quarta-feira, março 3, 2021

Saab Naval

Sistema de combate a incêndio estava desativado para manutenção no USS Bonhomme Richard

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O sistema de combate a incêndio a bordo do USS Bonhomme Richard estava inoperante no domingo, quando chamas envolveram o navio em San Diego, informou um importante oficial da Marinha dos EUA na segunda-feira.

O sistema de gás Halon “não estava em operação apenas porque estava sendo trabalhado” enquanto o navio de assalto anfíbio estava em manutenção no estaleiro, disse o contra-almirante Philip Sobeck, comandante do Expeditionary Strike Group 3.

O Halon, um gás comprimido liquefeito que interrompe o processo químico de um incêndio, é usado a bordo de aviões comerciais e navios, pois não deixa resíduos, protegendo equipamentos elétricos valiosos em caso de incêndio.

Oficiais da Marinha primeiro informaram o incêndio no domingo de manhã em uma área de carga mais baixa, e o fogo ainda estava queimando na noite de segunda-feira.

Pelo menos 59 pessoas, 36 marinheiros e 23 civis, foram tratados por lesões, incluindo exaustão pelo calor e inalação de fumaça, com cinco ainda hospitalizados para observação. Cerca de 160 marinheiros e oficiais estavam a bordo quando o incêndio começou.

O USS Bonhomme Richard em dias melhores, em operação no mar

Sobeck disse que o fogo começou em uma grande área de armazenamento onde eram mantidos suprimentos de papelão e drywall. As equipes locais, da base e de combate a bordo tentaram reprimir o incêndio com água, mas foram forçadas a recuar.

A Marinha ainda não deu uma causa para o sinistro, e uma investigação está em andamento.

Sobeck disse que o fogo “se espalhou por todo o navio”, mas que a Marinha está “fazendo tudo o que pode” para salvar o navio.

“Estamos avaliando a extensão do dano e isso continuará. Assim que apagarmos o fogo, que é a prioridade, faremos uma avaliação completa”, afirmou.

O incêndio também levantou preocupações ambientais, já que o incêndio provocou nuvens de fumaça sobre San Diego – com autoridades locais recomendando que as pessoas evitem o exercício ao ar livre – e a Guarda Costeira contratou uma Organização de Resposta a Derrames de Petróleo para se proteger preventivamente contra possíveis derramamentos de combustível ou outros detritos.

“Uma zona de segurança de uma milha náutica foi estabelecida para garantir a segurança do público marítimo”, disse o comandante Chris Wright, chefe do departamento de resposta da Guarda Costeira de San Diego, em comunicado na segunda-feira.

FONTE: The Hill

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Ghutoz

Esse deu pt…

Carlos Gallani

Acho que não resta mais dúvida!

Vinicius Momesso

Ainda bem que não foi em um SSBN ou um Nae, por que aí sim a perda seria grande. Mais um “cheque em branco” para à empresa responsável pela construção de outro.

Dalton

Já existe “outro” em construção no momento o futuro USS Bougainville (LHA 8) que deverá ser entregue dentro de 4 anos.
.
O problema é que ele não deveria substituir e sim complementar os demais e isso terá algum impacto negativo a medida que os demais terão que “trabalhar” mais arduamente e/ou haverá lacunas em missões.
.

Sagaz

Qual a proporção desse em relação ao Atlântico?

Camaergoer

O LHD-6 dos EUA desloca 40 mil ton. O A140 da MB desloca 20 mil ton.

Jorge Knoll

O LHD-6 corresponde a dois (2) A140 da MB,

Alison Lene

Com certeza a recuperação não deve ser viável economicamente.

MMerlin

Não duvido que a USN reconstrua o navio ou entregue um novo apenas com intuito de recuperar a moral da tripulação.
Mas não dá para negar que a condição da embarcação ficou bem comprometida.
E ainda aparecem aqueles que ficam postando comentários de torcida quando aparecem embarcações de Rússia, França e China na mesma situação.
É de uma tristeza enorme ver uma embarcação que demorou anos de construção passar por este tipo de incidente.

Rodrigo Maçolla

Putz que cagada tudo isso, ainda bem que ninguém se feriu gravemente…. mais é uma lição a aprender nesse episódio “sistema de combate a incêndio estava desativado para manutenção”

Pedro Gilberto

Entendo que há uma diferente entre o sistema estar desativado e não funcionar. A desativação do sistema de combate a incêndio faz-se necessário quando alguma outra manutenção pode produzir fagulhas ou fumaças evitando assim o acionamento indevido de modo automático. Contundo, o sistema de incêndio ainda deveria estar funcional e poder ser acionado manualmente para justamente situações assim. A não ser que a manutenção estava sendo feita diretamente no próprio sistema de combate a incêndio e, portanto, desligado. Nesse caso deveriam ser acionados procedimentos que suspendesse qualquer outra atividade que pudesse causar algum incidente além de deixar de prontidão as… Read more »

Matheus S.

Pelo que eu li ocorreu uma explosão enquanto a tripulação protegia o espaço onde o incêndio inicial havia começado antes que eles pudessem acionar com segurança o sistema de combate a incêndio. O fato de poucas pessoas estarem no navio quando o incêndio começou, cerca de 160, certamente limitou a resposta adequada a este tipo de situação, mas que em contrapartida, não resultou em mortes, do que se contrário tivessem pelo menos os 1.000 tripulantes do navio, o que geraria vítimas fatais sem dúvida, mas a resposta seria mais adequada e não chegaria nessas proporções. Aparentemente, no local do incêndio,… Read more »

nonato

Interessante análise.
Mas reitero o que disse ontem.
Navios são valiosos e caros.
Tudo deve ser feito para não perde-los. Especialmente em casa.
Deveriam ter algum sistema de combate a incêndio manual portátil próximo do local de serviço.
Na verdade, deveriam retirar qualquer material ou substância inflamável próxima do local onde o serviço está sendo realizado.

Victor Filipe

Pelo que parece, o sistema estava desativado porque manutenção estava sendo feita nele.

nonato

Então por que estavam realizando outra manutenção sem o sistema de combate a incêndio funcionando?
Compartimentos estanques não deveriam ser só para água, mas para incêndio também.

Carvalho2008

E existem! Sao aquelas portas enormes corta fogo do conves inferior, parecem ate aquelas portas de garagem que dividem o conves inferior em compartimentos. O que nao entendo é que raio de material é este que derreteu ate o convés… independente do fogo oi princípio de fogo, como o que em tese que seria somente ferro em si e tinta pode pegar fogo e alastrar tão fácil?

m. wolf

alguns oficias vão passar no RH depois dessa

guilardo

Isso acontece na Marinha dos EUA, quando uma omissão técnica leva à perda de um importante navio. Recordo-me então de um país sul americano que perdeu um submarino que estava atracado, por conta de um válvula deixada aberta. Agravante, que aquele sub tinha se submetido à uma grande reforma para deixá-lo operante. Até hoje não se sabe se aquele comandante do sub passou no RH…

Vilela

não foi na India?

Leandro Costa

Não. Foi no Mocanguê durante o Reveillon mesmo.

GUPPY

Não foi no AMRJ, num Natal?

Dinoacjunior

foi. Sub Tonelero, em 25 de Dezembro de 2000.

João Bosco

Duvido que tenha passado por lá algum dia……

Dr. Mundico

O que também lembra o triste caso da base brasileira na Antártida, quando um incêndio matou 2 oficiais e destruiu anos de pesquisa e milhões em investimento.
Ficou apurado que um oficial abandonou seu posto na área de abastecimento para, vejam só, participar de uma festinha de aniversário.
No barato, incorreu em desídia, negligência e abandono de posto.
E por isso ficou.

Elcimar

operante? acho que vc esta equivocado ..posso estar enganado mas esse submarino estava desativado já,servindo como museu,no espaço cultural da marinha

Elcimar

desculpa..vc ta certo mesmo..foi no Mocanguê esse fato,confundi os casos.

Dinoacjunior

Bom dia à todos!
o navio, Submarino Tonelero, estava operante e afundou no cais do AMRJ na noite de 25 de dezembro de 2000.

Nilson

Mesmo que fosse museu, não justifica o descaso com o R$ dos brasileiros que produzem e alavancam nossa economia. Gilmar Mendes não deixa de ter razão. Que país é este?

Nilson

Lembrando que esse Nilson não sou eu. Xará, podemos combinar um de nós dois mudar o nick?

Bento Ferreira Perrone

Tô pra te dizer que o exército deveria dar uma medalha pro Gilmar, ele não tava fazendo nada além de proteger a instituição EB….ele fez um alerta muito pertinente que deveria ser ouvido.

Mauricio Pacheco

O Submarino Tonelero S 21, estava operante e atracado no cais do AMRJ para reparos em uma válvula de um dos tanques de lastro, o oficial de serviço foi fazer uma manobra de esgotamento de um dos tanques de ré, estando no compartimento de manobra, a noite, de foma irregular, uma vez que é obrigatória a presença de um vigia no convés, por algum motivo a água passou a alagar o tanque causando aumento de peso a ré e o embarque de água pela escotilha da praça de máquinas, que não pode ser fechada pois estava com tubulação de exaustão… Read more »

Funcionario da Comlurb

Putz! Não sabia disso!

Oráculo

Obviamente que ele não passou no RH.

E é mais que obvio que deve estar encostado em algum “comando” da Marinha, cumprindo funções administrativas como “aspone” e esperando a aposentadoria.

Kornet

Ou virou Capitão América rs.

Clésio Luiz

“o fogo começou em uma grande área de armazenamento onde eram mantidos suprimentos de papelão e drywall.”

Não é muito difícil imaginar que algum fdp achou que era um bom lugar para fumar …

MFB

Aquela famosa e “inocente” guimba de Marlboro. “Vou fumar aqui rapidão e não vai dar nada”.

Nilo Rodarte

Desculpem pela ignorância, mas qual o motivo de tanto papelão e drywall armazenados a ponto de conseguir criar um incêndio dessas proporções?

Matheus S.

A área onde o incêndio começou, que era a área de armazenamento inferior do veículo, estava cheia de papelão, panos, drywall e outros materiais combustíveis para a necessária reforma e manutenção do navio.

GuiBeck

FUBAR… sorry

Pedro

FUBA!!!

Heinz Guderian

Baita prejuízo! Espero que nenhum Marinheiro tenha vindo a óbito. A bruxa está solta em 2020, já foi Rússia, China, França, EUA.

Fabio Araujo

Isso mostra que mesmo os melhores e com mais orçamento também estão sujeitos a acidentes e falhas.

Brunow

Este ano na Rússia não teve incêndio, o Kuneztsov queimou em Dezembro 2019.

Trathanius

“Sobeck disse que o fogo começou em uma grande área de armazenamento onde eram mantidos suprimentos de papelão e drywall”.
Diablos señores para que tanto papelão e drywall em um navio militar?

Vilela

pensei a mesma coisa… dry wall? pra que parede dry wall no navio?

Ricardo Bigliazzi

reformas

Vilela

Melhor usar como alvo para testes, na verdade nem para alvo seria bom tamanha avaria… perda total!
ah, quem sabe a MB reforme… compre o projeto com tot… brincadeira!

Fabio Araujo

Que estrago, e não tinha pior hora para um incêndio logo na manutenção do sistema de combate à fogo!

Esteves

É uma merda. Mas,

 Além da Eternidade, 1989 do Steven Spielberg.

Não dá pra saber do que as pessoas são capazes sem a submissão. Estresse. Esforço. Empenho.

Zona de conforto não forma homens. Nem Marinheiros. Combater incêndios, lutar contra agentes insólitos, derrotar. Alocar recursos inteligentes e estar preparado para realidades endemoniadas. Isso forma caráter.

O navio voltará a navegar.

João Bosco

Já imaginaram se ess belonave estivessem com todas as aeronaves e helicopteros a bordo, abarrotado de combustível e armamento? Não quero nem imaginar…..

Nilo Rodarte

Mas nesse caso certamente o sistema de combate a incêndio não estaria desativado.

Bento Ferreira Perrone

Ainda assim….com um navio equipado, cheio de gente e munição e navegando, acho que ia explodir bastante coisa…. muito provavelmente ia a pique. É só ver os vídeos de porta aviões atingidos na segunda guerra pra ter uma idéia….navio aeródromo é muito “volátil”

Arthur

Mesmo sistemas contra incêndio demandam manutenção…

Dessa vez a Lei de Murphy lembrou que não falha.

Willber Rodrigues

Pro convés ter derretido igual isopor, é porque o negócio foi feio…

FB_IMG_15947425923885266.jpg
Jack

Difícil ver um navio relativamente novo, nessa situação. Mesmo sendo outra marinha, pais rico que pode muito bem viver sem ou mesmo encomendar outro se for o caso….Mas é triste de ver, chega dar uma tristeza, ainda bem que o pior não aconteceu, ninguém morreu.

Luis Henrique Lopes de Almeida

Sinto o cheiro de sionistas.

ednardo curisco

Se o sistema estava desligado a atenção era para ser triplicada. Equipes extras de combate a incêndio e a segurança deveria ter sido ainda maior.

John

Mesmo que estivesse funcionando, duvido muito que a área que iniciou o incêndio era protegida por Halon. Geralmente utiliza-se ampolas de Halon/CO2 só em compartimentos que possuem grande quantidade de equipamentos embarcados ou que há grande possibilidade de incêndios, como em uma praça de máquinas.
Estranho do incêndio iniciar no Domingo. Será que havia mesmo manutenções sendo realizadas no dia?

Matheus S.

Embora a USN tenha inicialmente planejado usar o Halon como um sistema de combate de incêndio em um espaço com eletrônicos,o sistema como um agente não-tóxico muito eficaz resultou na substituição em outros espaços e compartimentos do navio como em espaços de armazenamentos de veículos, a provável área onde se iniciou o incêndio do LHD.

Eu li que não estava sendo feito reparos naquela área inicial no momento do incêndio.

ednardo curisco

Curiosidade de leigo: “quem fica no ‘comando’ de um navio em reparação?”

Dr. Mundico

O comandante é o responsável pela administração da nave em serviço ou missão, o que não o faz culpado de tudo de errado que aconteça. Mas em caso de manutenção, as normas técnicas pertinentes aos procedimentos devem ser cumpridas pelas pessoas envolvidas no reparo. Essas equipes incluem engenheiros, projetistas, técnicos especializados em segurança, logística bem como o pessoal subalterno diretamente envolvido na ação. Portanto, seguem normas contratuais e assumem responsabilidade civil por atos ou omissões. Não sei no caso da nave em questão, mas geralmente esses procedimentos são realizados por empresas privadas contratadas com algum apoio de equipes internas. Vale… Read more »

Ricardo Bigliazzi

Parece que ninguém morreu no incêndio, isso já é uma grande noticia. Daqui a alguns dias deve começar o trabalho gigantesco para avaliar os danos do navio. De qualquer forma os valores envolvidos na recuperação ou reposição do navio serão bem grandes.

Marcelo

Murphy é implacável.

Teropode

Terá um bom destino como recife artificial .

Luiz Trindade

Por isso que eu escrevi na outra publicação que era muito mas muito estranho e que deveria se conduzir muito seriamente um inquérito militar sobre esse incêndio. Agora se vê a causa delinquente que poderia ter custado vidas. Realizar manutenção sem o sistema de incêndio ativo?!? Vai lá… Tava fazendo substituição ou manutenção seja lá o que for… Não se pensou em ter um sistema de backup caso acontecesse um sinistro? E olha que foi na toda poderosa Marinha dos EUA. País de primeiro de mundo… Porque não só se faz algo depois que a M… aconteceu?!? Porque não se… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Luiz Trindade
Matheus S.

Você sabe que a USN tem uma das melhores políticas de segurança do trabalho? Pode ser em qualquer esfera, combate de incêndio, segurança da tripulação, eliminação de dejetos… qualquer uma a USN sempre está à frente de outros países. Outro fato é que esse tipo de situação é evitável, mas não excludente. Pois sabe-se que é mais perigoso quando o navio está em reparos e manutenção do que navegando no mar. O que aconteceu foi uma fatalidade, mas com causas explicáveis e que serão aprendidas no futuro para evitar esse tipo de situação. Não é um fato isolado e não… Read more »

Luiz Trindade

Me desculpa… Mas isso é desculpa que ouviria de um Almirante da USNavy para mim brasileiro. O responsável vai ter que ser explicar sim ao contribuinte norte-americano porque um navio desses ficou sem o sistema de combate à incêndio e ponto. Ahhh mas tinha mas o sistema era manual… E porque manual e não automático para se evitar o pior? Tem de se saber as causas que ao meu ver foram negligentes sim e deram enorme prejuízo. Quanto mais perigos mais necessário se faz uma análise de riscos e Planos de Respostas à Emergências… E para terminar… Vc não esta… Read more »

Matheus S.

Então tá.

Jagderband#44

Se serve de consolo, a belonave já tem 25 anos de uso, já se pagou.

Dalton

Não Jagder. O “BHR” foi comissionado em agosto de 1998, portanto tem “apenas” 22 anos e conforme decidido anos atrás ao invés dos “grandes anfíbios” serem “aposentados” com no máximo 35 anos como foi o caso do então USS Peleliu descomissionado em 2015, 40 anos são a norma agora. . Mesmo que ele fosse descomissionado com 35 anos ainda assim teria outros 13 anos de vida e o “BHR” também havia recebido melhorias para operar o F-35B. . Os “grandes anfíbios” são extremamente necessários até para ajuda humanitária e socorro em calamidades naturais mesmo nos EUA, então, ele certamente fará… Read more »

Jagderband#44

Bom, Adml. Dalton, pelo menos não incendiou aos 5 anos né.
A notícia é ruim e teu comentário é muito relevante.
Tenho impressão que os anfíbios surgiram da necessidade detectada/sentida na 2GM, desde lá USN é benchmark na área.

Nilson

Mestre Dalton, li em algum lugar que essa reforma que estava no fim no BHR, para poder embarcar os F-35, durou 2 anos ao custo de US$ 250 milhões. Procede? E se for, que prejuízo enorme, heim?

Dalton

A “reforma” não foi apenas para embarcar o F-35B e começou para valer em junho de 2019 embora o contrato tenha sido assinado ainda em setembro de 2018 por 250 milhões e estava quase no fim quando se deu o incêndio, então, de fato foi um
grande prejuízo Nilson.

TeoB

se continuar flutuando de boa, dava pra rebocar e fazer um exercício pra testar uns torpedos e misseis…

Fabio Araujo

OFF – A bruxa esta solta nesse ano, um esta tendo um incêndio em um estaleiro no Irã.

https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2020071515834311-incendio-atinge-navios-em-porto-no-sul-do-ira-segundo-midia-video/

Funcionario da Comlurb

Historicamente é exatamente durante os períodos de manutenção que navios estão mais sujeitos a incêndios.

rommelqe

Algumas considerações: 1) a “tripulação” do USSBR é da ordem de 160 pessoas.O total de 1000 pessoas adicionais citadas constituem tropas que podem ser transportadas até o cenário de guerra no qual esteja enganjado. 2) em razão de ser nocivo à camada de ozonio o gas halon é proibido desde 1994 (But, in 1989, when the Montreal Protocol determined that halon depleted the ozone layer, and the U.S. Environmental Protection Agency subsequently banned its manufacture in 1994, the search was on for halon replacement options. It’s true that properly maintained systems could be grandfathered and remain in use…) Em outras palavras talvez esta seja uma das excessões …… Read more »

Dalton

Rommelq…acredito que você fez uma pequena confusão. A tripulação do “BHR” é de pouco mais de 1000 integrantes dos quais apenas cerca de 160 estariam a bordo no domingo quando o incêndio começou.
.
Além dos pouco mais de 1000 tripulantes, deve-se acrescentar os quase 2000
fuzileiros navais incluindo pilotos e tripulantes de aeronaves do USMC.
.
Quando totalmente carregado o “BHR” e demais navios da classe Wasp
deslocam 40.000 toneladas e contam com quase 3000 pessoas a bordo.
.

Esteves

Progresso.

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rommelqe

Bom progresso hein professor!!!
Claro que a USN está extremamente bem aparelhada e possui uma gestão de contratos primorosa e altamente qualificada. Contudo esse infeliz acidente demonstra que os responsaveis pelos serviços de manuteção tem que melhorar seu planejamento de combate a incêndio incluindo uma melhor definição das rotas de fuga etc.
De todo modo chegar ao nível de eficiencia e profissionalização deles é certamente extremamente difícil. Isto tudo faz parte do risco do negócio que, por si só, já é extremamente perigoso por definição.

Esteves

Se.

Se o navio tivesse sido atingido em batalha todos estariam torcendo pelas vidas e pela salvatagem do USS Bonhomme Richard.

Mas foi um acidente.

Logo…a turma que torce pro jacaré também torce pro navio ir pro fundo do mar.

Gostei do professor. Está abaixo de mestre, mas é um título.

O Esteves deveria…tinha que ter sido. Depois historiador. Depois doutor historiador.

Esteves professor, historiador, doutor historiador. Bacana.

Mas não ia poder dar aulas na FGV. As coisas estão meio estranhas por lá.

rommelqe

É isso aí, se fosse em batalha era outro papo! Não é da EEM? Abraços!

Hilton

Pessoal, já apagaram o incêndio? Alguma notícia atualizada?

Luiz Floriano Alves

O Brasil foi compelido a eliminar o uso de gases clorados, como o Freon e Halon. E a USNavy utiliza nos sisemas de combate a incêndio, o Halon. Nada justifica isso. Existem outros produtos mais adequados. Se um navio nosso usasse o Halon já teríamos até o Papa discursando contra.

Esteves

“A GESPI possui a maior reserva de gás Halon do Brasil e é certificada perante o IBAMA e a CETESB para promover a reciclagem e receber o descarte do Halon das empresas que estejam desativando ou modernizando seus sistemas de combate a incêndio.

Ademais, a empresa é qualificada para fazer a revisão e teste hidrostático dos extintores de halon utilizados em:

  • Extinção de incêndio na navegação aérea e marítima;
  • Aplicações militares;
  • Acervos culturais e artísticos;
  • Centrais de geração e transformação de energia elétrica e nuclear; 
  • Plataformas marítimas de extração de petróleo.“

 

Fabio Araujo

Após 4 dias o fogo foi extinto!

https://twitter.com/USPacificFleet/status/1283859463296806912

#USNavy Rear Adm. Philip Sobeck: After four days of firefighting, all known fires have been extinguished aboard #USSBonhommeRichardhttp://go.usa.gov/xf249Traduzir Tweet

Jagderband#44
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