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Saab recebe pedido de mísseis antinavio RBS15 da Alemanha

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Corveta classe Braunschweig lançando um RBS15

A Saab recebeu um pedido de seu parceiro alemão Diehl Defense para o míssil antinavio RBS15 para fornecimento à Marinha Alemã. O valor do pedido é de aproximadamente 1,7 BSEK com entregas entre 2022 e 2026.

Este pedido é parte de um acordo-quadro entre a Saab e a Diehl Defense, que oferece a possibilidade de aquisição adicional no futuro, onde a participação da Saab é de até cerca de 1,5 BSEK. O acordo permite que os pedidos sejam feitos até o final de 2024.

Os mísseis RBS15 e os sistemas de lançamento fornecidos neste pedido serão colocados nas corvetas da Classe Braunschweig da Marinha Alemã. Além dos sistemas de mísseis, o pedido também inclui equipamentos e serviços associados. A Marinha alemã é usuária do RBS15 desde 2011.

 

“Estamos orgulhosos de continuar a apoiar a Marinha Alemã com sistemas RBS15 adicionais. Este acordo-quadro é um marco importante em nossa cooperação de longa data com Diehl Defense e nossa relação com a Alemanha. Esperamos continuar a construir nossa parceria e apoiar a capacidade da Marinha Alemã com nossos sistemas de mísseis antinavio de última geração ”, disse Micael Johansson, presidente e CEO da Saab.

“A concessão do novo contrato é um sinal de confiança da Marinha Alemã e das autoridades governamentais em relação à Defesa Diehl e sua cooperação estratégica com a Saab no campo de sistemas de armas modernos destinados à Marinha”, acrescentou Helmut Rauch, CEO e Presidente d0 Conselho da Divisão Corporativa da Diehl Defense.

O RBS15 fornece aos operadores navais uma capacidade antinavio e de negação do mar de longo alcance para todos os climas e foi projetado para superar os desafios do moderno espaço de batalha naval.

Construído para implantação em várias plataformas, o sistema de mísseis RBS15 atualmente atende às forças armadas de várias nações ao redor do mundo. A solução de míssil antinavio RBS15 é produzida em conjunto pela Saab e Diehl Defense. Leia mais sobre o RBS15 aqui.

NOTA DO EDITOR: Segundo a imprensa alemã, a encomenda compreende um total de 160 mísseis RBS15 Mk.3, sendo 75 pedidos firmes por 285 milhões de euros, mais itens de longo prazo para os próximos 85 mísseis por 6 milhões de euros. Os 160 mísseis permitirão 4 recargas das 10 corvetas alemãs (cada navio leva 4 mísseis).

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Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

E capaz dos EUA reclamarem pois não foi o missil deles.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Sim… kkkk

Teropode
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Como se eles mesmo compram produtos produzidos pelos nórdicos ? Existe uma ligação ancestral forte entre os nórdicos , britânicos , Canadenses , Yankees e australianos . Se vc beliscar um os outros sentem a dor , relaxe .

filipe
filipe
Reply to  Teropode
1 mês atrás

São todos Vikings …

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  filipe
1 mês atrás

Nem tanto, os russo também são vikins e não se entende com os demais.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

Varyag

Teropode
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

Até o início do século 20 se davam bem , bom …o resto da história todos já sabem .

Dalton
Dalton
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Verdade…a US Navy adquiriu o “NSM” norueguês para uso a partir de seus “LCSs”, futuras fragatas baseadas na “FREMM” italiana e pelos fuzileiros navais.

Tutu
1 mês atrás

Se não estivéssemos desenvolvendo o Mansup (que usa a mesma interface do Exocet) aí está um míssil que eu adoraria ver nas Tamandaré.

Marujo
Marujo
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Parece que a MB desistiu do Mansup omo as outras forcas desistiram dos misseis que desenvolviam. O Memorando 06/2019, do Comandabtw da Marinha, publicado na revista Tecnologia e Defesa 159.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Marujo
1 mês atrás

Claro, gastam rios de dinheiro em um projeto, comem um pouco de grana, fabricam um missil de qualidade um pouco inferior, compram pouquíssimas unidades e depois correm para o mercado estrangeiro…

XFF
XFF
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

È assim mesmo. As Forças Armadas gastam um dinheirão num projeto, que geralmente acaba custando 3 ou 4 vezes a mais do que o valor previsto, e depois simplesmente encerram o projeto. Esse tipo de coisa tem sido frequentes nas Forças Armadas brasileiras.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Qual foi o míssil antinavio escolhido para as Tamandarés?

Tutu
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O que foi divulgado fala em um misto de mansup e exocet block III.

Cleber
Cleber
1 mês atrás

Gostaria de ver este missil integrados nos nossos Gripen Ng . Mas …

FighterBR
FighterBR
Reply to  Cleber
1 mês atrás

A FAB comprou

Kemen
Kemen
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Quando?

Tomcat
Tomcat
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Boa pergunta! Nunca vi nada a respeito

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

A FAB comprou O QUE ? A versão em desenvolvimento é superfície x superfície. O que a FAB comprou?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Que bom!

Mayuan
Mayuan
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Integrados eles são. A questão é adquirir.

rommelqe
1 mês atrás

Os GRIPEN com RBS15 mais METEOR serão simplesmente formidáveis. Se a MB também dotar as Tamandares com RBS 15 seria uma vantagem estratégica e logística muito interessante. O METEOR talvez tenha em breve uma versão naval superfície/ar … será?

rommelqe
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Re-Engineered Meteor BVRAAM On The Works For IAF

Tallguiese
Tallguiese
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Acho que o ideal seria reequipar o AF-1 com caças atuais e deixar a patrulha marítima e dissuasão no.mar pra eles não? A missão primária dos gripem será defesa aérea.

IBIZ
IBIZ
Reply to  Tallguiese
1 mês atrás

Com a aquisição dos Gripens pela FAB e na falta de um novo modelo para a MB, uma opção para a aviação naval brasileira para não desaparecer de vez seria a transferência dos AMX A1 da FAB para a MB com o devido processo de modernização dessas aeronaves para missões de patrulha marítima. Aliais essa teria sido uma escolha melhor do que modernizar apenas dois velhos A4 skyhawk.

Tutu
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

A MB não pode operar aviões de operação puramente terrestre.

IBIZ
IBIZ
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Sem porta-aviões se não for assim a marinha vai acabar operando avião nenhum. Além do mais não é essa justamente a situação das aeronaves A4 da MB? Os AMX podem servir de solução paliativa afim de se manter viva a força aeronaval brasileira.

Tutu
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

“Art 1º A Marinha disporá de aviões e helicópteros destinados ao guarnecimento dos navios de superfície e de helicópteros de emprego geral, todos orgânicos e por ela operados, necessários ao cumprimento de sua destinação constitucional.”

A marinha não pode operar aeronaves puramente terrestres, elas têm que ser vocacionadas para o uso aero-naval.

IBIZ
IBIZ
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Não sabia disso. Mas então pq a MB tinha mostrado interesse na aquisição de F/A-18 a algum tempo se não tem nem previsão de voltar a operar um PA?

Mayuan
Mayuan
Reply to  Tallguiese
1 mês atrás

O ideal mesmo seria a MB ter navios primeiro…

rommelqe
Reply to  Tallguiese
1 mês atrás

Caro Taliguiese: acho que a melhor opção é mesmo o Gripen. Se baseados em terra (como hoje são os poucos AF1 remanescentes de um lote já originalmente pequeno), graças à sua autonomia e poder de fogo (inclusive equipados com RBS15 já comprados…) um elemento composto por dois Gripens faz mais estrago do que uma Fragata. Outra faceta, abordada pelo Tutu, é que a MB mantem os AF1 porque eram originalmente para operar em NAs. Acredito (imagino…) que não podem legalmente comprar hoje; olhando por este lado a gente entende porque os P3 , os bandeirulhas, etc não são da MB… Read more »

IBIZ
IBIZ
1 mês atrás

Esse é o míssil anti-navio usado pela força aérea sueca em seus Gripens. É a opção mais pragmática e menos custosa para a FAB adquirir dessa categoria de armamento.

Tallguiese
Tallguiese
1 mês atrás

Mas heim? Os alemão não tinha aquele míssil anti navio qual é mesmo? Há o kormoram acho que era da MBDA da época? Serve mais não?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Tallguiese
1 mês atrás

O Saab Gripen tem na sua base conceitual, a integração dese missil. Não colocar esse recurso nos nossos Gripen, para priorizar um vetou ultrapassado, e em fase de desenvolvimento é inaceitável. Teriamos que ter razões muito fortes para justificar essa decisão. Nunca é demais lembrar que tecnologias ultrapassadas não decidem combates.

Renan
Renan
1 mês atrás

O Gripen brasileiro tem que ter ao menos 100 mísseis anti navio RBS 15 isso nos daria uma enorme arma estratégica nós tornando um país respeitado no mar pois acredito que sabendo da posse destes mísseis ninguém se aproxima a 500km de nossas costa Marinha.
A não ser potências mundiais (Eua, Inglaterra, França, China, Alemanha, índia, Rússia) que tem tecnologia para nós colocar de joelhos em poucos dias de combate, ou mesmo poucas horas.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
1 mês atrás

Se eu não achasse tão vital fortalecermos a indústria nacional por meio do MANSUP sem dúvidas advocaria pela escolha do RBS-15, torcendo pela SIATT dar prosseguimento ao desenvolvimento de uma versão utilizando motor a reação, pelo menos o nível do MK3 é atingível à médio prazo.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

Fragatas lindas e robustas. Com caras de potentes navios de guerra, usando míssil anti navio de primeira.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Antonio Palhares
1 mês atrás

Na imagem não são fragatas. São corvetas K130 e especializadas em operações litorais. Pelo tamanho não possuem equipamento anti submarino. Não lhes chamaria potentes. Uteis e perigosas sim, mas sem um helicoptero ou outro meio a indicar o alvo, nem sequer podem usar o RBS15 nas suas plenas capacidades