Home Indústria Naval PROSUB: previsão de construção dos 4 submarinos convencionais

PROSUB: previsão de construção dos 4 submarinos convencionais

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prosub

O primeiro submarino convencional do Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) da Marinha do Brasil será lançado em 2018. De acordo com a Força Naval, os quatro submarinos convencionais já estão sendo construídos em paralelo. Cerca de 700 operários estão envolvidos na construção dos dois primeiros. Produzidos na UFEM (Unidade de Fabricação de Estruturas Matálicas), em Itaguaí, RJ, os submarinos são fruto de uma parceria entre os governos do Brasil e da França, que prevê ainda a produção do primeiro submarino de propulsão nuclear da Força Naval brasileira.

prosub-construcao

Os submarinos convencionais são do modelo S-BR e são baseados no projeto francês “Scorpene”, desenvolvido pelo estaleiro DCNS, parceiro da Marinha do Brasil no programa. O S-BR possui características diferentes do original, tais como maior comprimento, peso e autonomia.

Veja as fases atuais de construção dos submarinos:

O primeiro submarino S-BR em construção em Itaguaí-RJ - Foto Ricardo Pereira
O primeiro submarino S-BR em construção em Itaguaí-RJ – Foto Ricardo Pereira

SBR-1
O primeiro submarino convencional, o SBR-1, já está na fase de instalação de estruturas metálicas e dos tanques internos. Os operários também trabalham na instalação dos equipamentos, sistemas e tubulações do submarino.
Previsão de Lançamento: Julho de 2018

SBR-2 popa - 1
SBR-2 popa

SBR-2
Os operários do segundo submarino trabalham atualmente na conclusão da fabricação das subseções do casco resistente e na transferência das seções da Nuclep (responsável pela produção das seções) para a UFEM (que monta e instala os sistemas do submarino). O projeto também já iniciou a fabricação dos tanques e estruturas internas.

Previsão de Lançamento: Setembro 2020

Seção Qualificação fabricada pela Nuclep - foto via ICN - CDN

 

SBR-3
O terceiro submarino encontra-se na fase de montagem das subseções das Seções de Vante, que é desenvolvida pela Nuclep – estatal ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Previsão de Lançamento: Dezembro de 2021

S-BR corte

 

SBR-4
A construção do quarto submarino convencional começou em fevereiro deste ano com o corte da 1ª chapa de aço. Desde então, os operários trabalham na fabricação do casco resistente.

Previsão de Lançamento: Dezembro 2022

FONTEIndústria de Defesa & Segurança

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EParroWellingtonDenis SilveiraEl Programa Nuclear de Brasil (Parte I) – EjércitosIväny Junior Recent comment authors
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Marcel Danton Silva
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Marcel Danton Silva

Pelo visto o Brasil terá capacidade de lançar um submarino por ano caso tivesse amplo apoio em verbas. Em caso de conflito mundial “chuto” que teríamos capacidade industrial de lançar 2 desse por ano com a atual capacidade produtiva. Alguém sabe quanto poderíamos produzir dos TUPI alemães por ano?

Juarez
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Juarez

Acredite se quiser, poderia ser o título da matéria….

G abraço

Negrão
Visitante
Negrão

Senhores!
No caso do Brasil quantos submarinos seriam necessários para proteger nosso litoral e quais?
Qual o raio de ação para a defesa de cada sub? Se puderem colocar croqui ou mapa para facilitar o entendimento, seria interessante!
Qual o preço de submarinos em relação ao de corvetas, fragatas e patrulhas? O que seria mais negócio ter?
Agradeço desde já!

Plinio
Visitante
Plinio

Negrão, vi uns especialistas falar em no minimo 30 submarinos

camargoer"
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Olá Marcel, se não me engano, uma parte importante do casco dos IKL era feito na Alemanha, então se por qualquer motivo houvesse interesse em produzir novos submarinos da classe Tupi, seria necessário um acerto com os alemães. Agora, supondo que essas partes também pudessem ser fabricadas em Itaguaí, e considerando o descolocamento dos Scorpenes ou do que seria seus IKL equivalentes não deveriam ser muito diferentes, acho que o tempo seria o mesmo, dependendo mais do cronograma financeiro do que da infraestrutura de fabricação. Considerando a complexidade de um submarino, não acho que haveria diferenças substanciais nos cronograma de… Read more »

camargoer"
Visitante

Caro Marcei, sobre seu comentário em relação á participação brasileira em um conflito, acho que a discussão seria mais complexa. É provável que qualquer conflito em que o Brasil viesse a se envolver no futuro seja mais curto que o tempo necessário para a fabricação de um submarino, caça ou corveta. O cronograma de fabricação dos Scorpenes parece estar cadenciado mais para substituir a classe Tupi do que ampliar a frota de submarinos.

Ricardo
Visitante

O Brasil precisaria de uns 30 convencionais para fazer um inimigo pensar duas ou 3 vezes antes de querer levar nosso petróleo, agora de submarino nuclear entre 5 e 8 tbm faria qualquer inimigo repensar e tbm valeria por 30 desses convencionais.

Bruno S.
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Bruno S.

Segundo o que ouvi em um vídeo sobre os submarinos brasileiros, seriam necessários 30 submarinos para proteger as águas brasileiras.

Rod.
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Rod.

Fico feliz com o andamento das entregas dos subs, o que me entristecesse e saber que o projeto scorpene foi vazado e que a MB não fez nada a respeito disso, a DCNS não vai ressarcir nenhum centavo ou receber alguma punição por parte do Brasil?? O projeto de defesa mais caro (bilionário) vaza e o Brasil engole o sapo, não me venha com essa que o SBR é diferente, não me convence. Tristeza. A DCNS e a França deveriam como obrigação moral oferecer a manutenção do A-12 sem custo para o Brasil e entregar mais 16 Super Étendard como… Read more »

BravoMike
Visitante
BravoMike

O raciocínio do Rod esta correto, o brazil esta muito passivo no caso do vazamento.

camargoer"
Visitante

“Brazil”? quem te conhece não esquece…

John Paul Jones
Visitante
John Paul Jones

A conferir ………

As obras da NUCLEP / UFEN estão andando mas a parte da Odebrecht tá parada, um areal, como vão lançar o submarino se o EBN está atrasado ??.

A conferir ….

camargoer"
Visitante

Olá JPJ, É uma boa pergunta, mas não parece o tipo de coisas que a engenharia já não tenha levado em conta. Pode ser que outra empreiteira assuma, pode ser que o projeto seja modificado para atender especificamente o lançamento. Cronograma de obras é uma coisa bem dinâmica mas geralmente é acompanhado em tempo real, mas concordo que sua observação é muto boa.

Jagderband#44
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Ricardo, ninguém quer levar “nosso petróleo”. Para começo de conversa, é um petróleo ácido rico em enxofre. Depois, hoje em dia não existe conquistar território e usar os recursos. As relações são comerciais e ponto. Paga-se os impostos devidos. Essa mentalidade Getulista e ressuscitada pelo PT é que detonou a Petrobrás. O Brasil não precisava gastar um centavo em SN. But, banana rules here.

camargoer"
Visitante

Olá J.#44. A ocupação do Iraque mostra que eu argumento está equivocado. Muitos colegas discutiram como os EUA aproveitaram a crise causada pelo ataque à torres gêmeas como álibi para conquistar um território por causa dos recursos naturais, especificamente petróleo. A idéia de um SN para a MB está baseada na experiência da Guerra das Malvinas quando os ingleses impuseram uma pressão sobre a marinha argentina por meio de submarinos nucleares.

Gerson Carvalho
Visitante
Gerson Carvalho

O mais importante é que não pararam de construir e devem lançar no prazo, isso já é muito!!!

Rubens Herédia
Visitante

Parabéns .. Estive na FIESP, quando a marinha apresentou o projeto e a oportunidade aos empresário, para fornecimento de peças em formato PPP. Desejo em breve, assim que meu programa TV estiver no ar, realizar uma longa e completa matéria desta belíssima instituição que temos, a Marinha do Brasil. Até breve.

XO
Visitante
XO

Negrão, falando em sub convencional, a conta é a seguinte: um sub em reparo,, um em trânsito para a área de operações e um em patrulha… seria um conta de 3 para sustentar o esforço em cada área… abraço…

camargoer"
Visitante

Olá XO, li uma sobre um estudo da Royal Navy que o número ideal para uma base de submarinos está entre 7 e 9, exatamente considerando um em um grande PMG, 1 ou 2 estacionados em intervalo entre operações, e os demais em operação ou prontos para inciar uma. Acho que a MB usa o número de 5 (ou ter ao menos 3 em operação ou em prontos para entrar em operação), um em PMG e retornando de operação. Provavelmente teremos um período misto de IKL´s e Scorpenes até a substituição total dos antigos pelos novos.

Alex.
Visitante
Alex.

Não parece meio utopia hoje alguém encostar na costa e extrair petróleo assim. Como pular muro e pegar uma manga.

XO
Visitante
XO

Boa, camargoer… minha conta era a do textbook… se consideramos mais de uma patrulha simultânea, sim, fica como você passou… abraço…

Bardini
Visitante

Proteção de plataforma de extração de petróleo e a tal da Amazonia Azul se faz com NPa e NaPOc.
.
Se em algum momento um NPa ou um NaPOc não der mais conta, tudo que esta no meio do Atlântico estará condenado. Vão defender plataforma com que esquadra de guerra? com que meio dedicado a AAW? Vão fazer a defesa de área com A-4? me poupe. Nem o próprio NAe a MB consegue navegar, quem dera defender… Guerra ASW então…

camargoer"
Visitante

Olá XO, o problema é que não lembro onde li isso… e faz tempo. Parece que a conta está mesmo relacionada com o tempo que leva entre os grande PMG. Menos que do que 5 submarinos resultaria em instalações ociosas. Se eu reencontrar o documento, peço para o Galante postar…

BLURSKY
Visitante
BLURSKY

O vazamento dados críticos dos subs scorpene gera grande prejuízo à defesa naval brasileira para os próximos 30 anos no mínimo, como a França e a Dcns podem cobrir parte deste grande prejuízo? ?

XO
Visitante
XO

Blz, camargo…
Mas, Bardini, aí a gente volta ao papo da missão… uma vez sabido o que fazer, partimos pra dimensionar a Força… hipóteses de emprego… ameaças… TO… depois disso tudo dá pra dizer se teremos de fazer AAW, ASW… análise bem simplista, mas é por aí… abraço…

Juarez
Visitante
Juarez

camargoer” 5 de outubro de 2016 at 16:23 Olá J.#44. A ocupação do Iraque mostra que eu argumento está equivocado. Muitos colegas discutiram como os EUA aproveitaram a crise causada pelo ataque à torres gêmeas como álibi para conquistar um território por causa dos recursos naturais, especificamente petróleo. A idéia de um SN para a MB está baseada na experiência da Guerra das Malvinas quando os ingleses impuseram uma pressão sobre a marinha argentina por meio de submarinos nucleares. Que pena Camargoer, “usamericanu” chegaram atrasados, pois uma quadrilha expert no assunto, de forma constante e beneplácito roubou “o nosso petróleo”… Read more »

Juarez
Visitante
Juarez

XO, explica para mim por favor, como é que a MB que não consegue manutenir corretamentoe, por questões orçamentárias cinco subs diesel pé de boi como são os IKL, vai manter e operar nove subs diesel, sendo que os Scorpene devem ter custos operacionais maiores, pois são mais complexos???
A minha dificuldade tange em que minha educação lá no primário, na época que nós decorávamos a tabuada, eu aprendi que dois mais é igual quatro.

G abraço

camargoer"
Visitante

Olá XO, concordo com você, A conta é meio aproximada mas em termos gerais parece ser mesmo este que você indicou. Umas das coisas mais complicadas parece ser definir os cenários e ameaças. Li um livro (chamado “Viver é perigoso?” onde um dos capítulos era sobre a tabela de riscos de desestras naturais no Reino Unido. Eles elencam 5 níveis de probabilidade (alta 1 em 2, até a mais baix 1 em 20.000) e cinco níveis de gravidade para cada nível de probabilidade. Então preencheram os quadros com os eventos (exemplo, um acidente industrial, epidemias, seca, enchentes, erupções, ondas de… Read more »

camargoer"
Visitante

Contudo, se a álgebra empregada em estatística é relativamente compreensível, a grande dificuldade é elaborar os cenários e ponderar o peso estatístico de cada evento. Por exemplo, o acidente na usina de Fukushima resultou do modelo estatístico de risco estimar apenas terremotos de no máximo nível 5. Depois do terremoto de 2011, escavações na região de Sendai mostraram que já ocorreram eventos de magnitute 9 na região mas que não foram registrados. Então a conta estava certa, o modelo estava certo, mas o dado inserido foi mal dimensionado.

camargoer"
Visitante

Imagino a dificuldade que seja elaborar cenários pouco prováveis, provávels e muito prováveis para futuro próximo, médio e distante, que sirvam de parametro para o planejamento das forças armadas.

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

camargoer” 5 de outubro de 2016 at 15:59 Olá, combinou com o HM dono do cofre ? Combinou com o MO (ou outro) que quer uma indenização bilionária para sair do contrato ? *********************************** camargoer” 5 de outubro de 2016 at 16:23 Errado duas vezes: 1) Qual o custo de extração e Log do Iraque ? Tem muito mais nisto ….. 2) Não confunda cap de lançamento Nuc com geração de energia Nuc, pô Camargo vindo de você ? FazFavorVá! ************************************ Rubens Herédia 5 de outubro de 2016 at 17:06 Pô, eu também. Até hoje não nos responderam a nossa… Read more »

XO
Visitante
XO

Sim, amigo… a sistemática é consagrada e não difere muito do que outras nações fazem… o que não consigo deixar de pensar é que nos EUA, eles tem isso em todos os níveis… federal, estadual, municipal… antes de voltar de lá, tivemos o tal blizzard… eu morava em Maryland… cara, eles lidaram muito bem com aquilo tudo… é impressionante a capacidade de planejar e executar… aliás, essa é uma área bem valorizada, a logística de crise… abraço…

camargoer"
Visitante

Olá Xo, tive a mesma sensação de bom planejamento em relação aos desastres naturais durante o período que estive no Japão, contudo o acidente em Fukushima mostra como é complicado esse cálculo estatístico. Vai muito além da álgebra simples.

Rogério Barcelos Midão
Visitante
Rogério Barcelos Midão

Se Deus quiser vai dar tudo ceto!!! E Não vai faltar verba!!! O Temer já disse que a verba para a Defesa em 2017 vai aumentar em pelo menos 10 Bilhões de reais!!!

XO
Visitante
XO

Juarez, não sei como está o PROGEM da Esquadra… mas lembro bem da programação de baixa em vários Navios… se isso fecha a conta, não sei… agora, convenhamos, quando chegaram as FCN, modernas à época, o orçamento da MB teve de ser aumentado certamente… penso então que não vai ser diferente com a incorporação dos S-BR… abraço…

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

XO 5 de outubro de 2016 at 20:36
USA, Japão ……
Aqui é o rabo que abana o cachorro. boa sorte no seu GT !

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

Ah ia esquecendo, hoje fui almoçar no Fasano
e passei na Av Europa e comprei uma Maserati Ghibli S Q4

André Luis
Visitante

Juarez, você escreveu tudo que eu queria dizer, então vou repetir o seu texto rsrsrsr. Por Juarez: “Que pena ………, “usamericanu” chegaram atrasados, pois uma quadrilha expert no assunto, de forma constante e beneplácito roubou “o nosso petróleo” bem antes, os caras profissionais no ramo, só do Palocci já descobriram quase meio bilhão de reais em contas secretas. A propósito, vai ter uma conta para pagar aos acionistas americanos pelas perdas causadas na bolsa de valores aos fundos pensão americanos pelas picaretagens feitas pelos ptralhas na Petrobras, coisa “poca”, uns 28 BILHÕES DE DÓLARES…. Deixa eu ver se entendi, o… Read more »

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

Pergunta : o fato dos S-BR serem diferentes do projeto original dos Scorpenes os torna menos vulneráveis no caso do vazamento das frequências ?

camargoer"
Visitante

Olá Andre. Em um recente post sobre 11/set, o Cel. Nery foi um dos que defenderam a ideia de que a ocupação do Iraque pelos EUA teve com objetivo tomar as reservas de petróleo. Sei que aquele post deve ter mais de uma centena de comentários, mas foi uma discussão muito rica, inclusive sobre o sistema de defesa aéreo brasileiro. Inclusive o ex-primeiro ministro britânico T.Blair admitiu recentemente que não havia as armas de destruição em massa. Inclusive, você encontrará no G1 uma reportagem com J.Prescott (ex-vice prêmie britânico) admitindo que a invasão foi ilegal. Isso não mais do que… Read more »

camargoer"
Visitante

Ola Delfim. Boa pergunta. Admito que não fui ler os documentos vazados para saber do assunto. Talvez sua pergunta seja um bom motivo para entender o que aconteceu. Até então, havia assumido que se tratava de uma tentativa de influenciar o contrato dos novos submarinos australianos, de pouco impacto técnico mas suficiente para causar uma revisão dos contratos. Mas parece que os australianos não mudaram a decisão, certo?

XO
Visitante
XO

CAS, sou muito boy… pouco posso fazer… mas isso não vai me eximir de tentar fazer com que o cachorro passe a abanar o rabo… abraço…

Jagderband#44
Visitante

Camargoer, respeitosamente discordo do teu comentário, em resposta ao meu comentário. Primeiro: a invasão do Iraque não foi só justificada pelo petróleo e também pelo Irã, ademais, você está falando de 1991 e 2001, a tecnologia evoluiu, a dependência do petróleo está diminuindo (vagarosamente mas está). Você acha mesmo que uma superpotência iria estacionar uma força de combate (FT) no litoral do RJ e tomar de assalto alguma plataforma de petróleo, e produzir petróleo, e transportar para fora? Esse raciocínio é muito fraco. Segundo: comparar o papel de um SN na RN, em pleno início dos anos 80, com o… Read more »

jose luiz esposito
Visitante
jose luiz esposito

É uma pena que tenhamos as Mentalidades expostas aqui, todas pensam estar coma Razão , mas nenhuma realmente pensa o Brasil e seus Interesses , para alguns vivemos em um mundo Perfeito e Feliz os EUA , Rússia , China , UE ,etc ,nos respeitarão por termos um PAPO IRRESISTÍVEL e por nos considerar uma nação ** PACÍFICA **,é uma pena ,** COITADO DO BRASIL **!!

Aurélio
Visitante
Aurélio

Submarinos convencionais , são tão inúteis que EUA , Inglaterra e França não os usam. Aliás começo a concordar com o ex – presidente FHC , a quem atribuem ter dito : – ” O Brasil não precisa de Marinha nem de Exército , basta uma guarda costeira e uma guarda nacional “. Se não for para ter submarinos nucleares e armas atômicas é melhor não ter nada.

camargoer"
Visitante

Olá J#44. Um grande abraço. Obrigado por considerar-me seu amigo. É recíproco. O que discordo é da premissa que uma guerra de ocupação visando a apropriação de recursos naturais não existem mais. Usei o exemplo do Iraque, mencionado pelo Cel Nery em outro post sobre 11/set, como argumento para afirmar que esse tipo de guerra ainda ocorre (e provavelmente ainda ocorrerá, talvez pelo petróleo, água potável, nióbio, gás, terras agriculturáveis, diamantes…). Acho que o Iraque é o exemplo recente desse tipo de guerra mais conhecido por nós e que ainda não foi resolvido. Talvez esse tipo de guerra não se… Read more »

Guilherme Poggio
Editor
Noble Member

Aurélio. França e GB não usam submarinos convencionais por total falta de recursos. Na Guerra das Malvinas a GB usou tanto convencional como nuclear (numa frota de quase 30 navios) e cada um tinha a sua missão. Só lembrando que atualmente a poderosa Royal Navy possui atualmente sete SSN na sua frota.
.
O Brasil nunca terá a quantidade de submarinos necessária. A realidade atual e das próximas décadas é mais ou menos a seguinte: Ou a MB opera com quatro/cinco SSK ou apenas um SSN. Neste caso é melhor ficar com os SSK.

Dalton
Visitante

Falta de recursos e o medo que os já escassos recursos fossem desviados para submarinos
convencionais. Não a toa a US Navy conta que seus aliados, como por exemplo o Japão
mantenham uma razoável força de bons, novos e bem treinados submarinos convencionais.