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Autoridades do Prosub acompanham obra do reator do Labgene na Nuclep

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A NUCLEP recebeu nessa terça-feira (23), autoridades do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha (PROSUB), que estiveram de perto, no piso fabril da empresa, acompanhando a obra para AMAZUL – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A., de fabricação do chamado Bloco 40, parte do protótipo do reator nuclear que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

Com capacidade e experiência reconhecidas pela Marinha, a NUCLEP está em processo de fabricação, montagem e fornecimento do vaso (cilindro) e estruturas internas de contenção, além do tanque de blindagem primária do chamado LABGENE – Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica, concebido como um protótipo, em terra e em escala real, dos sistemas de propulsão que serão instalados no SN-BR (submarino com propulsão nuclear).

Parte essencial do Programa Nuclear da Marinha, o LABGENE tem como função permitir a simulação, em condições ótimas de segurança, da operação do reator e dos diversos sistemas eletrônicos a ele integrados, antes de sua instalação no submarino com propulsão nuclear.

LABGENE e seus equipamentos
LABGENE e seus equipamentos (clique na imagem para ampliar)
LABGENE no inicio de 2018 - imagem da palestra da MB em evento da indústria nuclear
LABGENE em construção no inicio de 2018 – imagem de palestra da MB em evento da indústria nuclear

As autoridades, recebidas pelo presidente da empresa, C.Alte. (RM-1) Carlos Henrique Silva Seixas, e os diretores Industrial, CMG/EN Affonso Alves, e Comercial, Nicola Mirto Neto, além de visitarem as instalações fabris da empresa, assistiram a uma apresentação pela diretoria Industrial da NUCLEP, que detalhou as etapas e o andamento para a entrega do Bloco 40 à AMAZUL.

Formavam a comitiva, o diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo (CTMSP), V.Alte Noriaki Wada, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha, V.Alte (EN) Guilherme Dionizio Alves, o Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, V.Alte (RM1/ EN) Sydney dos Santos Neves, o Diretor do Centro de Desenvolvimento de Submarinos, C.Alte Flávio Antoun Netto, o Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção de Submarinos, C.Alte Celso Mizutani Koga, e o Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção da Infraestrutura Industrial Naval de Itaguaí, C. Alte José Gentile.

Maquete do reator nuclear brasileiro PWR
Maquete do reator nuclear brasileiro PWR
Detalhe da parte interna do reator PWR brasileiro
Esquema do Reator Nuclear Naval da MB

DIVULGAÇÃO/FOTOS: Gerência Geral de Comunicação da Nuclep

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Desenvolvendo com tecnologia 100% nacional, até porque quem tem esse tipo de tecnologia ou não repassa ou se repassar sai caro e com várias restrições.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

acho que simplesmente nao repassam mesmo

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Olá Marcelo. Durante o Proj.Manhatan, os EUA e a Inglaterra se juntaram no esforço. Após o fim da II Guerra, os EUA romperam o acordo de tecnologia e a Inglaterra teve que desenvolver a sua bomba sozinha.

Dalton
Dalton
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

E quando finalmente os britânicos detonaram a primeira bomba atômica os EUA já tinham a bomba de hidrogênio.
.
Os britânicos desenvolveram a de hidrogênio também, mas, então toda a paranoia americana com espionagem acabara por conta dos avanços soviéticos e os britânicos acabaram tendo acesso à armas americanas e fabricaram cópias das mesmas
o que acabou sendo mais barato e evitando redundância.
.
Evidentemente, EUA e Reino Unido possuem uma relação
especial exemplificado pelo primeiro submarino de propulsão nuclear britânico o então HMS Dreadnought de 1963 que foi equipado com um reator americano.

Gustavo
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Eles tinham um acordo na 2GM de parceria que não foi honrado pelos americanos, que não repassaram seus resultados. Assim os britânicos tiveram que se virar sozinhos para sua bomba A. Quanto à parceria no desenvolvimento da Bomba H com os americanos eu desconheço.
Mesmo com uma relação especial, as relações quando envolvem muito poder, ficam muito restritas.
Fonte: Martin Gilbert. Churchill, Uma Vida – volume 2

Last edited 1 mês atrás by Gustavo
Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

As Usinas de Angra foram de tecnologia alemã fruto de acordos, as primeiras usinas da Coreia do Norte foram de tecnologia soviética repassada por acordos, a Índia arrendou submarinos nuclear dos russos. Acordos para repasse de tecnologia nuclear existem, mas não são muitos e devem ser cheios de condições.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Olá Fábio. Angra I foi feita pela Westinghouse. Angra II (e Angra III) são Siemens. Estas usinas foram adquiridas para produzirem energia elétrica e não contemplaram transferência de tecnologia. O reator naval que será usado no SN10 foi desenvolvido a partir da experiência da MB em operar o MB01 (que fica localizado em uma área militar dentro do Campus da USP, ao lado do IPEN).

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

“A construção de Angra 2 propiciou transferência de tecnologia para o Brasil, o que levou o país a um desenvolvimento tecnológico próprio, do qual resultou o domínio sobre praticamente todas as etapas de fabricação do combustível nuclear.”
comment image

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. A tecnologia de enriquecimento foi desenvolvida independentemente. Os acordo com a Alemanha previa outra tecnologia sem qualquer relação com as ultracentrífugas. Operar Angra I e Angra II permitiu capacitar muita gente, alem impulsionar o estabelecimento de protocolos de manejo nuclear. Há alguns anos, o tampo do reator de Angra I foi trocado por um fabricado no Japão. A Nuclep produziu partes da infraestrutura de Angra II, mas os vasos dos reatores foram importados. A operação dos reatores para produção de energia elétrica gerou conhecimento e experiência, até mesmo serve de modelo ou ponto de partida para um projeto… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Obrigado pelo link.

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Camaergoer, eu lembro de uma história que nós mandamos técnicos para os EUA, montamos um laboratório de enriquecimento, compramos desmontamos todos os equipamentos pra fazer engenharia reversa e trazer a tecnologia para o Brasil, isso lá nos anos 80 ou 70. Sabe se isso é verídico? Se for foi um baita projeto nosso.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

Olá Helio. A tecnologia da ultracentrífuga é bem estabelecida. Durante o Proj Manhattan foram desenvolvidas diferentes técnicas de enriquecimento (inclusive as ultracentrífugas). O minério de urânio é processado e os íons de urânio reagem com flúor para formar um gás. As moléculas são quimicamente iguais mas aquelas que tiverem U-235 serão mais leves que aquelas com U-238. Em alta rotação, a força sobre as moléculas mais pesadas é maior devido a ação da aceleração. Ao colocar várias centrífugas em série, é possível retirar as moléculas com U-238, deixando o gás rico em U-235. A última etapa é uma outra reação… Read more »

rommelqe
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Os vasos de Angra II foram praticamente totalmente fabricados aqui no Brasil, sendo seus elementos forjados na VIBASA (que já fechou) e soldados na NUCLEP (onde hoje são fabricadas as caldeirarias principais dos subs). Eu mesmo vi.

A ultra centrifugadoras foram projetadas e fabricadas exclusivamente aqui no Brasil; a começar pelos mancais eletromagnéticos.

Quem quiser vai la na USP (da capital, não a caipira, rsrssrrsr) e tenta ver o que é desenvolvido la…se conseguir.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Uma curiosidade sobre a Usina ANGRA I é que em seu processo de construção e operação está previsto a desativação depois de 40 anos de operação. Como a Usina foi formalmente inaugurada em 1984 a data limite será 2024. Sei que a Eletronuclear havia (em 2019) pedido formalmente para que o prazo de operação da Usina fosse estendido para 60 anos. Não sei que fim levou essas tratativas (inclusive envolvia uma operação de financiamento no exterior para que tudo isso acontecesse).

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O Alm. Othon tem uma história que ilustra as dificuldades do programa nuclear brasileiro. O Brasil recebeu como espólio de guerra dos EUA algumas ultracentrífugas que eram usadas pelos nazistas. Eram obsoletas e ineficazes. Quando a MB começou a desenvolver as ultracentrífugas, a AEIA sob pressão dos EUA veio fazer uma inspeção sobre o andamento das pesquisas brasileiras. Sabendo disso, o Alm.Othon pediu para limparem as velhas centrífufas alemãs e as colocaram para operar. Quando a comissão perguntou sobre o desenvolvimento das centrífugas, o Alm.Othon os levou para a sala com as centrífugas velhas (limpas, pintadas e fazendo barulho de… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Bela jogada, não sei se o nosso SBN já tem nome, mas se não tiver o nome do Almirante Othon seria uma boa opção.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Acabei de ver que o nome do SBN é SN Álvaro Alberto (SN-10) outro excelente nome, então o nome do Almirante Othon pode ser para o segundo se viermos a ter.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O SN10 será Alvaro Alberto (também um almirante da MB que foi responsável pelo inicio das pesquisas nucleares no Brasil). Talvez o SN11 ou SN12 possa ser batizado de Alm.Othon, mas é preciso duas coisas fundamentais. 1) Induto presidencial e 2) e uma proclamação de desagravo.

Renato
Renato
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Prezado Camargoer,
Certas coisas em nosso país não fazem sentido.
Se o Almte Othon fosse norte americano e feito o que fez estaria sendo homenageado e até condecorado por aquele país.
Aqui o esculacho é a recompensa.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Renato
1 mês atrás

Olá Renato. Há anos defendo aqui o indulto ao Alm.Othon. A sentença foi proferida (Marcelo Bretas) em agosto de 2016, quando a presidência era exercida pelo Temer (A Dilma foi afastada em maio). Portanto, minha crítica já percola 2 presidentes (acho que a Dilma não poderia suspender o processo antes da promulgação da sentença em primeira instância). O almirante tem mais de 80 anos, o mal já foi feito á biografia dele ao ponto dele ter tentado o suicídio (fosse outro, teria fugido para Miami para comer KFC). Há casos em que a pessoa comete suicídio devido a vergonha de… Read more »

Art
Art
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Cara o Alm Othon sofreu assasinato de reputação, ele foi quem fez MIT, em qualquer lugar do mundo seria heroi. Mas aqui infelizmente é Brasil.
Vc acha que tem licitação para artefatos que dão origem a pesquisa nuclear? Olha o Brasil está licitando um material para centrifuga nuclear no Diário oficial! Claro que não tudo é feito nas sombras para afastar os olhos internacionais. Triste

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Art
1 mês atrás

Exato.
Ótimo seu comentário.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

“P.S. Um criminoso de guerra a serviço dos nazistas, Werner Von Braun, recebeu total cobertura do governo norte-americano para escapar da Alemanha e da forca, nos últimos dias da guerra, pelo simples fato de ser um cientistas de primeira linha e não obstante milhares de vítimas de suas V1 e V2 lançadas sobre Londres. Nos EUA, chefiou o programa de mísseis que, na parte civil, levou o homem à lua. Tornou-se herói nacional. É assim que os EUA fazem com os homens de ciência que servem ao interesse nacional. Aqui, recompensam-nos com 43 anos de prisão!” Talvez. Bem provável. Com… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteve. O juiz de primeira instância que condenou o alm. Othon foi o M.Bretas, aquele fortão.

J L
J L
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Acho que M Bretas , em que pese boas condenações que proferiu, estava disputando os holofotes nacionais da justiça com o ex ministro Moro.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  J L
1 mês atrás

Olá JL. Quando o juiz aparece mais que o craque ou que a torcida, tem coisa errada. Geralmente eu pergunto para as pessoas se elas sabem o nome de um juiz de uma comarca de suas cidades. Só quem tem escritório de advocacia sabe.

filipe
filipe
Reply to  Esteves
1 mês atrás

O Almirante Othon é Grande Brasileiro, um verdadeiro patriota, o Brasil actualmente esta cheio de pessoas mesquinhas e fúteis no controlo das grandes decisões, é triste ver isso… O SN-11 deverá ser nomeado Almirante Othon, ele é o Pai do SNBR e um dos arquitectos do PROSUB.

Dalton
Dalton
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Von Braun não tem nada a ver com a V-1 e sim com a V-2 e não foi considerado “criminoso de guerra” por isso, afinal à Alemanha estava em uma guerra de vida ou morte.
.
Tentou-se liga-lo ao uso de mão de obra escrava e tratamento desumano de prisioneiros, mas, isso não passou de boatos.
.
Os soviéticos também se utilizaram de muitos cientistas nazistas, a diferença é que se eles pudessem escolher teriam escolhido os EUA .

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Von Braun não foi criminoso de guerra. Ser criminoso de guerra é diferente de lutar uma guerra.

Von Braun é tão “criminoso de guerra” quanto todos os pilotos aliados que levaram Dresdem a “idade da pedra” quando de seu bombardeio.

Edson Mauro de Jesus Paratychilli
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Teve papel importante na energia nuclear pena que no final se corrompeu

filipe
filipe
Reply to  Edson Mauro de Jesus Paratychilli
1 mês atrás

Diz o nome de algum politico ou responsável de uma instituição que ainda não se corrompeu? Fale um nome apenas… A Corrupção é sistémica , ela não se restringe a uma pessoa, ela é institucional, é um sistema, se você não alinha você é jogado no lixo…

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  filipe
1 mês atrás

Caro Filipe. Anisio Teixeira. O Claudio Lembro seria para lembrar alguém de direta. A Luiza Erundina para lembrar de alguém da esquerda. Nem adianta procurar algo contra Itamar Franco.

Art
Art
Reply to  Edson Mauro de Jesus Paratychilli
1 mês atrás

Voce acha que vai licitar material para pesquisa nuclear em licitação aberta e no Diário oficial? Essas coisas são feitas assim nas sombras. Se foi por superfaturamento é obvio pois ele deveria comprar parafuso com preco de balança laser porque estava comprando a balança laser. mas se ele enriqueceu aí é outra história.Resumindo é facil condenar alguém que participa de programa nuclear.

Camargoer
Reply to  Edson Mauro de Jesus Paratychilli
1 mês atrás

Caro Edson. Supondo que seja verdade (ele nega), com mais de 80 anos a sua biografia já foi destruída. O indulto faria pouca diferença em termos práticos. Supondo que o juiz errou, o indulto preservados a sua saúde física e emocional. Defendo o indulto presidencial para o Alm. Othon como reconhecimento da sua contribuição.

filipe
filipe
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

A Homenagem deve ser feita agora com o nome dele no SN-11.

AEDO ROCHA
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Não sei se houve corrupção ou não, mas acho que independente de culpa ou inocência não haverá indulto. O presidente tem uma infinidade de atritos com a imprensa e um indulto em favor de um militar geraria pelo menos uma semana de jornal nacional e fantástico bombardeando o indulto. A própria biografia do Alm Othon seria massacrada em horário nobre, além do uso político que seria feito contra o presidente , seja ele quem for.

Camargoer
Reply to  AEDO ROCHA
1 mês atrás

Caro Aedo. Essa questão do Alm.Othon mostra o tamanho do presidente. Continuo defendendo o indulto.

J L
J L
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Prezado Camaergoer, gostaria de unir-me a você em sua justa defesa, para o indulto ao homem que foi responsável por hoje termos a tecnologia de produzir urânio enriquecido, e que no meu ponto de vista foi usado como cordeiro para osacrifício nesse embróglio por “setores” que não desejavam o avanço do país na área nuclear. Patrocinados por “setores externos”.
Parabenizo-o pela lembrança de alguém que todos queriam empurrar para baixo do tapete, como se fosse um traste velho sem serventia.

Diego
Diego
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Alm. Othon não foi preso apenas uma vez foram duas, a segunda foi por continuar no crime. Fez um bom trabalho, fez. Mas é dificil querer achar que a PF errou ao descobrir desvio de 4,5milhoes, e depois o juiz Bretas tbm em condenar. Dá o indulto e se continuar em crime joga num sanatório que fica mais bonito pra história dele.

Camargoer
Reply to  Diego
1 mês atrás

Olá Diego. Existem vários casos nos quais as decisões de primeira instância foram anuladas em segunda estância.inqueritos policiais equivocados, denúncias da promotoria equivocadas, sentenças erradas, etc. Isso mostra que existe a chance, bastante alta, da teu ser inocente. Então seria um equívoco assumir que seria difícil a PF ter errado. A própria ideia consagrada de instâncias superiores existe devido aos erros que ocorrem na primeira instância.

jusé
jusé
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

“Equivocado”….çei….!

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  jusé
1 mês atrás

Caro Jusé Eu fiquei sem saber se você concorda com a existência da segunda estância ou se a justiça deveria ser sumária em estância única. Fiquei com a impressão que você concorda plenamente comigo. Isso é bom.

Diego
Diego
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Sobre o Othon. Não há com que se preocupar, ele foi condenado a 43 anos de prisão por corrupção, mas como as leis no Brasil são fracas ele já está solto, se ficou 2 anos é muito. Então esquece esse papo de teoria da conspiração. Aqui nem isso funciona, pq a mesma justiça que prende dali a pouco tem que soltar, Brasil sil sil!

Last edited 1 mês atrás by Diego
Xerem
Xerem
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Na minha humilde opinião ele e um herói e o pai da criança kkk

Camargoer
Reply to  Xerem
1 mês atrás

Olá Xerém. Não entendi. Quem seria o pai de quem?

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

É, mas o trem que tá de rosca so, tivesse um dragão fungando e cuspindo fogo no nosso cangote, construindo ilhas artificiais e querendo a nossa Amazônia Azul, quero ver se esse trem não tava era pronto!!!

Last edited 1 mês atrás by Karl Bonfim
Rico Zoho
Rico Zoho
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Ninguém repassa. O que me impressiona é este nunca foi um projeto de governo, pelo menos até o Livro Branco de Defesa. Sempre foi um projeto tocado pela marinha. Mesmo hoje acho que ele é um projeto de governo apenas no papel. Quando o USS Nautilus foi concebido ele logo se tornou um projeto de governo, em quatro anos ficou pronto. Mesmo que o Prosub nuclear seja formalmente um projeto dos anos 2010, o real é que ele começou ser concebido trinta anos antes. Como ele deve ficar pronto no final da década podemos dizer que é um projeto de praticamente… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Rico Zoho
Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Rico Zoho
1 mês atrás

Olá Rico. Excelente texto. Publicado em 2011, nos ajuda a entender o que aconteceu desde então.

J L
J L
Reply to  Rico Zoho
1 mês atrás

Realmente concordo com você. Esse deveria ser um projeto de governo tocado e custeado pelo governo federal. Pois à partir dele estaremos utilizando a tecnologia em diversos setores de uso civil. Justo seria ter verbas até do ministério da Ciência e Tecnologia. Garanto que estaríamos bem próximos de finalizar o projeto.

filipe
filipe
Reply to  Rico Zoho
1 mês atrás

Mais vale tarde do que nunca, nunca é tarde para ter um programa nuclear, o mundo tem mais de 200 nações, apenas 5 dominam essa tecnologia , a India está tentando entrar nesse clube, logo o Brasil não pode ficar fora, o SNBR é a porta de acesso, haverá um Brasil pré-snbr e outro Brasil pós-snbr e não é como se fala na mídia um Brasil pré-Covid e um Brasil pós-covid , o SNBR será o diviso de águas, é o maior projecto de engenharia do Hemisfério Sul.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Depende…No passado os EUA até criaram o programa Atoms For Peace, muito embora estritente civil, chegaram á repassar algum conhecimento técnico mas nada que chegasse ao nível de um projeto de reator.

Tomcat4,2
1 mês atrás

E vamo que vamo. Tipo de matéria que da gosto de ler. Brsil cada vez mais perto do seu SN-BR, arma fantástica e extremamente importante e dissuasória pra quem a possui e mortal para os inimigos que se atrevem a pagar pra ver.

Tutu
1 mês atrás

Alguma notícia sobre a possível privatização da NUCLEP?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Olá Tutu. Tem que perguntar no posto Ypiranga, mas considerando que o presidente da Nuclep agora é um almirante (reformado), acho que ao menos por enquanto, essa privatização subiu no telhado.

Tutu
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Assim espero.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Caro Negativador. Se você sabe algo diferente do que escrevi, seria ótimo nos contar. Estou curioso para saber a sua discordância.. o posto Ypiranga virou Techaco? Ou a privatização desceu do telhado?

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Caro Camargo,

Não fui eu! Já estava assim quando cheguei!
Sobre a questão, se está difícil privatizar Correios e Eletrobras, quanto mais a Nuclep… Aliás, duvido nada do próprio PG ser privatizado ainda esse ano.

Abraços.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Olá GFC. Como diria o “fujão”, pensar em privatizar em um momento de incerteza econômica como o atual é sinal de “exculhambação” (sic).

Mauricio Pacheco
Mauricio Pacheco
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Já comentei aqui, tem um “negativador” que tem tesão nesse dedinho pra baixo. até comentários sérios e cheios de comprovação, ele vai lá e negativa.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Mauricio Pacheco
1 mês atrás

Olá Maurício. Lembro de um colega dizer que negativou alguns comentários sem ler.

Renato
Renato
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Privatizar empresas supravitárias é mole. Quero ver um governo privatizar empresas deficitárias. Empresas de cunho essenciais ou de segurança nacional deveriam ser preservadas. O que me indigna profundamente é que empresas estatais construídas com dinheiro público e que sejam superavitárias ou atrapalhem os lucros de grupos econômicos privados, são.automaticamente elencadas a serem vendidas,e tendo algumas delas não encontrarem substitutas dentro do âmbito governamental para não ficarem reféns dos.tubarões da ganância de lucros em detrimento do bem estar da sociedade. Falo isso porque trabalhei numa.das empresas que bancou a candidatura de Moreira.franco para governador. Como governador ele sucateou o extinto BANERJ… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Renato
1 mês atrás

Olá Renato. Existem várias razões para abrir uma empresa estatal. No caso da Nuclep, foi a necessidade estratégia de ter uma empresa brasileira capaz de produzir vasos de reatores nucleares. A Nuclep é capaz de produzir muitos outros equipamentos de caldeiraria e de operação sob alta pressão (como por exemplo os casos dos submarinos). Contudo, a capacidade ociosa do setor industrial era de 30% em 2019 e teve outra queda de 30% no primeiro trimestre deste ano (o FMI divulgou hoje uma projeção de queda de 9% no PIB do Brasil). Neste cenário de depressão (as taxas de inflação estão… Read more »

Renato
Renato
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Prezado Camargoer,
Não se precisa ser gênio ou especialista da bolsa de valores ou corretora para atestar que o momento é de se adquirir ativos e não vende-los por motivos óbvios.
Mais do que nunca a OFERTA é maior do que a PROCURA.
Isso deprecia o valor patrimonial de qualquer bem.
Vender é assassinar e comprometer futuros orçamentos de produção naval militar que no mínimo irá dobrar em custo de produção.

Camargoer
Reply to  Renato
1 mês atrás

Caro Renato. Estou lendo “A marcha da insensatez” que descreve quatro momentos desastrosos da história nos quais líderes ou governos tomaram decisões contrárias aos próprios interesses, 1 Troianos carregando o cavalo cheio de soldados gregos para dentro da cidade. 2 Os Papas durante o Renascimento conduzindo a igreja ate a ruptura protestante. 3 o governo inglês pressionando as 13 colônias até a independência, e 4 a intervenção dos EUA no Vietnan. O atual momento brasileiro seria o quinto, sexto, sétimo e oitavo capítulo.

Renato
Renato
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Brilhante Camargoer!
Sem palavras!

carvalho2008
carvalho2008
1 mês atrás

O custo de parte deste projeto deveria estar no Min das Minas e Energia, pois devemos usar algumas destas matrizes como usinas de geração eletrica no país. Deveríamos ter até 10% da geração eletrica proporcionada por usinas nucleares. isto é necessário como matriz de segurança.

Será que esta planta aí de laboratorio, irá gerar energia para a região de Iperó?

Tomcat4,2
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Uma boa pergunta, será que vão aproveitar esta energia, ao menos na própria LABGENE ???

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Olá Tom. Creio que não. O reator do Labgene será usado para simular condições de operação. Deste modo ele será levado a condições de limite e depois, desligado para avaliar questões estruturais, etc. Então vai ser um reator vaga-lume mesmo. Além disso, por questão de segurança, o reator não pode fornecer energia para o seu próprio funcionamento porque os sistemas precisam estar separados para monitorar as variáveis. A ideia de construir um segundo reator para alimentar todo o complexo de Aramar pode ser uma alternativa, mas acho improvável que Aramar possa fornecer energia para o sistema de distribuição.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Tomcat4,2;
num congresso da Marinha do Brasil, que tive oportunidade de presenciar, aqui em São Paulo, salvo ledo engano (a memória falha), em paralelo a este desenvolvimento para o submarino nuclear, estão projetando, também, um modelo de reator para gerar energia elétrica para cidades. Não sei se para Iperó (acredito lá seja bem servida de energia elétrica, atualmente), mas em locais mais distantes de hidrelétricas, talvez.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Caro Carvalho. Substancial parte dos recursos usados no desenvolvimento do reator e das centrífugas vieram da FINEP e das agências de fomento á pesquisa (CNPq e FAPESP) ao longo de vários anos de pesquisa. A Nuclep está na alçada do Min.Minas e Energia, inclusive o atual ministro é um almirante. Como o Labgene será um reator de pesquisa, creio que ele não estará ligado á rede de distribuição de energia pública. Inclusive, por questão de segurança, ele não poderá fornecer energia para os sistemas usados para seu controle.

Danton
Danton
1 mês atrás

Mas essa coisa tem 14 metros de altura??! Vai ficar sob a vela do sub?! ?!

Dalton
Dalton
Reply to  Danton
1 mês atrás

Será que você não confundiu 1455 milímetros do “elemento combustível” como tendo 14 metros ? O reator ficará a ré da “vela” dentro do casco de pressão
já que a vela não é pressurizada.

Sequim
Sequim
Reply to  Danton
1 mês atrás

Tem 1455 milímetros de altura. O que convertendo para metros dá 1, 45 metro.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Danton
1 mês atrás

Nada disso.
Tem cerca de 6 à 7 metros.

1455 mm = 1,44 m e se refere à vareta de combustível somente.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Danton
1 mês atrás

Olá Dalton. Pelo que sei, o diâmetro do SBN será de 9,8 metros. O google tem várias imagens do Labgene. Algumas delas mostram a posição do reator dentro do submarino. Geralmente, o reator fica na vertical para permitir a queda dos elementos de atenuação por gravidade. O reator poderia ficar na horizontal para que as barras de atenuação serem inseridas por acionamento elétrico ou hidráulico, contudo as imagens que vi do SBN sempre aparecem com o reator na horizontal

Marcus
Marcus
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Designs mais modernos são diferentes. Os elementos de contenção ficam sob constante ação de molas, por razões de segurança. É necessário gastar energia para remove-los do reator.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Danton
1 mês atrás

Olá Danton;
é certo que o Esquema do Reator Nuclear Naval da MB apresentado na matéria, está bem “borrado” mas, parece-me que indica uma altura de 6m e vários centímetros.

Saudações

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Enfim estamos vendo esse sonho se tornar realidade e finalmente a parcelas do consórcio serem pagas em dia.

filipe
filipe
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Já é um caminho sem volta, mas a MB levará quase 60 anos nesse projecto , sendo o projecto mais longo da historia , de 1970 até 2030, imaginem quase 6 décadas de sangue suor e lágrimas, o bom é mesmo concluir tudo.

Last edited 1 mês atrás by filipe
Esteves
Esteves
1 mês atrás

Do alto desse colina do Morro de Aracoiaba, 50 anos contemplam esse protótipo.

Tivéssemos partido do que somos capazes juntamente com o IPEN…e afastado as interrupções e os egos…

50 anos. Mais 10?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Estamos chegando na tecnologia do Nautilus? Ao que parece, pelo modelo apresentado, em corte, sim. Temos uma miniatura de reator, como o de Angra I. Funcionará? Sim, não resta duvidas é um modelo consagrado. Restam as condições navais de inclinações e acelerações e desaceleração. Materiais compativeis com o resfriamento por água salgada e, o principal: a instrumentação para manter o ciclo de forma automática e segura. Não podemos correr o risco de um vazamento nuclear.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Acrescento ainda que terá que ser muito mais silencioso que o reatores de Angra ou o SNBR vai ecoar mais que Simone no natal nos sonares inimigos.

rommelqe
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

Não confundir ruido gerado no reator e outros oriundos da turbina e no Gerador….

Amauri
Amauri
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Dificil um vazamento nuclear, os reatores sao do tipo PWR como das usinas.BWR e mais suscinto a vazamento

Roberto santos
Roberto santos
1 mês atrás

Essa cascata faz tempo que dizem, arrego ! enchendo o os bolsos de dinheiro esses brincalhões

Amauri
Amauri
1 mês atrás

Pra que todo esse investimento em submarino nuclear.Para enfrentar quem?louvavel a tecnologia mas desenvolvam usinas nucleares.
Para um pais que nao tem saneameto e agua para todos, e um desperdicio. De dinheiro

Thiago
Thiago
Reply to  Amauri
1 mês atrás

Compartilho seu desejo de ver o desenvolvimento de várias usinas nucleares para alimentar o crescimento desse gigante adormecido. Porém me permito de discordar dessa visã, esse senso comum, pobre e rasteiro do “ate quando não tiver saneamento básico é desperdício”. Graças a Deus o homem não vive só do pão e do imediato. É necessário cultivar ambições e sonhos audazes, caso contrário esta nação não nem existiria…loucos e visionários como Colombo, Magalhães, Américo Vespúcio ainda estariam em busca de recursos financeiros para realizar a façanha de explorar o globo, póis na Europa a maioria da população não tinha o necessário… Read more »

Thiago
Thiago
Reply to  Amauri
1 mês atrás

Somos uma grande nação, não só podemos mas sim devemos ter grandes sonhos e ambições.
Um programa desse porte é só benéfico, do ponto de vista de conhecimento técnico e militar. Há vários desperdícios nessa nação, mas esse programa não um deles.
” A espada defende o campo que seu camponês semeia . “

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Fico na torcida para que o cronograma seja cumprido. Esses meios são fundamentais.

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
1 mês atrás

Por falar em reator nuclear, por onde anda o Almirante Othon?

Camargoer
Reply to  Carlos Eduardo Oliveira
1 mês atrás

Olá Carlos. A sentença foi em primeira instância. Ele recorreu e está respondendo em liberdade. Ele jamais deveria ter sido preso. Apenas para comparação, a Suzanne foi condenada a 38 anos pelo homicídio dos pais (com agravantes) enquanto o juiz Bretas determinou 43 anos ao Alm. Othon.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Quanto ao ruido os SubNucs não são silenciosos. As turbinas a vapor, para geração de potencia mecânica e os condensadores de vapor são muito barulhentos. Menos um pouco, mas om apreciável volume estão as bombas de recirculação do condensada e as do resfriamento. A proteção acústica tem que vestir o casco, sem deixar a menor fresta. A adua é um ótimo condutor de pressão sonora.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

“Vim para enterrar Cesar, não para louvá-lo. O bem que se faz é enterrado com os nossos ossos; que seja assim com Cesar. O nobre Brutus disse a vocês que Cesar era ambicioso. E se é verdade era uma falta muito grave, e Cesar pagou por ela com a vida, aqui, pelas mãos de Brutus e dos outros. Pois Brutus é um homem honrado, e assim são todos eles, todos homens honrados.”

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Semana passada assisti a “Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto”, disponível na internet. Vale a pena.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Meu preferido é Ladri di Biciclette do Vittorio de Sica.

Vou procurar esse do Mestre.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Então você vai gostas do “O monstro” do Robreto Benigni.

FFerreira
FFerreira
1 mês atrás

Legal! Mas quando isso fica pronto?

Jef2019
Jef2019
1 mês atrás

Parabéns a Marinha…só não temos ainda um sub nuclear por pressões externas e principalmente por falta de apoio interno, principalmente da classe politica que não priorizam a soberania nacional…o projeto sofreu por anos por falta de verbas, ficando em estado vegetativo. Só foi continuado por persistência da marinha. Espero que não seja descontinuado ou embarrigado, pois os inimigos continuam sendo os mesmos…

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Jef2019
1 mês atrás

Olá Jef. Ao contrario. Os atrasos são devido às decisões da MB. É ela quem estipula quais são as prioridades. O texto do colega Rico descreve o histórico do programa desde a sua origem no acordo nuclear Brasil-Alemanha. Quando a MB colocou o SBN como prioridade, os recursos foram disponibilizados para este fim (dentro da realidade econômica do momento que o país vivia).

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

E mais,

Nas doutrinas, nos planos, nos programas, o que há?

PIB, o eterno PIB
Ausência de ameaças
Nada de inimigos
Uma hora alinhados com os americanos outra hora não
Em um momento enxergando independência em outro momento orando pela diplomacia
Interrupções com o presidente A e contratos bacanas com o presidente B
Orçamentos comprometidos
Total ausência de metas
No deadlines

Enfim,

Parece o Marco Regulatório do Saneamento. Muito já se fez, pouco se produziu, histórias não faltam e…50 anos.

Essa história de dinheiro escondido na Suíça para fazer caixa dois e enganar os americanos…

Nem por Jesus.

Xerem
Xerem
1 mês atrás

A pergunta que faço aqui me desculpe se estou errado ou falando besteira mais nao tem vários engenheiros argentinos ensinando os brasileiros nesse projeto porque dizem que os nossos nao tem condições sozinhos ?

Esteves
Esteves
Reply to  Xerem
1 mês atrás

Não.

Existe um projeto de reator civil para produção de radiofármacos instalado em Iperó em parceria com a Invap da Argentina.

Para produzir esse reator apesar dos conhecimentos dos vizinhos, bastava incluir o IPEN da USP no projeto.

Mas…nunca se teve lá sólida confiança naqueles superintendentes ipenianos. E…nunca se sabe porque as coisas são como são.

Mas…construir reatores é com aquela turma do IPEN.

O reator militar para propulsão de submarinos pertence a MB. É o protótipo Labgene.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Pouquíssimas vezes os cientistas César Lattes e José Leite Lopes, foram entrevistados. Estes sim conheciam e tinham muitas histórias sobre a USP e o IPEN.
Já, o professor José Goldemberg era “arroz de festa” em entrevistas. Pois é!

Esteves
Esteves
Reply to  Edson Parro
1 mês atrás

O IPEN é a sombra do Brasil.

Hora lá, hora cá.

Reclamam que envelheceram e que os conhecimentos se perderão.

Dizem que gostariam de ter construído reatores. Negam que só prestam para dosimetria, irradiações e ping pong.

Eu teria dado a construção do reator de Iperó aos ipenianos.

O IPEN gasta 85% do orçamento com…com…custeios.

Viva.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Toda organização de pesquisa gasta entre 80 e 90% dos recursos com pessoal, principalmente porque os recursos para pesquisa vêm em grande parte das agências de pesquisa, as quais não entram no orçamento das instituições.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Art. 218º da Constituição “O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação.  1º A pesquisa científica básica e tecnológica receberá tratamento prioritário do Estado, tendo em vista o bem público e o progresso da ciência, tecnologia e inovação. (…)  3º O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência, pesquisa, tecnologia e inovação, inclusive por meio do apoio às atividades de extensão tecnológica, e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho.” Resultados? Se não há confiança no IPEN, se o IPEN considera… Read more »

rommelqe
Reply to  Xerem
1 mês atrás

A Ivap ganhou uma licitação para detalhar apenas as tubulações industriais. Foi um preço imbatível e certamente subsidiado. Existem dezenas de equipes de projeto no Brasil que fizeram (e fazem hoje) projetos até muito mais sofisticados e detalhados. Isso não quer dizer que os hermanos não saibam ou não tenham lá seus méritos, mas também é muito diferente de se falar que os brasileiros não tem competência pra isso. Já na década de 70 a PROMON (para citar um único exemplo) ja havia detalhado boa parte das instalações brasileiras … é só um exemplo. Quem quiser conferir pesquize.

Esteves
Esteves
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Tava amarrado.

Contrato de submarinos com os franceses, reator civil com os argentinos.

Nossos conhecimentos nos e com os IKL e os 50 anos de conhecimentos do IPEN que poderiam ter sido utilizados em todas e qualquer empreitadas juntamente com o IPT…jogaram a culpa nas ideologias e nas desconfianças das nossas alianças.

No final…quando chegar o final…descobriremos que somos espertos somente em…em…

Dramas.

Montenegro
Montenegro
1 mês atrás

Excelente notícia, estamos fazendo história. Percebam que o submarino nuclear Brasileiro tem 3 seções ligadas ao desenvolvimento puramente local, ou seja, aquela parte que os Franceses não vão nos entregar. São as seções: 1) seção 20, que é onde fica o motor elétrico. 2) seção 30, onde ficam os turbo geradores. 3) seção 40, que é o reator nuclear propriamente dito. Dessas seções acima, já temos prontas: 1) a seção 20, que se não me engano tem um motor elétrico da WEG. 2) e a seção 30, que inclusive já começamos os testes usando uma caldeira convencional para gerar o… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Olá Montenegro. De foto você tem razão sobre as seções do SBN sob responsabilidade brasileira. Lembrando apenas que essas partes são para o Labgene. As seções do SBN ainda dependem da certificação das equipes antes de serem iniciadas, mas de fato, o país esta cada vez mais perto da conclusão do SN10

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Perto…perto…não.

Estamos indo.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Mais perto do que longe.

Montenegro
Montenegro
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Olá Camaergoer, seus comentários são sempre lúcidos e apropriados. E é verdade, é o protótipo do labgene, que no final, vai nos dar a certificação final desse reator. Mas é bom lembrar do mini reator MB 01, que está em funcionamento há 30 anos e que foi um primeiro passo para a construção desse reator do SNBR. Creio que está tudo ajustado, não teremos muitos problemas com esse reator.

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Ora pois.

Isso é o Labgene.

Quanto ao MEP, seguindo o que se publicou, vêm da França.

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves, veja que esse protótipo do labgene é igual ao reator que será instalado no SNBR, inclusive está sendo construído num cilindro que é similar ao SNBR em dimensões. Funcionando adequadamente, é somente fazer outro e instalar no nosso sub nuclear. Quanto ao motor elétrico(MEP) , realmente existe uma questão envolvida e não tenho certeza que será da WEG, isso não é um problema porque a França está entregando os MEP dos scorpenes convencionais normalmente. Mas com certeza, estamos muito próximos, colocando para funcionar ano que vem, teremos pelo menos 4/5 anos para os testes, enquanto o casco é… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

4 a 5 anos para testes. Construção do casco. Instalação. Testes. Mais testes. Mar. Testes no mar. Mais testes. Incorporação. Testes.

Acho que nos anos 2040.

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Achismo é complicado, eu fico com o calendário dado pela Marinha. penso que está bem formatado, com funcionamento do reator do labgene em 2021, então teremos uns 4 ou 5 anos para testes enquanto o casco é construído, ou seja, 2026 casco pronto, e então começa a montagem do recheio, que eles devem terminar em 2028/29. Testes no mar de um ano ou um pouco mais, assim como fazem os scorpenes convencionais. Veja que todas essas etapas estão bem esticadas, portanto, 2030 é um bom prazo pra entrega, mesmo que tenhamos alguns problemas técnicos ou orçamentários. Eu sinceramente não entendo… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Testes de mar entram nos anos 2030. Nossos calendários sobre aventuras públicas civis ou militares sofrem das pandemias interruptivas características da falta de pressão orçamentária que a atual gestão mostrou fazer. Vamos contar quando estiver comissionado e missionando. Nunca fizemos nada disso. A doutrina e as Malvinas contam histórias sobre a negação do mar com submarinos nucleares operativos. Máquinas de caça. Se teremos uma, essa uma máquina…veja a dificuldade dos ingleses incluindo o descomissionamento. Note também que os americanos pensam em rever a construção de NAes atômicos. Que o Japão e a Alemanha não os querem. Esta claro o custo… Read more »

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“Testes de mar entram nos anos 2030. Nossos calendários sobre aventuras públicas civis ou militares sofrem das pandemias interruptivas características da falta de pressão orçamentária que a atual gestão mostrou fazer. Vamos contar quando estiver comissionado e missionando. Nunca fizemos nada disso.” Me diga onde não é assim, a realidade orçamentária em diversos Países mostram esses problemas com prazos, e isso também é agravado por problemas relacionados ao desenvolvimento tecnológico. EUA está com os cronogramas do F35 e do novo porta avião em atraso, o navio de combate litorâneo não entregou o que eles queriam. No caso dos Ingleses temos… Read more »

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“A doutrina e as Malvinas contam histórias sobre a negação do mar com submarinos nucleares operativos. Máquinas de caça. Se teremos uma, essa uma máquina…veja a dificuldade dos ingleses incluindo o descomissionamento. Note também que os americanos pensam em rever a construção de NAes atômicos. Que o Japão e a Alemanha não os querem. Esta claro o custo de montar um submarino nuclear? Operar? Manter?” O Brasil tem um PIB semelhante a Inglaterra e França, se eles tem cerca de 6 submarinos nucleares e, no caso da França, tem ainda um PA nuclear, porque não podemos ter 2 ou 3… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Quem sabe dos custos é a MB. A MB sabe as consequências de gerir 1 orçamento comprometido. Meios obsoletos. Compramos 4 + 1 submarinos. Quanto ainda custará manter e operar submarinos que não são propriedade industrial e intelectual nossa já que…já que…para evoluir neles ou seguir fazendo/montando teremos que assinar novo contrato com remessas de royalties e engolir ToTs? Uma coisa foi deixada e desaprendida. Os IKL. Esse era o desejo da MB. Aonde iam meter o reator…ora bolas…ora bolas…semanticamente falando…quem quer reator quer explosão. O motivo para o IPEN ter sido deixado ao largo foi um. A desconfiança. Governadores… Read more »

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Cara, a erva que vc está fumando está bem estragada, vc não fala coisa com coisa, mistura temas, divaga, fala coisa que são obvias , faz criticas sem propor soluções, enfim, uma loucura! Mas da pouca coisa sensata que vc disse, eu posso responder alguma coisa: O Brasil pode ter 30 navios de superfície do tipo FREMM, e isso seria afundado no primeiro dia de combate contra uma força como os EUA. Imagine gastar 30 bi de reais em FREMM, seriam apenas 10 navios, já que cada unidade custa cerca de 600 milhões de dólares, muito pouco para encarar uma… Read more »

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“Aprendizado de 50 anos foi amortizado. Itaguaí também. Quando liquidarmos o contrato com os franceses teremos capacidade e competência para montar um casco do zero, produzir elétrica e eletrônica, armas e torpedos, sistemas e vigilância, montar um submarino e vigiar nosso mar? Sangramos mais de 30 bilhões com o PROSUB. Quando o Álvaro Alberto estiver fora do mar…com o que…com o que negaremos atômicamente nosso mar? Precisa de outro. Quanto custa? Temos orçamento? Descontando as capitalizações como as que foram feitas na aquisição do Atlântico e na assinatura das Tamandarés, a MB tem histórico e orçamento para levar adiante essa… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Itaguaí.

Vejo notícias frequentes de afogamentos e acidentes provocados por imperícia. Litoral fundo. Águas escuras.

Vamos torcer.

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

????????????????
Quantos da marinha já se afogaram lá?
Fala sério!
Base de submarinos, quanto mais fundo melhor!

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“Eu não sei da onde tirastes essa conta que pagamos 60% das Tamandarés se…se…além de tinta no papel e cerimonial, nada mais se viu. Disseram que os alemães adquiriram o Oceana. E? Logo os alemães com as almas na bacia. Aonde existe evolução e resultados incluindo nacionalização?” Sobre o pagamento dos 60%, tem matéria aqui mesmo na trilogia, procure que vc acha. Sobre a compra do estaleiro pelos alemães e a transferência de tecnologia, quero dizer que se usou muito esse argumento na época dos caças AMX, e hoje todos sabemos o resultado, não só por termos a 3 maior… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Não tem nada disso.

Nao pagamos 60% coisa nenhuma. Só assinamos o contrato para mais de 10 anos. Talvez 15 ou 20 anos.

Com o câmbio atual…a capitalização feita na Emgepron paga 1 Tamandaré e meia.

Uma e meia.

A Embraer está quebrando. Normal no mundo dos negócios e no mundo das empresas isso acontecer.

Vamos ver se temos valentes para não deixar isso acontecer. Vamos ver de quantos brasileiros precisamos para manter a Embraer.

A história nunca será justa.

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Pagamos sim, a capitalização da Emgepron foi de 7,6 bilhões de reais em dezembro do ano passado, mas ainda no governo Temer tinha havido uma parcela de 2, 5 bilhões, ou seja, o atual governo antecipou um valor de 5,1 bilhoes que seriam pagos em 4 anos. Agora divida 7,6 bi por 6,16 que é a cotação do euro hoje e vc chega a praticamente 1,2 bilhões de euros, se cada tamandaré custa em torno de 500 milhões, estamos falando de 2 bilhões de euros por 4 unidades, então 1,2 é exatamente 60% do negócio! https://estrategiaglobal.blog.br/2020/01/antecipacao-da-capitalizacao-da-emgepron-ajudou-a-aumentar-deficit-nas-contas-publicas.html Mas na verdade, dá… Read more »

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“Em países com a guerra na porta. Nossa dificuldade é encontrar inimigos e localizar ameaças. Pais enorme. Precisa mais de quantidade e de modernidade ainda que de qualidade à provar. 80%…85% dos orçamentos públicos comprometidos com custeios. Todos eles. 5%…6% para investimentos. Em toda a gestão pública. Pega o orçamento de um condomínio e entrega 85% dele aos porteiros. Vai ter que fazer assembleia extraordinária para aprovar novos gastos e novos investimentos. Vai ter que capitalizar. A gestão pública no Brasil é assim. Feita de sustos. No passado, feita de surtos. O Rio contratou 7 hospitais. Desistiu de 5. Os… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Dinheiro público não leva carimbo. Civil ou militar segue sendo dinheiro público.

Você vem aqui na minha sala pedir dinheiro. Eu te dou o orçamento.

Passam meses e você volta pedindo mais. Eu pergunto o que você fez com o dinheiro do orçamento que levou.

Escuto histórias.

Sentado escutando histórias.

As representações que fazem de Shiva mostram a divindade em equilíbrio.

Nem Shiva suporta lamentos.

Montenegro
Montenegro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Vc agora quer falar de Shiva?
Meu amigo, vivemos numa República Federativa, coisas erradas acontecem em todos os Estados e todos os Municípios deste País, e também acontecem em todos os países do Mundo! Ou vc acha que os Eua tem políticos honestos? ou os europeus? quem sabe a Rússia ou a China?
lógico que não e aqui não é diferente. Mas esse debate não é para esse tema, simples assim.

RômuloPP
RômuloPP
Reply to  Esteves
7 dias atrás

Esteves, 2040? Você não estaria sendo muito pessimista com relação ao SN? SMJ, sua prontificação não seria pra meados 2030?

Nilson
Nilson
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Existem matérias aqui no Naval mesmo explicando que o motor principal é francês. Quanto ao andamento do projeto do SubNuc, parece lógico que não se possa fazer o projeto executivo antes da homologação do LabGene. Ou seja, não parece lógico ou producente começar a construir o submarino antes de homologar o LabGene, o correto a meu ver é um passo após o outro. Isso atrasa o andamento?? Claro que sim. E tem a vantagem de poder alongar os custos no tempo, apesar das multas contratuais com os franceses, que devem ser altíssimas. Devido ao cronograma contratado, que foi muito otimista.… Read more »

Camargoer
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Olá Nilson. A MB começou a construção do reator do Labgene. Ele deverá ser homologado antes de entrar em operação. Só depois disso será possível construir o reator para o SN10. Além disso, as equipes que irão cortar e soldar as peças do casco também precisam ser homologadas. Só depois disso será possível fabricar o submarino. Provavelmente o motor elétrico do SN10 será importado e será igual ao motor que já está instalado no Labgene. Por enquanto a MB precisa concluir os SBR. O SBN vira em seguida.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Até Shiva sentou.

rommelqe
Reply to  Montenegro
1 mês atrás

Prezado, na verdade o motor do LABGENE ainda não é WEG, embora pudesse, devido alguns fatores não necessariamente vinculados à tecnologia deste. Só para ressaltar, para os demais, a WEG é um excelente e genuinamente brasileiro projetista e fabricante e, apenas para falar pouco, o maior fabricante de motores elétricos do mundo. Já domina em particular a tecnologia de resfriamento muito particular requerida por motores de submarinos.

Montenegro
Montenegro
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

É verdade amigo, inclusive foi enviado ao Brasil em 2015, conforme essa matéria do naval.
https://www.naval.com.br/blog/2015/06/03/boa-noticia-motor-eletrico-da-propulsao-do-sub-riachuelo-ja-esta-a-caminho-do-brasil/

marcus
marcus
1 mês atrás

Essa planta que mostra um reator com 5,47 metros de altura,é do reator que será instalado no submarino?
Qual o diâmetro do casco do Submarino?

Camargoer
Reply to  marcus
1 mês atrás

Olá Marcus. O SBN terá que 10 metros de diametro

Esteves
Esteves
Reply to  marcus
1 mês atrás

Caberá.

Guatimozin
Guatimozin
1 mês atrás

Não me recordo se a condenação do almt Othon foi confirmada em segunda instância, caso tenha sido o imbróglio aumenta.Do ponto de vista estritamente jurídico o indulto – após o trânsito em julgado – pode ser concedido mas não apaga a condenação e sim livra o apenado do cumprimento da sentença. O certo, pela contribuição ao desenvolvimento do projeto da energia nuclear aplicada (para os fins específicos da MB e do Brasil) seria uma PEC extinguindo processo, condenação e pena. É uma complicada operação jurídica mas que poderia, em tese, ser realizada. Infelizmente, costa nos autos material probante substancial da… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Guatimozin
1 mês atrás

Olá. O processo está em segunda instância. Ele foi condenado em primeira instância e recorreu. Processo 2019.51.01.500819-3 no TF-2. Talvez algum colega possa explicar a consequência, mas no processo, após o relatório de apelação (que eu li), há um ofício do desembargador solicitando um parecer á procuradoria, que não foi entregue. O processo termina com um ofício declarando que decurso de prazo para a emissão do parecer da procuradoria ao relatório de apelação. O que acontece agora?

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Prazos dos cartórios.

Aguarde a manifestação do juízo após o parecer do procurador. Será entregue.

Se não for entregue, o que não acredito que aconteça, isso mostra ao juízo que o estado prefere o silêncio.

Aguardar.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Guatimozin
1 mês atrás

Alguma chance do Alte não ser condenado no STM – pena acessória – por perda de posto e patente e incompatibilidade ao oficialato, face a seus bons serviços prestados ao país?

Mgtow
Mgtow
1 mês atrás

Nosso pais tem uma base tecnologica muito boa. Não é aceitavel a gestão que ai esta nos transformar num protetorado dos EUA. Um Porto RIco Do Sul

Esteves
Esteves
Reply to  Mgtow
1 mês atrás

O Poço.

O de cima sobe.

marcos
marcos
1 mês atrás

adoro os Brasileiros…. tudo que fazem colocam até as plantas para o mundo todo ver e copiar !!! ta loco !

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  marcos
1 mês atrás

Olá Marcos. O funcionamento de um reator nuclear é algo bem conhecido. A dificuldade de construir um é tecnológico. Há na internet manuais de reatores comerciais, como os da Westinghouse. Há inúmeros livros sobre o assunto. O problema é usinar e soldar determinada liga, ou sinterizar os elementos de combustível com alta densidade, etc.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Jovens, Capitalização não tem nada com a contratação. Na apresentação mostrada aqui o CM pediu 7 bilhões para as Tamandarés. Ganharam 9. Detalhes do contrato como câmbio e hedge não serão mostrados. Mas…esse dinheiro convertido pelo Banco Central em euros aos alemães e compensado em reais no orçamento da MB será…será…será usado quando os termos do contrato estiverem em execução. Por enquanto…a capitalização está feita na Emgepron. “Cara, a erva que vc está fumando está bem estragada… Mas da pouca coisa sensata que vc disse, eu posso responder alguma coisa O Brasil pode ter 30 navios de superfície do tipo… Read more »

Cristiano GR
Cristiano GR
1 mês atrás

Todos aqui sabemos da importância e do valor do Almirante Othon e devemos divulgar aos incautos e desinformados da população em geral.

Toda notícia envolvendo a aquisição, ampliação e desenvolvimento de quormaçãoalquer equipamento nuclear é alvo de acompanhamento e tentativa de ispionagem por todos países que puderem colher as informações, e também pode ser alvo de restrições e impedimentos que atrapalhem o projeto, por isso é natural que se tente trabalhar sem detalhar exatamente as escaças verbas.

Já a ação de juízes tem sempre que ser observada com atenção, sobretudo quando a decisão sai muito rápido.