimento técnico do projeto e por isso eu acredito que será a clase de navios escolhidos pelo Chile.

https://www.infodefensa.com/latam/2020/05/25/noticia-royal-destaca-aporte-armada-chile-fragata.html

Tutu

Quem usa type 23 no mundo?, acho que isso já explica a participação do Chile aí.

Pense que as type 31 vão substituir as 23.

Tutu

Inclusive as type 31 vão tentar corrigir o principal problema das 23, que é o fato de ter sido um classe de navios invendável.

Jorge Knoll

A MB chegará em 2030, mais desdentada que Chile, Peru e Colômbia.
Uma vergonha como é gerida a MB. Descaso total

Luís Henrique

também não exagera.
A MB está muito aquém do que deveria, dado o tamanho do nosso país.
Mas pior que estes países, é exagero.
A MB terá 4 Fragatas Novas MekoA100 + 4 Submarinos Novos S-BR + Porta Helicópteros Atlântico + Bahia, só isso é mais do que qualquer vizinho comprou.
A exceção é o Chile, que apesar de não ter comprado fragatas Novas, possui fragatas bem armadas.

Top Gun Sea

É isso aí! Quem pode faz ao vivo! Ainda bem que temos a Marinha do Chile para nos representar.

Luiz Galvão

Esperando aqui o chororô e o mimimi comparando Brasil e Chile, que a MB tem muita gente, que Austrália tem isso, que a Mongólia tem aquilo, mas aqui… Bla bla bla bla bla . O de sempre. Vamos la “especialistas “. Nao me decepcionem..

Tomcat4,2

Pensei o mesmo ,apenas não postei.rs

Luiz Galvão

Hahaha.

Luiz Galvão

Valeu Douglas ! Vamos em frente .

Somos o país do futuro, que nunca chega!

Abs

Tomcat4,2

Uai, se o futuro chegar ele se transformará no presente e virará passado, logo ,ele nunca chegará e sempre alcançaremos apenas o presente e projetaremos o futuro. 😉

leonidas

A MB a Fab o Exercito nunca tem dinheiro. Neste meio tempo já fizemos Copa e Olimpiada…rs A real é que nossos militares não são diferentes dos nossas excelências do STF, sempre ciosos com gastos para manter suas firulas mas fazer justiça que é bom? nada! Processos apodrecem até prescrever no STF enquanto isso temos uma média de 200 funcionários para cada excelência de lá. O mesmo acontece junto as nossas forças, não nos esqueçamos que a FAB em pleno regime militar só tinha 23 caças Mirage III para patrulhar um pais continental. O problema é estrutural, tem relação com… Read more »

Gus Talking

Copa, olimpíada, PAN, hospitais de campanha, gastaram BILHÕES, pra isso tem dinheiro…Segue o baile.

Camaergoer

Caro Gus. A realização de grandes eventos como os jogos olímpicos e a copa do mundo são vantajosos para o país sede (o que explica a disputa das cidades e países pela escolha). Segundo uma nota técnica do Ipea (A economia dos Jogos Rio 2016: bastidores e primeiros impactos). Uma das observações do relatório foi que os jogos olímpicos ocorreram em um período de crise política e econômica, que foram atenuados na cidade do Rio de Janeiro devido os investimentos em infraestrutura. Enquanto em varias capitais do país as taxas de desocupação eram entre 8 e 14%, no Rio de… Read more »

Francisco Carlos Popriaga

Esses eventos realmente foram fantásticos para atores de várias áreas de interesse indo desde corruptos a corporativos. Para o país foi péssimo. Aliás, no nosso caso não serviu nem mesmo para promover o Brasil mas sim desnudar suas mazelas. Bananas.

DOUGLAS TARGINO

Você não me decepciona, mas a Marinha e o Governo sim! Um pais como o nosso, deveria ter pelo menos 8 navios como a tamandaré e pelo menos 4 unidade maiores operacionais! Temos a metade que o Chile tem hoje operacionais.

Tomcat4,2

Metade e com a metade da qualidade ou seja metade pela metade !!!rs

Zorann

e gastando 4, 5 vezes mais… o que é o mais impressionante

Camaergoer

Caro Douglas. Por maior que seja meu carinho pela MB (coisa que nem o EB nem a FAB despertam em mim) e da alegria que tenho ao ver um navio dela com a bandeira brasileira, é preciso lembrar que a MB está conduzindo o maior, mais caro e mais complexo programa militar da historia do país. Eu ficaria incomodado se a MB mantivesse uma rotina de compras de oportunidade ou de aquisição de meios construídos no exterior. Recentemente, discutidos as aquisições do Egito (excelentes meios) mas penso que o programa dos SBR/SBN e das FCT são de maior envergadura e… Read more »

Zorann

Pelo amor de deus… menos… menos chapa branca
Não ha motivo nenhum para se orgulhar da penuria da MB, pelo tanto que a gente gasta…

Muito perlo contrario, é uma vergonha

Camaergoer

Olá Zorann. Acho que sou muitas coisas, menos chapa branca (talvez chapa vermelha em ideias ou chapa preto-e-branco no futebol). Há anos digo que prefiro o PN dentro da trilogia. O ProSub é o maior programa militar que o país jé teve (diga outro se eu estiver errado). Sempre defendi priorizar a fabricação nacional ou nacionalizada de material militar, contrário de outros tantos colegas que defendem contratar estaleiros estrangeiros. Nem falei em orgulho mas alegria ao ver um navio da MB com a bandeira brasileira.

Peter nine-nine

Camargoer, não sou brasileiro, como alguns já sabem, mas penso que a ideia que muitos têm é a de que não são as novas compras que estão mal, mas sim a ausência de compras em segunda mão (que são sim necessárias, contando que tivessem e sejam feitas num timing ideal e útil, visto que exemplos deste tipo de aquisições pelas FAB´s são muitas vezes questionáveis).

Camargoer

Olá P99. Acho que a crise devido a Covid19 mudou todo o cenário. Agora, o governo federal precisa ficar os esforços em duas direções, combater a epidemia e ativar a indústria nacional. Neste contexto, a aquisição de “escoltas” usadas para substituir as saída dos atuais meios até a entrada em operação das FCT não atende a nenhuma das duas prioridades. Acho bem possível que alguma marinha devida retirar de serviço alguns de seus navios mais antigos para acomodar o ideia orçamentos, mas essa aquisição pode não ser o melhor para o país, mesmo que seja uma solução para a MB.

J L

Prezado Camaergoer, o perigo mora justamente aí. Estamos fazendo como você descreveu o maior programa militar do país, construindo bases, adquirindo tecnologia de ponta, isso tudo não pode ficar restrito apenas a quantidade do contrato inicial feito tanto no que se refere aos SBRs e SBN e as FCT. É muito gasto para quem não tem o que gastar para termos uma toalha de rosto em vez de uma toalha de banho (metáfora) em um país de dimensões continentais e com riquezas extraordinárias à proteger. Penso que estamos entrando numa fase mundial onde o conceito principal seria “farinha pouca, meu… Read more »

Camargoer

Caro JL. Li há poucos dias um livro chamado “A grande gripe”. Recomendo. Em 1918, a crise durou dois ou três anos a um custo de 50 milhões de vidas. Creio que a Covid 19 chegue a meio milhão ao longo dos próximos 2 anos. Para evitar esse desastre, será preciso intensificar o combate ao vírus de um lado, e incentivar o setor industrial do outro. Tudo isso em um contexto de crise de fiscal. O resto seria apenas astrologia.

Thulio manhaes

Nao é questão de chororô, na atual situação naval brasileira Qlqr compra de oportunidade torna-se 1 oportunidade única!hahahahaa

Logan

A realidade doi…

Tomcat

Se inveja matasse…

DOUGLAS TARGINO

Não teria nenhum comentário aqui e nenhum post. kkkkkkkkkk

Camaergoer

Caro Tomcat. Se inveja matasse, no caso da aquisição das fragatas usadas da Austrália pelo Chile, eu iria na missa de sétimo dia de muita gente, mas estaria vivo para ver a entrada em operação do S40 na MB.

Zorann

Aproveita quando for a missa de 7 dia e reza bastante para o seu sonho tornar-se realidade.

Camaergoer

Olá Zorann. Sou ateu, acho que quase todo mundo sabe, mas tudo bem repetir. Não rezo nem acendo velas, mas vou ás missas de sétimo-dia das pessoas que gosto para compartilhar a dor e o luto da perda.

Tomcat4,2

Tomcat ,lembra do Highlander né ???

” Só pode haver um ! ”

kkkkk

Tomcat

Kkk. Essa foi boa nobre colega de nick!

Fabio Araujo

Compras de oportunidade, o caminho mais rápido para reforçar uma marinha, não é o melhor que seria comprar um novo, mas é o mais rápido.

Vovozao

19/06/2020 – sexta-feira, btarde, Fabio Araujo, na postagem anterior coloquei “” acredito muito que em 2021 a MB comprará em oportunidades 4 fragatas F123 ( Brandemburgo’s), com o comissionamento de + 2, F125, eles terao 7fragatas 3 classe Sachen, 4 classe F125, e as que acredito serão descomissionadas 4 classe F123, com o novo contrato mais 4 da classe MKS180, eles nao terão contingente para operar as mais novas, e, sendo assim, acredito que eles poderao vender estas 4, e ainda para melhorar acho que poderemos contar com o apoio da TKMS…. uma das participantes do grupo que construiu as… Read more »

Tomcat4,2

Aguardemos confiantes Vovozão!!!

Alois

Tomara, Vovozão, seria uma aquisição importante.

Wilson

Espero também, no momento as únicas que serão descomissionadas são as f-122, sendo substituídas pelas f-125.

JBecker

As F123 seriam uma excelente aquisição, mas acho pouco provável que deem baixa tão cedo, elas são relativamente novas ainda

Luís Henrique

A primeira terá 33 anos em 2027 e 37 anos em 2031. Deus nos livre dessas velharias. Não acrescentarão nada à MB nesta época. Só dor de cabeça, custos altíssimos de operação e a maior parte do tempo paradas. Se fosse uns 5 anos atrás, seriam uma boa compra de oportunidade, desde que viessem baratinhas. Vejam as F122 os alemães já aposentaram 7, ainda operam 1. Até agora ninguém comprou. E nem vão comprar. Algumas serão desmontadas, outras virarão alvos. Navios com mais de 30 anos de uso, não interessam muito. Se a verba é curta, em vez de comprar… Read more »

Lucas Schmitt

Pra nossa marinha, o custo de manutenção e de combustível das turbinas a gás é inviável, mas para a armada chilena que não deve ter nem 20% do orçamento, o custo é viável. Ou é má fé, ou é burrice, ou é má administração. Talvez tudo junto. Enquanto isso bora gastar nas reformas das niterois e posteriormente a Barroso, para talvez empurrarem mais 10 a 15 anos de água, coisa que essas adelaides farão com sobra no Chile.

DOUGLAS TARGINO

Precisamos focar nos nossos navios novos e de preferencia mesma marca (evitar várias embarcações diferentes e a logística e para aquele canto). Precisamos de 8 tamandarés e pelo menos 4 unidades de 6/7 mil T para estarem operacionais até 2035 e não esquecendo de pelo menos mais quatro submarinos.

Lucas Schmitt

Mas você tem noção que as Tamandarés irão demorar né?! Eu creio que ate 2025 nenhuma estará operacional, imagina as 4. Ate lá as type 22 terão dado baixa (mal navegam hoje em dia). As niterois estão só o osso, tem que passar por PMG que será possivelmente mais demorado que o habitual. Quais meios de superfície teremos EM PLENA OPERAÇÃO até 2025? A Barroso e mais quem?

Wilson

Se o contrato for assinado esse ano, a primeira começará a ser construída em 2022, será lançada ao mar em 2024 e levará 2 anos de testes para ser declarada operacional, ou seja, 2026.

Zorann

So para completar…

Ultimamente (o que pode-se dizer “habitualmente”) o tempo que se gasta em PMG de Niteroi na Marinha são mais de 10 anos!!!

Lucas Schmitt

PMG da corveta Júlio de Noronha, que tem 60% da tonelagem das Niteróis durou 8 anos, imagina só quanto vai demorar…

J L

Prezado Douglas, esse seria o pensamento certo a seguir. Mas veja que já tem gente metendo o pau no que já foi contratado e que é o básico do básico para dizermos que temos uma pequena marinha imagine aumentar o pedido de SBR e FCTs. Já estão dando explicações sobre a verba alocada na Emgepron, inclusive informando ao público que foi tudo com solicitação de auxilio ao TCU para assinatura do contrato. Aqui para se dar continuidade à projetos de nação é difícil.

Camaergoer

Caro Lucas. Creio que a discussão seria mais sobre a escolha entre programas de construção doméstica (como o SBR, o SBN e as FCT) ou a aquisição de navios usados. Ainda que a MB tenha comprado nos últimos anos o A140, o G40, as P120~122, o K120 e os G150~152 (todas compras de oportunidade), acho difícil criticar a MB por conduzir dois dos principais programas militares brasileiros, como ProSub e as FCT. Aliás, o ProSub é o maior programa militar da história do país (acho que nem o programa australiano de novos submarinos poderia ser comparado).

Thiago

O programa australiano tem um custo 49 bilhões EM EURO, 12 submarinos ATTACK /SHORTFIN BARRACUDA Block 1A – além da modernização dos Collins.

filipe

O Prosub será bem maior do que isso, se for concluído de acordo com o plano teremos 21 Submarinos ( 6 SNBR e 15 SBR) , lembrando que somente as 5 unidades + Estaleiro Base Naval gira em volta de 8 Bilhões de Euros, mas se estendermos esse investimento para os próximos 30 ou 40 anos, podemos ultrapassar a Austrália pelo menos em custos… Projectar + Construir + Manter + Operar 6 Submarinos Nucleares e 15 Convencionais é coisa de gente muito grande ( apenas 6 nações, 5 das quais com cadeiras permanentes no conselho de segurança da ONU ).

Camargoer

Caro Filipe. Em termos de aquisição, o ProSub pode ter custado US$ 2,5 bilhões pela construção dos 4 SBR, US$ 1 bilhão pela infraestrutura (incluindo Itaguaí e. UFEM), US$ 1,5 bilhão pelo SN10, US$ 1 bilhão pelo Labgene. Isso já seria US$ 6 bilhões (aproximado). A isso teria que incluir o desenvolvimento das ultracentrifugas e a construção da fábrica de Resende (US$ 1,5 bilhão). O tamanho do programa, para fins de comparação, será de US$ 7,5 – US$ 8 bilhões. Vou fazer uma estimativa muito aproximada de quanto seria operar estes submarinos por 30 anos… Tripulação 100 pessoas por submarino… Read more »

filipe

Então não entendo o que inflaciona o programa Australiano uma vez que a Classe Convencional Barracuda Ataque não deveria ter esse valor, 49 Bilhões de USD dá para quase 4 Prosubs…

Camargoer

Caro Filipe. O valor deve considerar a aquisição e operação das 12 submarinos até a sua retirada de serviço.

Thiago

As palavras chaves de todo seu comentário : “será” e “se “. Por enquanto são 4 submarinos convencionais e 1 o Álvaro Alberto, só. Se ainda este ano o Euro chegar a 20 reais eu serei milionário. Mas é só uma expectativa , um desejo, um sonho. Nada de concreto, muito pelo contrário é bem improvável que se verifique essa situação. No caso australiano é um probabilidade bem próxima, com contrato e metas já estabelecidas. O triplo da quantidade de submarinos convencionais, cada um com o dobro tamanho dos nossos. Ai entra em questão a transferência de tecnologias chaves, a… Read more »

Camaergoer

Olá Thiago. Fiz uma estimativa do custo do ProSub (incluindo o Labgene e a operação dos submarinos por 30 anos) em torno de US$ 12,5~13,5 bilhões. Desde valor, o custo do pessola seria da ordem de US$ 3 bilhões. Considerando que a remuneração dos militares australianos fosse maior que a dos brasileiros e que o número de submarinos também é maior, isso significaria algo entre US$15~20 bilhões ao longo de 30 anos, o que explica uma parte dos valores. A construção de 12 submarinos de 4 mil ton (ao custo de US$ 200 mil por ton) seria algo em torno… Read more »

Camaergoer

Caro Thiago. Em um publicação relativamente nova aqui no PN sobre o custo das novas fragatas da USN, lembro de um passagem na qual um especialista do Congresso dos EUA disse que “de modo geral, navios com características similares apresentam custos por tonelagem similares” para justificar a metodologia usada por eles. Aplicando a mesma ideia, o custo de um Scorpene é de US$ 600 ~US$ 700 milhões. Tomando o SBR como referência (deslocamento de 2 mil ton), o custo por tonelada seria da ordem de US$ 350 mil. Um submarino japonês da classe Soryu (US$ 500 milhões e 4,2 mil… Read more »

Luís Henrique

Esse “especialista” está mais para lobista.
Ele quis dizer que as Fragatas FFG-X deslocarão mais de 7000 toneladas e portanto custarão quase o mesmo que um Destroyer Arleigh Burke.

Alguns estão sugerindo que as Fragatas custarão 1,4 bi e que compensa continuar somente com os AB.
Mas a US Navy diz que as Fragatas custarão U$ 950 mi.

Xerem

Mais nao tem e nunca terá submarino nuclear entao fica para tras de lavada .Ah e tem mais a MB nao ficara so em um nao hein!

Tutu

Você tem uma bola de cristal?

Thiago

Atrás porque ? São 12 submarinos convencionais provavelmente tecnolgicamente mais avançados de dimensões consideravelmente maiores , com mais autonomia e mais armados. Versus apenas 4 Riachuelos.
O nosso Álvaro Alberto é algo espetacular realmente, mas sozinho não é capaz de desequibrar essa balança.

Camaergoer

Caro Thiago. O SN10 será o primeiro. A MB precisará de outros 3 ou 5

filipe

A MB esta a frente de todas as marinhas do Hemisfério Sul, construindo localmente os seus submarinos e fragatas, nessa fase as sucatas do Chile parecem ser grande coisa, mas em 2030 não serão, além do mais a geração de empregos é maior.

Adriano Luchiari

Negativo, a Austrália está na frente…

glasquis7

A missão da MB é fornecer dissuasão e nesse quesito não está à frente de todas as Marinhas ou Armadas da região. Construir e criar empregos é tarefa de outros órgãos, não da MB. O fato de estar construindo submarinos é sim um grande logro mas, ter no papel, 4 fragatas novas de construção local, não é diferente dos planos de outras na região. Atualmente, em capacidade de combate, a MB está em segundo lugar e estas “sucatas” que Chile comprou, são os mais poderosos navios existentes na região, incluindo as Type 23. E vieram pra cobrir lacunas até a… Read more »

Camargoer

Caro Glaquis. A MB faz parte do Estado brasileiro, de tal forma que suas decisões precisam estar contextualizadas nas necessidades da sociedade brasileira. Neste momento e pelos próximos anos, os gastos e aquisições militares terão que reverter em emprego e atividade econômica. Acho necessário muito cuidado para comparar a MB com outras marinhas agora e pela próxima década porque todas precisarão reavaliar suas prioridades. Desejo sucesso para a marinha chilena e também para a marinha argentina (torço para um acordo que resulte na transferência de dois IKL/Tupi para a Argentina). Neste momento, a MB precisa ficar em concluir os quatro… Read more »

Lu Feliphe

Olá Camaergoer, devido ao estado atual de nossa economia infelizmente temos de priorizar os recursos. Seria interessante as fragatas receberem atualizações no sistema de propulsão já que os sistemas de propulsão devem ser atualizados se continuarem até a entrada das novas fragatas, mas mesmo assim até 2025 com sistemas de armas totalmente antigos não é algo ideal, mas também defendo a construção dos navios de patrulha em diferentes estaleiros nacionais.

Camaergoer

Caro Lu. A crise devido à Covid19 é algo foi algo totalmente imprevisível e seu impacto está sendo muito alto sobre a economia. Talvez seja possível voltar aos níveis de 2019 daqui 2 ou 3 anos. O problema é que 2019 já era um ano de estagnação econômica. Segundo os dados do IBGE, 2019 era equivalente a 2010. Isso significa que o caminho será muito difícil ao longo dos próximos 10 anos.

samuka

Amigo Glasquis, diferente dos planos existentes na região, o nosso papel é um contrato assinado, com orçamento já alocado para tal e investimentos privados no estaleiro que irá participar do projeto.
De resto, concordo em tudo com o amigo. Abraços.

glasquis7

E o contrato garante o que Amigo Samuka? Pergunto por que com contrato ou não, ouço falar dos Scorpenes, dos Gripen, do “Matador” do VLS, dos 2000 Guarani , do A Darter e até do Harpia ha uma decada e até agora não entraram em operação. então vamos fazer uma conta rápida: O PROSUB foi assinado em 2008 e hoje, 12 anos depois tem o impressionante número de 0 unidades operacionais. O programa VBTP-MSR Guarani se iniciou em 2007 pra fornecer um número acima de 2.000 unidades. Hoje, 13 anos depois, vc diria que já foram entregues 500 unidades ???… Read more »

Wilson

E as 2 unidades da classe Macaé em operação desde 2009?

Dica do antigo reitor do meu curso, quanto você achar que conhece o problema, é que você ainda não está nem perto de conhece-lo realmente, se quer resolver um problema então namore o problema e o conheça mais do que você se conhece ai sim pode pensar em encontrar a solução.

glasquis7

Verdade Wilson, postei besteira. As que não estão operando são as corvetas/fragatas. Mesmo assim. O problema está em que tudo se arrasta por anos. Neste caso 11 anos desde o inicio e ainda não tem o total de navios contratados. E, como vc mesmo comprova, todos fazem vista grossa e enchem o peito e o ego com ar ufanista dizendo “todos nos invejam” mas na verdade as FFAA do Brasil estão bem aquém do que deveriam ser e do que o orçamento militar brasileiro permite. Mas como seu reitor disse, “ se quer resolver um problema então namore o problema e… Read more »

samuka

concordo com as suas colocacoes amigo, mas não creio que todos facam vista grossa. Lamentavelmente temos sim muito ufanismo e muita gente que passa o pano para os problemas das nossas forças armadas. Mas se tem um lugar com pessoas criticas aos erros cometidos nos programas e no planejamento das nossas forcas esse lugar é a trilogia. Basta olhar nesse post mesmo a quantidade de comentários elogiando essa aquisição em particular e o planejamento chileno como um todo. E não só isso, mas tendo a armada chilena como um bom exemplo. Existem alguns ufanistas arrotando o que nao temos, mas… Read more »

samuka

“E contrato garante o que Amigo Samuka?” – um contrato dessa envergadura garante que o não cumprimento por uma das partes seja passivel de aplicação de multas, dificultando assim o não andamento do programa. Existe tb a fonte de recursos já alocada para o mesmo. Tivemos tb notícia da compra do estaleiro pelo grupo tkms, tudo isso somado, fornece evidência forte de que o programa segue adiante, o que está a anos luz de um planeamento de construção local de navios a partir da decada de 30. Novamente, nao São o mesmo tipo de “papel” como você afirmou. Prosub assinado… Read more »

glasquis7

Caro Samuka:

Guarani entregue menos de 500 unidades das mais de 2000 programadas, agora pergunto….quantos veículos foram construídos no subcontinente?”

Vários. Desde os TAM Argentinos, passando pelos Piranha do Chile, etc. e estes blindados foram construídos pelo país mesmo, com tecnologia e capital público em oficinas públicas e por empresas do estado, não por uma multinacional italiana contratada.

samuka

Quando mesmo? Se precisa recorrer ao tam argentino, é porque ninguém tem feito mais nada recentemente.

glasquis7

Samuka “Quantos submarinos foram construídos e entregues? Quantos cacas foram entregues no subcontinente nesse periodo?” Amigo, o Gripen é o Vencedor do FXII que veio pra suprir o FX da época do governo FHC. Só de FXII temos 15 anos até o anuncio em dezembro de 2013 mas o FX vem de muito antes. 30 anos pra se ter um caça que substitua os F5 e ainda não chegaram. Se vc acha isso de acorde, nem devemos continuar. A verdade é que depois dos AMX o a FAB ficou sem compras importantes e se formos analisar por vetores de primeira… Read more »

samuka

Amigo, o ponto é sobre equiparar um contrato assinado a um planejamento no papel, memorando de intenções etc. O fato é: o contrato foi assinado no fim de 2014. “Ou seja, não há necessidade de novos caças pra FACh” – destes estão no mesmo nivel apenas o ultimo lote de f16 adquiridos. De resto, pouca coisa foi feita. FAV é um caso a parte, o que falar de um pais que tem armas mas nao tem comida? “Sobre Submarinos, lembre o senhor que a ARCh opera 2 desses que a MB receberá, há mais de 10 anos.” – quantos construiram?… Read more »

glasquis7

destes estão no mesmo nivel apenas o ultimo lote de f16 adquiridos.”

Engano seu. Os 10 F 16 Block 50, que foram o primeiro lote comprado, estão no topo em capacidades na região. Os outros dois lotes comprados passaram por MLU e os deixa um pouco abaixo dos Block 50 mas com capacidade BVR com AIM 120 C7 e capacetes DASH. Agora estáo entrando a sua próxima modernização o que os deixará ao mesmo nível.

glasquis7

Mas não é necessário desmerecer os bons programas em curso para evidenciar isso.”

Mas não desmereço os bons programas, aliás, nem toco neles. O Kc 390, o A 29, a construção das Niteroi, os Tikuna,o IA 2 da IMBEL, etc. O problema está na discipação do conhecimento adquirido. E pior, como se joga fora esse conhecimento.

O que a MB tem vendido sobre submarinos ou Fragatas? Pra que foi o TOT e seus altos custos?

Qualquer país teria tirado proveito disso.

samuka

De acordo amigo. Abraços.

Claudio Moraes

Caro Glasqui, antes dos f5 a fab teve os Mirage III, depois foram tendo aquisições de oportunidades nas três forças, muitos dos quais provavelmente já devem ter dado baixa, caso dos mirage 2000. É verdade que o programa Fx demorou, mas está andado, e os novos caças vão chegar ano que vem. O Chile opera bons e modernos scorpnes, mas já é superado pelo Riachuelo e demais de sua classe, porque é maior mais moderno, e ele também tem a capacidade de lançar mísseis. A marinha em que pese as escoltas, na aerea submarina, nunca esteve defasada.Os programas estão indo… Read more »

Luiz Galvão

Cláudio,

Excelente comentário.

glasquis7

Segundo a sua visão.

Se tirar o ufanismo e a torcida local vai ver que só sobram o KC 390 (só dois até agora), os A 29, os LDP Bahia e Atlântico ( Este último uma Puta de compra de oportunidade, isso se que dá pra se vangloriar), os gripen (que vem de 1990) e as Tamandaré (por enquanto 4). Aida estarão aquém do que deveriam estar.

glasquis7

Caro Claudio “De resto discordo quando crítica os programas. As forças armadas brasileiras vão ter bons equipamentos modernos nessa década em diante.” Será?. O fato de terem boms caças (Gripen) e bons submarinos (Scorpene) não quer dizer que toda a força será renovada O EB carece de Blindados e os Guarani não suprem essa carència, Assim como sos Leo 1A5 a a falta de baterias antiaéreas ou ate um bom VCI. O M 113 é o único que supre essa função. Na artilharia apenas os M 109 são invejaveis. O resto ainda usam o M 101 e o M 108.… Read more »

Wilson

Correção a artilharia rebocada utiliza os seguintes modelos, M101 de 105mm, M114 de 155mm, L118 de 105mm e usa-se também os Oto Melara mod 56 de 105mm(podemos adicionar o morteiro pesado M2 de 120mm nacional), os M108 autopropulsados de 105mm praticamente já saíram de serviço.

Tanto o sucessor dos Leo 1a5 como dos M113, virá de uma família de blindados(tipo a família TAM) cujos requisitos estão sendo elaborados pelo grupo Nova Couraça.

glasquis7

“Tanto o sucessor dos Leo 1a5 como dos M113, virá…”

Diz a lenda. Enquanto em outros países já veio.

Wilson

Se quiser de uma lida nessa matéria:
https://tecnodefesa.com.br/exercito-o-futuro-das-forcas-blindadas/

Se for feito de forma muito apressado, estará sendo cometido o mesmo erro que a MB cometeu quando comprou os encouraçados classe Minas Gerias, ter unidades poderosas, mas sem capacidade plena de manter e operar.

O EB está se movendo para se modernizar, pode não ser rápido como alguns aqui gostariam, mas está indo de forma sólida e planejada.

Claudio Moraes

Caro Glasqui, sim será, e assim vai ser. O gripen de agora em diante vai ser o caça da força aérea e suprirá com folga as missões da fab. É o melhor caça da região. Já na parte dos submarinos, estes scorpnes serão os substitutos da atual frota. O exército brasileiro carece sim de muitos blindados, sendo os MBTs principalmente, mas o guarani supre sim, e com folga. Está em fabricação, todo ano são entregues novos guaranis, ainda com baixa capacidade por conta dos recursos limitados. O ponto discutível que concordo, é a quantidade. Certamente mais gripens virão, serão fabricados… Read more »

glasquis7

Entre o Carrera e o Riachuelo tem uma diferença de 15 Anos. Me parece lógico que deva ser mais moderno né? So faltava comprar o mesmo submarino 15 anos depois e com a mesma tecnologia. Isso deixa pra modernização do AMX. “na aerea submarina, nunca esteve defasada.” Vc sabe quantos Submarinos a MB tem em operação hoje? “o problema é falta constante de recursos,” Como assim? o Brasil tem o maior orçamento da região. Sabia que o orçamento pras FFAA do Chile (somando as 3 forças) dá apenas U$D 3 Bi? E vc quer me dizer que a MB tem… Read more »

Claudio Moraes

Estimado Glasqui, “Entre o Carrera e o Riachuelo tem uma diferença de 15 anos” me pareça lógico que deva ser mais moderno neh?” Sim isso é óbvio. Não sei quantos submarinos estão operacionais, não sou militar da marinha para te responder isso, mas se soubesse, não te responderia. Mas eu, um mero entusiasta da área militar, ao qual eu aprecio muito, digo nunca defasado na parte submarinos modernos eficientes e prestativos até mesmo, antes dos ikls com os Oberons e demais antecessores, de segunda mão idem, talvez nos armamentos. O orçamento é sim gigante e o problema é sim a… Read more »

filipe

A MB esta a frente de todas as marinhas do Hemisfério Sul, construindo localmente os seus submarinos e fragatas, nessa fase as sucatas do Chile parecem ser grande coisa, mas em 2030 não serão, além do mais a geração de empregos é maior.

Lu Feliphe

Filipe, a Marinha Australiana hoje em termos de capacidade tecnológica e operacional está muito melhor que a Marinha Brasileira em navios. É óbvio que o contexto deles é diferente do nosso, mas atualmente não podemos dizer que somos a melhor Marinha do Hemisfério Sul, isso pode mudar com os novos programas. Eu também não colocaria as fragatas Chilenas como sucatas, pois as fragatas deles são as melhores da América latina, as type 23 tem o radar trs 4d da Hendsoldt, além disso as type 23 possuem sistemas de lançadores verticais, as fragatas recém adquiridas utilizam o míssil sm 2, o… Read more »

Lucas Schmitt

Tu passas um pano legal pra MB só por causa do ProSub né?! Uma marinha não é feita só de submarinos. E grana tem, e MUITA pra adquirir novo, usado, semi novo, recalchutado, o que for, mas não deixar do jeito que esta hoje. Creio que nunca estivemos numa situação tao crítica a respeito de meios de superfície. Mas segundo você ta tudo bem, afinal, temos o ProSub…

Camargoer

Olá Lucas. O ProSub continua sendo o maior e mais complexo programa militar do Brasil. Considerando sua magnitude, importância e avanço, ele continua sendo a prioridade. A MB tem dois outro problemas difíceis de resolver. Um seria dar uma sobrevida a algumas das fragatas que estão chegando ao fim da vida útil até que possam ser substituídas pelas novas FCT, e o outro problema seria a força de varredura. Tudo isso em um contexto de queda da atividade industrial devido a Covid19. Uma das ideias defendidas por alguns colegas seria a aquisição de compras de navios de combate usados. O… Read more »

Lucas Schmitt

Vai revitalizar as types 22 e niterois? Esses navios tem por volta de 40 anos de idade, nem sei se o aço já não esteja comprometido. A MB não tem tantas opções como você diz. Na verdade ela só tem duas. Ou fica sem escoltas até a entrada das tamandares ou compra usado.

Dalton

É possível sim, tanto que o plano da marinha é atualizar o sistema de gerenciamento de combate de 3 “Niteróis” no que é conhecido como “Projeto Fênix” prolongando a vida das 3 fragatas por acerca de 10 anos.
.
As demais fragatas duas “22” e duas “Niteróis” serão retiradas de serviço antes de 2025.

glasquis7

Você sabe cuanto estão demorando em fazer um PMG nas Niteroi?

Dalton

Nem Deus sabe glasquis ! Depende da prioridade e/ou quanto se tem para investir a cada ano e mesmo a condição do navio e dois exemplos de grandes atrasos me vem a mente. . O primeiro foi o “PMG” do “NDD” Ceará iniciado em 2007 com grandes expectativas no início, mas que acabou durando 7 anos e infelizmente logo após a conclusão já em missão ao Haiti em 2015 sofreu uma pane e foi retirado de serviço. . O segundo é a fragata Defensora que foi colocada na fila para “PMG” ainda em 2010, começando para valer os trabalhos uns… Read more »

Lucas Schmitt

PMG da corveta Júlio de Noronha que terminou em 2016 durou 8 anos. Já da pra ter uma base…

glasquis7

Então. A Defensora segundo me contaram, já faz 10 anos.

Isso pra um PMG.

Lucas Schmitt

Esse país não é sério meu amigo. PMG de 8~10 anos, construção da barroso levou 8 anos, mais 6 para incorporação, patrulhas da classe macaé com duas semi acabadas, a anos já sem serem mexidas, como podem começar um navio de 500t e não terminar? E ainda assim o pessoal acha que vamos construir em 2~3 anos uma tamandaré e incorporar em um rsrsrs

Wilson

Se lembra das Inhaúmas?
A primeira é de 1989 e a última de 1994,
Para as Tamandarés o cronograma da TKMS se o contrato final for assinado esse ano é até 2022 adequar as instalações do estaleiro e capacitar os trabalhadores, em 2022 iniciar a construção da primeira unidade com lançamento para 2024 e incorporação ao setor operativo da MB entre 2026 e 2027 quando a última unidade estiver para ser lançada.

Lucas Schmitt

Tem muita diferença em construir um navio de 2000t e um de 3400t…

Wilson

tem 2 da classe Niterói que foram construídas aqui e foram entregues em 1979 e 1980 sendo que a primeira foi entregue em 1976.

De todos os navios militares construídos aqui somente somente 3 atrasaram por falta de verba, a saber monitor pernambuco(20 anos), monitor Paraguaçu (50 anos), Corveta Barroso (14 anos), não estou contando os que tiveram dificuldades técnicas como o Cruzador Protegido Tamandaré e os contratorpedeiros da Classe A(que teve que ser adaptada e ainda teve que enfrentar a WWII durante a construção mesmo assim os 6 foram comissionados entre os anos de 1949 e 1951).

Lucas Schmitt

Mesmo cumprindo o cronograma a risca, o comissionamento só sera em 2025~2026. Até lá vai dar pra contar nos dedos de uma mão quantas escoltas a MB terá.

Wilson

O mais provável, mesmo eu não preferindo isso, é que haja alguma compra de oportunidade de pelo menos 3 escoltas, devido ao impacto da pandemia é possível que alguns países descomissionem navios com até 20 anos de uso para equilibrar o orçamento, o Reino Unido é um que terá que fazer isso.

Camaergoer

Caro Lucas. Usei o termo “revitalizar” ao invés de “modernizar” deixar claro que o foco seria o sistema de propulsão e a estrutura do navio, de tal modo que possam ser realizados em um estaleiro nacional (privado ou no AMRJ). O Dalton mencionou um programa que inclui atualização dos sistemas de combate. Concordo com você que a MB tem poucas opções, mas uma delas é implementar um programa para estender a vida útil dos navios até que que sejam substituídos pelas FCT.

Wilson

“Creio que nunca estivemos numa situação tão crítica a respeito de meios de superfície.”
Não concordo com isso, a situação material da MB quando lançaram o plano naval de 1934 era muito pior, se hoje dizem que a MB tem capacidade de combate baixa, naquela época a capacidade de combate era quase totalmente nula.

Dalton

Complementando Wilson, 80 anos atrás a França foi invadida, os britânicos “chutados” do continente, Japão invadindo a Indochina e aliando-se a Alemanha e Itália, enfim, uma situação caótica. . Os principais meios da marinha brasileira na época… . 2 velhos encouraçados dos quais apenas um em boas condições; . 2 cruzadores que de tão pequenos nem valiam ser reclassificados de “scouts” para “leves”; . 7 pequenos contratorpedeiros, dos quais apenas um a óleo, os demais a carvão sem a mínima condição de combater submarinos que estavam tornando-se mais numerosos e operando a partir da França. . E para piorar, ao… Read more »

Zorann

Perfeito Lucas!!!

A Barroso vale a modernização… as Niteróis são passado, são história. Na atualidade são lixo, já deveriam ter sido substituidas.

Peter nine-nine

Concordo, as Niteroi, não chegando eu ao ponto de dizer que são irrelevantes, apresentam-se como meios que deveriam já estar em pleno processo de retirada de serviço. A MB já esticou o prazo para lá do viável e, eventualmente, para lá do possível.

Peter nine-nine

Lucas, a mim preocupa-me mais a pouca importância que a MB dá à tecnologia AIP. Supostamente “cara e/ou de custo injustificável”.

Luiz Galvão

Peter,

O AIP ainda é uma tecnologia muito cara sim.

A MB já investiu , investe e ainda vai continuar investindo muito na tecnologia nuclear. Foi uma opção feita há 30 anos, quando mal se falava de AIP.

Não faz sentido agora investir em AIP, seria desperdício de dinheiro e foco.

O Brasil , ppr suas características, precisa de submarinos grandes, oceanicos, de grande autonomia, e ai a propulsao nuclear seria a mais adequada.

Peter nine-nine

Luiz, mas a propulsão nuclear não é ainda uma realidade para o Brasil, nem será durante longos anos.

Camaergoer

Olá P99. O Brasil já domina duas das três principais tecnologias para a propulsão nuclear. O país tem capacidade de enriquecer o combustível em escala industrial e sabe projetar, construir e operar um reator nuclear. A terceira tecnologia seria projetar, construir e operar o submarino nuclear (mas já sabe projetar, construir e operar submarinos convencionais). A tecnologia AIP tem diferentes bases, como i) usar peróxido de hidrogênio para gerar oxigênio que seria misturado a um combustível (como diesel, metanol ou etano). ii) pode usar oxigênio líquido para ser usado para queimar um combustível ou iii) usar células combustível. O peróxido… Read more »

Luiz Galvão

Peter, Sim.

Mas se fosse fácil e barato centenas de outros países já estariam com essa capacidade, que além da tecnologia de construção do reator em si e do domínio do ciclo do combustível,
também contempla a construção do submarino propriamente dito.

Não é fácil, mas chegaremos lá.

Last edited 8 meses atrás by Luiz Galvão
Camaergoer

Caro Lucas. Os dois navios adquiridos pelo Chile são muito bons e poderiam ser operados pela MB dentro de limites razoáveis de custeio. Creio a discussão seria outra. Elas entraram em operação em 1992 e 1993, portanto têm mais ou menos a mesma idade das “Greenhalgh” da MB. Elas certamente poderiam substituir duas “Niterói” mas dariam baixa praticamente junto com as duas “Greenhalgh” e com a “Julio de Noronha”. A “Barroso” tem 15 anos, relativamente nova. Creio que a aquisição de navios usados só seriam “de oportunidade” caso fossem contemporâneas à Barroso.

Lucas Schmitt

As duas Greenhalgh’s remanescentes foram comissionadas em 1979 e 1980 na marinha real britânica, são 12~14 anos mais velhas que as Adelaide’s adquiridas pelo Chile…

glasquis7

Elas entraram em operação em 1992 e 1993, portanto têm mais ou menos a mesma idade das “Greenhalgh” da MB”

Vê lá.

Camaergoer

Olá Glasquis e Lucas. Vocês tem razão. As duas “Greenhalgh” remanescentes são 10~15 anos mais velhas que as “Adelaide” adquiridas pelo Chile. Elas foram compradas pela MB em 94. Portanto as “Adelaide” foram incorporadas pela marinha australiana mais ou menos no mesmo período em que a MB adquiriu as “Greenhalgh”. Desculpe a confusão.

Dalton

Camargo, há uma diferença grande aí…as “Greenhalgh” não foram modernizadas enquanto as duas fragatas australianas não apenas foram intensamente, como também foram “poupadas” alguns anos do desgaste enquanto indisponíveis sendo modernizadas e isso
refletirá positivamente no uso de ambas pela marinha chilena.
.

Nilson

Parabéns ao Chile, que com um planejamento realista e eficaz consegue manter a meta de ter 8 fragatas operacionais. E mimimi e blábláblá sobre a MB tem que ter mesmo, incrível como por aqui os planejamentos não se concretizam (lógico que não se concretizam, pois são totalmente irrealistas…)

Wilson

São poucos os planejamentos e programas da MB realmente fora da nossa realidade, a maioria é bem pé no chão, o problema (dentre outros) é que não tem como ter uma planejamento eficaz de longo prazo com um orçamento instável que muitas vezes fica a abaixo do mínimo aceitável para a operacionalidade da Força. Outro ponto, a opção chilena por sempre renovar sua esquadra por compras de oportunidade é muito mais arriscado do que a opção brasileira de construir localmente, pois tem que jogar muito com a sorte de que quando tiver que substituir seus navios tenha outro a venda… Read more »

Nilson

Exatamente pelo fato de não levar em conta o orçamento instável é que os planejamentos da MB são irrealistas. Sabe-se há mais de 50 anos que o orçamento é instável, então não se pode planejar levando em conta que o orçamento será o solicitado. O orçamento instável faz parte da realidade, então os planejadores têm que levar isso em consideração. Planejar sem levar a realidade em conta é gerar peças de ficção. Se o orçamento é instável, cabe ao planejador manter o mínimo indispensável dentro do orçamento viável. Mas não foi isso que aconteceu nos últimos 20 anos, pelo menos.Se… Read more »

Wilson

Nilson como eu vou me planejar se hora tenho dinheiro de sobra e hora não tenho nem para o cafezinho? Não tem como ter um planejamento de 10 anos ou mais se você não sabe nem se terá dinheiro para o papel higiênico no mês seguinte, a situação da MB é semelhante a alguém pedir para você fazer um filme tipo Avatar, mas repassar a verba com tamanha inconsistência que no fim não sai nada. Você diz que cabe ao planejador manter o mínimo dentro do orçamento viável, mas isso não é possível se o orçamento está abaixo do mínimo… Read more »

Nilson

Pois é, Wilson, esse é o segredo do bom planejador, ter o planejamento básico e de expansão, para usar o básico no ano do cafezinho e ter como aproveitar o ano do dinheiro de sobra. Coisas que na iniciativa privada se fazem com facilidade. Mas na área militar se prefere colocar a culpa no orçamento, não no próprio planejamento defeituoso e irrealista. Precisa ter plano A, B e C, executáveis conforme a música que toque. Imagina se na iniciativa privada o planejador pode colocar a culpa do fracasso no patrão que não conseguiu o dinheiro para o plano? É isso… Read more »

Wilson

Sabe porque reclamam do orçamento?

Porque as FAs tem atribuições que tem que cumprir independente e muitas vezes o orçamento fica muito abaixo do mínimo para elas cumprirem essas atribuições, numa empresa privada você faz planos de demissão voluntária, reduz gastos, corta benefícios e tudo mais para ficar no azul, na área militar isso não é possível com a rapidez necessária, dai tem que tentar cumprir as suas atribuições quase de graça, por isso eu falei de carregar 10 toneladas de aço num fusca 1300.

Empresa privada e mundo militar são dois universos totalmente separados.

Nilson

Ok, Wilson, visões divergentes, debate sempre válido. E já que não tem jeito, toca o enterro.

nonato

O planejamento era o prosuper. Mas acabou o dinheiro.
E agora com corona vírus complicou.
Só de auxílio emergencial vai uns 150 bilhões de reais que daria para comprar umas 30 fragatas caso essa fosse a prioridade…

filipe

Nilson todos os países da América latina invejam o Brasil, queriam eles ter uma base de submarinos como a nossa em Itaguai, queriam eles construirem uma parceria para um caça como o Gripen NG, queriam eles lançarem um missil com as capacidades do nosso Mansup, queriam eles projectar um blindado como o nosso Guarani, queriam eles terem um rifle como o nosso IA2 , queriam eles terem radares como o nosso SABER M200 , tenho muito orgulho nos nossos projectos e na nossa MB.

Luiz Galvão

Boa Filipe.

Ótimo comentário!

glasquis7

“Nilson todos os países da América latina invejam o Brasil”
Sim mas pelo seu orçamento militar que chega a ser 10 vezes maior que outros orçamentos.
Se alguém quer um Blindado como o Guarani, é só pedir pra IVECO, Se quiser um fuzil o produzem,ninguém quer uma parceria como o gripen, que custou um absurdo pra pagar um TOT com dinheiro público pro setor privado e por aí vai.

A unica inveja que se tem da MB é o tamanho do seu orçamento. isso sim.

MMerlin

Acredite, lá fora realmente invejam o Brasil. Invejam por todos os recursos que nosso território oferece, mas se indiginam com nosso dom em desperdiçar todos esses benefícios.

glasquis7

Exatamente.

Camargoer

Caro Felipe. Em alguns temas, acho que o país hoje está sendo desprezado e ignorado, ao invés de invejado. Mas concordo com você que os programas ProSub, KC390 e F39 são invejáveis.

Nilson

Com certeza, Filipe, muito orgulho do que foi e está sendo feito, o que não apaga a consternação pelo apagão na frota de combatentes de superfície (que, aliás, é o tema vinculado ao post) e outras questões negativas, que volta e meia são tratados aqui no blog. Temos que elogiar o bom/ótimo e apontar o ruim/péssimo, só assim há evolução. Reconhecer os erros é um dos passos para pavimentar um futuro melhor.

BrunoFN

Pragmatismo ,puro e simples .. .parabens aos chilenos

Vinícius

Parabéns ao Chile pela aquisição e reforço em sua esquadra! Já o nosso Brasil sil sil segue na mesma com apenas o plano de quatro Tamandarés. E se é que vai sair

filipe

Pelo que entendi a estratégia inicial são 4 unidades apenas para relançar e revitalizar o nosso parque industrial , tal como os 4 SBRs, as 4 FCT também tem esse objectivo, depois poderemos evoluir no projecto e aumentar a tonelagem , lembrando que a classe MEKO é modular e evolutiva, podemos sair de um casco de 3500T para 5600T(F-124 Sachsen) e depois no futuro para 7200T (F-125 Baden-Wurttemberg), é esse o plano dos nossos almirantes, tal como nos submarinos começamos com 2200 T (SBR Riachuelo) iremos evoluir para um submarino de propulsão nuclear com 6600 T (SNBR Alvaro Alberto).

Yuri Dogkove

A melhor marinha de combate da América Latina!

Zorann

a única marinha de verdade da América do Sul… quem nos dera termos aqui a Marinha do Chile

Zorann

Parabéns ao Chile….. de verdade estão sempre um passo a frente de nós, com 1/4 de nosso orçamento militar.

É outro nível

Mauricio Pacheco

Fico imaginando o trabalho na logística com essa miscelânia de navios!

Nilson

Eles adoram, porque assim aprendem mais.

vlademir baltazar

Enquanto isso no País tupiniquim…os “gênios” acham as OHP velhas e ultrapassadas…..No lugar da Marinha do Brasil comprar os navios de guerra compramos navios de pescados que muito melhor…!

fewoz

Alguns estăo reclamando da falta de interesse da MB nestas OHP… Temos que lembrar que recursos são finitos e acho que o novo pensamento do almirantado é: melhor aguardar um pouco e ter unidades novas e padronizadas, o que concordo plenamente. Só não estou de acordo com o sub nuclear, pois esse dinheiro já poderia estar sendo usado em novas escoltas, entre outras coisas prioritárias. Já até prevejo o elefante branco lá na frente: apenas um sub deste tipo produzido e muito dinheiro jogado numa coisa só… “NAE São Paulo 2.0”, o retorno… E nem adianta falar que é um… Read more »

Zorann

O pensamento do Almirantado é pagar salário e mais nada.

Você questionando submarino nuclear? É a arma de dissuasão.

Questione o que realmente interessa: o cabidão de emprego que não deixa sobrar dinheiro nem para navegar, quanto menoss para PMG, muto menos ainda para modernização.

Incrível como os caras focam no assunto errado.

São mais de 40 anos de Niteróis, sem se providenciar um substituto, mantendo um efetivo enorme e quer culpar as OHP ou submarino nuclear?

Pelo amor de Deus

J L

Realmente é incontestável que por anos a fio temos dado baixa em diversas embarcações com poucas substituições mais o efetivo não diminui.É como se tivéssemos ainda todos os Cts operativos os nove submarinos que tivemos operacionais, o porta aviões os transportes e etc. Enfim o efetivo não diminuiu junto com o número de embarcações que foram dando baixa. Mantivemos um quadro operativo que não existe mais, e nem sei se voltaremos um dia a ter com já tivemos.

Zorann

O efetivo só aumenta. De 2009 até a atualidade o efetivo da Marinha aumentou em mais de 70%. São números reais, encontrados facilmente na internet.

Agoira dizem que vão reduzir o efetivo em 10%…Antes quase nada, do que nada. Mas eu duvido que reduzam.

Wilson

Na revisão da END lançada em 2018 para aprovação no congresso, já previa uma redução dos efetivos, mas como até hoje não foi aprovada fica difícil.

Pelo que conheço do tema as FAs só podem aumentar ou diminuir seus efetivos se forem aprovados por decreto ou lei.

Nilson

Aumentar depende de lei, assim como qualquer criação de cargo público. Reduzir não precisa de lei, basta suspender os concursos de ingresso que a redução é automática. Dezenas de órgãos públicos têm suspendido concursos e reduzido quadros, as Forças Armadas se recusam. Sob argumento de que a redução de pessoal vai inviabilizar as missões, desestruturar os quadros de promoções e de relação posto x função, reduzir a relevância da Instituição. Assuntos que seria interessante serem colocados em discussão.

fewoz

Zorann, você não compreendeu. Eu não sou contra o sub nuclear em si, mas considerando a situação da nossa “guarda costeira”, entendo que seria melhor fazer “melhor” o básico: ter mais meios de superfície e maior quantidade de subs convencionais. O problema de muitos no Brasil é a megalomania. Até ontem, muitos defendiam que a Marinha tivesse não apenas um, mas dois NAEs (E o almirantado, que supostamente entende muito do assunto e que pouco compreende em qual país vive, foi na onda), mas depois que a realidade veio à tona, todos entenderam que simplesmente “no hay plata”. Esse é… Read more »

Zorann

O básico (e o mais “fácil”) é negar o uso do mar. E isto só se faz com submarinos. Qualquer submarino brasileiro, mesmo sendo um IKL de 30 anos (devidamente mantido e operado) é mais importante e relevante do que qualquer Tamanduá (leia-se Tamandaré) um dia será. O submarino nuclear, depois do que se gastou com Prosub, tem de ser concluído, nem que isto represente o fim da Marinha de superfície. É um pouco tarde para desistir, depois de uns 60 bilhões gastos. O básico é negar o uso do mar e patrulhar e fiscalizar nossas águas, para mostrar nossa… Read more »

Camaergoer

Olá Zorann. Concordo com você. O país já dominas as tecnologias para a construção do SBN (enriquecer combustível, fazer o reator, construir o submarino). O ponto de não-retorno foi quando a MB escolheu o SBR ao invés do U214. Para a defesa da costa brasileira, os submarinos são a principal arma dissuasória. Eu também concordo com você sobe a necessidade de reduzir contingente das forças armas. A MB tem 77 mil (sendo uns 16 mil fuzileiros) mas isso representa apenas 19% do contingente. O EB tem 2/3 dos militares (246 mil tropas). O MinDef é o ministério com a maior… Read more »

Zorann

Cara tem de reduzir geral. Uma Marinha com 30k seria mais do que suficiente…. Mas isto não vai acontecer.

Os caras compram um monte de navios com capacidades anfíbias, como se fôssemos invadir algum lugar. Como se isto fosse possível sem uma esquadra. É a completa inversão de prioridades.

No final, nada vai mudar.

glasquis7

Temos que lembrar que recursos são finitos…”

É, o orçamento da ARCh deve ser infinito…

” e acho que o novo pensamento do almirantado é: melhor aguardar um pouco e ter unidades novas e padronizadas”

O Chile planeja construir entre 8 e 12 Fragatas Type 31 (eu acredito pois já tem algum conhecimento sobre a construção desse navio). Estas embarcações apenas servem pra manter Status Quo enquanto chegam as novas fragatas, o que deverá acontecer a contar de 2032.

Esteves

Pensamento.

Meios operativos. Aprestamento. Cumprir orçamento.

3 pensamentos.

O problemão é o contrato do PROSUB. Quando acabar ou quando estiver amortizado estaremos com o contrato alemão das Mekos em euros para cumprir.

Gente que só paga dívidas tem vida dura.

Nilson

As Tamandaré são um ponto fora da curva, pois o dinheiro (em reais) já está todo na conta da Emgepron, aplicado em renda fixa no Banco do Brasil. 10 bi de reais.

Esteves

A Emgepron não tem receitas. Depende de capitalização. Precisa pagar as contas.

9 bi de reais para pagar uma conta de 2 bilhões de euros ainda que com offsets…faltam 50% dos reais.

Camaergoer

Caro Esteves. Os acordos de OffSet são para equilibrar a balança de pagamentos. Pouco afetam o equilíbrio fiscal do governo. Você tem razão quando ao dizer que os recursos para adquirir as FCT virão do Tesouro (qualquer que seja o meio, a fonte será o Tesouro). A vantagem do modelo adotado para as FCT é que o governo irá pagar em reais (mesmo que o estaleiro tenha que importar equipamentos e sistemas para construir os navios de combate). Considerando que os navios serão construídos em um estaleiro nacional com índice de nacionalização de entre 30~40%, isso servirá para ativar a… Read more »

Camaergoer

Caro Esteves. Um governo é essencialmente um grande devedor. Jamais eleja u