terça-feira, setembro 28, 2021

Saab Naval

Submarino General O’Higgins da Armada do Chile está nos EUA para exercício de guerra antissubmarino

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O submarino General O’Higgins (SS-23) da Armada do Chile atracou na base naval de Point Loma em San Diego, Califórnia, em 1º de julho, informou o site infodefensa.com.

O O’Higgins da classe Scorpène vai participar do programa de cooperação DESI (Diesel Electric Submarine Initiative) organizado pela Marinha dos Estados Unidos.

O submarino partiu da base naval de Talcahuano na segunda semana de junho para realizar uma série de exercícios em que testará as capacidades de detecção e combate antissubmarino de navios e aeronaves dos EUA, através do uso de várias táticas e tecnologia avançada.

O O’Higgins vai interoperar por mais de cinco meses com a Marinha dos Estados Unidos e também participará do exercício de busca e salvamento submarino Chilemar que permitirá verificar o nível de resposta e a capacidade de enfrentar situações de emergência no fundo do mar.

O exercício Chilemar foi realizado pela primeira vez em 2009 e em outubro de 2017, os Estados Unidos certificaram o navio oceanográfico AGS-61 Cabo de Hornos como a primeira plataforma naval da América Latina capaz de embarcar e implantar elementos de apoio para trabalhos de resgate de submarinos.

O DESI foi criado pela Marinha dos Estados Unidos em 2001 com o objetivo de melhorar as capacidades e técnicas de combate das unidades navais e aéreas daquele país norte-americano à frente de submarinos de propulsão convencionais.

O exercício DESI já contou também com a presença de unidades submarinas do Brasil, Colômbia e Peru.

Submarino classe Scorpene

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DOUGLAS TARGINO

Isso que pode dizer que é um treinamento de verdade! Olha o tempo?! Enquanto os nossos não saem do litoral do sudeste. Quero mesmo ver quando os nossos chegarem se vamos fazer treinamento assim ou sempre ficarmos de fora.

Camargoer

Caro Douglas. Segundo o texto, a MB já participou deste tipo de exercício com algum dos Tupi. Está ali no final da noticia.

Diogo prado

Treinamento ou obtenção de inteligência fácil? Não se se os EUA EUA operaram contra um Scorpene, mas certeza que vao gravar até o som da descarga do banheiro. Falando nisso, como funciona o banheiro de um sub? Kkkkk

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk então não pode fazer exercicio com os EUA, só com a China e a Rússia,né? Porque os EUA são maus e os russos e chineses são bonzinhos, não guardam informações militares de países com que praticam exercicios…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ted

Inocente

Filipe

Não vejo a hora dos SSGN Virginia treinarem com o SSN SNBR Alvaro Alberto , ai sim haverá um treinamento sério entre as únicas duas Marinhas com Submarinos nucleares das Americas , o Brasil e os EUA… Agora vamos ver exercicio de Guerra Assimétrica , Submarino Nuclear Americanos Vs Submarino Convencional com AIP… O Brasil precisa se impor no conserto das nações.

Jack

Filipe…”Não vejo a hora dos SSGN Virginia treinarem com o SSN SNBR Álvaro Alberto”…sem quer ser um estraga prazer, mas já um pouco calejado com as tratativas e vontade politica dos governantes (ao longo dos anos) com as forças armadas…parafraseando seu comentário…”Não vejo o (ANO) dos SSGN Virginia treinarem com o SSN SNBR Álvaro”. Vai de demorar um tempinho ainda…

carvalho2008

A priori não precisa….

Se a informação que o Alvaro Alberto ira utilizar os mesmos sistemas de combate do Riachuelo….basta treinar com este….

Esteves

Se não tem diferença…

Bardini

É um dissipador de calor, que foi instalado para minimizar a possibilidade de detecção por IR durante o snorkel.

glasquis 7

Se não me engano, esse dissipador foi implementado na ARCh em 2016 durante os trabalhos de modernização realizados em ASMAR Talcahuano.

glasquis 7

Sumido não, silencioso. KKK
Bom dia grande MARK

Jodreski

Rapaz… vai demorar isso hein….
Eu espero algumas coisas da MB em relação so SNBR:

  • que ele seja realmente construído
  • que sejam construídos outras unidades posteriormente, pq investir por décadas nesse programa e bilhões e bilhões de dólares para construir uma única unidade e parar por aí é para no mínimo muitas cabeças rolarem, os envolvidos terão que responder até criminalmente por isso.
  • que o cronograma que temos hj (que já está atrasado) seja cumprido!
Ted

As cabeças que rolaram infelizmente estão de volta. Mas por poco tempo. Logo a lei e a justiça será restabelecida

João Carlos

Quando entrei na USP já existia o centro da marinha para a construcao do reator nuclear para submarinos na cidade universitária… Isso nos idos de 1982… Já estou quase me aposentando e o único produto desse desenvolvimento todo que saiu de lá foi uma maquete de reator… maquete muito bonita por sinal… E só.

Eduardo Sandt Pessoa

Vc está desatualizado, ,meu amigo. Vá visitar Iperó, se permitirem sua entrada. Verá o quanto de desenvolvimento tecnologico existe lá. inclusive o reator que deu origem a sua maquete muito bonita.

Zorann

Quando o Alberto Roberto estiver pronto, o Virginia já estará aposentado.

guilardo

Não só o Virgínia, mas certamente de classes sub sequentes.

Dalton

Não sei se foi sarcasmo Zorann, mas, aproveitando o gancho do comentário, a previsão de inativação do primeiro da classe o USS Virginia SSN 774 é 2038 ao menos como originalmente planejado, mas, levando em conta atrasos que tem ocorrido em períodos de manutenção com os da classe “Los Angeles” consequentemente “esticando” um pouco a vida deles, a inativação pode ser em 2040. . Não sou tão otimista quanto o Filipe, mas, acredito que ambos o “Virgínia” e o “Alvaro Alberto” deverão conviver um certo tempo, se o primeiro até lá continuar fazendo parte da Frota do Atlântico e não… Read more »

rui mendes

O Class Virginia é SSN também.

guilardo

Você acredita mesmo nisso Felipe ?

Filipe

Estamos a 8 anos do SNBR , até 2029 a ICN esta trabalhando com descrição, em 2022 termina o ultimo SBR e 2023 começa a construção a todo vapor do SNBR Alvaro Alberto, o orgulho e a honra da MB. Vamos ter calma, a MB abriu mão de tanta coisa por causa do SNBR, abriu mão de ter um NAE, abriu mão de ter Fragatas de 6000 Toneladas, Tudo para dar prioridade ao projeto SNBR, ir a falência por causa do SNBR seria o maior desastre da MB , dai achar que o Submarino Nuclear vai ser construído mesmo, quer… Read more »

Dalton

Filipe, talvez você tenha pensado nos futuros submarinos da classe Virginia Block V,Block VI pós 2025, que serão mais longos para acomodar mais mísseis “Tomahawks” e mísseis hiper sônicos, mas, até o momento não houve mudança na classificação de “SSN” para “SSGN” dos já encomendados.

Filipe

A partir do momento em que leva VLS e Misseis de cruzeiro passa a ter a designação formal de SSGN , apesar de nos EUA usarem sempre SSN.

Dalton

Cada marinha certamente tem o direito de classificar seus submarinos como quiser, os australianos chamam os deles de SSG, mas, não é um “VLS” que automaticamente transforma um “SSN” para “SSGN”.
.
Os classe Seawolf são bem maiores e embarcam muito mais mísseis que um
“Virginia” e a sala de torpedos de um “Astute” é maior que a de um “Virginia”
permitindo que mísseis “Tomahawks” sejam acomodados juntamente com os torpedos.
.
O “VLS” tem vantagens e desvantagens, mas, o que importa é que a nomenclatura da US Navy deve ou deveria ser respeitada quando citada.

luiz jorge

conserto= concerto

Alang

Desculpem os patriotas da camiseta verde amarela mas a marinha do Chile é a melhor da América Latina,

Up the Irons

Será mesmo? Nossas fragatas estão pedindo arrego, mas as escoltas chilenas não ficam pra trás, de segunda mão e com média de 30 anos de uso. Até a metade da década teremos 4 fragatas novas, com possibilidade de mais 4 até o final da década. Eles têm 4 submarinos, sendo 2 da década de 80. Nós estamos com 4 novinhos saindo do forno. Será que encomendaremos mais 2 depois da entrega do quarto? Nossa força ASW/ASUW também é interessante e eles não têm nada próximo: 8 Super Lynx, 8 SeaHawk e 5 H225M. O que quero dizer é o seguinte:… Read more »

Alang

Aí você acordou?

Up the Irons

Falei alguma mentira?

Alang

Sim.

rui mendes

Sim, ao insinuares que as fragatas Chilenas são antigas, quase obsoletas, mas pelo contrário, o Chile têm óptimas fragatas e submarinos.
E produzir no país, qualquer um pode, basta pagar tot.

João

Po, comparar com o Chile é mole e covardia! Vamos fazer comparações mais realistas. Ponha ai: Marinha da Austrália, Cingapura, Indonésia, África do Sul, Egito e Espanha. Perdemos de TODAS.

glasquis 7

“mas as escoltas chilenas não ficam pra trás…” O Chile conta com fragatas de segunda mão sim mas todas elas mais novas que as da MB, todas elas já modernizadas e algumas com sistemas que se espera, sejam implementados nas Tamandaré. “Até a metade da década teremos 4 fragatas novas…” Então, não existem. Atualmente nem corte de chapa tem. “Eles têm 4 submarinos, sendo 2 da década de 80…” Dos 4 Submarinos os 4 passaram por recente modernização. Dos seus 4 novinhos em folha, quantos são operados pela MB na atualidade? “Nossa força ASW/ASUW também é interessante e eles não… Read more »

EduardoSP

Tem razão Glasquis7. Se considerarmos os orçamentos da ARCh e da MB eles estão fazendo muito mais do que a gente.
E só em sonho teremos as 4 Tamandarés até o meio da década. São pelo menos 4 anos para entregar o primeiro navio, e ele não estará operacional por pelo menos um a dois anos depois disso.

guilardo

Companheiros. Enquanto tivermos um “exército” dentro da Marinha, pensões milionárias, ideias fantásticas e mirabolantes dos almirantes, um Congresso Nacional de meliantes, instituições que não funcionam e corrupção generalizada nos três poderes, jamais teremos uma esquadra de respeito. Toda a discussão aqui é valida, entretanto deveria passar antes pela análise lógica de cada participante. Querer, todos queremos, mas com o Brasil nessa situação, a coisa é uma simples miragem. Realmente o Chile sabe aproveitar o seu orçamento melhor do que nós. Isso é fato incontroverso.

Ted

Companheiros! KkkRsss

Ted

A construção das Tamandaré estão a cargo de uma nação que pertence a Otan. Não tem nada à haver com o terceiro mundo. Construção com alta tecnologia. Veloz e eficiente.

carvalho2008

Vale lembrar que o Cougar Chileno serviu de inspiração para o H225M…ou seja, o Cougar Chileno tambem dispara Exocet…faz desde anos…ASW e ASUW…comment image

carvalho2008

o AS 532 Chileno….comment image

carvalho2008

comment image

carvalho2008

comment image

carvalho2008
glasquis 7

A ARCh opera com capacidade de lançamento de misseis desde helicópteros desde 1991. quando chegaram os primeiros Cougar com radar Thomson-CSF Varam e om capacidade de lançar dois Exocet MM39. com o tempo tem sido modernizados para atualizar e ampliar as suas capacidades.
A ARCh opera com capacidade de lançamento de misseis desde helicópteros desde 1991. quando chegaram os primeiros Cougar com radar Thomson-CSF Varam e om capacidade de lançar dois Exocet AM39. com o tempo tem sido modernizados para atualizar e ampliar as suas capacidades.

Last edited 2 meses atrás by glasquis 7
Filipe

A melhor ainda é a Argentina , é a única testada em combate real nos últimos 30 anos…

Alang

Fale isso aos parentes dos tripulantes do ARA San Juan.

Ted

E gen. Galtiere durante a assinatura de rendição. Vergonha

Ted

Estava visivelmente alcoolizado

Rafael Costa

Concordo com você, a prova disso é a mão de obra capacitada dos estaleiros argentinos, como vimos no caso do submarino ARA San Juan. Esse submarino ficou ótimo depois do seu PMG, desde novembro de 2017 sem voltar a superfície.

glasquis 7

“é a única testada em combate real nos últimos 30 anos…”

Quando foi isso?

Last edited 2 meses atrás by glasquis 7
Filipe

Em termos de Guerra , a Argentina tem muito mais experiência do que o Brasil e o Chile juntos, eles enfrentaram uma nação da OTAN ainda no tempo da Guerra Fria, os Argentinos conhecem e tem táticas militares que as outra nações sul americanas não têm, Nós temos a Teoria (Formação de Soldados, adestramento de militares, capacitação e transferência de tecnologias militares de nações europeias) , eles têm a prática (eles estiveram em combate real, viveram uma guerra contra uma Potência Nuclear).

glasquis 7

Se assim for, não discordarei de vc mas, tenho grande curiosidade em saber quando e aonde foi esse “teste em combate real nos últimos 30 anos.”

glasquis 7

Bom, se vc se refere á guerra pelas Falklands, a ARA quase não participou de combates pois, esperavam vencer com tranquilidade a força inglesa e logo se engajar numa outra guerra contra o Chile pelas ilhas do canal do Beagle e pra isto, decidiram não usar seus navios de combate que ficaram fora da zona de combate.

Além do mais, aquela guerra foi há quase 40 anos.

Ted

Com o avanço tecnológico o conhecimento adquirido naquele confronto. Nao serve Mais!

glasquis 7

As guerras napoleônicas ainda aportam aos estudos militares e são de bem antes da guerra das Falklands.

João

Olha Alang, é muito chato. Mas você tá certo… E nos próximos 3 anos as coisas só vão piorar. Pelo menos até sair a primeira Tamandaré. Recentemente vi a inauguração de uma base naval no Egito (isso msm, Egito). Deu muita inveja.

Filipe

O Egito é patrocinado diretamente por Duas nações Islâmicas (Arabia Saudita + Paquistão) de forma a garantir a sobrevivência dessa nação próxima de Israel, e os interesses económicos das nações do mundo árabe, logo rola muito dinheiro.

Filipe

Desculpa , são ambos patrocinados pela AS.

Ted

Canal de sues

carcara_br

O DESI foi criado pela Marinha dos Estados Unidos em 2001 com o objetivo de melhorar as capacidades e técnicas de combate das unidades navais e aéreas daquele país norte-americano à frente de submarinos de propulsão convencionais.”
.
Interessante, um exercício criado pra ensinar a marinha americana caçar submarinos convencionais, inclusive os nossos. Mas não vejo ninguém profetizando o fim do mundo nem postando fotos dos nossos incríveis projetos de mísseis, muito menos criticando os Americanos, agora, deixa a Venezuela inventar de fazer um exercício naval com os russos, vai ter gente tirando a cueca pelo pescoço…

Dalton

Os EUA deixaram de fabricar submarinos convencionais na década de 1960 então o negócio é treinar com nações aliadas. Um ex submarinista peruano me contou e há inclusive relatos de ex submarinistas brasileiros, etc, que ambas as marinhas envolvidas se beneficiam com esses exercícios.

Filipe

Tudo porque ainda são a única nação com propulsão nuclear das Américas, tudo vai mudar em 2029 com o nosso SNBR , seremos a segunda nação com propulsão nuclear das Américas ,e a primeira nação do hemisfério Sul a usar propulsão nuclear. Os EUA vão olhar para o Brasil com maior respeito , o Brasil vai poder falar grosso com eles ,vai haver paridade , vamos poder comparar as nossas classes e capacidades, os EUA vão ter a oportunidade de treinar melhor os seus submarinistas numa eventual Guerra contra a China e a Rússia , acredito que na OTAN os… Read more »

Dalton

Filipe, torço pelo sucesso do submarino brasileiro, mas, já foi publicado que
2029 não é mais uma data exequível.
.
E ainda se levará anos para se ter ao menos um esquadrão de 4 ou 6 unidades para que se tenha um ou dois “sempre” devidamente certificados e não serão
duas unidades que permitirão ao Brasil “falar grosso”.
.
Não esqueça que a USAF pode e deverá continuar podendo na próxima década chegar rapidinho por essas bandas, então, os EUA deverão continuar tendo outras cartas na manga no caso de um muito hipotético estranhamento nas relações.

Filipe

Basta ver o arsenal brasileiro nos próximos 10 anos: 70 caças JAS 39 E/F Gripens + 2 aviões A330MRTT + 50 helicopteros H225M + 4 submarinos S-BR Riachuelo + 1 submarino SN-BR Alvaro Alberto + 4 Fragatas Classe Tamandáres + 2 Satélites SGDC ,isso significa um aumento substancial do respeito dos EUA pelo BRASIL e suas forças armadas… Sem esquecer a industria de defesa local.

Up the Irons

Filipe, pra termos um nível de imponência que fizesse os Estados Unidos respeitarem nossa marinha, teríamos, no mínimo, que ter uma esquadra como a italiana ou a japonesa. Estamos longe disso.

Filipe

Nem Itália, Nem Japão operam submarinos de propulsão nuclear, logo são potências locais, o Brasil pode projetar poder para qualquer mar ou oceano desse planeta usando o SNBR , acho que muitos de nós não têm noção do poder que teremos com o SNBR Alvaro Alberto, é um divisor de águas. É quase como a Bomba Nuclear, você pode ter 1 milhão de soldados , milhares de tanques , milhares de navios, basta uma única bomba para evaporar tudo… Acho sensato o Brasil depois do SNBR começar a projetar uma Bomba Atômica (Ogiva MIRV que poderá sem montada em um… Read more »

Leandro Costa

Discordo bastante. Primeiro que não temos nem confirmação de que teremos qualquer coisa além de apenas um SNBR. Segundo que não sabemos quando o SNBR ficará pronto. Se é que vai ficar pronto. Terceiro que não é a quantidade de meios que ‘impõe’ respeito, mas sim a frequência com a qual se utiliza esses meios, os níveis de prontidão, treinamento, manutenção, etc. No caso dos navios, o nível de mar, no caso de aeronaves, quantas horas de vôo, treinamento para ambos, e por aí vai. Itália e Japão tem esse grau de ‘respeito’ não por terem submarinos ‘nucleares’ ou armamento… Read more »

Filipe

Isso é valido em Guerra Fria, em Guerra Total não é.

Leandro Costa

O que você escreveu não faz sentido.

Filipe

Muitas dessas nações Italia e Japão não têm mais experiência de Guerra , foram as nações derrotadas na 2GM, ficaram atracadas a aliança com os EUA, no caso de uma 3GM serviriam apenas de bases para os Americanos retaliarem nuclearmente a Rússia ou a China, nada mais do que isso, isso é o cenário de Guerra Real, uma Guerra Termo Nuclear, o cenário de Guerra Fria , essas nações podem sair ai se exibindo com as suas Marinhas bem treinadas , mas sem muita capacidade de dissuasão , o Brasil com o SNBR sai desse patamar , deixa de ser… Read more »

Leandro Costa

Não, negativo. Não passamos à ser players por termos um SNBR ou quatro deles. Não temos força de alcance global, nem muito menos uma estabilidade econômica ou política para isso. Japão e Itália tem, mas ao mesmo tempo eles também serão alvos em um conflito nuclear, mesmo não tendo armamento nuclear próprios, por serem bases de onde meios com armamentos nucleares podem ser baseados. O Brasil precisa comer muito, mas muuuuuuito feijão com arroz antes de se tornar um player do mesmo calibre de uma superpotência, mesmo tendo armamento nuclear. Até chegarmos nesse patamar, armamento nuclear só nos faz virar… Read more »

Filipe

Leandro os 40 anos da MB na conquista da propulsão nuclear não são em vão, armas nucleares e submarinos nucleares são tecnologias com mais de 60 anos, mas são as que tecnologias que define os principais 5 players internacionais (EUA+ RUSSIA + CHINA + UK + FRANÇA) , a INDIA e o BRASIL estão tentando entrar nesse clube, vários presidentes e responsáveis pela nossa diplomacia já afirmaram que o objetivo é o Brasil ter uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, o Brasil terá direito a um Veto permanente nesse conselho do sistema global, Italia e Japão não têm… Read more »

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Esqueça, o Brasil nunca terá a cadeira permanente no Conselho de Segurança! China, EUA, Russia, França e Inglaterra jamais abrirão mão dos seus direitos de veto, sendo que a estrutura do conselho só muda com a unanimidade deles.

Ted

Guerra nuclear! Base para retaliação? Melhor rever a possibilidade do holocausto

Ted

Somente com artefato nuclear. O trump visitou a Coreia do Norte. Mas o Brasil…

Dalton

Filipe, há quem preconize e torça que os EUA estarão “quebrados” dentro de dez anos, mas, pelo que se sabe de concreto hoje, a diferença entre Brasil e EUA só aumentará. . Você cita “Gripens”, mas, os EUA terão F-35 block IV e bombardeiros B 21, cita o “Alvaro Alberto” quando eles terão ao menos meia duzia de Virginias Block V com mísseis hipersônicos e quanto as fragatas Tamandaré, eles terão Arleigh Burkes F III. . Sei que não se deve comparar Brasil com EUA, meu objetivo aqui é tentar mostrar que ao menos em 2032, considerando-se o que se… Read more »

Bardini

Kkkkkk….
.
Lokaço nas drogas!

Dalton

Verdade “48”. A marinha brasileira não enxerga os EUA como potenciais inimigos
e esses exercícios acabam beneficiando ambas as marinhas e estreitando relações.

Filipe

O Brasil não terá conflito nos próximos 15 anos, mesmo que haja um conflito militar entre a China e os EUA, ou entre os EUA e a Rússia, o Brasil poderá manter a sua neutralidade e amizade natural com os EUA, o Brasil é quase membro da OTAN, o Brasil é uma nação ocidental, logo nada mais natural do que se aliar as nações ocidentais lideradas pelos EUA.

carcara_br

Eu acho que se os americanos forem a guerra o problema é deles, vamos entrar em guerra com a China pra defender a Amazon? a GE? ou seria a CEITEC que nós acabamos de liquidar?
.
Ou caçar confusão com os russos por quais motivos? Eles são chatos pra comprar a carne brasileira? Vamos defender nossos pecuaristas da burocracia russa rsrsrsrsrs.
.
Triste.

glasquis 7

“Disse ele olhando fixamente pra bola de cristal”.

carcara_br

Não é questão de enxergar como inimigo, mas impor uma condição de neutralidade, mas estamos muito longe de conseguir tal façanha.
.
Imagino o desenvolvimento de um projeto de mísseis balístico como o sul coreano, como seria recebido pelos nossos aliados americanos.

Dalton

Com certeza não é o que você e eu pensamos, mas, muitos aqui e dentro da população brasileira de maneira geral enxergam os EUA
como potenciais inimigos ou sabotadores do progresso nacional, etc.
.
Quanto ao desenvolvimento de um míssil como o sul coreano, ele não teria alcance para atingir os EUA, diferente da Coreia do Sul que tem um potencial inimigo próximo , mas, imagino que fora o receio de que a tecnologia brasileira desse suposto míssil acabe em mãos erradas não há nada que possam fazer.

carcara_br

Eles costumam poder fazer sim, exemplos não faltam, a própria mentalidade e filosofia dos nossos militares é evidência, estão sempre prontos pra defender interesses alheios, tudo com uma camada lustrosa de ideologia.

Pedro Bó

OFF-TOPIC:

As Type 45 terão um acréscimo de 50% na capacidade de mísseis, com a substituição do Aster 15 pelo CAMM com a adição de 24 silos VLS.

British warship to get a boost in firepower with new missile (defensenews.com)

Pedro Bó

É provável que tenha acelerado o projeto. Há um tempinho que a RN e a Marinha italiana já avaliavam substituir os Aster-15 pelo CAMM.

Rafaelsrs

Exercício “Chega aí e deixa a gente captar todos as suas assinaturas acústicas na broderagem” porque a gente é brother!
Aí de quebra eles já gravam a assinatura de praticamente toda a linha Scorpène.

glasquis 7

Da mesma forma, deixa nos captar todos os sinais dos sensores para ir aprendendo a lidar com eles e como desenvolver táticas que permitam evadi-los e/ou engana-los. “ praticamente toda a linha Scorpène” Os Scorpenes Chilenos são os primeiros de toda a linha Scorpene. Acredito que cada força tenha desenvolvido as suas diferenças mesmo sendo todos Scorpene. Além disso, o nosso aliado ter a nossa assinatura não é assim uma grande desvantagem… Depois de tudo, o Chile não está pensando em peitar os EEUU numa guerra. A verdade é que estes exercícios servem principalmente, para criar comunalidade de doutrinas e intercambiar… Read more »

Filipe

Cada submarino tem a sua própria assinatura acústica…

Filipe

Isso faz parte da Guerra Hibrida e de contra-informação, numa Guerra Real entre a India e o Paquistão, ou entre o Brasil e outra nação é que vamos saber de verdade se essa reportagem é verdadeira ou é fake… Enquanto o meio não for posto em combate , vc não tem como saber… E esse vazamento não diminui a furtividade do SBR, o submarino por natureza é uma arma furtiva, bastam 200 metros para ele desaparecer nas profundezas do oceano, na agua não funciona as ondas eletromagneticas do espetro que conhecemos, os radares não funcionam debaixo da agua, funcionam apenas… Read more »

glasquis 7

Guerra Hibrida”

Por favor, explica mais.

Rafaelsrs

Concordo, mas como é operado pela Marinha do Chile é outra história, a MB vai operar de outra maneira, vai com certeza aperfeiçoar os “pontos fracos” acústicos do projeto original.
Numa máquina como essa, cada um sai do estaleiro com suas particularidades.

Dalton

Verdade “48” até porque os exercícios não se resumem à assinaturas acústicas, mas, também como caça e caçador comportam-se em um meio o mais similar possível a
um conflito envolvendo navios e aeronaves, com pessoal da US Navy embarcando nos submarinos convidados e pessoal do submarino convidado embarcando em meios da US Navy e tendo acesso a uma série de dados.

Zarapa91

Aquele arquivamento bacana da assinatura acústica dos “aliados”.

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