Home Indústria de Defesa VÍDEO: Fragatas classe ‘Tamandaré’

VÍDEO: Fragatas classe ‘Tamandaré’

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Concepção artística da Fragata classe Tamandaré

A Águas Azuis, empresa formada pela thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech, assinou em 5 de março de 2020 o contrato com a estatal Emgepron para a construção dos quatro navios classe Tamandaré de última geração, com entrega prevista entre 2025 e 2028.

A construção será realizada 100% no Brasil, em Itajaí (SC), com expectativa de taxas de conteúdo local acima de 30% para o primeiro navio e de 40% para os demais.

A thyssenkrupp fornecerá a tecnologia naval de sua comprovada plataforma de construção de navios de defesa da Classe MEKO®, que já opera em 15 países.

A Embraer integrará sensores e armamentos ao sistema de combate, incorporando ao programa seus 50 anos de experiência em soluções de tecnologia de sistemas e suporte em serviço.

A Atech, uma empresa do Grupo Embraer especializada em engenharia de sistemas para aplicações de Defesa, será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System, da L3 MAPPS) e receptora de transferência de tecnologia em cooperação com a ATLAS ELEKTRONIK, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems que produz o CMS e sistemas de sonar.

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Fernando Turatti
Fernando Turatti
1 mês atrás

Chega a ser triste ver um vídeo falando sobre “soberania nacional” pra exaltar a assinatura de 4 fraguetas… Parece uma piada de mau gosto.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

O problema do Brasil é que nunca passa do lote inicial… kkkkk

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

kkkkkkk, se tratando do Brasil em relação a compra militares, não tenho nenhuma fé mesmo não.

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

kkkkkkkkkkkkk é engraçado, mas ele falou a verdade.

Silas
Silas
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

kkkkkkkkkk….. resposta perfeita… rs

Last edited 1 mês atrás by Silas
Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

You can believe whatever you want to believe…

https://youtu.be/2rmFTE0wMJ8

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

O papel é aquela coisa maravilhosa que aceita tudo, mas aí entramos noutro problema: o lote é tão pequeno mas tão pequeno que mesmo se dobrado, continua muito longe de ser relevante.
Se 4 FREMM não fazem verão, imagine só 4 Tamandarés.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Um passo de cada vez. O Brasil está no meio de uma crise do inesperado coronga.
Serão fraguetas no estado da arte, e não refugo cheios de ratos e baratas dos outros.
Menos mal.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Pois é Farroupilha, claro que como entusiastas, queremos ver nossas FFAA modernas e bem equipadas a altura de nossa EconomIA, mas, pensando bem, com essa crise mundial, continuamos tocando os Projetos, mesmo que com grande atraso: KC-390, Guarani, F-39, Prosub, Tamandarés, Cobra , etc. Mas sempre haverão os viralatas, não tem jeito!!!!

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

O problema é que o Brasil está sempre em crise, qdo não é uma coisa é outra, …

leonardo
leonardo
Reply to  Alexandre Cardoso
1 mês atrás

Que gênio k k k

Flanker56
Flanker56
Reply to  Alexandre Cardoso
1 mês atrás

Principalmente aquelas criadas pelos políticos que não tem compromisso com a defesa de Brasil, infelizmente culpa dos próprios militares que não são donos de seus orçamentos.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Se dobrarmos o número de Tamandares, teremis 2/do numero de escoltas que sempre tivemos desde o fim do imperio.
Nunca tivemos mais que 12 escoltas modernas/válidas e operativas.

Esteves
Esteves
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Estou recortando essa determinação. Ficará colado na cabeceira.

Vou cobrar. O Esteves é jovem.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Dificilmente. O Brasil vai ter que conviver com um déficit nas contas pela próxima década. Os políticos não deixarão mais dinheiro ser investido no reaparelhamento das forças armadas. Além do mais,se a última do primeiro lote ficará pronta apenas em 2028,os navios do segundo teriam que vir lá para 2040.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. O governo dos EUA tem um déficit sistemático ano após ano. O governo da Arábia Saudita tem superávites sucessivos. Esta simples comparação mostra que o fato de um governo ter superávit ou deficit só faz sentido se for for contextualizado contra outras variáveis. Por exemplo, praticamente todos os governos fecharão 2020 com deficit. É preciso avaliar se o déficit do governo ocorreu em período de inflação ou deflação. Se houver deflação, o deficit público pode ser apenas o resultado conjuntural de ações anticíclicas. O manual ensina que em períodos de recessão, o governo deve ter deficit devido as… Read more »

marcus
marcus
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

A Moeda do Tio Sam é o dolar R$ 5,322 hoje.E o dolar é lastreado no ouro. No Fort Knox podem estar guardadas 4.570 toneladas de ouro.


Last edited 1 mês atrás by marcus
Camaergoer
Camaergoer
Reply to  marcus
1 mês atrás

Caro Marcus. O dolar não é rastreado pelo ouro desde que Nixon abandonou o padrão ouro na década de 70. Segundo apurei, as reservas dos EUA hoje são de 8 mil ton de ouro. Considerando a cotação de hoje de US$ 65 por grama, ou US 520 bilhões. O BC brasileiro tem 67 ton de ouro (US$ 4,3 bilhões).

Joao
Joao
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Haja otimismo!

Jorge Knoll
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

além da fragata escola a “Brasil”, não há como garantir a encomendadas mais belonaves, e vir a ser assinado contrato para construção de outras, sem haver fonte de financiamento, para a renovação de meios da MB???

Guilherme Poggio
Reply to  Jorge Knoll
1 mês atrás

Mas você listou seis!
.
Não se esqueça que ao longo desses anos as Niteroi tiveram várias companhias como os Gearing, as Garcia e as Tipo 22.

Jorge Knoll
Reply to  Guilherme Poggio
1 mês atrás

Sim, me equivoquei, realmente são 6 e não 4 as fragatas da Classe Niterói, que foram encomendadas ao estaleiro. britânico. Provavelmente, a que deu nome a classe, a Niterói, e a Defensora, por terem maior desgaste, não terão sua vida estendia até 2030, por isso só 4, se em última hora não forem reduzidas a apenas 3 as que sofrerão ugpate (troca de turbina). Quanto a referência, as das Classes Gearing, Garcia e Tipo 22 foram adquiridas de 2ª mão.

GILBERT
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

A MB deveria fazer como as empresas aéreas lançar o pedido de compra de 12 Fragatas se 4 pedido firmes e 8 intenções de compras que fica mais fácil liberar as compras adicionais mais tarde já que elas estariam pré-aprovadas.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Cara, se fazemos reclamam, se não se faz nada, reclamam, tá dificil!!!

Mensageiro
Mensageiro
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Tem que reclamar mesmo, difícil ter orgulho desse cabidao de empregos e poucos meios.

Henrique
Henrique
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Tem que reclamar sim! As Niterói já deveriam ter começado a ser substituídas a uns 10 anos atrás, não apenas agora quando já estão completamente obsoletas e caindo aos pedaços. As Tamandaré estão vindo atrasadas.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Na verdade chega a ser triste ver um vídeo falando de soberania nacional e transferência de tecnologia para o Brasil, se referindo a 4 navios repletos de sistemas de armas e EW importados , construídos em um estaleiro do dono do projeto.
A única coisa é que a corte e dobra e solda das chapas serão feitas no Brasil (acredito eu) por mãos brasileiras
Não há soberania e independência tecnológica se o domínio do conhecimento continua em posse de que desenvolveu e fábrica o equipamento.

Guilherme Poggio
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Foxtrot, integração de sistemas é uma parte muito importante de toda essa cadeia construtiva. E isso será nacional.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Guilherme Poggio
1 mês atrás

Integração de sistema pode ser e não digo que não seja uma parte muito importante nessa cadeia construtiva mas os sistemas em si, não são, na maioria. A conversa de transferência de tecnologia e muito principalmente soberania nacional, só será séria mesmo, qdo os sistemas e tb forem na sua maioria ou 100 % nacionais. Se não chegar em 100% de construção nacional, ao menos 100% nacionais os principais sistemas.

Renan
Renan
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Que desânimo 8 anos para um barquinho que já foi construído para 15 países, para um sistema de armas que não tem nada de inovador, isso é uma vergonha.
4 Tamandaré deveria ter o prazo de 4 anos para entrega mesmo no Brasil, se for para um estaleiro chinês dúvido que não entrega tudo em 2 anos.
Esse Brasil da vergonha.
8 anos pagando salários caros
Se por na ponta do lápis o custo de mão de obra e máquina locadas é muito caro durante 8 anos vale a pena construir rápido reduzindo desperdício.

Marcos
Marcos
Reply to  Renan
1 mês atrás

Para o padrão brasileiro de tecnologia tá ótimo.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Renan
1 mês atrás

Ola´Renan. As forças armadas têm vários problemas que devem ser criticados. Contudo, uma crítica mal fundamentada pode servir para que os problemas reais sejam ignorados. No caso da FCT, o contrato foi assinado este ano para a entrega do primeiro navio em 2025. Portanto, seriam 5 anos ao invés de 8. Além disso, é preciso elaborar o projeto executivos, contratar os fornecedores (o aço é contratado com bastante antecedência, assim como os motores, sistemas de armas, sensores. Provavelmente, serão necessários entre 3 e 4 anos para a construção de uma FCT. O processo de escolha tem seus prazos que dependem… Read more »

Renan
Renan
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Meu amigo não é um projeto novo, o fabricante garante que já foi feito para 15 países, não tem nada que será desenvolvido exclusivamente para este projeto, não justifica a demora. Corta aço, montar, colocar o recheio, não é complicado pois já é um projeto fabricado anteriormente. Se não for isso é fraude, pois o edital exigia ser um projeto que já tivesse empurrado água. 5 anos para fazer uma unidade de um navio pequeno é muito tempo. Parece até que vai construir um navio de 15 mil toneladas. O problema do prazo longo é que em 2028 teremos só… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Renan
1 mês atrás

Como todos os navios tem que ser construídos no Brasil, é preciso primeiro capacitar os trabalhadores e adequar o ferramental do estaleiro para construir esse navios, isso leva uns 2 anos no mínimo, a construção do navio será mais rápida, já li que levaria 42 meses entre o inicio da construção do navio e o lançamento do mesmo ao mar.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Renan
1 mês atrás

Olá Renan. O projeto executivo tem a ver com o movimento de material no porto, em como sera feito o navio naquele estaleiro com os equipamentos que lá existem, ou se será necessário mudar o estaleiro, reforçar a infraestrutura etc. Para cortar a chapa tem que primeiro comprar as chapas, programar a chegada das chapas, e isso tem que ser negociado com o fornecedor. Tem que dimensionar a contratação dos operários e adequar as instalações. Refeitório? Treinamento? Como será levado os gigantescos motores? Eles virão de navio? Virão desmontados? O estaleiro tem navios programados antes? Será preciso acelerar a construção… Read more »

Renan
Renan
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Um ano para detalhar estás questões é muito tempo são 8760 horas pode se fazer muita coisa neste tempo. Mas o bom censo faz acreditar Quem avaliou a proposta do consórcio vencedor já deve ter todas estas respostas pois são importantes para jugar se iram conseguir cumprir o contrato ou não. Estás perguntas devem ter sido respondidas antes da assinatura do contrato. Não tem desculpa este projeto vai enrolar 5 anos para entrega o primeiro navio para gerar salários a alguns e renda a outros através de consultoria e locação. Se fossem 3 anos para a primeira embarcação eu até… Read more »

Alex Rocha
Alex Rocha
Reply to  Renan
1 mês atrás

Renan concordo contigo em muitos fatores: O Brasil por ser quem é e do tamanho que é está muito atrás do que seria necessário para manter a segurança. Mas ao meu ver o buraco é mais embaixo. O problema todo é cultural e baseado no sistema de governo que temos. O Brasil precisa de um “reset” enquanto estivermos neste sistema de governo onde se abre muitas brechas para vários desvios, o que você falou se cumprirá. Sou patriota e amo meu país, mas num futuro infelizmente o que você disse irá acontecer se não mudar o sistema de governo e… Read more »

Renan
Renan
Reply to  Alex Rocha
1 mês atrás

Minha resposta foi bloqueada mas muito obrigado pela sua resposta está correto

Kemen
Kemen
Reply to  Renan
1 mês atrás

“8 anos pagando salários caros” ___ Sei a origem disso é de um dos fundadores e sócio do Banco Pactual e de vários fundos de investimentos que desvalorizou sem pestanejar o REAL e viva o dolar. O culpado agora é o trabalhador que com uma renda miseravel e ainda tem de pagar mais impostos que os embutidos nos remédios e produtos, o imposto da pessoa fisica, chamar de renda uns 3.000 reais é uma vergonha, como se não fosse pura sobrevivência. E ainda tem os que tentam induzir os outros num delito fiscal, geralmente os prof. liberais, “a consulta é… Read more »

Renan
Renan
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Amigo salário caro é de uma nata que se faz necessário nestes projetos são líderes de projetos, de produção e de consultores mão de obra especializada e rara. Não se pode postergar muito a fabricação pois estás pessoas iram receber milhões em pagamento. Já trabalhei em projetos grandes e este tipo de mão de obra era muito importante e muito cara, foi realizado uma dinâmica para que os profissionais x só estivesse em loco em momentos previstos pois era de fundamental importância aquele acompanhamento naquela semana. Teve ao menos 20 pessoas neste projeto que eram diferenciada. E um deles por… Read more »

Mário Sérgio Porto
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Eu acho engraçado estas pessoas que se referem ao país como uma entidade exógena da qual se isentam. O país somos nós e a Marinha será aquilo que nós quisermos. Os políticos somos nós que colocamos lá, então, o Brasil é aquilo que queremos. Trabalhe mais para mudar o que considera errado e deixe de criticar os que trabalham.

Last edited 1 mês atrás by Mário Sérgio Porto
DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Agora sim, conseguiremos proteger toda nossa costa.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

kkkk

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Cardoso
Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Claro, talvez a costa de Sergipe se tanto.

Vovozao
Vovozao
1 mês atrás

13/09/2020 – domingo, btarde, gostaria realmente que a 1a. fosse lançada em 2025, porém, vejo cada dia mais dificil de acontecer, fatores ex-marinha que infelizmente podem atrasar. E, com as sucatas que temos hoje, e, não sabemos quantas ainda estão realmente operacionais, ou so consta do inventario, nao tendo mais condicoes de navegabilidade, corremos um serio risco de ficarmos sem escoltas.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Não entendi esse estica e puxa da ZEE.

Manuel Flávio Vieira
Manuel Flávio Vieira
1 mês atrás

As imagens da MEKO ao pôr do sol são da A-200 SAN/AN.

Manuel Flávio Vieira
Manuel Flávio Vieira
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Sim, é muito mais próxima da MEKO 200 que da MEKO 100. A nossa tem uma estrutura mais alta na parte central em relação a 200. Parece mais “gordinha”. Talvez seja pelo menor comprimento do caso.

Kemen
Kemen
Reply to  Manuel Flávio Vieira
1 mês atrás

MEKO A-200 & MEKO A-100, a Blohm / Vossdeveriam deveria estabelecer uma nova denominação ao nosso projeto, MEKO A-150.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Apesar da demora parece que agora vai sair do papel, com décadas de atraso, mas antes tarde do que nunca, o Prosub e o FX demoraram mas o primeiro Scorpene e o primeiro Gripen já estão prontos e em testes!

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

o prosub na verdade veio num tempo bom, basta ver que nenhum dos Tupi estavam no limite operacional quando começaram a ser lançados os Scorpene… Alguns diriam até que o prosub veio ANTES do que deveria, bastando ver que meteram 9b USD em submarinos, mesmo que a força submarina ainda estivesse numa idade bastante adequada, enquanto a frota de superfície já deveria toda ter virado panela na Índia.

Zorann
Zorann
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Quanta besteira.. o Prosub não veio pra substituir os Tupis…. Veio para somar, para aumentar a frota de submarinos.

O que não vai mais acontecer porque mudaram de ideia…. já até decidiram abandonar os Tupis…

Vá ler mais a respeito antes

A estratégia era negar o uso do mar e para isso ter uma força de submarinos de envergadura. Está lá na END que mudaram.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
1 mês atrás

É impressionante essa condição! Depois do contrato de execução assinado esperar cinco anos para entrega da primeira fragata que deverá estar comissionada em 2027. Até lá a marinha chinesa já construiu mais de 50 navios e mais 4 porta aviões. A MB não vai para frente mesmo!

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Top Gun Sea
1 mês atrás

Se não me falha a memória o Barão de Rio Branco disse uma vez que leva 10 anos para se construir uma marinha de guerra tendo os recursos e o meios necessários.
O Brasil tem estaleiros, mas a pergunta é quantos deles estão capacitados para construir navio de guerra? Os trabalhadores estão capacitados?
Apenas se os trabalhadores tiverem que ser capacitados, já demora uns 2 anos a mais pois primeiro tem que capacitar eles, para então inicial a construção dos navios.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Com dinheiro na mão você começa encomendando do exterior, de prateleira, pra depois brincar de fazer em casa. Curiosamente o sindicalista militar na presidência da república garantiu que jamais teríamos verba ao frear a reforma previdenciária dos milicos, reforma essa que iria só nos primeiros 10 anos economizar 100b de reais, economizando ainda mais na segunda década. Isso daria hoje um total de 18,7b USD, mais do que o suficiente pra começar a montar uma força armada de verdade, coisa que não temos desde, no mínimo, a república velha. O que daria para as três forças fazerem com 18,7b de… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Desde a Segunda Guerra que a MB sentiu na pele o que é depender dos outros, com a perda de navios que teriam sido muito valiosos na defesa do Brasil(estou falando da classe J), e teve que construir os mesmos no País, mesmo o País tendo que importar grande parte dos equipamentos usados nos navios, que a construção no Brasil se tornou uma prioridade para os almirantes, pela simples razão de que assim você assegura que irá receber os navios. Nesse ponto não podemos culpar a MB, podemos culpar os governos que raramente dão importância para isso.

Henrique
Henrique
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

E nós iremos fabricar os canhões de 76mm aqui? Vamos fazer os CAMM aqui? Vamos fazer o sonar aqui? Não! Isso tudo também vai ser importado! Que grande diferença faz fazer o casco (a coisa mais simples e barata) e importar recheio do navio (o mais complexo e caro)? É melhor ter o navio aqui o mais rápido possível e pelo menor preço possível do que esperar anos e pagar o equivalente a duas ou três unidades por uma “made in brazil”.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Henrique
1 mês atrás

A configuração das Tamandarés ainda não está fechada, por isso tem sistemas fabricados no Brasil competindo para entrarem na classe, como por exemplo o radar principal Thales NS 110-4D, e tem também o sonar da Thales, sendo este nacionalizado, com quase todos os componentes fabricados no Brasil. O grande problema de mandar fazer os navios fora é que você corre o risco de perder esses navios, caso haja alguma guerra, foi isso que aconteceu com a classe J, O mais barato saiu muito caro. Tem sistemas e equipamentos que podem ser fabricados no Brasil, como o CAMM, e outros são… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Olá Wilson. Perder uma encomenda por causa de uma guerra é algo mais relacionado ao azar do que outra coisa (tem que coincidir que ter um pedido a um estaleiro estrangeiro com um marinha entrar em guerra que teria interesse no navio da MB). Por outro lado, a construção de um navio de R$ 2 bilhões (no caso das FCT, são quatro navios totalizando R$ 8 bilhões), nos quais pelo menos 1/4 desse valor são despesas em salários, é uma excelente oportunidade de injetar muitos recursos na economia local. Este pessoal tem família, que vai ao restaurante, vai á escola,… Read more »

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Pode ser que gaste este tempo para preparar e qualificar profissionais mas tudo fica ao leu do esquecimento. Um exemplo foi a própria construção da classe Niterói e os AMXs. Ou seja a inapetência é ainda maior.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Top Gun Sea
1 mês atrás

A tecnologia usada nos AMX, foi usada nos aviões comerciais, tanto os executivos como as de passageiros, e na época do lançamento do FX2 o Ozires Silva disse que a Embraer poderia projetar o caça para a FAB.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Top Gun Sea
1 mês atrás

Top Gun, quem tem que se preocupar com a China são os países da região do Mar da China!!!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Top Gun Sea
1 mês atrás

O nosso país esta quebrado economicamente, quando finalmente começava a entrar nos eixos veio essa pandemia para acabar com boa parte da economia que foi conseguida, como faz tempo que não estamos corremos risco de entrar em um conflito as questões de defesa foram deixadas um pouco de lado já que o orçamento é curto, gostaria muito se desse para gastar pelo menos 2% do orçamento do governo, mas esse é um sonho.

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

quando finalmente começava a entrar nos eixos veio essa pandemia”

“começava a entrar nos eixos veio essa pandemia” = LOL, sim, como se o dano da pandemia não tivesse sido agravado por quem, na sua opinião, estava a colar o Brasil nos “eixos”. Só se for entre os eixos de um camião e a estrutura do mesmo. Não se renda a populismos e apelos sem nexo.
A pandemia está e vai afectar todos, mas não misture as coisas.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

OCDE declarou semana passada, somente 2 países no mundo Já estão se Recuperando, Brasil e China.

Sua opinião por não gostar do Presidente, não muda nada. O Brasil estava sim melhorando e muito. E será um dos países que sairá mais rápido da crise do covid. Porque agora temos um governo que trabalha e não rouba.
Que escolheu ministros competentes em cada área e não políticos competentes em falcatruas.

glasquis 7
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Por gentileza, posta no site pra gente ler.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Olá Luiz. Segundo a FGV, o Brasil entrou em recessão em 2014, que durou até 2016. Contudo, ao invés da típica curva em “V”, de 2016 até o final de 2019 o país passou por uma estagnação com crescinento em torno de 1% ao trimestre. O último trimestre de 2019 indicava o início de um novo processo de recessão, que foi agravado pela Covid. Os dois primeiros trimestres de 2020 fora de queda, sendo que o segundo trimestre teve uma queda de 10% no PIB. Sera necessário que o terceiro e quarto trimestre tenham juntos um crescimento de quase 12%… Read more »

Nilson
Nilson
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Se vc olhar o PIB de janeiro e fevereiro de 2020, antes da pandemia, vai ver que não estávamos em crescimento, e sim em estagnação. Esse “melhorando e muito” é propaganda não suportada pelos fatos.

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Obrigado por esclarecer o Luís.

Luís, não se trata de não gostar, ele nem é o meu presidente, não sou brasileiro, só que a incompetência, ingestão e… etc…. são coisas que me metem fastio, seja em que local for.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Peter Nine-nine;
ó pá! Tive problema semelhante.Tome uma garrafa, das grandes, de Água Pedras Salgadas que passa. Quando trabalhei em Lisboa, bebia Água Pedras Salgadas, bem fresca, todo santo dia, pela de manhã!
É muita bom.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Edson Parro
1 mês atrás

“na” percebi…
E…agua das pedras… Salgada? @_@

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Peter nine nine
1 mês atrás

Peter nine nine;
habitas em Portugal, pois?

Kemen
Kemen
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Colega Peter, da forma como escreve acho que é do norte de Portugal.

Junior
Junior
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Esse seu comentário mais parece propaganda barata governamental do que qualquer outra coisa, para contestar esse seu comentário basta ver o crescimento de 2019, primeiro ano desse governo, foi menor que o de 2018, último ano do governo anterior, mesmo o governo anterior tendo uma eleição pela frente (os investimentos diminuem em anos eleitorais) e dois pedidos de cassação nas costas, os números de Janeiro e Fevereiro de 2020 (anterior ao surgimento da pandemia no Brasil) foram de estagnação e não de crescimento como esse seu comentário que mais parece uma peça da SECOM tenta afirmar

Salim
Salim
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Em 2019 crescemos 1% menos que temer, onde VC viu recuperação. Real desvalorizou mais 35%, neste$ 20 últimos meses sendo a maior desvalorização entre as 44 economias dos desenvolvidos/emergentes. Implica 35% menos orçamento forças armadas que se reequipá em dólar. Só compra corvetas uma sumiu com desvalorização. Dos 36 gripens quase 12 sumiram. Ou vão postergar entrega ou ira enterrar deficit em mais alguns bilhões reais.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Sua opinião não se baseia na realidade, todos os indicadores apontavam para um crescimento da economia, investimentos estrangeiros e etc.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Caro Carlos. Exatamente o contrário. Os indicadores econômicos apontavam que o pais já tinha entrado em um novo ciclo de recessão econômica a partir do último trimestre de 2019.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

O amigo está enganado.

Poderia exemplificar algum grafico?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Indicador industria de papelão, consagrado como um dos indicadores que mede e antecipa a industria pois cada bem/produto vendido precisa ser embalado…quando cresce, é porque vendeu-se mais e mais produtos industrializados serão entreguescomment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Fica claro que o historico é crescente e que houve uma inflexão a partir de abril de 2020.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

m apresentação para investidores do Bank of America nessa quarta-feira (19), o Presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, trouxe dados e projeções que indicam que a economia brasileira mostra uma recuperação mais rápida do que a de outros países emergentes. Diversos setores econômicos foram duramente afetados pela crise de saúde provocada pelo novo coronavírus. Nas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, a recessão econômica do Brasil deverá ficar em 5,6%, uma das menores entre os países emergentes. No México, a queda do PIB será de 10,5%; na Argentina, 9,9%. Segundo os dados apresentados, o cenário… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. O setor industrial apresentava uma capacidade ociosa perto de 30% no fim de 2019. A crise da Covid derrubou a produção industrial no em mais 30%, provavelmente chegando a 50% de capacidade ociosa. Depois de um tombo deste tamanho, qualquer atividade econômica irá impactar (porque a base de comparação é baixa). O primeiro trimestre de 2020 teve uma queda maior que 1,5% no PIB (sem efeito da Covid). O segundo trimestre teve uma queda de quase 10% (sob efeito da Covid). Para que o ano feche com 0%, seria necessário que o terceiro e quarto semestres exibam taxas… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Iinfelizmente gráfico mostra o que VC quiser. Como Camargoer explanou acima a queda na producão industrial foi muito maior que outros paises, dai ilusoriamente parece que crescemos porem a base era muito baixa e como resultado a queda do PIB ( anteriormente altas em torno 1%, apos queda enorme gov Dilma) e a desvalorização recorde do Real.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Salim
1 mês atrás

se grafico sobe…então sobe…pode se chamar recuperação, crscimento sobre a base anterior de crise, etc…outro ponto….coloquem na cabeça uma coisa….:

Setor industrial é de apenas 20% do PIB…ok? Da mesma forma que ninguem vai dizer que a agricultura salvou o Brasil, ninguem pode dizer que a industria explica o enterro do Brasil…ela é de apenas 20% historicos do PIB e 20 não explica 100….

Serviços participa com quase ou mais de 50%…

Camargoer
Camargoer
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. Cada coisa em seu lugar. O gráfico dos ciclos de recessão-expansão da FGV são da atividade econômica (o que inclui serviços). Ele mostra houve um ciclo de recessão que começou em 2014/2015 e durou até 2016/2017, quando começou um ciclo de expansão um pouco maior que 1% ao ano até o fim de 2019. Essa expansão foi insuficiente para levar o país aos níveis pré-recessão de 2015/2016. 2020 teria iniciado um período de recessão, mas que foi agravado pela Covid, derrubando todas as economias do mundo. O FMI projetou uma queda de -9% do PIB brasileiro. Outras instituições… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Camargoer
Camargoer
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. Segue a série histórica da FGV sobre ciclos de recessão e expansão da economia. Os períodos destacados em cinza são os de recessão.

ciclo.jpg
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Este grafico possui tendencia crescente… não importa o dado anterior ou se recuperação de período anterior, se a industria possuia ociosidade relevante historica, ela perdeu parte desta ociosidade… se medir quem tem a noite mais escura durante a noite for o correto, então se é noite para ele é irrelevante, pois todos estão na crise e assim, importa como diante de outros voce se comporta na corrida da recuperação… Desta forma, no mundo perdes, altera-se o ranking de países mesmo que seja quem perde menos e se esta for uma nova base historica. Brasil tem desempregados e de forma similar… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Meses atras eu postei a alertei a todos que a crise do COVID iria trazer uma quebra de produção agricola mundial…. O preço das Commodities ira subir cada vez mais, China está com quebra de produção interna de alimentos. Africa esta importando muito alimento ao contrario de produzir. não é somente o arroz que irá aumentar de preço… Se o Governo não tiver um plano ( o qual deveria ja estar traçado desde o inicio do ano) vamos encher o bolso de dolares com a agricultura mas correndo o risco de desabastecimento interno…. Tem de montar um esquema para o… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Brasil tem o petroleo negro….e agora com a crise mundial, tem o petroleo verde…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Camargoer
Camargoer
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. Acho que este gráfico sobre a capacidade ociosa da indústria mostra que levará um muito tempo até que a industria volte a investir. Ela está com fábricas e máquinas paradas. O setor só vai investir quando a atividade industrial atingir 80~90%. A atividade econômica está em patamares muito baixos.

capacidade.png
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Mas investimento industrial é totalmente diferente de crescimento industrial….

Entenda que a industria pode crescer a produção dentro dos limites de sua capacidade instalada. desta forma, usar um grafico de capacidade ociosa não demonstra o grafica de demanda indstrial pois são coisas diferentes que incorrem em enganos…é por isto que demonstrei um grafico de embalagens ( pedidos firmes de entrega) e porque ele é discrepante com capacidade instalada ociosa…é como tentar depreciar ou ignorar aumentos de pedidos de volumes porque estes volumes são menores que a capacidade instalada….

ok?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Em complemento: verifique pelo proprio grafico que antes da Covid existia uma curva ascendente; que o grafico evolui apenas ate abril, onde justamente foi o apice psicologico da crise COvid, ouseja…todo mundo queima estoque e para a produção e encomenda de materias primas pois acredita que tudo irá parar e não surgirão novos pedidos. Veja que este grafico que mandei do comercio avança um quarter a mais ( abril a julho) e que o comercio tambem refleiu esta queda no mes do impacto, mas subiu em maio, junho julho….ou seja…queimou estoque e industria recebeu novos pedidos…se voce avançar o grafico… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Houve sim desaquecimento no final do ano, mas já em 2020 e indice de confiança dos empresários, e os investimentos para reativar capacidade ociosa aumentaram, o país ia crescer 2%. segundo o ministério da ecomia e o BC.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Exato.
Aliás, tipico de Brasil, que é uma imprevisibilidade só.
Houve um aquecimento da economia agregada do 3o Tri acima do esperado, seguido de um desaquecimento do 4o Tri também acima do esperado.
O ano virou com as expectativas “broxadas”. Mas o movimento em fevereiro e da primeira quinzena de março estavam surpreendendo positivamente. Não era só indice de confiança, mas havia um crescimento das importações e da arrecadação de impostos que estavam mostrando nova recuperação.

Agora, o que era já bagunçado virou uma zona de vez. Quem passar previsões está chutando e de olhos vendados.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Peso por setor no PIBcomment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Grafico antigo de 2015 do PIB Global interessantecomment image

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Fabio. Daqui alguns anos será possível avaliar o que aconteceu com a economia desde 2013 livre do viés partidário. Então será possível avaliar quais as decisões dos vários governos foram acertadas e quais agravaram o cenário econômico. A crise do Covid afetou muita coisa, mas parece que seria apenas uma parte do problema.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

“Daqui alguns anos será possível avaliar o que aconteceu com a economia desde 2013 livre do viés partidário”.
Não precisa de tanto.
Leia o livro da De Bolle que ela já descreveu. Há uns 3 anos, inclusive. Tirando os 20 ou 30% de visões pessoais (que sempre tem), 70% a 80% do que ocorreu está lá. Fatos dados e devidamente descritos.
E não dá pra dizer que não seja partidarizado, afinal, atualmente ela esfola o PG.

Camargoer
Camargoer
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Olá GFC; Também gosto da De Bolle pela inteligência e bom senso. Qual é o título do livro dela?

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Não ocorreu melhora na economia antes da pandemia ela estava estavel, agora piorou, entretanto não podemos usar a pandemia para justificar tudo que vai mal, e vai ser uma grande justificativa usada pelos politicos para tudo. O Brasil tem um orçamento militar aquém do que deveria ser pelo seu PIB, não se compram meios com a ultima tecnologia sem verba suficiente, o que resta é conseguir financiamento a longo prazo das compras, e isso pode resultar em maiores prazos para entrega, meios que são modernos tecnologicamente mas não são os considerados “de ponta” que são muito mais caros, ainda assim… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Top Gun Sea
1 mês atrás

Olá TGS. O projeto executivo inclui como.o estaleiro irá funcionar, o cronograma de recebimento dos equipamentos, os subcontratos com os fornecedores, a escala de homens-hora. Tudo isso demanda algum tempo antes de começar a construção em si do navio. Os sensores e dispositivos também demandam uma escala e um tempo para serem colocados na programação da produção. Um petroleiro seria bem mais simples.

filipe
filipe
1 mês atrás

Serão 12 navios , 3 lotes de 4, depois a MB vai aumentar o peso e evoluir para a construção de um Destroyer da classe F-125 denominado MEKO A400 com 7000 toneladas.

WELLINGTON RODRIGO SOARES
Reply to  filipe
1 mês atrás

Aham, aí acordou com o despertador kkkk..Se vier um segundo lote até 2035 já vai ser muito.

MMerlin
MMerlin
Reply to  WELLINGTON RODRIGO SOARES
1 mês atrás

Em um artigo que li outro dia, a MB conseguiria manter o número de 12 Tamandarés, 6 Riachuelos e 2 SNBR’s. Isto com o orçamento de hoje, sem novos projetos em andamento com ajustes administrativos (sem entrar no mérito bastante debatido referente a pessoal e pensões).
Infelizmente, não tratava dos meios básicos, o que preocupa, já que também temos grande deficiência.

filipe
filipe
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

O SNBR é caro de manter e de operar, é outra liga, o Brasil vai jogar o campeonato das grande potências mundiais (EUA+ França + Rússia + UK + China), imagina países mais ricos que nós não estão nesse clube (Canadá + Coreia de Sul + Japão + Alemanha + Itália + Espanha + Turquia + Holanda + México + Israel), juntamente com a Índia somos os únicos com um programa de submarino convencional de propulsão nuclear… No SNBR está a honra da MB, dai a aposta desde 1970 até agora, vamos ter que aumentar o orçamento de defesa para… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Olá Merlin. Podemos fazer uma estimativa. Um Riachuelo/Tupi tem uma tripulação de 36 militares sendo 7 oficiais.. Considerando que o rendimento de um sargento-submarinista é de R$ 5,4 mil, e que o comandante de um submarino deve ser um Capitão-de-fragata (soldo bárico de R$ 11,2 mil, que deve ser acrescido outros R$ R$ 2,5 pela atividade submarinista, chegando a quase R$ 14 mil). De modo simplificado, a despesa de uma tripulação seria de (7 x 15 mil + 29 x 5,5 mil + 1/3 considerando a contribuição previdenciária da União, por 12 meses + 13 salário) = R$ 4,5 milhões… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Só para ampliar a questão e deixar um pouco mais perto da realidade, adicionaria uma frota de patrulha fluvial e de ajuda médica, não podemos nos esquecer dos 60 mil Km de rios navegáveis e das populações ribeirinhas que são atendidas pela MB.

É só para ver o quanto que aumentaria a despesa anual, pois ao meu ver esse lado não pode ser esquecido.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Olá Wilson. A MB tem apena 5 NaPaFlu com um tripulação de 40 militares. A despesa anual de pessoal com eles seria da ordem de R$ 20 milhões por ano. Considerando a existência de um pessoa de apoio em terra e do custo de operação, exagerando seria uma despesa total de R$ 100 milhões por ano. São cinco navios de apoio hospitalar, que devem custar muito mais do que um NaPaFlu. Juntos, a despesa total (incluindo as despesas de 5 material hospitalar) seria no máximo de R$ 500 milhões por ano. Muda pouco na estimativa que fiz, da MB custar… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Obrigado por responder.

Agora entendi porque falam que as FAs são o clube do Bilhão.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Olá Wilson. Fiz uma estimativa, algo bem aproximado, mas suficiente para dar uma perspectiva. Teríamos que incluir os institutos de pesquisa da Marinha (incluindo Aramar) que são instituições caras, a Escola Naval, e a aviação naval. Talvez tudo isso elevasse o custo da MB até algo em torno de R$ 20 bilhões. Outra despesa que precisaria ser incluída é a previdência dos militares. Se considerarmos que minha estimativa fosse de 50% para o pessoal da ativa, e que a despesa com o pessoal inativo é praticamente o mesmo, chegamos a um valor de R$ 30 bilhões, bastante próximo ao valor… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

As informações para civís são limitadas mas acredito que o cálculo seja por aí mesmo Camargoer. Boa iniciativa. A preocupação fica com a manutenção básica e PMG da classe Riachuelo. A Marinha Nacional da França adota uma manutenção com frequência maior em suas embarcações e equipamentos. Utilizando como base o Scorpene, podemos levar em consideração a Indonésia que já os opera e pode oferecer uma avaliação mais imparcial. Segundo eles, cada Scorpene tem um custo de manutenção anual de pouco mais de R$ 250 milhões, incluindo o custo de PMG. Os SNs, desconheço os valores. O que encontrei foi um… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Olá MMerlin. São estimativas simples mas podem ajudar a compreender o problema. Creio que o custo de R$ 250 milhões parece um pouco alto, considerando o preço do submarino ser de R$ 2,5 bilhões. Isso significa que sua manutenção/operação anual é 10% do valor de aquisição. Seria legal a gente conseguir os valores anuais da MB para os Tupi. Isso já seria um bom ponto de partida.

Renan
Renan
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Magnífica conta, parabéns pelo raciocínio. Acredito que deveria ser obrigatório por lei o orçamento do ministério da defesa fosse de 25 bilhões de dólares. E os gastos fossem limitado por lei com pessoal da ativa, da reserva , pensionista, ajudas de custos, premiação, etc, em 10 bilhões de dólares. Que só entre alguém novo na força quando tiver folha neste orçamento. 10 bilhões de dólares sejam investidos no custeio, manutenção e modernização dos meios existentes. 5 bilhões de dólares seja exclusivamente para a aquisição de novos equipamentos, pesquisa e desenvolvimento. Que as 3 forças recebam exatamente tudo igualzinho. 8,33 bilhões… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Renan
1 mês atrás

Renan, você se esqueceu de uma coisa, o que o exército consegue fazer com essa quantia, a marinha não consegue fazer, pois os preços e custos dos equipamentos(estou colocando apenas os equipamentos) são muito dispares, sendo os da marinha muito mais caros tanto de adquirir como de manter, a divisão de recursos tem que levar esse fator em conta.

Renan
Renan
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Sim levei, se você olhar lá nos dados ao longo do tempo a divisão é quase igual varia apenas de um ano para o outro dependendo do investimento. O que ocorre é que o exército é mais barato de operar porém seu plantel é enorme em números assim se torna igualmente caro, outro problema que o exército Brasileiro está com material bélico décadas atrasado, o custo de modernização será imenso. Para dar ao exército capacidade reais de se defender será muito caro. Começando por capacidade anti aérea longa distância 300km, média distância 100km, curta distância 50km, sistemas de vigilância das… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  Renan
1 mês atrás

Temporário é uma solução meia boca. O que deveria ocorrer era um ”overhaul”, dispensar gente mesmo e fechar quartel, eles nunca vão fazer isso de boa vontade.

sub urbano
sub urbano
Reply to  filipe
1 mês atrás

Aí vc acordou e viu q era um sonho.rs

José Carlos David
José Carlos David
1 mês atrás

Esses navios já deveriam estar operando, tendo em vista que as classe Niterói não passam de sucatas flutuantes. Apenas a corveta Barroso pode ser chamado de navio operativo. Como sempre, estamos sempre correndo atrás do prejuízo. Lamentável.

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Ouvi dizer uma vez que quando estivermos entre a segunda e a terceira unidade vamos contratar um segundo lote. O que para termos latino-americanos é um bom ritmo de aquisições haja visto que estamos construindo um submarino nuclear e finalizando navios de patrulha oceânica…são investimentos que demandam aportes consideráveis.

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

A construção do nuclear já foi iniciada?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Caro P99. A construção e ho.ologscso do Labgene são etapas obrigatorias e constituem parte do cronograma. Em um sentido amplo, o Labgene pode ser considerado como parte do SN10, até porque será ele que determinará os parâmetros críticos de operação do SN10. Como disse, em um sentido amplo, o SN10 já está em construção, sem falar que os técnicos que fabrucarao o Vasco já estão sendo treinados.

filipe
filipe
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Já estão qualificando algumas secções do casco iguais aos do SBR, apenas aguardando a conclusão do LABGENE para testar os componente de propulsão e de geração de energia… 2023 arrancam a todo vapor, serão 10 anos de trabalhos até 2033.

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Sim, mas em sentido “não amplo”, não está ainda em construção, correcto? Não me leve a mal, estava só a conferir se eu estava desinformado.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Caro P99. Em um sentido restrito, a MB ainda não iniciou a construção do SN10, mas em compensação, o S40 já está concluído (se o período de preparação não conta na construção, o período de testes no mar que é posterior á construção em um sentido restrito também não conta). Neste caso, a MB construiu um Scorpene, está contruíndo outros três e tem planejado a construção de um SN10.

filipe
filipe
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

O projecto esta na fase C, em 2023 vai para a fase D.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Sim, é o que consta e do meu conhecimento. Era mesmo só aquela questão, derrepente uma secção por exemplo já poderia estar em construção e não ser do meu conhecimento.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Peter nine nine
1 mês atrás

Olá P99. O que eu sei é que as equipes estão sendo qualificadas para construir as seções do casco de pressão. A Nuclep está construindo o vaso do reator do Labgene. Pelo que sei, só falta instalar o reator. De fato, será possível construir as seções do casco do SN10 mesmo antes do reator ficar pronto. Provavelmente será assim.

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Eu ia fazer piada com o Vasco, mas sou Corintiano 🙁

Camargoer
Camargoer
Reply to  Marcelo Baptista
1 mês atrás

Olá Marcelo. Ser corinthiano é uma coisa inexplicável. Um corinthiano entende o que se passa no coração de outro corinthiano. Não precisa explicar. Outros torcedores não compreendem. Se compreendessem, seria porque são também corinthianos. Se não são corinthianos, nunca entenderão. Vamos torcer (afinal somos torcedores e sofredores) para ano que vem ser diferente. Vai Timão.

Augusto Mota
Augusto Mota
1 mês atrás

Pequena, mal armada, simples e não sobra espaço para futuros upgrades, é pena usarem o nome do almirante numa linha de belonaves tão insignificante.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Augusto Mota
1 mês atrás

Pequenas? São quase do tamanho das Niterói. Lembre-se que a configuração final ainda não foi definida, e acho que só saberemos lá pelo fim do ano. Muita coisa pode mudar ainda.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Augusto Mota
1 mês atrás

Augusto, são fragatas leves, a próxima Classe serão de Fragatas com mais de 6.000 ton de deslocamento.

ted
ted
Reply to  Augusto Mota
1 mês atrás

insignificante é o seu comentário! o upgrade tem que ser feito noutra coisa

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  ted
1 mês atrás

É, estes “especialistas” em upgrades são um máximo….

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
1 mês atrás

Ja foi divulgada a configuração final das Tamandarés ??
Está demorando muito a definição, já li que talvez o radar principal seja Thales e não mais o alemão.
O blog tem alguma informação Galante ?

Pablo Maroka
Pablo Maroka
1 mês atrás

Quantidade pequena, mas uma bela de uma embarcação;

Deviam mandar descer mais umas 20.

Zen
Zen
1 mês atrás

12 anti aereos e 4 anti navios é uma piada né?

Farroupilha
Farroupilha
1 mês atrás

Presente de domingo para todos vcs.
Quem não tem gostaria de ter, melhor vídeo de todos:

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Cena de Star Wars com armamento made in Brazil.

Eduardo de Assis Ribeiro Filho
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

É muito potente ! Saturação maxima.

Esteves
Esteves
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

A humanidade não deu certo.

https://youtu.be/qaq6MlZ-r8g

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Curiosidade:
Foram fazer um teste de tiro com o HIMARS (o Astros americano) numa área de tiro de um deserto deles, e a vizinhança (mesmo longe e acostumada com o barulhe de testes feitos ali) ficou fula da vida com o barulho que esse sistema fez.

Last edited 1 mês atrás by Farroupilha
Esteves
Esteves
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Pai Jesus.

Eu imagino um bando de gente velha…tropas de velhas malditas indo reclamar.

Eu não aguento uma…imagino uma vizinhança inteira.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Ai alguém desenvolveu uma pequena bomba inteligente planadora de 125kg Uns 40 de alcance Depois alguém teve a ideia de espetar esta bomba na ponta de foguetes 160mm lançados como estes ai de cima, e pronto!! Nasceu a GLSDB de 120 km de alcance Bom ninguem vai espetar granadas smart de morteiros 80mm e 120mm na cabeça destes foguetes?? Acham que isto já não deve estar acontecendo? Um missil custa na casa de milhão.,, Uma GLSDB que exemplifiquei acima uns U$ 80 mil dolares…olha a diferença de reducao de custo quando existe o encontro de tecnologias complementares Uma granada smart… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Melhor vídeo, realmente.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Alguem me diga se estou errado… Alguem inventou este tipo de saturação acima Alguem miniaturiza e foguetes de 300 mm, 180mm, 127mm e 70mm passam a ser guiados ou autoguiados… Alguem gasta os tubos para defesas anti misseis, mas uma vez disparada uma bateria destas no alcance, não há como defender tamanha a saturação. Ou seja, o futuro sera ingrato para qualquer defesa pois elas foram pensadas para grandes misseis pontuais e por vezes o anti missil é ate mais caro que o missil atacante. Continuando a miniaturização e automação da precisão destes foguetes e levados ao ar, mar e… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Parabéns Avibras, e disto que falamos sempre. Sistemas bons nacionais tem mercado. Forcas armadas tem que que investir nisto pois estamos em tempo de paz por aqui e temos como desenvolver.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Tenho a impressão que o Setor de Documentação é um dos mais concorridos na MB.

Planos, estudos, PPs, vídeos, apresentações, artes, imagens, teses, hipóteses, doutrinas, livros, programas…deve ser um departamento muito enorme e bastante eficaz.

E Mestre Carvalho vem com o SIMOMAR…atchim.

Impressionante.

Tomcat
Tomcat
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Vc não viu então esse mesmo setor da Força Aérea Argentina… O que eles já estudaram de aviões não tá para brincadeira….

Rafael
Rafael
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Eu fico imaginando como deve ser frustrante ser um engenheiro da EMGEPRON…Trabalhar para no final nunca ver o projeto realizado. É claro que o salário e as vantagens do serviço público devem compensar todo esse desgosto.

EricWolff
EricWolff
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Eles têm uma máquina de digitalização lá q é de outro mundo… Espaço inesgotável!
Até o seu currículo eles devem ter guardado lá

Marcelo R
1 mês atrás

A China põe no mar 4 fragatas por ano, não sei se são de “papelão”, ou se são somente para ter números..
Mas fica a pergunta… quando e que vai bater a quilha da primeira dessas aí????
A soberania nacional só existe depois que o BRASIL tem como apresentar alguma coisa para fazer frente às ameaças… até agora não existe soberania nacional em nada…

fewoz
fewoz
1 mês atrás

Imaginemos um cenário perfeito, onde tivéssemos muito mais recursos. Seria possível uma aceleração na entrega ou mesmo a criação de uma segunda linha de produção paralela, por exemplo?

Tutu
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Com muito dinheiro tudo é possível.

Mensageiro
Mensageiro
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Com pouco dinheiro e boa administração também.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Mensageiro
1 mês atrás

Caro Mensageiro. Há um piso de gastos abaixo do qual qualquer atividade fica inviável. Essa história que boa administração supera a falta de verbas está errada. Eu concordo que boa administração seria parte fundamental para o sucesso de qualquer atividade, mas discordo que boa administração resolva sozinha o problema de falta de recursos.

Almeida
Almeida
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Nesse seu cenário perfeito de orçamento ilimitado, o que teríamos seriam ainda mais almirantes e pensionistas, com uma marinha de 200 mil pessoas e nenhuma fragata. O problema da MB, e do Brasil, não é de orçamento.

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Vida longa e prospera fewoz. Primeiro precisaríamos ver a capacidade do Oceana, espaço físico mesmo, por exemplo, eles tem embarcações de outros clientes em construção no mesmo estaleiro, isto precisaria ser remanejado e renegociado ou o estaleiro ampliado. Segundo, o processo produtivo, eu entendo que a TKMS trará novos procedimentos de construção naval, o que por si só, comparado com o que temos hoje no Brasil, ira dar uma velocidade a construção dos vasos. Terceiro, fornecedores, estes também tem que ser envolvidos para que o fluxo de entrega de materiais acompanhe o novo cronograma, portanto, mais de um fornecedor para… Read more »

Salim
Salim
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Entre os dez maiores gastos mundo forças armadas e o nosso, porem o resultado e este.

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

Somente 04 Fragatas é muito ruim, mas tudo tem um pontapé inicial né, logo, o ideal é quando concluírem as 04 unidades, planejar desde já um novo programa para construção de mais 04 até chegarmos a 20 unidades de Fragatas.

20 já é um número considerável para ajudar na defesa da nossa costa marítima.

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Não quero ser desmancha prazeres, mas será seguro presumir tal coisa? 20 navios? Eu penso assim. Se houvesse vontade real de modernizar e equipar a MB como deveria de ser, quatro navios estariam a ser construídos lá fora, em simultâneo com os quatro que eram construídos no Brasil. Em 2027 estariam 8 fragatas tamandaré, e não apenas 4. Um segundo lote de apenas mais quatro, já elevaria esse número para 12. Se assim houvesse vontade até poderia ser de oito, novamente quatro lá fora e quatro no Brasil, elevando para 16. A lentidão que se pode esperar deste penoso processo… Read more »

rommelqe
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Caro Pedro nove-nove: certamente o “gargalo” das Tamandares não é a transferencia de tecnologia, embora logicamente, sendo uma versão baseada na MEKO 200, muito há que se aprender e a implantar no estaleiro Oceana (o qual, como acredito que o prezado saiba, hoje é de propriedade da Thyseen). Temos aqui no Brasil dezenas de estaleiros (não conseguimos necessariamente copiar uma réplica da nau que o seu patrício Cabral utilizou para vir até cá, mas isso é outra estória….), e se o nosso histórico na construção de navios militares não é dos melhores não é por falta de condições fabris mas… Read more »

rommelqe
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

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Wilson Look
Wilson Look
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Essa daí não é a nau Martins Freitas?(nau Pedro I na MB)

rommelqe
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Sim! Homenagem ao Pedro 99.

Almeida
Almeida
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Pena que esse pontapé inicial só vai iniciar a partida lá pra 2027, se tudo der certo, né…

Jefferson
Jefferson
1 mês atrás

Não me levem a mal, mas eu odeio esse tipo de vídeo institucional kkkkk
Mas bom que iremos fazer esses navios, boa notícia.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Fraguetas, e se tudo der certo a gente sabe que no Brasil nunca dá tudo certo, entregam a primeira fragueta em 2023.. poderia ter adquirido classe FREMM, mas tem que diminuir concursos, cortar pensão de filha solteira com 3 filhos, acabar com festas, cortar aposentadorias, e demitir come e dorme mas isso não vão fazer

Last edited 1 mês atrás by Paulotd
Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Paulo… não quero assustar, mas a própria matéria afirma ser só para 2025, não que tenha intenção de aumentar o seu pessimismo.
Na minha visão 2025 nem é o problema, o problema é outro.

Jefferson
Jefferson
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Não querendo desviar o assunto, até peço desculpa ao Galante e membros, mas preciso dar a minha opinião a respeito desse assunto PÚBLICO. Tais reformas não irão acontecer! Minha análise: A elite dos servidores militares vai crescer ainda mais nos próximos anos e os salários idem. Eu votei no Bolsonaro e já percebi que as ideias centrais são: entregar as estatais lucrativas para alguns (as ruins ninguém irá pegar, ninguém irá querer a parte ruim dos Correiros, apenas a parte boa, ou seja, o rombo ainda continuará nas mãos do Estado); irá fazer reformas para a parte baixa da sociedade… Read more »

Renato
Renato
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Pois é, infelizmente nosso país deixou de ser nacionalista para ser.adorador de pés.de barro como o atual Presidente. Cada um puxa a sardinha para sua brasa. E dane-se o país. Os mais de 1 trilhão e 200 bilhões sequestrados pelo banqueiro Paulo Guedes,( travestido de Min. da Economia) e depositados em menos de 1semana nas contas do Itaú, Bradesco e do Bco.dele passou em brancas nuvens. Com essa grana escandalosamente desviada do governo aos cofres de instituições privadas as FAs teriam todos os recursos necessários. Mas o mesmo que negou recursos as FAs, é o mesmo que atendeu a ganância… Read more »

EricWolff
EricWolff
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Q já não tinham credibilidade….
Fale por vc cara pálida, anda bem desinformado sobre o assunto…sugiro consultar o pai dos burros, vulgo google,
E verá algo bem diferente sobre credibilidade

OSEIAS
OSEIAS
1 mês atrás

Galante, obrigado pelas excelentes postagem e artigos de você e a equipe. Tenho uma sugestão de matéria. Poderia nos dar informações de como andam nossos projetos como os:
MANSUP, MTC300, RADAR OTH e A-DARTE, COBRA.
Os outros projetos já são bem mencionados.
obrigado

Luiz Floriano Alves
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

Temos que nos preocupar com a China, sim. Se estão construindo porta aviões, em série devem querer projetar seu poder sobre os mares do mundo. Já estão varrendo o Pacífico com frotas imensas de pesqueiros. Logo estarão no Atlântico Sul. Acompanhados de dezenas de Type 054, claro..

Paulo Lahr
Paulo Lahr
1 mês atrás

Eu achei que esse vídeo iria mostrar ela em operação…ou seja….seus dentes..rs. Interceptando ou atacando alvos.

Renato
Renato
1 mês atrás

Me coloquem como Min. da Economia que resolvo fácil e rápido a falta.de recursos de investimentos nas FAs.
Retiro na marra os mais de 1trilhão de reais que o Sr. Paulo Guedes enfiou no bolso do banco dele, do ITAÚ e do BRADESCO.
Com esse troco pago a vista e com desconto:
– 4 destroyers
– 4 Submarinos extras classe Riachuelo
– + 36 GRIPEN F-39
E ainda sobra troco.

guilardo
guilardo
1 mês atrás

Usemos a lógica. Os nossos vizinhos não nos metem medo por completa inanição e a nossa marinha seria meramente dissuasória. O problema está nas nossas fronteiras marítimas. Passados quase 20 anos para “decidirem” pela construção de 4 corvetas, 20 anos para decidirem a compra de 36 caças novos e 10 para chegarem à conclusão que é melhor modernizar os Leo do que comprar outros usados, seria melhor: Ter e construir um grande número de navios patrulhas oceânicas como os Apa. Ter uma frota de submarinos diesel elétricos com cerca de 14 operando. Manter nas nossas bases costeiras um número expressivo… Read more »

Mateus Lobo
Mateus Lobo
1 mês atrás

É triste ver em um fórum de defesa, onde se espera pessoas com uma base mínima sobre defesa, comentários tão idiotas. A marinha é subordinada ao governo federal, falam como se fosse culpa dela o fato de termos poucos meios. Quanto a classe Tamandaré em si, excelente plataforma, com capacidade de desenvolvimento muito grande, a quem fala que ela está sub-armada, de fato está em face do que é possível nesse projeto, no entanto, a MB tem que a se atentar ao limite de orçamento que lhe é imposto, mas a configuração de armamento é algo que pode ser ampliado… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Mateus Lobo
Renato
Renato
Reply to  Mateus Lobo
1 mês atrás

Respeito sua opinião e em parte concordo.
Mas acho sim que embarcações de maior tonelagem para patrulhar as águas de grande profundidade e mar revolto são necessários.
As fragatas já “brigam”.com as ondas de alto mar de 5 ou 6m.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Renato
1 mês atrás

Renato, a classe Niterói, aparentemente, possui capacidade marinheiras similares a da classe Tamandaré, se observarmos as dimensões de boca, calado, deslocamento e comprimento e não me lembro de ouvir queixas nesse sentido, posso estar enganado já que não conheço pessoalmente a ninguém que fez ou faz parte da tripulação dessa embarcação.

Renato
Renato
Reply to  Mateus Lobo
1 mês atrás

Sim,concordo
Mas comparar embarcações em tonelagem, implica comparar potência dos motores e maior estabilidade para superar ondas oceânicas.
Está consideração foi de um oficial do alto comando da Marinha que afirmava que para o Brasil o ideal era um MEKO A 400 justamente por sua tonelagem, mas que por enquanto não passava de sonho.

Last edited 1 mês atrás by Renato
Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Renato
1 mês atrás

Caro Renata. Navios de combate de 6 mil são para missões de guerra. Patrulha é feita com NaPaOc de 1,5 ton ~ 2 mil ton.

Renato
Renato
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Olá Camargoer.
Segundo o oficial que era favorável as A400 a missão de embarcações dessa tonelagem seriam multitarefa.
Se eu conseguir achar o parecer dele eu posto aqui e vc poderá tirar suas próprias conclusões.
Acredito que uma A400 seria embarcação para alto mar e não embarcação costeira.
Deu a entender que a Marinha tem pretensões além das nossas águas territoriais.
Entendi assim quando ele citou a costa africana.

Last edited 1 mês atrás by Renato
Camargoer
Camargoer
Reply to  Renato
1 mês atrás

Olá Renato. Seria ótimo. Essa é uma boa discussão. Neste momento, a prioridade seria um numero menor de grandes fragatas de 6 mil ton, ou um numero maior de fraguetas de 3,5 mil ton, de corvetas de 2,5 mil ton ou NaPlaFlu de 1,7 mil ton? Sabemos que não dá para fazer tudo ao mesmo tempo, pois já existe o ProSub sendo tocado mas por outro lado, as Niteroi/Greenhalgh já estão no fim da vida útil. Talvez a pergunta seja qual o modelo seja prioritário ao invés de qual modelo seja o melhor.

Tutu
Reply to  Mateus Lobo
1 mês atrás

Notei um MGL-27 acima do hangar.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Boa observação, está aí uma boa opção também, já que o Gripen usa um canhão similar a cadeia de logística fica simplificada, mas não sei realmente as vantagens reais desse canhão em relação Bofors 40 MK4

Carvalho2008
Carvalho2008
1 mês atrás

Logico que 4 são insuficientes, mas ninguém constrói todas de uma vez para diluir os riscos e erros que existem nos projetos.

Primeiro se faz um lote experimental e depois de testado e incorporado se faz a revisão dos desenhos e sistemas para a melhoria do segundo lote. Não é apenas questão de dinheiro…

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Ah sim,a gente assina o cotrato em 2020,espera 8 anos até a última estar pronta(como se alguma coisa nesse país fosse concluída dentro do prazo).Ai só depois a gente espera mais uns dois anos para assinar um novo contrato para que os navios fiquem prontos uns 8 anos depois. Quando a última estiver operacional,a primeira já estará em meia vida precisando de modernização. Que piada. Não existe essa de “lote experimental” não,camarada. Ou se tem confiança no projeto e o leva adiante ou não se tem. Os EUA não encomendaram meia dúzia de F-35s só para depois decidir se encomendariam… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

E o quanto custou para os EUA fazerem isso com o F-35? O caminho usado no desenvolvimento do KC-390 não teria sido melhor e mais barato?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Eu usei o F-35 como exemplo,seu custo exorbitante tem a ver ao fato deles tentarem “fundir” 3 caças de propósitos distintos em apenas 1,isso causou a maior parte dos problemas. Se o F-35 existisse em apenas uma versão(apenas para a USAF,por exemplo),haveria muitos problemas,obviamente,mas o número de falhas teria sido melhor,assim como foi o F-22. Além disso haveria ganhos relacionados à economia de escala.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Escala na fase de protótipo? Isso é um verdadeiro tiro no pé, no fim você terá um monte que não serviram para nada. Escala só é viável com o produto pronto pois assim você vende mais barato, mas fazer isso ainda na fase de desenvolvimento irá resultar em centenas de protótipos e dependendo das mudanças que a versão de série tiver, esses protótipos não terão como recebe-las.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Errado. O navio não é um protótipo de forma alguma,ele já existe e se chama A200. Haverá modificações no navio brasileiro,mas não se trata de um novo navio. Todas as falhas comprometedoras já foram corrigidas durante o desenvolvimento dos navios já operados pelas outras marinhas,eventuais novas falhas podem ser corrigidas conforme as novas unidades saem dos estaleiros. Como eu já disse ao outro colega,não existe essa de protótipo de quatro navios,ou se tem confiança no projeto ou não tem.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Você não está deixando claro o seu raciocínio.
E pelo que eu estou entendendo no momento, vou te perguntar uma coisa bem simples, o que é mais fácil de ser aprovado no congresso, a construção de 8 ou mesmo 12 navios de uma vez ou a construção de 4 e depois pedir outro lote de 4?

Lembre-se que, como não existe o sentimento de que o Brasil tenha um inimigo, gastos muito grandes com defesa são mal vistos, com o povo preferindo que se gaste com escolas, hospitais, etc, menos defesa.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Wilson,o Congresso brasileiro não é igual ao Congresso americano,que discute por várias semanas se um parafuso a mais no F-35 irá deixa-lo com 0,00001% a menos de capacidade de combustível. O nosso Parlamento não é envolvido nas questões de defesa nacional. Você não encontrará nem 30 parlamentares que saibam o que é Tamandaré,ou Gripen,ou Prosub,ou Guarani,ou MTC-300. Todos os nossos projetos são tocados unicamente pelas próprias FA,e ao Congresso cabe apenas aprovar o orçamento anual. Se os almirantes quisessem construir 1000 fragatas,assim seria feito desde que o valor delas coubesse no orçamento dado a eles,mas os deputados e senadores,ou até… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

É o congresso que determina o orçamento da MB e aonde vai o dinheiro desse orçamento, a maior parte do orçamento da MB é carimbado, tem que ser usado para aquela finalidade e se sobrar volta para o Tesouro. E é o congresso que libera verba para os programas, e mesmo eles sendo alheios os militares tem que provar a necessidade de adquirir o equipamento e o custo, entre outros detalhes, eu já li documentos do antigo Ministério da Marinha enviados ao congresso, o que mudou hoje é que quem envia é o Ministério da Defesa. E só para constar,… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Wilson,embora o orçamento seja vinculado,não são os políticos quem decidem onde o dinheiro será investido,é a MB,o Congresso só chancela. Se a sua mulher te apresenta uma lista de compras,você dá uma olhadinha,abre a carteira e entrega o dinheiro a ela,não é você quem estará decidindo o que será comprado,será ela. Não foram os parlamentares quem decidiram pelo número de 36 Gripens,4 Scorpenés e 4 Tamandarés,foram os oficiais de alta patente,eles apresentam o orçamento ao Congresso,e eles só abrem o cofre. Se a MB pedir 2 bilhões para comprar 4 fragatas,os parlamentares liberam o dinheiro. Se a MB pedisse esses… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Eu já pesquisei muito sobre a história da marinha, já que estou ainda em busca de informações sobre projetos de navios para o jogo World of Warships, e eu já percebi que essa postura dos políticos brasileiros é mais comum na República, época em que a MB passa a ser vista como uma forma rebelde, no Império havia discussões sobre como a marinha deveria ser e quais as ameaças existentes, na República temos um período de interesse nisso , por causa do Barão de Rio Branco, mas olhando para hoje o porque de não haver esse tipo de discussão é… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Brasil entre dez maiores gastos defesa no mundo em dolar. Jogar para políticos problema e se enganar. Muda Almirante, muda tudo.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Salim
1 mês atrás

Não tem como dizer que só existe um problema, são vários problemas, são tantos que não tem nem como dizer que x ou y é o culpado.
Eu estava comentando de um desses problemas apenas, e o seu comentário sobre os Almirantes, bom as prioridades são praticamente as mesmas desde a gestão do Almirante Leal Ferreira, o que muda é a ordem em que estão sendo executadas, com isso dependendo da disponibilidade orçamentária.(no passado já foi muito pior, não tem comparação)

Salim
Salim
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Porem já fomos muito melhor, década 90. Tínhamos 6 niterois com cerca 12 anos fazendo modernização, começamos tikuna ( evolução tupi ), começamos Barroso ( evolução Inhaúma) , compramos a4, um porta aviões de verdade ( bem superior ao minas gerais, aposentado pois ficaram medo modernizar ). De lá ate agora’ 3 opv, 3 Napa 500. Bahia e Atlântico ( barcos suportes com spec civil melhorada). Concordo que estão tentando melhorar, mas estávamos caminho independência tecnológica e voltamos a estaca zero, novamente com tot .

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Salim
1 mês atrás

O que ferrou nessa época foi a crise econômica, não havia recursos para os projetos navais, e depois da crise não houve interesse em da continuidade a eles.

Pra mim a maior dificuldade da MB, está sendo em conseguir dar continuidade aos projetos, seja por questão financeira ou burocrática(essa última relacionada principalmente aos Napa 500 incompletos no Arsenal).

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

na mosca

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Caro Wilson. Quais são os inimigos do Brasil segundo o seu sentimento? No documento da MB não há menção a qualquer inimigo potencial, a não ser o piratas em na região do golfo da Guiné.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

No meu caso particular, meu sentimento nesse caso foi moldado pelos estudos de história que eu fiz, eu não vejo um inimigo ao Brasil de força permanente(como foi a Argentina no passado por exemplo) o que eu vejo é inimigos pontuais gerados por algum desentendimento ou disputa política, talvez o que melhor represente isso é a França, com os casos da Guerra da Lagosta e o recente caso entre os presidentes, situações pontuais que na maioria dos casos não requerer a mobilização das FAs.

Espero que minha visão tenha ficado clara.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Caro Wilson. Compartilho da mesma avaliação. O Brasil não tem inimigos, como a Índia, Israel, Paquistão, Iran, etc. O Brasil também não tem inimigos devido uma posturam imperialista, como os EUA. O Brasil também não tem inimigos no contexto de uma disputa de hegemonia, como a Russia e a China. Isso é bom.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer,é péssimo que o Brasil não tenha nenhum inimigo,isso torna os políticos e oficiais displicentes com a defesa do país. Eu queria muito que o Brasil tivesse um Irã ou uma Coreia do Norte aqui do lado pois isso forçaria mais investimentos e cuidados com a nossa defesa. Mas quem sabe no dia em que o Maduro resolver bancar o Kim Jong-un latino,as coisas mudem por aqui.

Renato
Renato
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan,
Salvo engano da minha parte, o que foi noticiado e inclusive tem detalhes pormenorizados dessas fragatas é que elas serão um misto de A100 e A200 no canal (YouTube)do jornalista de assuntos militares Roberto Caiafa e o oficial da reserva Comte.Farinazzo.
A empresa alemã estaria abrindo novo tipo de embarcação em seu portfolio exclusivo no pedido da Marinha brasileira.

Last edited 1 mês atrás by Renato
Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Renato
1 mês atrás

Renato,mesmo assim é um projeto já existente e testado. Dá mesma forma que os submarinos Scorpenés brasileiros são modificações do original,eles são maiores para que possam comportar mais mantimentos,mas todos os elementos críticos são os mesmos dos Scorpenés já vendidos a outras marinhas. É errado dizer que as primeiras Tamandarés serão protótipos,não existe essa de 4 navios como protótipos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Olá Allan. Concordo bastante com você. As FCT são baseadas em um projeto maduro, que já passou por revisões e correções, assim com os Scorpenes da MB. Creio que essa ideia de contratar um projeto maduro é uma estratégia adequada para a MB. Importa que siga assim caso a MB contrate um segundo lote. Eu acredito que a MB errou ao não iniciar uma segunda Barroso logo que a primeira foi lançada.Talvez demorasse, mas teria dado prosseguimento ao desenvolvimento de corvetas. É mais importante pequenos passos evolutivos do que grandes saltos.

Renato
Renato
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan,
Em parte concordo com seu comentário.
A única diferença entre o scorpéne brasileiro e o original, é o fato de que a versão brasileira é extendida utilizando a parte que caberia ao sistema AIP como compartimento de víveres e combustível.
Acho que no fundo.falamos a mesma coisa só que de forma diferente.
Um abraço.

Tutu
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Olhe as Type 22 Britânicas como um exemplo, foram 3 lotes distintos construídos entre 1975 e 1988, cada lote incluiu modificações em relação ao anterior, tanto que os “lote III” são muito mais capazes, essas divisões em lotos menores são impostantes para combater a obsolescência.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Além de manter a industria trabalhando por mais tempo, evitando as perdas de experiência.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Tutu
1 mês atrás

De 75 a 88 são 13 anos,o que significa um novo lote/versão a cada 4 anos e 4 meses mais ou menos. Mas o Brasil vai levat o dobro disso só para desenvolver uma única versão,isso sendo bem otimista. Então não é uma comparação muito válida.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Algumas correções sobre as idades(eu não tinha reparado antes por isso estou colocando aqui), a primeira começou a ser construida em 1975 mesmo mas a última foi em 1986, sendo que cada navio levou uns 4 anos desde o início da construção até o comissionamento do mesmo, o lançamento ao mar normalmente ocorreu 1 ano depois(o tempo pode ser um pouco menor). No caso do Brasil o cronograma é o lançamento do primeiro navio 42 meses após o início da construção, temos que levar em conta detalhes como a capacitação dos trabalhadores e a adequação do estaleiro o que demanda… Read more »

Tutu
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Sem falar que os britânicos entraram em guerra nesse período.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O problema é ter ficado 20 a 30 anos sem construir nenhuma

Veja que a classe Inhauma teve erros de projeto que somente seriam corrigidos no 2o lote. O segundo lote não saiu e assim o erro somente foi corrigido na classe Barroso.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

O segundo lote de certa forma é a classe Barroso.

angelo
angelo
1 mês atrás

2025 – 2028 ? eu diria 2050 – 2060…Brasil…..

Filipe Prestes
Filipe Prestes
1 mês atrás

Não engoli ainda esta tão alardeada ToT de uma empresa que agora controla a que em teoria seria a beneficiada pela aventada transferência. Um negócio da China para os alemães vender mais caro e “transferir tecnologia” para si mesmos. Só se vê no Brasil…

FERNANDO
FERNANDO
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

Pois é ne!!!
Eu comentava isso a quanto tempo atrás e me chamavam de Ptista.
Mas, é visível o que você comentou Filipe.
Este país é uma baba.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  FERNANDO
1 mês atrás

Olá Fernando. Creio que o contexto seja mais complexo. Havia um estaleiro no Brasil de propriedade de um determinado grupo industria. Os alemães compraram esse estaleiro, ingressando divisas na balança de pagamento do país. O estaleiro mudou de proprietário mas continua existindo no mesmo local. Os alemães usarão este estaleiro para construir as FCT. O governo federal irá pagar o estaleiro em moeda nacional. O lucro total ou parcial deste contrato será enviado para a matriz alemã. O estaleiro terá que ser modernizado. Provavelmente os alemães que são os novos proprietários irão buscar um financiamento no BNDES, que será pago… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Camargoer, acredito que estão comentando sobre transferência de tecnologia. Seria mais fácil abrir edital de compra e obrigar fabricar aqui, como faz EUA. Como comentado, transferir tecnologia da matriz pra filial e engana trouxa, desculpe. Veja helibras, pagamos tot de nada, não projetamos ou vendemos nada exterior, se passarem tecnologia a Embraer teríamos família de helicópteros nacionais. Podiam ter comprado Guarani da Avibras ou Agrale, compraram da Iveco Italiana, em resumo nao exportaremos nada e guarani nao e nenhuma maravilha.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Olá Salim. É preciso saber o tipo de ToT. Um navio de combate tem vários itens de tecnologia, como por exemplo os códigos-fonte, a integração do sistema, sistemas de propulsão, sistemas de armas, munição. construção modular… outro ponto importante é a existência de uma empresa brasileira disposta á receber a tecnologia. Os Riachuelos usam um tipo de válvula com comendo elétrico que precisou ser desenvolvida e homologada, e que agora se tornou um produto comercial.

Arariboia
Arariboia
1 mês atrás

Só eu achei elas com uma concepção muito anos 90 inicio de 2000? Fora a eletrônica… Sem radares AESA com vem sendo empregados em projetos de corretas Russas e israelence. Sem capacidade de ataque ao solo.

Por sinal as 20380 agora com mesmo conjunto das 20835 e as novas 20836.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Arariboia
1 mês atrás

Cara as Tamandarés primeiramente são fragatas, e segundo elas terão radares AESA, se para você um radar AESA é somente os fixos bom não são somente eles, os radares se dividem entre os móveis e os fixos, sendo os fixos mais caros e pesados, no geral, o principal radar cotado é o Artisan 3D, mas tem outros como o Thales NS 110-4D na disputa(sendo que esse segundo pretende-se construir no Brasil), agora as capacidades depende dos requisitos estabelecidos sobre o que se espera que o navio faça.