Os meios de comunicação estão hoje especulando que os planos do MOD de introduzir uma nova frota de jatos Joint Strike Fighter (JSF), capazes de operar nos futuros navios-aeródromo Queen Elizabeth, poderiam ser adiados.

Os planos da MOD permanecem no caminho certo para ter uma capacidade de ataque no novo navio-aeródromo em torno de 2020. Estamos recebendo nosso primeiro Joint Strike Fighter para fins de teste e avaliação este ano e estamos empenhados em adquirir a variante embarcada desses jatos.

O secretário de Defesa, recentemente reuniu-se com seu colega dos EUA para discutir uma série de questões, incluindo o Joint Strike Fighter e após a reunião estamos confiantes de que a revisão de Defesa dos EUA não terá impacto sobre os nossos planos para regenerar a aviação embarcada.

Foi assinado um acordo no qual os EUA e o Reino Unido trabalharão em estreita colaboração na formação conjunta e a integração dos nossos programas de navio-aeródromo.

FONTE: Ministério da Defesa do Reino Unido

NOTA DO PODER NAVAL: Observar nas imagens o Queen Elizabeth já configurado para CATOBAR (Catapault assisted take-off, Barrier assisted Recovery) e equipado com o F-35C, ao contrário da configuração anterior, que previa o emprego do F-35B STOVL. Clicar nas imagens para ampliar.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

16 Responses to “Nota do MoD sobre o F-35 e os navios-aeródromo ‘Queen Elizabeth’” Subscribe

  1. Daglian 17 de janeiro de 2012 at 18:04 #

    Interessante. Pelo visto os países estão começando a fugir do F-35B, talvez pelos problemas no desenvolvimento do caça.

    Mudando um pouco de assunto, por que o Queen Elizabeth das ilustrações tem duas torres de comando?

  2. joseboscojr 17 de janeiro de 2012 at 18:34 #

    Daglian,
    Porque alguns “gênio” chegou à conclusão que separar a ilha em duas, ficando a mais à frente exclusiva para o comando do navio e a mais à ré para o comando do convés/operações de vôo ficava melhor e ainda ajudava na acomodação e na movimentação dos aviões e cargas pelo mesmo.

  3. joseboscojr 17 de janeiro de 2012 at 18:35 #

    alguns = algum

  4. Ivan 17 de janeiro de 2012 at 18:52 #

    Bosco,

    Para uma bobeira deste tamanho foram “alguns” mesmo… :)

    Grande abç,
    Ivan.

  5. LuppusFurius 17 de janeiro de 2012 at 20:26 #

    Só para serem diferentes, duas torres….ai,ai….!!!
    Mudando um pouco, mas no mesmo assunto…..os americanos até hoje não conseguiram fazer um vstol que desse pedal, que coisa né!?.

  6. Daglian 17 de janeiro de 2012 at 21:14 #

    Hehehe, entendi. Obrigado pelas respostas.

  7. eraldocalheiros 17 de janeiro de 2012 at 22:04 #

    senhores: como sonhamos demais, alguem poderia me falar sobre o projeto da gloriosa entrar em parceria com a Royal navy no desenvolvimento desse projeto, inclusive com o pedido de dois NAes dessa classe, assim como tb no projeto das type 45.estou no aguardo para acordar RSSSSSSSS.

  8. daltonl 18 de janeiro de 2012 at 9:37 #

    Um outro motivo menos obvio para duas superestruturas, foi a necessidade de duas chaminés bem espaçadas uma da outra, devido
    à propulsão adotada.

    Assim como nos “porta-harriers” , haverá duas grandes chaminés, bem espaçadas uma da outra, só que a superestrutura era continua, enquanto que o CVF terá duas mais curtas e mais altas embutindo as chaminés e haverá um elevador entre elas.

    No CVF conseguiu-se instalar as turbinas abaixo de cada chaminé, que
    situando-se nas superestruturas estão colocadas na lateral do convoo acima de suportes e não diretamente acima do hangar, poupando espaço no hanga, o que nos “Invincibles, não foi possivel.

    O conceito não é novo, e os britanicos, responsáveis por tantas inovações em NAes já haviam estudado a possibilidade nos anos 50,
    então, acredito que novamente eles estejam inovando.

    Não me admiraria se , por algum motivo a US Navy, não estivesse comprometida com propulsão nuclear para seus NAes e tivesse partido para turbinas a gás, não copiaria e/ou melhoraria a idéia.

  9. Mauricio R. 18 de janeiro de 2012 at 9:59 #

    Luppus Furius,

    Ainda bem!!!
    Pq a hora que isso acontecer, os generais do US Army virão babando, uivando, de olhos virados, prá cima da USAF, p/ lhe tirar TDAS as missões que envolvam apoio tático e ataque ao solo.
    Os caras de “verde” já tem os de “azul”, atravessados na garganta qnto a questões do transporte aerotático e as operações de certos modelos de UAS.
    Não arrume mais um item p/ essa lista.

  10. Mauricio R. 18 de janeiro de 2012 at 10:02 #

    Eraldo,

    Já combinaram c/ os britânicos???

  11. eraldocalheiros 18 de janeiro de 2012 at 22:13 #

    Mauricio, o que perguntei foi exatamente o que foi fomentado aqui mesmo nesse blogue o ano passado, depois foi tudo posto no esquecimento por isso o lembrete e se alguem mais intimo com os almirantes está sabendo de alguma coisa referente.Embora como citei tudo nesse país são apenas congecutura nada de realidade.Abraços de longe é cclaro rsssssss.

  12. Moriah 18 de janeiro de 2012 at 23:31 #

    daltonl

    então as turbinas vão gerar energia elétrica para os pods (?) ou motores elétricos com eixos sob o hangar e também para o gerador de vapor, correto?

    essa config. barateia bastante na hora da manutenção, pois a troca de turbinas poderia ser feita em qualquer lugar com mar calmo.

    abs

  13. Moriah 18 de janeiro de 2012 at 23:34 #

    seria um bom substituto para o SP, mas….

    mas agora ainda to dormindo…queria continuar sonhando…haha

  14. joseboscojr 19 de janeiro de 2012 at 0:07 #

    Moriah,
    Salvo engano ele terá catapultas eletromagnéticas.

  15. joseboscojr 19 de janeiro de 2012 at 0:19 #

    E terá eixos ligados aos propulsores elétricos e não pods.

  16. jacubao 19 de janeiro de 2012 at 0:26 #

    Ficou muito feio, o bicho: :-P

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