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Fragata União completa 40 anos de incorporação à MB

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Fragata União – F45

A Fragata União – F45 completou hoje, 12 de setembro, 40 anos de serviço ativo na Marinha do Brasil.

O União é o sexto navio da classe “Niterói” (Vosper Mk.10), encomendada pela Marinha do Brasil ao estaleiro britânico Vosper Thornycroft em 20 de setembro de 1970.

A fragata foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) com transferência de tecnologia, juntamente com a Independência – F44.

Ela foi lançada em 14 de março de 1975 e comissionada em 12 de setembro de 1980.

Em 2003, a União passou pelo processo de modernização MODFRAG, que proporcionou ao navio um aumento da vida útil.

Na época, armas e sistemas de detecção foram substituídos por equipamentos de última geração, tendo em vista a obsolescência do equipamento original.

Desde novembro de 2011, o União vem liderando periodicamente a Força-Tarefa Marítima (MTF), unidade marítima das operações da UNIFIL no Líbano.

Fragata União antes do lançamento, na carreira grande do AMRJ
Fragata União, versão antissubmarino, fotografada em 1988, durante exercício. Na popa pode ser visto o lançador de mísseis ASW Ikara, cuja antena diretora ficava dentro do radome que aparece sobre o passadiço (Foto: Alexandre Galante)
Lançamento de míssil antissubmarino Ikara pela fragata União nos anos 80



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Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

JÁ ?! eita…

Marcos10
Marcos10
1 mês atrás

As Tamandarés visam substituir as Niterois?
Se sim, por qual motivam já não pediram uma fragata de tonelagem equivalente, ao invés de uma de 2000 ton que hora está sendo ampliada?

marcus
marcus
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Se bobear ela vai ser utilizada por mais 20 anos.O Parnaíba (U-17), já empurra água a 82 anos.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  marcus
1 mês atrás

Vixi!!! O Parnaiba ainda está em serviço? Tá de brincadeira, né?

marcus
marcus
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás
Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

E qual o problema?
Ele ainda cumpre a missão muito bem, sem falar que é o mais poderoso navio na região.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Não teria sido melhor uma meko 200 de 4000T?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Marcos10
1 mês atrás

Pois é, tem vários projetos na faixa das 4000T, inclusive uma da meko, a meko 200. Quase 600 toneladas á mais que as tamandares modificadas.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
1 mês atrás

Estes dias estava pensando na classe Niterói, em transformar todas (as possíveis, claro) em corvetonas…colocava um 76 mm SR na prova, retirava os dois 40 mm, esticava o helideck até o espelho de popa e fechava; abaixo do helideck instalava um sonar rebocavel e colocava o máximo de equipamento nacional nelas.
Deixava só pra empurrar água mesmo, patrulhar nossa plataforma continental. Mas não sei se elas aguentariam todas estas reformas pra navegar mais uns 10 anos.

marcus
marcus
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Incrível !! O Brasil não consegue projetar uma Fragata. Não estou falando para partir da estaca zero, poderia fazer engenharia reversa na classe Greenhalgh que tem um deslocamento maior.
Alguém acha que a China partiu do zero, para construir as fragatas e corvetas que possui?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  marcus
1 mês atrás

Amigo, nós não projetamos ou conseguimos construir navio patrulha de 500T.
E não é por falta se dinheiro não. Gastamos uma fortuna para, mal e porcamente,construir uma réplica de caravela de 500 anos que mal é usada.

Fernando Vieira
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Caravela essa que inclusive foi terminada fora do prazo e não pode fazer a navegação original de Cabral porque assim que foi pro mar adernou perigosamente.

O Brasil não conseguiu replicar tecnologia de 500 anos atrás. Isso explica porque não conseguimos lançar foguetes que os alemães lançavam a quase 80 anos atrás.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Fernando Vieira
1 mês atrás

Boa tarde da tecnologia utilizada na época para construção de Caravelas e Galeões foi esquecida.
A falha não foi nem tentar e conseguir, o erro foi em subestimar o projeto e construção, acreditando que, por ser uma técnica do passado, seria fácil reproduzir. Deu no que deu.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Binho
Binho
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Só vai acabar o dia que algum presidente investir massivamente em educação e ciências…… pra diminuir corrupção em todos lugares e pra termos chance de termos ótimos profissionais.

Nem preciso dizer sobre uma classe de corvetas mal projetadas por engenheiros daqui.

Ersn
Ersn
Reply to  Binho
1 mês atrás

Também tem que mudar o foco das universidades federais que parece que é muito voltada para ciências humanas e incentivar a área de exatas e P&D relacionadas

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Ersn
1 mês atrás

O problema e mais complexo amigo. As universidades públicas estão mais voltadas para as humanas e as particulares tambem, por motivo de demanda. Aliás as públicas são as que mais investem em educação e pesquisa e desenvolvimento das ciências exatas.
Motivo, temos pouca demanda desses profissionais no Brasil. A nossa indústria investe nada ou quase nada em pesquisa e desenvolvimento.
Preferimos comprar projetos prontos de fora e só ter engenheiros, quimicos, fisicos, biológos para manter a produção da técnologia importada funcinando.

Salim
Salim
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Infelizmente e isto ai, igual tot só produzimos sem avançar ou assimilar tecnologia. Só temos a Embraer que quebrou este paradigma.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Caro Ersn. A universidade é uma instituição de ensino que atua em diferentes áreas, tanto na graduação quanto na pósgraduação. Se a instituição focar uma área apenas, como faz o IME e o ITA, deixam de ser universidades e passam a ser institutos. As universidades públicas brasileiras oferecem 3789 curso na área de educação, como cursos de letras, línguas (as particulares oferecem 3645), 571 cursos de artes (1123 nas particulares), 566 de ciência sociais e jornalismo (1322 nas particulares), 1096 de administração e economia (8443 nas particulares), 620 cursos de ciências naturais, biologia, física e química e matemática (289 nas… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Binho
1 mês atrás

Odeio a corrupção más a culpa do nosso atraso não é só dela. Se fosse esse o motivo, a Russia, e China deveriam estar tão ruins quantos nós e a India ainda na idade média.

Last edited 1 mês atrás by Cristiano de Aquino Campos
Vovozao
Vovozao
Reply to  Binho
1 mês atrás

13/10/2020 – domingo, btarde, Binho, sem desmerecer, os engenheiros brasileiros informaram que nos testes nos tanques havia um erro, porem, como sempre só vale quando a opiniao vem de fora; pagaram uma nota para os suecos confirmarem, por outro lado os suecos deram o ok…… construiram, havia o erro no projeto…. e, a besteira ja estavs feita , e, pelo que sei nao houve nenhum ressarcimento dos suecos, pagamos e pronto.

Salim
Salim
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Qualquer projeto novo tem risco, por isto primeiro da classe em construção e lançado e testado e com estes parâmetros se corrige o projeto. A classe Barroso e um exemplo deste aprimoramento, quando chegamos lá matam projeto. O mesmo aconteceu com napa500, inace entregou 3 barcos em 2012, hoje estamos pagando consultoria espanhola pra acabar os dois barcos restantes e abandonamos conhecimento adquirido inace,os mesmos na época proporam fazer opv nacional e nada. Tem os casos dos Tupis, aprimoraram Tikuna, dai abandonaram projeto. E por ai vai

glasquis 7
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Pois é, eu comentei isso algumas vezes e praticamente fui escorraçado.

Hnerique
Hnerique
Reply to  marcus
1 mês atrás

Fragatas são um dos meios militares mais complexos que existem. Uma fragata de primeira não sai por menos de US$700 milhões. Totalmente esperado nossa impossibilidade de fazer uma.

Caique
Caique
1 mês atrás

Eu tenho uma duvida, qual o motivo da diferença de posição dos lançadores dos exocet’s?

Dalton
Dalton
Reply to  Caique
1 mês atrás

Se entendi bem sua pergunta Caique, caso você retorne, isso se deve ao fato de que originalmente as fragatas foram equipadas com o modelo ” MM 38″ e mais tarde com
o “MM 40”, com lançadores mais compactos.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Elas vão continuar empurrando água por mais quanto tempo? Mais 5 anos? 10?
Não sei se fico feliz em saber que o pessoal da MB consegue cuidar bem e manter operacional um navio de 40 anos, ou se fico triste em saber que ainda temos um navio de 40 anos patrulhando nossas águas.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

12/09/2020 – sábado, btarde Willber, fico muito triste sendo a 9(nona) economia, estarmos festejando uma fragata com 40 anos de comissionada, 45 anos de fabricação/lancamento ao mar, para mim, é uma situacao inconcebível, e, levando-se ainda em conta que todas as outras fragatas da forca de escoltas estão beirando os 40 anos. Muito triste ter uma marinha muito sucateada, é uma palavra triste e pesada, porém, a nossa realidade, temos que agradecer que nossos homens de maquinas ainda conseguem resolver os problemas que surgem.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

O pior é que, na época, compramos o ToT dessa classe a preço de ouro…pra quê? Pra 40 anos depois, comprar-mos, novamente a preço de ouro os direitos de outra classe, só que alemã. E 40 anos depois, não conseguí-mos construir “simples” navios patrulha de 500 ton.
Mas ok, não vou me aprofundar nessa crítica, isso já foi debatiso trocentas vezes na trilogia.
A única coisa que direi é que acho muito bonito o design dos navios dessa classe.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Wilber Rodrigues ” O pior é que, na época, compramos o ToT dessa classe a preço de ouro…pra quê? Pra 40 anos depois, comprar-mos, novamente a preço de ouro os direitos de outra classe, só que alemã. ” O me~smo não ocorreu / está ocorrendo com os submarinos? Os classe Tupi, não foram baseados em tecnologia alemã e agora está ocorrendo com tecnologia francesa?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Alexandre Cardoso
1 mês atrás

“Os classe Tupi, não foram baseados em tecnologia alemã e agora está ocorrendo com tecnologia francesa?”
EXATAMENTE!!!
Compramos ( a preço de ouro, obviamente ) o IKL dos alemães, lá atrás, com a desculpa de ToT, fizemos apenas UMA unidade totalmente aqui, e depois?
Os IKL’s estão praticamente encostados por falta de PMG, e fomos atrás dos franceses, pra pagar CARO ( de novo ) pro ToT dos Scorpenes.
Mas e o quê aprendemos com os IKL’s?
Vamos jogar, literalmente, no lixo. Pura e simplesmente assim.
É ou não é pra ficar revoltado?

Zorann
Zorann
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Seriam 2 submarinos adicionais… O Tapuia foi cancelado.

Pode escrever aí. Isto vai acontecer/está acontecendo de novo com os submarinos, bem debaixo de nossos olhos, só não vê, quem não quer. Já mudaram a END, já “abandonaram” os Tupis, cronogramas dilatados, passaremos mais de uma década sem novos submarinos, esperando o “Alberto Roberto”.

glasquis 7
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Por diversas vezes discuti essas compras com TOT que o Brasil faz. Sempre se defendem com que os outros compram de prateleira mas o Brasil compra com TOT pra produzir localmente mas, Depois do TOT do AMX que deveria dar independência tecnológica na produção de caças se compra o TOT dos Gripen, depois do TOT dos Tikuna, que deveria dar independência na produção de submarinos, se compra o TOT dos Scorpene e depois do TOT das Niterói se compra o TOT das Tamandaré. Assim se Faz constantemente compras com TOT gastando absurdos mas que não tem continuidade. Com certeza a… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Falou tudo. Era melhor, ter comprado de prateleira e investido no desenvolvimeno de armas e sensores nacionais.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Eu sempre defendi isso aqui na Trilogia. ToT para poucas unidades produzidas, pouca escala sem solução de continuidade como acontece nas compras da FA, é rasgar dinheiro. Melhor comprar off-the-shelf e dominar os ciclos de operação, manutenção, códigos-fonte, etc…

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Adriano Luchiari
1 mês atrás

Israel fáz assim. Compra o caça pronto e coloca os eletrônicos e armas nacionais.

Salim
Salim
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Concordo, este caminho e bom e traz indepencia tecnológica e na defesa nacional. Embora pelo nosso tamanho e gasto defesa temos condição de fazer tudo.

Henrique
Henrique
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Exatamente. Tentaram fazer um e viram que é caro demais e desnecessário. No máximo modificaram um que já dominavam, venderam bastante (Kfir) e depois compraram de fora e modificaram melhorando o meio. O máximo que a gente faz é adquirir os direitos de produção e modificar (piorar) ele pra ficar mais barato.

Salim
Salim
Reply to  Adriano Luchiari
1 mês atrás

O problema náo e o tot, o descaso no planejando e solidificação da tecnologia e que mata. Tot Niterói saiu Barroso, estamos abandonando, tot tupi deu tikuna, abandonamos. No caso helicópteros pagamos tot pra filial empresa européia, o guarani e quase igual. Os napa500 produzimos 3 e agora pagando consultoria espanhola. Ai esta a falta de planejamento e descaso com dinheiro publico. A FAB e a menos pior graças a Embraer que aproveito bem tot xavante e AMX, porem quando poderíamos lançar caça quarta geração nacional veio tot tardio gripen ( tucano e kc390 são menções honrosas, fora linha comercial… Read more »

glasquis 7
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Mas se continua a falar em NA

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Na realidade a F-45 União foi a sexta e última da classe Niterói a ser comissionada, e assim sendo todas as demais já possuem mais de 40 anos.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Boa tarde de Sábado a todos os Senhores camaradas do Naval e da Trilogia!

Eu notei que levou um pouco mais de 5 anos desde o lançamento à incorporação. Tendo sido 10 anos desde a assinatura do contrato de aquisição à entrega da sexta unidade.
Como não sou do meio naval, deixo a pergunta a quem saiba e deseje responder:
_Impressão minha ou na época o AMRJ em aquela época era mais, digamos ágil na entrega das embarcações.?

Lembrando que nem todas as Mk10 foram construídas no Brasil.

CM

Salim
Salim
1 mês atrás

Parabéns, muitos anos de vida. Gosto muito classe Niterói, os cascos são bastante robusto e navegam bem, com ótimo desempenho. Seria bem produtivo, com base nas Niterói, criar classe brasileira fragatas leves, so rearanjando lady out e novo casario, talvez até de material compósitos. Temos esta tecnologia, seria somente uma atualização projeto, visto que são barcos robustos e bons de mar aberto. Com aço brasileiro e custo nacional mão de obra baixo como esta hoje, teríamos condição de fazer mais com menos recursos. Além de ser uma boa plataforma para exportação.

Henrique
Henrique
Reply to  Salim
1 mês atrás

Querer fazer uma fragata na segunda década do século XXI a partir de um casco de uma fragata dos anos 70 do século passado… É cada uma! As vezes penso que os comentários aqui deveriam ser restritos.

Last edited 1 mês atrás by Henrique
Salim
Salim
Reply to  Henrique
1 mês atrás

O casco da Niterói e eficiente veja potencia motorização e desempenho hidrodinâmico e estabilidade de tiro, bem como durabilidade e capacidade de enfrentar mar aberto. Se VC ler meu comentário ressalto importancia do rearranjo do lay out da mesma e novo projeto casario, com troca de material, ate propus material composite, pois e um ponto falho deste projeto. Se VC tem capacidade de avaliar cascos atuais, praticamente todos são derivados de projetos consagrados passado, logico que teremos aprimoramento do mesmo, porem a base conhecimento já temos e só aprimorar.

Marcelo R
1 mês atrás

Na realidade tem 45 anos. Foi lançada ao mar em 1975.. ou seja a água salgada já começou a comer o casco e tudo que era tubulação desde 1975..

Paulotd
Paulotd
Reply to  Marcelo R
1 mês atrás

45 anos nas costas. Somos a 9 economia do mundo, um país com 212 milhões de habitantes, e não temos 1 única fragata com menos de 40 anos de uso. Sistemas de combate obsoletos. O Chile aqui do lado é 10x menor e possui uma marinha muito melhor equipada. Tá tudo errado isso aí. Pra lagostas, festas, pensões, concursos salários e aposentadorias sempre tem. Tá na hora de reestruturação nessa MB, enxugando os quadros. Isso dai é uma empresa pública estatal falida, virou cabidão de come e dorme. Tem que cortar 30% do pessoal pelo menos pra começar sobrar dinheiro… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Paulotd
Marcelo R
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Pois é… Todos sabemos que com US$ 27 BILHOES DE dólares a marinha da Itália com 35.000 MILITARES, tem uma MODERNÍSSIMA com 10 submarinos , 30 destroiers e fragatas, e dois porta aviões novos com CAÇAS F 35… E o mesmo valor gasto para manter 80.000 MILITARES e um monte de lixo da marinha do BRASIL…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Marcelo R
1 mês atrás

Caro Marcelo. O orçamento militar brasileiro é de US$ 25 bilhões (aproximandamente) para as três forças. O orçamento da MB é da ordem de US$ 7 bilhões ao ano.

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

CAmargoer, gasto Itália e equivalente ao gasto militar Brasil em dolares. Marinha italiana 30000, brasileira 80000, eles tem porta aviões e cerca 184 navios e cerca 70 aeronaves ( até f35b ). Nós temos o que?! Difícil defender esta estrutura e gastos, o gasto até e justo, porém pessimamente empregado.É a isto que reclamamos.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Olá Salim. Eu também acho que há excesso de mitares nas forças armadas brasileiras, principalmente né EB. Em diversas oportunidades, eu mostro os números. Concordamos. Para comparação, acho que a marinha australiana seria mais adequada. A marinha italiana gasta mais que a MB, e também tem um efetivo menor. Eles gastam mais por militar porque empregam mais tecnologia. O EB seria a força menis tecnológica das tres.

marcus
marcus
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Acabar os hospitais militares. Nenhum funcionário publico civil federal, tem hospitais próprios. 30% de corte é pouco pode cortar 50%. Concurso só para substituir quem foi para reforma ou morte. Os militares tem que encarar os planos de saúde. Minha filha é funcionária publica federal, e o atendimento médico é da Unimed.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  marcus
1 mês atrás

Não tem hospital próprio más tembum belo plano de saúde privado pagovpor nósm

Camargoer
Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Caro Cristiano. Nenhum funcionário publico federal do executivo tem planos de saúde privados pagos pelo governo. Se um servidor federal do executivo tem um plano de saúde privado, ou filhos matriculados em uma escola particular ou um plano de previdência privado, é uma decisão pessoal de como este servidor prioriza suas despesas.

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Correios com certeza tem.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Salim
1 mês atrás

Sim e eu conheço outros casos em que ou e pago inteiramente pelo governo ou tem auxilios, ou descontos oferecidos pelas operadoras.
O cara recebe um salário exelente, ainda tem auxilio creche, auxilio saúde, auxilio educação e etc.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Olá Cristiano? Quais são estes casos? Fiquei curioso.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Caro Salim. Os Correios é uma estatal. Os funcionários são contratados por CLT (assim como a Embrapa). Servidores públicos com regime estatutário (que tem estabilidade mas não tem FGTS) podem ter planos de saúde individuais ou por meio de seus sindicatos.

Agnelo
Agnelo
Reply to  marcus
1 mês atrás

Vou contar uma coisa pro senhor aqui baixinho….. não conta pra ninguém….. Em grande parte das guarnições pelo Brasil…. não tem plano de saúde… o médico é só é somente só o militar…. Outra coisa também importante…. quais funcionários públicos tem atividade de risco diariamente? Poe o efetivo de militares q são atendidos nos hospitais militares, por problemas de saúde advindos da atividade militar, pra serem atendidos nos hospitais civis. Eu acho q vai sobrecarregar um pouco… só Pra finalizar. Um militar se machuca em serviço (todo dia em todos os quartéis isso acontece). Ele vai ser atendido pelo sistema… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Hospital militar e importante, pois são problemas de saúde diverso ao uso civil. Embora aqui estamos em guerra civil contra criminalidade e os hospitais públicos estão mais abilitados que hospitais militares. Risco real sofre a PM/civil , forças armadas aqui ta mais pra acampamento de férias.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Salim
1 mês atrás

Prezado Salim
Talvez não conheça nem a atividade militar. Tanto o preparo quanto o emprego.
O preparo exige muito das tropas em atividade de risco, o q resulta constantemente em baixas, mesmo com enorme atenção à segurança na instrução.
Quanto ao emprego, embora a imprensa não divulgue, diariamente temos ações com enfrentamento na enorme faixa de fronteira, além das constantes GLO, quando as polícias “desandam” ou não perdem a capacidade. E as FFAA, se sobrepõe às atividades das polícias, pq não estam sempre de férias. Estão em um duro preparo.
Sds

Salim
Salim
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Caro Agnelo, concordo em grau e gênero, serviço medico especializado e importante tropa, porem boa parte atendimento e para familiares e doenças náo relacionadas a atividade militar, inclusive para militares aposentados. O correto seria tratamento hospitalar para militares ativa com dano causado por atividade militar. O tratamento deveria ser SUS para todos brasileiros , como exemplo temos sistema saúde britânico e israelense. Acredito que se funcionários publico , políticos, judiciário e militares utilizassem SUS, o mesmo estaria bem melhor para todos e náo somente alguns seguimentos de servidores públicos. O sentimento cidadania vem da confiança que todos somos iguais perante… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

O Reino Unido não tem hospital militar. Os militares médicos deles trabalham no sistema de saúde deles (O NHS) em alas dedicadas aos militares. E nossos militares terem sistema de saúde próprio é um privilégio injusto sim! Que só é mantido por causa do corporativismo e ameaças veladas que eles fazem a nós civis. UM princípio fundamental da República é a ISONOMIA, mas os nossos militares parecem que não sabem disso.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Ameaças veladas! Nossa! Melhor você fugir pro Paraguai, senão vão te pegar. Deus do Céu! Quanta asneira!

Camargoer
Camargoer
Reply to  marcus
1 mês atrás

Olá Marcus. Concordo com você sobre o problema que são os hospitais militares. Deveriam ser instituições de pesquisa (como os hospitais universitários) e deveriam estar na alçada do Ministério da Defesa.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Boa noite
As pesquisas no EB são realizadas pelo IBEx e LQFEx.
Sds

Luciano
Luciano
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Já era! A meta agora dos oficiais-generais é ganhar mais que o teto constitucional em algum cargo no governo! Aprenderam com os políticos.

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
1 mês atrás

Parabéns União ^_^

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

… agora… reforma-te pelo amor de Deus ª_ª

carvalho2008
carvalho2008
1 mês atrás

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Gostei desta foto, certa vez estava noutro forum desenvolvendo a ideia com amigos sobre como prover um Drone/UCAV com capacidade de saturação.

Lembro que o segundo modelo eu adotei esta configuração e a base do Ikara…podemos de fato considerar o Ikara o pai dos drones…..ele é telecomandado, dirige-se a area provavel do Submarino inimigo e lá chegando deixa cair o torpedo anti submarino.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Era um desenho baseado no Ikara. mas este possuia uma pequena turbina Solaris TR1500 com previsão de carregar até 700 kg.

Na ilustração, ele carregando um missil da categoria Harpoon

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

“Lembro que o segundo modelo eu adotei esta configuração e a base do Ikara…podemos de fato considerar o Ikara o pai dos drones…”

Sim ! De fato! Ainda lembro no final da década de 1970, durante uma TROPICALEX no Porto do Recife, as Niterois estalando de novas, com os Guppy e os Bicudos , t todos abertos a visitação. Os Ikara eram algo sobrenatural naquela época. Um míssil, teleguiado com um torpedo acoplado ! Os Seacat também eram assombrosos!!!!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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São 4 deles transportados em um modulo container

Quando acionado, a tampa superior se abre e trilhos com catapulta hidraulica se projetam. a turbina TR + catapulta são capazes de realizar o lançamento.

Notar que são asas de tecido resistente que se abrem estilo canivete invertido. A base das aletas passam a assumir o papel de profundor/leme

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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1 mês atrás

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carvalho2008
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1 mês atrás

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1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Sendo um modulo de container, seria um equipamento apto ao uso na terra e no mar.

Neste exemplo, a fragata Broadsword com alterações a popa acima do hangar. dois containeres, 8 UCAVs no total e um guincho para içar os UCAVs apos o retorno e novo preparo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Os containeres ficam sobre pratos que giram para os bordos afim de realizar o lançamento.

Para o retorno, existe um colchão de ar fixado na base do heliponto. Quando não utilizado ele fica esticado no deck como um tapete de borracha

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Para retornar, o Ucav reduz a potencia da turbina e abre um paraquedas superior e outro pequeno a ré para manter a atitude do bico
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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Imagino. Guerra. Cenário de guerra. O navio esperando o UCAV voltar de paraquedas.

Mestre…tem certeza que isso funcionaria?

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

“A fragata foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) com transferência de tecnologia”

E 40 anos depois ainda precisamos contratar um estaleiro estrangeiro para repor nossos navios de superfície. O que foi feito com a tecnologia adquirida(e provavelmente comprada a preço de ouro)? E ainda tem gente que se anima com a ToT adquiridas no âmbitos dos projetos FX-2 e do Prosub. Não se enganem,daqui a 30 anos quando precisarmos de novos caças e submarinos,não iremos desenvolver equipamentos nacionais,iremos novamente apelar para a contratação de empresas estrangeiras e exigir a “ToT”.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Não está especificado nem escrito quanto nem o que fez parte dessa ToT, no entanto arrisco a dizer que as Inhaumas e a Barroso , todas construidas aqui, são derivadas do projeto das Niterói.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

A Inhaúma é de projeto alemão.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan,

De qual projeto alemão? Qual é o projeto ?

J.Pafundo
J.Pafundo
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Deve ser pq a tecnologia transferida ficou obsoleta…

Ersn
Ersn
Reply to  J.Pafundo
1 mês atrás

As MK10 são derivadas das type21,que era um projeto da década de 1960 ,já era bastante limitada na década de 1980 ,vários sistemas como o Sea Cat e o MM38 já estavam obsoletos comparados aos Sea Wolf e Harpon que estavam entrando em serviço naquela época, compramos tecnologia ultrapassada muito inferior aos OHP americanas e as TYpe22 B2 britânicas

Fernando Vieira
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Foi feita a classe Inhauma. Eu acho a Niterói e a Inhauma belos navios, mas o pessoal aí diz que a Inhauma tem uns problemas de água pela proa e tal. Os almirantes aqui do Fórum podem explicar melhor, inclusive gostaria da explicação. Mas mesmo considerando isso, é um problema que pode ser resolvido e parece que foi na Barroso, que também é filha dessa transferência de tecnologia. O problema maior é a ineficiência estatal do Brasil, e isso vale para todas as áreas. Veja quanto tempo levou para se construir a Barroso. No tempo que foi gasto, países sérios… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fernando Vieira
1 mês atrás

Fernando,fui ver na Wikipédia e lá diz que a classe foi baseada em um projeto alemão,não é 100% nacional. Então a ToT não nos trouxe a independência na área,como os oficiais brasileiros gostam de afirmar toda vez que tocam no assunto. O ideal seria pegarmos todo o conhecimento adquirido para capacitar as forças armadas e empresas nacionais para que no futuro pudéssemos construir nossas próprias armas de projeto 100% nacional.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. Há três possíveis modelos de transferência de tecnologia. O primeiro seria uma transferência total e de uso restrito. Este modelo dá ao país independência tecnológica em um determinado tópico, mas dada as restrições de contrato ou técnicas, essa tecnologia fica restrita apenas para aquele fim para a qual foi adquirida. O segundo seria uma transferência total mas de uso dual (civil e militar). Neste caso, o país ganha a independência tecnologia necessária e também ganha a possibilidade de empregar o conhecimento nos processos de fabricação de outros bens inclusive para uso civil; O terceiro modelo é o da… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Fernando Vieira
1 mês atrás

As inhaúmas náo’, masa Barroso herdou boa parte tecnologia das Niterói. Ai almirantado vai matar esta classe para maias um tot. Difícil entender, quando chegamos ponto de qualidade acabam com tudo, vide Osório, tamoio e cascavel, classe tikuna, AMX, piranha, míssil anti radiação, etc…

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando Vieira
1 mês atrás

Esse detalhe que as Inhaúma batem nos caturros do jeito que batiam foi inevitável. Para privilegiar as manobras e os tiros do canhão. Preferiram um navio excelente nas manobras. Embora pareça existir sobre peso na superestrutura.

Bosco poderia explicar.

Henrique
Henrique
Reply to  Fernando Vieira
1 mês atrás

Tanto as inhaúma quanto a barroso são corvetas bem mais ou menos, não são nenhum grande triunfo nosso.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. O estaleiro é nacional. O que a MB adquiriu foi um projeto maduro. A MB poderia bancar o próprio projeto como fez com as Inhaumas, mas haveria o risco de se ter um navio de combate bastante caro (entre US$ 350 e US$ 450 milhões) mas com problemas de desempenho (como foi o caso das Inhaumas). No caso do FX2, havia o risco de perder a capacidade dual da tecnologia de bufabricação dos caças caso a Embraer fosse vendida para a Boeing. É preciso lembrar que o sucesso comercial dos aviões civis da Embraer resultou dos programa militares,… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer,o projeto das Inhaúma é alemão. O fato do estaleiro ser nacional tráz benefícios no curto e médio prazo,como geração de empregos e etc,mas no longo prazo,se o projeto não é brasileiro então a ToT é quase inútil já que ela não vai servir para o país alcançar a independência em uma determinada área. Por quê comprar o Gripen com trasnferência de tecnologia se o país não tem intenção de fabricar um caça próprio no futuro? Se houver uma guerra daqui a 20 anos,o Brasil vai ter que pedir autorização da Suécia para fabricar mais caças pois o projeto e… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Da mesma forma que ninguém transfere tecnologia para fabricar reatores nucleares, nenhum país transfere conhecimento.

Pode transferir direitos de reprodução. Pode transferir tecnologia como Mestre Camargo explica. Acadêmico Mestre Camargo.

Na segunda guerra italianos tiveram que pagar aos alemães.

Nosso problema é a sabotagem interna. São as disputas locais. Compramos tecnologia alemã para Angra…então fecha o IPEN.

Quando…o dia em que superarmos nossas diferenças, seremos capazes.

O dia.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Concordo, no caso dos Gripen, se a FAB tivesse optado pela compra das versões C/D de prateleira com radar AESA, pelo mesmo valor despendido no desenvolvimento conjunto dos E/F poderíamos ter o dobro de aeronaves, que já estariam operacionais na FAB há pelo menos dois anos…

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Cámargóer, a valorosa classe Barroso esta ai com as correções necessárias, indo pro Líbano quase 1 vez ano e em todo exercício naval brasileiro, inclusive lançando míssil de teste nacional. Faz fragata com casco Niterói quer bom e rearranja layout, com tecnologia ponta sensores e misseis, 4 a cinco anos agua, testa mais dois e corrigi e poe producão, qualquer projeto mundo e assim. Comprar tot de meko 100 alongada tem mesmo risco, correto seria comprar meko 200 que já tem navegando e daria pra testar. MB vai gambiarra ao invés comprar navio testado.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
1 mês atrás

Foi, além de outros motivos, questão de comparação.

Os nativos queriam o projeto local CCT do VardPromar. Para combater os nativos abriram para projeto similar Napip.

Não sem motivo, os italianos se afastaram.

Pra decidir pela Meko200 não precisaria balizar com a CCT. Teria sido uma escolha óbvia.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan, é o que vai acontecer com os tots do Gripens e dos Scorpenes se não for construído pelo menos um exemplar do gripen por ano e um Scorpenes a cada 3 anos para revenda.

Henrique
Henrique
Reply to  Top Gun Sea
1 mês atrás

Por que um país interessado em comprar submarinos iria deixar de negociar direto com a França pra comprar de nós? aliás, nós temos direito de vender scorpene para terceiros?

Last edited 1 mês atrás by Henrique
Top Gun Sea
Top Gun Sea
1 mês atrás

Que legal! Fazendo uma análise na linha do tempo. A fragata união tinha 30 anos de incorporação quando a fragata Defensora F41 entrou para manutenção geral que na verdade serviu para ser canibalizada fornecendo peças para as demais da sua classe. Hoje a fragata união completa 40 anos de serviço de comissionamento e a Defensora completa 10 anos de PMG meia boca ( sem lançamento de mísseis verticais, sem radar 3D de última geração) nesse período o Chile comprou 4 fragatas muito bem armadas e bem modernizadas. E a Defensora continua em PMG meia boca e sem data de retorno… Read more »

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

Uma linda embarcação, mas que infelizmente precisa ser substituída. 04 Fragatas Tamandaré estão sendo construídas, porém é um número insuficiente para proteger a nossa costa marítima.
O ideal seria a Marinha possuir 20 Fragatas.

Last edited 1 mês atrás by Alexandre
Camargoer
Camargoer
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Caro Alexandre. Um serie de 4, 8, 10 ou mais de navios de combate de uma determinada classe começa com o primeiro. Talvez o ideal sejam 20 ou o possível serão 10. Tanto faz. Mais importante neste momento do que pensar nas 20 fragatas será iniciar a fabricação da primeira e garantir a continuidade do programa,

Alexandre
Alexandre
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Com certeza, fabricar a primeira das 04 Tamandaré, e depois planejar mais lotes até chegar as 20 Fragatas.

Esteves
Esteves
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Nunca tivemos construção naval para sustentar 20 navios de guerra. Nem para manter.

Nao temos história, orçamento ou motivos para aprontar 20 navios de uma mesma classe.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Vamos inverter.

Nosso orçamento permite manter prontos, atualizados e efetivos, quantos navios de guerra como fragatas ou corvetas modernas?

Penso que não passam de 6. Navio de canhão é do tempo do Doutor Nunao.

Mísseis, sistemas, eletrônica, vigilância, guerra anti submarino, guerra anti aérea, guerra contra superfície…tudo no mesmo navio.

glasquis 7
Reply to  Esteves
1 mês atrás

O orçamento da MB é enorme, o Maior da América Latina. Deveria manter uma frota de:
12 Fragatas
8 Corvetas
2 Navios de Assalto Anfíbio
2 Navios de projeção de forças
20 Patrulheiros Off Shore
50 Patrulheiros de Costa
8 Submarinos

Isso sem contar transportes e navios logísticos.

Henrique
Henrique
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

O que é um ”navio de projeção de forças”? Se estiver falando de um PORTA-AVIÕES ou navio aeródromo ou aircraft carrier só quando nossa economia voltar a crescer 5% ao ano, quer dizer, nunca.

glasquis 7
Reply to  Henrique
1 mês atrás

No me refiro a quando mas sim a que o orçamento da força permite isso.

Esteves
Esteves
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Estão? Aonde?

Salim
Salim
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Contrato e inicio construção ainda náo concretizado.

Henrique
Henrique
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Nem a Royal Navy consegue ter 20 fragatas, quanto mais a gente…

sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Boa noite. Apoio todos os comentaristas revoltados. Não há interesse algum em ter escoltas construídas aqui bem como navios-patrulha. O que se tem é para 20 anos sai da Inglaterra vai para Alemanha, sai da Alemanha vai para França. E continuaremos atrasados e alguns privilegiados. A maior marinha de em terra do mundo. Mesma história de sempre não tem verba, nono PNMB, contingenciamento, mas os concursos continuam sendo realizados anualmente. Vergonha.

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

Compra da China. Mês que vem ta pronta, as turbinas soltando fumaça, navegando vigorosamente, botando medo em argentinos e venezuelanos.

Esteves
Esteves
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

Vichi. Por que raios venusianos devemos pensar que latinos vizinhos como argentinos e venezuelanos precisam, devem, podem, são, deveriam, serão…inimigos?

Raios! Que disputa temos com eles?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

40 anos de bons serviços!

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Os navios da classe Niterói passando de 40 anos de idade, mas tem Niterói aí que tem 20 anos de serviço, tamanha a quantidade de tempo que ficaram paradas em Modfrag, em PMGs, alguns de 10 anos.

Algum militar deixou de ser “contratado”, o tamanho do efetivo foi ao menos “congelado” no intuito de liberar verba para a manutenção das escoltas? Resposta: não, muito pelo contrário. O efetivo da marinha aumentou em 50% de 2009 para cá .

Alguns dos navios da classe sofrem mais de obsolescência, do que de dias de mar navegados, propriamente ditos.

glasquis 7
Reply to  Zorann
1 mês atrás

10 anos de PMGs isso sim é um absurdo.

Depois tem quem diga que em caso de guerra, “em um mês”a MB laça navios novos pra combater.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Pois é…..

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Olá Glasquis. Concordo com você que a MB seria incapaz de mobilizar uma força-tarefa em poucos meses, mesmo considerando a mobilização de emergência e a disponibilidade de recursos que são facilitadas em períodos de crise. Por outro lado, também parece ser desnecessário manter a esquadra plenamente operacional em tempos de páz. É um balança complicado

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Mestre, Guerras modernas resolvem-se em meses. Uma força de coalizão que hoje só existe no Ocidente poderia sustentar uma guerra de anos. Não vejo nossa economia capaz de mobilizar um esforço de guerra com os meios que dispomos. Exceção seriam os contigentes das polícias e o corpo de fuzileiros. Gente. Acessar meios modernos…leva tempo. A obsolescência se dá primeiro nas pessoas. Gente velha entope. Gente gorda entope mais ainda. O que fazer com a esquadra e com os meios navais de guerra em tempos de paz? A transformação dos esforços em meios duais seria uma das respostas. Não tem dinheiro.… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Sem ameaças, sem inimigos, sem objetivos, pensando sempre na Costa da África…não imagino de onde vem essa fixação com a Costa da África…vamos pensando em desembarcar.

Desembarcar!

glasquis 7
Reply to  Esteves
1 mês atrás

E ainda os caras defendem a adoção de um NA pra projeção de forças. Vai projetar de forças pra onde além mar, Africa?

Acho que pro único país que faria sentido um PA na região seria pro Chile e só.

Esteves
Esteves
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Esteves, obediente Esteves, foi ler o SIMOMAR que Mestre Carvalho mandou ler.

Atchim. Aaaatchim. Anos 1970. A ESG trouxe das doutrinas norte-americanas que desembarcaram e ainda desembarcam.

Aaaaatttchim. Agora enfiaram a Antártida.

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Carvalho2008
Carvalho2008
1 mês atrás

O projeto e TOT fas Niterois serviram para produzir as 4 Inhaúma, 01 Barroso, e o U27 Brasil o qual o casco e compartimentarizacao e cavernas sao idênticos apenas as disposições superiores de salas e motorização diferente. Inclusive, dois tapas no desenho interno do U27 Brasil e teria dado um ótimo OPV brasileiro. O problema do prazo é grana para sustentar o ritmo de produção desejado. Não foi um problema industrial. A MB se acostumou a conviver com a lenta decomposição dos corpos das belonaves europeias do que realmente novas ou reformadas…entre fazer algo mediano aqui, prefere pegar a aposentada… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Um ótimo projeto que em qualquer país com visão desenvolvimentista teria uma evolução em seu projeto de casco.
Já cansei de escrever aqui para fazerem um estudo no projeto das Niteróis e Greenhalgh e baseado neles desenvolver um novo projeto nacional com refinamento feito obrigatoriamente pelo ganhador do programa bizarro denominado NAIPP/CCT.
Mas como aqui se joga tudo fora para comprar “novas” tecnologias da Europa ou Estados Unidos, será mais uma oportunidade que perderemos de ao menos fabricar Cascos de belonaves modernas.

Augusto Mota
Augusto Mota
1 mês atrás

Excelente belonave, um sucesso extraordinário e inequívoco, parabéns, mas já devia estar num museu, que é onde merece, um museu seria fantástico, pelo menos uma delas merecia estar no museu.

pgusmao
pgusmao
1 mês atrás

A Marinha Brasileira está de parabéns por conseguir manter esses museus navegando, temos não marinheiros, mas sim “restauradores” de ponta!!! É muita falta de planejamento que não começou hoje.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
1 mês atrás

Cumpri muitas missões de ataque simulado e alinhamento de sistemas, de AT-27, com a F-45, quando servi na 2a ELO. Bons tempos!

André Selles
André Selles
1 mês atrás

Acho bacana a população brasileira se envolver em questões militares, aumentando assim nossa cultura de defesa, o que considero fundamental para uma necessária discussão sobre as responsabilidades e orçamentos alocados às Forças Armadas. Também acho que as críticas são importantes, para nos ajudar a identificar oportunidades de melhorias e assim aperfeiçoar nossos processos e, consequentemente, os serviços que prestamos à sociedade. Entretanto, essa matéria é uma homenagem ao esforço, abnegação e dedicação, muito além do dever, que gerações de militares vêm entregando ao país para manter esse Navio plenamente operacional após 40 anos de incorporação. Eu estou extremamente orgulhoso de… Read more »