sábado, maio 28, 2022

Saab Naval

Penguin para os SH-2G da Nova Zelândia

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.naval.com.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Kongsberg-Brazilian-Navy-Sign-Penguin-Missiles-Contract

A empresa norueguesa Kongsberg assinou um contrato com a Nova Zelândia para a entrega de mísseis anti-navio Penguin Mk 2 Mod 7 e equipamentos associados.

Os mísseis serão empregados pelos helicópteros modernizados Kaman SH-2G Super Seasprite da Marinha daquele país.

FONTE: Kongsberg (tradução e edição do Poder Naval a partir do original em inglês)

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eduardo.pereira1

Obs. esta escrito ASSOVIADOS no final do primeiro paragrafo.

Sds

joseboscojr

Eles operam o Maverick F.
O Maverick F é do mesmo segmento do Penguin e a troca de um pelo outro é no mínimo estranha.
Provavelmente ou não estão contentes com a performance dele ou estão, mas a linha de produção fechou.

Ivan

Bosco,

Provavelmente os dois motivos.

Mas o Penguin para guerra ASuW é muito mais eficiente, inclusive com perfil de vôo sea skimming. Acredito que o Maverick F tem uma trajetória alta, como as outras versões de ataque terrestre.

Abç.,
Ivan.

joseboscojr

Ivan, Na verdade a maior vantagem do Penguin nem é ser sea-skimming já que para navios que não têm sistema defensivo o Maverick é igualmente eficiente e para os que têm um sistema defensivo capaz, os dois seriam igualmente detectados e neutralizados (ou não). Só de curiosidade, para navios com defesa consistente, dotados de radar Doppler capaz de detectar alvos móveis que roçam as ondas, um míssil sea-skimming só é vantajoso por poder se manter mais tempo abaixo do horizonte radar quando lançado além dele. Logo que adentre o horizonte radar ele será detectado de qualquer maneira, claro, na relação… Read more »

joseboscojr

Talvez não houve interesse da USN em atualizar o Maverick F por questões de manter o custo baixo e por ele ser ” endereçado” a navios de pequeno e médio porte que não têm defesa de área, e o mesmo tenha mantido a estrutura básico da versão “A” inicial, substituindo apenas a ogiva e o seeker. Pra que um míssil como o Maverick F tivesse capacidade LOAL provavelmente deveria ter seu sistema inercial trocado por algum tipo mais preciso, integrar um sistema GPS também viria a calhar igual caldo de galinha. O sistema de controle digital deveria receber uma atualização… Read more »

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