Home Marinhas de Guerra HMS Clyde será substituído pelo HMS Forth nas Falklands/Malvinas

HMS Clyde será substituído pelo HMS Forth nas Falklands/Malvinas

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HMS Clyde

O navio de patrulha das Falklands HMS Clyde comemora seu décimo aniversário no Atlântico Sul esta semana. O navio de patrulha das Malvinas foi incorporado em 5 de julho de 2007 e chegou em 21 de setembro.

Ele só saiu da área de operação do Atlântico Sul duas vezes nos últimos dez anos, para realizar paradas de manutenção em doca seca em Simon’s Town, África do Sul, a cada 5 anos de operação,

O comandante do HMS Clyde, o capitão de corveta James Reynolds, disse que a missão foi uma honra e “pode-se dizer que as pessoas se apegaram ao navio ao longo dos anos.

“Durante as nossas patrulhas regulares e visitas aos assentamentos periféricos, as pessoas que conhecemos estão sempre perguntando sobre o navio e a tripulação, e compartilhando memórias de visitas anteriores e está claro que ele deixou sua marca em muitos”.

Nos próximos 18 meses, o HMS Clyde deve ser substituído pelo HMS Forth; o primeiro dos novos navios de patrulha offshore classe River Batch 2 da Royal Navy.

OPV classe River Batch II

FONTE: Penguin News

75 COMMENTS

  1. Meus caros,

    é interessante notar o apoio da África do Sul aos ingleses e a confiança destes ao utilizar a doca seca em Simon’s Town, para a manutenção da belonave.

    Este é um parceiro do outro lado do Atlantico que o Brasil tem de ficar com um pé e meio atrás…

    O fato de fazerem parte dos BRICS e terem um projeto conjunto de mísseis não corta o cordão umbilical dos sul africanos com a Gran Bretanha…

    Grato

  2. jose benedito 23 de setembro de 2017 at 13:44
    Qual a razão para esse River bach2 não ter hangar para helicóptero? Não seria melhor para operar nas condições de mar e tempo do Atlântico Sul que é onde ele vai operar?

    Este não é o River Batch II, é apenas o HMS River Class – Clyde, o último dos 4 fabricados dessa classe. Ele possui sim convés de vôo sendo o seu deck de 20 mt, só não possuí angar pelo seu tamanho e característica. A classe OPV River Batch II esta mostrada no rodapé da matéria através do infográfico.

  3. Com a entrada em serviço do 2º lote da class OPV River Batch II que serão 5, a class River 1º lote composta pelos 4 NaPaOc: Tyne, Severn, Mersey e o último comissionado em 2007 Clyde serão desmantelados. Não seria uma boa compra de oportunidade de pelo menos os dois mais novos para compor uma nova classe dos NaPaOcs na MB? São navios novos!!
    “Olha o que diz a nota:
    Edição de eliminação
    Em 24 de abril de 2017, em uma resposta escrita a uma pergunta levantada por Sir Nicholas Soames , a Subsecretária Parlamentar da Defesa Harriet Baldwin afirmou que a Severn seria desmantelada em 2017, com Mersey e Clyde seguindo em 2019. [14] A partir de abril de 2017, nenhuma data foi dada ao desmantelamento de Tyne” .

  4. Top Gun Sea 23 de setembro de 2017 at 17:14
    Sou totalmente contra. Uma compra de NaPaOc no meu intender, dificultaria a construção de corvetas, em parte pelo gasto é em parte por dar impressão a políticos que temos navios. Mais uma coisa são NaPaOc sem hangar. Não concordo. Como operar um Heli orgânico sem hangar? Como proceder um resgate de emergência sem heli? Como operar no Atlântico Sul com heli? Olhe quão distante da costa são nossa área de responsabilidade! Nossos Amazonas seriam perfeitos se não fosse a falta do hangar.

  5. Ádson,
    A classe amazonas também não possui angar, apenas convés de voo, é uma característica e dimensão desse tipo de navio patrulha como também é a classe River da matéria.
    Trata se de uma grande oportunidade
    de compra de navios usados de poucos anos de fabricação.
    Penso que a MB poderia atuar em duas frentes de prioridades – uma com o desenvolvimento de novos meios como a classe de corvetas Tamandarés e uma outra frente de prioridade, como meios de mercados de usados, haja vista que o desenvolvimento é lento e na maioria das vezes não cumpre a quantidade de vasos necessários como a própria Corveta Barroso. Foi com essa filosofia de esperar um Prosuper que hoje já está fracionado, subtraído e convertido para apenas 4 corvetas e provavelmente não faça nem as 4 é que deixamos de olhar para o mercado de usados o que levou as escoltas e outros meios a navegar no osso a ponto de quebrar se em alto mar como NDD Ceará que quebrou se em missão a caminho do Haiti. Por isso não se deve sacrificar um bem (oportunidades) em detrimento de outro, ainda mais quando este outro é incerto.

  6. PRAEFECTUS 23 de setembro de 2017 at 14:30
    —————————————————–
    Esse grupo dos BRICS é um punhado de países sem quase nada em comum que os alinhe em torno de objetivos geopolíticos.
    BRICS é apenas um acrônimo criado por um economista para descrever países emergentes com significativos mercados internos e certas potencialidades de crescimento.
    NA prática, há mais rivalidade do que aliança, entre tais países.

  7. Fala sério Brasil, Russia, Índia, China e Africa do Sul vc confiaria em quem??
    Outra coisa chega de comprar navios no osso, veja o caso do SP, é diferente, é mais é igual, o Ocean tem problemas sérios nas máquinas que os ingleses não resolveram, será outro mini SP, compra coisa nova nas nossas necessidades e fim de papo

  8. Top Gun Sea 23 de setembro de 2017 at 21:10
    Top, o que eu disse sobre as Amazonas é justamente isto, seriam perfeitas se não fosse a falta do hangar. Pela extensão de área de salvamar, não se deveria operar NaPaOc sem heli orgânico. E se se comprarmos usados, GF não liberará verbas para meios novos.

  9. Já foi Malvinas, hoje são Falklands (sem “/Malvinas”) até que os ingleses desejem mudar seu nome ou que sua posse seja transferida a outro país.

  10. Ter um helicóptero orgânico é bom e não é também…já que:
    .
    – é necessário um hangar que ocupa espaço e o “telescópico” é um “quebra galho”apenas,
    – há necessidade de combustível para à aeronave o que ocupa espaço e peso também;
    – há necessidade de acomodações, etc, para o “destacamento aéreo”;
    – há necessidade óbvia de se ter helicóptero “sobrando” o que não é o caso da maioria.
    .
    Além do mais, na maior parte do tempo não há necessidade de um helicóptero e com pouco
    combustível reservado a ele em um navio relativamente pequeno não se pode usa-lo de
    forma ilimitada, isso quando o mesmo não encontra-se em manutenção ou o tempo
    impede operações aéreas.
    .
    A Guarda Costeira dos EUA por exemplo tem unidades “cutters” com apenas o “helipad” assim
    como os classe “Amazonas”.

  11. Dalton 24 de setembro de 2017 at 11:19

    Parece-me então, que helicópteros orgânicos são mais úteis em navios de guerra do que em navios de patrulha, certo?
    Penso que em navios de guerra os helicópteros orgânicos podem ser meios de vigilância, de ataque e até de salvamento (não necessariamente nesta ordem).
    Entretanto, acredito que os navios de patrulha devam ter um convoo adequado e alguma facilidade para prover apoio a helicópteros que operem distante de suas bases, mormente quando em operação de busca e salvamento. Principalmente navios de patrulha oceânica.

    Forte abraço signore

  12. Dalton 24 de setembro de 2017 at 11:19

    Realmente nós levamos muito em conta o tamanho do navio, para avaliarmos a viabilidade de ter um hangar, mas esquecemos das necessidades que não ficam à vista, como combustível, apoio ao destacamento aéreo etc. Sua análise faz muito sentido.
    Mesmo assim, com o tamanho da área que o Brasil tem responsabilidade, acredito que um hangar em um navio desse porte é um multiplicador de forças.
    O navio poderia operar com uma aeronave não tripulada , de asas rotativas, como o Cancopter por exemplo de maneira orgânica, e receber um helicóptero maior quando houvesse necessidade, dependendo da missão e se houvesse disponibilidade.
    O heliponto é suficiente para essa opção que citei ? Um hangar não daria mais segurança às operações ?
    Bem , apenas um brainstorm
    Abraço

  13. Eparro, sim, até mesmo para navios-patrulha sem convoo é importante que possuam capacidade de apoiarem o emprego de helicóptos.
    .
    Por exemplo, podem transportar tanques de combustivel e mangueiras desenvolvidas para serem conectadas à aeronave, que mesmo operando a partir de outro navio dotado de convoo, ou de terra, pode ser reabastecida pelo navio-patrulha e permanecer mais tempo em missão.
    .
    Também pode haver transferência de pessoal, equipamentos, suprimentos etc entre o helicóptero e o navio patrulha.
    .
    Para isso é necessário terem um espaço, geralmente no convés de popa, além das instalações basicas e equipamentos a bordo. A MB costuma exercitar esse tipo de operação.
    .
    Abaixo, foto que mostra essa área do convés de popa do NPa Macaé.

  14. Eparro e Flávio…
    .
    o que eu quis dizer é que há sim trabalho para navios com e sem helicóptero orgânico em
    qualquer lugar do mundo e em todas as marinhas…não vejo como uma “falha” a falta de um
    helicóptero orgânico que se por uma lado amplia a capacidade de vigilância por exemplo encarece a aquisição/ operação do navio e/ou exige que outros sacrifícios sejam feitos para se ter um helicóptero.
    .
    Quanto à área que o Brasil tem “responsabilidade” seria a “ZEE” para tais navios , o que me
    parece adequado se bem que seria melhor ter mais navios à disposição…tendo apenas 3
    significa que quando muito 1 estará no mar…mas…pelo que entendo todas as marinhas e
    guardas costeiras estão abaixo do ideal…então é bom se ter navios “mais baratos” também de adquirir e operar.
    .
    “Combate-se com o que se tem e não com o que se quer “.
    .
    abraços

  15. Carlos Alberto Soares 24 de setembro de 2017 at 17:07

    Meu caro Carlos Alberto Soares, você acredita que o HMS Forth conseguirá cumprir a missão da mesma forma que o HMS Clyde cumpriu?
    Você que crê que a empatia da nova tripulação do HMS Forth chegará ao ponto de simpatia, assim como ocorreu com a tripulação do HMS Clyde?

    Forte abraço

  16. Dalton 24 de setembro de 2017 at 18:01

    Abusando da sua paciência, para tentar refinar o meu entendimento.
    E se considerarmos uma situação melhor que a atual, alguma coisa próxima “do ótimo”, mesmo assim: “Ter um helicóptero orgânico é bom e não é também…”.
    Isto é, se existirem condições de orçamento e estabilidade nas manutenções e aquisições de meios e equipamentos, mesmo assim: “Ter um helicóptero orgânico é bom e não é também…” ?

    Forte abraço

  17. Eparro…
    .
    no meu entendimento seria então necessário um navio maior que o “Amazonas”…para que
    operasse um helicóptero orgânico sem perder alguma capacidade que já existe como habitabilidade, espaço para carga, alcance, etc.
    .
    Ter um helicóptero orgânico nas situações que você teorizou acima é tudo de bom…mas…
    mesmo marinhas/guarda costeiras maiores também contam com unidades sem helicópteros
    orgânicos.
    .
    Alguns países também podem querer aproveitar seus grandes “OPVs” em áreas menos
    benignas, como faz os EUA que eventualmente enviam um “cutter” da Guarda Costeira
    para o Mar Arábico por exemplo…então um helicóptero orgânico será mais útil, mas, cada caso é um caso.
    .
    abs

  18. EParro, só pra ajudar: compras de oportunidade se aproveita no sentido de que o bom é inimigo do ótimo. Os Navios da classe Amazonas, por exemplo, não têm Hangar, seria ótimo se tivessem, mas têm um bom convoo, e foram uma boa compra.
    .
    Mas não são o padrão de navio-patrulha oceânico desejado pela MB, ou pelo menos projetado por seus engenheiros a partir do que deseja a parte operacional da força. O que se deseja é um navio com hangar, e o desenho atual desse tipo de navio projetado (ao menos na parte mais básica) é esse:
    .
    https://www.marinha.mil.br/cpn/node/45
    .

  19. Vendo o projeto no link que o Nunão postou percebe-se que algumas características serão até
    inferiores ao “Amazonas”…é o preço que se paga para se ter um helicóptero orgânico dentro
    de um limite de cerca de 1800 toneladas de deslocamento standard.
    .
    Eventualmente os “Amazonas” irão complementar estes futuros navios se e quando forem construídos, assim como ocorre alhures.

  20. Dalton , obrigado pela resposta.
    A questão toda é o custo/benefício, navios mais baratos de adquirir e operar ou navios mais caros com um hangar ?
    No nosso caso, seu argumento ,em relação a uma maior quantidade de navios, é mais forte.
    Com relação a área de responsabilidade, eu estava me referindo as áreas de busca e salvamento (SAR), “salvamar”, que chegam até a metade do atlântico sul.
    Por isso meu argumento a favor de uma aeronave orgânica, nem que seja um vant , para ampliar o raio de ação de patrulhas ou buscas
    Abraço

  21. Dalton 24 de setembro de 2017 19:29
    Pois é o HMS Forth, baseando-me no infográfico, não possuindo um hangar, vai conseguir apoiar um helicóptero da classe do Merlin.
    Um navio de 1800 Ton , não conseguiria “hangarar” um helicóptero desse porte.
    “Captei a vossa mensagem”…rsrsrs

  22. Flavio, no caso, não só não poderia hangarar o helicóptero maior mas também, provavelmente, este não operaria no convoo, pous o espaço do hangar roubaria parte da área do convoo, mesmo que fosse do tipo telescópico.
    .
    É só pensar na classe Amazonas, que tem convoo capaz de operar helicopteros medio-pesados da categoria do Sea Hawk. Mas, se fizerem uma adaptação para instalar hangar, isso roubaria uma parte do convoo, e o espaço restante provavelmente só permitiria operar até o porte de um Super Lynx (grosso modo)

  23. Nossa área de responsabilidade não é só a ZEE, ela vai até o meio do Atlântico. Há necessidade de navios com e sem heli, mas nossa verba é pouca, e uma missão que se realiza com navio sem heli se realiza com navio com heli, já o contrário não é possível. Um dos motivos que sempre defendo um NaPaOc no casco da Tamandaré é este. Dois destes navios no 5º Distrito Naval, que atenderiam também atenderiam o salvamar sul, três no 8º ou no 1º, a definir, que atenderiam também salvamar sudeste, dois no 2º Distrito, que atenderiam o salvamar leste, três no 3º Distrito, que atenderiam salmar nordeste, e por fim dois no 4º distrito que atenderiam salvamar norte. Se fosse para patrulhamento só da ZEE, navios da classe River (Amazonas) até seriam mais do que satisfatório, apesar da pouca dimensão para o Atlântico, mas temos a responsabilidade do salvamar. Já que temos três Amazonas necessitaria-mos mais nove NaPaOc, é que esses fossem com hangar.

  24. Por que meio do Atlântico ? O que há para se fazer lá ? os “Amazonas” foram uma compra
    de oportunidade e o fato de não terem hangar para um helicóptero “leve” não significou uma
    péssima compra …eventualmente deverão ser incorporados navios com hangar/helicóptero
    até porque ambos os tipos são válidos e complementares.

  25. O que pega não é ter hangar para operar com helicóptero no meio do Atlântico. É ter hangar para operar um helicóptero longe da base, mesmo estando perto da costa.
    .
    No caso das Falklands, é tudo perto por lá, na região que vão atuar. O mesmo ocorre em outras regiões e águas da Rainha.
    .
    Já a nossa costa, é bem grandinha.
    .
    Mas os Amazonas foram uma boa, se não a melhor, compra de oportunidade que a MB fez nos últimos tempos, mesmo sem hangar estão aí, empurrando água.

  26. Dalton, eu achei os navios da classe Amazonas uma excelente compra.
    Quanto ao meio do atlântico, é a responsabilidade SAR do Brasil.
    Mas não sei, e acho que não, se as patrulhas brasileiras precisam cobrir toda essa área ou se só em caso de necessidade em alguma missão de resgate
    sds

  27. Dalton 24 de setembro de 2017 at 20:29
    Dalton, Os Amazonas foram uma excelente compra, maaaas, se fossem trinta pés longas e com hangar atenderiam muito melhor.

  28. Nunão 24 de setembro de 2017 at 22:03
    Nunão, minha sugestão para o 1º e 3º Distritos em terem um NaPaOc a mais que os outros Distritos é por causa de patrulha em Fernando de Noronha e patrulha e manutenção de postos metateológicos em Trindade e São Pedro.

  29. Nunão, acredito que, vamos de sul a norte, o 5º Distrito 3 NaPa 200, 2 NaPa 500 e 2 NaPaOc. O 8º Distrito 3 NaPa 200. O 1º Distrito 4 NaPa 200, 4 NaPa 500 e 3 NaPaOc. O 2º Distrito 2 NaPa 200, 3 NaPa 500 e 2 NaPaOc. O 3º Distrito 4 NaPa 200, 4 NaPa 500 e 3 NaPaOc. O 4º Distrito 6 NaPaflu, 4 NaPa 200, 2 NaPa 500 e 2 NaPaOc. O 9º e o 6º Distritos não saberia opinar. O 9º até conheço mas não sei das necessidades, já o 6º nem conheço.

  30. Eu sempre acho que não importa a missão do Casco, Deve se quando no balanceamento do navio, priorizar operações aero embarcadas, quer seja asa fixa, rotativa, vants, etc.
    .
    No caso de um NapaOc que não tenha um casco muito grande, existem opções de menor complexidade ou exigência de espaço.
    .
    Poderiam empregar o md500 defender asw, ele é diminuto quase um ucav, com radar e até dois torpedos o que nem seria necessário, era uma versao do mais atual e terrestre mh6 little bird, somente o radar já seria excelente para patrulhas. Poderia se também empregar o Valkyrie um drone dirigivel rebocado na qual pode voar como uma pipa acima do horizonte radar e neste mesmo segmento o sistema talon só que voa rebocado como um paraquedas paraglider. Acho os navios extremamente cegos e lentos na atualidade, a menos o horizonte radar precisa ser ampliado
    .
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRn9hlW-daASWbKNSeUkMkAeoeemCtE83Vmog4Iy46JVxwTJeFe
    .
    https://i0.wp.com/www.navyrecognition.com/images/stories/news/2015/may/DARPA_TALONS_Concept.jpg

  31. Bardini,

    Concordo.

    Este deveria ser o ponto de partida, se a ideia é mesmo desenvolver alguma capacidade de construção própria. Tem destino certo no País e se apresenta como possibilidade real para mercado externo.

  32. Prezados,
    Sou leitor a anos das editorias das três forças! Aéreo, Naval e Terrestre! Acompanhando as distintas discussões; gostaria de sugerir a criação, imagino o quão grande seria mais essa tarefa, uma editoria de Geopolítica

  33. PRAEFECTUS 23 de setembro de 2017 at 14:30
    “Meus caros, é interessante notar o apoio da África do Sul aos ingleses e a confiança destes ao utilizar a doca seca em Simon’s Town, para a manutenção da belonave. Este é um parceiro do outro lado do Atlantico que o Brasil tem de ficar com um pé e meio atrás”…

    Por qual motivo PRAEFECTUS?

  34. Dalton 24 de setembro de 2017 at 18:51
    Nunão 24 de setembro de 2017 at 18:55
    Dalton 24 de setembro de 2017 at 19:29
    Bardini 24 de setembro de 2017 at 20:34

    Meus caros senhores, a “complexibilidade” é mesmo grande, maior até que a minha própria falta de conceitos fundamentais, sobre o que seja uma marinha de guerra em termos de Brasil.
    Agradeço os ensinamentos, que já mudaram alguma coisa no meu entendimento das operações da Marinha do Brasil.

    Forte abraço

    P.S. Bardini, a aquisição dos NPaOc classe Amazonas também pareceu-me a melhor compra de oportunidade realizada nos últimos tempos.

  35. Eu sempre acho que não importa a missão do Casco, Deve se quando no balanceamento do navio, priorizar operações aero embarcadas, quer seja asa fixa, rotativa, vants, etc.
    .
    No caso de um NapaOc que não tenha um casco muito grande, existem opções de menor complexidade ou exigência de espaço.
    .
    Poderiam empregar o md500 defender asw, ele é diminuto quase um ucav, com radar e até dois torpedos o que nem seria necessário, era uma versao do mais atual e terrestre mh6 little bird, somente o radar já seria excelente para patrulhas. Poderia se também empregar o Valkyrie um drone dirigivel rebocado na qual pode voar como uma pipa acima do horizonte radar e neste mesmo segmento o sistema talon só que voa rebocado como um paraquedas paraglider. Acho os navios extremamente cegos e lentos na atualidade, a menos o horizonte radar precisa ser ampliado
    .
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRn9hlW-daASWbKNSeUkMkAeoeemCtE83Vmog4Iy46JVxwTJeFe
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  36. Ja que citaram os Distritos Navais acima, alguem sabe porque o Comando do 8° DN fica em São Paulo e não em Santos.
    Pensei na hipótese de ser São Paulo porque é a Capital do Estado, mas o do 6° DN fica em Ladário e não em Campo Grande.

  37. Ops….falha minha. Onde escrevi dirigível rebocado o correto é drone Giroglider Rebocavel. Com 1,5 km de altitude, pode-se obter 150 km de horizonte radar

  38. Meu caro Karl Bonfim 25 de setembro de 2017 at 9:26,

    agradeço a oportunidade que o amigo oferece de falar sobre um assunto deverás interessante. Procurarei ser sucinto, não me estender muito, porque o assunto é pra mais de metro.

    Evidentemente, vamos falar aqui de Geopolítica, já que minha colocação se baseia nesse contexto.

    Amigos, a área com maior significado estratégico para o nosso país se chama Atlântico Sul.

    Qualquer inimigo externo que queira subjugar nosso país necessita obrigatoriamente dominar nossa costa marítima, o Atlântico Sul por assim dizer. Desta forma é crucial para o Brasil ter alguma capacidade de projetar poder sobre o Atlântico Sul. É imprescindível em todo o tempo o país prover segurança e manter as nossas linhas marítimas abertas.

    No Atlântico Sul existe as ilhas de Ascensão, Gough, Tristão da Cunha, Orcadas do Sul, Sanduich do Sul, Santa Helena e……Malvinas, que por hora, pertencem todas a Inglaterra.

    Se observar bem no mapa o amigo verá que todas essas ilhas formam uma espécie de arco logo a frente do nosso litoral. Se por ventura o Brasil tivesse algum problema com os ingleses ou algum dos seus “parceiros” seria um problemão para o país conseguir o que afirmei logo acima: “manter as nossas linhas marítimas abertas”.

    Como se não bastasse toda a “capacidade” que essas ilhas proporciona aos ingleses para supostamente nos bloquear maritimamente, eles ainda podem contar com um forte aliado em um ponto fulcral para a navegação marítima que é o Cabo da Boa Esperança na divisa dos Oceanos Atlântico e Oceano Índico na……..África do Sul.

    Se houver um conflito com os ingleses ou seus parceiros, muito provavelmente a África do Sul também nos seria inimiga. Ou, porque você acha que há um empenho enorme por parte do Brasil em fortalecer os laços de amizade com a Namíbia, que fica ali do ladinho da África do Sul…??? Para quem não sabe, há uma forte cooperação na área de defesa entre Brasilia e Windhoek, inclusive isso, se traduzindo através da venda de materiais de defesa…

    O Brasil meus caros, colaborou firmemente na criação da Marinha deste país, que se tornou independente da…..África do Sul em​ 1990. Pra se ter uma ideia no dia 5 de junho deste ano, teve início o quinto Curso de Especialização de Infantaria (C-Espc-IF) da Namíbia na Naval Training School (NTS), localizada em Rooikop (Walvis Bay), com o apoio da……Marinha do Brasil, pois é!

    Outrossim, ninguém aqui é bobo, os BRICS do qual a África do Sul “hoje” faz parte, foi “convidada entre outras coisas” pela China, para “dourar a pilula”(sabendo a quem os sul africanos estão ligados…UK) tornando assim mais palatável aos “europeus” engolirem a formação dos BRICS. Se é que me entendem…

    Uma informação interessante e importante neste contexto que estamos falando, é que num evento de se saber o que ocorre no Atlântico Sul e na America Latina, a África do Sul poderia servir como uma espécie de HUB interligando em uma rede a partir de sistemas em seu solo e no espaço, “agentes parceiros” e seus Centros de Intercepção de Comunicações Eletrônicas…

    Por tudo isso e muito mais meus caros, é bom continuarmos na prudência com nosso “parceiro” além mar…

    Espero ter respondido sua pergunta meu caro Karl Bonfim.

    Grato

  39. Amigos,
    Para quem tiver curiosidade, repito abaixo as características ‘wikepedianas’ do OPV português classe Viana do Castelo e do brasileiro classe Amazonas, acrescentando agora as do HMS Forth, um OPV Classe River Batch 2 (essencialmente um Amazonas com 29 melhorias).
    .
    NPO classe Viana do Castelo
    Tipo: Offshore patrol vessel;
    Deslocamento: 1.700 toneladas standard e 1.850 toneladas;
    Comprimento: 83,10 metros (272 ft 8 in);
    Boca: 12,95 m (42 ft 6 in);
    Calado: 3,69 m (12 ft 1 in);
    Propulsão: 2 x motores diesel Wärtsilä (3,900 kW (5,200 hp) cada), 2 motores elétricos (200 kW (270 hp) cada)
    Velocidade: Wikipédia aponta máximo de 20 nós (37 km/h; 23 mph); entretanto outros sites apontam 21 nós (38,9 km/h; 24 mph);
    Alcance (Range): 4.850 milhas náuticas (9.000 km) a 15 nós;
    Boats & landing craft carried: 2 x embarcações de casco semirrígido (Rigid Inflatable Boats – RHIB);
    Complemento: Tripulação de 35 e acomodações para mais 32;
    Sensores e sistemas de processamento: Leonardo Medusa MK4/B electro-optical fire control system, iXblue Quadrans inertial navigation system, Furuno Electric’s FAR-3230 F-band and FAR-3220 I-band navigation radars
    Armamento:
    • 1 × 30 mm Oto Melara Marlin WS,
    • 2 × Metralhadoras de uso geral;
    Facilidades para aviação: Convoo, mas sem hangar, para helicóptero de tamanho médio.
    .
    NaPaOc classe Amazonas
    Tipo: Offshore patrol vessel;
    Deslocamento: 1.800 toneladas standard e 2.200 toneladas totalmente carregado;
    Comprimento: 90,00 metros (295,0 pés);
    Boca: 13,50 metros (44,3 pés);
    Calado: 3,50 metros (11,5 pés);
    Propulsão: 2 x motores diesel MAN 16V28/33D (7.350 kW (9.800 hp) cada);
    Velocidade: Wikipédia aponta máximo de 25 nós (46 km/h; 29 mph);
    Alcance (Range): 5.500 milhas náuticas (10.200 km);
    Tempo de permanência no mar: 35 dias;
    Boats & landing craft carried: 2 x embarcações de casco semirrígido ( Rigid Inflatable Boats – RHIB) Pacific 24;
    Complemento: até 80, mas pode operar com uma tripulação de apenas 36;
    Sensores e sistemas de processamento: Terma Scanter 4100, X-band;
    Ultra Electronics OSIRIS Combat & Mission Management System;
    Armamento:
    • 1 × DS30M 30mm cannon MSI DS 30M 30mm,
    • 2 × Canhões automático Bushmaster de 25mm,
    • 2 x Metralhadoras de uso geral 12,7mm;
    Facilidades para aviação: Convoo de 20 metros, mas sem hangar, para helicóptero de tamanho médio (SeaHawk).
    .
    OPV classe River Bacth 2
    HMS Forth
    Tipo: Offshore patrol vessel;
    Deslocamento: 2.000 toneladas (como não especifica se é standard ou full load, podemos presumir que está pouco acima dos Amazonas, ou seja entre 2.000 e 2.400 toneladas);
    Comprimento: 90,50 metros (296,3 pés);
    Boca: 13,50 metros (44,3 pés);
    Calado: 3,80 metros (12,5 pés);
    Propulsão: 2 x motores diesel MAN 16V28/33D (7.350 kW (9.800 hp) cada), semelhante aos Amazonas;
    Velocidade: Wikipédia aponta máximo de 25 nós (46 km/h; 29 mph), mas o folheto da BAe aponta para máximo de 24 nós (44 km/h; 28mph), sendo que o Forth é pouca coisa maior e mais pesado que o Amazonas;
    Alcance (Range): 5.500 milhas náuticas (10.200 km);
    Tempo de permanência no mar: 35 dias;
    Boats & landing craft carried: 2 x embarcações de casco semirrígido ( Rigid Inflatable Boats – RHIB) Pacific 24;
    Complemento: até 58, mas pode operar com uma tripulação menor de 34;
    Sensores e sistemas de processamento: Radar 2D Terma Scanter 4100, Kelvin Hughes Ltd SharpEye navigation radar; BAE CMS-1; Shared Infrastructure operating system;
    Armamento:
    • 1 × DS30M 30mm cannon MSI DS 30M 30mm,
    • 2 × Miniguns (os ingleses gostam destes pequenos ‘gatlings’),
    • 2 x Metralhadoras de uso geral 12,7mm;
    Facilidades para aviação: Convoo, mas sem hangar, para helicóptero de tamanho médio para grande, especificamente o Merlin.
    Observação importante:
    Os River Bacth 2 possuem um guincho (ou guindaste) de 16 toneladas de carga, assim como os nossos Amazonas.
    .
    O HMS Forth é, essencialmente, um Amazonas com algumas (29) melhorias e/ou adaptações para a Royal Navy.
    Devemos inclusive observar a inclusão do útil guincho com capacidade para até 16 toneladas que também é usado para baixar os Rigid Inflatable Boats – RHIB Pacific 24 (novamente iguais aos usados pela MB na mesma classe de OPV).
    Aparentemente os ingleses também apreciam o valor do ‘danado’ do guincho.
    Certamente eles já tiveram que movimentar algo pesado de (ou para) um barco no meio mar ou mesmo em um atracadouro sem guindaste. Quem pensar que isso nunca acontece, basta lembrar dos pedaços do Airbus A330 catados no meio do Atlântico Sul pela Marinha do Brasil.
    .
    Curiosamente o Parlamento Britânico fez críticas semelhantes a que encontramos aqui no NAVAL:
    – Falta de canhão de calibre médio como o 76,2 mm (3 polegadas);
    – Falta de um hangar telescópico para o helicóptero.
    .
    Obviamente há condicionantes que impõe esta limitação:
    – Custo, o ‘danado’ do dinheiro, tendo em vista que o orçamento tem que ter a relação custo/benefício em perspectiva;
    – Espaço, limitado em qualquer navio, tendo em vista que para colocar mais alguma coisa sobre o convés, teria que retirar outra.
    .
    Por partes…
    .
    Um canhão médio (Oto Melara de 76mm ou Bofors de 57mm) seriam ótimos, mas implicaria em maior custo, maior peso na proa, espaço tomado abaixo do deck para sistema de movimentação da torre e munição, bem como sistemas próprios para aquisição de alvos aéreos, navais e terrestres.
    Talvez exigisse um radar 3D, mira optrônica e sistema de controle compatível com armas e sensores mais complexas. Ou seja, mais custo e mais peso.
    .
    Um hangar telescópico seria ótimo, mas iria diminuir o helipad (convoo) ou tomaria espaço do útil guincho de 16 toneladas. Além disso haveria pais peso, do próprio hangar, mas também de combustível de aviação (sim, helicóptero precisa de querosene), peças de reposição rápida e até armamento adequado, junto com as ferramentas para usar tudo isso.
    .
    Entendo que os River Bacth 2 e os Amazonas estão adequadamente equipados e armados para o que pretendem, com ligeira diferença no armamento lateral. As miniguns do Forth podem ser mais úteis em uma abordagem lado a lado, mas os Buschmaster de 25mm do Amazonas impõe mais respeito para cobrir uma abordagem pelos Pacific 24.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, um antigo infante metido em assunto de marinheiros.

  40. Para quem necessita de um armamento mais pesado, talvez por navegar em águas mais tortuosas e com outros navios bem armados, uma opção seria a versão do River Bacth 2 da Royal Thai Navy.
    .
    Pois é.
    A marinha da Tailândia entende que precisa de mais poder de fogo nos seus OPV classe River modificado.
    Assim sendo o HTMS 551 Krabi e HTMS 552 Trang são armados com uma torre Oto Melara com um canhão 76/62 (76,2mm de boca por 62 calibres de comprimento), bem como duas torretas abertas MSI com canhões automáticos Mk44 Bushmaster II de 30mm (semelhante à da proa do Amazonas) instaladas uma em cada bordo dos navios.
    .
    Olha só como os HTMSs ficaram:
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1a/RAN-IFR_2013_D3_43.JPG
    .
    Forte abraço,
    Ivan, na Oldinfantryman.

  41. Em tempo.
    .
    Importante conhecer a vizinhança da Tailândia.
    Para tanto precisamos de uma mapa, é claro.
    http://www.lonelyplanet.com/maps/asia/thailand/map_of_thailand.jpg
    .
    Myanmar com o Mar de Andaman e Oceano Índico para o Oeste.
    Malásia ao Sul.
    Camboja e Vietnã no Golfo da Tailândia pelo sudeste, saído no Mar do Sul da China e na extremidade sudoeste do Oceano Pacífico.
    .
    Pois é.
    Eles entendem que precisam de ‘bocas de fogo’ maiores.
    .
    Sds.,
    Ivan, o ‘Mapento’.

  42. Belo navio. Um Navio patrulha costeiro não tem necessidade de Heli mas um NaPaOc me parece essencial ainda que não possua hangar. Qual a importância dessa instalação? Apenas proteção contra intempéries?

  43. Mas, tem sempre um mas…
    .
    Há quem necessite, deseje e possa pagar um poder de fogo ainda maior, como Oman no Oriente Médio.
    .
    Suas 3 (três) corvetas classe Khareef (Al-Shamikh, Al-Rahmani e Al-Rasikh) são versões anabolizadas dos River, com 99 metros de comprimento, 2.660 toneladas de deslocamento e armamento pesado…
    … compatível com a vizinhança.
    .
    Olha uma foto da Al-Rahmani:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Khareef-class_corvette#/media/File:ONS_Al_Rahmani-10a.jpg
    .
    Em tempo:
    São classificadas (adequadamente) como CORVETAS.
    Afinal Offshore Patrol Vessel – OPV é outra coisa.
    .
    Sds.,
    Ivan, do Recife.

  44. Bardini,
    (25 de setembro de 2017)
    .
    Como postei acima, as Khareef (Al-Shamikh, Al-Rahmani e Al-Rasikh) são corvetas.
    Corveta é… corveta;
    OPV, NPO ou NaPaOc são todos Offshore Patrol Vessel.
    .
    São diferentes.
    .
    Mesmo assim, o casco das ‘corvetonas’ da Royal Navy of Oman é bem maior que os OPVs derivados do River original.
    Segue abaixo alguns dados ‘wikipedianos’.
    Tipo: Corveta;
    Deslocamento: 2.660 ton.;
    Comprimento: 99 m (325 ft);
    Boca: 14,6 m (48 ft);
    Calado: 4,1 m (13 ft);
    Propulsão: 2 (dois) motores diesel MTU (tenho que pesquisar a potência);
    Velocidade: 28 nós (52 km/h; 32 mph);
    Alcance: 4.500 milhas náuticas (8,300 km; 5,200 mi), menos que os River;
    Endurance: 21 dias;
    Complemento: 100;
    Sensores e sistemas de processamento:
    • SMART-S Mk2 3D S-band multibeam radar;
    • TACTICOS combat management system;
    • Thales Nederland Sting electro-optic weapons director
    Armamento:
    • 1 × Canhão 76 mm Oto Melara (76/62);
    • 2 × Canhões automáticos 30mm MSI DS30M 30 mm (semelhantes aos da proa do Amazonas);
    • 8 × SSM MM-40 Block III Exocet SSM;
    • 12 × SAM MBDA VL Mica.
    Facilidades para aviação:
    • Convoo para 1 (um) helicóptero médio;
    • Hangar móvel.
    .
    O NAVAL já tratou destas ‘corvetonas’ ASuW:
    http://www.naval.com.br/blog/2014/05/30/entrega-da-ultima-corveta-do-projeto-khareef-para-oma/
    .
    Forte abraço,
    Ivan, um antigo infante metido em assunto de marinheiro.

  45. Então, o negocio que digo não é tratar patrulha oceânico como corveta, mas sim pegar um casco como Khareef arma-lo como patrulha e não como corveta. Temos o Atlântico Sul na cara. O casco do Khareef nos serviria bem se armado com um 40mm, duas 20mm e duas .50, só. Tenho certeza que nos atenderia muuuito melhor que os Amazonas. Ou também o mesmo armamento no casco das Tamandaré, até ajudaria criar escala para a produção também de corvetas.

  46. Adson,
    .
    Estava torcendo que alguém visse o óbvio.
    Obrigado.
    .
    O casco com 99m de comprimento (8,5 a mais que o Forth ou Amazonas), 14,5m de boca e cerca 2.500/2.660 toneladas de deslocamento podem ser o suficiente para acrescentar algo mais

    aos futuros IPVa.

  47. Escrever em smartphone…
    .
    Em um casco um pouco maior pode fazer grande diferença.
    Principalmente se considerarmos o espaço maior abaixo do deck superior, com espaço para mais combustível, principalmente para helicópteros e UAVs (SARP).
    .
    Penso que talvez não seja necessário um hangar, mas simplesmente instalações mais completas para abastecer e armar helicópteros.

  48. A falta de hangar não impede que um navio não possa operar com helicópteros…desde que haja um convés de voo e infraestrutura necessária…apenas…o helicóptero não poderá permanecer a bordo por muito tempo…dias…pouco mais de uma semana…mesmo os Arleigh Burkes sem hangar que eventualmente participam da escolta de um NAe operam com um MH-60R com a manutenção feita a bordo do NAE…mas…aí também entra a questão que o grupo permanecerá meses em missão…não se espera a mesma coisa de um “Amazonas”.
    .
    Se as “Amazonas” dentro de um deslocamento standard de 1800 toneladas tivessem sido construídas com um hangar para um helicóptero (leve), tipo “Esquilo” orgânico, certamente teriam que abdicar de outras características…não existe “mágica”…além do mais o que estava
    disponível e dentro das condições da marinha de adquirir e manter eram as “Amazonas”.
    .
    Helicóptero é bom…apesar que operar um sempre encarece mais a missão também e
    não se pode contar com ele 24 horas por dia…a tripulação precisa de descanso…manutenções
    devem ser feitas há sempre a limitação de combustível e mesmo dias que o dito cujo não pode operar por um problema mecânico ou tempo ruim.

  49. PRAEFECTUS 25 de setembro de 2017 at 14:32

    Meu, você não acha que se tivermos algum “problema sério” com a Inglaterra, nosso maior problema mesmo será é com os EEUU?

    Saudações

  50. Amigo EParro 26 de setembro de 2017 at 11:20,

    se por problema sério você quer dizer uma situação parecida com a que ocorreu com a Argentina, o próprio conflito anglo-argentino dá uma ideia do que poderíamos esperar dos EUA. Os americanos provavelmente não enviariam tropas, mas, como fizeram com os ingleses lá atrás em relação aos argentinos, dariam toda sorte de ajuda de inteligência militar e bélica aos ingleses. Mas, parou por aí…

    Gostaria de alertar sobre um fato interessante, a única coisa que historicamente provoca união entre os habitantes da América latina tem sido sempre a ameaça exterior…

    Muito provavelmente isto tenha dissuadido os ingleses de realizar operações no continente contra a Argentina, porque há época o Brasil fez chegar aos ouvidos de Washington que não aceitaria em hipótese alguma tal coisa. Deixando mensagem cifrada de que entraria no conflito pra valer ao lado dos hermanos se tal ocorresse…

    Evidentemente os EUA seria um problemão, mas, há não ser que sofressem algum tipo de ataque por parte do Brasil, permaneceriam na posição que mantiveram no conflito anglo-argentino.

    Grato.

  51. Praefectus, pousa a aeronave, o Brasil e os jacks são aliados”carnais”, sempre foram, inclusive na guerra das Falklands.
    É mais fácil uma encrenca com os Argentinos do que com eles. Esqueça estas papagaiadas de que iríamos nos contrapor a Inglaterra na guerra, não aconteceria de jeito nenhum. Vivi aqueles dias na ativa, na BACO, e posso te garantir que abastecemos algum “Ascot”, naquelas madrugadas frias de 82, e que decolavam ainda na penumbra para não chamar a atenção, inclusive trocamos e emprestamos um T 56 para eles.

    G abraço

  52. Meu caro Juarez 26 de setembro de 2017 at 23:28,

    voar baixo meu caro só se for pra escapar ao radar da Abwehr…

    Fio, não sei com quem você pensa que tá falando, não faço conjecturas nestes casos, vou ao “arquivo” para pegar a informação. Neste caso, ao numero UNO há época.

    Grato

  53. Cara, impressionante como o PRAEFECTUS é useiro e vezeiro na arte de distorcer e desinformar! Antes de mais nada é preciso entender a posição histórica brasileira no que tange à Ilhas Falklands. Em declarações oficiais e convescotes diplomáticos a posição oficial do governo brasileiro é de que o Brasil apoia o governo argentino. Contudo, e como é sabido em Washington, Londres e Buenos Aires, essa “solidariedade”dá-se apenas no campo da retórica. Não interessa aos interesses geopolíticos e nacionais brasileiros tomar uma posição mais assertiva em defesa dos argentinos tendo em vista a Grã-Bretanha ser um país historicamente amigo com o qual via de regra sempre possuímos excelentes relações. De igual forma também não interessa ao governo brasileiro criar atritos desnecessários com o país vizinho que problemas a parte é nosso sócio no MERCOSUL e com o qual temos um intenso comércio bilateral. Assim em caso de conflito, tal como aconteceu em 1982, a nossa posição será a de neutralidade total tal como ficou provado em diversos episódios ao longo do conflito. Emprestamos dois aparelhos de esclarecimento marítimo (EMB 111 Bandeirulhas) ao argentinos mas ao mesmo tempo no episódio do Vulcan XM 607, que segundo as convenções internacionais acerca de conflitos deveria ter ficado internado no país até o fim do conflito, permitimos que o aparelho não apenas ficasse meros 10 dias no Brasil (algo que certamente agradou as tripulações, que aproveitaram a piscina do cassino dos oficiais da BAGL) como o mesmo ainda foi autorizado a voltar para a Ilha da Ascensão.

    Essa história de que o Figueiredo, aquele que preferia cheiro de cavalo ao cheiro do povo, teria mandado recadinhos à Londres via Washington que iria intervir no conflito ao lado dos hermanos em caso de ataque ao território continental argentino é risível e nonsense. Primeiro porque como tínhamos, tal como temos hoje, relações diplomáticas com os britânicos poderíamos ter enviado tal recado diretamente sem intermediários. Segundo porque o governo brasileiro sabia que tal posição iria causar ao Brasil atritos graves e desnecessários com os EUA, que já haviam se manifestado abertamente que iriam apoiar a Grã-Bretanha. E também não custa lembrar que à época nossos maiores credores internacionais eram justamente os bancos da terra de Sua Majestade.

    Por fim a história contada pelo Juarez acerca do empréstimo de um T-56 à RAF durante o conflito é verdadeira! A condição é que o aparelho não voltasse à zona do conflito e fosse direto para Lynehan.

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