corveta classe barroso 4-580px

Clique na imagem para ver a segunda versão da corveta Barroso Mod “stealth” feita pelo nosso artista digital Jacubão, com algumas modificações sugeridas pelos leitores do Poder Naval.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

23 Responses to “Uma visão artística da corveta Barroso Mod ‘stealth’” Subscribe

  1. thomas_dw 22 de fevereiro de 2013 at 18:16 #

    muito bonito – so que nesta configuracao, o peso minimo deve ser perto de 5,000t , um detalhe, o convoo deve ser mais comprido para permitir um SH-60 pousar e o hangar tambem deve ser um pouco mais alto.

  2. Ozawa 22 de fevereiro de 2013 at 19:02 #

    Belíssima ! Só que, na esteira do que já disse o thomas_dw, a definição então não será mais ‘corveta’… Tá mais pra um ‘contratorpedeiro de bolso’…, parodiando os eufemismos navais da kriegsmarine nos idos anos da limitação de tonelagem do Tratado de Versalhes…

  3. ci_pin_ha 22 de fevereiro de 2013 at 20:08 #

    Poderia adotar o sistema de propulsão por Azipod e Bow Thruster.

  4. nunes neto 22 de fevereiro de 2013 at 22:19 #

    Como não entendo, para mim agora ficou muito bom,só tenho dúvidas se a MB vai colocar esse sistema de defesa anti-aério de lançameto vertical nas “corvetas”, acho que vão aproveitar o albratos das Níteroi ou vão colocar algo como o Simbad-RC,me baseio pelo histórico da MB,espero queimar a língua,parabéns Jacubão,cuidado os chineses vão roubar esse projeto assim como fizeram com o Árpia ;)

  5. nunes neto 22 de fevereiro de 2013 at 22:32 #

    Não querendo ser chato, já sendo ,falta bow thruster nas laterais.

  6. jacubao 22 de fevereiro de 2013 at 22:50 #

    Ô meu pai, esse povo é exigete demais, hehehehe… Vou fazer novas alterações! Aguardem!!! :-D

  7. joseboscojr 23 de fevereiro de 2013 at 0:17 #

    Jacubão,
    Sem querer ser palpiteiro e já sendo, rrsrsr, vamos ser realistas, se nem os LCS têm radares de varredura eletrônica não será a nossa Barroso 2 que terá. Coloca só um radar 3 D giratório mesmo, mesmo porque só agora estão surgindo radares de varredura eletrônica compatíveis com corvetas.
    Também não é usual corvetas terem azipods e bow thruster pessoal. Vamos colaborar com o Jacubão. rrsrs
    Também não precisamos de pump-jets. rsrsrs
    Grande Jacubão, corvetas em geral não operam mísseis de defesa de área, no máximo de área curta (e olhe lá), sendo mais usual apenas de “defesa de ponto”. Sendo assim bastaria um lançador RAM sobre o hangar e o canhão Super Rapid que já estaria de bom tamanho.
    Mas se você insiste em lançadores verticais os únicos disponíveis no Ocidente para corvetas seriam: Umkhonto, VL-Mica, Sea Ceptor (futuramente), Sea Sparrow VL, Barak e o VL Sea Wolf.
    (E aí não precisaria do RAM, já que são basicamente da mesma categoria)
    Como o VL Sea Wolf é de concepção antiga e não se fabrica mais, descarte-o.
    O Barak embora mais moderno e ainda em produção também é de concepção antiga. Tira fora!
    O Sea Sparrow também é antigão. Fora!
    Sobra então: Umkhonto, VL-Mica e Sea Ceptor.
    O Sea Ceptor ainda não está operacional e só Deus sabe quando estará. Tira!
    Sobra mesmo o Umkhonto e o VL-Mica.
    Se quiser viajar mais na maionese ainda pode-se pensar em mísseis de defesa de área curta. Tem só dois: o Aster 15 e o ESSM.
    O seu desenho do míssil mostra um com booster, o que sugere ser o Aster 15 (já que não é possível que seja um SM-2 Block IV, um SM-6 ou o Aster 30).
    Aí complica um pouco porque teria que ter sistemas de radares mais sofisticados, sem falar que o ESSM exigiria radares de direção de tiro/iluminação, a menos que você use um radar AESA (APAR, Sampson, etc). Mas o Aster 15 é compatível apenas com um radar 3D giratório e não precisa de radar de iluminação.
    Mas eu não iria nessa de colocar mísseis com capacidade acima da “defesa de ponto” senão a coisa complica e sua corveta vira um cruzador.ssrsrss

    Se me permite eu chuto minha configuração ideal:
    1 Super Rapid 76 mm
    1 Mk-49 (21 RAM) sobre o hangar
    2 x 3 Mk-32 (lançadores de torpedos)
    2 x Mk-38 Mod 2 (25 mm)
    4 ou 8 MAN-1 (ou Exocets)
    2 X SLDM (lançador de despistadores)
    2 estações para metralhadoras M-2

    Se insiste em seguir a moda dos lançadores verticais eu sugiro ficar assim:
    1 Super Rapid
    16 VL Umkhonto
    2 x 3 Mk-32
    4 ou 8 x MAN-1 (Exocets)
    1 CIWS Phalanx Block IB sobre o hangar (poderia ser o Trinity mesmo)
    2 x SLDM
    4 estações para M-2

  8. daltonl 23 de fevereiro de 2013 at 0:26 #

    E não esqueça também de desenhar um helicoptero no convoo como um Seahawk e também os misseis hellfire e torpedos MK 54 que ele utiliza.

    :)

  9. Baschera 23 de fevereiro de 2013 at 12:07 #

    Grande projeto Jacubão…..

    Mas também vou dar meu singelo palpite…..

    Fica muito pesada nesta configuração….. mas a observação do Bosco de usar um sistema Raytheon RAM (um único lançador/21 mísseis)….em vez de um container VLS (atras do canhão) é boa. Colocaria outro RAM na popa no alto da estrutura…..

    Olha, ouvi dizer que a MB gosta muita da Classe K130 da M. Alemã…. leve, altamente automatizada, de pouquíssima tripulação, fortemente armada no teatro de combate de superfície e … leve, menos de 2.000 Ton e sem chaminé (sistema de escape dos gases é submerso) o que lhe confere baixíssima assinatura térmica.

    Sds.

  10. Baschera 23 de fevereiro de 2013 at 12:23 #

    Bosco,

    Com este armamento todo…. fica um Cruzador…. :)

    Sds.

  11. daltonl 23 de fevereiro de 2013 at 12:37 #

    “…(sistema de escape dos gases é submerso)”

    Diria Baschera que o escape é proximo a linha dágua e não submerso.

  12. joseboscojr 23 de fevereiro de 2013 at 13:31 #

    Baschera,
    Em princípio um único lançador RAM bem posicionado cobrindo uns 260° como visto nos LCS é suficiente para dar cobertura de 360º haja vista a capacidade do míssil de LOAL.
    Como o míssil é designado pelo radar 3D do navio, contra ameaças que estão na zona cega do lançador, encobertos pelo mastro, ele usa seu sistema inercial avançado para se dirigir ao míssil antinavio e locar após o lançamento em ângulos de até 50º para cada lado.
    Funciona igual aos sistemas de lançamento vertical que têm que atingir alvos encobertos pela estrutura do navio e a até 90º do eixo de lançamento
    Claro que havendo dois lançadores, um à ré e outro na popa, é melhor, mas é redundante e custa din-din adicional.
    Na pindaíba crônica que atravessamos desde Cabral, podemos erguer as mãos para os céus se as futuras Barroso 2 tiverem um Mk-49 sobre o hangar dando cobertura 360° e havendo ainda a sobre-cobertura dessa zona pelo canhão Super Rapid.
    Mas é claro que havendo din-din sobrando, disponibilidade de deslocamento e espaço, dois é melhor que um tendo em vista a necessidade do lançador ter que conteirar até o limite contra alvos encobertos.
    Um abraço.

  13. joseboscojr 23 de fevereiro de 2013 at 13:46 #

    Baschera,
    Agora nesse barco de “turismo” alemão que você citou, o K130, pode ser que devido à grande zona cega promovida pela superestrutura (diferente do LCS que é só o mastro) haja a necessidade de 2 lançadores RAM.
    Cada “causo” é um “causo”. rsrsss
    Mas na Corveta do Capitão Jacubão, pelo meu olhar clínico rsrsrsr, basta um em cima do hangar.

  14. jacubao 23 de fevereiro de 2013 at 14:30 #

    Vamos lá meu povo, estou fazendo as modificações sugeridas para fazer uma BARROSO STEALTH dos amigos do blog, hehehehehe… Quando estiver pronta, pedirei ao Galante para postar.

  15. jacubao 23 de fevereiro de 2013 at 16:30 #

    O projeto etá ficando assim:

    ARMAMENTOS:
    - 1Canhão OTO MELARA 76mm SUPER RAPID
    - 1 lançador VL MICA IR/RF
    - 2 lançadores de EXOCET MM40 Block III
    - 2 lançadores embutidos de torpedos A/S MK-46 ou MK-50
    - 1 CIWS VULCAN PHALANX
    - 2 lançadores CHAFF
    - 4 metralhadoras calibre 12,7mm (.50)
    - Mísseis antinavio AGM-119 PENGUIN (SEA HAWK)
    - Mísseis antinavio SEA SKUA (SUPER LINX)

    SENSORES:
    - Mastro Thales I-Mast-400
    - Radar 3D SMART-S MK2
    - Sonar EDO Corp. 997
    - CME ET/SLQ-2X DEFENSOR
    - 2 Sistemas FLIR (1a vante e 1 a ré)
    - 1 radar de navegação FURUNO

    AERONAVES:
    - 1 SEA HAWK ou 1 SUPER LINX

    Aproveitem enquanto não está pronto o outro desenho para sugerirem acréssimos ou modificações.

    Abçs

  16. joseboscojr 23 de fevereiro de 2013 at 16:38 #

    Eu achei que ficou legal.
    Vai fundo!

  17. GUPPY 23 de fevereiro de 2013 at 16:54 #

    Jacubão,

    E a motorização? Qual a combinação? CODOG? Vai manter a da atual Barroso? Ou o amigo não analisa este assunto, deixando mesmo para os engenheiros, até porque a escolha deste item depende muito da tonelagem, velocidade e raio de ação?

    Abraços

  18. juarezmartinez 23 de fevereiro de 2013 at 18:28 #

    Sugestão de alguém que não entende puvucas de navios, mas trabalhou com manutenção na FAB.
    Baseado na penúria que vivemos desde Cabral, como disse o Bosco, e no inevitavel aumentos dos custos com co bustível e também na necessidade de geração elétrica adicional para fazer rodar toda a barafunda eletrônica do navio, se existirem motores navais que caibam no espaço da sala de máquinas e que possam despejar a potência necessária mínima para o navio, adotem tão somente um arranjo com motores diesel, e esqueçam a turbina e suas complicadas transmissões e reduções.

    Grande abraço

  19. Optimus 23 de fevereiro de 2013 at 19:43 #

    Poh, Jacubão! Ficou DEZ!

    Mas como o pessoal disse, ficou praticamente um contratorpedeiro: faz um desenho com AEGIS então!

    ;-)

  20. jacubao 23 de fevereiro de 2013 at 23:24 #

    Amigos, o novo desenho está pronto, só falta achar o Galante ou o Poggio
    para postar. Se alguém estiver com algum deles, avisem. ;-)

  21. Joker 23 de fevereiro de 2013 at 23:44 #

    Fui pego por uma reflexão sobre esses designers stealth, a área de vela desses navios não aumentou não? Se essa área de vela que provavelmente ficou maior se tem sido bem utilizada pelos comandantes para reduzir o consumo de óleo combustível ou o inverso tem aumentando o consumo?

    bem viajei na maionese, mas tá ai…

  22. Mauricio R. 24 de fevereiro de 2013 at 1:25 #

    “…o escape é proximo a linha dágua e não submerso.”

    Não havia um design de MEKO do B+V, em que o escape dos gases não era pela clássica chaminé, mas pelo cubo das hélices; tipo Prairie/Masker????

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