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O ARA ’25 de Mayo’ operando após a Guerra das Malvinas

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15-25 de Mayo-2

As fotos mostram o navio operando (provavelmente em 1985) os jatos Super Étendard, juntamente com os A-4Q que sobraram após a Guerra das Malvinas. Durante o conflito, o navio-aeródromo argentino ainda não estava preparado para operar os jatos franceses, por isso eles operaram a partir de terra.

Na última foto vê-se um míssil AM-39 sob a asa de um Super Étendard.

25demayo 12

Agosto 1985

28 COMMENTS

  1. quando o São Paulo vai estar assim?

    com uma quantidade respeitavel de aviões no convôo?

    a unica vez que vi assim foi na ultima Araex, so que a maioria do aviões era dos hermanos

  2. Airacobra, vai demorar… rs

    Só teremos 9 monoplaces modernizados e dificilmente teremos todos voando simultâneamente.

    A MB deve embarcar no máximo 6 Skyhawks.

  3. galante,
    mesmo esses 6 embarcados que voce citou, juntando com os S-2T e os HE, ja estão de bom tamanho pra manter a doutrina e até mesmo uma minima capacidade de combate, pois sou mais 12 modernizados com radar e avionica no estado da arte e capacidade ar-ar (A-darter e Derby), ar-solo (SMKB) e ar-mar (MAN-1) do que 23 desatualizados com sidewinders vencidos e bombas burras

  4. São Paulo modernizado + 06 A4 modernizados + 04 S70 novos + 04 S2 + 02 Super Pumas proporcionam uma capacidade de combate muito respeitavel para o Atlantico Sul!!!!

  5. isso ai fabio,

    esses 6 que galante citou como embarcados seriam somente em caso de operações programadas da MB, mas garanto que no caso de alguma crise estariam os 12 prontos para embarcar em tempo habil, podendo estar ate mesmo com algumas restrições, mas estariam la

    12 embarcados (contanto que os biplace tenham capacidade de combate):

    6 – ataque naval ou terrestre (MAN-1 ou SMKB)
    2 – escolta (A-Darter + Derby)
    2 – interceptação (A-Darter + Derby)
    2 – reserva
    3 – S-2T AEW
    2 – S-2T REVO/COD
    3 – S-70B ASW/PAULO
    2 – UH-12 (esquilo)PEDRO
    __
    22 ANV embarcadas = total

  6. OLha só que ironia a marinha argentina tão zuada nos comentários em 1985 tinha um Nae “operacional” pelo menos navegava, e tinha a4, na época não tinhamos isso e pior hoje tambem não temos…hahahah

    Aí vem os coments “…temos sim daqui a pouco nosso Nae estará operacional em 25 colocarão uma defesa nele”

    Hoje, Hoje e amanhã não temos nada e o que importa na defesa e no ataque é o Hoje.

    Não vamos viver do passado ou do futuro que não existe! aew dá nisso que temos hoje ou seja, nada.

  7. “Ilya Ehrenburg em 24 mar, 2010 às 17:18

    Guardem esse nome: Tejas Naval!”

    Também gostei da proposta indiana de caça simples, barato e leve. Pena que ainda não plenamente operacional e o Ministério da Defesa sinalizar para um tipo apenas de caça. Provavelmente irá Rafale N para a Marinha.

    Uma pergunta para os colegas:

    O Opalão ainda vai operar por um bom tempo, até os novos NAEs estarem disponíveis.
    Não era melhor um caça leve como o Tejas ao invés do Rafale, já que o último opera com restrições?

    Alguém sabe se é possível operar o Tejas Naval Full com capacidade bring-back (é assim que se escreve?) pelas especificações esperadas pelos indianos no Opalão?

    Alguém sabe a relação de quantos caças a mais de Tejas é possível operar a mais do que os Rafales N, que são maiores? Vale chute.

    Ilya Ehrenburg, também gostaria de ver o pequeno Tejas com armamentos nacionais as pencas, tanto no opalão como nos futuros NAEs.

  8. Apenas complementando:

    O legal do Tejas como do Gripen, desde o projeto foi pensado em ser uma aeronave de “arquitetura aberta”, facilitando a substituição de motores, radares, armamentos etc..

  9. “Guardem esse nome: Tejas Naval!”

    Ué o apelido do Mig-29, naval ou não, não é Fulcrum???
    Com 45 Fulcrum D encomendados, as chances de um Tejas Naval diminuem exponencialmente.

  10. Os “Hermanos” montaram um poderio embarcado no “25 de Mayo” como nunca tivemos no “Minas Gerais”. O porta-aviões deles tinha ares de um real atacante, nosso navio similar era muito mal armado, com certeza apenas para formar doutrina de operações embarcadas com helicópteros e aviões anti-sub.

    E parece que ainda não aprendemos uma lição, o “São Paulo” é mal das pernas e das asas, se fosse um animal seria apenas rastejante, nem anda nem voa.

  11. Alguém acha que a situação da nossa MB com o A-12 São Paulo é muito diferente da ARA nas Malvinas 1982?

    Dois NAes sem a menor capacidade de atuar na Guerra moderna, antes e agora.

  12. A MB já se decidiu pelo Rafale… está apenas a espera de acabar a novela mexicana, ops, FX-2… mas nesse momento, tem vários projetos com maior importância…
    Quanto ao ARA 25 de Mayo, ele foi tudo que o A-11 queria ser… um Porta-AVIÕES de verdade…

  13. Completando o amigo acima:

    “Quanto ao ARA 25 de Mayo, ele foi tudo que o A-11 queria ser… um Porta-AVIÕES de verdade… pode-se citar tambem o A-12.”

    Alias, creio hoje que o A-11 foi muito mas um PA de verdade, que o A-12 em todos os sentidos, no futuro creio que estaremos aqui no BLOG NAVAL, recordando muito mas o A-11 que o A-12, quando este tambem estiver depenado ou afundado.

  14. Giordani RS,

    Esta sempre foi uma dúvida minha. Aquele cabo se perde ou é recuperado? Se ele é perdido, creio que uma boa forma de sabotar as operações aéreas de qualquer navio aeródromo seria “fazer sumir” os cabos de lançamento….

  15. O cabo chama-se “bridle” , não sei se há um nome equivalente em portugues mas os EUA por exemplo já abandonaram este metodo de lançamento há pelo menos duas décadas, porém aeronaves mais antigas como os A-4 e Super Etandard ainda precisam ser lançados da forma antiga.

    O que sei é que o Brasil reutiliza da mesma forma como os EUA reutilizavam os cabos, através do “bridle catcher” que é aquela
    pequena extensão da catapulta que pode ser vista nas fotos.

    Um cabo de boa qualidade poderia ser reutilizado dezenas de vezes
    embora pelo que sei os franceses quando operavam o Foch preferiram
    usar um cabo mais ordinario e barato para apenas um lançamento…
    mas como a procedencia dos A-4 era americana e pela influencia que a US Navy teve atraves de inumeros exercicios acredito que o ARA 25 de Mayo reutilizava os cabos.

    Quanto ao Minas Gerais, ele foi adquirido para tornar-se um porta-avioes antisubmarino e nas décadas de 60/70 o S-2 era considerado
    uma aeronave muito capaz, portanto, para aquele periodo da guerra fria tivemos sim um excelente navio.

    abs

  16. A Marinha do Brasil, da década de 1970 até 1990, tinha sua estratégia defensiva voltada para uma possível nova Batalha do Atlântico com submarinos da URSS, em caso de uma Terceira Guerra Mundial.

    Por isso o NAeL Minas Gerais era antissubmarino, 4 das fragatas classe “Niterói” também eram dedicadas à ASW e todos os CTs.

    Com o fim da Guerra Fria, a MB passou a ser uma força mais polivalente, equipando todas as “Niterói” com Exocet.

    Já a Argentina sempre teve uma estratégia mais ofensiva, por causa da disputa com o Chile.

  17. Qual a previsão do Brasil ter um novo PA ? li um comentário em algum post de alguém propondo uma parceria com a França (de novo) para a construção de um PA como o Charles de Gaulle, mas convencional, seria viavel ?? Melhor ainda, seria útil ao pais ?

  18. Pelo que eu sei, a MB vai aproveitar os pontos fortes do projecto francês, mas não vai ser uma cópia… pelo menos espero que não repitam o erro da catapulta de vante, de impedir lançar e recolher em simultâneo, entre outros… e parece-me que estarão operacionais entre 2020 e 2025… se eu estiver errado que me corrijam…
    No total, há previsão para 48 caças de alto desempenho.

  19. Airacobra,

    Me desculpe, mas não vejo o A-12 com uma capacidade respeitável com apenas 6 Skyhawks ou até mesmo 12. Os Skyhawks devem ser mantidos apenas para se reiniciar e manter os pilotos e pessoal de apoio no A-12 São Paulo até que os Rafale Navais cheguem.

    Por mais “modernizados” que os A-4 fiquem, nunca mais serão uma aeronave capaz de fazer grande coisa na guerra aeronaval atualmente e no futuro.

    Também acho inteligente dotar os caças embarcados com o futuro MAN-1 (Míssil Anti-Navio Nacional – 1), mas acho que os Skyhawks não poderiam transportá-lo ou seriam armados apenas com um MAN-1 e com menos combustível para poderem ser catapultados do A-12 (se alguém puder responder seria interessante). Mas com o Rafale Naval(já que a FAB vai comprar o Rafale) já se torna mais “possível” e mais letal a combinação.

    Acho que com a chegada dos Rafales Navais as catapultas do A-12 seriam melhoradas ou capacitadas a aguentar mais peso para que os Rafales não tenham que decolar meio “capados” de armamentos e combustível.

  20. Já na época da guerra das Malvinas a estatística esperada era de que apenas 50% das aeronaves em um ataque naval regressassem. Mesmo que esse percentual tenha melhorado, perda de 40 ou 30%, no nossa caso ainda é muita desvantagem. Vejam que se estiverem 10 prontos para combate e 2 em manutenção no angar do A-12, logo nos primeiros ataques a probabilidade é de que só sobrem 5 ou 6!

    A problabilidade pode ser bem mais desfavorável que esta nos dias atuais com o SkyHawk, pois os Radares, mísseis, artilharia anti-aérea embarcada e principalmente os caças inimigos são muito mais capazes! Não podemos nos basear na guerra das Malvinas. Até porque já naquela época(quase 30 anos atrás) os SkyHawks já eram considerados obsoletos pelos próprios pilotos argentinos…

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