FREMM - construção na Itália - foto 5 Marinha Italiana

Imagens da Marinha Italiana mostrando diversos momentos da construção de fragatas FREMM da Itália, nas instalações da Fincantieri em Riva Trigoso. A montagem dos blocos ao ar livre acaba incentivando os italianos a divulgar mais fotos ostensivas do andamento da construção dos navios. Clique para ampliar.

FREMM - construção na Itália - corte de chapa -  foto Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto 4 Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto 3 Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto 2 Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto 8 Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto 7 Marinha Italiana

FREMM - construção na Itália - foto 6 Marinha Italiana

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26 Responses to “De chapa em chapa, de bloco em bloco, se constrói uma FREMM italiana” Subscribe

  1. Marcelo 9 de maio de 2014 at 9:36 #

    são navios muito bonitos, em especial essas italianas!

  2. phacsantos 9 de maio de 2014 at 10:01 #

    Prezados,

    Qual o motivo dos navios italianos serem pintados em vermelho quando da sua construção e os franceses não?
    Algo relacionado a serem montados ao ar livre e para evitar corrosão?

  3. daltonl 9 de maio de 2014 at 11:49 #

    Há fotos de outros navios franceses em construção dentro de “galpões” apresentando o mesmo e tradicional “Primer”
    vermelho.

    Dá para notar um fundo vermelho debaixo da camada de tinta cinza, na fragatas francesa em construção na outra matéria e que receberá outras camadas de tinta cinza.

  4. Lyw 9 de maio de 2014 at 14:31 #

    Pois é, acredito que esta pintura (que imagino seja de uma espécie de “zarcão”é feita em todos os navios quando nesta etapa da construção, depois vêm outras camadas de tinta.

  5. Luiz Monteiro 9 de maio de 2014 at 15:06 #

    Prezado phacsantos,

    O primer feito de óxido vermelho destina-se a prevenir a oxidação dos metais.

    Os revestimentos por pintura são orgânicos e compostos por um esquema que envolve até três camadas de tintas: tinta de fundo, tinta intermediária e tinta de acabamento. E este é desenvolvido em função das condições de exposição e de trabalho dos equipamentos e das estruturas.

    No caso de fabricação de navios, é comum a aplicação de demãos de tinta de fundo (primer) no recebimento das chapas, a fim de protegê-las durante a estocagem, bem como tornar mais rápido o processo de fabricação, ficando as demãos de acabamento para serem aplicadas ao final da montagem.

    Nas obras vivas, deve ser selecionado um esquema para imersão em água salgada, e aplicada uma tinta de acabamento anticrustante. Já para o costado, conveses expostos e superestruturas, deve ser selecionado um esquema para atmosfera altamente agressiva.

  6. Luiz Monteiro 9 de maio de 2014 at 15:18 #

    Os navios construídos no AMRJ também recebem este primer, veja as fotos da construção da corveta “Barroso”:

    http://www.mar.mil.br/amrj/images/barroso.jpg

    http://www.mar.mil.br/amrj/images/barroso1.jpg

  7. phacsantos 9 de maio de 2014 at 15:28 #

    Obrigado

  8. Fernando "Nunão" De Martini 9 de maio de 2014 at 15:51 #

    Exatamente, Luiz Monteiro.

    Aproveito para lembrar a todos que, na nova edição da revista Forças de Defesa (número 10), a matéria especial sobre as corvetas classe “Inhaúma” também traz fotos da construção mostrando esse mesmo primer vermelho – e, no caso das construídas no estaleiro Verolme, também se pode ver a construção em blocos dentro de um galpão coberto (apesar dos blocos serem menores do que estes das FREMM), com posterior lançamento a partir de dique flutuante.

    Saudações!

  9. José da Silva 10 de maio de 2014 at 10:38 #

    Isso é uma vergonha!

    E ainda querem comprar esse navios velhos. Só no Brasil mesmo.

  10. Luiz Monteiro 10 de maio de 2014 at 13:19 #

    José da Silva,

    Quem dera um desses “navios velhos” fizessem parte do inventário da MB.

    Nossa Esquadra estaria muito bem servida.

  11. MO 10 de maio de 2014 at 13:47 #

    Chefe, o Zé foi maldoso, foi uma ironia endereçada …. kkkkkkkkkkk

  12. Luiz Monteiro 10 de maio de 2014 at 14:02 #

    MO,

    Obrigado pelo esclarecimento. Rsrsrsrs.

    Quanto ao PROSUPER, cresce cada vez mais a idéia de que os escoltas tenham grande capacidade de defesa aérea de área., pois é cada vez mais improvável que se obtenha esses meios em quantidades consideradas ideais (10 navios, sendo 6 de EG e 4 AAW).

    Dessa forma os 5 navios do PROSUPER seriam armados com SAM de longo alcance e seriam dotados de radares de varredura eletrônica.

    Nesta nova concepção qie esta nascendo, seriam construidas mais corvetas derivadas da Barroso. Até 15 unidades.

    Os escoltas ficariam mais caros de se obter eoperar, mas este custo seria compensado pelos custos mais baixos das corvetas.

  13. Luiz Monteiro 10 de maio de 2014 at 14:10 #

    Vale ressaltar que, hoje o que se tem como objetivo e considerado ideal, seriam 10 escoltas de cerca de 6000 toneladas (6 EG e 4AAW) e 8 corvetas.

    Abraços, meu amigo MO

  14. Mauricio R. 10 de maio de 2014 at 14:13 #

    Ma che???

    Até o momento:

    Fremm (italiana) 13 X 0 Fremm (fancesa)

    Nossos “parceiros estratégicos”, nem moral mais, tem por aqui.

  15. Fernando "Nunão" De Martini 10 de maio de 2014 at 14:25 #

    Caro Luiz Monteiro,

    Então podemos concluir que, do ideal de até 18 navios, 10 fragatas de cerca de 6.000t (4 AAW e 6 EG)e 8 corvetas EG de aproximadamente 2.500t, a proporção está se invertendo nos novos planejamentos: só 5 fragatas de 6.000t (todas AAW) e até 15 corvetas EG de 2.500t.

    Dois navios a mais na segunda opção, mas uma soma de tonelagem total de escoltas menor (grosso modo, 80.000t na primeira opção e 67.500t na segunda), o que provavelmente geraria também um custo total bem menor para aquisição de toda a frota.

    É um interessante choque de realidade, mas a esperança que se joga nas novas corvetas nacionais, sem um grande financiamento externo para garantir sua viabilidade (justamente a dependência de financiamentos próprios para boa parte dos custos, o que tornou possível só cinco corvetas atuais das 16 planejadas), é quase sebastianista! Ainda assim, torço para dar certo, já que se vive uma realidade econômica, apesar dos grandes problemas, bem melhor que a da hiperinflação dos anos 80 e início dos 90.

    Saudações!

  16. Luiz Monteiro 10 de maio de 2014 at 14:29 #

    Prezado Nunao,

    Sua conclusão está correta. É justamente isso que está sendo considerado.

    Abraços.

  17. Luiz Monteiro 10 de maio de 2014 at 14:36 #

    Nunao,

    suas considerações são válidas e importantes.

    O ideal nem sempre é o possível. Por isso deve-se trabalhar com mais de uma solução.

    Mas lembro que a primeira opção (10 escoltas de 6000t + 8 corvetas) ainda é a principal.

  18. Fernando "Nunão" De Martini 10 de maio de 2014 at 14:36 #

    Continuando,

    Apesar de achar que é necessário ter mais escoltas de 6.000 toneladas, creio que a segunda opção é mais equilibrada. Porém duvido que se chegue a 15 corvetas…

    Quando muito, acredito em dez, e com muita vela acesa!

    Não duvido, porém, da viabilidade ao menos do lote inicial de 4 (ou 5, pra arredondar) sucessoras da Barroso nem das 5 fragatas do Prosuper, pois não é nada diferente do que já foi possível no passado, com o país tendo um PIB e orçamento de defesa proporcionalmente muito menor em relação aos custos dessas aquisições, e problemas inflacionários infinitamente mais graves que os atuais.

    Afinal, pudemos viabilizar 6 fragatas novas (2 construídas aqui) nos anos 70, e 5 corvetas novas (todas construídas aqui) nas décadas de 80 a 2000, com todas as dificuldades econômicas a se levar em conta principalmente nessas últimas.

    Mesmo com todos os problemas econômicos que se espera para o Brasil nos próximos anos, seria uma vergonha não conseguir se chegar ao menos algo similar ao longo das próximas décadas.

    Então eu acho que conseguir incorporar umas 10 escoltas novas ao longo da próxima década (5 fragatas de 6.000t e 5 corvetas de 2.500t) para substituir as atuais é algo viável, plenamente possível, e vergonhoso seria para a atual geração conseguir menos que isso.

    Porém, para conseguir mais do que isso, é preciso muito mais recursos, mas muitos mesmo, pois a compra de escoltas não é algo estanque: ela disputa na própria Marinha com recursos de outras áreas, como submarinos, navios de desembarque anfíbio, navio-aeródromo e suas aeronaves, entre tantas coisas, sem falar nas outras duas forças. Também houve essa disputa de recursos entre prioridades no passado, de qualquer forma.

    Ainda assim, uma frota de 10 escoltas modernas (minha suposição de 5 fragatas e 5 corvetas como algo plenamente viável) já é muito melhor, mesmo sendo longe do ideal, do que o quadro atual de nossas 14 escoltas, das quais uma só é realmente nova, sendo as demais uma mistura de velhotas modernizadas, matronas recondicionadas e pré-balzaquianas encostadas em revisão (admiro todas, não é falta de respeito com os navios, mas é como as vejo com os olhos da dura realidade).

    Apesar do número ser pequeno, proporcionalmente teremos até mais qualidade e quantidade em operação que hoje, quando temos tantas unidades encostadas em manutenção por já terem passado da meia-vida projetada (e algumas ultrapassado a vida inteira…).

  19. Luiz Monteiro 10 de maio de 2014 at 14:50 #

    Nunao,

    Concordo com você.

    Estamos falando de um horizonte temporal de 20 a 25 anos a partir de agora.

    O planejamento pode ser alterado, seja por um novo Governo, seja por um novo almirantado.

  20. Fernando "Nunão" De Martini 10 de maio de 2014 at 14:59 #

    Verdade, Luiz Monteiro, se pensarmos em 25 anos e em tudo que pode acontecer nesse prazo quanto a crescimento do país etc (olhando pelo aspecto puramente otimista), é claro que 20 novas escoltas se torna algo viável.

    Mas estava focando, primeiro, nos próximos 15 anos (até 2030), nos quais se precisará dar baixa em praticamente todas as escoltas atuais.

    Tirando possibilidades de aquisições de segunda-mão (bastante restritas quando pensamos nas eventuais ofertas), só consigo vislumbrar uma frota de escoltas, daqui a 10 ou 15 anos, menor que a atual. O que, como escrevi, não significaria uma piora qualitativa e quantitativa e sim uma melhora, pensando em unidades realmente operacionais, funcionando.

    Abraço!

  21. Jean-Marc Jardino 10 de maio de 2014 at 17:37 #

    Desculpem mas essas fotos nao sao fragatas FREMM, e sim duas da Classe Horizon. Sao fotos antigas, pois as duas Horzizon Italianas, assim como suas irmas francesas ja estao no mar.

  22. Jean-Marc Jardino 10 de maio de 2014 at 17:44 #

    Para que nao haja duvidas, vai ai um video da FREMM no mar, so reparar nas torres e desenho da mesma, vemos que as fostos nao sao da FREMM.

  23. Jean-Marc Jardino 10 de maio de 2014 at 17:46 #

    Agora um video da Classe Horizon, para que nao haja duvidas.

  24. Fernando "Nunão" De Martini 10 de maio de 2014 at 18:14 #

    Jean-Marc,

    O mastro das FREMM italianas é diferente do mastro das FREMM francesas e se assemelha ao das Horizon, e creio que isso gerou uma confusão de sua parte.

    As fotos desta matéria são sim de FREMM italianas.

    Quatro fragatas FREMM italianas já estão no mar (Carlo Bergamini, Virginio Fasan, Carlo Margottini e Carabiniere).

    Para que não haja dúvidas, veja aqui:

    http://www.naval.com.br/blog/2013/07/02/as-belas-linhas-da-carlo-bergamini-primeira-freem-italiana/

    http://www.naval.com.br/blog/2013/07/01/lancada-a-terceira-fremm-italiana/

    http://www.naval.com.br/blog/2011/07/18/lancada-a-primeira-fremm-italiana-carlo-bergamini/

    http://www.naval.com.br/blog/2012/06/25/primeira-fremm-italiana-antissubmarino-em-provas-de-mar-com-versao-eg/

    http://www.naval.com.br/blog/2013/10/22/imagens-fragatas-fremm-da-marinha-italiana-juntas-no-mar/

    http://www.marina.difesa.it/conosciamoci/notizie/Pagine/20140329_varo_carabiniere.aspx

  25. Marcelo 10 de maio de 2014 at 18:20 #

    Jean, são FREMM italianas, cujo mastro, maior, é diferente do mastro das francesas.

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