Esquenta a disputa entre os concorrentes no programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB). A francesa Dassault garante o que seu avião de caça Rafale é o único dos três capaz de operar no porta-aviões São Paulo, o antigo Foch francês adquirido pela Marinha brasileira. Os suecos estudam a aptidão de seu Saab Gripen NG para a função. O F-18 Super Hornet da americana Boeing, porém, necessita de um navio com pista de pouso mais extensa.
FONTE: Correio Braziliense – nota de Luiz Carlos Azedo
LEIA MAIS:


Facebook
LinkedIn
Twitter
PDF
Orkut













Precisa avisar o Correio Braziliense e o jornalista em questão que o FX2 é um programa da FAB e não da MB.
E que o Rafale oferecido no âmbito do FX2 não é o navalizado. E que se o Rafale “comum” custa por volta de 100 MILHÕES DE EUROS a unidade, o naval deverá custar bem mais do que isso (reforço nas estruturas, trem de pouso muitomais reforçado, etc).
Sds.
Que isso Felipe, não diga uma coisa dessas…
Vai que você avisa o Correio Braziliense. Elea vão sair por ai espalhando esta notícia, como todo “bom” jornal faz. Só não vão saber a fonte oficial, porque esta não existe.
Ainda não vi ninguém da FAB, ou da Dassault, dizer que o Rafale custa 100 milhões. Mas não sei porque insistem em falar isso.
Não deixa cair “na boca da imprensa especializada”, senão da me….
P.S – Leva a mal não, mas só respondo estes seus posts sobre o preço do Rafale porque realmente não vi fonte oficial falando sobre isso, e porque, sei que tu fica puto e com vontade de dar uma resposta bem malcriada….kkkkkk
abraços
Já eles dizem isto, deveriam trazer pelo menos um para um “test-drive” à bordo do A-12.
Falar que opera eu também falo.
E se operar, vai ser muito sub utilizado, com pouco combustível e quase sem armamentos, somente mísseis ar-ar. Ou seja, não serve para a defesa da frota. Mas a culpa não é do avião e sim do NAe, cuja pista é curta e as catapultas tem força insuficiente. Idem para o aparelho de parada que operaria no seu limite.
Sds.
Felipe,
Ao longo da história do Blog, nota-se que vc traz um certo rancor quando se fala em assunto que envolve aeronaves de asa fixa para a MB. Parece até um companheiro de um outro Blog. De repente é até a mesma pessoa.
Você transparece uma oposição sistemática.
Quanto ao FX-2 ser um programa da FAB e não da MB vc está parcialmente correto. O FX-2 é um programa do MInDef e pode ter sim influência da MB, mais até do que a gente imagina.
Quanto ao Rafale M ser mais caro do que o Rafale da Força Aérea, é pura suposição, porque não sabemos o preço. Se souber me diga, por favor.
O A-4 pode ser feio, a maioria não acha. Mas independente da beleza, ainda é um excelente projeto e de grande sucesso comercial. Isso é inegável.
Por que não simpatizas com a Aviação Naval ?
A Dassault está certa, mas contou apenas uma meia verdade.
Gripen – não tem versão naval.
SuperHornet – muito grande e muito pesado para as 20 ton máximas da catapulta de proa.
Rafale M – já operou no São Paulo quando se chamava Foch, com limitações de peso e apenas na catapulta de proa.
As catapultas do A-12 são duas Mitchell-Brown tipo BS-5 a vapor, de 53 metros. A de proa tem capacidade de lançar aeronaves de até 20 ton a 110 nós, e a lateral tem capacidade reduzida para 15 toneladas, lançando-as a até 150 nós.
Do jeito que estão poderiam lançar, pela catapulta de proa, um Rafale M em configuração de defesa aérea com pouco combustível e um A-4 K pela catapulta lateral para reabastecer o primeiro, no sistema buddy-buddy.
Isto obviamente seria operacionalmente complicado e caro.
Outra alternativa seria refomar as duas catapultas para operar com aeronaves de até 24 toneladas. É possível. Os Rafales iriam operar com restrições, mas seriam uma força considerável.
Há um boato interessante “correndo” em foruns internacionais sobre a possibilidade do Brasil adquirir o porta-avioes frances Charles de Gaulle.
O Charles passou recentemente pelo seu primeiro reabastecimento nuclear, e o proximo será por volta de 2015, porém, os franceses poderiam abrir mão dele antes do terceiro reabastecimento, por volta de 2022.
O Brasil pagaria por este reabastecimento e uma manutençao
completa que demoraria 2 anos, ou seja, o Charles de Gaulle, estaria disponivel para serviço na marinha brasileira em 2025, quando o São Paulo provavelmente estará dando baixa.
Teriamos um porta-avioes relativamente novo, equipado com Rafales M
e todo o treinamento e doutrina adquirido com os A4 seria muito bem aproveitado.
sds
P.S. Não está previsto no PEAMB qualquer compra de porta-avioes de segunda mão, apenas estou dando “asas” a imaginação.
baschera em 13 nov, 2009 às 19:41
“Já eles dizem isto, deveriam trazer pelo menos um para um ‘test-drive’ à bordo do A-12.Falar que opera eu também falo.”
Ué? Tu não sabias, ou esqueceste, que os testes de pouso e catapultagem do Rafale-M foram feitos no Foch? Tem até vídeo no You Tube!
Abrs.
Flávio:
Fico puto naum broe, pode zoar à vontade, que EU LI a matéria do “LIBERÁTION” que falava em 100 MILHÕES DE EUROS A UNIDADE DO RAFALE. E quando alguém (aí sim não me lembro quem – um desses “aspones” da vida) disse que o preço era menor pois era subsidiado, a Dassault NEGOU PEREMPTORIAMENTE. Ou seja: o preço é este mesmo. Tá lá no Aéreo broe, procura que vc acha. Só não acredita em tais dados a Velhinha de Taubaté e você!
Tailhooker:
Não sou contra a aviação naval, pelo contrário, sou fanzaço de Porta-Aviões, em geral, embora os ache, doutrinariamente, armas que tendem à obsolescência.
O que sou contra é o uso de um Porta-Aviões pela Marinha do Brasil. Mas baseio minha contrariedade na Estratégia Nacional de Defesa, que afirma categoricamente que o Poder Naval Brasileiro é para “negar o uso do mar ao inimigo” e não para projetar poder. E NAes são armas de projeção de poder. Ao contrário do que alguns acham, não servem para proteger plataforma de petróleo.
Por outro lado, ter um lixo de NAe caindo aos pedaços, restolho francês da guerra fria, que só pode operar A4 Skyhawks e congêneres, aviões estes que além de tudo estão mais podres que o NAe em si, me parece ser um tremendo desperdício de tempo, homens e dinheiro, ao ponto de às vezes parecer que a Marinha do Brasil vive fora da realidade. A porcaria do Opalão num serviu nem pro Mollusco recepcionar o Sarkozy. Num serve nem pra desfile de 7 de setembro.
Pergunto ao amigo: se o objetivo é negar o uso do mar ao inimigo, melhor não seria ter uma aviação naval baseada em terra, de bases no litoral? Não seria melhor comprarmos, por exemplo, de prateleira, uns três esquadrões de SU-35, que sem dúvida proporcionariam cobertura aérea a boa parte do atlântico-sul? Não seria melhor parar de gastar “vela boa com defunto ruim” (e bota ruim nisso), e, aposentando o Opalão, passar a ter uma aviação naval de verdade, que cumpra sua missão de proteger as costas, a Frota e a plataforma continental? Oras bolas, o Brasil não tem ilhas distantes da costa pra defender!
Assim amigo, não se justifica um NAe no caso brasileiro. Não temos nem o básico para nos proteger, que seria uma frota de verdade, com submarinos em quantidade e de qualidade para protegê-la e dissuadir outras frotas, vamos querer “pagar uma de gatões” e manter um NAe ruim e sem aviões? Um total contrasenso.
Quanto ao preço do Rafale navalizado, amigo, você jura que acredita que uma versão embarcada de QUALQUER aeronave é o mesmo preço da versão desembarcada? Se isso for real, o amigo entende de Marinha e de aviação ainda menos do que eu…
Abraços.
Tailhooker:
Em tempo: somente escrevo na “Trilogia”, pois não tenho tempo para escrever em blog algum mais. De maneira que é bom saber que tem mais gente que pensa como eu.
Sds.
Sou fã de NAE só que concordo com o Felipe Cps, ter algo que não sera usado é burrice, o que adianta a marinha possuir um NAE se não pode contar com ele em caso de guerra pois mesmo que ele esteja totalmente operacional inclusive a sua ala aerea, acha que o A-12 São paulo teria chances contra navios de superficie como os destroyeres da Royal Navy ou pior contra os submarinos da Classe ASTUTE armados com misseis nucleares Trident, acha que nossas forças de superficie conseguiriam impedir tal arma de completar a sua missão, acha que meia duzia de fragatas da decada de 70 vão dar conta de se defender e defender o porta aviões e a ala aerea (risos: rsrsrs)acha que A-4 skyhawks dão conta de Eurofighter typhoon isso sem fala no futuro uso dos F-35, sinceramente o Felipe tem toda a razão sim a marinha vai pelo caminho errado em adquirir e tentar manter um porta aviões em operação talves no futuro quando o brasil fazer parte da onu de otan e sei l mais o que ai para projetar poder seria viavel possuir NAEs.
Sds.
Danilo…
ninguém espera que o Sao Paulo e seus obsoletos A4s entrem em combate.
Veja, durante cerca de 40 anos aprendemos a operar com porta-avioes, no caso, o Minas Gerais, e o São Paulo foi comprado para manter e aperfeiçoar a doutrina, caso contrario teria sido perdida e uma vez perdida, será muito dificil reaprende-la.
Não sou ufanista, mas acredito que o Brasil irá crescer e tornar-se uma das cinco economias em um futuro não muito distante e poderá vir a ter um papel muito maior nas questões mundiais.
Talvez a era dos porta-avioes gigantescos esteja chegando ao fim, mas porta-avioes menores, equipados inclusive com veiculos nao tripulados parecem ter seu lugar garantido,e projeçao de poder é apenas uma das missões de um porta-avioes.
Portanto a marinha brasileira está sendo cautelosa, pois caso possamos adquirir e precisemos de porta-avioes no futuro, teremos a base para maiores desenvolvimentos.
abraços
P.S. Só uma pequena correçao: os submarinos “Astutes” são do tipo de ataque (SSN) e não estrategicos (SSBM) e portanto não são equipados com misseis Tridents.
Dalton em 16 nov, 2009 às 12:49:
Entendi seu raciocínio amigo, mas aí lhe pergunto, que doutrina que o amigo acha que a MB tem hoje?
O Opalão está docado há mais de quatro anos! A maior parte do pessoal que participou do último catrapo já foi pra outras áreas da Marinha ou se aposentou! De maneira que a turma que está para operar no NAe São Paulo vai ter de aprender tudo de novo!
Isso inclusive foi matéria recente aqui no Blog!
Amigo, militar combate como treina: se militar não treina, não combaterá! Ou seja, ainda por esse lado, não temos uma doutrina de aviação naval embarcada.
Oras, se quem está aí vai ter de aprender tudo de novo, nada impede que a MB, numa remota hipótese de um dia precisar operar de novo um grande NAe, aprenda de novo.
Enfim, ainda que por esse lado, não se justifica a manutenção do Opalão.
Sds.
Felipe 7th Cav. Star Warrior…
Veja que até a China está interessada em aprender algo conosco e
foi feita uma boa modernização nas catapultas, coisa que aliás,
pouquissimos sabem fazer.
Algo se perdeu pelo caminho, é verdade, mas a maior parte do conhecimento adquirido está sendo mantido a duras penas.
Estou pensando no futuro, o Brasil com seu devido assento no conselho de segurança, o que aliás nao será dificil, pois é provavel que o nr de assentos irá aumentar para além dos atuais
cinco permanentes e uma maior participação do Brasil nos assuntos
mundiais, e quem sabe um governo decente…talvez não para nós
mas para nossos filhos! (rs)
Claro que a sua visão é válida aos olhos de hoje, assustadora para quem tem uma minima noçao do que é manter um porta-avioes e a minha visão só terá valor se este País finalmente deixar de ser o País do amanhã.
É a justificativa da marinha em manter o São Paulo, certa ou errada, é o que eles pensam.
abraços
é verdade Dalton,
Me enpolguei um pouco com o submarino ASTUTE pois acho ele uma obra prima da engenharia naval.
Armamentos do HMS Astute:
6 × 21 inch (533 mm)tubos para torpedo, 38 torpedos Spearfish, misseis de cruzeiro UGM-84 Harpoon e Tomahawk Block III e minas navais.
Mais uma vez desculpas pelo equivoco.
Sds.
O Brasil transferir tecnologia de NAE para chinese, só pode ser PIADA.Nem aprendemos a operar ainda… que plantou esta notícia deve ser contra a MB e o Brasil, pois assim não receberemos mais tecnologia/ajuda dos EUA e FRANÇA e continuaremos com os nossos barquinhos A REMO.
Os chineses com certeza não SÃO NOSSOS ALIADOS, O QUE NÃO É O CASO DOS FRANCESES E AMERICANOS… POR FAVOR… VAMOS ACORDAR!
O programa da FAB (FX-2) querendo ou não o Rafale não ficara em vão, pois a noticia que tenho é animadora para aqueles que querem ver esta bela nave voando em nosso céu azul celeste.
A marinha já se mostra interessada em adquirir esta aeronave mesmo que ela não venha para a FAB o que seria uma lastima, pois poderíamos ter duas forças usando esta aeronave com uma só doutrina operacional no combate aéreo e no apoio de tropas com missões distintas a cada força.
Aguardando a definição da FAB sem muito alarde a Marinha se mostra interessada na aeronave Rafale como principal vetor de interceptação na defesa da esquadra e dos interesses do Brasil na defesa do pré-sal.
acho que o são paulo está mesmo desperdiçado,mas para quem ainda não percebeu o a-12 é apenas um brinquedinho pra inglês ver,ele serve para impor respeito aos demais políticos malucos da américa do sul. Já que nos dias de hoje ainda é necessária essa política do eu tenho e você não tem. esse negocio da defesa do pré-sal é mera conversa fiada, já que quem realmente oferece esse risco ao pré-sal são os EUA, não teria-mos em menos de 25 anos capacidade de enfrenta-los como eles estão hoje. o Brasil ainda vai demorar muito para se adequar realmente como marinha de defesa. Os políticos deveriam parar de comprar sucatas e deveriam de inicio comprar navios novos e adquirirem tecnologia e capacidade para um dia nós mesmos construirmos nossos próprios navios de guerra, nossos próprios porta-aviões. Temos que o mais rápido possível declararmos nossa independência armamentista. E pelo amor de Deus que os políticos parem de jogar culpa e responsabilidade nos outros e comecem a assumir seus erros e em fim fazerem seu trabalho como deveriam o Brasil só está atrasado assim por culpa dos políticos e da população que cruzou os braços depois de cada eleição