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Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico – A140

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Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico A140, ex-HMS Ocean

Indecisos há meses, almirantes decidem chamar o porta-helicópteros ex-HMS Ocean de PHM Atlântico

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Mudou tudo de novo.

A cúpula da Marinha do Brasil (MB) adotou finalmente uma nova denominação para o porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean, comprado à Marinha Real Britânica.

O navio vinha sendo chamado de Pernambuco, mas finalmente recebeu a denominação de Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico A140.

O conturbado processo de escolha se valeu, a princípio, de uma prática adotada no episódio do navio-doca francês Siroco: dar à embarcação o nome da terra natal – ou do coração – do ministro da Defesa.

Em 2015, para bajular Jaques Wagner – um carioca que fora governador da Bahia –, a MB rebatizou o Siroco de navio-doca multipropósito Bahia (G40).

Assim, pensou-se que o HMS Ocean seria o próximo Pernambuco, justa “homenagem” ao então ministro da Defesa, Raul Jungmann, natural desse estado nordestino.

Então começou o “tiroteio”.

Nos bastidores de Brasília e do Rio de Janeiro surgiram “sugestões” enérgicas, “estreladas”, para que a bajulação fosse deixada de lado, e o navio fosse denominado Atlântico, ou até Atlântico Sul.

Pedido – Mês passado o Poder Naval apurou que o porta-helicópteros seria mesmo chamado de Pernambuco, em razão de um pedido pessoal de Jungmann – que fora deslocado para o Ministério da Segurança Pública mas não perdera, claro, suas ligações com a classe militar.

Mas, no final, o navio receberá o nome Atlântico, denominação que já tinha vazado para a marujada indicada para compor sua primeira tripulação.

275 COMMENTS

      • Por que a ausência do Phalanx tornaria o navio inútil? Ele não mais terá capacidade de embarcar helicópteros ou fuzileiros navais, por isso? O Phalanx é um CIWS, ou seja uma arma AAé de defesa de ponto. A MB pode instalar 3 Bofors Mk3 de 40mm, que faz a mesma coisa e ainda usa a mesma munição 3P, atualmente empregada na MB.

        • Pois é, Alexandre.

          Em algum momento, em discussões e matérias passadas sobre a provável retirada do Phalanx (pelo motivo básico que a RN quer reaproveitar essas armas em seus novos navios), na cabeça de alguns o navio deixou de ser um porta-helicópteros e virou um “porta-phalanx”, inútil sem Phalanx!!!

          Até brinquei com isso em comentário na época e repeti a brincadeira anteontem (comentário mais abaixo).

          E o pior é que isso espalha mais que capim.

          Não tem celeuma. Coloca-se um reparo duplo de Mistral retirado do NAe São Paulo, um em cada uma das três posições que eram do Phalanx, e quem sabe retira-se uma ou duas peças de 30mm de emprego antissuperficie para instalar um ou dois reparos de 40mm de emprego duplo, reaproveitados de corvetas classe Inhaúma desativadas (lembrando que são armas ainda válidas, pois podem ser operadas no modo automático remotamente pelo COC), incluindo radar DT e alça optrônica (novos ou reaproveitados) e pronto.

  1. Belíssima escolha. Não gosto que nossos navios sejam batizados com nomes de Estado porque acho um certo desrespeito com os Estados não homenageados.

  2. Excelente escolha…. Ocean–> Atlantico PHM-140, podia ter sido PHM-14? acho que não quiseram seguir a sequência natural pois A-11 Minas Gerais, A-12 São Paulo…. ai vinha o A-13… no caso PHM-13… eita olha o “gato preto”… vamos colocar PHM-14… mais ai ta na cara que pulam o 13 por “superstição” iiii não vai ficar bem… facil disfarçar… coloca um “0” no final e fecha a conta! hehehe … brincadeira, PHM-140 Atlântico ficou ótimo!

    • Também pensei em algo assim Robert, mas, a marinha brasileira já usou indicativo “13”
      antes, mas, enfim, acostuma-se, na US Navy os 3 “Seawolf” receberam indicativos 21, 22
      e 23, completamente fora do padrão para voltar a usar corretamente 3 dígitos para os
      classe “Virgínia” e na sequência do último “Los Angeles”.

    • Se queria evitar-se o 13, podia simplesmente pular pra dezena seguinte e ir pro A20, como se fez nos patrulhas P10-15 Piratini, P20-21 Pedro Teixeira, P30-32 Roraima, P40-51 Grajaú, P60-63 Bracuí, P70-75 Macaé (incluindo as unidades canceladas mas numeradas). Para as P120-122 Amazonas pularam-se as dezenas P80-110 que presumivelmente estariam reservadas Para as 30 e tantas unidades planejadas do NPa500 q seria uma continuação da Macaé mesmo. O G40 Bahia é outro exemplo, pulando dos G30-31 da classe Ceará…

    • Tem que pular esse número maldito mesmo. Esse número no Brasil não é só de azar, é de coisa pior. Bem vindo ATLÂNTICO.

    • Que revisões?
      Função dele é só manter o status de “esquadra” e permitir que Vice-Almirantes ganhem uma estrelinha a mais… Só!
      Daqui há uns 4 anos encostam eme no pier e ficam trocando de comando com essa finalidade.

      E que comece a choradeira!

  3. Gostei do nome, apesar que Atlântico seria o ideal em um Nae! Mas gostei! E nesta foto, o PHM Atlântico impões respeito! st4

    • Creio que deva ter sido uma referência “fora do padrão” da MB, justamente pelo tipo do Navio. Se seguisse 11, 12, 13, 14 – daria a sequencia de Naes, o que não é o caso. Então, sequencia com “14”, deixando o 13 pra um futuro porta-aviões, mas coloca um “0”, tipo especial….sei la, viajei?

  4. Para Haver Marinha (PHM) Atlântico A-140

    Ficou de bom tamanho, conquanto não tenha entendido o numeral do indicativo visual . . . 🤔

  5. Se for realmente designado como “porta-helicópteros” (o que não é usual para a MB por não usar “porta” isso ou aquilo em seus meios, e sim usar geralmente o nome “navio” no início de várias das designações), esse fato vai ajudar pelo menos a, quem sabe, reduzir algumas polêmicas por aqui.

    Afinal, se é um porta-helicópteros, por exclusão ele não é:

    – Porta-aviões (chega de inventar se colocar Harrier, F-35, rampa etc).

    – Porta-phalanx (chega de colocar a questão de vir ou não com o CIWS Phalanx à frente de sua missão de ser plataforma para helicópteros)

    -Porta-artisan (chega de discutir se ter ou não o radar Artisan é mais importante que sua missão de ser plataforma de helicópteros).

    E mais outras exclusões:

    -Porta-lançadores verticais de Matador/Astros 2020
    -Porta-misseis balísticos
    -Porta-misseis anti-misseis balísticos
    -Porta-bomba atômica
    -Porta-luvas
    -Porta-malas

    Etc etc etc

    É porta-helicópteros. Ponto.

    No mais, confirmando-se a informação, um bom nome para um bom navio.

  6. Acho que a adoção de três dígitos afasta a possibilidade de coincidência com a numeração de partidos políticos.
    Se é para evitar a bajulação, ótimo.

  7. Vários acertos…
    .
    Não chamar de Navio Aeródromo, evitando a associação com um “Porta-Aviões”.
    Não chamar de Navio-Aeródromo de Helicópteros de Assalto, evitando piadinhas com o termo “Assalto” e a ira do pessoal “paz e amor”, que prega o fim das capacidades de projeção de poder.
    Não chamar de Navio de Propósitos Múltiplos, pq não é um…
    Não chamar de Pernambuco, evitando a politização com o nome.
    Não usar o indicativo “13”, evitando a associação com a série de Navios Aeródromo e a politização com o nome do Estado.
    Usar o termo Porta-Helicópteros, evitando assim a associação com a função de um Navio Aeródromo.
    .
    Gostei.
    100%

    • Mas que é triste que exista a necessidade de se sensibilizar com todas essas possíveis polêmicas ridículas, isso é. De qualquer forma, nos tempos em que estamos, é bom cobrir todas as bases. A MB está de parabéns!

    • Mas acho que “Atlântico Sul” passaria uma mensagem mais clara, no tocante a nossa zona de interesses e atuações.
      .
      Só “Atlântico” complica.

      • Talvez meu caro Bardini, Atlântico Sul seja o Nae que os almirantes ainda não desistiram da Marinha Brasileira ou reformar, ou construir ou comprar! abraços st4

          • Ivan, eu particularmente continuo a sonhar! já sei que não temos verba, precisamos antes equipar com fragatas, corvetas etc, que gastaremos horrores com os vetores navais, que o problema é manter e operar, que não precisamos de projeção de poder, somos uma nação pacífica, não temos inimigos etc e tal, mas continuo a sonhar, e ainda sonhar não custa nada um abração st4

        • Muito, mas muito sinceramente meeeesmo, eu ainda tenho esperança de ver o Nae SP modernizadão ,no grau mesmo e com uns Gripen’s navais.

  8. Excelente nome! Gostei dele desde os primeiros rumores à respeito. Que seu serviço na MB seja tão exemplar quanto quando estava na RN.

  9. Exelente escolha. Como porta helicópteros de múltiplas funções seus “dentes” serão os armamentos portados por meio dos helicópteros. Defesa AA? A que tiver no momento. Penso que será o “bom e velho” Bofors 40, na sua versão mais moderna.

  10. Com essa ascensão das asas rotativas ao topo da Esquadra pela surpreendente nomenclatura da sua nau-capitânea, surpreenda-nos novamente MB, e afaste de vez as idéias fixas que não comportam no convés do Atlântico.

    • Aí sim, XO, faria sentido com o histórico da MB, de começar por “navio”, ainda que a introdução do nome “porta” numa designação seja quase uma revolução “nomenclaturística”.

      Acho que só me lembro do termo “porta” em projetos de pequenos navios fluviais porta-helicópteros para a Amazônia, mas não lembro maia se era porta ou plataforma que usavam. Vou checar.

      Enfim, o nosso amigo MO vai acabar perdendo com isso o pudor de escrever “porta-aviões” ou derivados, já que até hoje apenas usava o “porta-boneco” jocosamente.

  11. “O preço pago pelo navio mais as modificações e modernizações não daria para adquirir um mistral Frances zero bala?”
    [romario 25 de Abril de 2018 at 11:26].

    Comparado ao mistral,esse dinheiro pago pelo navio,seria um troco…

  12. Não tinha um “raider” alemão da 2ªGM, que se chamava “Atlântico”????
    Quase, era o “Atlantis” (HSK 2), conhecido na Kriegsmarine como “Schiff 16” e pela RN como “Raide-C”.

  13. Um pedido para a turma do Poder Naval aqui:
    Fazer uma tabelinha sobre o que continua, o que foi retirado e o que substituído por sobre o PHM Atlântico para a venda ao Brasil. Exemplo, radar, ciws phalanx.
    Isso quando PHM Atlântico estiver a caminho do Brasil ou depois que chegar aqui e vocês possam ter acesso a essas mudanças.
    Agradeço muito ao Poder Naval se puder trazer um pouco luz sobre isso.

  14. Que notícia BOA! Fico muito feliz pela compra desse ótimo porta-helicópteros e feliz pelo nome Atlântico. Esse nome tem um peso muito forte, especialmente em um momento de grande crescimento da marinha chinesa e outros que logo estarão passeando aqui na região. Aqui é o ATLÂNTICO, nosso litoral.
    Essa ideia de vincular o Estado de origem do ministro da defesa com os navios é péssima, abre uma brecha imensa para o patrimonialismo (intromissão e mistura do ambiente privado com ambiente público), especialmente em um país com sofre com politicagem crônica.
    Então se o Acre, Tocantins, Roraima, Rondonia e outros Estados menos influentes na política nunca tiverem um ministro da defesa nunca terão um navios com seus nomes?
    Temos até mesmo Estados com economias fortes, porém menos influentes na política nacional, sem nomes em navios da Marinha.
    Abraço e parabéns a Marinha do Brasil.

    • A MB sempre teve tradição em batizar navios com nomes de estado, a primeira e única vez de parecer agrado com o ministro da defesa foi com o Bahia, sendo que o Jacques Wagner era do rio e não da bahia,e a propósito, ja houve navio de nome Acre e ainda há navios de nome Roraima e Rondonia.
      se listarmos aqui, quase a totalidade dos estados ja foi homenageada
      CT Acre
      CT Alagoas
      NaPaFlu Amapá
      NaPaOc Amazonas
      Cruzador Bahia, NDM Bahia
      NDD Ceará, Tender Ceará
      CT Espirito Santo
      Submarino Goiás
      CT Maranhão
      CT Mato Grosso
      NAeL Minas Gerais
      CT Pará, NA Pará
      CT Paraíba
      CT Paraná
      CT Pernambuco
      CT Piaui
      Submarino Rio de Janeiro, NDD Rio de Janeiro
      CT Rio Grande do Norte
      Cruzador Rio Grande do Sul
      NaPaFlu Rondonia
      NaPaFlu Roraima
      NAe São Paulo
      CT Sergipe
      Somente Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Tocantins ainda não foram homenageados com nomes de navio o resto é balela

      • Airacobra,
        No caso do Acre, creio que foi uma canhoneira de mais de 100 anos atrás que homenageou o então território. O CT homenageava o rio Acre, pois os demais da classe A tinham nomes de rios: Amazonas, Araguaia, Ajuricaba, Apa, Araguari.

        • Nunão, falo do CT Acre classe Amazonas construido no Arsenal se não me engano na Segunda Guerra que só foram concluídos depois da guerra, a classe é com os nomes dos rios, tal qual os NaPaOc de hoje, mas nao deixa de ter o nome do estado

          • Sim, no fim das contas dá no mesmo, acaba homenageando ambos, ainda que o critério da classe fosse rios.

            De resto, seu argumento de listar os nomes de estados e mostrar que poucos foram os “não homenageados” por navios é o que importa, só quis acrescentar um detalhe.

        • Pessoal, acordem! No meu comentário eu deixei claro que sou contra a prática de vincular o ministro da defesa (Estado natal, de origem) com navios adquiridos. Em nenhum momento eu disse que sou contra nomear os navios com nomes de Estados da federação, aliás, acho uma ideia boa que inibi colocar nomes de “figurões” da política, religião, empresarial, midiático etc…
          Eu sou contra essa “personalização” da figura de um ministro (tanto dos quadros da ADM. Pública quanto os de fora) com o objeto material do Estado (navio). Acho isso muito ruim…pois seguindo essa prática muitos navios, especialmente os mais imponentes podem ser usados como manobra eleitoreira, coisa infelizmente comum. Tão verdade que parece que o Jungmann pediu para o navio ser chamado de Pernambuco… Eu teria VERGONHA, de no cargo de ministro, no estrito dever da função pela qual sou pago, tentar vincular Estado com minha figura. Quando alguém ocupa um cargo não existe mais o EU, mas sim um agente público investido de prerrogativas legais. Não há espaço para patrimonialismo e populismo com a máquina estatal. Já pensou a situação de um presidente trocar o ministro da defesa meses antes de uma compra importante? Justamente para privilegiar um candidato a governador? Não podemos aceitar o uso da máquina pública para fins eleitoreiros!
          Volto a frisar: sou a favor de navios com nomes de Estados, porém usando uma metodologia diferente, talvez sorteio de nomes etc…mas jamais usar da velha politicagem para isso!
          Abraço!

  15. A marinha pagou mais ou menos 10 por cento do valor de um mistral. Ouso dizer que foi a melhor compra de oportunidade que a marinha já fez.
    SRN

  16. Eu como Pernambucano, torci muito pelo nome Pernambuco. Mas reconheço que o nome Atlântico é uma ótima escolha.
    E pra quem tem duvida, o Atlântico vira para a maior e melhor, marinha da América do Sul. E com certeza, a única da região com capacidades de operalo plenamente.

    • E eu que torci pelo nome Paraná, mas, tudo bem, gostei do novo nome e que seja muito bem vindo a nossa MB. Sei que, ele será usando de força responsável e objetiva.

      • Vocês ja tiveram os estados homenageados com os CTs Classe Pará, inclusive eu, deixemos o oceano que nos banha ter sua vez também

  17. Nominalismo é um dos atavismos mais queridos entre os que preferem o colorido das idéias à parda realidade. Mas a realidade sempre se impõe. Longa e gloriosa carreira ao NPHM Atlântico.

  18. E eu torci pelo Mingão 2 o retorno por ser mineiro uai!!!rs
    Mas o nome “Atlântico” ficou ótimo e imponente. Que venha logo(e com brindes/surpresa).

  19. A chegada do (N)PHMXYZ Atlântico poderá coincidir com a divulgação do vencedor para construção das Tamandarés, por volta de agosto/setembro . . .

    • Luiz Trindade,
      É multipropósito porque, além de seus helicópteros poderem ser empregados em vários tipos de missões (ASW, ASuW) sendo a principal delas o helitransporte das centenas de fuzileiros navais que o navio pode levar, ele é capaz de desembarcar tropas e material por meio de embarcações de desembarque (em seus bordos), transportar veículos blindados e desembarcá-los de várias formas, cumprir tarefas de comando e controle, missões de apoio logístico, humanitárias (possui um bom hospital a bordo) entre várias outras.

      Mais multipropósito do que isso, só se tivesse doca alagável para agilizar o emprego das embarcações de desembarque e fosse capaz de operar aviação de asa fixa tipo STOVL. Mas do jeito que é, já se trata de um navio multipropósito o bastante.

      Para saber mais, há dezenas e dezenas de matérias sobre o HMS Ocean aqui no site.

  20. Me perdoem o Off Topic mas por que a MB não consegue construir ao menos os navios de patrulha oceanica ou da classe do napa 500 com dindin do Fundo da Marinha Mercante (FMM) ???
    Trecho de matéria sobre a construção de um petroleiro Aframax o petroleiro Castro Alves de 248 metros de extensão que carrega até 120 mil toneladas, construído no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

    “Entre 2010 e 2017, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) já financiou a construção de 510 embarcações em estaleiros brasileiros. Só em Pernambuco, foram 2 estaleiros e 23 embarcações. Entre os navios, os modelos Aframax e PLSV (Pipe Laying Support Vessel) tiveram 90% dos seus custos financiados pelo FMM, sendo o restante pela Transpetro e outro pela Dofcon, totalizando R$ 1,25 bilhão. Para o ministro, esses equipamentos mostram a importância do Fundo com a construção naval brasileira, que certamente será reaquecida com a estabilidade econômica do país.

    60 ANOS FMM – O Fundo é gerenciado pelo Ministério dos Transportes e seus recursos são destinados ao financiamento para projetos de embarcações e estaleiros. Ele foi constituído em abril de 1958 e está completando 60 anos em 2018.”

    • Boa Tarde, Tomcat3.7!
      Ao que se sabe a Marinha está empenhada na aprovação desse projeto.
      O Fundo arrecada R$ 6 Bi por ano e a tentativa é de liberação de parte desse valor para a construção das Npa 500 aqui no país.
      O projeto está em análise no Ministério dos Transportes.
      Havia uma proposta também de Medida Provisória para a utilização desses valores no reequipamento da esquadra.
      A proposta foi apresentada por representantes dos estaleiros nacionais.
      Acompanho essa ideia com muito cuidado, pois sinceramente acredito que se 50% desse valor (R$ 3 Bilhões) fossem remanejados exclusivamente para a renovação da frota, isso daria um grande impulso na industria e na capacidade da nossa MB.
      Abraço

      • Obrigado a todos pelas respostas e que os anjos digam “Amém” para a alocação de metade ou parte destes 6 bi anuais pra MB !!!

        • Tomcat,
          A matéria que passei link fala em 300 milhões de reais por ano que poderiam ser disponibilizados para a Marinha construir navios-patrulha.

          É um bom dinheiro.

          Se não me engano, isso dá pra cerca de meia dúzia de navios-patrulha do porte da classe Macaé (500t).

          • Imagino aqui em 4 anos poder pagar 24 NaPa500BR, o texto fala em que da pra pagar uma corverta por ano e realmente dá, imagino se essa MP for pra frente, o folego que não daria para a MB, em 8 anos teria garantido o pagamento de 24 NaPas e mais 4 Tamandarés, já que as 4 primeiras já estão senso garantidas com a capitalização da engepron

          • Airacobra,
            Nesse caso creio que o entrevistado ou a jornalista da Reuters se confundiu, pois o montante anual mencionado é de 300 milhões de reais, e isso não dá pra uma corveta. Se fosse 300 milhões de dólares, quem sabe chegaria mais perto.

            Mas 300 milhões de reais daria pra bancar, provavelmente, um NPaOc de porte semelhante aos que o Chile vem construindo. Ou meia dúzia de NPa500. Nos oito anos que você menciona, com esses recursos mantidos anualmente, seria possível provavelmente construir uns 24 NPa500, substituindo os 16 navios-patrulha classe Bracuí e Grajaú que já tem alguns navios chegando ou passando dos 30 anos de operação (parte dos Grajaú poderia ainda durar mais ou ainda ter sobrevida na patrulha fluvial, como a classe Piratini, ainda que o calado seja um pouco maior). E ainda ampliando a frota dos distritos navais em 8 navios. E também daria pra construir uns 4 NPaOc pra ae somarem aos 3 da classe Amazonas.

            Alternativamente, a verba poderia ser direcionada em parte à classe Tamandaré (a capitalização da Emgepron prevista no orçamento deste ano só cobre o início da construção) e em parte a Navios-patrulha, se um financiamento externo não vingar para o programa. Mas torçamos para que vingue. De qualquer forma, esses recursos anuais de 300 milhões de reais também poderiam ser contrapartidas ao financiamento externo, reduzindo parcelas.

            Com isso, outros recursos, de outros financiamentos para continuidade de programas, poderiam ser dedicados a submarinos, caç-minas e à Força de Superfície, sem que o reequipamento gradual dos distritos navais inteferisse, sendo esses em boa parte garantidos pelos 10% do FMM.

            Seria ótimo, mas da intenção pra realidade, e ainda mais de forma sistemática e por vários anos, a coisa nem sempre sai como se deseja.

            Mas quem sabe sai mesmo essa Medida Provisória.

            De MP em MP, pode-se reequipar a MB.

          • Realmente Nunão, rolou uma confusão de minha parte em relacao à moeda, como seria em real então realmente é cono você disse

  21. Acabamos de adquirir a Nau-capitânea da Royal Navy! Isso não é pouca coisa, principalmente se contextualizar historicamente. Daqui há 30 anos, vamos falar de como a MB de 2018 era gloriosa, que navegava com Naus britânicas de 1a linha…….e obviamente reclamarmos do presente, maldito 2048, com apenas 2 sub nucs operacionais e baixa disponibilidade das 08 Type 054……

    • SeM EsCoLTaS, Um BoM aLVo

      As fragatas e as corvetas são o que?

      Você quer escoltas para entrar em guerra com uma potência ou para nos defendermos dos paísecos que nos cercam? Os que nos cercam nunca passarão! (parafraseei alguns movimentos bostunais)

      • “Paisecos”… afff meu Deus, fala como se os nossos vizinhos fossem parasitas, que nos cercam com fome de corroer o Brasil… o único que pode apresentar alguma ameaça é o governo (não o povo) venezuelano

    • A Marinha ainda tem, em operação (não estou contanto as que passam ainda por longa manutenção), cerca de oito fragatas e corvetas para escoltar seu novo navio-capitânia. E tem um programa em andamento para substituir metade delas, na próxima década, com a construção de navios novos.

      Ou seja, tem escoltas, ainda que algumas sejam antigas, outras modernizadas com armas e sensores ainda válidos, quase todas no fim ou perto do fim da vida útil. E se a MB não seguir ideias de alguns aqui que acham que fragatas e corvetas não são necessárias (respeito a opinião mas discordo), essa pequena força de superfície será renovada ao longo dos próximos dez anos.

      • São extremamente necessárias, assim como uma boa frota de subs! Para mim quanto mais fragatas, corvetas, destroyers, subs, o PHM a140 e até Nae, quanto mais tivermos, melhor! Abraços st4

      • Senhores, o que quis dizer é que precisamos de pelo menos um meio de escolta no estado da arte.
        “As fragatas e as corvetas são o que?

        Você quer escoltas para entrar em guerra com uma potência ou para nos defendermos dos paísecos que nos cercam? Os que nos cercam nunca passarão! (parafraseei alguns movimentos bostunais)”

        Marcos, com o devido respeito, sua opinião está totalmente equivocada. Você tem que enxergar 20 anos adiante. Não existe mais “entrar em guerra”, seja com uma superpotência ou com a marinha do Congo (se é que existe). O meio (Oceano A140) é bom. Mas, na atualidade, não temos meios para o defender. Imagine que ele seja enviado para uma emergência (missão de ajuda humanitária), e, sem querer, ao passar por um “mar quente” eles seja alvo. Acha mesmo que um Trinity ou Aspide das F40 dá conta do recado? Você deve ter em mente que a MB adquiriu o A140 para “se exibir” para outras armadas da AL. Ledo engano amigo.
        Um abraço

        • Jagderband44,

          Mísseis da geração do Aspide ainda equipam boa parte das fragatas pelo mundo, de várias marinhas. Mísseis antinavio e aviões de geração similar ainda são maioria pelo mundo. A existência em si de novas armas não torna as anteriores obsoletas da noite para o dia, mesmo em teatros de operação mais “quentes”, elas precisam ser disseminadas.

          A coisa não é oito ou oitenta, o que importa é ter meios com armamentos ainda válidos e a perspectiva de renovação desses meios, e ao menos, desde o início efetivo da concorrência da classe Tamandaré no fim do ano passado, essa perspectiva passou a existir.

          Sobre o Trinity (Bofors 40mm Mk3) não vejo motivo para tantas críticas que se faz por alguns comentaristas aqui, talvez por não entenderem suas características positivas, quando em conjunto com um bom sistema de direção de tiro.

          • Bom ponto de vista De Martini.
            Ainda assim, acredito que um ataque de saturação, com equipamentos (mísseis atuais) seja bem difícil de ser contido pelos nossos meios. Talvez seja também difícil de ser contido por meios mais atuais, tipo uma Meko 200 ou Fremm.
            Ok, talvez uma estratégia envolvendo vários meios ao mesmo tempo.
            Enfim.
            Saudações.

        • Se um navio de um país neutro passa por zona quente, todos os envolvidos não podem desrespeitar sua neutralidade, fora que a MB tentará evitar “acidentes” informando os envolvidos. Caso não garantam sua segurança ele fará outra rota

  22. Excelente nome!

    Tem que parar mesmo esse negócio de bajulação, não importa quem ajudou/facilitou ou o que quer que seja, não fez mais do que obrigação, pois é um bem para a pátria e todos ministros são muito, muito bem remunerados já contando com diversas regalias.

    Sendo assim, se tiver que agradar alguém, que agrade a nossa Marinha, buscando melhorar cada vez mais nossos meios de combate.

  23. Estamos comprando a Nau Capitânia de uma das Marinhas mais tradicionais e poderosas do mundo, plenamente operacional, estava na ativa, não estava desativado não, recentemente atualizado e modernizado, o maior navio da América Latina, e isso de longe…. tão bom que muita gente na Inglaterra se opôs a essa venda….bem, não é possível que ainda tenha gente reclamando.
    Temos que ir agora pelos AH1-Cobra.

  24. Alguém me tira uma dúvida, por favor:
    Pesquisando sobre a Marinha do Brasil, eu li que o primeiro almirante foi Thomas Cochrane, o Marquês do Maranhão. E com isso veio a dúvida, alguma embarcação já recebeu o nome em homenagem a ele? Ou por ser uma figura estrangeira e do período imperial não pode. Por que pelo que eu li ele foi importante.

    Não gostei muito do nome Atlântico A140, acho que o nome de algum estado, ou uma homenagem a algum almirante, figura importante da marinha, ou batalha seria mais legal.

      • No contexto da época, ele não fez nada demais. Se a gente for julgar todo mundo que entrou em batalhas de verdade, quase ninguém será homenageado. A meu ver, mereceria dar nome a algum navio de escolta.
        A Armada do Chile tem navios em sua homenagem, posto que também foi importante em sua história.
        Sem dúvida, foi um grande marinheiro.

  25. Excelente escolha.
    Nome muito bonito.

    Mil veze melhor do que homenagear a classe política.

    E eh um nome que não da briga.
    1 estado eh homenageado e os outros 25 ficam chupando dedo.

    Sobre capacidades:

    Com helicópteros H-225 armados com mísseis EXOCET AM-39 block2.
    E helicópteros Sea Hawk para guerra antisubmarino.
    Será um combo apenas visto em potências militares.
    E somente superado pelo combo de navios aeródromos e aeronaves de asa fixa.

    Se a MB conseguir um helicóptero AEW ai fica mais show ainda.

  26. Antes de mais nada, belo nome !

    Agora, viajando um pouco na maionese, qual configuração vocês acham que comporia um eventual grupo tarefa para essa embarcação (um strike group tupiniquim) ?! Apenas como exercício mental mesmo, se eventualmente o NPHM Atlântico fosse deslocado para atuar em uma “zona quente”, hoje, sua escolta seria composta como ? Uma nal classe Niterói e a Barroso, junto com um classe Tupi, por exemplo ? Com os helicópteros à bordo teríamos como prover uma defesa anti-aérea minimamente funcional ou isso pouco influenciaria ?

    Abraços…

    • DarKnightBR,
      A escolta de um alvo de maior valor como esse navio precisa, em geral, de pelo menos quatro fragatas e corvetas, ou mais se do grupo-tarefa também fizerem parte o NDM Bahia e o NT Alte Gastão Motta, o que seria provável.

      Submarinos não costumam ficar presos a grupos-tarefa como escoltas, em geral operam sozinhos, ainda que em apoio à estratégia geral.

    • Já tinha, e até maior, mas não conseguiu “brincar” muito com ele. Usava só pilhas grandes e quebrava o tempo todo. O “brinquedo” novo usa pilhas mais baratas, é mais moderno e mais barato de consertar.

      • Nunão, usava pilhas grandes mas enquanto funcionava era bom brincar com ele, já brinquei varias vezes e posso dizer que era bom

        • Airacobra,

          É um lindo navio.

          Não cheguei a embarcar para cobrir alguma comissão, outros colegas o fizeram, e quando eu tinha um embarque programado para fazer uma matéria, não dei sorte, o navio quebrou mais uma vez antes mesmo de eu ir pro Rio pra embarcar.

          Mas pude visitar por dentro em Santos, e o vi várias vezes no Arsenal nos últimos meses, e bem perto quando fiz algumas pesquisas em oficina ao lado do navio. Belas linhas, uma pena. Mas já era, página virada.

          Fique à vontade para compartilhar suas histórias de embarques, se quiser.

          • Foi o famoso barato que saiu caro, ja que foi tão barato ao invés de ter saido da França ja com PMG realizado preferiram traze-lo após pequenas revisões, servi por 3 anos desde a incorporação, no caso na fase áurea dele, se tivessem atrasado a incorporacao por 1 ano ou mais e ja ter vindo com PMG realizado não haveria problemas pois ainda tinhamos o Minas Gerais recém saido de PMG pra cobrir com restrições essa lacuna de tempo para incorporação e poderia continuar realizando os testes com os A-4 e qualificar alguns pilotos, e em 2022 o São Paulo poderia estar se preparando para dar baixa após 20 anos de efetivo serviço na MB e alguns amigos ainda estariam vivos, mas fazer o que né, a emoção de mostrar o brinquedo novo falou mais alto que a razão, alem do que “se” não muda o passado.

  27. Tanto Bahia como Pernanbuco são nomes honrados e de tradição na Marinha e Estados de gente guerreira. O que vale a intenção! Duvido que fossem pra puxar saco dos canalhas comunistas. Porta Helicóptero Atlântico também fica muito bem. Precisamos agora é de Porta-aviões para resgatar o Minas Gerais.

  28. All I will say is may HMS Ocean now (PHM) Atlantico A140 may she/he serve the Brazilian Navy as well as she did the Royal Navy.
    May God protect all who sail on her/him.

    Look after her
    Ian L UK

  29. Ao fim da década de 30, se Deus, a maturidade do Alto Comando, a estabilidade política e econômica da nação, permitirem, e APÓS termos na linha de batalha ao menos 4 Tamandarés, 4 Super-Fragatas, 4 Riachuelos e o SNB, o Atlântico possa ser substituído como nau capitânea por um LPH (estilo Dokdo da ROKN), mesmo por uma compra de prateleira.

    Mas se o próximo PAEMB ainda persistir com aviação de ataque de asa fixa e porta-aviões, desisto. A variável “maturidade do Alto Comando” é igual a zero ou negativa e o resultado da equação acima é zero ou menos infinito . . .

    • Apesar de gostar da ideia de aviação de ataque de asa fixa e porta-aviões, assumo que não entendo a escolha. Dentro de plano de investimentos, um PA passa na frente de muito do que se tem a fazer.

      Talvez haja algo tem eu não tenha posto na ‘equação’.

      • Ao meu ver a marinha deve priorizar a construção no Brasil de combatentes que possam ser feitos em quantidades razoável para ter um indústria naval com experiência na área, e comprar de outros países os mais caros e que terão pouca unidades com exceção de um NAe pois não é todo dia que terá um usado com pouco uso ou em caso de necessidade estaleiro capazes de fazer-lo

    • Rapaz, espero que não consiga e para falar a verdade, mesmo se conseguisse, espero jamais vê-lo navegando pelo Amazonas. Seria also simplesmente ultra temerário, totalmente impensável e irresponsável fazer isso.

          • O calado permitido até Manaus é de 11mts, mas isso é uma suuuper norma. O canal em raríssimos locais chega a ter 50 mts de profundidade, sendo em sua maior parte bem mais profundo que isto. No estreito de Óbidos tem 300mts de profundidade.

          • Sei do tráfego mercante que navega até Manaus… na verdade, lembro de ter cruzado com navios da Transpetro no Solimões, em demanda ao TSOL… mas também lembro que a F49, em 2013, ficou em Val-de-Cães porque não tinha calado para atracar em Belém… no mais, mesmo superada a questão de calado, não há motivo para o A 140 navegar no Pará/Amazonas… fora o fato de a demanda ter de ser muito bem planejada, em função da preamar… ou seja, muita limitação para justificar essa opção… abraço…

          • XO, Belém não esta nem próximo do canal do Amazonas, este passa ao norte de Marajó e Belém esta na Baía do Guajará que é ao sul de Marajó.

          • Obrigado, Ádson, desconhecia por onde navega normalmente o tráfego mercante… por aqueles lados, só fiz subir até Belém em 2 ocasiões, com o U27 e a F49… fora o período no P32, só que mais para “cima”… abraço…

  30. Que bom que já escolheram.

    Quanto ao que alguns foristas citaram acima e em outros tópicos, já me perguntei o por quê de nosso parque industrial naval não fazer intercâmbio com estaleiros estrangeiros para desenvolver projetos de navios militares. Poderiam enviar técnicos e engenheiros para o exterior e usarem o conhecimento para construirem e ofertar a MB e, quem sabe, a marinhas amigas.

    Assim teríamos empregos para os diversos setores e nossa indústria de defesa ganharia em crescimento.

  31. Navio excelente, preço excelente, nome excelente!
    .
    Obvio que existiriam modelos mais atuais, mas é foi uma pechincha uma capitanea que caiu do céu.
    .
    Não há melhor exemplo do significado de compra de oportunidade.

  32. O “Foch” foi adquirido pela bagatela de 12 milhões de dólares, ou o valor de 4 dos 23 A-4s adquiridos do Kuwait em 1997…um navio que se construído nos dias de hoje não sairia
    por menos de 3 bilhões de dólares.
    .
    No fim das contas essa compra não deu muito certo, mas, na época, final dos anos 1990, com
    o “Minas Gerais” no fim da vida útil e pelo que li incapaz de operar com total segurança e eficiência os A-4s recém adquiridos e não existindo nenhum NAe de segunda mão à venda em
    que pese boatos do oferecimento do gigante USS Independence por 80 milhões de dólares,
    foi na minha opinião o melhor exemplo de compra de oportunidade.

    • Dalton, o mal é que não aproveitaram o baixo preço pra gastar um pouco mais e fazer a manutenção devida antes de traze-lo, servi nele por 3 anos desde a incorporacao e nesse periodo ele operou satisfatoriamente, se tivessem feito um pmg na França teria operado satisfatoriamente por mais tempo e não teria apresentado tantos problemas assim de 2005 pra ca e nem as ja conhecidas mortes, inclusive de amigos meus, é a velha historia de quando o barato sai caro.

      • Lamento pela morte de seus amigos Aircobra…igualmente já morreram marujos
        americanos durante períodos de manutenção em NAes da US Navy muito mais novos que o NAeSP…sempre existe um risco maior para o militar mesmo em tempo de paz.
        .
        Mas, quando lembro que nesse período a corveta “Barroso” voltou a sofrer atrasos
        o que pude ver e ouvir em duas visitas que fiz ao Rio com poucos anos uma da
        outra, a baixa do “Pernambuco” e da “Dods” em 2004, sabia que as coisas não
        estavam indo do jeito que esperava-se ou mesmo torcia-se e as coisas ficaram ainda piores como você bem deve saber…mas…é como digo e escrevo, em 1999,
        a compra do Foch” era a coisa certa ainda mais com a compra dos A-4s dois anos antes.

        • Realmente Dalton, em 1999 o Foch foi a melhor opção e coisa certa a ser feita, mas não fazer um PMG na França se mostrou um erro.

        • O momento era perfeiro para um PMG, pois o Minas gerais havia acabado se sair de um PMG e ja estava fazendo testes com os A-4 dentro das limitações dele, e poderia aguentar mais cerca de 1 a 2 anos segurando a pemba enquanto o São Paulo (ainda como Foch) receberia a devida manutenção na França, com isso ele aguentaria bem mais do que só até 2005 quando houve o acidente com as tubulações de vapor e houveram as fatalidades já citadas, creio que poderiamos ainda estar o usando e quem sabe nos preparando para substitui-lo ou até mesmo fazer a modernização pretendida, e com ele sendo operado a contento nessas quase duas decadas de uso o peso positivo para decisão de sua substituição ou modernização seria bem maior

          • Ideia interessante Aircobra, só não acho que houvesse dinheiro
            suficiente na época para tal revitalização na França que seria talvez de algumas dezenas de milhões de dólares para algo básico e
            algumas centenas de milhões para um meio termo.
            .
            A marinha pretendia usar o NAeSP por uns cinco anos e depois
            fazer a revitalização por aqui…ideia boa…mas…acho que as
            dificuldades técnicas e financeiras surpreenderam a todos, aliás,
            navio “velho” costuma surpreender mesmo.

  33. Lembro que o Foch iria ser doadi a MB mas a legislacao francesa nao permitia, assim venderam por esse valor simbolico de 12 milhoe…Ate o Joesley comprava se quisesse, mas preferiu comprar outros “ativos”….

  34. Ok, gostei do ‘Atlântico’, mas A140?! Poderiam ter colocado H1, como primeiro porta-helicópteros da MB, simples assim.

    • Wellington, “H” já é usado como indicativo para navios hidrográficos, hidroceanográficos e afins.

      Se “H” virasse indicativo de porta-helicópteros, teria que mudar o indicativo de duas dezenas de navios da Hidrografia (entre os do Grupamento de Navios Hidroceanográficos em Niterói e os distritais) em serviço, fora
      Toda a papelada.

  35. Bom nome, melhor que os já batidos nomes de estados nacionais.
    Acho que seria boa opção também adotar nomes de marinheiros marcaram a MB, nomes da fauna e flora marinha etc.
    Chega de nomes de almirantes e estados nacionais!
    Agora seria uma boa deixa para dar autonomia administrativa e financeira ao CFN e dotar os mesmos de Hélis.. de Ataque.
    Nesse sentido os Cobras desativados do USMC seriam uma ótima opção!

  36. Gostei muito do A, para mim significa que a Marinha pretende usá-lo mais como porta-helicóptero, com capacidades ASW e ASuW de seus helis, do que como navio anfíbio (desembarque). Talvez o 100, do 140, signifique uma classe dentro da classe: a dezena (11, 12, …) ficaria destinada aos porta-aviões, e a primeira centena (140, 141…) para os porta-helicópteros, mas sempre usando o A para navios de convés corrido, com grande capacidade de transporte de aeronaves. O 40?? Esse não deu para entender, será que é para fazer dobradinha com o Bahia?? A primeira ideia que veio é para não confundir com os NPaOc, que talvez usem os 120 a 139 (tomara!!), apesar de o P ser bem diferente do A.
    .
    Fico ansioso para algum colega bom de vídeo começar as fazer aqueles que mostram como seria a operação ASW e ASuW de uma força-tarefa capitaneada pelo Atlântico (se não mudar de novo, mas se mudar não tem problema…).
    Exemplo ASW: após localizada a esquadra inimiga pelos P3, uma primeira leva de 5 Caracal lançando seus 10 Exocet a 70 km da esquadra inimiga, distraindo toda sua capacidade antiaérea e permitindo que os Sea Hawk e os Super Lynx (das escoltas) aproximem a 20 km para largar seus mísseis. E alguns helicópteros de ataque (a definir) fazendo a cobertura contra os helis inimigos, tudo controlado pelo super-radar do Ocean ou dos E-99/P-3. Lógico que contra uma força-tarefa com aeronaves de asa fixa nada disso seria possível, mas contra uma esquadra formada por escoltas e navios de apoio (mesmo operando helis) parece uma dissuasão poderosíssima.

        • Então, se for (vc deve ter entendido essa frase), podemos colocar no vídeo o P3 coordenando suas ações com a Esquadra e atacando no momento certo com alguns Harpoon de um lado, distraindo a atenção dos navios inimigos (e com alguns impactos, claro) permitindo aos helis da Esquadra chegarem de outro lado para o ataque de saturação. E ao final (daí umas 6 horas, para permitir navegarem uns 300 km) os combatentes de superfície (com seus exocet) e outros P3 (com mais alguns harpoon) se aproximando para o golpe fatal, num segundo ataque também coordenado.

  37. Muito se fala sobre helicópteros de ataque para apoio operados a partir de LHP e LHD.

    Seria possível operar o Super Tucano a partir de um Navio-Aérodromo? É uma aeronave mais barata de adquirir e manter que o Cobra e o Apache.

    Com dez nós de vento mais vinte nós de velocidade do navio já chega-se quase a metade da velocidade para tirar o Super Tucano do chão.

    OBS: sei que não é possível operar o Super Tucano a partir do Atlântico.

    • Eduardo,

      Decolar provavelmente seria possível. Aviões a hélice da IIGM decolavam sem catapultas (mas com mais vento relativo que o que vc mencionou).

      Porém, pra pousar, o navio aeródromo em questão teria que ter aparelho de parada (e o Super Tucano um gancho e estrutura reforçada), coisa que LHD, LPD não tem.

  38. Nunão.

    É preciso considerar diversas variáveis como: decolagem, pouso, capacidade de combate.

    Conheço as operações aeronavais da Segunda Guerra por isso acho válido um estudo sobre a viabilidade do uso de aeronaves turbo-hélice embarcadas.

    Claro, falo apenas como entusiasta. Mas qual o preço do Super Tucano, do Cobra e do Apache?

    E o custo da hora de vôo dessas aeronaves? Quando a Marinha operar Navios-Aeroródromos quem sabe?

    Saudações.

    • Eduardo Jardim, ja li na internet na decada passada um estudo sobre uma versão embarcada do Super Tucano para apoio ao CFN para uso no São Paulo, seria algo como um skyraider do seculo 21, vale a pena dar uma lida, não lembro qual era o site, mas pesquisando no google da pra achar

    • Eduardo,
      Aquisição, operação etc de Super Tucano é bem mais em conta que helicópteros de ataque.

      O outro lado da moeda seria custo de desenvolver a versão navalizada e o do navio-aeródromo, evidentemente, que com a necessidade de boa velocidade (também indispensável pras operações de pouso com margem de segurança) e de aparelho de parada fica bem mais caro que um LPH, LPD.

  39. Por que não seguimos o padrão de países como Estados Unidos, Reino Unido, Argentina, etc? USS(United States Ship), HMS(Her Majesty’s Ship) e ARA(Armada Argentina).

    Poderia ser NRB(Navio da República Brasileira) ou algo do tipo.

  40. Perdemos o A-12SP, que na prática nem para treinamento tava servindo mais, mas ganhamos o G-40 Bahia e agora virá o Atlântico. Ambos terão valor militar real para a MB.

    • Não esqueca que perdemos o NDD Rio de Janeiro e NDD Ceará também, então não está sendo 1 por 2 cono você sugere, mas sim 3 por 2 então ainda estamos no “prejú” de 1 navio

  41. Sendo um navio tao grande(dimensoes continentais-sic!)…
    Ainda acho q deviriamos dar um nome… “A altura”, como: “britanic”, ” olimpic” ou “Titanic” (meu preferido) ….. Rs

  42. To pondo de vita da tradição “Pernambuco” não era ruim, mais ATLÂNTICO é muito muito muito melhor MESMO ! , Gostei parabéns a MB, Mias ta uma novela isso e só vou acreditar mesmo quando ver o Nome pintando na POPA ?? já tem esta foto ?

  43. Perdão , correção do comentário anterior “Do ponto de vista”

    Alias onde é marcado o nome deste tipo de navio ? visto que a popa tem uma porta de desembarque , na ilha de comando ? perto das chaminés ?

  44. “Fernando “Nunão” De Martini 26 de Abril de 2018 at 0:14
    Aquisição, operação etc de Super Tucano é bem mais em conta que helicópteros de ataque.”
    .
    Nunão, aproveitando a onda (à qual me alio) do “Super Tucano faz muito, bem e barato”, existe possibilidade técnica de adaptá-lo para patrulha marítima da ZEE?? Nele seria possível instalar os sensores e comunicadores necessários?? Talvez apêndices sob as asas ou a fuselagem??
    .
    É porque de quando em quando me vem a preocupação com a necessidade de guarnecer os distritos navais (nossa guarda costeira) de um meio barato e comunal para fazer a patrulha com mais intensidade, coordenando esforços com pessoal em terra e com os NPa e helis SAR, e economizando as horas de Bandeirulhas e P3 (ou ampliando as horas de patrulha). Lógico que é uma mudança brutal na estrutura da guarda costeira, custos, logística, etc, etc, etc, por isso me atenho à possibilidade técnica. Se sim, poderia ser também uma solução de patrulha para países com poucos recursos (exportações??).

  45. Operar Super Tucano não tem sentido, não é avião naval. Mas, como exercicio mental poderiamos ter as seguintes opções: – 1. JATO, ou decolagem assistida por motor foguete descartável. Pouso com uso de retro jato e contra hélice. Para logo. Se não parar tem uma rede final. – 2. Decolagem sob um helicóptero pesado, tipo Boeing Schinook. É elevado a altura segura, desengancha e acelera até a velocidade de voo. Pouso ou recolhimento: engancha em voo, tipo REVO e o heli traz o ST suspenso até o convés. Neste caso o piloto tem que ser muito treinado, tem muitas variávaveis envolvidas.
    Doolite quando embarcou seus B-25 para o reide ao Japão sabia que o B-25 não fora projetado para decolar de um porta aviões. Mas, aplicou seus conhecimentos e técnicas e cumpriu sua missão fatídica, pois a nação assim exigia.

    • Luiz Floriano Alves,

      Apenas para complementar: lançar um Super Tucano de um navio com convés corrido, até mesmo um como o ex-Ocean / Atlântico, com o navio fazendo seus 18 nós de velocidade máxima (pouco para um navio-aeródromo, ainda que porta-aviões de escolta da IIGM em geral tivessem essa velocidade, mas tinham catapultas), e contando com um bom vento relativo, talvez seja até possível. Talvez.

      Mas o problema ainda maior sempre será recolher. Soluções diferentes dos consagrados cabos de parada até existem e foram experimentadas ao longo de um século de aviação embarcada. Não é um problema facil e o custo-benefício é duvidoso. Considero interessante mais como exercício mental, como vc eacreveu.

      • Qual PA da 2a GM tinha catapulta ? Até onde sei as catapultas e o conves em ângulo inicialmente de 45 graus (invenção inglesa) vieram depois da 2a GM.

        • Mk48,

          A pergunta correta seria qual porta-aviões da Segunda Guerra não tinha catapulta.

          Se você pesquisar a marinha que mais teve navios do tipo, a USN, desde os grandes porta-aviões de esquadra aos pequenos de escolta, a(s) catapulta(s) estavam lá. Até mesmo catapulta dentro do hangar alguns navios chegaram a ter, para lançar aviões por aberturas nos costados (o que não foi muito usado).

          O que veio depois do conflito, assim como o convés em ângulo, foi a catapulta a vapor, mais poderosa e necessária devido à introdução dos aviões navais a jato. As catapultas de porta-aviões da época da Segunda Guerra eram hidráulicas, de menor capacidade.

    • Luiz…
      .
      quanto aos B-25s, eles decolaram com facilidade do USS Hornet durante os testes…não podiam pousar muito menos serem recolhidos no hangar, mas, não houveram grandes
      desafios quanto à decolagem e de qualquer forma a intenção era que eles pousassem
      na China de qualquer forma após cumprida a missão.

    • Sério isso de decolar e pousar um Super Tucano “guinchado” por um Chinook? Você tá brincando, né? Tem ideia do risco e complexidade de um tipo de operação dessas? Fora o risco tem “n” fatores que impedem isso ou, no mínimo, tornariam uma operação praticamente suicida. Só em devaneios imaginários isso seria possível! Mas, mesmo imaginação trm limite!

    • O ST naval ao meu ver é mais para CFN seria para ser usado em terra e transportado por navio logo pousa é o de menos (assim como decolar não seria necessário).

  46. Enganchar um avião numa nave mão não é novidade. Os dirigíveis da USNavy fizeram isso nas décadas de 20 e 30. Não prosseguiram, pois foi decidido construir o Lexington. Nos B-36 havia o projeto de um avião enganchado ou parasita. A Douglas construiu o XF-85, Goblin e foram experimentados na forma de protótipos. A Força Aérea não aceitou pois aquele aparelho não seria páreo para os Migs da época. Saia de dentro da fuselagem, como uma bomba e retornava enganchado num trapézio retrátil. Coisa de piloto muito fera para encarar. Mas, o conceito foi provado viável.

    • Isso tudo eu sei! Eu questionei o uso de um helicóptero para lançar ao ar e recuperar um turboélice! O risco das operações e as modificações que deveriam ser feitas, principalmemte no Super Tucano, tornam uma ideia dessas totalmente descartável. Isso sem falar na utilidade disso, que no meu entender seria nenhuma. Se, e digo somente se, quisessem operar um Super Tucano a partir de uma plataforma naval, seria muito mais simples mosificar o acião e construir uma versão navalizada. Mas, não teremos porta-aviões tão cedo. Portamto, esqueçam essa ideia de Super Tucano naval e, mais ainda, um Super Tucano ceuzado com um Scan Eagle.

  47. Ahhhh moçada….não deixa a bola kicando que voces sabem do meu passa tempo preferido de “Soluções Tecnologicas de Contingencia” – amaldiçoadas pelo codinome Gambiarra, amadas por poucos e odiadas por muitos….!!!! rzrzrzrz….

  48. Eduardo Jardim 25 de Abril de 2018 at 23:04
    Muito se fala sobre helicópteros de ataque para apoio operados a partir de LHP e LHD.

    Seria possível operar o Super Tucano a partir de um Navio-Aérodromo? É uma aeronave mais barata de adquirir e manter que o Cobra e o Apache.

    Com dez nós de vento mais vinte nós de velocidade do navio já chega-se quase a metade da velocidade para tirar o Super Tucano do chão.

    OBS: sei que não é possível operar o Super Tucano a partir do Atlântico.

    :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    Mestre Eduardo Jardim,

    Sim, o ST seria otimo numa função assim….mas ele tem um problema…apesar de leve , ele não é STOL….decola meio rapido e pousa meio rapido…..precisaria de um gancho e reforço na estrutura…em suma…seria outro avião e o gancho de parada seria imperativo….não rola…
    .
    As referencias que voces devem ter visto foi um ensaio teorico do P-29 Super Tucano Naval realizado a muito tempo atrasa no site “sistemas de Armas”.
    .
    Eu gostei muito. Era naval mas não era embarcado e destinava-se a um mini MPA em que usaria seus sensores e adicionais de tanques nas pontas da asas e conformais nas naceles. pareceu fazer sentido….e ainda acho que faria hoje pois as alterações são pequenas….

  49. Tenho uma dúvida.
    Já que os PHALANX não vão vir com o navio, a MB vai investir e colocar alguns canhões no lugar ? Tipo aqueles novos Bofors 40mm que vão equipar as classe macaé.
    Ou vai deixar ele “desarmado” msm ?

  50. O Bronco chegou a ser testado nos LHD americanos. Isto estava coerente dentro da doutrina do Mariners.
    .
    Pousava e decolava do conves de um Wasp Class, tinha um trem de pouso absurdo de forte e era um STOL. Mas mesmo assim utilizava o conves inteiro.

  51. Existe um projeto que foi sensacional mas estava no liminar de uma era.
    .
    Era relativamente complexo para a epoca e ao mesmo tempo começavam os primeiros calas a reação.
    .
    ERA o XF5-U Pancake.
    .
    seu desenvolvimento foi cortado em dois prototipos que estavam ainda nos testes de taxiamento.
    .
    mas era desenhado para baixissimas velocidades de pouso e decolagem e altas velocidade de voo
    .
    decolava em 50 metros
    .
    velocidade de 750 km/hora
    .
    dimensionado para os antigos conveses de porta avioes da WWII ( projeto do final da guerra) mas foi atropelado pela inovação dos caças a reação
    .

  52. o XF5U, caso o projeto tivesse prosseguido e apesar do desenvolvimento do caça a reação, seria o real antessessor do Harrier e excelente para seu papel, mas caça a reação ensejou Nae maiores e com catapultas, corroendo os orçamentos e levando a extinção NAe antigos, enfim, cancelou…
    .
    Mas ate os dias de hoje o conceito em sendo explorado, retornaria dividendos que somente agora foi possivel com Harrier, F-35B, Osprey

  53. Bom que resolveram o nome. Acho uma pena não ter sido PHM-140 PERNAMBUCO. Gosto da ideia que os maiores vasos da MB sejam de estados. Particularmente achava bastante interessante que Bahia (com seu ciclo do cacau) e Pernambuco (com o ciclo açucareiro), estados que contribuíram bastante com a economia nacional, fossem ambos lembrados nessas duas ultimas aquisições, apesar do apontamento simplesmente politico.
    .
    Bem-vindo Atlântico.

    • Não esquecer a contribuição do Paraná durante o ciclo da erva-mate, que foi importante, senão para o país como um todo, pelo menos para a economia do Paraná e Santa Catarina.
      Mas, o nome ATLANTICO está muito bom, e que seja bem vindo, como diz minha avó, aos poucos, mas, sempre andando. Agora é torcer pela aquisição de FRAGATAS ou novas em folha ou usadas, mas, o ideal era que fossem construidas no Brasil. Este porto helis, dará uma outra dimensão a MB, trabalhando em conjunto com o BAHIA, será realmente outro mundo.

  54. Carvalho…
    .
    de fato “Broncos” decolaram de grandes navios de assalto anfíbio…há fotos na internet inclusive em um livro que tenho, mas, não me recordo de ter visto fotos deles pousando…o que soube por um tripulante de “Bronco” acho que ele era observador…é que pousos apesar de possíveis eram
    considerados muito arriscados então se pousava em terra.
    abs

    • Pousar pousava, mas de fato era arriscado e monopolizava o convés, pois operaria pior do que os Nae da WWII sem cabo de parada.

      Pousar sem cabo é muito arriscado.

      Sem os cabos, o piloto não pode dar a potencia total naqueles 2 segundos antes de pousar e arremeter se o cabo não enroscar. Falhou o freio, vai para o mar…

  55. A MB finalmente recebeu, na última terça, 24/04, o primeiro A-4 biplace modernizado, o AF-1C N-1022. A aeronave já está no esquadrão VF-1 na BAeNSPA.

  56. Carvalho…
    .
    pousar em NAe como é o caso do vídeo que você postou é até fácil para um “Bronco”…pousar em um LHD é bem diferente, nem é tanto por conta da falta de cabos e sim por conta daquela superestrutura comprida e larga, só se tivesse um convés em ângulo que eu sei é uma de suas “soluções” , aí sim ele pousaria com segurança mesmo sem cabos.

    • rzrzrz….a pista em angulo do kennedy não é maior que o conves corrido de um Wasp class….mestre Dalton… ele pousou nos LHD para os testes….apenas demonstrei que faz….mas não que seria sustentavel ou campanhas ou coisas assim….rzrzrz…

    • E calculo que ali ele não usou mais de 70 metros segurando no freio…..
      .
      Veja, não posto estas coisas para picuinhas….apenas para demonstrar que na dificuldade, devemos sair da caixa….existem outras possibilidades….obvio que um Bronco em LHD´s drenaria todo o convés somente para eles e com operação muito lenta por conta da limitação de conves que isto ocasionaria, mas por outro lado, mostra que tudo nada mais é do que elaborar o projeto correto para a combinação correta.

      O exemplo que dei do XF5-U é classico. Seria um avião de superioridade aerea desde 1946 a 2000….? logico que não…..mas preencher muito antecipadamente o nicho que foi do Harrier isto sim ocorreria sem duvida!!! Olha quanta balça se gastou em busca da solução vtol trilhada pelos Yak-38, 41, Harrier, F-35, Osprey…um troço daquele, ou coisas parecidas desenvolvidas por meio dele, teriam chances de otima ficha de serviços e versatilidade, desde que ocupando os nichos que naturalmente surgiram com a hipertrofia dos caças embarcados…

  57. Muitas e muitas divagações, suposições, sonhos e utopias.

    E no fim das contas o Brasil MB não ficou com o difamado Opalão para ficar com o Golzinho 2006.

    Eu ainda penso que o “Opalão” bem arrumado, bem apresentado impõe muito mais respeito e causa muito mais impacto que o “Golzinho”.
    Dava para começar uma reforma de garagem, fazendo as coisas aos poucos, usando o Golzinho, por enquanto, até sobrar um pouco mais e completar o Opalão. O problema é o atual dono da garagem, um temeroso que está atolado em corrupção com seus comparças. Com um novo chefe na garagem, provavelmente as coisas melhorem.

  58. Que ST navalizado nada, vamos de AMX navalizado.
    Esse projeto já esteve em estudos na Embraer e para criar o protótipo seria necessário 180 milhões, verba que o próprio orcamento da MB pode bancar.
    Quanto a industrialização, o projeto pode ser repassado a um conglomerado de empresas nacionais, como Avibras, Aeromot, Flight Tecnologias, Aviônica Brasil, SIATT etc…
    Cenário de uma guerra centrada em redes.
    Ao ser detectada pelo radar OTH nacional, as informações são enviadas aos E-99 via link BR2.
    Os mesmos acionam os P3, AMX naval ( Albatroz), Sea Hawk, H225, Super Linx; coordenando os para o ataque via link BR2.
    As CC,s iniciam o ataque com seus Marlins( MANSUP-01), seguidos pelos P3 e Albatroz ( AMX NAVALIZADO) armados com os Morcegos (MAR-1).
    Após ter seus sistemas de radar e propulsão avariados, os navios da força agressora estarão sujeitos ao ataque dos Matador (MT-300) e bombas inteligentes nacionais SMKB e FPG-82,além dos mísseis dos Super Linx, e Super Cougar com versão Ar/Sup do Marlim.
    Tudo isso coordenado via E-99 via link BR2, e comunicações seguras via RSS, e centro de comando aero espacial via SGDC.

    • Foxtrot, em primeiro lugar, os 180 milhões falados na matéria sobre o AMX naval, eram valores da época, ou seja, mais de 30 anos atrás. Hoje, para navalizar o avião, seria muuuuito mais caro. Segundo, o AMX possui muitos componentes que são, ou eram, fornecidos por fabricantes italianos, que já pararam de fabricar esses componentes. Teriam que ser todos nacionalizados. Terceiro, o motor Spey, para uso naval, muito provavelmente seria insuficiente. Teria que ser remotorizado, com um F404, por exemplo. Mais custo com reprojeto e integração. Isso sem falar no reprojeto estrutural e novos trens de pouso, para uso embarcado. No final das contas, seria como praticamente desenvolver um novo avião. E a qual custo? E para comprar quantas unidades? 20, 30? Qual o custo unitário, com escala tão pequena? Seria muito mais vantajoso e econômico investir no desenvolvimento do Gripen M, que é um avião muito mais capaz que qualquer versão do AMX que possa ser desenvolvida.
      Quanto aos armamentos, não se tem notícia que a FAB tenha adquirido o MAR-1; o MANSUP ainda está em fase desenvolvimento da versão mar-mar. A versão ar-mar, se sair, vai demorar vários anos ainda; sua ideia seria colocar lançadores do MT-300 onde? No navio-aeródromo?

  59. Concordo com você Cristiano GR, a MB deveria partir para uma reforma ao estilo Over Holling no Opalão, aproveitando que o mesmo está parado.
    Já que ganhou tempo com a aquisição do Chevette 90, e Gol 2006.
    O Opalão poderia servir de plataforma para adoção de novas tecnologias nacionais como, Radar Gaivota-X, versão naval do Saber-M200, metralhadora rápida, TORC-30 mm naval, VLS nacional e versão naval do MT-300 etc.
    A boa notícia é que li que o Opalão está sofrendo engenharia reversa para desenvolvimento de futuro NAe nacional.
    Diferente do NAe Minas Gerais, que foi vendido como sucata!

    • Esqueçam o São Paulo. Se a MB quisesse modernizá-lo, não teria comprado o Ocean. Apesar de serem navios diferentes com propósitos diferentes, o Ocean é o substituto do São Paulo. Um dia, se for plano da MB, e se tiver dinheiro, será construído ou adquirido um novo NAe. Mas, isdo é coisa para daqui 20 ou 30 anos. Claro que, até o A-12 ter dado baixa oficialmente, já que hoje ele se encontra em fase de descomissionamento, muitos que torcem por sua modernização poderão continuar sonhando.

  60. O XF5-U Pancake possuia as seguintes caracteristicas de projeto:
    a) Velocidade estimada 750 km/h
    b) Comprimento 8,1 m envergadura 7,1 altura 4,5 m
    c) range Internal Fuel 971 km External fuel 1.800 km
    d) Distancia de decolagem com zero vento relativo em 200 m
    e) Decolagem com vento relativo 56 km/h em 90 metros max take off
    f) Velocidade minima de voo de 64 km/h

    Ou seja, em teoria ele quase pousaria na vertical se o Nae estivesse a 30 knots ou usaria um trecho de conves reduzidissimo….era o que chamamos hoje de XSTOL.

    Isto seria muito bom para CAS, COIN, Apoio aereo aproximado, COD, AEW, daria para pensar em muitas possibilidades acessiveis com este conceito. Inclusive, operar de forma full e completa em conves de LHD´s sem previa preparação. São 700 km/h….muito mais que um heli, com muito mais alcance, e operação em pistas assombrosamente curtas….toda a cara do tipo de material necessario para fuzileiros.

  61. Preferia o nome Atlântico Sul para o ex-Ocean, em alusão ao teatro de operações do navio. Pernambuco não tinha sentido. Seria uma homenagem a um ex-ministro da Defesa que não contribui em nada com a compra do navio e ainda debochou do desejo da Marinha em tê-lo em sua ordem de batalha. Não estou inventando, mas me reportando a uma informação do almirante Luís Monteiro ao site.

    • Marujo,
      Encontrei o referido comentário e o li, e não há referência nele ao ex-ministro ter “debochado” do desejo da MB adquirir o navio. O que está escrito é que o ex-ministro da Defesa fez críticas à Marinha e ao Almirantado, e que o MD não ajudou na aquisição. Mas não tem nada lá sobre “deboche”.

  62. Carvalho…
    .
    acho que você não compreendeu…o risco maior de pousar um “Bronco” em um LHD é por conta do mesmo poder colidir com a superestrutura que além de ser muito comprida é larga, aliás, muito mais larga que a de um “Essex”, mesmo antes deles terem recebido convés em ângulo quando modernizados no pós guerra…aquela área entre a superestrutura e o costado, é
    relativamente estreita.
    .
    Um convés de voo em ângulo, no caso de haver um ou mesmo ser possível incluir em um LHD
    afastaria o “Bronco” da superestrutura durante o pouso e haveria comprimento suficiente para
    o pouso, mas, ainda não vi nenhum vídeo de “Bronco” pousando em um “LHD”, apenas
    decolando.

  63. Nunao, senti um toque de ironia no comentário do Almirante. Mas o ex-ministro disse também que a MB não daria conta de operar um navio tão grande como o ex-Ocean. Li isso num blog, provavelmente neste.Nao me recordo.

    • Ok, Marujo.
      Mas tenho a visão de que, ao se referir a algo que alguém escreveu, deve-se fazer a referência o mais precisa possível, pois a interpretação que está na nossa cabeça é por nossa conta – a não ser que se mencione exatamente o que a pessoa escreveu e, em seguida, a nossa interpretação.

      Digo isso pois outro dia mesmo um comentarista escreveu que três dos nossos submarinos estavam sucateados e que eu era a fonte da informação! Só que eu nunca escrevi isso – eu me referi, nas ocasiões em que escrevi sobre isso, a submarinos passando por períodos de manutenção ou aguardando. “Sucateados” estava só na cabeça dele, e em nada do que escrevi. Ou seja, é preciso ter cuidado ao se referir ao que outros escreveram.

  64. Ótima notícia.

    Marujo, interpretei o comentário do almirante como uma correção ao autor da matéria, dizendo (dando dica) que o nome não seria Pernambuco e a razão para isso.

    Na matéria sobre a dificuldade do radar Artisan vir, tem outro comentário do almirante onde ele fala desconhecer essa dificuldade e dando a entender que o radar viria sim.

    Já comecei a entender quando se fala por entrelinhas.

  65. Ótimo. Sem puxa-saquismo de políticos, sem ___________. Não podia ser melhor (bem, se tivesse Phalanx seria, mas td bem).

    COMENTÁRIO EDITADO. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

  66. Embarcar um avião não será fácil nem temos tecnologia. Porém um híbrido poderia ser. No caso o Osprey, bimotor de decolagem vertical. Caberia como uma luva e faria toda a diferença no reconhecimento aéreo e lançamento de missil como Exocet ou MANSUP. O heli de ataque tem muitos armamentos, porém, sua baixa velocidade o torna um alvo fácil num TO em que o adversário possuir caças embarcados para interceptação a longa distancia. Problema é o preço e a disponibilidade. Não sei de os Americanos nos venderiam esse equipamento. Talvez para os Sauditas que pagam a peso de ouro e não discutem preço. No nosso caso tenho minha dúvidas.

    • Num TO em que o adversário possuir caças embarcados, nada na MB resolveria, nem o Atlântico com Osprey, muito menos com helis de ataque. Vamos com calma, Atlântico + Helis são uma grande força, mas no nosso TO, do Atlântico Sul, em que não há porta-aviões.

  67. O Osprey é uma plataforma muito estável para combater com míssil BVR. Na Desert Storm os B-1, “estacionados” a grande altura abateram diversos Su e Migs. Não se envolve, necessariamente, em Dogfight, nos combates de tecnologia BVR. Com AWAC do mesmo tipo atuado em conjunto é viável o ataque e defesa a inimigo com caças convencionais.

  68. Luiz Floriano, o V-22 Osptrwy não poera armamentos, só meltralhadoras 7,62 ou 12,7 mm para defesa nos dessmbarques. Ele realiza missões de transporte de carga, tropas e paraquedistas e algumas missões especializadas, mas não possui capacidade de lancamento de mísseis, menos ainda de mísseis antinavios.

    • Do B-1 eu ja havia sim visto estudos de um missiler BVR stealth para ambientes saturados. Lembro inclusive de um cenario animado pelo History Chanell
      .
      Ja o Osprey não tem velocidade para adicionar energia cinetica a um BVR. Poderia, mas como é lento, o missil do adversario teria mais alcance em sendo lançado por aeronave supersonica. Ou seja, dado que os oponentes usem misseis iguais, aquele disparado em maior velocidade ter maior alcance e chegara primeiro. Este é o grande problema do BVR para aeronaves subsonicas ou de baixo desempenho.

  69. MV-22s do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA já pousaram e decolaram do HMS Ocean durante
    exercícios, assim como grandes helicópteros CH-47, mas, ambos os tipos não podem ser
    recolhidos no hangar, são reabastecidos no convés de voo por exemplo, além do mais o MV-22 é uma aeronave muito cara para o bolso da marinha brasileira, ainda mais se adquirido para suprir um eventual esquadrão.

    • Seria viável para MB opera os CH-46? Aproveitando que o modelo esta sendo aposentado (alguns até antes do tempo por causa do MV-22)?

  70. Bem sobre o que comentou não gostar de nomes de estado, porque alguns não seriam homenageados, o que não é verdade , na década de 70 quase todos estados estiveram, homenageados , é só procurar na internet , mas desde 0s anos 50 todos os estados tiveram navios com seus nomes !

  71. O nome é bom; o navio é uma pechincha; e também é um rio de dinheiro para mantê-lo e conservá-lo. Não sei se vou chorar ou rir com esse trambolho, enquanto não temos nem navios pluviais para patrulhar os rios. É um caos sem fim. E pior ainda é saber que ele vira, digamos assim, quase pelado.

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